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      <title>Corporificando pensamentos, materializando a existência. by </title>
      <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b</link>
      <description>Textos que produzem leituras, leituras convertidas em conversa. Conversa fiada, conversa que sai da mesa de bar e para em mesas redondas. Postagens semanais que tensionam as barreiras entre o real e o virtual, o acadêmico e o existencial.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-18 01:02:43 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de Gentileza </title>
         <author>allanisliberatto</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3188377239</link>
         <description><![CDATA[<p>Tipos de Gentileza é um filme dirigido pelo cineasta Yorgos Lanthimos que apresenta três história distintas. As histórias retratadas permeiam a esquisitice humana e o desejo de controle/descontrole sendo posto em xeque.</p><p>Na primeira história temos o personagem Andrew (Jesse Plemons) tendo sua vida controlada por Raymond (Willem Dafoe), esse controle vai desde estabelecer a hora que o personagem acorda, o que toma de café da manhã, o tipo ideal de peso até se pode ter filhos ou não. </p><p>Em uma sequência de acontecimentos absurdos vividos pelo personagem sendo ditados por Raymond, Andrew aceita de bom grado e entrega todo o controle de sua vida, resultando na falta dessa entrega de controle, da não decisão, ao tentar experimentar sua “liberdade”.</p><p>Na segunda história temos um policial, Robert, que tem a esposa, Liz, desaparecida. Em dado momento, Liz retorna para casa e ele não acredita que essa seja realmente quem diz ser, mas, na verdade, uma impostora. Para comprovar sua ideia, Robert se recusa a comer e faz pedidos culinários a dita esposa, pedindo que a mesma se mutile para alimentá-lo, essa o faz de bom grado se pondo a total disposição do marido.</p><p>Por fim, temos a história de Emily que abandona sua vida normal no subúrbio, marido e filha, em prol de algo maior. Uma fé em alguém com poderes de ressurreição intitulado salvador de uma seita na qual a mesma se envolve. </p><p>Mais uma vez temos uma largada de controle e submissão nas mãos de outrem, afim de encontrar esse salvador e da purificação de corpos. Todas as atitudes são necessárias e praticáveis em nome de sua fé.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-26 10:48:03 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário Professoras em Devir</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3188435502</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário Professoras em devir, feito pelo grupo CUNADI do Programa de Pós-graduação em Educação da UERJ - ProPed/UERJ, me foi passado em uma matéria EAD, tanto o documentário quanto a disciplina fizeram reverberar novos saberes e entendimentos cotidianamente. Percebi, a princípio, apenas o processo de experiência estética em torno do magistério. Profissão essa que carrega um estereótipo ou uma norma de como ser e habitar no mundo estéticamente. O mundo de quem vê apenas com os olhos deixa de ser estético e se torna apenas superficial.</p><p>Ao longo do tempo, pensei a experiência estética do cinema induzida por outra disciplina. Durante todo o nosso processo de formação, nos nutrimos de referências pelas quais queremos ser inspirados. A partir de nossas afetações com vídeos, séries, animes, filmes e músicas, nos aproximamos de pessoas, encontramos estilos e descobrimos um pouco mais do mundo. Nós queremos ver/ouvir o que nos gera identificação ou o total oposto. Imagine crescer e não se enxergar em nenhuma princesa, nunca enxergar o seu romance representado, sua família e afins. As referências pop que habitam nosso imaginário se comunicam com o que acreditamos, com o que temos prazer em ver. Nós nos reiventamos percebendo semelhanças, assim como quando vemos uma imagem e códigos desconhecidos (e isso também serve para nossas referências docentes).</p><p>Assistindo algo desconhecido de nossa realidade nós recalculamos a rota, somos afetados pelo que não temos familiaridade e processamos as informações de diferentes maneiras. Começamos a questionar nossos modos de vida, projeções de si e nossa trajetória de formação. Somos incompletos e estamos constantemente (re)descobrindo o que temos de sobra e o que há falta. </p><p>A experiência estética pode estar relacionada a nossa identificação do imagético, a estética que nos representa -que nos revela a nós mesmos- e a que não temos familiaridade -ou que ainda não descobrimos em nós-. Os filmes servem não somente para passar uma mensagem, isso geralmente é uma consequência. A experiência do cinema é a produção, os detalhes, as mensagens conceituais que objetos em cena, textos e gestos produzem, somados ao enredo (cativante ou não) que mixam estímulos sensoriais. Ver um zoom dolly/efeito vertigo (diminuindo o zoom e aproximando a câmera) em alguém com uma expressão tensa, acompanhado de uma trilha sonora angustiante é uma mistura de estímulos que só o cinema pôde proporcionar, além da produção das técnicas citadas projetadas para causar afetações. A experiência com o cinema é assim, se deixar ser afetada pelas experiências bem ou mal executadas de se projetar um mundo na tela. No caso do documentário, muito bem executada. Me questionei e refutei saberes reinterpretando minhas vivências, me realocando no mundo, na profissão e nas relações interpessoais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-26 12:58:04 UTC</pubDate>
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         <title>Ódio. Destrutivo ou produtivo?</title>
         <author>elocidando</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3198527473</link>
         <description><![CDATA[<p>De uns tempos pra cá tenho refletido acerca da potência do ódio. Notei que o ódio nem sempre é um sentimento ruim, acredito que ele seja uma força que nos instiga a mudar. Dependendo do que queremos mudar, o ódio pode adotar um carácter mais potencializador ou aniliquilador, tudo depende do que sinto e a forma que esse sentimento tomará. </p><p>O ódio sentido por Hitler foi capaz de matar inúmeras pessoas, destruir incontáveis famílias e culturas diferentes daquela que ele considerava a maior e melhor cultura. O ódio que sinto sempre ao pensar nas opressões diárias vividas pela população brasileira é uma parcela do que sou, não posso negar que sinto ódio com uma certa frequência.</p><p>Na minha produção acadêmica, penso e escrevo com ódio, com o peito fervendo de uma revolta tamanha que transborda para a ponta dos dedos e vira discurso robusto. Penso também que o ódio tende a andar lado-a-lado com o amor. É por amar aqueles ao meu redor que não posso deixar de sentir ódio de um sistema que diariamente os oprime, violenta, silencia e, por fim, mata. </p><p>Há um paralelo interessante entre as sensações e os sentimentos, o amor e o ódio são como fogo ardente, de um vermelho intenso,  chamas que encenam uma dança prestes a incendiar tudo e mostrar todo o seu potencial. Fico com ódio, quente de raiva e com o sangue fervendo. É realmente muito engraçado perceber que quase sempre associamos os mesmos elementos ao amor e ao ódio, ambos são vermelhos e estão ligados ao calor, seja aquele que queima ou aquele que aquece.</p><p>O ódio, assim com o amor, nutre e é nutrido. Então, o que tem nutrido o seu ódio? O que tem pertubado os seus pensamentos, tirado o seu sono, ou pelo menos arrancado-lhe um bocado de suspiros e franzidos na testa? <strong>Ódio. Destrutivo ou produtivo?</strong> Eu acredito que os dois. Acho que agora entendo o que o Itachi quis dizer ao Sasuke quando o enfrentou. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-02 14:46:00 UTC</pubDate>
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         <title>Pokémon Heartgold e Soulsilver</title>
         <author>Pomegranate15</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3198538724</link>
         <description><![CDATA[<p>Pokémon Heartgold e Pokémon Soulsilver são jogos de RPG japoneses, desenvolvidos para o console portátil Nintendo DS. Foram lançados em setembro de 2009 no Japão e, posteriormente, em abril de 2010, no Brasil.</p><p>O objetivo do jogo é se tornar um mestre Pokémon. Para isso, você deve realizar uma jornada no continente de Johto, onde é necessário derrotar os líderes de 8 ginásios e, em seguida, a Elite 4 (alguns dos treinadores mais fortes), e, por último, o campeão da liga Pokémon.</p><p>Em suas batalhas, você irá encontrar diversos Pokémons selvagens, podendo capturá-los (com a ajuda de Pokébolas) ou derrotá-los para adquirir mais experiência para seus Pokémons.</p><p>Para dificultar as coisas, contamos com a organização criminosa “Equipe Rocket” e um rival insuportável, que está sempre um passo à frente.</p><p>Após derrotar a liga de Johto, o personagem principal viaja à região de Kanto (lar do famoso Pikachu), onde a missão de derrotar ginásios e ligas se repete. A missão final é capturar um de cada Pokémon existente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-02 15:03:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pobres Criaturas</title>
         <author>rinnepic</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3209438699</link>
         <description><![CDATA[<p>Pobres Criaturas é um filme que gera muitos dilemas. A subversão de muitas formas organizacionais da nossa vida comum, nossa vida vivida em detrimento do próprio viver, culminaram em opiniões divididas sobre o longa. Ame-o ou não o assista mais.</p><p>Em duas horas de filme são comunicados os amores obsessivos, as obsessões, os amores, a falta de empatia, mil e um tabus, a empatia exacerbada, um imaginário adultocêntrico hiper sexualizado, a fuga de si e do nosso mundo, a ausência, a catarse. </p><p>As constantes comparações com Frankenstein se mostram pertinentes só no que diz respeito a ter sido escrito por uma mulher, e "Pobrezinhas", por um homem. Frankenstein nunca sonharia em descobrir como fazer dinheiro com o próprio corpo, mas talvez Mary Shelley conseguisse enxergar a problemática da temática da prostituição. Ou talvez não, dado o contexto, mas com certeza ela teria mais chances de entender o falocentrismo representado na obra e a falsa construção de um suposto feminismo, onde sua máxima se encontra no prazer sexual, do que o homem que escreveu o novo filme.</p><p>Cada cena te cobra uma leveza no olhar diante de muitos estranhamentos e que é facilmente pago graças a irresponsabilidade, impulsividade e um toque de ingenuidade disfarçada de autoconhecimento. Afinal, é assim que a vida realmente é. O brincar de Deus feito por -que surpresa- um homem cientista, equivalente a princesa Jujuba de Hora de Aventura, nos coloca no lugar de quem corrobora com coisas que beiram o grotesco, ao mesmo tempo que beiram o alívio de ver o que foi proposto sendo executado corretamente. Ou pelo menos de uma maneira que deu certo. O jogo da vida, dar vida, tirar uma, trocar vidas, controlar vidas, mudar a vida, ter uma vida de verdade. </p><p>A verdade é algo buscado desde tempos de uma Grécia clássica e aqui não é diferente. Depois de vagar por uma parte do mundo, por corações, colchões e realidades -como se não fossem verdades suficientes-, ao descobrir o passado de seu corpo, -seu casulo, seu envólucro- a personagem apenas consegue sentir. A verdade de nós mesmas só é sentida. Se ela tentasse explicar sua verdade aos seus quase iguais não seria a mesma do cientista, do curioso obcecado, do rancoroso sexualmente amargurado e nem a da misoginia vigente em nosso mundo.</p><p>Na vida, sempre seremos pobres criaturas, mas eu prefiro viver uma jornada sorridente e sofrida a ser um obcecado gritando para a janela de um cabaré.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-09 22:58:57 UTC</pubDate>
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         <title>A Hora da Estrela</title>
         <author>allanisliberatto</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3210206838</link>
         <description><![CDATA[<p>Em “A hora da estrela” acompanhamos Macabéa uma nordestina que sai de seu estado após a morte da tia (única parente viva) para o Rio de Janeiro trabalhar como datilógrafa.</p><p>Maca, como é chamada por poucos já que não possui amigos ou rede familiar, é uma moça simples, alheia às pessoas e coisas que acontecem ao seu redor. Acompanhamos a mesma no trabalho onde é chamada atenção a todo momento seja pelo chefe ou por sua colega de trabalho Glória, pela forma como se veste, como come.</p><p>Em seu dormitório com as moças que divide o quarto, sempre muito retraída e pudica ao se trocar na frente das demais. A personagem não diz, mas observamos que gosta de ouvir música e pinta as unhas de vermelho.  </p><p>Seria uma inocência ou falta de perspectiva? Alguém que enxerga os prazeres nas pequenas coisas ou uma certa alienação e negligência consigo mesmo?</p><p>Macabéa se descreve da seguinte forma: “Tenho 19 anos, gosto de coca-cola e sou virgem”.</p><p>Em dado momento a jovem se relaciona com Olímpio, um mentiroso que pouco sabemos sobre e quiçá se há um interesse real em Macabéa, já que depois a troca por Glória. Tampouco sabemos de há um interesse da própria Macabéa, ela se envolve por amor ou porque Olímpio foi o único que se aproximou dela?</p><p>Também toma muitas aspirinas ao longo do dia por alegar dores, dores estas que não sabe da onde vem ou para onde vão, assim como a si mesma. </p><p>Não há bem uma resposta para as motivações ou desejos de Macabéa, não sei se a própria saberia dizer se há.</p><p>E nós, sabemos?</p><p>Sabemos o que nos alegra, o que nos comove e o que não comove. Nos alienamos em nossas bolhas para não sofrer, porque o mundo é feio, cruel.</p><p>Passamos horas assistindo vídeos fofos e engraçados para não encarar a dura realidade das guerras, da fome.</p><p>Não temos todos nós um pouco de Macabéa, afinal?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 01:09:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A morte simbólica e o luto em vida</title>
         <author>elocidando</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3211692857</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos aspectos que perpassa a minha existência e molda as minhas percepções de mundo de certa maneira é o fato de viver e ter crescido com ausência de um pai. Sou <strong>filha única de uma mãe solo e uma entre tantos órfãs de pai presente</strong>. Um pai que sabe quem sou, conhece meu rosto, já sentiu o calor do meu abraço e afagou os cachos daquela pequena pirralha sapeca que ansiava por um contato, mínimo que seja, com ele. Infelizmente, não era esse tipo de contato que ele queria e eu, criança ingênua e esperançosa, pensei que um presente com uma cartinha singela, recheada de palavras e expectativas, pudesse mudar o destino de nossa relação, fadada ao fracasso. Desde o dia que tive a certeza de sua recusa, entendi que o único contato possível seria por via judicial e nada mais. Ele se tornou apenas mais um nome nos meus registros e um contato oco e sem vida que está salvo no meu celular, o que aconteceu recentemente. </p><p><br/></p><p>Hoje, com mais vivência e maturidade, prefiro interpretar sua ausência como uma morte simbólica e  diariamente vivo enlutada por uma morte sentida e não matada. Devo fazer isso, certo? Assim, ele não hesitou em declarar o fim de nossa relação e matar a esperança que existia dentro daquela criança que herdará o seu DNA, ou seja, traços que até hoje são reconhecidos por quem teve o privilégio de conseguir o que falhei miseravelmente tentando, conhecê-lo. Incontáveis foram as vezes que chorei ao pensar na possibilidade dele me reconhecer como seu fruto. Nesse caso, subverteu-se o ditado popular sobre o fruto nunca cair longe do pé porque nitidamente o fruto foi arremessado para longe do pé - e mesmo assim criou raízes. Na escola, o dia dos pais se tornou uma celebração maldita e que até hoje evito ter muito contato - lê-se não entrar em nenhuma rede social para evitar reviver aquele que precisa permanecer morto, meu pai, ou melhor, meu algoz. </p><p><br/></p><p>A motivação desse texto surgiu recentemente ao me deparar com a música "Like Him" do álbum Chromakopia de Tyler The Creator, um dos meus artistas favoritos. A princípio, havia interpretado a música por uma perspectiva romântica, achava que se tratava de algo relacionado a relações românticas passadas. Porém, após analisar minuciosamente a letra pude constatar que o sentimento de Tyler se aproximava um pouco do que sinto e penso em relação ao meu progenitor. Em <strong>"Like Him"</strong>, acompanhamos a angústia e confusão do cantor ao descobrir que seu pai não o abandonou, como havia acreditado por tanto tempo, pelo contrário, ele queria estar presente na sua vida e ser seu pai. Porém, esse contato não se concretizou pela insegurança de sua mãe que engravidou muito jovem e não soube administrar os seus sentimentos ao descobrir a gestação, e dessa maneira acabou afastando o pai de ter conhecimento da existência de seu filho. Na música, Tyler diz estar perseguindo o fantasma de seu pai por não saber exatamente quem ele é, mas mesmo assim ter seu jeito e características físicas atribuídas à ele. Outra música que também se relaciona com o meu texto é a faixa entitulada <strong>"Ghost" </strong>do álbum Sour &amp; Sweet do artista tailandês BamBam. Essa música é como uma carta aberta ao seu pai que faleceu quando ele ainda era muito novo, ao ponto de não se recordar do rosto de seu próprio pai e apenas guardar na memória características como a sua altura e o uso de óculos. Na letra, o artista retrata uma angústia e até mesmo frustração em não ter conhecido o seu pai em vida e de nutrir uma esperança, enquanto ainda era criança, de que ele voltaria algum dia. </p><p><br/></p><p>Decidi trazer um breve contexto dessas músicas para provar um único ponto: a engraçada coincidência e tendência de pessoas que nasceram e/ou cresceram com a ausência paterna de abordar esse assunto relacionando-o com algo que remeta a morte ou ausência de vida, presença corporificada em matéria de fato. No caso do Tyler, uma ausência causada propositalmente e inconsequentemente por sua mãe. No caso de BamBam, uma ausência inevitável e irremediável que o tempo fez questão de executar. No meu caso, uma ausência declarada e registrada em cartório. Um fantasma que simboliza um nome estampado ao lado do meu e alguns míseros dígitos numa conta bancária. É engraçado receber valores de alguém que sequer conseguiu reconhecer o valor de uma outra vida que colocou no mundo. <strong>Enquanto ele for meu algoz</strong>, aquele que executou minha existência de sua vida, <strong>me recordarei todos os dias de matá-lo simbolicamente e</strong>, com a ajuda da minha mãe, <strong>enterrá-lo a mil palmos abaixo do chão </strong>para que seu corpo em putrefação sirva de nutriente para nossas raízes ficarem cada vez mais forte e fixas. Pensei em ler Carta ao Pai do Franz Kakfa para agregar mais no texto, mas decidi de última hora adiar essa leitura por causa das demandas acadêmicas diversas. Espero que esse texto possa cativar o público que lê a pelo menos escutar as músicas que citei nesse breve nem tão breve texto ou desabafo, como quiserem intitular. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 18:53:12 UTC</pubDate>
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         <title>𝐎𝐜𝐞𝐚𝐧𝐨</title>
         <author>Pomegranate15</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3220090304</link>
         <description><![CDATA[<p>Oceano</p><p><br></p><p>Tardes ensolaradas,</p><p>Cigarras a cantar.</p><p>Tempos simples,</p><p>Que não vão voltar.</p><p><br></p><p>Brisa do oceano,</p><p>Leve-me a flutuar.</p><p>Milhares de estrelas,</p><p>Em um céu arcano,</p><p>Se entrelaçam,</p><p>Ao brilho do mar.</p><p><br></p><p>Paraíso perdido,</p><p>Refugio para sonhar.</p><p>Doce abrigo,</p><p>Para quem procura um lar.</p><p><br></p><p>Minha proposta com esse poema foi evocar sentimentos de nostalgia em quem lê.</p><p>A inspiração foram férias de um verão distante, e aquela sensação de parar no tempo, sentir a energia da natureza e esquecer de todos nossos problemas do dia a dia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 18:08:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Beleza </title>
         <author>allanisliberatto</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3231023403</link>
         <description><![CDATA[<p>Deparei-me recentemente com o quadro “The Ugly Duchess” (a duquesa feia), feita em 1513, e outros títulos alternativos que podem ser vistos na wikipédia, “Portrait of an Old Woman” e “A Grotesque old woman.”  Em uma época de “Monalisas” e Vênus se deparar com uma mulher velha sem amenização dos traços comuns à idade, com um decote generoso é no mínimo inusitado. </p><p>Em notícias há a pergunta se Matsys (pintor) a criou propositalmente como uma sátira ou apenas pitou a modelo em questão, mas eu me pergunto o por quê, me questiono o sentido de grotesco na velhice feminina.</p><p>Me pego pesando nas linhas de sua testa, as rugas nos olhos, marcas de expressão, marcas  essas de uma vivência, histórias que foram vividas, contadas e recontadas.</p><p>Como é doloroso pensar no tempo nesse sentido, como é injusto pensar no tempo como inimigo, como inatural, um ser odioso que me faz cair.</p><p>Toma minha beleza me faz repugnante, rouba minhas oportunidades e razão de existência.</p><p>Assim como a “old woman” serei destemida e não me importarei com tais restrições ligadas a minha aparência? </p><p> Então devo sofrer agora ou aproveita minha juventude? Sofro quando exatamente, quando as primeiras rugas aparecerem, quando meus seios caírem, quando não puder mais engravidar? </p><p>Quando exatamente devo sofrer pela perda da beleza (perda do meu valor)?</p><p>Temos um prazo de validade?</p><p>Árvore seca, útero inóspito </p><p>Seios caídos </p><p>Envelhecer é natural, é normal, mas não para nós. Nós não temos esse direito!</p><p>Tempo de casar </p><p>Tempo de procriar </p><p>Tempo de cuidar </p><p>Tempo tempo</p><p>Quando choro as lágrimas caem entre os sulcos e vincos de minha face misturadas ao pó de arroz e a máscara preta que embolota nos meus cílios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-23 15:43:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rinnepic</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3231045622</link>
         <description><![CDATA[<p>Em um mundo marcado pelas profundas desigualdades sociais, duas sociedades prevalecem. Uma - no alto -, rica em recursos, tecnologia e informação. A outra - no baixo -, marginalizada, baseada em sacrifícios pessoais para obter recursos e migalhas. <br>A revolta de baixo que não comunica entre seus próprios integrantes, a ganância de cima em detrimento de todos os outros. Os interesses hierarquizados que não contemplam um bem maior, sempre precisam de um bode expiatório em prol de um suposto bem. A injustiça se torna obrigatória para o curso normal da vida.<br>Nem a ciência - um dia considerada como um meio de manter a vida sadia e aprimorada - consegue conter a mente humana de multiplicar o sofrimento. A tecnologia e a ciência, deturpadas em uníssono, culminam num sofrimento enfrentado por todas as classes. A sobreposição dos diferentes poderes e recursos, sem uma união entre eles e entre seus respectivos usuários e criadores, revela a verdadeira ganância do ser humano: dominar. <br>A união se torna uma utopia, nenhum coletivo consegue se eximir da vontade de ascender em detrimento de algo. Enquanto os artefatos sociais e a ciência se unem para apodrecer nossas células sociais e o coração das revoluções. Em algum momento, fica evidente que o certo e o errado, o ético e o antiético, o bem o mal, são complementos um do outro. Precisa-se do mal para o bem vingar. As deturpações do mundo se tornam tão profundas e iminentes que não é mais simples definir um sujeito como bom ou não. Como já alertava Sócrates em Fédon, nossos olhos e ouvidos não são mais estímulos completamente confiáveis. Não somos capazes de julgar um ser por inteiro, visto que suas atitudes nem sempre revelarão suas intenções. Visto que, a partir de uma metade, não há o suficiente para medir o todo.<br>Nenhuma magia é capaz de corrigir os erros que a humanidade se permitiu construir e corromper.<br>Isso tudo te lembra alguma coisa? A vida imita a arte. Essa é a história de Arcane, uma série Netflix baseada na lore do jogo League of Legends. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-23 16:19:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quem é vivo, sempre aparece</title>
         <author>Pomegranate15</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3250265451</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais um dia neste quarto, apesar dos compromissos, nada me motiva a tomar iniciativa.</p><p>Cigarros, café e um ventilador poeirento são minhas companhias. Essa inércia que me mantém na cama é o motivo de meu afastamento (não que justifique irresponsabilidades de minha parte.)</p><p>Apesar dos contratempos de semana retrasada, manifesto através desta nota, esclarecimentos e peço perdão pela incompetência.</p><p>Deixo essa música, pois tenho ouvido bastante recentemente, espero que gostem ⬆️⬆️⬆️</p><p><em>Alone in a room - Asking Alexandria</em></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 22:50:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Eu e o Outro: o conflito intrínseco das relações.</title>
         <author>elocidando</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3250283553</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A condição humana é inerente ao conflito. </strong>Negamos o caos ao mesmo tempo que vivenciamos ele constantemente em nossas vidas. Para mim, esse caos se constitui na relação com o outro, aquele diferente de mim. As relações, sejam elas quais forem, são sempre caóticas porque estamos em contato com um outro, diferente de mim, que pode moldar meu pensamento e humor. Só posso me sentir triste ao ser rejeitado ou feliz ao ser incluído na medida em que estabeleço uma relação de reciprocidade com o outro, que gera um conflito, ora interno ora externo ou os dois ao mesmo tempo. Estar em conflito é inevitável uma vez que se está vivo, não posso negar o outro porque estaria negando a mim mesmo. Pode o conflito ser produtivo e constitutivo? Não sei, mas vivendo esse conflito buscarei saber. </p><p><br></p><p>Um ótimo demonstrativo do que tentei expressar em meu texto é a música Samurai do Djavan. Nela, o autor narra a sua experiência com o amor e com a sensação de estar apaixonado através de expressões pouco habituais, como uma praga que afaga a pele, aquilo que se não mata, no mínimo, fere, ou seja, demonstra que é quase impossível sair ileso e alheio dessas experiências ao me relacionar com o outro. Ao final da letra, temos a descrição de uma luta entre o próprio Djavan e o poder do amor, aquele que tenta lutar contra esse poder, teme a escuridão que a paixão causa nele e clama para que a lua possa iluminar esse momento, numa tentativa de esclarecer esse sentimento caótico. Percebendo que não poderia superar o poder do amor, ele cai rendido aos pés do vencedor e vira o serviçal de um Samurai. Nesse contexto, o Samurai representa uma inspiração de alguém que não cede aos encantos do amor. Tudo isso configura a relação com o outro como um conflito, como algo que me desperta a agir sobre aquele sentimento que me desconcerta e cega.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 23:46:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Caminhos</title>
         <author>rinnepic</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3250944539</link>
         <description><![CDATA[<p>Vivemos uma vida tentando ser pessoas boas. Boas para alguém, para si, para todos, para ninguém ou ser bom em algo. Lutamos com as incoerências e contradições inerentes de <em>ser um humano </em>para tentarmos nos enquadrar em uma métrica específica do que é bom - que automaticamente supõe o que é ruim -. No final, vamos ser classificadas inevitavelmente. Viver é uma constante disputa entre "o quão boas pessoas podemos ser" e "quanto da sua alma precisa ser vendida pra você ser considerada boa?".<br>A música “Caminhos” do rapper BK exemplifica, ao som de um boombap memorável, a impossibilidade de ser apenas uma pessoa boa ou má. Enquanto rima seus caminhos da descoberta de um mundo polarizado, truculento e nem sempre justo, no qual o bem disputa com o mal e faz o rapper disputar internamente com seus sentimentos conflitantes e odiosos, ele destrincha a binariedade da vida, o suposto preto e branco, o certo e errado. Ele vê em si mesmo um pouco do bom e do mal da vida, aceitando a inevitabilidade da semiótica entre quem ele é e suas atitudes.<br>Encontrar o mal é inevitável, mas o que configura um mal como tal é relativo, assim como o que é melhor para cada uma de nós. <br>Pender para o que convencionalmente é considerado ruim, além de gerar uma nostalgia estoica de estar indo contra as leis da natureza - pressupondo que devemos buscar o bem para nossas vidas - e contra as normas, causa a mudança de visão e de perspectiva relatada na música. Seja por amadurecer e ver que nem tudo que nos ensinaram que era ruim é de fato ruim, seja por nos depararmos com males que nos geram impotência. Quando ele diz que aprendeu a viver por aqui, conheceu o mal e confessa que gostou, viu que o mal não é universal na prática. Suas subversões da pessoa boa que supostamente ele deveria ser são as formas encontradas para plenamente viver. <br>BK termina sua música refletindo com uma penúltima estrofe sobre as únicas coisas que estão em nossos encargos, mesmo que essa reflexão carregue também uma dor e a aceitação de saber que, quando avaliamos uma situação prestes a tomar - melhores ou piores - escolhas, nossas razões não serão importantes e nem reconhecidas por outras pessoas. Assim, ele conclui dizendo o que todos nós findamos entendendo sobre a vida: “E o que fazer, porque fazer, quando fazer, são coisas que só importam pra mim”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 02:10:55 UTC</pubDate>
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         <title>Relatos Selvagens </title>
         <author>allanisliberatto</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3251533159</link>
         <description><![CDATA[<p>O ser humano é naturalmente civilizado?</p><p>No filme Relatos Selvagens de Damián Szifron, onde conta uma série de histórias sem ligação entre as mesmas, podemos observar seus personagens com certa barbárie contida. Que em dado momento através de um disparo/gatilho este ser selvagem, agressivo subversivo, emerge (se mostra).</p><p>Capaz de atrocidades porém com motivos quase justificáveis, será? </p><p>O que você faria se fosse ofendido no trânsito de forma gratuita? Em uma das histórias é sobre dois homens no trânsito onde um sem motivo dá um dedo do meio para outro, terminando assim em uma luta entre vida e morte. </p><p>E se você tivesse a chance de se vingar de todos o seus algozes? O protagonista da história não só possui a oportunidade como motivos, que para ele são justificáveis para a trama. </p><p>Se a sua vida fosse destruída por uma única pessoa e ela entrasse no restaurante onde você trabalha, e a cozinheira generosamente se oferecesse para envenená-lo? </p><p>No dia do seu casamento você é traída(o) e a pessoa não só lhe trai como convida o(a) amante, como se não pudesse piorar todos sabem do ocorrido, menos você.</p><p>Nossa protagonista aqui não só dá o “troco” o traindo no dia do casamento como ameaça tirar todo o seu dinheiro e transar com todos que dessem minimante carinho.  Também dança com a amante a arremessando contra um espelho. (Justificável?)</p><p>Pergunto se é justificável pois a personagem retorna ao marido, como ato igualitário. Estamos quites, você me traiu, me humilhou, e eu devolvi na mesma moeda. Vale o trabalho?</p><p>Não entremos em questões de moralidade aqui, não questiono se é justificável ao certo e errado socialmente, mas se vale a pena, é prazeroso o retorno a este ser de vingança? E viver uma vida em comum com o outro onde a base é a vingança? </p><p>Bom, para o casal da trama me parece perfeito.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 21:37:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vivências cibernéticas de 2010</title>
         <author>Pomegranate15</author>
         <link>https://padlet.com/elocidando/zuyrebjmsiap8b1b/wish/3260377184</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Lan house é nosso ponto de partida, termo talvez desconhecido aos mais novos.</p><p>Entre periféricos amarelados, ar condicionado pingando e aquele deplorável mouse lento, de bolinha, sempre pegajoso (por motivos desconhecidos) estava um refúgio após a escola.</p><p><br/></p><p>Lembro de reunir alguns amigos e juntar moedas, para acessar a internet (em uma conta que uns 3 dividiam), algo tão corriqueiro hoje em dia, era o ápice da diversão naquela época. Era pegar o fone da Samsung e partir, na maioria das vezes, escondida, e matar o tempo.</p><p><br/></p><p>Jogava Mu online, sempre pirateado, em </p><p>que compramos itens com crédito de celular, e o que nunca abandonei, Ragnarok online. Após comprar a revista na banca e pegar algum cash, já ia torrar em equipamentos visuais, minha intenção ali nunca foi deixar meu personagem forte, e sim jogar conversa fora, construir histórias sem pé nem cabeça no sul de Prontera (a cidade mais lotada)</p><p><br/></p><p>Vejo que hoje em dia esse tipo de jogo já não faz mais tanto sucesso, pessoas estão mais preocupadas com conquistas da steam e coisas do gênero, a essência de jogar para se divertir aos poucos se esvai, talvez pela facilidade de acesso a internet, esse contato social não seja mais interessante, mas, quem viveu sabe...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-15 00:28:38 UTC</pubDate>
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