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      <title>Grafite PPE IV by Rafael Moreira Juliani</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-30 19:59:20 UTC</pubDate>
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         <title>Abaixo a ditadura (1968) (autor desconhecido)</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Primeiro registro de pichação no Brasil durante protesto contra a ditadura militar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 20:01:21 UTC</pubDate>
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         <title>Origem e História do Grafite</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 20:10:08 UTC</pubDate>
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         <title>Qual a diferença entre grafite e pichação?</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 20:13:09 UTC</pubDate>
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         <title>Constituição Federativa do Brasil de 1988</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Neste sentido, a Constituição de 1988, considerada a “constituição cidadã”, elaborada após o regime ditatorial, garante no inciso IV de seu artigo 5º a livre manifestação de pensamento.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm" />
         <pubDate>2025-06-30 20:18:21 UTC</pubDate>
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         <title>Criminalização e redemocratização</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Muitos dos artistas pichadores e grafiteiros, no entanto, não possuem rosto. O anonimato, o que permitiu com que as vozes oprimidas pudessem se expressar sem que houvesse um maior comprometimento. Por ser fundamentalmente uma denúncia da opressão social, a pichação e também a grafitagem são tidas como vandalismo pelas autoridades governamentais, o que faz com as obras produzidas sejam apagadas sistematicamente.</p><p>Na reportagem do diário oficial do Município de São Paulo, é divulgada a prisão de Juneca e seu colega Bilão - pichadores conhecidos da cidade -, fruto de uma intensa campanha anti-picho do então prefeito Jânio Quadros (1986-1989) na capital paulista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 21:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>Grafite e a redemocratização:</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante o período da redemocratização, o clamor popular por eleições diretas em 1984 não estava somente em cartazes, mas também nas paredes das ruas, assim como gritos pelo <em>impeachment</em> de Fernando Collor, em 1992, muito por conta do movimento <em>Caras Pintadas</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 21:38:08 UTC</pubDate>
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         <title>O grafite</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Transgressor da organização urbana, a arte de rua que conhecemos como grafite é um dos exemplos clássicos das manifestações visuais da cultura <em>hip-hop</em>, caracterizado por símbolos, textos e desenhos inscritos em paredes das cidades. Caracteriza uma forma de comunicação cultural marginalizada, constituindo inscrições, pinturas e desenhos feita geralmente com tinta de <em>spray</em> em muros, paredes, árvores e outras superfícies urbanas. Ele tem por finalidade transmitir mensagens poéticas, satíricas e políticas, podendo assumir ou não o tom de crítica social.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 21:44:07 UTC</pubDate>
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         <title>A pichação</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
         <link>https://padlet.com/rafaeljuliani1/zujsadvbzyyggo2y/wish/3506382388</link>
         <description><![CDATA[<p>No Brasil, o grafite encontra uma técnica particular, que é a pichação. Seu surgimento se deu em meio à luta contra a ditadura militar na década de 1960, com a repressão massiva dos direitos da população - em especial a população negra e periférica. O picho tem como traço característico as inscrições urbanas com letras personalizadas e estilizadas, de poucas cores e de rápida execução, com mensagens que perturbam a ordem estabelecida, fugindo de qualquer forma de controle ou institucionalização. Assume assim traços de resistência às coerções autoritárias da classe dominante, intervindo na paisagem urbana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 21:48:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O movimento grafiteiro nos anos 70, 80 e 90 </title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
         <link>https://padlet.com/rafaeljuliani1/zujsadvbzyyggo2y/wish/3506383537</link>
         <description><![CDATA[<p>o movimento grafiteiro brasileiro foi tomando forma ao longo das décadas de 1970, 80 e 90. Grupos como <em>3nós3</em>, <em>TupiNãoDá</em>, e indivíduos como Maurício Villaça, Alex Vallauri denunciavam acontecimentos contemporâneos, desmistificavam símbolos culturais e a propaganda&nbsp; nas ruas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 21:53:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grafite arte; picho sujeira</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
         <link>https://padlet.com/rafaeljuliani1/zujsadvbzyyggo2y/wish/3506386248</link>
         <description><![CDATA[<p>Alguns grafiteiros, entretanto, buscaram se desassociar da imagem vândala atribuída ao grafite.  Com o tempo essa prática saiu das ruas para também chegar aos museus e às coleções privadas, sofrendo um processo de institucionalização e profissionalização e passando a ser vista como uma forma de arte urbana contemporânea. O picho, em contrapartida, foi mantido como indesejável, sujo e depredador para as elites. </p><p>No vídeo acima, Juneca e seus colegas, ainda em 1988, explicam que não fazem mais a pichação, tendo trabalhos em grafite que estavam sendo expostos em museus, confira:</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=PrlLX5Xk57U" />
         <pubDate>2025-06-30 22:01:54 UTC</pubDate>
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         <title>Grafite e picho são fontes históricas?</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O grafite, assim como o picho, é uma forma de expressão artistica humana que não está dissociada da liberdade de expressão. Considerando o exposto, é pertinente perguntar: o grafite e a pichação são documentos históricos? Definindo-na como toda a herança material e imaterial criada pela humanidade, a afirmativa é positiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 22:12:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grafite, Picho, Memória, Narrativa Histórica e Identidade</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O grafite pode refletir a memória de um determinado grupo social, conservando informações passadas. A interpretação de uma narrativa histórica fornecida pelo contato com a arte urbana, por sua vez, leva o espectador a se interrogar sobre o seu próprio passado, e assim sobre o seu lugar no desenvolvimento histórico, permitindo a construção de identidades.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 22:28:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Criminalização hoje</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 2011 a Presidência da República sancionou uma lei que descriminaliza o grafite, ao passo que criminaliza a pichação, seguido posteriormente pelos poderes locais. Veja a lei no link:</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12408.htm" />
         <pubDate>2025-06-30 22:58:56 UTC</pubDate>
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         <title>Tudo que noiz tem é noiz</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
         <link>https://padlet.com/rafaeljuliani1/zujsadvbzyyggo2y/wish/3506406105</link>
         <description><![CDATA[<p>A eliminação subjetiva da arte urbana traz um risco: a eliminação de uma narrativa histórica transgressora, e a ilegalização de traços identitários de grupos marginalizados. A cultura <em>hip-hop</em> - por meio do grafite, do rap, etc - por sua vez, tem como objetivo pôr em evidência tais narrativas invisibilizadas, que não correspondem às narrativas canonizadas pelas elites brasileiras, mas desestabilizadoras destas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 23:01:52 UTC</pubDate>
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         <title>Emicida e o grafite</title>
         <author>rafaeljuliani1</author>
         <link>https://padlet.com/rafaeljuliani1/zujsadvbzyyggo2y/wish/3506407837</link>
         <description><![CDATA[<p>No vídeo acima, Emicida faz uma recaptulação de sua trajetória, contando que inicialmente não pretendia ser rapper, mas um artista visual. No decorrer do vídeo, o cantor rima versos a partir dos muros grafitados, conectando a prática com o movimento hip-hop</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 23:07:12 UTC</pubDate>
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