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      <title>Nosso Padlet by anderson barbosa</title>
      <link>https://padlet.com/andersonsbarbosa1/zyvp13nf7awdioz0</link>
      <description>Divulgação de produção e debate acadêmico. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-12-06 19:10:26 UTC</pubDate>
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         <title>Variação Diatópica</title>
         <author>andersonsbarbosa1</author>
         <link>https://padlet.com/andersonsbarbosa1/zyvp13nf7awdioz0/wish/2816463646</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div><br>A língua é a nossa forma básica de expressão e, por isso, ela pode mudar de acordo com a cultura, região, época, contexto, experiências e necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Essas mudanças são chamadas de variação linguística. Quando falamos sobre variação linguística, analisamos os diferentes modos de se expressar em uma língua, considerando a escolha das palavras, a construção do enunciado e até mesmo o tom da fala.<br><br></div><div><br>As variações linguísticas são as diferenças que uma língua apresenta em relação a fatores como a região e as condições culturais ou sociais onde ela é usada; por exemplo, existem variações na língua portuguesa falada no Brasil e em Portugal. Os tipos de variações linguísticas são:<br><br></div><div><strong><br>a)</strong> variação diatópica, são as que ocorrem devido às diferenças geográficas existentes entre os falantes, como os regionalismos;<br><br></div><div><strong><br>b)</strong> variação diacrônica, se dão em razão da passagem do tempo, decorrem de um processo histórico, como o português medieval e o atual;<br><br></div><div><strong><br>c)</strong> variação diastrática ou social, decorrem das diferenças socioculturais, como os termos técnicos usados por profissionais;<br><br></div><div><strong><br>d)</strong> variação diafásica ou situacional, é a adaptação da fala de acordo com o contexto e o interlocutor, como as gírias; e<br><br></div><div><strong><br>e)</strong>&nbsp; variação diamésica, que acontece entre a fala e a escrita ou entre os gêneros textuais, pois considera, dentre outros, o suporte de transmissão como, por exemplo, o WhatsApp e a bula de remédio. São muitos os fatores que empregamos para adequar a nossa fala à situação e ao grupo em que nos encontramos.<br><br></div><div><br>Dentre as variações linguísticas mencionadas anteriormente, abordaremos variação diatópica, especificamente as diferenças entre o Português do Brasil e o Português de Portugal. Algumas diferenças podem ser observadas no campo lexical, como no caso da palavra “apelido”, que no Brasil significa um nome informal conferido a alguém, enquanto em Portugal, o termo carrega o sentido de sobrenome.<br><br></div><div><br>Além disso, percebemos distinções sintáticas nos dois locais, como a posição dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, nos, vos). Em situações informais, tendemos a colocá-los antes dos verbos (Te amo!), enquanto os portugueses costumam inseri-los após os verbos (Amo-te!). Também podemos constatar que há contrastes fonético-fonológicos, por exemplo, em Portugal, há uma marcação bem forte do “l” nos finais de sílaba (Maria, pegue o “papellllll”, por favor!), enquanto aqui no Brasil esse fone é substituído pelo “u”, o que desencadeia o seu enfraquecimento (Maria, pegue o “papeu”, por favor!). Do mesmo modo, os brasileiros costumam substituir o "o" pelo "u", como em martelo — falamos "martelu".<br><br></div><div><br>As formas como algumas palavras são empregadas nas frases também variam. Em Portugal, é mais comum as pessoas dizerem “dá-me aquele caderno”, enquanto aqui no Brasil, dizemos “me dá aquele caderno”. O gerúndio, muito utilizado no Brasil, como em “estou esperando você”, em Portugal seria “estou a esperar por você”.<br><br></div><div><br>O movimento promovido pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em 1990, promoveu um movimento para aproximar a escrita desses países. Como resultado, foi assinado um acordo internacional - O Novo Acordo Ortográfico - para a implantação de uma ortografia unificada. Todos os oito países assinaram o documento, e sete deles já o ratificaram. Apenas em Angola, o acordo enfrenta barreiras políticas.<br><br></div><div><br>Marcos Bagno, professor do Instituto de Letras da Universidade de Brasília (UnB), autor e linguista, explica que a língua portuguesa foi levada ao mundo através das conquistas marítimas de Portugal. Aos poucos, a língua ganhou identidade própria em cada comunidade.<br><br></div><div><br>O que ainda nos mantém mais ou menos em contato fácil é a língua escrita formal, que é mais conservadora e tenta neutralizar as diferenças entre os modos de falar característicos de cada país. Faço parte de um grupo cada vez maior de pesquisadores que afirmam que, sim, o português brasileiro é uma língua diferente do português europeu, depois de mais de 500 anos de divergência.<br><br></div><div><br>Além disso, temos imigrantes de todo o mundo que se estabeleceram no Brasil, além dos povos indígenas que aqui existiam e africanos que para cá foram trazidos, todos contribuíram para a construção do português brasileiro. A língua portuguesa que usamos hoje nasceu dessa grande mistura. Durante o século XVIII, o português em Portugal passou por muitas mudanças fonéticas que não ocorreram no Brasil. Isso cria muito mais diferenças entre os dois idiomas.<br><br></div><div><br></div><div><br>Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul<br><br><br></div><div><br>Curso de Letras Português, Espanhol e suas Literaturas<br><br></div><div><br></div><div><br>Acadêmicos:<br><br></div><div><br></div><div><br>Anderson Silveira Barbosa</div><div>Antônia Cláudia Nascimento<br>Aurenice do Espirito Santo Cruz</div><div>Edinalva Oliveira da Silva</div><div>Jéssica Fernanda de Morais</div><div>Luciano Santana de Amorim</div><div>Susan Carol Berbin Font<br><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 19:29:25 UTC</pubDate>
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         <title>Variação Linguística Diatópica</title>
         <author>andersonsbarbosa1</author>
         <link>https://padlet.com/andersonsbarbosa1/zyvp13nf7awdioz0/wish/2817939211</link>
         <description><![CDATA[<p>A língua portuguesa é a língua oficial no Brasil e muitos são os falantes da língua. O português brasileiro é dotado de uma norma padrão e homogênea, mas isto não impede o surgimento de variações.</p><p>Composto por dialetos regionais, o português brasileiro possibilita que outros nomes sejam atribuídos a alguns substantivos. Tal como:</p><ul><li><p>Macaxeira – aipim – mandioca;</p></li><li><p>Tangerina – mexerica – bergamota – poncan – laranja-cravo – manjerica – mandarina – fuxiqueira – mimosa;</p></li><li><p>Pão de sal – cacetinho – carioquinha – pão aguado – carequinha – pão francês.</p></li></ul><p>Como se observa, vários nomes podem ser atribuídos a um único substantivo a depender da região. Essas variações decorrem dos diferentes dialetos encontrados em algumas regiões do país.</p><p>Pode-se dizer que no Brasil é falado o dialeto:</p><ul><li><p>Baiano;</p></li><li><p>Brasiliense;</p></li><li><p>Caipira;</p></li><li><p>Carioca;</p></li><li><p>Florianopolitano ou manezinho da ilha;</p></li><li><p>Fluminense;</p></li><li><p>Gaúcho;</p></li><li><p>Mineiro;</p></li><li><p>Nordestino;</p></li><li><p>Paulistano;</p></li><li><p>Recifense;</p></li><li><p>Sulista;</p></li><li><p>Serra amazônica.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Dialeto caipira</strong></p><p><strong><br></strong></p><p>O dialeto Caipira é uma forma de português falado no sul de Minas Gerais, sul de Goiás, áreas rurais do sul do Rio de Janeiro, interior de São Paulo, também há registros no leste e sul de Mato Grosso do Sul e no norte do Paraná. Seu principal ancestral é o tupi, língua comum dos primeiros habitantes da região onde hoje é difundido o dialeto caipira. Nesse dialeto há, por exemplo, adaptações de fonemas no dígrafo “lh” que são pronunciados com som de “i”, como ocorre em “milho” (mio) e “filho” (fio).</p><p><br/></p><p><strong>Dialeto Carioca</strong></p><p><br/></p><p>Típico da região metropolitana do Rio de Janeiro e de outras cidades do interior do Rio de Janeiro. Este dialeto apresenta semelhanças com o português lusitano, como a pronúncia do chiado "s" e das vogais abertas. Tem forte influência dos dialetos africanos, falados pelos muitos escravos que ali viviam no período colonial, representando a maioria da população carioca naquela época.</p><p><br/></p><p><strong>Dialeto Mineiro</strong></p><p><br/></p><p>A região central do estado de Minas Gerais desenvolveu seu próprio modo de falar, e que é diferente do restante do estado. Bastante difundido no Triângulo Mineiro, o dialeto mineiro recebeu influência das variações linguísticas do Rio de Janeiro e do dialeto caipira.</p><p><br/></p><p><strong>Dialeto Sulista</strong></p><p><br/></p><p>Bastante comum no estado do Paraná, nas regiões centrais e leste do estado de Santa Catarina e no norte e noroeste do Rio Grande do Sul. É caracterizado pela harmonia e redução vocálica e pela pronúncia das consoantes nasais que estão no final de sílaba, bem como, pela pronúncia da vogal “e” ao final de palavras. É notória a diferença, lá se pronuncia a palavra “leite” com o “e” ao final da palavra bem marcado, enquanto que em boa parte do país se pronuncia “leite” com “i” no final (leiti).</p><p><br/></p><p>Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul</p><p><br/></p><p>Curso de Letras Português, Espanhol e suas Literaturas</p><p><br/></p><p>Acadêmicos:</p><p><br/></p><p>Anderson Silveira Barbosa</p><p>Antônia Cláudia Nascimento</p><p>Aurenice do Espirito Santo Cruz</p><p>Edinalva Oliveira da Silva</p><p>Jéssica Fernanda de Morais</p><p>Luciano Santana de Amorim</p><p>Susan Carol Berbin Font</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 20:33:50 UTC</pubDate>
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         <title>Variação Linguística no Brasil</title>
         <author>andersonsbarbosa1</author>
         <link>https://padlet.com/andersonsbarbosa1/zyvp13nf7awdioz0/wish/2817956186</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>As diferentes formas de falar das pessoas de cada região chamamos de variação linguística diatópica. Este tipo de variação linguística ocorre devido às diferenças geográficas existentes entre os falantes, o regionalismo.<br><br>Essas diferenças podem levar a situações de preconceito linguístico, sinal de intolerância ou desdém. Frequentemente, o preconceito linguístico assume a forma de escárnio quando alguém acredita que sua maneira de falar é superior. Contudo, no contexto da variação linguística, nenhuma expressão é considerada melhor ou mais correta.<br>Nesse contexto, tem-se a gíria, um dialeto informal característico de pequenos grupos, com palavras que sofrem alterações ou caem em desuso com o passar do tempo. Vejamos:<br><br><strong>Região Sudeste</strong><br><br>Rio de Janeiro<br><br></div><ul><li>Já é (concordância);</li><li>Meter o pé (sair);</li><li>Valeu (agradecimento);</li><li>Mermão (meu irmão);</li><li>Bolado (chateado);</li><li>Caô (mentira);</li><li>Parada (alguma coisa);</li><li>Tá ligado? (presta atenção);</li><li>Maneiro (legal);</li><li>Trocar uma ideia (conversar).</li></ul><div><br>São Paulo<br><br></div><ul><li>Mano, Meu (homem/mulher);</li><li>Bang (coisa);</li><li>Camelar (andar a pé);</li><li>Dar um pião (dar uma volta);</li><li>Da hora (legal);</li><li>Dois palitos (rápido);</li><li>Na faixa (de graça);</li><li>Rolê (festa);</li><li>Bater uma laras (comer);</li><li>Bugado (perdido, sem entender);</li><li>B.O. (problema).</li></ul><div><br>Minas Gerais<br><br></div><ul><li>Uai (interjeição com vários sentidos);</li><li>Sô (senhor);</li><li>Arredar (mexer);</li><li>Trem (coisa);</li><li>Cata-jeca (ônibus do interior);</li><li>Fragar (entender);</li><li>Zé dend’água (bobo);</li><li>Bololô (confusão);</li><li>Bicudo (bêbado);</li><li>Pica a mula (cai fora).</li></ul><div><br>Espírito Santo<br><br></div><ul><li>Massa (legal);</li><li>Chapoca (maior que o normal);</li><li>Véi (chamar alguém);</li><li>Cacunda (nos ombros);</li><li>Palha (ruim, chato);</li><li>Champinha (tampinha);</li><li>Pão de sal (pão francês);</li><li>Pocar (estourar, muito bom).</li></ul><div><br><strong>Região Sul</strong><br><br>Paraná<br><br></div><ul><li>Piá (menino);</li><li>Pila (moeda/dinheiro);</li><li>Posar (dormir na casa de alguém);</li><li>Cozido (bêbado)</li><li>Penal (estojo para lápis);</li><li>Apurado (com pressa);</li><li>Ligeirinho (ônibus);</li><li>Pani (padaria);</li><li>Piá de prédio (menino ingênuo).</li></ul><div><br>Santa Catarina<br><br></div><ul><li>Tash tolo? (tá louco?);</li><li>Manezinho (morador da ilha de Florianópolis);</li><li>Lagartear (passear);</li><li>Jererê (rede de pesca);</li><li>Calhau (coisa grande);</li><li>Botar tento (prestar atenção);</li><li>Matar a pau (acertar em cheio);</li><li>Em 2 toques (rápido);</li><li>Ajojado (quieto).</li></ul><div><br>Rio Grande do Sul<br><br></div><ul><li>Bah (interjeição de admiração);</li><li>Tchê (saudação);</li><li>Arrecém (há pouco);</li><li>Atucanado (preocupado);</li><li>Bucha (difícil);</li><li>Guri/guria (menino/menina);</li><li>Peleia (briga);</li><li>Talagaço (de uma vez só);</li><li>Trova (mentira).</li></ul><div><br><strong>Região Norte</strong><br><br>Pará<br><br></div><ul><li>Égua (Interjeição de espanto);</li><li>De rocha (sério);</li><li>Não, é pão (claro que sim);</li><li>Nem com nojo (de jeito nenhum);</li><li>Bazuca (chiclete);</li><li>Carapã (mosquito);</li><li>Rapidola (rápido);</li><li>Filho de pipira (quem sempre pede).</li></ul><div><br>Tocantins<br><br></div><ul><li>Armaria (interjeição de “que droga”, “Ave Maria”);</li><li>Bagaceira (farra);</li><li>Isturdia (um dia desses);</li><li>Boroca (bagagem);</li><li>Arrocha o buriti (siga em frente);</li><li>Bruta (boa, forte).</li></ul><div><br>Rondônia<br><br></div><ul><li>Marrapaz (expressão de surpresa, admiração);</li><li>Meu ovo (discordância);</li><li>Leseira (preguiça, desatenção);</li><li>Lazarento (infeliz);</li><li>H (agá – papo furado);</li><li>Cair na buraqueira (gandaia);</li><li>Casão (presídio).</li></ul><div><br>Roraima<br><br></div><ul><li>Téroidé (expressão de admiração);</li><li>Curumim (menino);</li><li>Maceta (grande, forte);</li><li>Brocado (com fome);</li><li>Piseiro (lugar com festa ao ar livre);</li><li>Cotião (solteiro);</li><li>Bota pra cima (desafia);</li><li>Bisonho (sem noção).</li></ul><div><br>Amazonas<br><br></div><ul><li>Telezé (abreviação de “Tu é leso, é?”, pessoa sem juízo);</li><li>Te arreda (afastar);</li><li>De rocha (de verdade);</li><li>Égua (expressão de espanto e admiração);</li><li>Dana de rato (enrolação);</li><li>É caroço (salvo por pouco);</li><li>No olho (resposta certeira).</li></ul><div><br>Acre<br><br></div><ul><li>Arre diacho (expressão de espanto);</li><li>Arrodear (dar a volta);</li><li>Espocar (estourar);</li><li>Xiringar (espalhar, espirrar algo);</li><li>Cutex (esmalte);</li><li>Extrato (perfume);</li><li>Ruma (amontoado);</li><li>Baldear (jogar água de balde).</li></ul><div><br>Amapá<br><br></div><ul><li>Nem te afudega (não se preocupe);</li><li>Bora lá só tu (Não vou);</li><li>Borimbora (vamos embora);</li><li>Nem com nojo (de jeito nenhum);</li><li>Discunjuro (credo!);</li><li>Não que não (sim);</li><li>Eras! (eu, hein!);</li><li>Bazuca (goma de mascar, chiclete);</li><li>Cabuçu (caipira);</li><li>Merendar (lanchar);</li><li>Pão careca (pão francês).</li></ul><div><br><strong>Região Nordeste<br></strong><br>Ceará<br><br></div><ul><li>Arre Égua (espanto);</li><li>Acunhar (chegar junto);</li><li>Baixa da égua (lugar distante);</li><li>Bregueço (antiquado);</li><li>Canaleu (ignorante);</li><li>Ceroto (sujeira);</li><li>Magote (aglomeração de pessoas);</li><li>Chei dos pau (bêbado);</li><li>Gastura (azia);</li><li>Ariado (perdido).</li></ul><div><br>Sergipe<br><br></div><ul><li>Vôti (interjeição de surpresa);</li><li>Pungar (entrar em veículo em movimento);</li><li>Pentcha (expressão de adminiração);</li><li>A migué (à toa, ao acaso);</li><li>Quem gaba o sapo é gia (elogio a alguém próximo);</li><li>Fumbambento (desbotado).</li></ul><div><br>Piauí<br><br></div><ul><li>Abestado (otário/bobo);</li><li>Botar catinga (atrapalhar);</li><li>Bodejar (falar muito);</li><li>Mangar (rir de alguém);</li><li>Triscar (encostar);</li><li>Espancar a lôra (beber cerveja);</li><li>Moiado (feio);</li><li>Caxaprego (lugar distante).</li></ul><div><br>Rio Grande do Norte<br><br></div><ul><li>Eita piula (interjeição de surpresa);</li><li>Galado (engraçado);</li><li>Balaio de gato (bagunça);</li><li>Bagana (ponta de cigarro);</li><li>Bexiga taboca (alguém com muita raiva);</li><li>Gangueiro (de gangue ou com calças largas).</li></ul><div><br>Paraíba<br><br></div><ul><li>Oxente (interjeição de admiração);</li><li>Abibolado (sem juízo);</li><li>Arribar (sair);</li><li>Encarcar (fazer pressão);</li><li>Miolo de pote (coisa sem importância);</li><li>Chapéu de touro (alguém que se relaciona com pessoa infiel);</li><li>Avoar (jogar fora).</li></ul><div><br>Pernambuco<br><br></div><ul><li>Visse (certo);</li><li>Buliçoso (mexe em tudo);</li><li>Emburacar (entrar sem licença);</li><li>Boysinha (namorada);</li><li>Pantim (dificuldade);</li><li>De rosca (difícil);</li><li>Arretado (bravo);</li><li>Zuada (barulho);</li><li>Tabacudo (bobo);</li><li>Queijudo (pessoa fresca).</li></ul><div><br>Maranhão<br><br></div><ul><li>Éguas (interjeição de espanto);</li><li>Esparroso (exagerado);</li><li>Aziado (sem ânimo);</li><li>Só quer ser (pessoa metida);</li><li>Dá teus pulos (se vira);</li><li>Invocado (zangado);</li><li>Remoso (perigoso);</li><li>Té doido (tá doido);</li><li>Perainda (espera).</li></ul><div><br>Bahia<br><br></div><ul><li>Ôxe ou oxente (interjeição ô);</li><li>Comer água (beber);</li><li>Se pique (saia);</li><li>Crocodilagem (enganar);</li><li>Barril dobrado (tenso);</li><li>Casa da porra (longe);</li><li>Migué (mentira);</li><li>Ó pai (olha isso);</li><li>Parta a mil (saia rápido);</li><li>Ficar de cocó (segredo);</li><li>Dar um zig (enganar).</li></ul><div><br>Alagoas<br><br></div><ul><li>Eita gota (expressão de espanto);</li><li>Lomba (engraçado);</li><li>Peidado (revoltado);</li><li>Azogado (ansioso);</li><li>Avalie (veja só);</li><li>Cacete (surra);</li><li>Caba de pêia (safado);</li><li>Biboca (lugar distante).</li></ul><div><br><br><strong>Região Centro-Oeste</strong><br><br>Mato Grosso<br><br></div><ul><li>Agora quando? (dúvida);</li><li>Atarracado (abraçado);</li><li>Bocó de fivela (ignorante);</li><li>Arroz-de-festa (não perde festa);</li><li>Corre duro (anda rápido);</li><li>Cêpo (ótimo);</li><li>Catcho (namoro);</li><li>Leva-e-traz (fofoqueiro);</li><li>Moage (frescura).</li></ul><div><br>Mato Grosso do Sul<br><br></div><ul><li>Alas (interjeição de espanto, legal);</li><li>Pior (quando concorda);</li><li>Eita pega (interjeição de espanto);</li><li>Manjar (entender);</li><li>Jow (amigo);</li><li>Barca (carro);</li><li>Bagúiu (coisa);</li><li>Morgar (ter preguiça);</li><li>Dar um pião (sair);</li><li>Goma ou Gruta (casa).</li></ul><div><br>Distrito Federal<br><br></div><ul><li>Véi (alguém);</li><li>Pagar vexa (passar vergonha);</li><li>Pala (algo ruim);</li><li>Lombra (devaneio);</li><li>Esparrado (ótimo);</li><li>Baú (ônibus);</li><li>Cabuloso (exagerado);</li><li>Morgando (sem fazer nada, à toa).</li></ul><div><br>Goiás<br><br></div><ul><li>Rensga (expressão de espanto);</li><li>Carcá (colocar);</li><li>Bão demais da conta (ótimo);</li><li>Anêim (ah, não);</li><li>Paia (chato);</li><li>Mocorongo (bobo);</li><li>Rídico (egoísta);</li><li>Tem base? (pode ser?);</li><li>Trupicar (tropeçar).</li></ul><div>Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul<br><br>Curso de Letras Português, Espanhol e suas Literaturas<br><br>Acadêmicos:<br><br>Anderson Silveira Barbosa<br>Antônia Cláudia Nascimento<br>Aurenice do Espirito Santo Cruz<br>Edinalva Oliveira da Silva<br>Jéssica Fernanda de Morais<br>Luciano Santana de Amorim<br>Susan Carol Berbin Font</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 20:58:39 UTC</pubDate>
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