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      <title>Plantas Tóxicas by JULIANA FELIX</title>
      <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47</link>
      <description>Trabalho desenvolvido para matéria Forma e Função Vegetal (2M3456)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-01-03 18:05:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julianabarros703</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <em>Aconitum napellus L. , </em>comumente conhecida como Acônito ou Wolfsbane, é uma angiosperma herbácea, dicotiledônea, da ordem Ranunculales e cresce de 30 a 180 cm. É nativa da Europa, na região dos alpes, porém pode ser encontrada como invasora em outros lugares.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-03 18:16:53 UTC</pubDate>
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         <title>Substância tóxica: A Aconitina</title>
         <author>julianabarros703</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1972729056</link>
         <description><![CDATA[<div>A substância principal é a aconitina (acetilbenzoilaconina), a qual é um Pseudoalcaloide, considerada um dos venenos mais tóxicos que existem.&nbsp;<br><br>A aconitina é derivada a partir do metabolismo dos Terpenos (uma classe de metabolitos secundários). Esse processo acontece no retículo endoplasmático da célula e no final a substancia é armazenada nos vacúolos. Entretanto, vale ressaltar que o local de produção é mais frequente em partes de crescimento ativo da planta e células epidérmicas, por um determinado período de crescimento.<br><br>Por isso, pode ser encontrada em quase toda parte da planta, exceto nas suas raízes bulbosas, e exclusivamente no período de floração.<br>&nbsp;<br>A principal hipótese para a função da aconitina na planta, é a proteção contra herbivoria, pois é um composto implantável e que quando consumida gera uma resposta mortal para o organismo que consumiu a planta, dependendo da dose.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-03 18:27:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fisiopatologia</title>
         <author>julianabarros703</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>A aconitina é muito tóxica pelo fato da sua resposta rápida no organismo, atuando principalmente na diminuição do ritmo cardíaco e pressão sanguínea.</li><li>A dose letal para o adulto situa-se entre 3 a 6 mg. Verificou-se que a aconitina é mais tóxica para os mamíferos do que para as aves, répteis e animais de sangue frio.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>Nas autópsias dos animais submetidos à ação prolongada da aconitina verificou-se: &nbsp;<ul><li>congestão pulmonar e cerebral;</li><li>inflamação gastrintestinal;</li><li>derrames serosos (pleura, peritônio, aracnóide);</li><li>lesões nodulares da válvula mitral. &nbsp;</li></ul></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-03 18:30:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>julianabarros703</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1972766550</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Aconita.</strong> Disponível em: <a href="http://www.quimica.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=1829&amp;evento=5">http://www.quimica.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=1829&amp;evento=5</a> ;</li><li><strong>Alcaloídes.</strong> Disponível em: <a href="https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/1735922/mod_resource/content/1/Alcaloides%20%202016.pdf">https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/1735922/mod_resource/content/1/Alcaloides%20%202016.pdf</a> ;</li><li><strong>&nbsp;</strong><strong><em>Aconitum napellus</em></strong><strong> Sintomas.</strong> Disponível em : <a href="https://www.abrah.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Aconitum-napellus.pdf">https://www.abrah.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Aconitum-napellus.pdf</a> ;</li><li><strong>Capitulo 2: Composição molecular das Células Vegetais; Metabólitos Secundários: Alcaloídes.</strong>&nbsp; Disponível em : RAVEN, P. H.; EICHHORN, S. E.; EVERT, R. F. Biologia Vegetal - 8ª Edição. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro. 2014.&nbsp;</li><li><h1>Acônito: Propriedades e benefícios da flor azul. Disponivel em: https://vitat.com.br/aconito/</h1></li><li><strong>Imagens da planta. </strong>Disponível em : <a href="https://www.gbif.org/pt/occurrence/3330685813">https://www.gbif.org/pt/occurrence/3330685813</a> ;</li><li><strong>Taxonomia. </strong>Disponível em: <a href="https://www.gbif.org/pt/species/3033665">https://www.gbif.org/pt/species/3033665</a> .</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-03 18:49:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>julianabarros703</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1972767781</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-01-03 18:49:59 UTC</pubDate>
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         <title>O que são plantas Tóxicas?</title>
         <author>julianabarros703</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1972773637</link>
         <description><![CDATA[<div>Plantas tóxicas são plantas que possuem algum princicio toxico em seus tecidos que sejam nocivas para alguns organismo, seja por meio do toque ou consumo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-03 18:53:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicmortiz</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-01-05 17:08:35 UTC</pubDate>
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         <title>EXTRA: uso da Acônito como fitoterápico</title>
         <author>julianabarros703</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1977017427</link>
         <description><![CDATA[<div>Mesmo possuindo compostos bastantes perigosos para a saúde humana, a acônito pode ser usado como fitoterápico para algumas enfermidades, como:&nbsp;</div><ul><li>no tratamento de ansiedade por ter propriedades antidepressivas;&nbsp;</li><li>no tratamento de doenças no trato respiratório, como gripe e resfriado, pois tem ação antinflamatória.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-05 17:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação taxonômica</title>
         <author>nicmortiz</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <em>Dieffenbachia picta L.</em>, conhecida popularmente como “Comigo-ninguém-pode”, é uma planta pertencente à família Araceae, que contém diversas plantas nativas de regiões tropicais das Américas e Índia Ocidental. A Comigo-ninguém-pode é muito utilizada como planta ornamental e possui hábito herbáceo com caule espesso e ereto, que pode chegar a dois metros de altura, além de conter grandes folhas oblongas de cor verde escura e com manchas brancas amareladas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-05 19:49:47 UTC</pubDate>
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         <title>Substâncias tóxicas</title>
         <author>nicmortiz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há múltiplos componentes que conferem uma alta toxicidade para a Comigo-ninguém-pode, sendo alguns deles ainda incertos, mas sabe-se que saponinas, glicosídeos cianogênicos, enzimas proteolíticas, alcalóides e outras substâncias de caráter proteico estão envolvidas, e os principais fatores conhecidos são:</div><div><br></div><ul><li>A presença de idioblastos (células com substâncias especiais em seus vacúolos) contendo metabólitos secundários, os cristais de oxalato de cálcio. Os idioblastos estão presentes em todos os tecidos da planta, sendo no caule principalmente ao redor dos feixes vasculares, nas folhas em meio ao parênquima clorofiliano paliçádico, e nas raízes são muito abundantes tanto na região cortical quanto na medular.</li></ul><div>Os cristais de oxalato se apresentam tanto em forma de drusas quanto ráfides (agulhas), onde esses contém ao seu redor o ácido oxálico, uma substância lipofílica insaturada com 18 a 22 átomos de carbono ácido.</div><ul><li>A presença de proteases similares a tripsina, que podem induzir a produção de cininas, que agem como mediadores químicos do processo inflamatório&nbsp;</li><li>A seiva leitosa (látex) que contém dumbcaína, uma enzima proteolítica com ação inflamatória.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-06 15:02:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fisiopatologia</title>
         <author>nicmortiz</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1979366327</link>
         <description><![CDATA[<div>A intoxicação pela <em>Dieffenbachia picta L.</em> é muito alta, pois ocorre de forma física e química, com diversos componentes mediadores do processo inflamatório, e há três rotas de exposição às substâncias tóxicas, sendo elas via dermal, oral e ocular.</div><div>Ao serem pressionados, os órgãos da planta expulsam seus cristais de oxalato de cálcio em forma de drusas e ráfides, que logo perfuram a pele e mucosas atingidas, juntamente de sua seiva contendo dumbcaína, causando:</div><div><br></div><div>Via dermal: irritação e inflamação, com dermatites moderadas a severas e queimaduras com erupções de bolhas.</div><div><br></div><div>Via oral: irritação e inflamação, com dor imediata, edema na língua, salivação, ulcerações, vômitos, edema na garganta (ocasionando asfixia), disfagia e diarréia.</div><div><br></div><div>Via ocular: irritação e inflamação, com dor severa, lacrimejamento, fotofobia, inchaço, lesões na córnea, modificações na estrutura celular local (alongamento), blefaroespasmos e conjuntivites.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-06 19:06:23 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidade</title>
         <author>nicmortiz</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1979389928</link>
         <description><![CDATA[<div>A&nbsp;<em>Dieffenbachia picta L.</em> é chamada em alguns países de "Dumb Cane" (cana de mudez), sendo esse nome originado em virtude da toxicidade da planta, que ao ser ingerida e atingir a orofaringe, impossibilitaria a fala por alguns dias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-06 19:19:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>nicmortiz</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1979407961</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/20449/1/8_v.5_2.pdf</li></ul><div><br></div><ul><li>https://www.researchgate.net/profile/Ledyane-Rocha-Uriartt/publication/257944311_Organizacao_estrutural_e_localizacao_das_estruturas_toxicas_em_comigo-ninguem-pode_Dieffenbachia_picta_L_Schott_e_copo-de-leite_Zantedeschia_aethiopica_L/links/5807ddcc08ae07cbaa543d6b/Organizacao-estrutural-e-localizacao-das-estruturas-toxicas-em-comigo-ninguem-pode-Dieffenbachia-picta-L-Schott-e-copo-de-leite-Zantedeschia-aethiopica-L.pdf</li></ul><div><br></div><ul><li>https://www.gbif.org/pt/species/2869375</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-06 19:30:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>hannahvieira12</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1993785355</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Ricinus communis L. é conhecida popularmente conhecida como mamona, pé-de-mamona, mamoneira ou carrapateira. Na língua inglesa é conhecida como castor bean e na língua espanhola é conhecida como rícino. Existe variabilidade em suas características, como o hábito de crescimento, cor das flores e do caule, cor dos frutos, presença ou ausência de cera, cor e teor do óleo das sementes. Possui um óleo que pode ser extraído diretamente da semente, utilizado amplamente na indústria química e na produção de biodiesel. É uma planta que consegue suportar estresse hídrico e se tornou uma planta invasora de algumas culturas agrícolas, como a de cana-de-açúcar.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-15 21:05:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Subespécies do gênero Ricinus</title>
         <author>hannahvieira12</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1993796341</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>O gênero Ricinus é monotípico, ou seja, só possui uma espécie, porém&nbsp; são reconhecidas algumas subespécies, como R. communis sinensis, R. communis zanzibarensis, R. communis persicus e R. communis africanus, as quais englobam 25 variedades botânicas, todas compatíveis entre si.&nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-15 21:33:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Classificação taxonômica:</title>
         <author>hannahvieira12</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1993797942</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-01-15 21:37:50 UTC</pubDate>
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         <title>Substância tóxica: a ricina</title>
         <author>hannahvieira12</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1993806222</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>A ricina é uma toxalbumina, uma glicoproteína altamente tóxica, encontrada em maior quantidade no endosperma da semente da mamona, local onde é sintetizada, mas também em outras partes da planta, como caule e folhas. Sua função biológica é de proteína de armazenamento e impedir a herbivoria, muito possivelmente.&nbsp;<br>A ricina é uma proteína inativadora de ribossomos. A toxina é encaminhada para o citoplasma da célula. A ricina promove uma remoção de uma adenina na porção 28S do RNA ribossomal, inibindo a síntese proteica. Apenas uma molécula de ricina que entra no citosol é capaz de inativar mais de 1500 ribossomos por minuto irreversivelmente, ocasionando a morte celular.<pre>A ricina é uma molécula de oligoproteína sintetizada por um polipeptídeo precursor chamado preporicina, que é convertido em proricina no lúmen do retículo endoplasmático da célula vegetal. No vacúolo é clivado e a ricina se acumula nos corpos proteicos como uma proteína madura.</pre></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-15 21:57:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fisiopatologia</title>
         <author>hannahvieira12</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1994312018</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando ocorre ingestão acidental, os sintomas mais comuns são:</div><ul><li>Vômitos, diarreia aquosa que evolui para diarreia sanguinolenta e forte dor abdominal. Pode ocorrer também taquicardia, hipertermia, ataxia, desidratação, convulsões, palidez e fraqueza.&nbsp;</li><li>Os sintomas evoluem após 6 horas de ingestão, normalmente. A depender da dose ingerida, pode levar a morte de humanos, bovinos, ovinos, suínos, equinos, roedores e de animais domésticos.</li><li>Na necropsia de animais intoxicados por mamona foram observados lesões gastrointestinais com hemorragia, congestão e edema pulmonar, fígado aumentado e congestão renal. Em análises histológicas houveram necrose em órgãos linfoides e coração com áreas hemorrágicas e necrosadas.</li></ul><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-16 14:27:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Curiosidades</title>
         <author>hannahvieira12</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1994351645</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A ricina extraída da<em> Ricinus communis</em> pode ser utilizada para assassinatos e atentados. Inclusive, o ex-presidente americano Donald Trump já recebeu uma carta contaminada de ricina na tentativa de envenená-lo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-16 15:03:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Princípio tóxico</title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1996716742</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;➜ O princípio tóxico de uma planta consiste em uma substância ou um conjunto de substâncias quimicamente bem definidas, ou da mesma natureza ou de natureza diferente, capazes de quando entrar em contato com o organismo, causam intoxicação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-17 23:28:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tipos de intoxicação</title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1996722536</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;•&nbsp; A intoxicação pode ser manifestada de dois tipos, estes são:<br><br>&nbsp; &nbsp;➮&nbsp; Intoxicação aguda → quase sempre por ingestão acidental de uma planta ou de algumas de suas partes que é tóxica, surgindo sintomas de intoxicação em tempo relativamente curto.&nbsp;<br><br>➮&nbsp; Intoxicação crônica → Consequentemente à ingestão continuada, acidental ou propositada de certas espécies vegetais, responsável por distúrbios clínicos muitas vezes complexos e graves.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-17 23:37:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>epaiva327</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1998870906</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Convallaria majalis L. </em>é conhecida popularmente como lírio-do-vale, convalária, lírio-convale ou lírio-de-Maio.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-18 19:50:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Descrição</title>
         <author>epaiva327</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1998899857</link>
         <description><![CDATA[<div>Planta herbácea perene e altamente venenosa que frequentemente forma extensas colônias espalhando caules subterrâneos chamados rizomas.&nbsp;</div><ul><li>Os caules floridos têm duas folhas e um racemo de cinco a quinze flores no ápice do caule;</li><li>Os caules crescem entre 15–30 cm (6–12 pol.) de altura, com uma ou duas folhas de 10–25 cm (4–10 pol.) de comprimento;</li><li>As flores têm seis tépalas brancas (raramente rosa), fundidas na base para formar uma forma de sino;</li><li>&nbsp;O fruto é uma pequena baga laranja-avermelhada com 5–7 mm (0,2–0,3 pol.) de diâmetro.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-18 20:04:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Classificação taxonômica </title>
         <author>epaiva327</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1998910319</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-01-18 20:09:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Distribuição</title>
         <author>epaiva327</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1998923414</link>
         <description><![CDATA[<div>Subcosmopolita, sendo nativa das regiões temperada-frescas da Europa, Ásia e E EUA.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-18 20:16:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Substância tóxica: Glicosídeos cardíacos</title>
         <author>epaiva327</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/1998979152</link>
         <description><![CDATA[<div>Glicosídeos cardíacos são separados em 2 classes principais: os bufadienolides, que são produzidos por glândulas na pele de sapos venenosos, bem como várias plantas e os cardenolídeos, que são os tipos encontrados em tecidos vegetais.&nbsp; <br>Os cardenolídeos são metabolitos secundários que atuam no impedimento da membrana celular Na<sup>+</sup>/K<sup>+</sup>ATPase, que é a bomba responsável pelo transporte de íons sódio e potássio e que está diretamente ligada aos processos de contração muscular e condução dos impulsos nervosos. O impedimento dessa bomba resulta no esgotamento do potássio intracelular, logo, eleva a quantidade de sódio, resultando na alta acumulação de cálcio no sistema.<br>Esse impedimento afeta as concentrações eletrolíticas intracelulares, gerando contrações do miocárdio muito potentes e são substâncias tóxicas quando consumidas nas concentrações naturais encontradas nas plantas e aproximadamente 38 glicosídeos cardíacos diferentes (cardenolídeos) ocorrem nessa planta.<br>Exemplos:&nbsp;</div><ul><li>convallarin</li><li>convallamarin</li><li>convalatoxina</li><li>convallotoxoloside</li><li>convallosid</li><li>neoconvalloside</li><li>glucoconvalloside</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-18 20:48:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fisiopatologia</title>
         <author>epaiva327</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2000243794</link>
         <description><![CDATA[<div>Todas as partes da planta são altamente venenosas, incluindo os frutos vermelhos que podem ser atraentes para as crianças e os sintomas mais comuns após a ingestão aguda são:&nbsp;</div><ul><li>vômitos;</li><li>dor abdominal;</li><li>diarreia;</li><li>vertigem;</li><li>embora qualquer arritmia seja possível, as mais frequentes são: bradicardia sinusal, bloqueio do nó atrioventricular (AV) de segundo e terceiro grau, taquicardia juncional, taquicardia ventricular e fibrilação ventricular.&nbsp;</li></ul><div>Os animais domésticos também podem sofrer intoxicação com essa planta ornamental. Vômitos, baba, desidratação, urinação incontrolável ou sede, arritmia, e convulsões&nbsp;são sintomas de alerta, sendo a arritmia o mais grave deles, podendo levar a morte. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-19 12:26:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Curiosidades</title>
         <author>epaiva327</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2000244398</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>No livro " A linguagem das flores ", o lírio do vale significa o retorno da felicidade, sendo um livro reconhecido no universo cinematográfico, contendo participações em filmes e séries (Anne with an E e Enola Holmes).</li><li>Em 1956, a empresa francesa Dior produziu uma fragrância que simula o lírio do vale, que era a flor favorita de Christian Dior, outros perfumes imitando ou baseados na flor incluem Muguet de Bois de Henri Robert (1936), Lily of the Valley de Penhaligon (1976) e En Passant de Olivia Giacobetti (2000).</li></ul><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-19 12:27:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>epaiva327</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2000245184</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Convallaria majalis. <strong>Jardim Botânico UTAD</strong>, 2022. Disponível em: https://jb.utad.pt/especie/Convallaria_majalis. Acesso em: 18 jan. 2022.</li><li>Convallaria majalis. <strong>ITIS - Integrated Taxonomic Information System</strong></li><li>, 2022. Disponível em: https://www.itis.gov/servlet/SingleRpt/SingleRpt?search_topic=TSN&amp;search_value=42909#null. Acesso em: 18 jan. 2021.</li><li>Convallaria majalis. <strong>GBIF - Globa Biodiversity Information Facility</strong>, 2021. Disponível em: https://www.gbif.org/pt/species/7459480/metrics. Acesso em: 18 jan. 2022.</li><li>10 Flores Amigas dos Animais de Estimação Que São Seguras em torno dos Seus Gatos e Cães. <strong>MEFICS</strong>, 2020. Disponível em: https://mefics.org/pt/10-flores-amigas-dos-animais-de-estima%C3%A7%C3%A3o-que-s%C3%A3o-seguras-em-torno-dos-seus-gatos-e-c%C3%A3es/. Acesso em: 18 jan. 2022.</li><li>Lírio do Vale. <strong>Stringfxer</strong>, 2021. Disponível em: https://stringfixer.com/pt/Convallaria_majalis. Acesso em: 18 jan. 2022.</li><li>ÁVILA, Albert Alejandro.<strong> Intoxicación aguda por plantas y frutas</strong>. Disponível em: &lt;https://www.researchgate.net/publication/314093724&gt; Acesso em: 18 jan. 2022</li><li>MORIMOTO, Mami. et al. <strong>Convallatoxin, the primary cardiac glycoside in lily of the valley</strong></li><li><strong>(Convallaria majalis), induces tissue factor expression in endothelial cells</strong>. Vet Med Sci. 2021; 7:2440–2444.</li><li>ÁGUIAR, Ana Thayná. JÚNIOR, Valdir Florêncio. <strong>Jardim Venenoso: A Química por trás das intoxicações domésticas por plantas ornamentais</strong>. Química Nova, Vol. 44, No. 8, 1093-1100, 2021</li><li>ATKINSON, Kathryn J. et all. <strong>Journal of Veterinary Emergency and Critical Care 18</strong> 2008, pp 399–403</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-19 12:27:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2005569323</link>
         <description><![CDATA[<div>A<em> </em><em><mark>Palicourea marcgravii</mark></em><em> </em>é conhecida como cafezinho, bengué, café bravo, café do mato, erva brava, erva café, erva de gado, erva de rato, timbó e vick, é considerada uma das plantas mais tóxicas. Esta até a década de 1990 era a planta tóxica de maior prevalência na Região Centro-Oeste e ainda é considerada uma significativa fonte de intoxicação animal na região. <br><br>&nbsp;→ Cafezinho é um arbusto perene, com 2 a 3 m de altura.<br><br>&nbsp;• O caule é cilíndrico e estriado na planta adulta. <br><br>&nbsp;• Suas folhas são opostas, simples, pecioladas, com lâmina foliar lanceolada ou oblongo-lanceolada, com 6 a 10 cm de comprimento e 2 a 5 cm de largura, ápice agudo e base que se afila gradual ou estreitamente arredondada. <br><br>&nbsp;•&nbsp; Seus frutos são carnosos, com 3 ou 4 pregas nos lobos, de cor negra quando maduros.<br><br>A <em>Palicourea marcgravii</em>&nbsp; ocorre preferencialmente em áreas sombreadas das beiras de matas, capoeiras e pastos recém-formados<em>.&nbsp;</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-21 18:17:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Palicourea marcgravii St. Hill</title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2005734641</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Reino ➝</strong> Plantae <br><strong>Filo ➝ </strong>Angiospermae<br><strong>Classe ➝</strong> Asterideas<br><strong>Ordem ➝</strong> Gentinales<br><strong>Família ➝</strong> Rubiaceae<br><strong>Gênero ➝</strong> Palicourea<br><strong>Espécie ➝ </strong><em>Palicourea marcgravii</em> St. Hill</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-21 20:04:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Substâncias tóxicas</title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2005755838</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>&nbsp;☉&nbsp; Princípio tóxico →</strong><strong><mark> Ácido Monofluoracético&nbsp;</mark></strong></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; • &nbsp; O ácido é sintetizado no início do desenvolvimento da planta, e se dilui com o amadurecimento das partes vegetativas, pois suas concentrações nas folhas jovens são cinco vezes maiores do que nas maduras.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; • O nível máximo de toxidade da planta ocorre em sua fase de frutificação, o ácido monofluoracético é produzido no início do crescimento da planta e diminui sua concentração ao longo do envelhecimento da mesma<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; •&nbsp; &nbsp; As folhas e frutos são tóxicos, tanto verdes quanto secos. Os frutos são muito mais tóxicos que as folhas. Por exemplo, para bovinos, a dose letal das folhas frescas é de 0,6 g/kg de peso vivo.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-21 20:21:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como o Ácido monofluoracético atua nos vertebrados?</title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2005764023</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; ➞ <strong><mark>O ciclo do ácido tricarboxílico </mark></strong>(ou ciclo de Krebs) é primordial para produção de energia celular na mitocôndria dos organismos superiores. Contudo, o ácido monofluoracético interrompe este ciclo. <br>Após a administração oral e absorção pelo digestivo, o ácido é convertido em fluorocitrato pela citrato sintase, que esta inibe à aconitase (enzima que realiza o desdobramento do citrato em cis-aconitato).<br>&nbsp;Isso resulta em <strong><mark>interrupção da respiração celular</mark></strong>,logo, a interrupção do metabolismo energético celular, devido ao esgotamento de aconitase, e um aumento na concentração de citrato nos tecidos corporais, inclusive no cérebro e no sangue. <br>Este aumento causa vários distúrbios metabólicos, como acidose, que interfere com o metabolismo da glicose por meio da inibição da fosfofrutoquinase, e faz com que o ácido cítrico se ligue ao cálcio sérico,<strong><mark> resultando em hipocalcemia e falência cardíaca.<br></mark></strong>&nbsp;• Estudos realizados com intoxicação clínica experimental em animais demonstraram que o sistema nervoso é o principal alvo afetado pela <em>Palicourea marcgravii. </em>Os monofluoracetatos além de bloquearem o ciclo dos ácidos tricarboxílicos, bloqueiam a síntese de glutamos, o qual está profundamente envolvido no controle da atividade normal do cérebro e sua depleção produz <mark>convulsões</mark>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-21 20:28:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sinais Clínicos</title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2005802599</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; <strong>➞ Bovinos e ovinos: </strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; •&nbsp; Ligeira perda de equilíbrio<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; •&nbsp; Respiração abdominal<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; •&nbsp; Taquicardia <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; •&nbsp; Tremores musculares <br><strong>&nbsp;✔</strong>&nbsp; Concluiu-se que o monofluoraceto induz a morte por <mark>hipóxia cerebral</mark> em bovinos e ovinos.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-21 21:04:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fungos endofíticos e a planta tóxica (Curiosidade)</title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2006537517</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O extrato bruto em AcOEt obtido de <em>Xylaria</em> sp., um endófito de<em> Palicourea marcgravii</em>, apresentou forte atividade contra os fungos fitopatogênicos <em>C. cladosporioides</em> e <em>C. sphaerospermum,</em> isso se deu principalmente pela presença de citocalasinas D e B.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-22 17:20:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Toxicidade de monofluoroacetato</title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2006547319</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O monoluoroacetato (MF) é altamente tóxico para todas as espécies animais, inclusive para o homem. Este composto é utilizado na Austrália e Nova Zelândia no controle populacional de mamíferos nativos ou exóticos.&nbsp;<br>🚩 O uso desse composto é proibido no Brasil, devido ao risco de intoxicação de seres humanos e animais. No entanto, no Brasil têm sido registados casos de intoxicação criminosa.<br>🚩 O monofluoroacetato (MF) é considerado como princípio tóxico por muitas plantas brasileiras que causam morte súbita (PBCMS), estas são responsáveis por sérios prejuízos econômicos à pecuária brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-22 17:33:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2006550669</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;• Chapla, V. M.; Biasetto, C. R.; Araujo, A. R.. Fungos endofíticos: Uma fonte inexplorada e sustentável de novos e bioativos produtos naturais. Revista Virtual de Quimica, v. 5, n. 3, p. 421-437, 2013. Disponível em: &lt;<a href="http://hdl.handle.net/11449/75343">http://hdl.handle.net/11449/75343</a>&gt;. <br><br>• DE MELO, Luana; DE ALMEIDA, Durinézio José. Relatos do efeito cumulativo de substâncias tóxicas em bovinos. <strong>Brazilian Journal of Animal and Environmental Research</strong>, v. 3, n. 2, p. 592-601, 2020.<br><br></div><div>• D’OLIVEIRA, Pérsio Sandir et al. Plantas Tóxicas em Pastagens: Cafezinho (Palicourea marcgravii St. Hill, Família Rubiaceae). <strong>Juiz de Fora, MG: Comunicado Técnico Embrapa</strong>, v. 85, 2018.<br><br>• DOS SANTOS, Taides Tavares; VARAVALLO, Maurilio Antonio. Aplicação de microrganismos endofíticos na agricultura e na produção de substâncias de interesse econômico. <strong>Semina: Ciências Biológicas e da Saúde</strong>, v. 32, n. 2, p. 199-212, 2011.<br><br>• FERREIRA, Miguel; VIEIRA, Ana Odete Santos. Espécies arbóreo-arbustivas da família Rubiaceae Juss. na bacia do rio Tibagi, PR, Brasil1. <strong>Hoehnea</strong>, v. 42, p. 289-336, 2015.<br><br>• HARAGUCHI, Mitsue. Plantas tóxicas de interesse na pecuária. <strong>Biológico (São Paulo)</strong>, v. 65, n. 1/2, p. 37-39, 2003.<br><br>• NOGUEIRA, Vivian Assunção et al. Intoxicação por monofluoroacetato em animais. <strong>Pesquisa Veterinária Brasileira</strong>, v. 31, p. 823-838, 2011.<br><br>• SERODIO, Juliana Job. DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL DA INTOXICAÇÃO. SERODIO, Juliana Job. DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL DA INTOXICAÇÃO.<br><br>• VICENTINI, Andressa Ribeiro et al. Plantas da família Rubiaceae úteis ao tratamento de enfermidades veterinárias. <strong>TÓPICOS ESPECIAIS EM CIÊNCIA ANIMAL V</strong>, p. 149, 2016.<br><br>• XAVIER, DIRCE HONÓRIA DA SILVA. PLANTAS TÓXICAS DE INTERESSE PECUÁRIO OCORRENTES NO ESTADO DE RONDÔNIA: ASPECTOS BIOLÓGICOS, QUÍMICOS E PATOGÊNICOS. 2013.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-22 17:37:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo</title>
         <author>hannahvieira12</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-01-24 01:22:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>hannahvieira12</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2007739784</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>AGêNCIA EMBRAPA DE INFORMAÇÃO TECNOLÓGICA. (org.). <strong>Características da planta</strong>: ricinus communis. Ricinus communis. Disponível em: https://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/mamona/arvore/CONT000h4rb0y9002wx7ha0awymty4m52beo.html. Acesso em: 15 jan. 2022.&nbsp;</li><li>BIANCHI, Matheus Viezzer et al. Intoxicação espontânea por Ricinus communis em ovinos. <strong>Acta scientiae veterinariae. Porto Alegre, RS. Vol. 46, supl. 1 (2018), Pub. 294, 4 p.</strong>, 2018. (https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/180839)</li><li>DA SILVA FONSECA, Nayanna Brunna; SOTO-BLANCO, Benito. Toxicidade da ricina presente nas sementes de mamona. <strong>Semina: Ciências Agrárias</strong>, v. 35, n. 3, p. 1415-1424, 2014. (chrome-extension://oemmndcbldboiebfnladdacbdfmadadm/https://www.redalyc.org/pdf/4457/445744141050.pdf)</li><li><strong>&nbsp;</strong>IHARA. <strong>MAMONA</strong>. Disponível em: https://ihara.com.br/alvos/mamona/. Acesso em: 15 jan. 2022.&nbsp;</li><li>SOUSA, Natália L. et al. Bio-detoxification of ricin in castor bean (Ricinus communis L.) seeds. <strong>Scientific reports</strong>, v. 7, n. 1, p. 1-9, 2017. (https://www.nature.com/articles/s41598-017-15636-7)</li></ul><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-24 01:23:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo</title>
         <author>damilaamelo</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2007797744</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Uma planta de interesse pecuário, altamente tóxica.&nbsp;</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-24 02:16:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>julianabarros703</author>
         <link>https://padlet.com/julianabarros703/zvc006eaky2gon47/wish/2008481001</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>&nbsp;DAMILA KAREN CARDOSO DE MELO</li><li>&nbsp;ESTHER SILVA QUEIROZ PAIVA</li><li>HANNAH DA SILVA VIEIRA</li><li>JULIANA RAYSSA BARROS FELIX</li><li>NICOLAS MOORE ORTIZ</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-24 10:34:54 UTC</pubDate>
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