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      <title>Coordenação do Trabalho Pedagógico by Emilly Camila Teixeira da Silva</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-23 12:06:42 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação do conteúdo</title>
         <author>emillycamila</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta linha de tempo tem como objetivo evidenciar os conceitos de gestão e administração das escolas e da educação brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 12:16:43 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>emillycamila</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Constituição Federal de 1988 e a LDBEN n° 9.394/96 assegura o direito á educação, obtendo princípios entre direitos e deveres na educação pública, de forma responsável e colaborativa entre União, Estado e Municípios.<br>A partir dessa nova concepção escolar, o conceito de organização começou a ter novos rumos que tiveram início nos princípios democráticos, de construção coletiva e autonomia, o que deu início a Gestão Escolar Democrática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 12:28:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Primeiros Escritos da Administração Escolar no Brasil</title>
         <author>emillycamila</author>
         <link>https://padlet.com/emillycamila/zs158qhxj6blpjc2/wish/2268702322</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1930, os ideais progressistas da educação estavam em contraposição à educação tradicional, o que ocasionou dificuldade de desenvolvimento do país naquele período. A principal influência se deu através da corrente norte-americana que é denominada Nova Escola.<br><br>Esse grande movimento pedagógico protagonizado por John Devey problematizou a necessidade da ampliação do campo educacional que fosse voltado para oferta e ampliação da cientificidade e dos problemas da Administração Escolar.<br>&nbsp;<br>Diante desse contexto, o discurso dos principais intelectuais brasileiros refletiam o momento histórico em que se dava início as bases do surgimento dos primeiros escritos teóricos da Administração Escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 12:35:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nesse período, foram destaques as obras de:               Leão (1945), Teixeira (1961, 1964 e 1997), Ribeiro (1986) e Lourenço Filho (2007)</title>
         <author>emillycamila</author>
         <link>https://padlet.com/emillycamila/zs158qhxj6blpjc2/wish/2268712761</link>
         <description><![CDATA[<div>Os autores mencionados e suas obras constituíram o material histórico-bibliográfico sobre o qual se buscará entender os primeiros contornos teóricos na área da administração escolar.<br><br>&nbsp;A escolha destes autores se deu pelo fato de serem considerados os pioneiros nos escritos teóricos sobre a temática da&nbsp;administração escolar no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 12:45:51 UTC</pubDate>
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         <title>Antônio de Arruda Carneiro Leão</title>
         <author>emillycamila</author>
         <link>https://padlet.com/emillycamila/zs158qhxj6blpjc2/wish/2268717230</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do século XX, houve uma grande expansão da oferta educativa e da complexidade do processo administrativo da educação. Segundo Leão (1945), a tarefa de dirigir a educação passa a ser uma das mais difíceis, o que gerou a necessidade de conceber um tipo de administração modernizada, logo, "a administração da educação começou a inspirar-se na organização inteligente das companhias, das empresas,&nbsp; das associações industriais ou comerciais bem aparelhadas" (LEÃO, 1945.p,154).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 12:50:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>José Querino Ribeiro</title>
         <author>emillycamila</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ribeiro alcançou êxito com sua obra referente à Administração Escolar, onde argumentava sobre o "progresso social geral", a escola por sua vez ganhava mais importância, com a determinação de ensinar e fazer aprender.<br>Outro fundamento da teoria de Ribeiro, são os princípios do processo da escolarização moderna, os quais se vincular a concepção do movimento pedagógico da Escola Nova.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 13:03:18 UTC</pubDate>
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         <title>Anísio Spinola Teixeira</title>
         <author>emillycamila</author>
         <link>https://padlet.com/emillycamila/zs158qhxj6blpjc2/wish/2268733168</link>
         <description><![CDATA[<div>Anísio Teixeira enquanto administrador de órgãos da educação do Distrito Federal acumulou experiências sobre às mudanças necessárias na estrutura escolar, bem como as transformações operadas na sociedade que colocaram a escola no âmbito das necessidade sociais e individuais.<br><br>Para Teixeira, as escolas deveriam destinar o ensino para todos e não apenas para uma minoria da elite, o mesmo ressalta que toda mudança ocorrida irá refletir no papel do professor, que em si exercia três papéis (administra a classe, ensina e guia o aluno), assim como o administrador. escolar. Logo, a administração escolar requer novos métodos.<br><br>Teixeira cita que a natureza da administração escolar é de "subordinação e não de comando da obra da educação", que efetivamente se realiza entre o professor e aluno (1964, p. 17). Por fim, a aplicação das teorias da administração empregadas nas fábricas não poderiam ser as mesmas que na escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 13:05:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Crítica ao Modelo de Administração Escolar e os primeiros contornos do conceito de Gestão Escolar</title>
         <author>emillycamila</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a abertura da nova fase de elaborações teóricas no campo da administração escolar de políticas democráticas no Brasil, principalmente a partir das lutas em prol da democracia e da cidadania, foram destacados alguns escritos, tais como os de :<br>- Arroyo (1979);<br>- Félix (1985);<br>- Paro (2000).<br><br>Arroyo destaca que a administração tem finalidade de poder, onde estabelece o desenvolvimento econômico como prioridade, assim como na administração escolar, que aí reproduzir as relações capitalistas contribuem para o aumento das desigualdades. E finaliza :<br>"O problema, pois, é como encontrar mecanismos que gerem um processo de democratização das estruturas educacionais através da participação popular na definição de estratégias, na organização escolar, na alocação de recursos e, sobretudo, na redefinição de seus conteúdos e fins. Fazer com que a administração da educação recupere seu sentido social (ARROYO, 1979, p. 46)."<br><br>Compartilhando do mesmo pensamento de Arroyo, Félix desenvolve a crítica a administração escolar, e apresenta que as Teorias de Taylor e Fayol são frutos de organizações capitalistas. Logo roda função administrativa tem um propósito:&nbsp; “exercer pleno controle sobre as forças produtivas, o que ocorre desde o planejamento do processo de produção até o controle das operações executadas pelo trabalhador” (FÉLIX, 1985, p. 35).<br>Por se apresentar como essencialmente&nbsp;<br>técnica, as teorias da administração empresarial aplicadas no âmbito da educação desviam os problemas de suas razões sociais, econômicas e políticas para soluções técnicas, “obscurecendo a análise dos condicionantes da educação” (FÉLIX, 1985, p. 82).<br><br>Frente á temática da Administração Escolar, Paro (2000) a partir de uma análise marxista, configura o trabalho como elemento central da vida humana e do caráter que se adquire através do modo de produção capitalista. Nesse sentido, a administração é vista como a divisão do trabalho que se configura como matéria - prima, ou seja, produz lucro.&nbsp;<br>Contudo, a administração adquire diferentes conotações a partir dos condicionantes históricos em que está situada. Em sentido geral, segundo Paro (2000), a administração pode ser vista como a “utilização racional de recursos para a realização de fins determinados” (p. 18), podendo ser empregada em processos de diferentes naturezas.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 13:10:37 UTC</pubDate>
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         <title>Manoel Bergström Lourenço Filho</title>
         <author>emillycamila</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na ótica de Lourenço Filho, a escola exerciam um papel de produção econômica, onde faz-se necessário a importância da administração escolar, sendo uma função imprescindível. Vale destacar que a concepção do autor ressalta o desenvolvimento racional, com a divisão e distinção de tarefas, totalizando a divisão de trabalho. Neste caso, torna-se possível desenvolver e desdobrar noções sobre Organização e Administração.<br><br>Organizar, neste sentido, diz respeito a “bem organizar elementos (coisas e pessoas) dentro de condições<br>operativas (modos de fazer), que conduzam a fins determinados”(LOURENÇO FILHO,<br>2007, p. 46);<br><br>Administrar, por sua vez, “é regular tudo isso, demarcando esferas de responsabilidade e níveis de autoridade nas pessoas congregadas, a fim de que não se perca a coesão do trabalho e sua eficiência geral” (LOURENÇO FILHO, 2007, p. 47).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 13:14:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Os fundamentos da Gestão Escolar Democrática: mudanças e continuidades</title>
         <author>emillycamila</author>
         <link>https://padlet.com/emillycamila/zs158qhxj6blpjc2/wish/2268745612</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante de tantas mudanças ocorridas no campo da administração escolar, pode-se destacar que os intelectuais de 1980 buscavam superar a visão tecnicista e de neutralidade. Tendo como característica a educação enquanto prática social, pode-se identificar paralelamente as mudanças na configuração do mundo do trabalho, com implicações na organização do trabalho e na administração desse campo. O que parece estar situado nos ideias da Democratização da Gestão, de um lado como cidadania e construção de uma educação de qualidade, do outro como estratégia de gerenciamento econômico.<br><br>Vale ressaltar que quando se fala em administração ou gestão escolar a questão central diz respeito à organização do trabalho nestas instituições. As bases teóricas da gestão, ao desmistificar a visão ingênua de que esta organização do trabalho é algo definido no âmbito da própria instituição, dos objetivos educacionais e de suposta racionalidade científica desinteressada, estimula nesta forma de organização a instauração de reflexão crítica e do reconhecimento da existência de diferentes interesses.<br><br>Reconhecer este campo, perante as consequências de sua não neutralidade e sim de sua função política no âmbito da sociedade, abre espaço para possibilidades de construção de uma gestão pautada em uma racionalidade que atenda aos interesses da maioria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 13:17:01 UTC</pubDate>
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         <title>Referências Bibliográficas</title>
         <author>emillycamila</author>
         <link>https://padlet.com/emillycamila/zs158qhxj6blpjc2/wish/2268747450</link>
         <description><![CDATA[<div>ADRIÃO, T.; CAMARGO, R. B. A gestão democrática na Constituição Federal de 1988. In: OLIVEIRA, R.&nbsp;<br>de O.;ADRIÃO, T. (orgs). (2007) Gestão financiamento e direito à educação: análise da LDB e da<br>Constituição Federal. 2º ed. São Paulo: Ed. Xamã. (Coleção legislação e política educacional: textos&nbsp;<br>introdutórios)&nbsp;<br>ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do Trabalho. São Paulo: Boitempo, 2005.&nbsp;<br>ARROYO, M. G. Administração da educação, poder e participação. Educação e Sociedade. Ano I, n. 2,&nbsp;<br>jan./1979. Campinas: CEDES, 1979.&nbsp;<br>BRASIL. Constituição, 1988.&nbsp;<br>______. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Diretrizes e Bases para Educação Nacional.<br><br><br>CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 3ª Edição. São Paulo: McGraw-Hill do&nbsp;<br>Brasil, 1983.&nbsp;<br>CORAZZA, S. M. Currículos alternativos/oficiais:o(s) risco(s) do hibridismo. In: Revista Brasileira de&nbsp;<br>Educação, n° 17, p. 100-114, maio/jun./jul./ago., 2001&nbsp;<br>CUNHA, L. A. A Educação na Nova Constituição. Revista da Associação Nacional de Educação – ANDE,&nbsp;<br>Ano 6, nº 12, p. 5-10, 1987&nbsp;<br>DAGNINO, E. Sociedade Civil, Participação e Cidadania: de que estamos falando? In: MATO, D. (org.)&nbsp;<br>Políticas de Ciudadanía y Sociedad Civil en tiempos de globalización. Caracas: FACES, Universidad&nbsp;<br>Central de Venezuela, 2004.&nbsp;<br>DIAS, J. A. J. Querino Ribeiro – A busca de uma teoria da Administração Escolar. In: GARCIA, W.&nbsp;<br>Educadores Brasileiros do Século XX. vol. 1. Brasília: Plano Editora, 2002.&nbsp;<br>ESTADO do Rio Grande do Sul. Lei n. 10.576, de 14 de novembro de 1995.&nbsp;<br>FÉLIX, M. de F. C. Administração escolar: um problema educativo ou empresarial? São Paulo:&nbsp;<br>Cortez/Autores Associados, 1984&nbsp;<br>FERNÁNDEZ, S. J. Políticas Educacionais e Democratização Escolar: por que a democracia ainda fica na&nbsp;<br>“porta giratória”? In: NAJAR, J.; CAMARGO, S. (orgs.). Educação se faz (na) política. Niterói: EdUFF,&nbsp;<br>2006.&nbsp;<br>GRACINDO, R. V.; KENSKI, V. M. Gestão de Sistemas Educacionais: a produção de pesquisas no Brasil.&nbsp;<br>WITTMANN, L. C.; GRACINDO, R. V. (orgs.). O Estado da Arte em Política e Gestão da Educação&nbsp;<br>no Brasil – 1991 a 1997. Brasília: ANPAE, Campinas: Autores Associados, 2001.&nbsp;<br>LEÃO, A. C. Introdução à Administração Escolar. 2ª edição. São Paulo: Companhia Editora Nacional,&nbsp;<br>1945.&nbsp;<br>LIMA, L. C. A escola como organização educativa. São Paulo. Cortez., 2001.&nbsp;<br>LIMA, L. Modernização, racionalização e optimização: perspectivas neotayloristas na organização e&nbsp;<br>administração da educação. In: LIMA, L; AFONSO, A. Reformas da educação pública: democratização,&nbsp;<br>modernização, neoliberalismo. Porto: Afrontamento, 2002.&nbsp;<br>LOURENÇO FILHO, M. B. Organização e Administração Escolar: curso básico. 8ª edição. Brasília:&nbsp;<br>INEP/MEC, 2007&nbsp;<br>LÜCK, H. Gestão Educacional: uma questão paradigmática. 3ª Ed. São Paulo: Vozes, 2007. (Série Cadernos&nbsp;<br>de Gestão, v. I)&nbsp;<br>MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA. 1932.&nbsp;<br>MARQUES, L. R. Caminhos da democracia nas políticas de descentralização da gestão escolar. Ensaio:&nbsp;<br>avaliação, políticas públicas e Educação, Rio de Janeiro, v.14, n.53, p. 507-526, out./dez., 2006.&nbsp;<br>MENDONÇA, E. F. A regra e o jogo: democracia e patrimonialismo na educação brasileira. Campinas, SP:&nbsp;<br>Ed. LaPPlanE/ FE/ Unicamp, 2000.&nbsp;<br>PARO, V. Administração Escolar: introdução crítica. 9ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2000.&nbsp;<br>PARO, V. H. José Querino Ribeiro e o paradoxo da Administração Escolar. Revista Brasileira de Política e&nbsp;<br>Administração da Educação, v. 23, n. 03, p. 561-570, set./dez, 2007.&nbsp;<br>PEREIRA, G. R. de M.; ANDRADE, M. da C. L. de. A construção da Administração da Educação na RBAE&nbsp;<br>(1983-1996). Revista Brasileira de Política e Administração e Educação, v. 23, n. 1, p. 137-151,&nbsp;<br>jan./abr., 2007.&nbsp;<br>PINTO, G. A. Organização do Trabalho no Século 20: taylorismo, fordismo e toyotismo. São Paulo:&nbsp;<br>Expressão Popular, 2007.&nbsp;<br>PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Proposta da Sociedade Brasileira. Belo Horizonte, 1997.<br><br><br>RIBEIRO, J. Q. Ensaio de uma teoria da Administração Escolar. São Paulo: Saraiva, 1986.&nbsp;<br>SANDER, B. Administração da Educação no Brasil: genealogia do conhecimento. Brasília: Liber Livro,&nbsp;<br>2007a.&nbsp;<br>SANDER, B. Gestão da Educação na América Latina: construção e reconstrução do conhecimento. São&nbsp;<br>Paulo: Autores Associados, 1995.&nbsp;<br>SANDER, B. A pesquisa sobre política e gestão da educação no Brasil: uma leitura introdutória de sua&nbsp;<br>construção. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação, v. 23, n. 03, p. 421-447,&nbsp;<br>set./dez., 2007b.&nbsp;<br>SANTOMÉ, J. T. Globalização e interdisciplinariedade: o currículo integrado. Porto Alegre: Artes&nbsp;<br>Médicas, 1998.&nbsp;<br>SOUZA, C. Por Que Mudam as Formas de Gestão Pública? In: Gestão Pública: a trajetória da função&nbsp;<br>administração no Estado da Bahia. Cadernos FLEM – Fundação Luís Eduardo Magalhães. Salvador:&nbsp;<br>FLEM, 2003.&nbsp;<br>SOUZA, A. R. De. Perfil da Gestão Escolar no Brasil. PUC/SP, 302 p. Tese de Doutorado em Educação&nbsp;<br>(Programa de Pós-Graduação em Educação, PUC – SP). São Paulo, 2006.&nbsp;<br>TEIXEIRA, A. Que é administração escolar? Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v.36, n.84, p.84-<br>89, 1961.&nbsp;<br>TEIXEIRA, A. Educação para a Democracia: introdução à administração escolar. Rio de Janeiro: Editora&nbsp;<br>da UFRJ, 1997.&nbsp;<br>TEIXEIRA, A. Natureza e função da Administração Escolar. Cadernos de Administração Escolar, n.º 1.&nbsp;<br>Salvador: ANPAE, 1964.&nbsp;<br>VEIGA, C. G. História da Educação. São Paulo: Ática, 2007.&nbsp;<br>VIEIRA, S. L. Educação e Gestão: extraindo significados de sua base legal. In: LUCE, M. B.; MEDEIROS, I.&nbsp;<br>L. P. de. Gestão Escolar Democrática: concepções e vivências. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2006.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 13:18:29 UTC</pubDate>
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