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      <title>Práticas pedagógicas inclusivas em sala de aula by Padlet CFAECAN</title>
      <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas</link>
      <description>Formadora: Prof.ª Isabel Reis</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-10 10:27:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-04 15:34:41 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Isabel Reis</title>
         <author>isabel_reis1</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3287716936</link>
         <description><![CDATA[<p>Caros formandos, sejam bem-vindos a este curso de formação! </p><p>Sou docente do GR 910, membro da direção do AE Almeirim, formadora, coordenadora de alguns projetos, tais como o PADDE, Erasmus e outros que desafiam o dia a dia das nossas escolas.</p><p>Gosto de tecnologias, aprender, colaborar...</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-12 11:56:31 UTC</pubDate>
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         <title>Sílvia Coimbra - Reflexão</title>
         <author>f2407_</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289425913</link>
         <description><![CDATA[<p>A inclusão é um termo atual e constantemente abordado nas nossas escolas e na educação, pelo que podemos, num primeiro momento, dizer que é uma realidade, contudo, uma realidade que precisa ainda de ser muito trabalhada. Para se poder falar de inclusão geral e a todos os níveis, considero que há um longo e árduo trabalho a ser feito nas nossas escolas. </p><p>Quando se fala de inclusão ocorrem-me muitos cenários/situações: alunos de etnias diferentes, com culturas e necessidades especificas ; alunos autistas, com deficiências ; alunos estrangeiros ; alunos ditos normais mas com capacidades diferentes, e outras. Mas, como pode a escola e nós professores dar a resposta "correta" a estes casos com os quais somos confrontados diariamente na nossa sala de aula? </p><p>Para conseguir enfrentar este desafio, decidi frequentar esta formação para, por um lado, ficar a conhecer melhor a parte da legislação (que é chata, mas um bem necessário!), mas também, por outro lado, para tentar ter respostas, exemplos e partilha de experiências de um leque de colegas mais experientes. Julgo que sem dúvida sairei mais rica desta formação e que será uma mais valia na minha futura prática pedagógica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:15:21 UTC</pubDate>
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         <title>Lurdes Ferreira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou professora do 1º no Agrupamento de Escolas da Benedita. Como estou com a modalidade de trabalho de " meia jornada" fui colocada na coadjuvação e a lecionar Escrita Criativa em duas escolas, mas desde meados de setembro que estou de atestado médico ( primeiro para assistência à família e posteriormente por mim) aguardando ida à Junta Médica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:20:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Paula Gomes - Reflexão 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289437239</link>
         <description><![CDATA[<p>A sociedade global e plural assenta no principio da inclusão. A educação é um direito de todos e hoje caminha-se para dar resposta às necessidades tão diferentes de cada um  e de todos, no entanto parece haver ainda um caminho a percorrer.</p><p>Falar de inclusão é partir das especificidades de cada indivíduo, grupo ou classe de indivíduos, para planear a ação que garanta a equidade e igualdade de oportunidades.</p><p>A minha expetativa sobre esta formação é grande, pelo que espero que o tema da inclusão seja abordado para alem do que já conheço ou pratico, contribuindo desta forma para uma reflexão conjunta mas também individual, quanto às minhas práticas e oportunidades de melhoria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:26:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Manuela Pinto - Agrupamento de Escolas da Nazaré</title>
         <author>manuelapinto11</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289437545</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>&nbsp;</p><p>Considero que a inclusão na educação já é uma realidade, uma realidade que nem sempre é fácil, mas que já é evidente, principalmente se compararmos com o que era feito no passado.</p><p>Quando se fala em inclusão na educação, ocorrem-me várias situações, as mais evidentes para mim e talvez porque são os casos mais frequentes, dizem respeito a alunos com necessidades educativas especiais, mas também me ocorre alunos estrangeiros que ainda não estão adaptados, enquadrados; alunos de etnias e até pessoas de culturas e religiões diferentes.</p><p>Espero que esta formação me inspire e me ajude a desenvolver novas estratégias para incluir e envolver o maior número possível dos alunos, sem recorrer ao “ fazer pelo aluno”, espero que seja uma ajuda para ajudar os alunos a atingirem as aprendizagens essenciais de diferentes formas.</p><p>Cada vez mais sinto que a prática pedagógica é desafiante pois a diversidade é grande e o professor em sala de aula é só um, tendo que “chegar” a todos os alunos, sem deixar ninguém para trás. Mas acredito que trabalhando em partilha e colaborativamente vou aprender e conseguir tornar a minha prática mais inclusiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:27:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lina Patrício</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289438563</link>
         <description><![CDATA[<p>Penso que ainda não temos verdadeira inclusão na educação, apesar de ter havido muitos progressos ao longo dos anos. Quando iniciei o meu trabalho nesta área, os alunos "diferentes" praticamente não tinham oportunidade de ir além do 1º ciclo. </p><p>Neste momento, há preocupação de haver mais oportunidades para os alunos mas também há mais desafios perante a diversidade que existe na nossas escolas.</p><p>Nesta formação pretendo aprender e partilhar algumas práticas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:28:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sónia Gaspar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289447635</link>
         <description><![CDATA[<p>A Inclusão na Educação já é feita nas nossas escolas mas, a meu ver, ainda não se faz de forma a potenciar e a promover as capacidades individuais de todas as crianças que necessitam dessa inclusão.</p><p>Por vezes, tende-se a normalizar o ensino e as práticas pedagógicas esquecendo que cada criança tem o seu ritmo, as suas especificidades e as suas limitações.</p><p>O ensino está ainda direcionado para que todas as crianças possam atingir o sucesso de igual forma, quando se deveria promover experiências e partilhas variadas, tendo em conta as capacidades individuais, as limitações e dificuldades, de forma a que todas possam atingir um objetivo.</p><p>Decidi realizar esta formação, tema pela qual tenho muito interesse, pois cada vez mais, nosso dia a dia, enfrentamos situações de inclusão nas nossas escolas, nos nossos bairros, na nossa sociedade. Espero aprender novas ferramentas para que, todos os dias, possa ajudar os que precisam de inclusão bem como facilitar esse processo à minha volta. Espero ter a capacidade de promover cada vez mais a inclusão e com essa prática facilitar a vida diária das minhas crianças e das suas famílias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:36:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hugo Esgaio</title>
         <author>hugoesgaio</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289452961</link>
         <description><![CDATA[<p>A inclusão de todos os alunos ainda não é uma realidade nas escolas portuguesas, apesar do esforço coletivo dos professores nesse sentido, não só ao nível do trabalho com alunos com necessidades educativas especiais, para os quais já existe uma resposta, podendo ou não considerar-se mais ou menos suficiente, mas sobretudo com alunos oriundos de etnias minoritárias ou filhos de migrantes falantes e não falantes da Língua Portuguesa. Estes últimos representam uma nova problemática da escola, que ser quer inclusiva, ainda no papel relembramos, pois um aluno oriundo de um país com Língua oficial Portuguesa não tem o mesmo vocabulário nem a mesma base cultural dos alunos nativos em Portugal.</p><p>Tendo a escola atual tamanha diversidade há que aprender, por um lado, a proporcionar um ambiente inclusivo a todos, e por outro, a gerir a diferença na sala de aula, seja ela cognitiva, motora, cultural, linguística ou social. </p><p>São estes os desafios acerca dos quais me questiono diariamente na sala de aula, sendo portanto estes que defino como objetivos de aprendizagem nesta ação de formação.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:43:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Sofia Pedroso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289454920</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou professora do grupo 230 no Agrupamento de Escolas da Nazaré.</p><p>Este ano estou a lecionar Matemática e Ciências Naturais do 5.º ano, sou Diretora de Turma e professora de Apoio Tutorial Específico (ATE) do 2.º e 3.º ciclos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:45:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lurdes Ferreira- Reflexão 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289455358</link>
         <description><![CDATA[<p>A inclusão na educação vai-se tentando fazer aos poucos mas sinto que algumas vezes são os próprios educandos e respetivos encarregados de educação que se auto excluem e têm ainda resistências . As sociedades estão  habituadas a certos preconceitos e certas formas de pensar e agir e, tentar integrar toda essa variedade é complexo e leva o seu tempo.</p><p>Espero que com as partilhas que aqui se farão todos nós consigamos adquirir novas e variadas ferramentas para que consigamos melhorar no dia a dia com as situações que encontraremos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:45:40 UTC</pubDate>
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         <title>Hugo Esgaio</title>
         <author>hugoesgaio</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289456833</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou professor do 1.º ciclo no Agrupamento de Escolas da Nazaré - Centro Escolar de Valado dos Frades. </p><p>Atualmente sou professor de uma turma de 3.º ano repleta de diversidade cultural, étnica e religiosa, com alunos oriundos de outros países e também com alunos com necessidades educativas especiais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:47:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Sofia Pedroso - Agrupamento de Escolas da Nazaré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289458105</link>
         <description><![CDATA[<p>1- Inclusão na educação: penso que seja já uma realidade, no entanto ainda temos um caminho de aprendizagens para consolidar.  Nas escolas, sinto que ainda existe alguma relutância relativamente à inclusão e muitas vezes esta "tarefa" é delegada aos professores de Educação Especial, sendo uma tarefa de todos nós.</p><p><br/></p><p>2- Inclusão na educação é dar uma oportunidade a todos de forma igualitária, sejam eles crianças ou adultos, de modo que se sintam integrados na sociedade em que vivemos. Oportunidade esta, ao nível das dificuldades de aprendizagem, problemas cognitivos/físicos, problemas socias, barreiras linguísticas ou culturais...</p><p><br/></p><p>3- Nesta formação penso abordar temáticas/estratégias de atuação de modo a melhorar as minhas práticas pedagógicas junto da comunidade educativa onde leciono.</p><p><br/></p><p>4- Estou bastante expectante relativamente aos desafios que terei ao longo desta ação, uma vez que a minha frequência deveu-se ao facto de melhorar a minha atuação perante alunos abrangidos pelo DL54/2018 e delinear novas estratégias de atuação para com os alunos com outras especificidades. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:48:36 UTC</pubDate>
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         <title>Sílvia Coimbra</title>
         <author>f2407_</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289463096</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou professora contratada do grupo 300 (português), no Agrupamento de Escolas de Cister. </p><p>Este ano estou a lecionar na Escola Secundária D. Inês de Castro a 4 turmas do Profissional, três de 2.º ano (11.º) e uma de 1.º (10º), mas também estou na Frei Estêvão a lecionar a uma turma de 5.º. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 20:53:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Castro Lopes-Agrupamento de Escolas da Nazaré-Reflexão 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289469681</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas escolas a inclusão começa a querer ganhar forma, mas nem sempre se consegue ter sucesso e se consegue fazer da melhor forma. A inclusão na educação prevê promover a equidade, ou seja, assegurar que todos tenham as mesmas oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento, independentemente das diferenças. Deve-se ajudar o aluno a realizar o seu percurso de aprendizagem de acordo com as suas especificidades e fornecer-lhe ferramentas, para que este processo seja executado com sucesso. Toda a comunidade deve ser envolvida, alunos, pais e professores, mas as turmas são numerosas, a heterogeneidade é grande, as especificidades são muitas e nem sempre é fácil, várias barreiras são encontradas e muitas dúvidas surgem. Por vezes cai-se no erro de tentar incluir facilitando o processo e não adaptando. Muito já foi feito, mas muito ainda está por fazer.</p><p>Nesta formação espero aprofundar o processo de inclusão de modo a dissipar as minhas dúvidas e adquirir novas ferramentas para melhor acolher os alunos nas diferentes áreas, tanto a nível académico, como a nível emocional, parte que considero significativa no processo de desenvolvimento de um aluno, de modo a que cada aluno suba os degraus da sua escada de forma feliz e ao seu ritmo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 21:00:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mónica Reis - Reflexão 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289470070</link>
         <description><![CDATA[<p>1.&nbsp;A meu ver, a inclusão na educação tem tido avanços bastante significativos em algumas sociedades, com a formação de professores e a implementação de salas de aula inclusivas, beneficiando todos os alunos. Estas salas de aula inclusivas, que são cada vez mais tecnológicas promovem a diversidade, a empatia e a cooperação e tornam a educação mais acessível a todos. No entanto, ainda não é realidade em todas as escolas/sociedades, pelas dificuldades económicas que surgem, falta de recursos tecnológicos, estigmas ou falta de formação.</p><p>2. Nas nossas salas de aula, alunos com e sem deficiência aprendem juntos. Os professores esforçam-se por fazer as adaptações que consideram necessárias, utilizando materiais disponíveis e/ou tecnologias, professores com formação específica para ajudar estes alunos, planificações elaboradas de acordo com o ritmo e necessidades de cada aluno, avaliações cada vez mais diversificadas e adaptadas à realidade, a exploração das diferentes culturas que compõem a sala de aula, e a uniformização do material escolar utilizado pelos mesmos.</p><p>3. Gostaria de abordar a diferença entre integração e inclusão, ou o impacto da inclusão na aprendizagem no desenvolvimento social ou ainda os &nbsp;preconceitos culturais que ainda existem.</p><p>4. É necessário um esforço coletivo (de parceria), com a partilha de experiências entre todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 21:01:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mónica Reis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289475969</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou professora dos 1º e 2º ciclos do Ensino Básico (grupos 110 e 250) e pertenço ao Agrupamento de Escolas de Cister - Alcobaça. </p><p>Neste momento estou a representar o Ministério da Educação na CPCJ de Alcobaça. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 21:08:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Andreia Lourenço</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289478494</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou professora do 1.ºCiclo no Agrupamento de Escolas Cister - EB/JI de Martingança.</p><p>Leciono uma turma de 3º e 4º anos e também sou Coordenadora de Estabelecimento. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 21:12:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Filipa Bem - Centro Escolar de Valado dos Frades</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289482960</link>
         <description><![CDATA[<p>Cada vez mais há inclusão na educação, mas ainda temos um longo caminho a percorrer.</p><p>Inclusão não é só para os alunos com problemáticas graves, mas sim para todos os alunos, pois cada um é unico e especial e tem as suas próprias espeficidades.</p><p>Para falarmos de inclusão temos de falar de equidade, pois sem equidade não há igualdade de oportunidades.</p><p>Nesta formação poderei abordar os desafios diários que me deparo para conseguir chegar a todos os alunos e desenvolver as suas capacidades.</p><p>Frequentar esta formação é para mim uma oportunidade de aprender com outras realidades e alargar os meus horizontes no que concerne a esta temática. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 21:18:33 UTC</pubDate>
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         <title>Manuela Pinto</title>
         <author>manuelapinto11</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289484609</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou professora do grupo 520 no Agrupamento de Escolas da Nazaré. Tenho 4 turmas de 7.º ano heterógeneas e tenho uma turma do Curso Profissional de Técnico de Desporto. Sou diretora de turma de uma das minhas turmas de 7.º ano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 21:20:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lina Patrício</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289501037</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou docente do GR 910, colocada na EB 2,3 DPI, AE Cister, em Alcobaça. Tenho alunos com problemáticas muito diversas como autismo, trissomia 21, dislexia, mutismo seletivo e outras. Neste momento, estou a organizar a vinda de professores e alunos franceses interessados em ver como trabalhamos a educação inclusiva, através do Erasmus. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 21:41:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Filipa Bem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289502397</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou docente do 1.º Ciclo e encontro-me a lecionar numa turma do 3.º ano, no Centro Escolar de Valado dos Frades - Agrupamento de Escolas da Nazaré.</p><p>Esta turma é bastante heterogénea, pois além de ser constituída por alunos de diferentes nacionalidades, tem  alunos com necessidades educativas especiais, dois dos quais severos.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-13 21:43:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289504881</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>~Ema Paula</p><p>Estamos no caminho e como tal, este, faz-se caminhando e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://aprendendo.No">aprendendo.No</a> trabalho realizado nas Escolas/Instituicões, ainda somos confrontados com problemas, tão básicos, como a falta de Assistentes, acompanhamento personalizado e muitas vezes a impossibilidade de realizar reuniões entre técnicos, devido aos horários serem impossíveis de conciliar.</p><p>Ocorrem-me problemas de importância extrema; como saber lidar da melhor maneira, com situações imprevisíveis e em que não sabemos, a melhor maneira de atuar, de ajudar , de fazer o correto, de estar "lá" para fazer o melhor! Como resolver, assuntos, atitudes violência e outros problemas que se colocam na sala, mas também e demasiadas vezes no intervalo, entre alunos. A indisciplina e a atitude facilitista dos pais, juntos com as diferenças sociais, e a falta de sentido de grupo, mesmo entre os Encarregados de Educação.</p><p>Acho muito importante que se adoptem técnicas de relaxamento, de bem-estar, que exista espaço para o diálogo e a partilha de assuntos que por vezes enchem todos de incertezas. Momentos em que sejam valorizados os aspectos lúdicos, a leitura o brincar, porque todos estão preocupados em cumprir as metas, as exigências de quem não está lá, mas exige.</p><p>As perspetivas são resumiveís nas respostas dadas na resposta anterior e outros que se possam aplicar e conjugar todos os esforços para a melhoria do ensino e do meio educacional.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-13 21:46:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ofélia Gomes - Reflexão 1 - EB1/JI de Alpedriz- Agrupamento de Cister</title>
         <author>gomesofelia</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289534187</link>
         <description><![CDATA[<p>A inclusão tem sido um tema muito debatido entre os professores e uma realidade que se quer em todas as escolas. Os professores estão abertos à inclusão e fazem todos os esforços, no sentido de que a mesma seja uma realidade. Eu, muito pessoalmente, penso que tem havido esforços nesse sentido, tanto a nível legislativo como na formação de professores e houve muitos progressos, desde os primeiros anos em que comecei a exercer. No entanto as mudanças dos últimos anos, com a chegada de novos alunos, das mais variadas culturas, religiões, nacionalidades, etc, tem trazido novos desafios. As escolas estão cada vez com turmas mais heterogéneas, o que tem dificultado uma educação mais inclusiva. Neste momento, penso que mais do que legislação, formação de professores ou diretrizes há necessidade de reforçar os recursos humanos, a fim de atender a todas as especificidades dos alunos, isto no que diz respeito ao 1.º Ciclo, que é a realidade que eu conheço. São crianças de uma faixa etária muito baixa e necessitam de tempo e atenção, pelo que os grupos deveriam ser menores ou existir coadjuvação em sala de aula.</p><p>Quando falamos em inclusão, a primeira ideia que nos surge são os Alunos Com Necessidades Educativas Especiais, no entanto, penso que a inclusão toca a todos, por diferentes motivos (étnicos, sociais, religiosos, familiares, linguísticos…) ou em diferentes momentos (todos temos maus momentos), incluindo os bons alunos. É necessário um equilíbrio muito bem gerido, por parte dos professores, para que estes, continuem a ter a atenção necessária, sintam que também têm atenção dos professores, de forma a desenvolverem &nbsp;&nbsp;e a evoluírem de acordo com todas as suas potencialidades.</p><p>Nesta formação, mais do que familiarizar-me com documentação e legislação, espero abordar estratégias de trabalho que permitam atender melhor as diferentes especificidades dos alunos, metodologias ativas e diferenciadoras em sala de aula. Muitas vezes sinto que o tempo é insuficiente para atender a todos. Como ganhar tempo? Como mantenho todos os alunos ativos e interessados, quando as suas aprendizagens necessitam de tanta diferenciação? Como me divido para chegar a todos?</p><p>Nesta formação, tenho como expectativa, adquirir ferramentas para a melhoria da minha prática pedagógica, espero partilhar experiências e adquirir conhecimentos, que me permitam melhorar a inclusão de todos os alunos, de forma a otimizar o sucesso de todos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-13 22:32:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289534187</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ofélia Gomes</title>
         <author>gomesofelia</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289539336</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou professora  do 1.º ciclo na EB1/JI de Alpedriz que pertence ao Agrupamento de Escolas de Cister.</p><p>Este ano estou a lecionar uma turma de 1.º e 2.º anos e sou Coordenadora da Escola.  </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-13 22:39:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3289539336</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Andreia Lourenço</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3290966164</link>
         <description><![CDATA[<p>A inclusão na educação tem vindo a permitir a integração da maioria das crianças e jovens no ensino regular, no entanto para que a inclusão não passe de uma utopia, será necessário continuar a investir, refletir e evoluir neste sentido.</p><p>As experiências quotidianas das crianças nas salas de aulas é que definem a qualidade de sua participação e desenvolvimento das aprendizagens oferecidas em cada escola. A forma como as escolas promovem a inclusão e previnem a exclusão é que permitem a aplicação do princípio da equidade. Cada criança tem direito a desenvolver-se ao seu ritmo, de acordo com as suas potencialidades e/ou limitações.</p><p>Pretendo com esta formação, aprofundar práticas no âmbito da implementação de medidas a alunos com adaptações curriculares significativas, nomeadamente na ação do professor no apoio aos alunos com necessidades educativas, por forma a favorecer a aquisição de aprendizagens significativas e o seu desenvolvimento.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-14 18:56:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Agrupamento de Escolas da Benedita, Lurdes Machado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3295949152</link>
         <description><![CDATA[<p>A inclusão na educação ainda continua a não acontecer, como seria desejável. Contudo, comparando com o que acontecia há uns anos, existe maior preocupação em dar uma resposta adequada.</p><p>No dia a dia, a maior dificuldade na inclusão é quando surgem alunos vindos de diversos países, com limitação na comunicação, que “caem de paraquedas”, num grupo já adaptado. O acompanhamento a esses alunos justifica uma reflexão e articulação entre todos os envolvidos (escola, alunos e famílias).</p><p>Penso que a inclusão existe, quando conseguimos envolver todos os alunos, como fazendo parte de um grupo/turma, promovendo atividades diversificadas: diferenciação pedagógica, material didático adequado disponível para os alunos utilizarem, trabalho colaborativo, trabalho de projeto em grupos heterogéneos (para apresentação aos colegas), ...</p><p>A inclusão terá de abranger todos os alunos, para todos, tendo como base o respeito pelos seus pares. Só assim poderá haver um clima de harmonia, que ajuda na valorização de todos os intervenientes neste processo.&nbsp;</p><p>A minha motivação em inscrever-me na formação foi com o objetivo de aprofundar os conhecimentos, sobre a temática da inclusão, contando com a partilha da formadora e formandos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-18 21:54:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Castro Lopes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3297702539</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou professora do grupo 500 no Agrupamento de Escolas da Nazaré. Tenho 5 turmas heterogéneas, 3 turmas de 7.ºano e 2 do 8.ºano. Sou diretora de turma de uma das turmas de 7.ºano.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-20 18:00:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sónia Gaspar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3297731958</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou educadora de infância contratada, grupo 100, no Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos. Este ano estou a lecionar no Jardim de Infância de Gaeiras.</p><p>Na minha escola temos três salas de Pré-escolar onde existe uma diversidade de nacionalidades e várias crianças com NEE.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-20 18:35:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3297731958</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Paula Gomes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3307273098</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou professora do GR 230 - Matemática e Ciências da Natureza e neste ano letivo estou a trabalhar, também e pela primeira vez, com grupos de adultos em processos de aquisição de qualificações ao nível dos 1º ao 3º ciclos, sendo um dos grupos composto por elementos de uma única família, pertencentes a uma  etnia. </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-28 16:07:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo do AE Cister: Andreia Lourenço, Ema Malhó, Lina Patrício, Mónica Reis, Ofélia Gomes, Sílvia Coimbra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315851369</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>O nosso Agrupamento implementa um compromisso com a inclusão, onde todos os alunos são valorizados e bem-vindos e todos os dias são feitos esforços para remover as barreiras à aprendizagem e minimizar eventuais discriminações.&nbsp;</p><p>Embora consideremos que, na nossa realidade, existe uma boa colaboração entre professores e direção, há sempre desafios que vão permanecendo. Nem sempre se verifica entreajuda entre alunos, respeito mútuo nas relações professor/aluno e professor/pais, ou colaboração entre professores. A comunidade nem sempre está envolvida como seria desejável e a parceria com os pais deverá ser reforçada. A filosofia de inclusão não é plenamente compartilhada entre todos os envolvidos. Para melhorar a cultura inclusiva, devemos continuar a trabalhar o respeito e fortalecer parcerias.</p><p>No nosso Agrupamento, valorizamos a inclusão e reconhecemos os esforços em incluir novos alunos, receber estudantes da nossa e outras áreas geográficas e tornar o espaço acessível a todos. Sentimos que a integração de novos professores precisa ser mais eficaz, pois a dimensão do agrupamento dificulta esse processo. Nem sempre as turmas são organizadas para valorizar todos os alunos, e as diversas formas de apoio necessitam de maior coordenação. Apesar das formações ajudarem os professores a lidar com a diversidade, acreditamos que é necessário reforçar estratégias para minimizar exclusões e combater a violência escolar de forma mais efetiva.</p><p>No nosso Agrupamento, as práticas inclusivas mostram avanços, com aulas planeadas para todos, muita preocupação em dar feedback aos alunos e uma maior valorização da avaliação formativa, promovendo a aprendizagem e disciplina baseada no respeito. Contudo, ainda há desafios: a compreensão da diferença e o trabalho colaborativo nem sempre são promovidos e a planificação em parceria é limitada. Os professores de apoio nem sempre garantem a inclusão plena e os TPC e atividades extracurriculares não beneficiam todos os alunos. A diversidade é mais explorada no 1º ciclo e os recursos escolares e comunitários não são distribuídos ou utilizados de forma equitativa.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-04 19:38:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315851369</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Agrupamento de Escolas da Nazaré: Ana Castro Lopes, Filipa Bem, Manuela Pinto, Hugo Esgaio e Ana Sofia Pedroso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315863967</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3362204144/25130f982f9e0836bf4f352fd1dde1b0/Sess_o_2__Trabalho_grupo.pdf" />
         <pubDate>2025-02-04 19:48:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315863967</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Agrupamento de Escolas da Nazaré: Ana Castro Lopes, Filipa Bem, Manuela Pinto, Hugo Esgaio e Ana Sofia Pedroso</title>
         <author>manuelapinto11</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315883477</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1981970125/c2aef6b3a289091fec881c8c45b8ed63/AnexoI_Atividade_1_2.pdf" />
         <pubDate>2025-02-04 20:04:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Agrupamento de Escolas da Benedita – Lurdes Machado, Lurdes Ferreira, Sónia Gaspar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315895939</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3362380442/eb7f50c53b1324ae88f8a0ed38783a97/AnexoI_Atividade_1_2.docx" />
         <pubDate>2025-02-04 20:16:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315895939</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo do AE Cister: Andreia Lourenço, Ema Malhó, Lina Patrício, Mónica Reis, Ofélia Gomes, Sílvia Coimbra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315902504</link>
         <description><![CDATA[<p>Em relação aos normativos promotores de uma Educação Inclusiva, o nosso Agrupamento realizou ações de formação no sentido de divulgar a nova legislação e dar a conhecer a forma de operacionalizar as novas normas.</p><p>&nbsp;</p><p>Uma situação concreta de atividade desenvolvida, podemos referir que, no decorrer do 1.º Semestre, foi realizada pelos Professores Titulares a aplicação da bateria de provas BAPAE em todas as turmas com alunos de 1.º ano. A presente iniciativa dos Serviços de Psicologia e Orientação (SPO) teve como objetivo promover um rastreio atempado das dificuldades na aprendizagem, aos alunos do 1.º ano de escolaridade, constituindo-se como uma medida universal de apoio à aprendizagem e à inclusão, que permite dar suporte à organização de uma intervenção multidisciplinar com intencionalidade pedagógica e científica e constitui-se como uma ação preventiva eficaz. Foi dado feedback sobre os resultados obtidos a todos os docentes envolvidos. Foi ainda dada a possibilidade de estes dados poderem ser melhor clarificados e analisados de modo mais aprofundado através de articulações individuais com as Psicólogas do SPO.</p><p>&nbsp;</p><p>Como forma de melhorar a inclusão será necessário:</p><p>- Reduzir o número de alunos por turma;</p><p>- Cumprir os requisitos para a diminuição de alunos por turma (redutores de turma);</p><p>- Aumentar os recursos humanos: professores de apoio/coadjuvantes e de educação especial, técnicos, terapeutas, assistentes operacionais, …</p><p>- Adequação das infraestruturas;</p><p>- Promover ações de sensibilização;</p><p>(…)</p><p>&nbsp;</p><p>Para promover uma nova visão de educação de qualidade, será necessário o Ministério da Educação adotar novas diretrizes, no sentido de valorizar a avaliação formativa em detrimento da qualitativa, sendo esta última uma das principais barreiras à inclusão, pois obriga os professores a cumprir currículos de aprendizagem que não estão de acordo com a individualidade de cada aluno/turma.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-04 20:22:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315902504</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Agrupamento de Escolas da Nazaré: Ana Castro Lopes, Filipa Bem, Manuela Pinto, Hugo Esgaio, Paula Gomes e Ana Sofia Pedroso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315915660</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com a nossa experiência, o nosso Agrupamento segue as orientações existentes relativamente ao Decreto Lei 54/2018, dando uma resposta em tempo útil de forma a minimizar as dificuldades sentidas pelos alunos.&nbsp;</p><p>A partir do momento que o Professor Titular de Turma/Conselho de Turma ou Diretor de Turma sinaliza um aluno, este é encaminhado para a EMAEI, que analisa a situação e decide acerca das medidas a aplicar, ou das terapias necessárias, de acordo com a descrição da problemática referida no documento próprio para o efeito (uniforme em todo o Agrupamento). Se as medidas não se verificarem eficazes, ou considerando-se à partida insuficientes, é requerida uma avaliação psicológica. Desta resulta um diagnóstico mais aprofundado da problemática do aluno e que serve de fundamentação a um pedido da escola para que o aluno seja encaminhado para uma primeira consulta de desenvolvimento. De acordo com os relatórios médicos resultantes do processo, o aluno poderá passar a beneficiar de medidas mais adequadas à sua situação.</p><p>Na nossa opinião, como resposta da escola à inclusão, deveria ser aumentado o número de carga horária disponível para apoio educativo/apoio ao estudo de modo a haver um acompanhamento mais individual e consistente de todos os alunos que dele necessitam; as turmas deveriam ter menos alunos de forma a que o professor pudesse dar um apoio mais individualizado e deveria haver mais horas atribuídas à docente de Educação Especial.</p><p>Na base da educação inclusiva a avaliação deveria incidir mais na vertente formativa e flexível, tendo como finalidade a promoção do desenvolvimento holístico do aluno em detrimento da avaliação sumativa, em que basicamente só as notas interessam, o que provoca muitas vezes frustração e desmotivação nos alunos que se esforçam e não vêm o seu esforço devidamente reconhecido e recompensado.</p><p>Neste aspeto seria benéfico terminar com o quadro de honra, pois efetivamente não beneficia em nada os alunos, bem pelo contrário só põe a descoberto a fragilidade de muitos alunos que não têm as mesmas oportunidades, nem capacidades. Se falamos tanto em inclusão não podemos continuar a “alimentar” em idades tão precoces este sentido de competitividade, temos sim de reforçar a união e de interajuda entre todos.</p><p><br><br></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-04 20:35:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315915660</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Agrupamento de Escolas da Benedita – Lurdes Machado, Lurdes Ferreira, Sónia Gaspar
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315934485</link>
         <description><![CDATA[<p>No Agrupamento de Escolas de Benedita existe, já a algum tempo, uma cultura e política inclusivas pois estamos inseridos numa zona industrializada que tem vindo ao longo dos anos a ser bastante procurada por imigrantes e especialmente emigrantes. Com eles vêm os seus descendentes que são inseridos nas nossas escolas ao qual tem havido um esforços de todos os intervenientes educativos para a sua integração e sucesso escolar.</p><p>Todas as equipas de educação e de apoio: Professores, Educadores, Educação Especial e Terapeutas, tentam em conjunto promover medidas que envolvam todos os alunos do agrupamento e dos vários graus de ensino.</p><p>Assim, desde o ano passado, e inserido no Plano de Ação Estratégica, estão a ser implementados projetos de forma a incluir todos os alunos de vários anos de escolaridade. São Projetos em coadjuvação com os titulares de turma dando oportunidade a todos os alunos para aprenderem e experimentarem. Temos, assim, o Projeto Recuperar Experimentando, o Projeto Digital, o Projeto Escrita Criativa, Os sons que Educam e Aulas de Música.</p><p>Além disso, temos também Apoio Psicológico, para alunos sinalizados, pelo do Serviço de Psicologia e Orientação (SPO) e pelo Centro de Reabilitação e Inclusão (CRI). Temos ainda apoio especializado a crianças com NEE pela Equipa Multidisciplinar de Apoio à Escola Inclusiva (EMAEI);</p><p>No nosso Agrupamento são realizados testes de português aos alunos que têm o Português como língua não materna para avaliar o nível de proficiência e a partir daí dar uma resposta mais eficaz às capacidades dessas crianças.</p><p>Realizamos ainda uma estreita articulação do Pré Escolar com as turmas do 1º ciclo em visitas às salas, atividades de convívio e parcerias.</p><p>Embora todo este trabalho esteja a ser implementado achamos que a articulação entre os docentes do 4ºano e dos docentes do 2º ciclo poderia ser maior e agilizada de forma a aferir os conteúdos lecionados, de forma a facilitar a integração e uma melhor adaptação dos alunos em transição. No entanto, tem havido reflexão sobre esta temática em várias reuniões.</p><p>Na nossa opinião, haverá sempre aspetos a melhorar. Para isso só uma Escola inclusiva e que trabalhe unida com todos os intervenientes da ação educativa poderá proporcionar sucesso pleno, proporcionando aprendizagens a todos os alunos por igual.</p><p>A inclusão de todas as crianças só é possível quando existe um ambiente escolar feliz e que todas se sintam acolhidas.</p><p><br><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-04 20:57:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315934485</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O efeito Pigmaleão</title>
         <author>isabel_reis1</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3315981130</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-04 21:51:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabel_reis1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-04 21:52:19 UTC</pubDate>
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         <title>Paula Gomes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3324685185</link>
         <description><![CDATA[<p>Na minha prática, como docente, procuro adaptar a minha atuação de forma a que todos os alunos se envolvam ativamente e estejam motivados para as aprendizagens e acreditem que conseguem. Considero que a minha atuação está próxima  do preconizado pelo DUA, no entanto haverá sempre necessidade de uma reflexão e melhoria continua.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-11 19:11:30 UTC</pubDate>
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         <title>Hugo Esgaio - AE Nazaré</title>
         <author>hugoesgaio</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3324691547</link>
         <description><![CDATA[<p>Após uma leitura cuidada do documento constato que incorporo, de modo mais ou menos consciente, a grande maioria dos itens da checklist sobre  o desenho universal para a aprendizagem. Confesso que o faço muito por culpa das circunstancias e de ser PTT de uma turma muito heterogénea, cheias de diversidade cultural e com crianças com várias problemáticas. Todavia esta lista vem despertar-me também para alguns aspetos que são urgentes ter mais em conta na sala de aula, pois existe sempre espaço para melhorar a nossa forma de ensinar.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-11 19:16:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sónia Gaspar</title>
         <author>soniagaspar3</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3324692694</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao responder ao questionário percebo que ponho em prática alguns princípios do DUA.</p><p>Na minha prática profissional,  em Pré escolar, tento sempre envolver todas as crianças e apresentar detalhes, exemplos e soluções para que todas consigam realizar as atividades propostas.</p><p>Utilizo também vários recursos e suportes para facultar a realização das atividades tendo sempre o cuidado de perceber as limitações e dificuldades de cada criança.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-11 19:17:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mónica Reis - AE Cister</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3324710486</link>
         <description><![CDATA[<p>Relativamente à checklist sobre o DUA, cheguei à conclusão de que a minha resposta a todas as questões é sim. Tentei sempre criar um ambiente de aprendizagem em que as ideias e a informação são representadas de várias formas, fundamental no sentido de reconhecer que os alunos possuem diferentes estilos de aprendizagem <strong>,</strong> habilidades cognitivas e preferências pessoais, uma vez que podem ser mais visuais, mais auditivos ou aprenderem melhor em atividades práticas. Ao variar o modo em como a informação é apresentada, garantia que todos os alunos, independentemente das suas necessidades, compreendiam o conteúdo de forma mais eficaz, tornando a aprendizagem mais dinâmica e até mais estimulante.</p><p>Permitir que os alunos escolham como demonstrar sua compreensão, por meio de diferentes formas de expressão valoriza os seus talentos e torna-os mais confiantes, criando um ambiente de aprendizagem inclusivo. Essa abordagem aumenta o interesse, facilita a compreensão profunda e a retenção, e remove barreira. Oferece, assim, uma avaliação mais completa e detalhada das habilidades do aluno, estimula a autonomia, a criatividade e a motivação, e proporciona um feedback mais relevante.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-11 19:30:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lina Patrício</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3324710545</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas minhas aulas, tento que os alunos exprimam as suas dificuldades e preocupações procurando ajudá-los na sua superação. Para tal, utilizo múltiplos formatos, consoante a necessidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-11 19:30:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sílvia Coimbra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3324712974</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com a checklist fornecida, e tendo em conta a minha prática pedagógica, respondi SIM à maioria dos itens apresentados.  Constato que na minha prática pedagógica crio um ambiente de aprendizagem em que as ideias e a informação são representadas de várias maneiras, nomeadamente porque tenho o cuidado de descrever o conteúdo das aulas, por exemplo, no momento da redação do sumário, o que permite desde logo ao aluno/turma ter uma visão geral do que será abordado. Disponibilizo<em> online</em> na plataforma a informação em vários suportes (tabelas, powerpoints, resumos, vídeos). E tento, sempre que possível, utilizar as tecnologias na sala de aula para melhorar a aprendizagem.</p><p>No que respeita, a forma dos alunos expressarem a sua compreensão dos conteúdos de várias formas, tento que os alunos demonstrem conhecimentos e capacidades de maneiras diferentes, ou seja, crio instrumentos de avaliação diferenciados: testes, questões-aulas, apresentações orais, trabalho a pares, individuais, googleforms. E sem dúvida, tento que os alunos tenham múltiplas oportunidades de envolvimento, uma vez que já ponho em prática todos os tópicos indicados.</p><p>Em suma, considero que a minha prática pedagógica enquanto docente já está muito perto dos princípios do DUA, mas ainda há alguns aspetos que tenho de melhorar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-11 19:31:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Sofia Pedroso                Agrupamento de Escolas da Nazaré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3324714669</link>
         <description><![CDATA[<p>Sessão 4</p><p>Atividade 4.1</p><p>1.	As ideias e a informação são representadas de várias maneiras?</p><p>As ideias e a informação que vou apresentando aos meus alunos ao longo da minha prática letiva têm tido em conta as especificidades e as individualidades de cada um. Antes de cada abordagem tenho o cuidado de planificar a tarefa com a turma e de a descrever com uma linguagem/instrução simples e clara. No entanto, sempre que denoto que algum aluno não entendeu o pretendido tento reformular a instrução e se possível, acompanhada de um exemplo. </p><p>As informações são sempre apresentadas em mais do que um formato para facilitar a compreensão. Os resumos e pontos-chave são indispensáveis aquando a abordagem de conteúdos. A diversificação de estratégias e metodologias e o uso de tecnologias, incluindo a disponibilização online têm sido uma mais-valia e que foram valorizadas após o confinamento.</p><p>2.	os alunos podem expressar a sua compreensão dos conteúdos de várias formas?</p><p>O encorajamento e o feedback construtivo para com todos os alunos são comportamentos do quotidiano. Todos têm autonomia e liberdade para o cumprimento dos objetivos estipulados por nós. Relativamente às avaliações medem o sucesso dos alunos quanto aos objetivos de aprendizagem se forem construídas para o efeito, pois os alunos poderão ser submetidos a uma avaliação formativa com construções para a sua aprendizagem, avaliações diárias em contexto sala de aula e posteriormente a sumativa (escrita, apresentações orais, rubricas, trabalhos práticos).</p><p>As tecnologias são usadas regularmente para a partilha de materiais e entrega de trabalhos, mas sempre se acordo com a disponibilidade de tecnologias de cada aluno, sem nunca    prejudicar os que não têm acesso.</p><p>3.	os alunos têm múltiplas oportunidades de envolvimento?</p><p>Sempre que abordo determinado conteúdo demonstro entusiasmo e tento explicar e relacionar o significado do mundo real. Saliento o facto de existir um clima de sala de aula em que a diversidade de cada um é respeitada.</p><p>Após ter respondido ao questionário proposto, saliento que respondi maioritariamente “SIM” à  Checklist apresentada referente à minha atividade letiva, o que me agrada enquanto docente. Tenho consciência que não trato os meus alunos como um todo, mas tenho em consideração as individualidades de cada um, tendo como objetivo desenvolver as capacidades/aprendizagens de cada um. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-11 19:33:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Castro Lopes - AE Nazaré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3324715457</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao ler e analisar todos os itens da lista considero estar num patamar intermédio sobre o Desenho Universal para a Aprendizagem, em que alguns aspetos terão de ser melhorados. Tento sempre valorizar e chegar aos alunos de diferentes formas e tendo em atenção as suas especificidades, mas em turmas tão heterogéneas e diversificadas sinto que poderia melhorar algumas práticas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-11 19:33:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Andreia Lourenço - AE Cister</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3324719697</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao responder à checklist, verifico que o meu trabalho em sala de aula tem em conta a maioria das sugestões apresentadas.</p><p>Quando planifico as minhas aulas, procuro, sempre, antever as barreiras à aprendizagem  que possam existir, por forma a poder minimizá-las. Preocupo-me em envolver e motivar os alunos para as novas aprendizagens, apesar da difícil tarefa de lecionar dois anos na mesma turma e da diversidade de ritmos e necessidades. </p><p>Desta forma:</p><p>- diversifico os materiais e a forma como apresento os conteúdos;</p><p>- tenho em consideração o conhecimento prévio dos alunos sobre os temas a apresentar;</p><p>- procuro que os alunos sejam proativos nas aulas;</p><p>- apresento tarefas adequadas à diversidade/necessidade dos alunos e ritmos de trabalho;</p><p>- recorro ao trabalho de projeto na disciplina de Estudo do Meio;</p><p>- sento estrategicamente os alunos, por forma a promover o trabalho a pares; </p><p>(...)</p><p>Em suma, considero que  a minha prática pedagógica se baseia, nos princípios do DUA, mas que ainda tenho muitos aspetos a melhorar. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-11 19:36:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ofélia Gomes - AE de Cister</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3326339214</link>
         <description><![CDATA[<p>Após leitura e análise do documento, penso poder afirmar que cumpro a maioria dos itens referidos no documento. Tenho o cuidado de apresentar a informação de diferentes formas. Começo por apresentar o tema e discutir o que já sabemos sobre o mesmo, o que vamos aprender e o que gostariam de saber sobre o mesmo. Ao trabalhar os conteúdos são utilizadas estratégias diversificadas que vão desde a projeção de filmes/áudios, com diálogo com os alunos, leitura de textos acompanhados de imagens, dos manuais ou outros, jogos, que podem ser no computador (utilizo sites como a Aula Digital, Escola Virtual, o Wordwall, Ilha do Periscópio, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Tabuadas.pt">Tabuadas.pt</a>, &nbsp;entre outros), cartazes sistematizadores. Esforço-me bastante para ter sempre presente suporte visual, uma vez que a turma inclui uma aluna de PLNM.</p><p>Como forma de os alunos se explicitarem utilizamos muito a comunicação oral, muitas vezes acompanhada de desenhos, que os alunos explicam aos colegas (pois trata-se de uma turma de 1.º e 2.º anos). Posso dar como exemplo os desenhos em situações problemáticas que os alunos apresentam à turma e em que, de seguida passamos a representar, por outras formas, como operações, esquemas, tabelas, ou réguas numéricas. Havendo já alunos a optar por expressar as suas estratégias destas formas em detrimento do desenho.</p><p>Por outro lado, quando se trata de aulas com interação oral é sempre dado o Feedback imediato e noutro tipo de aulas o mais rápido que seja possível, pois o facto da coexistência de dois anos na sala, prejudica esta parte quando os alunos trabalham de forma mais autónoma, visto que o professor está a trabalhar conteúdos com outro ano.</p><p>No que respeita à disponibilidade de informação através do computador, nestas idades ainda é difícil, pois, na turma ainda há alunos sem acesso à internet e alguns que só têm acesso através de telemóvel. A dificultar esta situação, este ano a distribuição de computadores está muito atrasada não tendo sido distribuídos aos alunos do 1.º ano. Por outro lado, com a recolha dos aparelhos de internet móvel, cresceu o número de alunos do 2.º ano sem acesso à mesma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 20:01:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DUA- Lurdes Ferreira- AE Benedita</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3331796125</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano letivo 2014/2015 foi o último em que fui professora titular de turma. Desde essa altura que estou em&nbsp;&nbsp; Apoio Educativo / Coadjuvação e no ano letivo passado lecionei Escrita Criativa, aos 3º e 4º anos, em duas escolas do Agrupamento da Benedita.</p><p>Nos meus últimos anos com turma, o Projeto Educativo do Agrupamento estava relacionado com o Património Material e Imaterial das localidades deste Agrupamento. Sendo Turquel muito rico e diferenciado nesta área, dei completa liberdade aos alunos para desenvolverem um trabalho na Área de Projeto (individual ou a pares) sobre o tema em questão. Apareceram trabalhos muito diversificados como PowerPoint, desenhos, fotos, canções/ danças, maquetes, cartazes, trabalhos escritos…cada um apresentou como se sentiu mais confortável.</p><p>No final fez-se a reflexão sobre a forma como os projetos decorreram, das dificuldades sentidas, das aprendizagens, da forma como foi realizada a apresentação dos mesmos.</p><p>No ano letivo transato, na Coadjuvação não tinha muita liberdade de ação pois entrava nas salas de aula e auxiliava os alunos nos trabalhos que estavam a realizar no momento. Pude coadjuvar a colega Lurdes Machado e constatar que os momentos de Estudo Autónomo resultam muito bem e criam uma dinâmica de trabalho muito interessante (ao princípio estava receosa que houvesse confusão devido às características da turma).</p><p>Nos momentos da Escrita Criativa (1hora e 30m/ semana/por turma) começava sempre por apresentar um PowerPoint explicativo da atividade que se iria desenvolver (noção do que se pretendia e exemplos de exercícios práticos). Estas atividades desenvolvidas nestes momentos (conforme as características das turmas e pedidos dos professores titulares) eram desenvolvidas individualmente, a pares e coletivamente. Como tinha pouco tempo e nem sempre a atividade era regular, tinha que ficar terminada e depois os professores titulares poderiam completar e/ou dar continuidade da forma que mais lhes aprouvesse.</p><p>Verifico que ao longo dos anos foi realizando alguns dos itens do DUA mas claro que tenho ainda muito caminho para percorrer.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 20:45:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Filipa Bem - AEN - DUA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3355852336</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de analisar o questionário verifico que consigo chegar a mais alunos através dos princípios do Desenho Universal para a Aprendizagem.</p><p>Antes de apresentar um conteúdo novo tenho o cuidado de despertar a curiosidade dos alunos através de visionamento de vídeos  explicativos da matéria. De seguida, exploro os pontos chaves, para partir do geral para o concreto, de modo que todos os alunos estejam motivados e predispostos para aprender. Adapto o grau de dificuldade do trabalho que pretendo desenvolver à  capacidade dos diferentes alunos. Utilizo constantemente diferentes formas de trabalhar os conteúdos pretendidos.</p><p>Ao longo das aulas e sempre que é pertinente parto da realidade de algum aluno da turma para despertar a curiosidade do tema pretendido e deixo que seja o aluno a introduzir o tema. É realmente interessante que quando um aluno apresenta uma curiosidade ou desenvolve um tema os outros alunos também querem apresentar algum conteúdo que desperte a atenção dos colegas. Eles gostam de sentir que têm um papel importante neste processo de ensino-aprendizagem.</p><p>Neste momento andamos a fazer trabalho em grupo, ou seja, existe um tema que é previamente escolhido e em grupo os alunos vão fazer pesquisas e um trabalho final para apresentar à turma. Este tipo de trabalho está a resultar muito bem, pois além de desenvolver a camaragem, o respeito pela opinião do outro está também a desenvolver competências especifícas. Os grupos gostam bastante de apresentar o trabalho final e partilhar a informação e as curiosidades que descobriram.</p><p>Além desta estratégia utilizo bastante o trabalho a pares (os melhores alunos ajudam os alunos que têm mais dificuldade). Está prática além de facilitar a dinâmica da sala de aula, promove a amizade e empatia entre os alunos, o que se traduz num bom ambiente na sala de aula.</p><p>Quando há um bom ambiente na sala de aula tudo corre melhor. Neste momento sinto que os meus alunos compreendem as dificuldades uns dos outros e estão disponíveis para se ajudarem, além disso, enquanto ensinam também estão à aprender.  A escola não se pode focar só no desenvolvimento do currículo mas também no desenvolvimento do ser humano como um todo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-07 12:00:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paula Coelho Malhó, Educadora de Infância no Agrupamento de Escolas de Cister.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3357865756</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 01:26:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenho Universal para a Aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3357879792</link>
         <description><![CDATA[<p>O Desenho Universal para a Aprendizagem, que pretende implementar a diferenciação, no âmbito da aplicação do Decreto-Lei nº 54/2018, de 6 de julho, com as alterações entretanto introduzidas pela Lei nº 116/2019de 13 de setembro, vem reforçar a importância da individualidade, dos direitos, da expressão, inclusão e equidade nas avaliações e criação de ambientes salutares ás crianças que na sua singularidade, ou/e juntos, criam um grupo de trabalho, que depois reflete as aprendizagens, as normas, a responsabilidade, a autonomia, a estética, e muitos outros meios, de criar/recriar, a sua formação como pessoa, com todos os anseio e diferenças, com um Mundo para construir e todas as "ferramentas", disponiveis em que tudo muda a cada segundo, a começar pelas dinãmicas do trabalho no Pré-Escolar.</p><p>Relativamente ao "mundo", que se cria no Jardim de Infância, com estas alterações aplicadas, a diferença do que se vive actualmente, não se evidência tanto, pois é uma realidade diferente dos outros graus de ensino. A envolvência, a relação afetiva e a dinâmica do funcionmento na sala de Jardim de Infância, a integração e interação que se cria no grupo, colmata muitas das diferenças que poderiam surgir, noutros graus de ensino.</p><p>A garantia da envolvência dos recursos da comunidade, a criação de um ambiente de aprendizagem, as variadas opcões que se proporcionam ás crianças,o desenvolvimento interpessoal e o pessoal. criam o ambiente ideal para que todos se expressem, na inclusividade e na individualidade." A equipe multidisciplinar que se pode criar de apoio à educação inclusiva, desempenha o papel fundamental na idetificação das medidas de suporte mais adequadas a cada aluno, assim como o acompanhamento e monitorização da eficácia da sua aplicação. O desenho universal para a aprendizagem e a abordagem multinível no acesso ao currículo constituem-se como as opções metodológicas subjacentes a este diploma. Para tal, as escolas veem reforçada a sua autonomia e a flexibilidade na mobilização de recursos e estratégias que promovam e assegurem a plena inclusão educativa de todos e de cada um dos alunos".(Sr. José Vítor Pedroso, Director-Geral, em nota de abertura, do livro: Educação Inclusiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 01:35:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7 ano: Ana Lopes, Ana Pedroso, Manuela Pinto, Paula Gomes</title>
         <author>manuelapinto11</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3361293551</link>
         <description><![CDATA[<p>Boa tarde a todos; </p><p>Publico aqui a nossa planificação DUA. Fiquem bem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:42:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lurdes Machado, Agrupamento de Escolas da Benedita</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3361299975</link>
         <description><![CDATA[<p>Após análise do documento, penso que tenho realizado atividades que se enquadram no DUA. </p><p>No ano letivo passado, na sequência de uma formação-Oficina que frequentei, sobre "O Estudo Autónomo e o Apoio individual das aprendizagens na sala de aula", tendo sido aplicada com os alunos, que contava do seguinte:</p><p>-Elaboração de um Plano Individual de Trabalho (PIT), à 2.ª feira, onde os alunos registavam as atividades diversificadas, que se comprometiam em realizar, 3/4horas (em todas as disciplinas), com ficheiros autocorretivos disponibilizados para todos. Havia alunos em gestão autónoma, ficando eu disponível para trabalhar em parceria, com alunos que necessitavam de maior apoio. No final da semana os alunos verificaram se cumpriram o plano, se realizaram mais atividades, registando o n.º na coluna, destinada para  esse efeito. A partir daí faziam uma reflexão escrita e eu também, baseada na reflexão deles. Os textos escritos podiam ser feitos no computador ou em papel e com inscrição (numa grelha) eu colaborava, na melhoria do texto.</p><p>As regras foram elaboradas por todos e afixadas na sala, assim como "dicas", para a  reflexão escrita. </p><p>As vantagens são muitas: os alunos trabalham muito, deslocam-se na sala para mudarem de atividade, sem perturbarem os colegas, que estão a fazer outras atividade. As atividades estão abrangidas na diferenciação pedagógica e os alunos com mais dificuldades realizavam as atividade, mostrando empenho. </p><p>Estas atividades estão incluídas no DUA, por abrangerem todos os alunos  e em diálogo com eles, todos diziam que gostavam muito de fazer atividades do Estudo Autónomo/PIT.</p><p>Neste ano letivo, estou a implementar o projeto "Recuperar ciências", no âmbito do Plano de Ação Estratégica, realizando experiências, em todas as turmas/escolas do agrupamento. Nestas atividades estão incluídos todos os alunos e todos são participam nas atividades. Na reflexão oral, a avaliação é muito positiva.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:47:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo de trabalho: Filipa, Hugo, Ofélia, Andreia</title>
         <author>hugoesgaio</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3361372733</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 18:46:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 4 - Sílvia Coimbra, Mónica Reis, Lina Patrício</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3361383575</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 18:56:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 3 - Ofélia, Hugo, Sónia, Lurdes</title>
         <author>hugoesgaio</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3371783805</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 19:06:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1 - Andreia Lourenço, Filipa Bem , Lina Patrícia, Manuela Pinto e Sílvia Coimbra.</title>
         <author>manuelapinto11</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3371783866</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 19:07:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2: Ana Pedroso Lurdes, Mónica, Paula Gomes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3371832248</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 19:55:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo Pré Escolar - Sónia, Lurdes Ferreira, Lurdes Machado, Ema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3377431347</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-22 11:04:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão sobre as respostas ao questionário DUA - Checklist para o professor</title>
         <author>manuelapinto11</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3378256596</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>Após preencher o questionário – Checklist para o professor – relativamente à implementação do DUA (Desenho Universal para a Aprendizagem), posso dizer que nas minhas práticas letivas ponho em prática praticamente todos os itens do questionário.</p><p>Faço-o com a intenção de que todos os alunos tenham acesso equitativo ao conhecimento, independentemente das suas necessidades ou estilos de aprendizagem. Vou utilizando diferentes estratégias que promovem a acessibilidade, a inclusão e o envolvimento ativo dos alunos.</p><p>Relativamente à<strong> representação da informação, </strong>apresento a informação de diversas formas, recorrendo a recursos visuais diversos: esquemas, diagramas, imagens e mapas mentais, vídeos e animações, recorro a animações interativas para demonstrar processos complexos; sempre que possível, realizamos experiências laboratoriais, permitindo a exploração tátil e prática dos conceitos.</p><p>Relativamente à <strong>expressão </strong>permito que os alunos tenham diferentes maneiras de expressar o que aprenderam sob a forma de trabalhos escritos e relatórios, apresentações orais ou em vídeo, modelos e maquetes para representar fenómenos científicos, como a estrutura do vulcão, ciclo das rochas, etc…Fazemos quizzes e jogos educativos para reforçar as aprendizagens de forma lúdica e interativa.</p><p>Relativamente ao<strong> envolvimento </strong>para motivar os alunos e promover um ambiente inclusivo, diversifico as metodologias de ensino e recorro ao ensino baseado em projetos, trabalho em grupo (incentivo a colaboração, permitindo que os alunos aprendam uns com os outros), utilizo jogos, desafios para tornar as aulas mais dinâmicas e motivadoras e relaciono os temas abordados com situações do dia a dia, para que sintam que as aprendizagens são significativas.</p><p>A aplicação do DUA nas aulas de Ciências Naturais proporciona-nos um ambiente mais acessível, dinâmico e motivador. Ao diversificar as estratégias de ensino e avaliação, procuro que todos os alunos tenham oportunidades iguais de aprendizagem, respeitando as suas diferenças individuais e promovendo o sucesso académico de forma inclusiva.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-23 19:06:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3378256596</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trabalho da sessão 7 - autoavaliação da formação</title>
         <author>manuelapinto11</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3378323978</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1981970125/03b1741976ea9f0ecea2322532e6088b/Autoavalia__o_da_forma__o.docx" />
         <pubDate>2025-03-23 21:20:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3378323978</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trabalho Sessão 7- Ana Castro Lopes_AENazaré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3381903305</link>
         <description><![CDATA[<p>A participação nesta ação de formação foi uma mais valia no meu desenvolvimento profissional e pessoal, uma vez que ao longo da formação houve um envolvimento em todas as sessões em que estive presente, tendo sido muito enriquecedores os momentos de partilha e reflexão realizados, tanto com a formadora, pois a sua experiência e conhecimentos foram de grande relevância para melhor delinear os caminhos a ter em consideração na implementação de estratégias; como com os restantes formandos, nas tarefas realizados em grupo, onde muitas ideias se debateram, pois os pontos de vista de cada um e as suas experiências, são uma mais valia neste processo de aprendizagem..</p><p>&nbsp;Por motivos de saúde não tive a oportunidade de estar presente em duas sessões, mas acompanhei os temas abordados nessas sessões, não tendo a oportunidade de realizar uma tarefa de grupo.</p><p>Esta formação foi um elemento essencial para garantir a inclusão real e efetiva na sala de aula. Quanto maior a capacitação dos professores nesta área, mais fácil será criar um ambiente de aprendizagem mais diversificado, respeitoso e enriquecedor, favorecendo o desenvolvimento de todos os alunos, sem exceção.</p><p>Na primeira sessão começamos por refletir sobre o significado inclusão em sala de aula, a importância de diversificar e diferenciar estratégias de modo a que sejam atendidas as necessidades únicas de cada aluno de forma eficaz e equitativa, independentemente dos desafios que este processo possa trazer.</p><p>Na segunda sessão, conseguimos verificar, através de um questionário para apoiar o autoconhecimento da escola, que no nosso agrupamento já desenvolve boas práticas de inclusão, utilizando estratégias diversificadas, que também possam envolver a comunidade escolar. No entanto há sempre espaço para melhorar, adaptar e aplicar novas práticas, pois não há uma única “fórmula” para que todos os alunos consigam alcançar o sucesso. Assim este processo está em constante construção e inovação.</p><p>&nbsp;</p><p>Na terceira sessão refletimos sobre o efeito camaleão e como as nossas expetativas relativamente aos alunos podem melhor ou limitar o seu desempenho, caso as expectativas sejam positivas ou negativas, respetivamente.</p><p>Na quarta sessão após a leitura e análise da checklist do DUA verifiquei que o meu trabalho em sala de aula tem em conta bastantes itens apresentados, encontrando-me num patamar intermédio. Embora me baseie no DUA, nem sempre é fácil colocar em prática com turmas tão heterógenas. No entanto vou continuar a ter como base o DUA de modo a melhorar as minhas práticas letivas, continuando a diversificar as estratégias e a melhor poder ajudar os meus alunos a alcançar o sucesso.</p><p>Na quinta sessão foi importante planificar uma aula inclusiva. A reflexão e troca de ideias e o foi de extrema importância, mais uma vez, e apesar da planificação ser da disciplina de Ciências e não de Matemática não trouxe impedimentos na elaboração desta planificação. Tentamos considerar todos os fatores que permitem que o aluno obtenha sucesso, podendo-o ajudar, ajustando tarefas, a ser autónomo e percorrer o caminho que está a fazer sem se sentir constantemente placado por obstáculos é o ideal de qualquer professor.</p><p>Na sexta sessão e na sétima, não pude estar presente, no entanto ao ler os documentos e os trabalhos elaborados pelos restantes formandos, conclui que as diferentes formas de avaliação na educação inclusiva são essenciais para garantir que todos os alunos possam aprender de maneira equitativa e eficaz.</p><p>De notar que a autoavaliação a par da heteroavaliação, podendo esta última ser realizada pelo professor ou por um colega, é de extrema importância, uma vez que se os alunos tiverem noção dos seus progressos e das lacunas ainda existentes e poderão ser aplicadas estratégias que direcionem ao sucesso. Se o aluno conseguir fazer frequentemente a sua autoavaliação, ganha autonomia e perceberá melhor o que a direção que deve tomar e os pontos da aprendizagem que devem ser reforçados. Elas permitem que os professores adaptem o seu ensino às necessidades individuais, promovam a autonomia dos alunos e criem um ambiente de aprendizagem que valoriza e respeita as diferenças. Ao diversificar as formas de avaliação, a educação inclusiva torna-se mais acessível, justa e eficaz para todos os alunos, garantindo uma verdadeira equidade no processo de ensino aprendizagem.</p><p>Para que tal aconteça as dinâmicas de sala de aula também devem ser alteradas, permitindo a aplicação de diferentes estratégias, metodologias e utilizando as novas tecnologias. Estas dinâmicas e uma avaliação formativa de forma mais regular podem conduzir a uma avaliação sumativa mais realista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 18:14:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3381903305</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hugo Esgaio - Reflexão</title>
         <author>hugoesgaio</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3381916070</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 18:25:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3381916070</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trabalho da Sessão 7 - Ofélia Gomes - AE de Cister</title>
         <author>gomesofelia</author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3381922018</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Práticas pedagógicas Inclusivas em sala de aula</strong></p><p>Os temas abordados nesta formação foram todos pertinentes e importantes para a prática docente e a verdadeira inclusão de todos os alunos, que faz parte da lei, mas que não é assim tão simples de colocar em prática. Nos últimos anos, a preocupação com a inclusão tem criado ainda maiores desafios aos professores, pois têm chegado às nossas escolas alunos de inúmeras nacionalidades , havendo na escola um novo grupo de alunos, os de Português Língua Não Materna, que são uma preocupação de todos e para os quais é necessário adaptar novas estratégias e formas de atuar, estando os professores ainda a modelar-se a esta situação, logo é um tema muito atual e importante para todos os docentes. . Do meu ponto de vista, a recolha de dados, é também um tema bastante pertinente, que penso ser necessário agilizar mais, com vista a uma melhorar Avaliação Formativa, que sendo sistemática e contínua nos permitirá planificar aulas e procurar as estratégias adequadas &nbsp;e com a equidade necessária, para que cada aluno possa obter o maior sucesso possível.</p><p>No entanto a temática que me suscitou mais interesse e que mais me preocupa é a forma de operacionalizar a Diferenciação Pedagógica.</p><p>O desenvolvimento e a aplicação em sala de aula de estratégias e metodologias que respondam às verdadeiras necessidades dos alunos são uma preocupação de todos os dias e &nbsp;não é tarefa fácil. Para tal é necessário:</p><p>- &nbsp;Preparar as tarefas atendendo à participação dos alunos com níveis diferenciados;</p><p>- Trabalhar o mesmo conteúdo com tarefas e formas diferentes, indo ao encontro dos interesses dos alunos;</p><p>- Recolher dados de forma, também diferenciada, a fim de respeitar os perfis de aprendizagem de cada um.</p><p>Por outro lado, é necessária uma gestão do tempo muito criteriosa, visto que todos necessitam da atenção do professor, embora uns mais do que outros. Este aspeto é também difícil de coordenar devido aos diferentes níveis ( e por vezes, como no 1.º ciclo diferentes anos de escolaridade), ritmos de aprendizagem, extensão dos programas e falta de recursos quer humanos, quer materiais.</p><p>A gestão do espaço é outro aspeto a considerar, o ambiente de sala de aula deve ser confortável e agradável, isento de elementos que distraem, para que o foco dos alunos esteja na atividade a realizar e com informações de interesse. A disposição das mesas também deve ter sida em conta e estar de acordo com o trabalho a desenvolver, permitindo aos alunos o acesso fácil a todos os materiais que necessitam.</p><p>As estratégias de ensino ativas como o Tempo de Estudo Autónomo (Com elaboração do Plano Individual de trabalho, Autoavaliação e Heteroavaliação e avaliação do professor), o Trabalho por Projetos, a Aula Invertida, o recurso à &nbsp;Criação (textos, objetos, pinturas, desenhos..), a prática de experiências, jogos a utilização das novas tecnologias, O trabalho a pares ou em grupo, a Assembleia de Turma, entre outros, são formas de cativar os alunos e de os tornar o centro das aprendizagens, tornando a escola mais inclusiva. No entanto, planificar e implementar diariamente este tipo de metodologias é bastante difícil para os professores, pois requer muito tempo de preparação das tarefas e materiais, que os professores, na maior parte das vezes, não dispõem.</p><p>Já muito caminho foi percorrido e a maioria dos professores é recetiva às mudanças, mas teremos de continuar a melhorar para conseguirmos uma melhor e maior inclusão de todos os alunos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-03-25 18:30:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3381922018</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Ana Sofia Pedroso - Agrupamento de Escolas da Nazaré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3381941497</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3595013654/aad79b26361da0b60e736aa622104930/Trabalho_sess_o_7_e_8.pdf" />
         <pubDate>2025-03-25 18:46:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3381941497</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trabalho da Sessão 7 - Mónica Reis - AE Cister</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3381973312</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Reflexão sobre a Formação Práticas Pedagógicas Inclusivas</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><em>"Inclusão não é colocar o diferente no mesmo espaço, mas transformar esse espaço para que todos se sintam parte dele."</em></p><p>&nbsp;Romeu Sassaki</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Durante esta formação, tive a oportunidade de aprofundar o meu conhecimento sobre a importância de integrar ainda mais diversidade nas práticas pedagógicas e e de perceber como é fundamental criar de ambientes mais inclusivos. O diálogo acerca da diferença entre integração e inclusão foi particularmente esclarecedora e enriquecedora, destacando-se a necessidade de promover a participação ativa de todos os alunos, independentemente das suas características específicas ou necessidades.</p><p>Partilharam-se, ao longo das sessões, estratégias para tornar as aulas mais acessíveis e abordagens que favorecem a inclusão, como a diferenciação pedagógica e a avaliação formativa. Também ficou claro o papel essencial das famílias na construção de uma escola verdadeiramente inclusiva, para além da importância de uma colaboração estreita entre professores e a comunidade escolar.</p><p>Foi particularmente interessante podermos partilhar experiências e práticas diversificadas, métodos mais flexíveis e colaborativos que poderei a vir aplicar nas minhas aulas, e perceber como é importante a criação de espaços de aprendizagem mais dinâmicos e estimular as práticas colaborativas entre os alunos.</p><p>Tive a oportunidade de refletir sobre a minha prática pedagógica, reforçando aquilo que já considerava antes, que a inclusão deve estar incluída em todos os aspetos do ensino. É possível construir um ambiente onde todos os alunos possam aprender de forma plena.</p><p>Esta formação envolveu uma série de atividades/trabalhos que favoreceram a reflexão e a aplicação prática dos conceitos discutidos, por forma a permitir a construção de um ambiente escolar mais inclusivo e adaptado às diferentes realidades dos alunos.</p><p>Os momentos de partilha permitiram a troca de perspetivas e soluções para os desafios da inclusão escolar. Cada atividade serviu para estimular a reflexão crítica e facilitar a aplicação das metodologias inclusivas, trocar experiências acerca de situações reais e identificar soluções eficazes para lidar com a diversidade em sala de aula. Estas atividades levaram-me a aprofundar o meu conhecimento sobre políticas educacionais inclusivas, metodologias diferenciadas e práticas colaborativas. Também me ofereceram ferramentas para melhorar a minha interação com os alunos, criar um ambiente de aprendizagem mais equitativo e participativo. <br>Os maiores desafios relacionam-se agora com a necessidade de adaptar as minhas práticas de ensino aos muitos perfis dos alunos. Exige repensar diariamente a forma como planeamos as atividades a desenvolver. É necessário desenvolver uma visão mais empática e atenta à inclusão, reforçando o compromisso com a construção de um ambiente educacional mais justo e acessível para todos, independentemente de suas características, origens ou necessidades.</p><p>A integração não se pode limitar à presença física do aluno com necessidades específicas no ambiente escolar. Deve garantir a participação ativa de todos e garantir que todos os alunos possam aprender e desenvolver plenamente as suas aptidões, de acordo com as suas capacidades e formas de ser/pensar. É necessário recorrer à diferenciação pedagógica, ao uso de recursos adaptativos e ao envolvimento das famílias e da comunidade escolar no processo.</p><p>É fundamental promover um ensino realmente significativo para todos e pensar na inclusão como uma prática diária, onde cada aluno é valorizado na sua individualidade, sem perder o sentido do coletivo. Um desafio constante, e a oportunidade de realizar uma verdadeira transformação na educação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 19:17:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise crítica/reflexiva - Paula Gomes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3382021194</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>ANÁLISE CRITICA/REFLEXIVA</strong></p><p>A formação em Práticas Pedagógicas Inclusivas em Sala de Aula proporcionou-me uma visão mais clara e aprofundada sobre a importância da inclusão na educação.</p><p>Ao longo do curso, a exploração dos diversos documentos legislativos e orientações que norteiam a implementação da educação inclusiva (Decreto-Lei n.º 54/2018, o Decreto-Lei n.º 55/2018, o PASEO e os Aprendizagens Essenciais), permitiu-me uma reflexão sobre as minhas práticas e uma visão de que, embora siga na direção certa, acolher a inclusão é um desafio continuo, que vale a pena e em que é preciso acreditar e persistir.</p><p>As partilhas de experiências e práticas foram bastante enriquecedoras e vieram evidenciar todos os esforços que se têm vindo a verificar, no sentido da inclusão na educação, através de estratégias diferenciadas e diferenciadoras que visam ajustar de forma flexível e com intenção o currículo às necessidades e características de cada aluno, promovendo um ambiente inclusivo e acolhedor.</p><p>Todas as atividades propostas ao longo do curso (a reflexão individual inicial, a resposta à checklist, com base no DUA, e os trabalhos em grupo - a planificação de uma aula com base no DUA e o trabalho sobre as dinâmicas de sala de aula) foram de grande interesse e proporcionaram momentos essenciais de trabalho colaborativo, partilha e de reflexão conjunta essenciais para que possamos encarar os desafios e ultrapassar obstáculos.</p><p>Embora tenha considerado muito oportunas todas as atividades propostas, considerei especialmente relevante o último trabalho, que nos ajudou a reforçar a reflexão sobre a importância de promover o reforço da Avaliação formativa, na operacionalização das estratégias inclusivas de gestão do currículo e o seu contributo para o processo de ensino aprendizagem.</p><p>Para concluir gostaria de reforçar que os tempos trazem evolução e assim também evoluiu a forma como colocamos o aluno, face à aprendizagem. Para que o aluno possa ser o elemento central desse processo, a escola tem que o ver como único, e acolhê-lo. proporcionando-lhe as oportunidades de aprender de acordo com as suas características. O aluno, ao sentir-se verdadeiramente acolhido, vai sentir uma relação de pertença e isso irá fazer a diferença quer na construção do conhecimento, quer na sua formação integral, com cidadão.</p><p>&nbsp;</p><p>“A inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades”</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 20:05:47 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão  da Ação Sónia Gaspar</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 20:44:57 UTC</pubDate>
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         <title>ANÁLISE CRITICA/REFLEXIVA - Lina Patrício</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-03-25 20:54:33 UTC</pubDate>
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         <title>Lurdes Ferreira- AE Benedita</title>
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         <description><![CDATA[<p>Durante as várias sessões estive presente (à exceção do dia 11/02/2025) e participei de forma rudimentar nos desafios propostos pela formadora. Reconheço que durante a discussão e análise dos diferentes temas fui mais espectadora que elemento ativo, mas este facto tem a ver com variados fatores. As sessões começavam na hora em que dava o jantar ao meu filho na UCC (Batalha) e depois tinha a deslocação para casa (Benedita). Seguia os trabalhos pelo telemóvel, mas a concentração e participação foram afetadas. Durante a semana andava assoberbada com as deslocações, com a preparação da vinda do meu filho para casa (com as várias adaptações que tive que realizar na habitação, reuniões na UCC e no CEERIA, …). Várias foram as vezes que senti que deveria desistir, porque não estava concentrada nem cooperante o suficiente com os colegas. Para eles o meu OBRIGADA pela ajuda!&nbsp; A minha personalidade também não ajuda: Gosto mais de ouvir que ser ouvida.</p><p>Já não sou professora titular de turma desde o ano letivo 2015/2016, mas sim professora de apoio educativo e coadjuvante. Nos anos letivos transatos, na Coadjuvação não tinha muita liberdade de ação pois entrava nas salas de aula e auxiliava os alunos nos trabalhos que estavam a realizar no momento. Esse trabalho nem sempre era assíduo, nem regular. Já no atelier da Escrita Criativa tive mais autonomia, porque apesar da maioria das colegas me dizerem qual o conteúdo que gostariam de ver trabalhado em determinada altura, eu escolhia os temas, o modo de os apresentar, de os realizar (individual, a pares/ tutoria, em pequeno / grande grupo). Ia tentando sempre adequar a forma de trabalhar e o grau de exigência das tarefas ao nível de aprendizagem dos alunos, ao seu ritmo de trabalho e até à sua diversidade de aprendizagens.</p><p>Todos os temas abordados nesta formação foram oportunos, mas aquele que me suscitou mais interesse foi o DUA, porque me permitiu repensar a minha forma de trabalhar e é aquele que quando tiver mais liberdade de ação irei pôr mais em prática devido à diversidade de desafios que cada vez mais a ESCOLA enfrenta. Nos nossos dias existe mais diversidade de alunos (várias etnias, migrantes, refugiados, diferenças linguísticas, várias realidades culturais e socioeconômicas familiares, etc …)</p><p>As sessões foram sempre muito oportunas e esclarecedoras. Estas permitiram-me aprofundar os meus conhecimentos sobre as práticas pedagógicas.</p><p>Houve sempre disponibilidade por parte da nossa formadora para nos tirar dúvidas, o diálogo e a troca de ideias e experiências também foi importante e essencial para que estivéssemos motivados.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 09:40:14 UTC</pubDate>
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         <title>ANÁLISE CRITICA/REFLEXIVA- Filipa Bem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3385090361</link>
         <description><![CDATA[<p>“O objetivo da educação inclusiva não é tornar todas as crianças iguais, e sim respeitar e valorizar as diferenças.”</p><p><em>Andrea Ramal</em></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Gostei muito de ter participado nesta formação, pois atualizei muitos conhecimentos e verifiquei que muito do trabalho que desenvolvo faz parte do Desenho Universal da Aprendizagem (DUA), apesar de até esta formação não o conhecer.&nbsp; A interação e trabalhos de grupo presentes ao longo das várias sessões foram uma mais valia, pois permitiram trocar experiências e verificar que muitas das minhas dúvidas não são só minhas, mas gerais à maior parte dos meus colegas.</p><p>Foi muito difícil escolher um tema para refletir, pois eles encontram-se interligados e para mim é quase impossível falar sobre a inclusão sem falar da avaliação, do DUA, dos longos currículos... Não podemos querer que a escola seja inclusiva e continuar com os modelos tradicionais de educação...</p><p>Uma escola inclusiva é uma escola para todos. É uma escola onde todos os alunos têm lugar independentemente das suas caraterísticas, onde todos têm acesso a uma aprendizagem de qualidade, onde se adaptam os recursos para dar resposta à sua diversidade. Mas trabalhar a inclusão não é fácil, temos de sair da nossa zona de conforto e estarmos constantemente a repensar o nosso método de ensino. Por vezes o que resulta num dia já não resulta noutro.</p><p>Desde sempre procurei integrar todos os meus alunos e fazer com que estes se sentissem acolhidos e respeitados nas suas diferenças. Quando pensava em diferenças pensava em dislexia, autismo, défice de atenção/concentração, hiperatividade... Todavia a realidade das nossas escolas sofreu uma grande mutação nos últimos anos e agora a inclusão não é só para quem tem limitações cognitivas ou motoras mas para todos, e neste momento recebemos muitos imigrantes que não têm as mesmas bases, a mesma cultura, a mesma língua. Não é fácil para um professor lidar com tanta diversidade na sala de aula... Com esta formação constatei que todos precisam de inclusão, não só os alunos mas também nós professores e restante comunidade educativa.</p><p>Apesar de nos últimos anos a escola ter assistido a uma melhoria no que diz respeito à inclusão, nomeadamente a nível de apoios, de espaços e de acessibilidades, esta ainda tem um longo caminho a percorrer e devíamos começar por reduzir o número de alunos por turma, a extensão dos programas e a sua complexidade (pelo menos nos primeiros anos de ensino).&nbsp; O papel da educação é esbater as desigualdades, é criar as condições para os alunos chegarem o mais longe possível, e com tantos alunos por turma fica difícil chegar a todos e desenvolver as potencialidades de cada um. &nbsp;Não é fácil cumprir currículos quando as nossas turmas são cada vez mais heterogéneos e os alunos precisarem cada vez mais de apoio individualizado. Assistimos cada vez mais a uma grande diversidade&nbsp; na sala de aula e há as mais visíveis e as menos visíveis, e estas últimas são muito mais trabalhosas. A escola tem que respeitar todos, tem que respeitar a individualidade de cada aluno. Neste momento estamos a preparar alunos para um mercado de trabalho desconhecido, para um futuro incerto, por isso é tão importante desenvolver o aluno como um todo (a nível pessoal, social, ambiental...). A sociedade está em mutação e a escola faz o seu melhor para se adaptar, para trabalhar o respeito, a solidariedade, a empatia. É pedido cada vez mais às escolas que desenvolvam a visão holística do aluno, porém, no geral, assistimos a filhos “criados por telemóveis”, com acesso muito prematuro às redes sociais, com muita imaturidade emocional e nem sempre disponíveis para a aprendizagem.</p><p>A escola inclusiva é uma escola que promove a equidade e não a igualdade, pois devemos dar a cada um o que cada um precisa. Esta é outra grande dificuldade para o professor, visto que tem que estar constantemente a adaptar conteúdos, a diversificar meios de exposição e exploração da matéria de forma a chegar a todos os alunos.</p><p>O grande desafio da educação é ter uma escola verdadeiramente inclusiva onde se promove a igualdade, que responde à diversidade dos alunos e onde esta seja vista como uma vantagem, onde cada aluno se sinta valorizado e possa desenvolver o seu potencial, contribuindo assim para uma sociedade mais justa e igualitária.</p><p>Saio desta formação muito mais capaz e segura para enfrentar os desafios do meu trabalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 13:30:16 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese/Reflexão-Sílvia Coimbra, Agrupamento de Escolas de Cister</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3388249220</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 21:18:45 UTC</pubDate>
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         <title>Autoavaliação - Andreia Lourenço - AE Cister</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cfaecanpad/157_Praticas_pedagogicas/wish/3389342229</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta formação revelou-se uma mais-valia e uma forma de gerar e ativar os meus conhecimentos, redirecionar interpretações, alargar perspetivas e, consequentemente, melhorar práticas. Fiquei muito mais esclarecida na interpretação dos documentos legais, especialmente tendo em conta o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e às funções que, enquanto docente, terei que desenvolver.</p><p>Destaco as atividades práticas propostas ao longo das várias sessões, tanto de caráter individual como de grupo, pois permitiram avaliar-me enquanto professora - o que faço e como faço e como devo melhorar – exercício que considero fundamental e que, nem sempre nos dispomos a fazer. Nas tarefas coletivas, sosseguei-me ao entender que as minhas dúvidas, receios e dificuldades eram afinal partilhadas e sentidas pelos outros colegas. Entendi, pois, que é urgente um maior compromisso, um maior envolvimento, uma aula que reflita as necessidades de cada aluno, estimule aprendizagens e desenvolva a autonomia pois acredito que à medida que “os capacitamos eles devolvem mais”. É preciso conhecer o aluno, ouvi-lo, envolvê-lo, ouvir os pais e, sobretudo diferenciar, multiplicar os meios de apresentação e de expressão, talvez subtrair os de avaliação e somar, somar no envolvimento e na motivação.<em> </em>Em suma, estou certa da mais-valia desta formação – foi muito profícua na aquisição de competências profissionais, mas também pessoais. Se a minha participação nesta ação teve como objetivo principal a atualização científica, o esclarecimento de dúvidas e a partilha de práticas pedagógicas, que considero terem sido plenamente atingidas, é certo também que as intervenções dos colegas e da formadora também me fizeram sentir e ouvir de outra forma. É bom quando levamos a certeza de que o caminho se faz caminhando e que estamos a dar os passos certos para uma Escola (mais) Inclusiva, de Todos e para Todos.</p><p>A partilha de recursos teóricos e práticos por parte da formadora, através do <em>Moodle</em>, também se revelaram muito importantes, permitindo um trabalho de aprofundamento dos conhecimentos em regime não presencial. No meu caso, este aspeto foi crucial, permitindo-me fazer uma revisão da literatura fora do período das sessões, possibilitando-me assim uma melhor gestão do tempo disponível.</p><p>Durante as sessões presenciais procurei tirar o máximo proveito das exposições/explicações realizadas pela formadora e aprender com os mais variados momentos de partilha que aí decorreram.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 13:42:36 UTC</pubDate>
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         <title>Lurdes Machado - reflexão - sessão 7</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 17:11:21 UTC</pubDate>
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