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      <title>Educação e Tecnologias Contemporâneas by Cíntia Vitorino</title>
      <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1</link>
      <description>Made with eyes on the prize</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-08 20:00:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-06 08:06:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2096481598</link>
         <description><![CDATA[<div>Oi, pessoal! Me chamo Cíntia Vitorino, sou estudante do Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia e também técnica em Automação Industrial pelo IFBA.&nbsp;<br>Tô muito feliz em estar aqui com vocês e em cursar a disciplina. Tenho grandes expectativas porque estou pesquisando sobre o tema de plataformas educacionais e creio que vai ser de uma riqueza enorme a troca com a turma no geral.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 17:37:29 UTC</pubDate>
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         <title>O contexto pandêmico e a educação </title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2096762847</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos primeiros meses de 2020 surgiram as primeiras notícias sobre uma nova doença respiratória que estava se alastrando rapidamente. A partir momento em que aparece os primeiros casos no nosso país, as aulas e algumas atividades presenciais são suspensas para que se debata e que se tenha dimensão do problema. Ante tudo isso, algumas desigualdades são expostas, a desigualdade racial e a desigualdade social, por exemplo.<br>As aulas no formato que estamos imersos hoje não foram implementadas de pronto, em certa medida, podemos dizer até que houve uma preocupação com as limitações e possibilidades para a educação nesse modelo. Entretanto, ainda podemos verificar algumas questões que foram colocadas de lado: acesso à internet e a equipamentos digitais, lugar adequado para realização e participação nas aulas (do ponto de vista de conforto físico e acústico) e preocupação com as plataformas de ensino.&nbsp;<br>Todas essas questões são preocupantes. O conforto acústico, por exemplo, tem a ver com os níveis de ruídos presentes na residência de cada pessoa no momento de aula, afinal, temos o ruído que estamos produzindo, o ruído que nossos familiares estão fazendo, o ruído que nossos vizinhos estão emitindo, o ruído do tráfego de carros, os cachorros e as crianças, todos convergindo. E isso não foi debatido, como se todas as pessoas tivessem as mesmas condições de abrir o microfone e a câmera durante as aulas com a garantia de que nada atrapalharia esse processo de comunicação emissor-mensagem-receptor. Outrossim, é importante destacar que a ABNT NBR 10.151 estabelece limites para o ruído nos mais diversos ambientes, inclusive os residenciais, sendo o limite 50 dB (A) para o período diurno e 45 dB (A) para o período noturno por ele [ruído] ser potencial agravo à saúde.<br>Outro ponto legal a ser pensado é a questão da plataformização da educação marcadas pelo monopólio das grandes empresas conhecidas como GAFAM (Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft) institucionalizando a vigilância, moldando nossas ações e nos tornando subservientes. No momento que a pandemia chegou, os recursos principalmente do Google e da Microsoft foram os escolhidos pelas escolas e centros de ensino para continuar com suas atividades, afinal, era um momento de fragilidade e de desconhecimento, e essas companhias apareceram de forma tão gentis e amigáveis oferecendo sua infraestrutura "de graça"! Mas é preciso entender que por vezes o sem custo é muito caro, que nada no mundo globalizado imerso em um processo industrial 4.0 com a convergência dos mundos físicos, digitais e biológicos é de graça, tudo é em troca dos nossos dados porque esses são os modelos de negócios dessas empresas, estão lá nos termos de usos que não lemos e autorizamos.<br>No entanto, dentro das universidades e das escolas caberia aos gestores e demais autoridades pensar junto à comunidade e com especialistas qual seria o verdadeiro interesse das companhias nas fábricas de conhecimento que impulsionam o desenvolvimento tecnológico e científico do Brasil, produzindo e moldando saberes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 20:51:49 UTC</pubDate>
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         <title>Inclusão digital </title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2130656487</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o desenvolvimento da tecnologia, surgem novas ambiguidades e assimetrias. A primeira trata dos aspectos conceituais e operacionais, e a segunda, das discrepâncias entre os grupos, seus entendimentos e domínios, como se uma parte da sociedade vivesse em dobras temporais e a outra não. Um até domina os aspectos de desenvolvimento web e o outro não sabe ligar um computador, por exemplo. Este aspecto é referido por Sérgio Amadeu, apresentando, entre outros, capacidade de usar rede digital (social) e diferentes velocidades de conexão, mostrando que a tecnologia por si só não resolve o problema da exclusão social.<br>O autor também menciona a importância do conhecimento de que todo o processo de inclusão digital deve levar em consideração pelo menos 4 assimetrias que compõem as desigualdades entre inclusão individual, incluindo acesso à banda larga, bagagem cultural (uso e criticidade da informação), domínio do inglês e habilidades e conhecimentos tecnológicos , bem como questões técnicas que compõem todo o processo coletivo de inclusão.<br>A Organização das Nações Unidas também têm metas e objetivos específicos para alcançar o sucesso da inclusão digital, não apenas em termos de acesso universal à Internet, mas também para reduzir a lacuna tecnológica. São principalmente os ODS 4 e 9, que visam políticas para a Indústria 4.0, como a implantação da banda larga, a mensuração das competências digitais, a introdução de novos paradigmas tecnológicos no currículo escolar, investimentos em tecnologias de comunicação e inovação, todos citados no último relatório de Covid e desenvolvimento sustentável: avaliando a crise de olho na recuperação elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), UNESCO, UNICEF e OPAS/OMS.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 13:26:26 UTC</pubDate>
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         <title>Acesso às tecnologias no Brasil </title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2131316909</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O acesso ou a falta dele em termos de tecnologia se refere a possibilidade ou não de acessar as ferramentas e informações relacionadas com a tecnologia. Nesse primeiro momento, estamos falando apenas da inserção das pessoas de forma incipiente e não da inclusão propriamente dita (falada em outro tópico como tema de outra aula), mas fazendo o recorte apenas como aporte didático já que uma coisa depende da outra no mundo real. Deixe-me esclarecer: inserir tem a ver com implementar e comprar aparatos tecnológicos sem se preocupar com domínio, atuando apenas como receptor no uso dos artefatos digitais, se relacionando com o que André Lemos chama de inclusão espontânea a partir da inserção compulsória dos individuos na sociedade da informação sem a haver um planejamento resultante de um trabalho educativo e de políticas públicas que visam dar aparatos suficientes a parcela da população excluída do uso e benéficos da tecnologia.<br>&nbsp;Então, nessa aula, nos propomos a analisar o acesso às tecnologias no enquadramento do parágrafo anterior, estamos falando sobre quem tem acesso a esses dispositivos, como estão em termos geográficos e socioeconômicos sem caracterizar seu uso. Tendo como resultado, mesmo em pandemia, jovens entre 15 e 24 anos como os mais conectados, as classes mais altas e com mais escolaridade tendo mais acesso, conforme aponta a TIC Domicílios 2020 elaborada pela Cetic.br.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 19:08:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Software livre</title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2147398232</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula 5,&nbsp;nós debatemos o que era software livre, o que é copyleft, qual a diferença entre software livre e open source, quais são as responsabilidades de quem cria ou distribui software livre, quais são as licenças de software livre mais populares e quais são alguns exemplos de software livre popular. Software livre, conforme definido pela Free Software Foundation, é um software que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e distribuído sem restrições. A maneira usual de distribuir software gratuitamente é incluir uma licença de software livre e fornecer seu código-fonte. Um programa é software livre se os usuários tiverem todas essas liberdades, portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, com ou sem modificação, gratuitamente ou por uma taxa de distribuição, para qualquer pessoa e em qualquer lugar. A liberdade de fazer essas coisas significa que você não precisa pedir ou pagar por permissão depois de ter o programa. A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional,&nbsp;para qualquer tipo de trabalho ou atividade,&nbsp;sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.&nbsp;Portanto,&nbsp;acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.<br><br>De forma resumida, é a luta pela liberdade de conhecimento, onde é proibido proibir.&nbsp;<br><br>É preciso que a gente saiba que ainda há uma forte dependência do uso de softwares e conteúdos educacionais “proprietários”. Esses formatos fechados apresentam diversas limitações ao seu uso, sejam questões técnicas, barreiras legais ou preço. Como consequência, softwares e conteúdo de aprendizagem podem não evoluir regularmente, tornando-os obsoletos e possivelmente inadequados para um cenário de aprendizagem mais dinâmico (mas não só) capaz de motivar o aprendiz a descobrir e perpetuar novos conhecimentos. Ainda, com o passar do tempo, versões de software e conteúdo proprietário acabam sendo descontinuadas, tornando-se obsoletas. Tendo isso em vista, é importante que tomemos consciência desse fenômeno, que existem outras opções que atendem nossos objetivos, mas se ainda assim, a gente opte por software proprietários que ao menos usemos de forma crítica.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 18:55:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REA&#39;S</title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2147398558</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula trouxe um panorama geral sobre o que é falar de recursos de aprendizagem aberta&nbsp; que também abrange os princípios das práticas de aprendizagem aberta, com ênfase na inclusão e acessibilidade, como os tópicos que discutimos anteriormente.<br>Baseia-se em tecnologias abertas que facilitam a aprendizagem colaborativa e flexível e a partilha de práticas de ensino que permite a comunidade educadora se beneficiar das melhores ideias dos seus pares. Também se preocupa em promover a liberdade de usar, alterar, combinar e redistribuir recursos educacionais usando tecnologias abertas, priorizando o uso de software livre e formatos abertos. Atualmente e principalmente por conta da pandemia temos observado os Cursos Livres e Abertos ofertados por universidades e Institutos Federais em um formato de cursos sem tutoria.&nbsp;<br>Os Recursos Educacionais Abertos diz respeito a um conjunto de materiais, desde cursos a podcasts e jogos, desde que se destinem ao ensino e aprendizagem, sendo prioritária a sua capacidade utilização e reutilização.<br><br>Pensando nessas novas iniciativas e em políticas públicas temos o exemplo do Governo Federal do Brasil, por meio do MEC, lançando mão do programa Universidade Aberta do Brasil (UAB), que visa ampliar e internalizar a oferta de cursos e programas de ensino superior por meio do ensino a distância. É prioritária a oferta de formação inicial aos professores que estão a trabalhar com sucesso no ensino primário público, mas que ainda não concluíram os seus estudos, além da formação continuada para os que já concluíram. Também pretende oferecer cursos para diretores, gestores e demais profissionais da educação básica da rede pública. Outro objetivo do programa é reduzir as desigualdades no acesso ao ensino superior e desenvolver um sistema nacional de educação a distância.<br>Tanto o conceito de Recursos Educacionais Abertos como iniciativas como a do Estado, traz-nos perspectivas e desafios importantes neste tema compreendendo o caráter mobilizador das políticas públicas educacionais que subsidia o movimento de educação aberta. Esses recursos devem ser utilizados para recontextualizar tanto o ensino, como a pesquisa e extensão.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 18:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>EAD, ENSINO HÍBRIDO E ENSINO REMOTO </title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2158880563</link>
         <description><![CDATA[<div>As considerações para todas essas modalidades vão desde a nomenclatura. Enquanto EAD se refere à EDUCAÇÃO, Ensino Remoto e Ensino Híbrido (blended learning) direcionam esforços para o termo ENSINO, termos muitas vezes usados com sinônimo, porém possuem diferenças intrínsecas. A educação envolve a integração do conhecimento e a vida enquanto atividade que deve ser orientada e planejada, já o ensino é um dos tripés da educação, onde há presença de atividades didáticas para conceber conhecimento em determinada área. Essa discussão conceitual floresce os ânimos para a distinção entre EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, ENSINO HÍBRIDO E ENSINO REMOTO.</div><div>Enquanto educação à distância é uma modalidade regulamentada pelo decreto 5622/20 sendo caracterizada por momentos assíncronos com mediação da tecnologia, bem como tutores, o ensino remoto se caracteriza como prática e não modalidade, segue o mesmo princípio das aulas presenciais com o objetivo de garantir sua continuidade e é usada em todos os níveis e modalidade de ensino. É importante se atentar para a questão da utilização em todos os níveis e modalidades, porque a EaD só é permitida na educação básica em casos excepcionais. Já o ensino híbrido, por outro lado, diz respeito a mescla entre o mundo online e o presencial de forma a potencializar os espaços presenciais e personalizar o ensino.</div><div>Neste momento, alguns professores têm se mostrado preocupados com o rumo que a educação está tomando, ainda que o processo de educação a distância não seja novo, dado que nasceu em 1996. A preocupação se dá em termos de formação de condutas e de desenvolvimento da criticidade,construídos, sobretudo, pela convivência, relações interpessoais e experiências individuais e coletivas, a educação tem se transformado numa forma mais técnica e não mais em uma relação professor-aluno, como discutido na live de “Plataformização e educação: o ensino remoto nas Universidades”.Tudo isso relacionado com o processo regido pelo Estado com o fomento e regulamentação, o mercado com a financeirização e monopólio e a tecnologia com a revolução informacional desde sempre.</div><div>Resta-nos refletir na automação do trabalho docente e prática discente, por exemplo na correção de atividades, execução e produção acelerada pela pandemia e a certeza de que não há retorno ao velho normal, talvez a prática híbrida se torne a preferida dos atores sociais e do mercado, associada ao processo de plataformização da vida. Como então faremos isso? De forma passiva e coercitiva por meio dos serviços ofertados pela GAFAM? &nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-26 16:39:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TRABALHO EM DUPLA - DIREITO À COMUNICAÇÃO </title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2159408048</link>
         <description><![CDATA[<div>Cíntia Vitorino e Lucas Souza, licença&nbsp; CREATIVE COMMONS ATRIBUIÇÃO-NÃOCOMERCIAL-SEMDERIVAÇÕES.&nbsp;<br>https://vimeo.com/703505783</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 00:02:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Plataformização</title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2168588612</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A plataformização e o uso cada vez mais intenso das plataformas digitais e aplicativos é um fenômeno multidimensional e sua interpretação depende de múltiplos campos de saber, por exemplo econômico, espacial e político.<br><br></div><div><br>Em síntese, falar da dimensão educacional associada a esse fenômeno é tentar observar as consequências e tendências da plataformização no campo das formações humanas voltando o olhar para o que citei na postagem “EAD, Ensino Híbrido e Ensino Remoto”, quando trouxe que a preocupação dos professores e educadores se dá no cerne da formação de condutas envoltas de criticidade, construídos, sobretudo pela convivência. Não se deve deixar de lado que a Educação e o Ensino é muito mais que intermediação/ circulação de informações ou conhecimento de forma técnica. O mundo das aulas presenciais pré-pandemia, especialmente, era um mundo no qual o desperdício ainda era possível, atrasos, conversas proemiais, fugir do planejado, bem como o improvisar. O que observamos nesse momento de rotorno das atividades presenciais é uma transformação radical mediada pelas plataformas digitais e colocadas em cheque.Tudo é produção.<br><br></div><div><br>As Big techs (GAFAM ou GAMAM com o Facebook virando Meta) se caracterizam por um modelo com poder transnacional viabilizando um ciclo de produção-coleta-análise de dados para impor seu comportamento de mercado. Então as relações devem ser voltadas apenas para produção de forma a nos transformarmos em robôs. É “o novo normal” tão referenciado em propagandas e campanhas nesse período pandêmico, e, por isso, ela vai chegar em todos.<br><br></div><div><br>Refletir sobre esse processo em curso é admitir que se inicia uma espécie de sociedade das plataformas (José Van Dijck, Thomas Poell e Martijn de Waal) em que se identifica que a intermediação do digital vem contribuindo para uma nova de reorganização da sociedade contemporânea de forma similar ao que produziu o taylorismo e o fordismo como modo de produção capitalista. É imprescindível que analisemos que a plataformização de certos aspectos pode até ser incentivados e outras limitados, porque pode atender até certo ponto ao comércio global (e-commerce), por exemplo, mas não atende processos que exigem interação social como o caso da educação.&nbsp;<br><br></div><div><br>Por fim, é importante salientar que essa discussão sobre plataformas, exploração e poder das big-techs NÃO é sobre uma categoria específica. Discutir regulações, freios, limites, novas jornadas de trabalho é uma luta que atinge toda a sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 16:19:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>BNCC</title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2203797809</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa aula foi muito interessante tendo em vista que eu sou da área de Ciência e Tecnologia, fazendo o Bacharelado Interdisciplinar, mas sou oriunda do ensino técnico profissionalizante em uma das tantas instituições para a formação de profissionais de qualificação intermediária para a indústria e demais setores de serviços, conhecidas como escolas técnicas profissionalizantes. As escolas técnicas, notadamente as industriais, até hoje têm grande prestígio, pela qualidade dos cursos, pela promessa de empregabilidade dos concluintes e pelo sucesso dos egressos nos exames vestibulares. Mas esse ensino é focado no mercado, restringindo muitas vezes a educação para as necessidades mercadológicas, como é o caso da BNCC nesse momento.&nbsp;<br><br></div><div>A BNCC é a Base Nacional Comum Curricular e tem por objetivo estabelecer um conjunto de orientações para nortear os currículos das escolas públicas e privadas de ensino infantil e fundamental do Brasil.&nbsp;<br><br></div><div>Na prática, a BNCC define o conteúdo mínimo que será ensinado na etapa da educação que antecede a entrada na Universidade em todas as escolas públicas e privadas do país. Nesse momento, apesar de uma forte crítica as propostas para a educação básico, existe uma preocupação acerca da Reforma do Ensino médico, onde, argumenta-se que há um forte risco de que o ensino médio seja desqualificado ainda mais devido à extinção de disciplinas nesta fase de formação dos jovens, que precisam, sim, de disciplinas científicas como Física, Química, Biologia, Sociologia, História e outras para desenvolver uma base científica na sociedade brasileira.<br><br></div><div>Além dessa reforma, eu pude perceber que a BNCC possui outras limitações tornando-a irreal, por exemplo. Como um país que ainda não se deu conta que o ponto que liga essa diretriz com a realidade atual das instituições de ensino é o financiamento, treinamento e recursos adequados pôde propor algo nesse sentido? Sem o suporte necessário essa norma será apenas um sonho que nunca se materializa.<br><br></div><div>O enquadramento do parágrafo anterior, é o resumo da histórica dualidade educacional (um tipo de ensino para as camadas populares e outro para as camadas dominantes da sociedade) pois, apesar do forte discurso de oportunidades iguais para todos, uma grande preocupação é sobre a capacidade de oferta que a rede pública de ensino terá. O receio é o mesmo de sempre: as escolas da rede particular terão mais suporte e investimento para oferecer itinerários mais diversificados e completos em todas as áreas do conhecimento e que as escolas da rede pública, que normalmente sofrem com a falta de professores em determinadas áreas de conhecimento e investimentos de infraestrutura e laboratórios, acabem oferecendo um número bem menor de possibilidades.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 23:46:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Formação de professores para uso das tecnologias</title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2203798086</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que as opções pedagógicas se ancoram no conhecimento e know-how que possuímos, assim, o uso de tecnologias ajuda-nos ajudar a procurar múltiplas e melhores formas de ensino-aprendizagem, contribuindo para maiores reflexões. Nesse sentido, é muito importante formar professores para a tecnologia, mas sem perder de vista as desigualdades sociais.&nbsp;<br><br></div><div>A cada nova tecnologia que surge, novos comportamentos se fazem imperativos, novos valores precisam ser agregados e novos significados surgem para hábitos antigos. Por tudo isso, as tecnologias digitais e seu uso tecnológico emergente na educação, deve ser uma decisão compartilhada entre as pessoas que representem diferentes segmentos da Escola, entre eles, diretores, docentes, alunos, pais e seus demais trabalhadores e públicos específicos, até porque elas podem dar mais interatividade à relação ensino-aprendizagem, mas precisam ser através de escolhas conscientes, busca colaborativa de informação e maior liberdade. Ao contrário do que tem sido observado nesse momento pandêmico, onde o uso e adoção de plataformas digitais de ensino tem sido centralizada no corpo técnico e gestor (preocupados quase que unicamente com o valor), restando aos alunos, professores e familiares o papel de consternação.&nbsp;<br><br></div><div>Essa prática deve também ser redimensionada por conta da velocidade na qual as tecnologias têm evoluído, passando pela reavaliação do papel do professor, e consequentemente pela formação inicial dos futuros professores. Os cursos superiores de licenciaturas precisam preparar os futuros docentes para o uso eficaz e crítico das tecnologias digitais, contribuindo com o aluno no desenvolvimento das capacidades cognitivas que são requeridas para que se concretize os processos de ensino e de aprendizagem, sendo importante disciplinas como essa (EDC287).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 23:46:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Prática Pedagógica com Tecnologia </title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2233581337</link>
         <description><![CDATA[<div>Decidi fazer um podcast, pois foi de longe a produção que mais gostei de fazer e nele falei um pouco sobre as práticas pedagógicas e algumas considerações sobre os seminários da turma.&nbsp;<br>https://vimeo.com/725364068</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 17:40:38 UTC</pubDate>
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         <title>Comentários sobre os seminários </title>
         <author>cintiavitorino</author>
         <link>https://padlet.com/cintiavitorino/aula1/wish/2236728168</link>
         <description><![CDATA[<div>Compartilho o link do drive, pois o vídeo limitou por conta do tamanho do vídeo. &nbsp;<br>https://drive.google.com/file/d/1Lm95w6GfEDsWmxPgG-mRC4HtAF2AF-4q/view?usp=drivesdk<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-04 22:55:14 UTC</pubDate>
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