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      <title>Introdução à metodologia - materiais de consulta by Laura Madrid</title>
      <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a</link>
      <description>Como tema da nossa revisão de literatura: A formação do cirurgião-dentista para o atendimento odontológico de pacientes surdos ou com deficiência auditiva.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-18 12:45:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-20 01:38:33 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Art. 25 do Decreto Nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005.</title>
         <author>laura_madridfm</author>
         <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3222136254</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>De acordo com o artigo 25º do Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, o atendimentoà saúde de pessoas surdas deve ser realizado por profissionais capacitados para traduzir einterpretar os sinais utilizados pelo paciente durante o atendimento. O decreto estabelece, em seu inciso IX, que "Atendimento às pessoas surdas ou com deficiência auditiva na rede deserviços do SUS e das empresas que detêm concessão ou permissão de serviços públicos deassistência à saúde, por profissionais capacitados para o uso de Libras ou para sua tradução einterpretação; e X - apoio à capacitação e formação de profissionais da rede de serviços do SUSpara o uso de Libras e sua tradução e interpretação". Reforça a importância de umatendimento odontológico humanizado para essas pessoas, destacando a comunicação eficazcomo um elemento essencial (Brasil, 2005).</p></blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10888065/artigo-25-do-decreto-n-5626-de-22-de-dezembro-de-2005" />
         <pubDate>2024-11-18 12:54:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3222136254</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PNS 2019: país tem 17,3 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência</title>
         <author>laura_madridfm</author>
         <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3222139286</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, no Brasil, havia 2,3 milhões depessoas (1,1%) com 2 anos ou mais de idade que apresentavam deficiência auditiva, ou seja,enfrentavam grande dificuldade para ouvir ou eram completamente incapazes de ouvir. (IBGE, 2021).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/31445-pns-2019-pais-tem-17-3-milhoes-de-pessoas-com-algum-tipo-de-deficiencia" />
         <pubDate>2024-11-18 12:56:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3222139286</guid>
      </item>
      <item>
         <title>JNT-BUSINESS AND TECHNOLOGY JOURNAL ISSN: 2526-4281 QUALIS B1 </title>
         <author>laura_madridfm</author>
         <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3222154597</link>
         <description><![CDATA[<p>A inclusão social de pessoas surdas no Brasil ganhou força no século passado, enfatizando anecessidade de ferramentas como a Língua Brasileira de Sinais (Libras), leitura labial ecomunicação escrita. Contudo, intérpretes podem introduzir erros devido à falta defamiliaridade com a terminologia médica, comprometendo a confidencialidade, compreensãodo tratamento e sua adesão. Já a leitura labial e a escrita, embora úteis, podem não sersuficientes em casos mais complexos. Por isso, é fundamental que os profissionais adquiramconhecimento em Libras e estejam atentos à linguagem corporal, gestos e expressões faciais,respeitando as limitações e as necessidades de cada indivíduo(Amorim; Rocha; Felipe, 2020).</p><p><br></p><p>Para um atendimento de qualidade, recomenda-se falar pausadamente, evitar jargões, usargestos simples e, se necessário, recorrer à escrita. Também é essencial criar um ambienteacessível, com sinalização visual e treinamento da equipe (Amorim; Rocha; Felipe, 2020).</p><p><br></p><p>Por isso, é vital que o currículo de formação dos profissionais inclua o aprendizado de Libras eque os serviços de saúde sejam preparados para oferecer um atendimento integral, acessível ehumanizado (Amorim; Rocha; Felipe, 2020).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2629998315/a173190c92c4aae9ac430ea3b8f15f56/AMORIM__Caio_Soares__ROCHA__Rhuann_Rodrigues_da__F_241118_100147.pdf" />
         <pubDate>2024-11-18 13:06:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PERCEPÇÃO DAS PESSOAS SURDAS SOBRE A COMUNICAÇÃO NO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO.</title>
         <author>laura_madridfm</author>
         <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3222164461</link>
         <description><![CDATA[<p>A comunicação entre dentistas e pacientes surdos enfrenta desafios significativos, muitasvezes comprometendo a qualidade do atendimento. Em um estudo com membros daAssociação de Surdos de Natal (ASNAT), 66,66% dos participantes afirmaram nunca teremrecebido orientações adequadas sobre saúde bucal. Além disso, 70% relataram que osdentistas não estão preparados para atendê-los. Essa barreira é refletida em um relatomarcante de um dos entrevistados: "Saio do consultório sem entender o que foi feito na minha boca."(Pereira; Monteiro; Monteiro; Costa, 2017).</p><p><br></p><p>Apenas 33,33% dos pacientes disseram que os profissionais utilizaram Libras, expondo anecessidade de inclusão e capacitação. Esse cenário reforça a urgência em alinhar a práticaodontológica com o direito legal de acesso à comunicação por meio de Libras, conforme a Leinº 10.436/2002 (Pereira; Monteiro; Monteiro; Costa, 2017).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2629998315/406674ed479ca9555520782a905a6d66/icosta__Art_5__1_.pdf" />
         <pubDate>2024-11-18 13:11:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Libras no atendimento a pessoa surda no serviço de odontologia: uma revisão de literatura.</title>
         <author>laura_madridfm</author>
         <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3222171732</link>
         <description><![CDATA[<p>É essencial que os profissionais de saúde na área de odontologia possuam um conhecimentobásico da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), a fim de oferecer um atendimento mais eficaz ede qualidade às pessoas surdas, proporcionando um ambiente de acolhimento e respeitodurante sua abordagem (Souza, et al., 2020).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/12214/10256" />
         <pubDate>2024-11-18 13:16:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3222171732</guid>
      </item>
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         <title>Comunicação com deficientes auditivos na ótica de profissionais de saúde </title>
         <author>laura_madridfm</author>
         <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3225088858</link>
         <description><![CDATA[<p>A utilização de estratégias alternativas de comunicação pode levar os profissionais de saúde a se acomodarem, deixando de buscar, por iniciativa própria, treinamentos que promovam uma comunicação mais adequada e eficaz. Marquete V.F.; Costa M. A. R.; Teston E. F. Comunicação com deficientes auditivos na ótica de profissionais de saúde. Rev baiana enferm. 2018;32:e24055.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.ufba.br/index.php/enfermagem/article/view/24055/35368" />
         <pubDate>2024-11-19 23:35:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linguagem Inclusiva na Comunicação em Saúde com  Pessoas com Deficiência:*</title>
         <author>laura_madridfm</author>
         <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3225267320</link>
         <description><![CDATA[<p>A linguagem inclusiva coloca a empatia no centro da comunicação e reconhece a inclusão como um processo contínuo de transformação. Trata-se de usar palavras que respeitem e valorizem a diversidade (Sousa; Sousa, 2024).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.ufpb.br/index.php/rmp/issue/download/3134/865" />
         <pubDate>2024-11-20 01:34:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.</title>
         <author>laura_madridfm</author>
         <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3225269909</link>
         <description><![CDATA[<p>No artigo 1º da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência,  aprovado pela Assembleia Geral da ONU (2006): _</p><p>pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas._ (Brasil, 2016, p. 21).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.mds.gov.br/webarquivos/Oficina PCF/JUSTIÇA E CIDADANIA/convencao-e-lbi-pdf.pdf" />
         <pubDate>2024-11-20 01:35:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Terminologia sobre Deficiência na Era da Inclusão</title>
         <author>laura_madridfm</author>
         <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3225271942</link>
         <description><![CDATA[<p>A deficiência não deve ser vista como algo que a pessoa carrega ou que a define, nem as necessidades dessas pessoas devem ser tratadas como excepcionais. Em vez disso, são necessidades específicas, que buscam garantir a inclusão plena e a participação ativa de indivíduos com deficiência na sociedade, respeitando sua singularidade. No caso da deficiência auditiva, é fundamental compreender a diferença entre a deficiência auditiva parcial, quando ainda existe algum resíduo de audição, e a surdez, que é a perda total da audição. Para se referir a essas condições de forma respeitosa e precisa, deve-se usar os termos 'surdo', 'pessoa surda' ou 'pessoa com deficiência auditiva', evitando expressões inadequadas como 'surdinho', 'mudinho' ou 'surdo-mudo'" (Sassaki, 2024).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www2.camara.leg.br/a-camara/estruturaadm/gestao-na-camara-dos-deputados/responsabilidade-social-e-ambiental/acessibilidade/glossarios/terminologia-sobre-deficiencia-na-era-da-inclusao" />
         <pubDate>2024-11-20 01:37:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3225271942</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atendimento odontológico de pacientes surdo-cegos: enfrentando desafios.</title>
         <author>laura_madridfm</author>
         <link>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3225273607</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma abordagem inclusiva, combinada à capacitação dos profissionais  ao desenvolvimento de rotinas personalizadas e seguras, promove não apenas a inclusão social, mas também aprimora a qualidade do atendimento. Essa prática assegura um cuidado eficiente, respeitando as particularidades de cada paciente (Costa; Della Bona, 2013).</p>]]></description>
         <enclosure url="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-40122013000100018" />
         <pubDate>2024-11-20 01:38:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/laura_madridfm/zrlf04ar5a1imt1a/wish/3225273607</guid>
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