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      <title>Nelson Cardoso MOOC PAFC by Nelson Cardoso</title>
      <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g</link>
      <description>DIÁRIO DE APRENDIZAGEM</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-29 16:47:59 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 - Os desafios que se colocam à Educação</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/225919213</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A velocidade estonteante e a cadência imprevisível de transformações sociais, de fenómenos físicas e naturais, assim como do desenfreado desenvolvimento multinível das comunicações globais que têm ocorrido nos últimos anos não encontram par na história recente da humanidade. Em poucos segundos, acontecimentos locais ou nacionais tomam proporções globais vindo elaborar uma “agenda mundial” em que a resolução desses fenómenos e/ou acontecimentos passa pela débil (des)articulação entre as nações baseado, muitas vezes, na celebração de acordos de colaboração/cooperação entre os diferentes países de características, económicas, politicas, religiosas, financeiras, comerciais, sociais, etc.<br><br></div><div>A exigência destes frágeis equilíbrios multiterritoriais promovem a necessidade de preparar cidadãos para agir/intervir ao nível local, nacional, regional ou mundial de uma forma consciente, crítica e criativamente, multiperspetiva, autónoma e em colaboração ou cooperação com o outro, altruísta e solidária.<br><br></div><div>Os governantes olham para o Sistema Educativo como o meio privilegiado para construir um novo cidadão capaz de assumir, enfrentar e controlar as mudanças de um futuro cada vez mais imprevisível. Neste âmbito, o poder para implementar o conhecimento e as capacidades vêm das atitudes e valores que, em combinações complexas, suportam a conceção e desenvolvimento de competências de um aluno com capacidade prática para ser resiliente e agir num mundo volátil, complexo e ambíguo, não isoladamente, mas em conjunto com outros, a pares, em pequenos ou grandes grupos.<br><br></div><div>Desta forma, para além dos conhecimentos, as capacidades sociais e emocionais assumem um papel decisivo na mudança de paradigma no modelo formativo da Escola de um Modelo Industrial para um Modelo Social, de um modelo assente na uniformização e do “mesmo para todos e em simultâneo” para um modelo baseado na diferenciação, na construção do seu próprio conhecimento, na autonomia ou na interdependência dos seus pares.<br><br></div><div>Pede-se, então, aos alunos um assumir de responsabilidades na construção autónoma das suas aprendizagens, no desenvolvimento autónomo dos seus conhecimentos, capacidades e atitudes para a criação e intervenção ao nível do contexto em que estão inseridos, seja na escola, no bairro, na cidade ou país, de acordo com o nível etário do/a aluno/a.<br><br></div><div>O Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória e a Estratégia Nacional para a Educação para a Cidadania são documentos que surgem de uma corrente de ordem Mundial e que procuram orientar/balizar os curricula nacionais e as práticas pedagógicas dos professores em Portugal de acordo com um Modelo Social de Desenvolvimento Educativo, de inspiração humanista.<br><br></div><div>No âmbito da minha prática como docente, a gestão democrática das aprendizagens dos alunos é ponto central da organização, planeamento, implementação, comunicação e avaliação do processo da ação pedagógica docente.<br><br></div><div>Para a sua concretização, procuro criar espaços e momentos específicos, de forma sistemática e devidamente monitorizados, semanalmente, em que a aprendizagem de cada um dos alunos ocupa o papel central da dinâmica da sala de aula. Para a sua concretização, são dinamizadas as seguintes dinâmicas:<br><br></div><div>a) Conselho de Turma diário para planificação, comunicação e avaliação das atividades, onde tomam a decisão semanal do que querem aprender (de acordo com as metas definidas pelo ME) e quando querem aprender;<br><br></div><div>b) Criação do Tempo de Estudo Autónomo (1 hora diária) e a respetiva elaboração, pelos alunos, do Plano Individual de Trabalho em que estes procuram trabalhar as suas dificuldades identificadas pelos próprios com os seus pares ou com o professor, atividades devidamente planeadas no início da semana e avaliadas pelos pares e professor no final desta;<br><br></div><div>c) Construção de Trabalho de Projeto com características de investigação ou de intervenção no meio local, de acordo com os interesses manifestados pelos alunos a pares ou em pequenos grupos, de acordo com as principais fases: Planeamento, execução, comunicação e avaliação;<br><br></div><div>d) Criação de momento de partilha diário com a comunicação de experiências vividas ou construídas na primeira pessoa;<br><br></div><div>e) Regulação de conflitos em Conselho de Turma, dinamizados pelos alunos, como presidente e secretário, em que se procura esclarecer conflitos acontecidos, e registo em ata de compromissos assumidos e decisões tomadas;<br><br></div><div>f) Gestão das tarefas na sala de aula e respetiva avaliação por todos;<br><br></div><div>Desta forma, procura-se incutir a construção autónoma das suas capacidades para criar e intervir na sala de aula, na escola, em casa e, futuramente, na sua cidade ou país.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-30 02:28:59 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3 – O Perfil dos Alunos e a Organização da Escola</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/226376868</link>
         <description><![CDATA[<div>A perspetiva humanista que o Perfil do Aluno veio enquadrar procura colocar a aprendizagem dos alunos como fator principal do desenvolvimento humano, de acordo com um referencial de valores como a liberdade, responsabilidade, integridade, cidadania, participação, excelência, exigência e rigor, curiosidade, reflexão e inovação com o objetivo de formar, acima de tudo, cidadãos livres, responsáveis, capacitados para comunicar, informados, com pensamento crítico e criativo, capazes de resolver problemas, ter relacionamento fácil e construtivo com os outros, com desenvolvimento pessoal, autonomia, bem-estar, saúde, sensibilidade estética e artística, com consciência dos domínio do corpo.<br><br></div><div>Para isto, a Escola necessita de se organizar de forma a garantir de cada aluno atinja o Perfil de Sucesso dentro daquilo que são os seus interesses e expectativas, formando-os para enfrentar os grandes desafios da humanidade. Munida dos Princípios, Valores e Áreas de Competência desenvolver, as diferentes áreas do saber devem permitir a plasticidade e a permeabilidade necessária para que cada uma contribua para a promoção de competências transversais, fornecendo ao aluno, para além de conhecimentos científicos, tecnológicos e domínio da linguagem, a capacidade de comunicar, analisar a informação, de pesquisar, pensar criticamente, com sensibilidade estética e artística, capazes de trabalhar em equipa, comprometidos com o seu bem-estar físico e emocional e com os dos outros.<br><br></div><div>Na prática, as Escolas devem assegurar:<br><br></div><div>a) Um vigorante e amplo programa de formação aos docentes e Encarregados de Educação sobre o documento Perfil do Aluno;<br><br></div><div>b) Criar domínios de convergência curricular entre disciplinas e desenvolvê-los diretamente na turma com a participação dos vários professores<br><br></div><div>c) Implementar a sistemática prática docente de Trabalho de Projeto na sala de aulas, quer de investigação, quer de intervenção sobre o meio local<br><br></div><div>d) Favorecer práticas de trabalho colaborativo entre docentes<br><br></div><div>e) A especialização de cada Escola/Agrupamento de acordo com a sua especificidade inata no domínio científico, tecnológico, cultural, desportivo, social, literário, artístico, etc.<br><br></div><div>f) Permitir Percursos Educativos a cada aluno, permitindo a escolha efetiva de dadas áreas curriculares, de trabalho, de estudo ou de investigação, de acordo com os interesses de cada aluno, acompanhado por “tutores” (professores), condicionados a abrir também as suas áreas de interesse e experimentado outras completamente fora do que já experimentara antes<br><br></div><div>g) Criação de ateliês para o desenvolvimento de Filosofia; de Artes Criativas e Performativas; de Bem-Estar Físico e Emocional; de Construção de Inventos; Práticas Laboratoriais de Química, Física, Matemática, Português; de Literatura, …<br><br></div><div>h) Possibilidade de criação de fóruns livres, espontâneos e informais para discussão de temáticas escolhidas pelos alunos<br><br>i) Envolver os alunos em práticas de planificação e avaliação<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-30 23:41:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/231150235</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-13 17:04:26 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.6 - Submissão e revisão por pares: Construção de um Mapa de Ideias.</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/231325791</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>MAPA DE IDEIAS</strong><br><strong>Do Perfil do Aluno à Sala de Aula | Das conceções às propostas de operacionalização.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-13 23:08:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2 - Tricider: Relevância da aprendizagem significativa</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/233555651</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 23:44:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2 - Tricider: Relevância da aprendizagem significativa</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/233558033</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 23:58:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/233562532</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome </strong>| ProjetArtes<br><br></div><div><strong>Áreas disciplinares envolvidas</strong> | Expressão Fisico-Motora; Expressões Artísticas, Português, Matemática e Estudo do Meio<br><br></div><div><strong>Ano de escolaridade</strong> | 1.º ano<br><br></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina</strong> | Promover aprendizagens significativas nos alunos a partir de experiências/contextos artísticos e culturais apelando à criatividade e sentido estético<br><br></div><div><strong>Principais estratégias para a sua implementação</strong> | Partir da análise de reflexão de obras artísticas das diferentes áreas e passar para a sua construção por parte dos alunos para que, a partir dessa construção possa ser desenvolvido conceitos das outras áreas disciplinares <br><br></div><div><strong>Critérios de avaliação</strong> | Atitude perante a construção da obra, desempenho nas disciplinas de português, matemática e estudo do meio.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-21 00:29:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.3 - Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/238378059</link>
         <description><![CDATA[<div>No âmbito da prática docente, a gestão democrática das aprendizagens dos alunos é ponto central da organização, planeamento, implementação, comunicação e avaliação do processo da ação pedagógica docente.<br><br></div><div>Para a sua concretização, procuro criar momentos específicos, de forma sistemática e devidamente monitorizados, semanalmente, em que a aprendizagem de cada um dos alunos ocupa o papel central da dinâmica da sala de aula. Na operacionalização da Diferenciação Pedagógica em contexto de sala de aula, passo à descrição da dinâmica Tempo de Estudo Autónomo:<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>DESCRIÇÃO DA PRÁTICA<br><br></div><div>O Trabalho de Estudo Autónomo na sala de aula é realizado uma vez por dia, ao longo de uma hora, de forma a que os alunos, individualmente ou em pares, treinem capacidades e competências curriculares orientados por exercícios propostos em ficheiros; possam estudar, com recurso a textos informativos ou a manuais, as matérias nucleares dos programas e exercitar-se na produção ou revisão de textos escritos; proceder a leituras à sua escolha ou quaisquer outras atividades de consolidação ou de desenvolvimento das aprendizagens, procedam a revisão de textos. Este trabalho é guiado/orientado pelo Plano Individual de Trabalho elaborado no início da semana no Conselho de Turma das segundas-feiras que serve, durante a execução das atividades planeadas como instrumento de monitorização das aprendizagens realizadas pelo aluno de forma individual, com os pares ou com o professor. Ao longo do tempo de estudo autónomo, o professor apoia, sistematicamente, por rotação e através da contratualização no início da semana registada na folha do plano individual de trabalho, os alunos que revelaram dificuldades para avançar em determinadas áreas de aprendizagem.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>REFLEXÃO SOBRE A EFICÁCIA DA PRÁTICA&nbsp;<br><br></div><div>Para que os alunos desenvolvam, de uma forma adequada, o Tempo de Estudo Autónomo é fundamental a planificação, monitorização e avaliação das atividades realizadas e aprendizagens conseguidas. O meio de pilotagem e de registo de planeamento individual que se cruza com os registos coletivos é o Plano Individual de Trabalho. Instrumento de monitorização individual, constitui-se como o roteiro semanal do percurso de cada aluno no desenvolvimento do currículo. Está organizado de acordo com três áreas diferentes: a área de estudo autónomo; a área de trabalho de projetos e respetivas comunicações; a área de marcação de trabalho com o professor ou dos colegas, e registo de auto-avaliação. Permite tornar visível o trabalho de estudo e de treino de competências que cada aluno se propõe realizar e o registo de outros trabalhos e responsabilidades de manutenção e organização do trabalho da turma assumidas pelo aluno. Torna, assim, possível a avaliação formativa, em cooperação, que se desenvolve ao longo de todo o processo educativo, como mobilizadora das aprendizagens e do desenvolvimento intelectual e sócio afetivo dos alunos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>POSSIBILIDADES DE MELHORIA<br><br></div><div>Quanto à possibilidade de melhoria desta prática, penso que se enquadra, perfeitamente, no rompimento das regras da gramática escolar tradicionais, organização do currículo de acordo com as necessidades e interesses de cada aluno, criando um verdadeiro Domínio de Autonomia Curricular (DAC) e traduzindo em mudanças claras nos modos de fazer aprender. Traduz-se numa objetiva alteração de dinâmica do trabalho docente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-05 22:07:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.4 -  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/238399919</link>
         <description><![CDATA[<div>Após o visionamento do vídeo e pesquisa de informação sobre o Modelo Pedagógico em prática no Institut Les Vinyes, consideramos que este se baseia na seguinte estrutura de planeamento estratégico:<br><br></div><div><strong>I. PERMISSAS<br></strong>1. O foco é o aluno</div><div>2. A aprendizagem tem um caráter social</div><div>3. As emoções são essenciais para a aprendizagem</div><div>4. A aprendizagem é personalizada</div><div>5. A aprendizagem é inclusiva</div><div>6. A avaliação está ao serviço da aprendizagem</div><div>7. Os conhecimentos são significativos e globais</div><div>8. A organização está ao serviço da aprendizagem</div><div>9. Liderança partilhada e inovação educativa</div><div>10. Participação ativa da comunidade</div><div><br></div><div><strong>II. Eixos metodológicos (Pré e Ensino Básico):<br></strong>a) Globalização</div><div>b) Motivação</div><div>c) Aprendizagens significativas</div><div>d) Transversalidade</div><div>e) Respeito pela diversidade</div><div>f) Pró Atividade</div><div>g) Socialização</div><div>h) Criatividade</div><div>i) Lúdico</div><div><br></div><div><strong>III. Operacionalização em sala de aula:<br>1- Desenvolvimento de capacidades e trabalho por competência</strong></div><div><strong>2- Aprendizagem cooperativa entre pares<br>3- Aprendizagem baseados em projetos</strong></div><div>5 eixos de trabalho</div><div>i) Projetos de sala</div><div>ii) Ambiente de aprendizagem</div><div>iii) Oficinas de trabalho</div><div>iv) Desafios</div><div>v) Espaços de apoio ao currículo</div><div><br></div><div><strong>4- Critérios que orientam a aprendizagem personalizada<br>- </strong>Ao nível dos conteúdos</div><div>- Ao nível do processo de aprendizagem</div><div>- Ao nível das forma de avaliar</div><div><br></div><div><strong>5- Acompanhamento tutorial<br><br>6- Trabalho de articulação entre alunos de graus de ensino diferentes</strong></div><div>&nbsp;</div><div><strong>IV. Eixo estratégicos<br></strong>1. Processo de gestão, melhoria e inovação</div><div>2. Participação ativa da comunidade educativa</div><div>3. Desenvolvimento profissional docente</div><div>&nbsp;</div><div><strong>V. Critérios de organização e gestão<br></strong>1. Uniformização da gestão dos diferentes graus de ensino&nbsp;</div><div>2. Liderança partilhada</div><div>3. Equipas de docentes</div><div>4. Transparências da comunicação interna e externa</div><div><br></div><div><strong>VI. Monitorização e avaliação&nbsp;<br></strong>1. Indicadores de acompanhamento e de evolução</div><div><br></div><div>O modelo pedagógico apresentado parece, assim, ser uma possível hipótese de organização escolar, gestão do currículo e de processos de avaliação perfeitamente compatível com o preconizado pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, com particular incidência, para a percentagem de tempo da carga horária semanal referida no diagrama e que pode ser flexibilizada permitindo:<br><br></div><div>1. O desenvolvimento dos princípios e das regras orientadores da conceção, operacionalização e avaliação do currículo dos ensinos básico e secundário<br>2. A busca pelas aprendizagens relevantes e significativas para todos e para cada um dos alunos</div><div>3. O garante das melhores aprendizagens a todos e o respeito pela autonomia das instituições e dos seus profissionais</div><div>4. A priorização na apropriação de um currículo adaptado à realidade de cada Agrupamento, assumindo a diversidade de cada escola encontrar as opções que melhor se adequem aos desafios do seu projeto educativo</div><div>5. A centralidade das escolas, professores e alunos na gestão contextualizada, flexível, participada e autónoma do currículo</div><div>6. A intencionalidade e ação educativa conducente ao desenvolvimento das áreas definidas no Perfil do Aluno no Final da Escolaridade Obrigatória</div><div>7. O garante que o sucesso de cada aluno se traduz em aprendizagens efetivas e significativas, com conhecimentos consolidados</div><div>8. O contributo para uma cidadania de sucesso no contexto dos desafios colocados pela sociedade de hoje</div><div>9. A implicação na mudança da gramática escolar tradicional</div><div>10. A adoção de novas práticas pedagógicas capazes de integrar o desenvolvimento de conhecimentos, a resolução de problemas, o domínio diferentes linguagens científicas e técnicas, a cooperação, a autonomia, o desenvolvimento da sensibilidade estética e artística e cuido do seu bem-estar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-05 23:55:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.6 2.ª revisão por pares: Planificação de um DAC</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/238961520</link>
         <description><![CDATA[<div>Projeto | Queremos uma passadeira (à frente da escola)!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-07 01:13:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/243020889</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.º</strong> Relacionando as citações dos autores com critérios de avaliação para a disciplina de Português (7.º ano) apresentados, percebe-se que Neves e Ferreira (2015) procuram transmitir a ideia de que a definição dos critérios de avaliação na grande maioria das escolas apresenta-se subvertida, misturando desempenho dos alunos perante um dado instrumentos/tarefa e o aprendido pelo aluno em função das Aprendizagens Essenciais. Ao invés, os Critérios de Avaliação para a disciplina de Português apresentados como exemplo procuram criar um referencial comum, colocando o foco no comparativo do nível de aprendizagens efetuadas por cada aluno e recolhidas pelos mais diversos instrumentos de avaliação em função de um referencial que são as Aprendizagens Essenciais para a disciplina de Português do 7.º ano. Percebe-se, por isso, em que ponto está cada um dos alunos, nos vários domínios da disciplina, o que já foi conseguido e o que falta fazer.&nbsp;<br><br></div><div><strong>2.º</strong> Para a falta de uma verdadeira reflexão sobre o que se efetivamente se está a avaliar muito têm contribuído, no nosso ponto de vista, vários fatores:</div><div>- As muitas tarefas “administrativas” colocadas desviam os docentes de uma postura reflexiva para uma mecanicidade de processos e de produtos acabados e imutados;</div><div>- Processos organizacionais deficientes/insuficientes que permitam fazer entender/priorizar o essencial do assessório;</div><div>- Incapacidade da massa crítica de cada escola promova mudanças na área da avaliação, área esta de maior complexidade na escola;</div><div>- Demasiada pressão da comunidade escolar em procurar tornar claro e de objetivar a medição em torno de resultados quantificáveis e comparáveis;</div><div>- A avaliação externa, mais propriamente, os resultados quantitativos dos exames nacionais refletirem-se numa ordenação nacional quantificável de resultados de acesso a cursos no ensino superior;</div><div>- Sociedade ainda muito centrada na “cultura da nota”, na comparação com os outros, no produto final, e menos “preocupada” com o que se aprendeu, o que falta aprender e como vamos aprender, i.e., no processo.<br><br></div><div><strong>3.º</strong> Sem uma cabal, diretiva e cirúrgica intervenção formativa junto de todos os docentes de cada uma das escolas, a alteração de conceções, práticas, modelos ou instrumentos de avaliação nunca se irá concretizar na realidade, perpetuando-se modelos e práticas erráticas de e sobre avaliação baseadas em conceções inconscientes dos principais técnicos, os docentes.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-16 23:02:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>nelsocardoso</author>
         <link>https://padlet.com/nelsocardoso/zv9omd4e633g/wish/243025814</link>
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         <pubDate>2018-03-17 00:35:21 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>nelsocardoso</author>
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         <pubDate>2018-03-19 00:37:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.3 – Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola</title>
         <author>nelsocardoso</author>
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         <pubDate>2018-03-19 23:32:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 – Planificação de uma atividade em Cidadania e Desenvolvimento</title>
         <author>nelsocardoso</author>
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         <pubDate>2018-04-03 01:49:16 UTC</pubDate>
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