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      <title>Literaturas Africanas de Língua Portuguesa by Jonas D&#39; Alessandro</title>
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      <description>Publicação de poemas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-05 23:15:58 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa de Angola</title>
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         <description><![CDATA[<p>Giovanna valadares souza 3°1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 11:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa de Moçambique </title>
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         <description><![CDATA[<p><em>Carlos Henrique</em> - 3°/01</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 11:38:10 UTC</pubDate>
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         <title>Amílcar Cabral- Naus sem rumo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Dispersas,<br>emersas,<br>sozinhas sôbre o Oceano …<br>Sequiosas,<br>rochosas,<br>pedaços do Africano,<br>do negro continente,<br>as engeitadas filhas,<br>nossas ilhas,<br>navegam tristemente …<br>Qual naus da antiguidade,<br>qual naus<br>do velho Portugal,<br>aquelas que as entradas<br>do imenso mar abriram …<br>As naus<br>que as nossas descobriram.<br>Ao vento, à tempestade,<br>navegam<br>de Cabo Verde as ilhas,<br>as filhas<br>do ingente<br>e negro continente …<br>São dez as caravelas<br>em busca do Infinito …<br>São dez as caravelas,<br>sem velas,<br>em busca do Infinito …<br>A tempestade e ao vento,<br>caminham …<br>navegam mansamente<br>as ilhas,<br>as filhas<br>do negro continente …<br>– Onde ides naus da Fome,<br>da Morna,<br>do Sonho,<br>e da Desgraça? …<br>– Onde ides? …<br>Sem rumo e sem ter fito,<br>Sozinhas,<br>dispersas,<br>emersas,<br>nós vamos,<br>sonhando,<br>sofrendo,<br>em busca do Infinito! …</p><p><br></p><p><br></p><p>Nome: Luan Henrique Vieira </p><p>Turma:3°1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 11:38:42 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa de Guiné-Bissau</title>
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         <description><![CDATA[<p>Iago Gustavo da silva 3 ano 1</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 11:39:02 UTC</pubDate>
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         <title>BIO.GRA.FIA de NOÉMIA DE SOUSA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Noémia de Sousa (Carolina Noémia Abranches de Sousa) nasceu em 20 de setembro de 1926, no distrito de Catembe, em Moçambique. Mais tarde, em 1951, exilou-se em Lisboa, devido a perseguições políticas sofridas em seu país natal. Nessa época, já tinha escrito a sua obra poética, publicada, em 2001, no livro Sangue negro.</p><p>A mãe dos poetas moçambicanos, que morreu em 04 de dezembro de 2002, em Portugal, produziu textos de teor nacionalista, caracterizados pela composição em versos livres. Neles, prevalece a voz feminina e negra, a qual se empenha em destacar a cultura africana; mas, também, mostrar os problemas sociais de Moçambique.</p><p><br></p><p>Lucas Martins 3°ano/1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 11:40:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>raphaelaugusto2005_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Súplica</p><p>(Noémia de Sousa)</p><p>Tirem-nos tudo,</p><p>mas deixem-nos a música!</p><p>Tirem-nos a terra em que nascemos,</p><p>onde crescemos</p><p>e onde descobrimos pela primeira vez</p><p>que o mundo é assim:</p><p>um labirinto de xadrez…</p><p>Tirem-nos a luz do sol que nos aquece,</p><p>a tua lírica de xingombela</p><p>nas noites mulatas</p><p>da selva moçambicana</p><p>(essa lua que nos semeou no coração</p><p>a poesia que encontramos na vida)</p><p>tirem-nos a palhota  ̶  humilde cubata</p><p>onde vivemos e amamos,</p><p>tirem-nos a machamba que nos dá o pão,</p><p>tirem-nos o calor de lume</p><p>(que nos é quase tudo)</p><p>̶  Mas não nos tirem a música!</p><p>Podem desterrar-nos,</p><p>levar-nos</p><p>para longes terras,</p><p>vender-nos como mercadoria,</p><p>acorrentar-nos</p><p>à terra, do sol à lua e da lua ao sol,</p><p>mas seremos sempre livres</p><p>se nos deixarem a música!</p><p>Que onde estiver nossa canção</p><p>mesmo escravos, senhores seremos;</p><p>e mesmo mortos, viveremos.</p><p>E no nosso lamento escravo</p><p>estará a terra onde nascemos,</p><p>a luz do nosso sol,</p><p>a lua dos xingombelas,</p><p>o calor do lume,</p><p>a palhota onde vivemos,</p><p>a machamba que nos dá o pão!</p><p>E tudo será novamente nosso,</p><p>ainda que cadeias nos pés</p><p>e azorrague no dorso…</p><p>E o nosso queixume</p><p>será uma libertação</p><p>derramada em nosso canto!</p><p>̶  Por isso pedimos,</p><p>de joelhos pedimos:</p><p>Tirem-nos tudo…</p><p>mas não nos tirem a vida,</p><p>não nos levem a música!</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Raphael Augusto 3°/1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 11:41:38 UTC</pubDate>
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         <title>AGOSTINHO NETO</title>
         <author>valadaresgiovanna20_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 12:15:30 UTC</pubDate>
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         <title>Independência de Moçambique</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Independência de Moçambique foi proclamada em 25 de junho de 1975 por Samora Moisés Machel, encerrando quinhentos anos de colonização portuguesa. A Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) iniciou a luta armada contra o Estado Novo em 1964 porque este não reconheceu as pretensões. A guerra terminou com a assinatura dos “Acordos de Lusaka”, em setembro de 1974.</p><p><br/></p><p>A FRELIMO, fundada no exílio, iniciou a luta armada pela libertação nacional de Moçambique a partir de 1964. Sua estratégia era a criação das “zonas libertadas”, áreas do território moçambicano fora do controle da administração portuguesa. O conflito contra as forças coloniais se expandiu para outras províncias como Niassa e Tete e durou cerca de 10 anos.</p><p><br/></p><p>Após a independência e com a saída “brusca” do aparato português, o país começou a passar por sérias dificuldades para preencher os lugares deixados pelos portugueses.</p><p> Nessa época, Moçambique tinha uma população com uma porcentagem de 90% de analfabetos, além disso, empresas e bancos portugueses procederam ao repatriamento do ativo e dos saldos existentes, criando assim um rombo na economia de Moçambique.</p><p>    <strong><em><sub>Lívia Braga -3°/01</sub></em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 09:35:18 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa de São Tomé e Príncipe </title>
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         <description><![CDATA[<p>Lorrayne 3º1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-01 16:44:49 UTC</pubDate>
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         <title>Noémia de Sousa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>@Yuri_gom3s     S2 🙃.             </p><p> </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-01 17:04:44 UTC</pubDate>
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         <title>História da Independência </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Oficialmente República de Cabo Verde, é um país insular localizado em um arquipélago no Oceano Atlântico central, constituído por dez ilhas vulcânicas. Surgiu como uma tentativa de solução para as reivindicações da elite crioula que protestava contra o desleixo e a negligência da metrópole portuguesa.</p><p>Em 1956, Amílcar Cabral criou o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), lutando contra o colonialismo e iniciando uma marcha para a independência. 19 de dezembro de 1974 foi assinado um acordo entre PAIGC e Portugal, instaurando-se um governo de transição em Cabo Verde. Este mesmo Governo preparou as eleições para uma assembleia Nacional Popular. A demarcação cultural em relação a Portugal e a divulgação de ideias nacionalistas conduziram à independência do arquipélago em 5 de julho de 1975.Em 1991 foi instaurada as primeiras eleições pluripartidárias, instituído- se uma democracia moderna.</p><p><br></p><p>Nome: Dara Aparecida Barbosa </p><p>Sala : 3:1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-04 15:24:48 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa de Cabo Verde</title>
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         <description><![CDATA[<p>Evelin Pinho de Souza 3°1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-04 15:32:06 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Osvaldo Alcântara </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>OSVALDO ALCÂNTARA<br>(1907-1989)&nbsp;</p><p>Osvaldo Alcântara, pseudônimo poético de Baltazar Lopes da Silva, nasceu na Ilha de São Nicolau, Cabo Verde, em 1907.&nbsp; Advogado e filósofo.&nbsp; Professor, Doutor Honoris Causa pela Universidade de Lisboa. Um dos fundadores da revista Claridade, marco da literatura cabo-verdiana.</p><p><em>Publicou: Chiquinho (romance), São Vicente, 1947; O Dialeto crioulo de Cabo Verde, Lisboa, 1957; Cabo Verde visto por Gilberto Freire, Praia, Cabo Verde, 1956; Antologia da ficção cabo-verdiana contemporânea, Praia, Cabo Verde, 1960.</em></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Yasmim Alcantara, 3° 1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-04 15:36:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-04 17:37:44 UTC</pubDate>
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         <title>Súplica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Pablo Gabriel - 3°1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 00:04:48 UTC</pubDate>
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         <title>leitura de &quot;Presença &quot; de Osvaldo Alcântara </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>João Pedro 3°1</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 10:30:16 UTC</pubDate>
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         <title>Osvaldo Alcântara</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Pedro Augusto Cardoso Silva. 3° 1.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 10:30:19 UTC</pubDate>
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         <title>INDEPENDÊNCIA DE GUINÉ-BISSAU</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi uma colônia de Portugal desde o século XV, teve sua independência declarada em 24 de setembro de 1973 e reconhecida pelo colonizador em 10 de setembro de 1974. Assim, Guiné-Bissau foi a primeira colônia portuguesa no continente africano a ter a independência reconhecida por Portugal.</p><p><br></p><p><br></p><p>Ana Luiza Vitor 3*1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 11:05:24 UTC</pubDate>
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         <title>CONSTRUIR</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> </p><p>Construir sobre a fachada do luar das nossas terras </p><p>Um mundo novo onde o amor campeia, unindo os homens </p><p>de todas as terras </p><p>Por sobre os recalques, os ódios e as incompreensões, </p><p>as torturas de todas as eras. </p><p>É um longo caminho a percorrer no mundo dos homens. </p><p>É difícil sim, percorrer este longo caminho </p><p>De longe de toda a África martirizada. </p><p>Crucificada todos os dias na alma dos seus filhos. </p><p>É difícil sim, recordar o pai esbofeteado </p><p>pelo despotismo dum tirano qualquer, </p><p>a irmã violada pelo mais forte, os irmãos morrendo nas minas </p><p>Enquanto os argentários amontoam o oiro. </p><p>É difícil sim percorrer esse longo caminho </p><p>Contemplando o cemitério dos mortos lançados ao mar </p><p>Na demência dum louco do poder, caminhando impune </p><p>para a frente, sem temer a justiça dos homens </p><p>É difícil sim, perdoar os carrascos </p><p>Esquecer as terras donde nos escorraçaram </p><p>As galeras transportando nossas avós para outros continentes </p><p>Lançando no mar as cargas humanas </p><p>Se os navios negreiros têm lastro em demasia, é difícil sim, </p><p>Esquecer todos esses anos de torturas e inundar o mundo </p><p>De luz, de paz e de amor, na hora fatal do ajuste de contas. </p><p>É difícil sim, mas um erro não justifica outro erro igual. </p><p>Na construção de um mundo novo à sombra das nossas </p><p>Terras maravilhosas, juramos não sofrer uma afronta igual </p><p>Mas receber conscientes o amor onde há fraternidade </p><p>Espalhando assim o grito potente da nossa apregoada selvajaria </p><p>Mas essa hora tarde e os gritos do deserto espreitam </p><p>Por sobre as nossas cabeças encanecidas da longa espera </p><p>Mas os nossos sonhos hão-de abrir clareiras nos eternos luares </p><p>Dos nossos desertos assombrados.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Letícia de Cássia - 3º 1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 11:14:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alda do Espírito Santo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Jessiane Mayra 3-1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 11:15:13 UTC</pubDate>
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         <title>INDEPENDÊNCIA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Independência do arquipélago de São Tomé e Príncipe teve lugar a 12 de julho de 1975. Este arquipélago composto pela ilha de São Tomé, pela ilha de Príncipe, e ainda por vários ilhéus, fora colonizado por Portugal a partir de finais do séc. XV e inícios do séc. XVI.</p><p><br></p><p>Vitória Eduarda Ferreira 3º01</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 11:16:05 UTC</pubDate>
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         <title>CONSTRUIR</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/UPPq2LrN438?si=BuwOFubgdlQtqbPc">https://youtu.be/UPPq2LrN438?si=BuwOFubgdlQtqbPc</a></p><p>A leitura começa 02:20</p><p><br></p><p>Grazielle Moreira 3⁰1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 11:18:31 UTC</pubDate>
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         <title>BIO.GRA.FIA DE ALDA DO ESPÍRITO SANTO </title>
         <author>carolinaferreira2501</author>
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         <description><![CDATA[<p>Alda Espírito Santo, também conhecida como Alda Graça, nasceu em 30 de abril de 1926 em São Tomé, capital de São Tomé e Príncipe. Filha de uma professora e um funcionário dos Correios, mudou-se para Portugal na década de 1940. Em Lisboa, teve contato com importantes figuras ligadas à independência das colônias africanas. Sua casa se tornou um ponto de encontro para debates sobre temas como colonialismo. Abandonou a universidade por motivos políticos e financeiros. Retornou a São Tomé em 1953, tornando-se professora e jornalista. Escreveu o poema "Trindade" denunciando um massacre local. Após a independência em 1975, ocupou vários cargos no governo. Compôs a letra do Hino Nacional em 1975. Publicou livros de poemas em 1976 e 1978. Faleceu em 9 de março de 2010 em Luanda, Angola, devido a complicações de saúde.</p><p><br></p><p>Carolina Ferreira 3°1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 11:21:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valadaresgiovanna20_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 11:41:49 UTC</pubDate>
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         <title>Namoro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Washington José Martins Rosa 3°1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 11:48:07 UTC</pubDate>
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         <title>Independência de Angola </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 12:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>Adeus à hora da largada</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Minha Mãe<br>(todas as mães negras<br>cujos filhos partiram)<br>tu me ensinaste a esperar<br>como esperaste nas horas difíceis<br>Mas a vida<br>matou em mim essa mística esperança<br>Eu já não espero<br>sou aquele por quem se espera<br>Sou eu minha Mãe<br>a esperança somos nós<br>os teus filhos<br>partidos para uma fé que alimenta a vida<br>Hoje<br>somos as crianças nuas das<br>sanzalas<br>do mato<br>os garotos sem<br>escola a jogar a bola de trapos<br>nos areais ao meio-dia<br>somos nós mesmos<br>os contratados a queimar vidas nos cafezais<br>os homens negros ignorantes<br>que devem respeitar o homem branco<br>e temer o rico<br>somos os teus filhos<br>dos bairros de pretos<br>além aonde<br>não chega a luz elétrica<br>os homens bêbedos a cair<br>abandonados ao ritmo dum batuque de morte<br>teus filhos<br>com fome<br>com sede<br>com vergonha de te chamarmos Mãe<br>com medo de atravessar as ruas<br>com medo dos homens<br>nós mesmos<br>Amanhã<br>entoaremos hinos à<br>liberdade<br>quando comemorarmos<br>a data da abolição desta escravatura<br>Nós vamos em busca de luz<br>os teus filhos Mãe<br>(todas as mães negras<br>cujos filhos partiram)<br>Vão em busca de vida.</p><p><br/></p><p>Esthefane Rodrigues 3•1</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-06 12:43:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>valadaresgiovanna20_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-08 12:13:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Luanda é o poeta ou o poema ?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Luanda é o poeta ou o poema ?</p><p><br/></p><p>poema que nasce na Mutamba</p><p><br/></p><p>e se aperta no mais cheio maximbombo</p><p><br/></p><p>do Cazenga dos Ramiros ou da Funda</p><p><br/></p><p>que importa a linha e o destino</p><p><br/></p><p>se Luanda vai no verso</p><p><br/></p><p>e no canto da sereia ?</p><p><br/></p><p>Luanda é um poema que se canta ou pinta</p><p><br/></p><p>e se dança em ritmos amantes e viscosos</p><p><br/></p><p>De: Costa Andrade </p><p><br/></p><p>Feito por: Lucas Gabriel Santos de Oliveira </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 11:15:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Biografia Francisco Fernando da Costa Andrade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Prosador e poeta angolano nascido em 1936, no Huambo. Utilizou vários pseudónimos, nomeadamente Angolano de Andrade, Nando Angola, Africano Paiva e Flávio Silvestre, entre outros. Como ativista político, percorreu vários países europeus fazendo conferências, participando em congressos e escrevendo poesia. Desempenhou vários cargos no MPLA e após a independência foi secretário do presidente da República para a informação. Publicou numerosas obras de poesia, de que se destacam: Terra de Acácias Rubras (1961), Poesia Com Armas (1975), Caderno dos Heróis (1977) e O Cunene Corre para o Sul (1981).</p><p>Filipe Eder</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 11:22:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Foto , Costa Andrade </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Fillipe vittor</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 11:26:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Foto Amílcar Cabral </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Gabriel Antunes 3*1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 11:30:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No poema Naus sem rumo, é perceptível o sentimento de melancolia do eu- lírico diante da realidade na qual Cabo-Verde está inserido. Para produzir o sentimento de forma mais dilacerante, o eu-lírico faz uso do imaginário marítimo, representando pelas naus. Entretanto, não são simples navios navegando pelo continente.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Thiago Faria de Araújo 3°2</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 12:27:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Economia de Moçambique </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A economia do país é baseada principalmente na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Agricultura">agricultura</a>, mas o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria">setor industrial, </a>principalmente na fabricação de alimentos, bebidas, produtos químicos, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alum%C3%ADnio">alumínio</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Petr%C3%B3leo">petróleo</a>, está crescendo. O setor de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Turismo">turismo</a> do país também está em crescimento. A África do Sul é o principal parceiro comercial de Moçambique e a principal fonte de investimento direto estrangeiro.</p><p><br/></p><p>Isabela Martins, 3 ano- 2</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 12:22:30 UTC</pubDate>
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