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      <title>Bem Vindo ao meu WebFólio - IFRJ - Informática Aplicada a Educação/ De: Douglas Basilio da Silva by Douglas Basilio</title>
      <link>https://padlet.com/kllasdb/Bookmarks</link>
      <description>Produção de texto; reflexões; argumentações e correlações de ideias.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-07 14:06:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-23 21:50:24 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Reflexão sobre o projeto de pesquisa</title>
         <author>kllasdb</author>
         <link>https://padlet.com/kllasdb/Bookmarks/wish/2342457439</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando penso em projeto de pesquisa lembro do mestrado e desta referências para pensar as bases epistemológicas da ciência. É um pouco específico a minha própria área de formação, entretanto é valido a troca no sentido do objetivo de profundidade da pesquisa científica. Que aqui na pós também se faz necessário.<br><br><strong>Livro: Geografia e Filosofia - Contribuição para o Ensino do Pensamento Geográfico<br><br></strong>Nesta obra do Sposito, fica evidente sua preocupação com o método da geografia e a função da ciência da geografica, na leitura de mundo e análise espacial.<strong><br></strong><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 03:20:07 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualizando e aplicando ao ensino de Geografia</title>
         <author>kllasdb</author>
         <link>https://padlet.com/kllasdb/Bookmarks/wish/2342472054</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando penso em recursos digitais, não consigo pensar em outra coisa se não em meu objeto de pesquisa aplicada a Educação Geográfica e ao Ensino de Geografia: Os Jogos Eletrônicos tem uma simbólica representatividade em minha vida pessoal e profissional: Ao longo da minha vida sempre imaginei que seria incrível poder chegar na sala de aula e aprender através daquilo que eu mais gostava de fazer quando estava em casa "jogar", sentava por horas na frente do computador para me entreter e viajar no mundo romântico proposto pelo mundo digital.<br>Foi somente no mestrado que tive a coragem e ousadia de levar esse tema para a pesquisa e me encontrar como pesquisador. Hoje meu objeto de pesquisa são os jogos eletrônicos e a relação potencial para o ensino de geografia.&nbsp;<br><br>Caso queira saber mais dos biomas no jogo eletrônico Minecraft: https://aminoapps.com/c/minecraft-brasil/page/blog/informacoes-basicas-dos-biomas/z6dr_eGYtxuYaeX7YL4joDR4gBZeXEp254w</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 03:34:10 UTC</pubDate>
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         <title>Globalização e a globalização do ser</title>
         <author>kllasdb</author>
         <link>https://padlet.com/kllasdb/Bookmarks/wish/2342559896</link>
         <description><![CDATA[<div>Milton Santos, mente expoente e importante para entender essa evolução imperativa do capitalismo, resultando na indústria 4.0 e nas mudanças de produzir, viver e se relacionar das pessoas através das tecnologias. Este geografo do século 20 entendeu que a globalização é um fenômeno que carrega em seu bojo três faces indissociáveis: globalização como fábula, como perversidade e a globalização como possibilidade.<br><br></div><div><strong>FÁBULA:</strong> A máquina ideológica que sustenta as ações preponderantes da atualidade é feita de peças que se alimentam mutuamente e põem em movimento os elementos essenciais à continuidade do sistema. Damos aqui alguns exemplos. Fala-se, por exemplo, em aldeia global para fazer crer que a difusão instantânea de notícias realmente informa as pessoas. A partir desse mito e do encurtamento das distâncias – para aqueles que realmente podem viajar – também se difunde a noção de tempo e espaço contraídos. É como se o mundo se houvesse tornado, para todos, ao alcance da mão. Um mercado avassalador dito global é apresentado como capaz de homogeneizar o planeta quando, na verdade, as diferenças locais são aprofundadas. Há uma busca de uniformidade, ao serviço dos atores hegemônicos, mas o mundo se torna menos unido, tornando mais distante o sonho de uma cidadania verdadeiramente universal. Enquanto isso, o culto ao consumo é estimulado. (p. 9)</div><div><br><strong>PERVERSIDADE: </strong>De fato, para a grande maior parte da humanidade a globalização está se impondo como uma fábrica de perversidades. O desemprego crescente torna-se crônico. A pobreza aumenta e as classes médias perdem em qualidade de vida. O salário médio tende a baixar. A fome e o desabrigo se generalizam em todos os continentes. Novas enfermidades como a SIDA se instalam e velhas doenças, supostamente extirpadas, fazem seu retorno triunfal. A mortalidade infantil permanece, a despeito dos progressos médicos e da informação. A educação de qualidade é cada vez mais inacessível. Alastram-se e aprofundam-se males espirituais e morais, como os egoísmos, os cinismos, a corrupção. A perversidade sistêmica que está na raiz dessa evolução negativa da humanidade tem relação com a adesão desenfreada aos comportamentos competitivos que atualmente caracterizam as ações hegemônicas. Todas essas mazelas são direta ou indiretamente imputáveis ao presente processo de globalização. <br><br><strong>POSSIBILIDADE: </strong>Todavia, podemos pensar na construção de um outro mundo, mediante uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apóia para construir a globalização perversa de que falamos acima. Mas, essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas ao serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico. <strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 05:03:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>É interessante essa disciplina no curso de INFORMATICA APLICADA A EDUCAÇÃO ao mesmo tempo que estou fazendo outro curso de pós pelo CEDERJ - Educação Especial e Inovação Tecnológica. Pois nesta semana discutimos algo extremamente interessante e necessário, sobre as tecnologias assistivas. Algo que dialoga diretamente com disciplina de Inclusão digital. Num dos comentários que fiz no fórum de discussão da disciplina, a partir da proposição fomentada pela professora da disciplina (MARCIA DENSISE PLETSCH) com a questão: Como podemos inferir, a entrada na escola dessas crianças na perspectiva das mães tem sido importante e tem afetado de forma positiva para a participação e o desenvolvimento funcional de seus filhos. Nesse sentido, temos defendido que propor ações intersetoriais entre educação, saúde e assistência social, tomando como referência o modelo social de deficiência e a funcionalidade humana para essas crianças requer repensar a função social da escola como instituição que, ao acolher a diversidade, amplia as possibilidades de desenvolvimento dos alunos (SÁ; PLETSCH, p. 8).</title>
         <author>kllasdb</author>
         <link>https://padlet.com/kllasdb/Bookmarks/wish/2395985894</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Eu respondi:<br><br>Acho que pensar somente o papel da escola se torna algo isolado como ilha. Mas tendo como parâmetro os aportes do Estado sobretudo das parceiras institucionais seria, talvez, um dos caminhos possíveis e de curto a médio prazo para efetivação das "vontades" da escola do fazer. Exemplificando a partir da parceria entre munícipio, escola (independente da origem da gestão administrativa) com as universidades. Pesquisando, desenvolvendo e aplicando aquilo que a professora Marcia Pletsch chama de tecnologias assistivas. Tendo como parâmetro sempre a realidade local da escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-23 20:08:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>kllasdb</author>
         <link>https://padlet.com/kllasdb/Bookmarks/wish/2407256701</link>
         <description><![CDATA[<div>Este jogo eletrônico ao qual utilizei como material didático/ tecnologia assistiva... Proporciona aos alunos com necessidades especiais e sem necessidades especiais uma experiência para além da teoria abstrata dada em aulas de geografia. Utilizando o exemplo que dei no exercício com alunos do 7° ano. Ele estimula exatamente a prática do pensar o urbano, a industrialização e a interação entre individuo sociedade e seres humanos natureza. Criando, recriando e interagindo com a natureza de forma a ser o modelador e condutor da sociedade representada no jogo eletrônico. O que mais chama atenção é a simulação proporcionar questões reais do cotidiano. Como por exemplo a mudança de matriz energética poluente e seus impactos para a não poluente e como isso muda a vida na prática. Recomento extremamente esse jogo e seu uso em sala de aula. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-03 01:02:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>kllasdb</author>
         <link>https://padlet.com/kllasdb/Bookmarks/wish/2407257711</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensando no papel da instituição escolar e como ela vem sendo negligenciada frente as ondas e tsunamis de informação massificadas diariamente nas redes sociais. Podemos pensar a partir daí, qual seria o papel fundamental da escola para o combate as fakes news? Ao meu ver, é central o papel da escola, de promover o pensamento crítico e tornar o debate amplo e aberto a comunidade. Mas será que a escola de hoje é capaz e tem condições de exercer essa função?  </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-03 01:05:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Comissão aprova estímulo ao uso de jogos eletrônicos na educação básica Fonte: Agência Câmara de Notícias</title>
         <author>kllasdb</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.camara.leg.br/noticias/807384-comissao-aprova-estimulo-ao-uso-de-jogos-eletronicos-na-educacao-basica/#:~:text=Os%20jogos%20eletr%C3%B4nicos%20s%C3%A3o%20uma,educacionais%20e%20regionais%22%2C%20disse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-03 01:06:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>kllasdb</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-01-18 16:30:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>kllasdb</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-01-18 16:33:08 UTC</pubDate>
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         <title>Questões e Indagações sobre a realidade</title>
         <author>kllasdb</author>
         <link>https://padlet.com/kllasdb/Bookmarks/wish/2594036670</link>
         <description><![CDATA[<div><sub>GOMES, Alex Sandro; PIMENTEL, Edson Pinheiro. Ambientes virtuais de aprendizagem para uma educação mediada por tecnologias digitais. Informática na Educação: ambientes de aprendizagem, objetos de aprendizagem e empreendedorismo. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação, 2021.<br><br><br><br><br></sub>Pensando em toda esse mar de possibilidades ofertado pelas tecnologias no campo da educação. Me atrevo a dizer que como suporte as tecnologias tendem a fornecer uma densa capacidade de operacionalizar a educação. Digo isto, pensando na complementação do fazer pedagógico diário, o acesso a informação e ao conhecimento nunca foram tão acessíveis quanto agora nesse instante da revolução 4.0. Paramos para pensar o que são os cursos Moocs, cursos livre que possibilitam uma aprendizagem fluída e sem peso de formação. Aprender por ter acesso ao conhecimento. Por outro prisma, é inadmissível que em uma era de intenso desenvolvimento tecnológico, ainda tenhamos pessoas em situação de rua e vulnerabilidade alimentar, quem dirá ter acesso a internet e a tecnologias que permitam tal acesso e desenvolvimento.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 02:55:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A partir do que foi posto na disciplina, fiquei me perguntando se essas formas de ensino EAD; Remota; Mooc sendo utilizadas na escola pública. Tendo em vista as vulnerabilidades existentes. A partir da disciplina ficou evidenciado a importância dessas modalidades e formas de ensino nos tempos atuais, entretanto, será que seria possível, viável e aplicável ao ensino público?</title>
         <author>kllasdb</author>
         <link>https://padlet.com/kllasdb/Bookmarks/wish/2602154722</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 19:12:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A linguagem dos jogos eletrônicos e a dificuldade de implementação. &quot;Desafios; Possibilidades e Realidades&quot;</title>
         <author>kllasdb</author>
         <link>https://padlet.com/kllasdb/Bookmarks/wish/2602275127</link>
         <description><![CDATA[<div>Vale a pena de início mencionar que escrevi uma dissertação defendendo que os jogos eletrônicos são uma linguagem e que através dela é possível representar a ciência geográfica. E me enche de alegria e ânimo participar dessa pós que explora esse universo que hoje é comum entre os jovens e que quanto mais o tempo passa mais se torna urgente os educadores se tornarem fluentes nesta linguagem ao qual os nativos já chegam à escola praticamente alfabetizados necessitando do “letramento”, intermediado por nós educadores.<br><br></div><div>&nbsp;Um dos grandes desafios enfrentados pelos educadores brasileiros é a superlotação das salas de aula e falta de estimulo por parte do Estado para práticas lúdicas que fujam do “feijão com arroz” do cotidiano. Pois demandaria investimento de tempo e espaço no calendário para realização dessas atividades. Logo, talvez se torne desanimador propor tal atividade no ensino tradicional disciplinar regular. Pegando o exemplo dos professores Thiago Azevedo Rodrigues de Oliveira e Paulo Gallina vemos que é possível a aplicação fora desse padrão de ensino. Isto é, o desenvolvimento prático do RPG demanda foco e sobretudo conhecimentos previamente aplicados em sala de aula. Portanto, tal atividade caberia nos moldes de projeto ou em atividades extracurriculares e/ou contraturno. Pensando nisso, a Base Nacional Comum Curricular abre brecha para tal atividade no que se refere a parte que infere que um dos deveres da escola é o desenvolvimento social do aluno. E para tal, o RPG se mostra potencialmente um meio para tal.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 21:50:24 UTC</pubDate>
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