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      <title>Ser docente de Língua Portuguesa e a Língua Portuguesa no Ensino Médio by Jakeline Semechechem</title>
      <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw</link>
      <description>Os relatos dos(as) docentes de LP do EM apresentaram nuances da realidade do ensino e aprendizagem de língua portuguesa no EM em escolas de públicas de Amargosa e região, bem como sobre o que é ser docente de língua portuguesa nessa etapa atualmente. Compartilhe no mural suas impressões sobre os relatos dos professores e conheça as impressões dos seus colegas por meio das narrativas deles. Você pode comentar e curtir o post dos(as) colegas!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-03 22:37:37 UTC</pubDate>
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         <title>Ser docente de Língua Portuguesa e a Língua Portuguesa no Ensino Médio</title>
         <author>jakeline</author>
         <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw/wish/2542830223</link>
         <description><![CDATA[<div>Produza uma narrativa de no mínimo 300 palavras, relatando os aspectos dos relatos dos professores que mais te chamaram atenção. Justifique pelo menos dois dos aspectos que tenham te chamado atenção em relação ao ensino de língua portuguesa no Ensino Médio, comentando as razões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 23:15:32 UTC</pubDate>
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         <title>RELATO A RESPEITO DE CONVERSA COM DOCENTES DO ENSINO MÉDIO  </title>
         <author>michele2013mj</author>
         <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw/wish/2548159639</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No dia 25/03 do ano em curso, através da disciplina de Práticas Reflexivas para o Ensino de Língua Portuguesa e suas Literaturas, nos foi possível, enquanto estudantes de uma Licenciatura, ouvir e debater junto a professores que estão em sala de aula os desafios que é estar nesse espaço, sobretudo após uma pandemia e em meio à Reforma do Ensino Médio.&nbsp; Os professores Leandro Andrade Lima e Wellington Santana, egressos da UFRB, Centro de Formação de Professores, e as professoras Anna Oliveira e Ana Cristina Cintra, trabalham em diferentes escolas e trouxeram para o debate falas sobre diversos desafios que envolvem o ser professor em uma escola pública, no Ensino Médio.</div><div>&nbsp; &nbsp;Para um professor em formação é interessante ouvir desde os preâmbulos de trabalhos burocráticos que envolvem a docência, como o preenchimento de caderneta até a organização do tempo de aula em relação aos conteúdos a serem trabalhados, como a professora Ana Cristina trouxe em sua fala. A professora Ana Cristina trouxe uma preocupação sua a respeito do tempo de aula, afirmou que dentro das três horas de aula, nem sempre é possível dar o tempo ideal à leitura, o que a deixa um pouco de lado dentro das três horas de aula disponíveis semanalmente. &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ao iniciar sua fala, a professora Anna Oliveira apresentou um ponto de grande importância e bastante discutido no próprio âmbito da Universidade: a relevância de programas como o PIBID para a formação docente.&nbsp; Programa que, segundo a mesma afirmou, não existia há alguns anos, em sua época, como diz. O contato do professor em formação com a escola se dava apenas pelos estágios, o que diminuía as chances de experiências mais concretas nas salas de aulas.</div><div>&nbsp; &nbsp; Ao prosseguir, outro ponto muito relevante foi destacado pela professora Anna Oliveira, a dificuldade de fazer os alunos escreverem. Tal aspecto é um dos grandes focos de discussões entre professores. A escrita, para os alunos, se apresenta como algo distante, como uma verdadeira prova de fogo. Acredito que parte desse medo da escrita se dá pelo imaginário de que ela é completamente desligada tanto da fala, quanto do pensamento. Como afirma a Intelectual Diferentona em um post gerado de uma resposta a um <em>direct </em>em sua rede social, o Instagram.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; Não tem como falar de ensino médio no tempo de agora e não citar, problematizar e criticar a nova reforma. Questionamentos sobre a mesma e críticas foram tecidas pelos professores, sobretudo pelos professores Leonardo Andrade e Wellington Santana, que já dão aula sob esse contexto. Com o andar da conversa, o questionamento que mais ecoou, tanto através das falas dos professores, quanto nós, discentes em formação, foi a distribuição de itinerários/disciplinas a professores sem formação para atuar naquele tema, e, mesmo assim, sem a opção de não atuar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Um ponto da conversa que chamou igual atenção foi o momento em que se tocou na saúde emocional dos alunos e nas dos docentes, consequentemente, pois, na escola, são vistos, na maioria das vezes, como um refúgio emocional. Muitos desses alunos não têm um lar estruturado, onde ocorrem diálogos sobre assuntos que os atravessam, sendo a escola o ambiente onde enxergam a possibilidade de serem ouvidos.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Em algumas escolas existem profissionais destinados para esse atendimento, todavia, nem sempre são suficientes, ou ficam lá todos os dias. Dessa forma, o professor acaba sendo obrigado, dado circunstâncias e momento, fazer esse papel, o que o coloca em uma sobrecarga emocional.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;É nítida a necessidade de momentos como o que ocorreu dentro de uma formação de professores, pois, ouvir de quem tem experiências no contexto para o qual estamos nos encaminhando, é uma forma de, em conjunto, pensarmos alternativas para o enfrentamento dos mais variados desafios que envolvem desde questões curriculares, até interpessoais, emocionais e, portanto, as sociais.&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-09 23:03:08 UTC</pubDate>
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         <title>Na disciplina de Práticas reflexivas para o ensino de Língua Portuguesa e suas literaturas , tivemos um encontro virtual, por meio da plataforma de vídeo conferência, google meet ,no dia 25 de Março, que nos possibilitou uma discussão muito importante sobre à reforma do Ensino Médio.  Os impactos que essa mudança trouxe são nítidos, diante os relatos dos professores que, estão tendo bastante dificuldades com essas novas matérias, tendo que se adaptar a um sistema de controle  psicológico e  profissional, uma vez que o discente passa anos de sua vida estudando, se dedicando, e se especializando para uma determinada área de conhecimento, para simplesmente, como no caso de alguns professores que estavam na reunião, recém formados, começando sua atuação, ter que lidar com essa situação, requer muita força de vontade e controle emocional e psicológico, que sabemos que não é fácil e também para os alunos não está sendo fácil, porque muitos deles, já não possuem um lar estruturado, nem muito menos uma boa saúde psicológica e ter que lidar com mudanças como essa é algo frustrante. Portanto discussões como essas são de extrema importância, para nós como futuros professores, estarmos atentos e cientes de que existem muitos desafios mas que se pensando e refletindo em conjunto, podemos chegar a possíveis alternativas para melhorias na educação como um todo e agora no novo Ensino Médio, que deve e pode ser repensado e reformulado.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw/wish/2549138693</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 18:38:36 UTC</pubDate>
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         <title>Relato dos professores do Ensino Médio</title>
         <author>railanesousa</author>
         <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw/wish/2549283073</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; No dia 25/03/23, participei de uma enriquecedora mesa de discussão via Google Meet com quatro professores de Língua Portuguesa do Ensino Médio, que foi organizado pela professora Dra. Jakeline Semechechem, docente da disciplina “Práticas Reflexivas para o Ensino de Língua Portuguesa e suas Literaturas”. Nesse encontro, tive a oportunidade, enquanto professora em formação, de compreender de forma mais aprofundada como o ensino de Língua Portuguesa tem sido conduzido nas escolas e quais são os principais desafios enfrentados pelos professores nesse contexto. Foi possível compreender as diversas abordagens e metodologias utilizadas pelos professores, assim como as estratégias para lidar com os desafios do ensino em sala de aula.&nbsp;</div><div>      Durante a mesa de discussão, a professora Ana Cristina que tem uma vasta experiência ressaltou, em sua fala inicial, o amor e dedicação necessários para a educação, destacando que o ensino de Língua Portuguesa é um desafio, mas também fundamental. Ela abordou a importância de despertar o interesse dos alunos pela leitura e escrita, o que capturou minha atenção, pois muitas vezes, o ensino de Língua Portuguesa é visto pelos estudantes como algo chato, difícil e até mesmo sem importância. No entanto, como professores, temos a responsabilidade de mostrar aos nossos alunos como essa disciplina é essencial para sua formação, a partir de abordagens pedagógicas inovadoras e criativas, que possam transformar o ensino de Língua Portuguesa em algo cativante e relevante. </div><div>      A professora Anna Oliveira, também compartilhou sua perspectiva, reforçando a importância da leitura e escrita para os estudantes, especialmente aqueles que estão no Ensino Médio e têm o objetivo de fazer vestibulares e o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) para ingressar em uma universidade. Ela ressaltou que, para alcançar um bom desempenho na prova de língua portuguesa, os alunos precisam ter uma boa compreensão de textos literários e não literários, saber analisar estratégias argumentativas e ser capazes de produzir textos dissertativos-argumentativos, entre outras competências linguísticas.</div><div>      Ainda segundo essa professora, muitos alunos temem a redação do ENEM devido à dificuldade que apresentam na escrita. Tendo isso em vista, é necessário desenvolver práticas pedagógicas que estimulem a leitura de diferentes gêneros textuais, promovendo a reflexão crítica sobre os temas abordados e incentivem a produção autônoma e criativa de textos.</div><div>      No terceiro momento, durante a reunião, houve a contribuição do professor Wellington que desempenha seu papel não apenas na disciplina de Língua Portuguesa, mas também nas disciplinas eletivas do novo currículo do ensino médio. Esse professor enfatizou os desafios enfrentados por um educador formado em Língua Portuguesa ao ter que lecionar em outras disciplinas que não estão diretamente relacionadas à sua área de formação. Nesse sentido, ele ressaltou como é necessário lidar com diferentes conteúdos, metodologias e abordagens pedagógicas, o que pode demandar um esforço adicional para se familiarizar com novos temas e preparar aulas de qualidade. Além disso, o professor também mencionou a importância de buscar atualização constante e capacitação em outras áreas do conhecimento, a fim de garantir uma prática docente eficaz e enriquecedora para os estudantes.</div><div>      Além das questões mencionadas anteriormente, o professor também destacou em sua fala o papel multifacetado que desempenha na vida dos alunos. Ele enfatizou que sua função não se resume apenas a transmitir conhecimentos, mas também a compreender e apoiar os estudantes em sua totalidade. Muitos alunos veem o professor como um apoio emocional e buscam nele um espaço para desabafar seus problemas e buscar ajuda.&nbsp;</div><div>       Nesse sentido, entendo que é importante que os professorem tenham uma postura sensível e atenciosa em relação às necessidades emocionais dos alunos, reconhecendo que eles são seres humanos complexos com uma variedade de experiências, desafios e emoções. Ao criar um ambiente inclusivo e acolhedor, o professor pode desempenhar um papel significativo na formação integral dos alunos, promovendo um ambiente de aprendizagem saudável e apoiador.&nbsp;</div><div>      O professor Leandro, o último a contribuir com ideias sobre o ensino de língua portuguesa, compartilhou sua experiência em sala de aula desde sua formação. Ele relatou que, por ser novo nas escolas por onde passou, frequentemente ficava com as disciplinas que sobravam, apenas para completar sua carga horária. Assim como o professor Wellington, ele acabava lecionando disciplinas que não faziam parte de sua área de estudo, que era língua portuguesa. Leandro mencionou que trabalha com disciplinas diversas do novo ensino médio e precisou se adaptar para fazer planejamentos diferentes, mesmo saindo de sua área de especialização. Essa experiência lhe mostrou a importância de ser flexível e se adequar às demandas da escola, mesmo que isso signifique sair de sua zona de conforto e lidar com disciplinas fora de sua formação inicial.</div><div>      A partir da fala do professor Leandro, penso que é de extrema importância uma formação inicial sólida e contínua atualização profissional para os professores, de forma a estarem preparados para enfrentar os desafios e demandas do ensino atual. Isso pode envolver a participação em cursos de capacitação, troca de experiências com outros profissionais, busca de recursos educacionais atualizados e estar aberto a feedback e orientação para aprimorar continuamente sua prática pedagógica.</div><div>        A participação nesse encontro com os professores me fez refletir sobre os desafios enfrentados pelos educadores diante das imposições do estado. Um exemplo disso foi o relato do professor Leandro e do professor Wellington, que tiveram que assumir disciplinas do novo ensino médio que não faziam parte de suas áreas de ensino, apenas para completar sua carga horária. Me questiono em como o sistema educacional pode impor essa situação aos professores e penso que é necessário repensar as politicas educacionais de forma que garanta condições para os educadores desenvolverem suas atividades.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 22:15:15 UTC</pubDate>
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         <title>Mesa de discussão com professores sobre o ensino Médio </title>
         <author>michelsantos20016</author>
         <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw/wish/2549284199</link>
         <description><![CDATA[<div>Mesa de discussão com professores do ensino médio foi no dia 25/03/2023<br><br><br>O tema central da mesa foi: a implementação do novo ensino médio nas escolas. Assim, foi discutido o processo de mudança na grade curricular do ensino médio e os impactos negativos que tem causado. O projeto de lei que foi aprovado em 2017, segundo o texto, melhora o desenvolvimento e conhecimento dos estudantes. Entretanto, na prática não é assim que é visto pois, o ensino médio ficou ainda mais decadente, tendo em vista que: 1) Os professores não conseguem desenvolver o método de conhecimento, por que são obrigados a ministra matérias fora da área de formação . 2) Os alunos não conseguem compreender de forma pragmática os assuntos que são passados em sala de aula.<br>Nessa perspectiva, outro fator de dificuldade evidenciado, é a sobrecarga&nbsp; horária desses profissionais de educação. Contudo, a preocupação maior é com os estudantes que podem ser prejudicados em provas de Enem e em conhecimentos aplicados. Pois, o que evidencia-se na educação brasileira em um contexto pós pandemico, é&nbsp; que a maioria dos alunos que compõem a educação pública,&nbsp; apresentam dificuldades básica&nbsp; de leitura,&nbsp; escrita e interpretação de texto.&nbsp;<br>É preciso fazer um discussão geral sobre o novo ensino médio, levando em consideração as principais partes afetadas por essa mudança, para encontrar o meio de&nbsp; tentar&nbsp; diminuir os impactos no processo de ensino e aprendizagem de estudantes que formam a rede de ensino pública. Através do atual governo federal, foi sancionado um decreto declarando a Suspensão do novo Ensino médio. Com isso, espera-se que um novo diálogo se abra para a construção de um novo projeto que consiga, finalmente, melhorar o desenvolvimento da educação pública brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 22:17:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os desafios da docência no Ensino Médio</title>
         <author>ithamah</author>
         <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw/wish/2549310060</link>
         <description><![CDATA[<div>Ter a possibilidade de bater um papo sobre o ensino médio, principalmente com essa proposta do NEM (Novo Ensino Médio) é muito importante para nós que estamos em formação. É uma maneira de perceber diante dos relatos, como acontece essa proposta numa perspectiva do professor, um olhar diferente do que se costuma ter, uma vez que sempre está se falando no aprendizado do estudante. Pensando nisso, no dia 25 de março do ano de 2023, pude participar de uma enriquecedora mesa de discussão via Google Meet com quatro professores que atuam do Ensino Médio, o encontro foi organizado pela professora Dra. Jakeline Semechechem, docente da disciplina “Práticas Reflexivas para o Ensino de Língua Portuguesa e suas Literaturas”.</div><div>No bate papo, além dos discentes da disciplina, estavam: Anna Oliveira, Ana Cristina Cintra, Leandro Andrade Lima e Wellington Santana, docentes que atuam em diferentes escolas e trouxeram para o debate falas sobre diversos desafios que envolvem o ser professor em uma escola pública. Os relatos contemplavam experiências nas disciplinas regulares e&nbsp; também nas diversificadas que compõem a proposta do Novo Ensino Médio, as quais os relatos sobre a distribuição da carga horária é muito grande. Disciplinas como: Projeto de vida, Iniciação cientifica, Direitos Humanos são algumas das propostas para a base diversificada. Os professores que compõe esse nosso projeto de ensino médio, assume um papel bastante desafiador, porque além de planejamentos para as aulas, eles precisam lidar com uma proposta/temática muitas vezes desconhecida. Os relatos nos mostraram que muitos alunos no ensino médio ainda não possui uma projeção de vida.&nbsp;</div><div>Dentre os aspectos apresentados nos relatos, me chamou atenção como a atuação dos professores nesse novo formato torna-se uma sobrecarga, pois ele tem que se desdobrar para dar conta de materiais, planos de aula, plano de curso das diversas áreas temáticas, áreas essas que muitas vezes não corresponde a sua habilitação. Os profissionais da educação cada vez mais estão sendo postos para atuação sem nenhum tipo de apoio.</div><div>Tratando-se de apoio, um outro elemento que me faz refletir sobre a trajetória da docência é a parceria que pode encontrar no colega, parceria essa que ajuda no alinhamento dos planejamentos, pensar nas questões referentes a realidade dos estudantes, dessa forma é possível desenvolver um bom trabalho, com coerência, diversificado, real e que sobretudo tenha o aluno como o centro.</div><div>Um dos professores deu um depoimento sobre a relação dele com alguns alunos e as abordagens que faz para conversar, isso me fez refletir que a missão do professor está para além do ensino-aprendizagem. Estamos lidando todos os dias com pessoas e circunstancias diferentes, por mais difícil que seja o chão da escola, precisamos nos chegar perto desses alunos, conhecer a realidade, ouvir suas histórias e ajuda-los a construir um futuro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 23:13:24 UTC</pubDate>
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         <title>Relato sobre o encontro com professores do Ensino Médio</title>
         <author>jeferson21</author>
         <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw/wish/2549521180</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;Ouvir relatos e experiências de profissionais da educação atuantes traz importantes reflexões para nós, professores em formação, como: pensar nos desafios existentes na sala de aula, a situação do cenário educacional a níveis regionais e nacionais, inovação nas práticas pedagógicas, entre outras. No dia 25 de Março de 2023 através dos relatos das professoras Ana Cristina, Anna Oliveira, e dos professores Leandro Andrade e Weligton Santana, pudemos conhecer um pouco mais das muitas questões a serem enfrentada por aqueles que escolhem o caminho da docência.&nbsp;</div><div><br></div><div>A professora Ana Cristina deu início as discussões mencionando sua vasta experiencia com a sala de aula e suas percepções ao longo dos anos, citando a importância de despertar nos alunos o interesse pela leitura, e que apesar dos desafios existentes na sala de aula, ser professora e poder mudar a vida de um aluno é muito satisfatório.</div><div><br></div><div>Dando continuidade as discussões, a professora Anna Oliveira que começou a atuar como docente ainda no período da pandemia, relatou que os problemas com a escrita ainda é uma das dificuldades mais apresentadas pelos seus alunos. O mesmo tipo de dificuldade é citado por outros professores de língua portuguesa, evidenciando que é esse um problema de âmbito nacional.</div><div><br></div><div>Por fim, os professores Leandro Andrade e Weligton Santana compartilharam suas experiências e dificuldades como professores diante das demandas que compõem a proposta do novo Ensino Médio, tema bastante discutido por profissionais da educação nos últimos tempos. Neste momento, fui bastante tocado pelos relatos dos professores, pois diante deste cenário o professor precisa se desdobrar para dar conta de uma carga horaria excessiva, lidar com novos temas, novas disciplinas e nem sempre a graduação da conta de preparar o profissional para estes desafios, principalmente num pais onde a educação não é valorizada.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 02:35:42 UTC</pubDate>
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         <title>Vinheta Narrativa - Encontro de docentes 25/03</title>
         <author>elsie2000</author>
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         <description><![CDATA[<div>Considerando o relato dos/das docentes convidados/as para compor o diálogo em conjunto com os licenciandos em Língua Portuguesa, foi possível captar a relação divergente que os recentes licenciados possuem o processo de ensino-aprendizagem, em comparação aos professores com um trajeto considerável nas rede de docência. Os depoimentos dos docentes Wellington e Leandro foram responsáveis por me causar extremo impacto, sobretudo ao perceber a complexidade na adesão do Novo Ensino Médio, por parte de algumas redes de ensino. O relato dos profissionais, que estavam tendo contato e lecionando outros componentes disciplinares, os quais fugiam do arcabouço contemplado pela formação de ambos, me causou espanto, principalmente, ao perceber a fadiga resultante da ausência de formação para lidar com os itinerários formativos. Pensando especificamente o Ensino de Língua Portuguesa, me chamou a atenção o depoimento da docente Anna Oliveira, no qual, um dos maiores apontamentos de sua fala quanto a dificuldade no ensino de Língua Portuguesa estaria na falta de incentivo dos alunos para a escrita. Tal discussão se desdobrou em possíveis métodos, sugeridos pela professora, para o aprimoramento da escrita dos alunos. Além disso, a situação referente ao ensino de Língua Portuguesa relatada pelos professores foi a dificuldade com métodos, sobretudo pelo trânsito quase "desgovernado" instaurado pela reforma do Ensino, onde a carga horária dos docentes que já estariam lecionando nesse modelo, estava cada vez mais alta e mais demandada. Levando em conta os aspectos extra-escolares, os docentes convidados também mencionaram situações relativas a saúde mental e questões familiares e que impactam os discentes no seu processo de ensino-aprendizagem. Além dessa questão, os déficits advindos do ensino remoto, vivenciado no período de pandemia, também foi uma pauta situada pelos profissionais, analisando a qualidade de absorção do conteúdo por parte destes alunos no ensino presencial enquanto um dos problemas enfrentados durante o ensino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 02:46:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>No dia 25 de março, tivemos um encontro para discussões sobre a reforma do ensino médio, juntamente com os professores, Ana Cristina do Cetep, o professor Leandro do Santa Bernadete e do colégio de Santa Inês e Welington também professor de lá. Eles trouxeram experiências fundamentais sobre o que essas mudanças do novo ensino médio estão trazendo de desafios para a vida deles. A professora Ana Cristina tem mais de 30 anos de docência e por ter mais tempo de ensino, tem meio que um privilégio de pegar de escolher as matérias, já Leonardo e Welington, ficam com as que sobram, tendi que dar aula de componentes novos, correndo atrás do próprio material didático para dar aula para os alunos. Há uma sobrecarga muito grande, tango física quanto emocional, nos docentes e nos alunos. Leo trouxe uma fala de um aluno, que denota isso, quando o estudante fala que tem muita matéria e ele não consegue acompanhar. Com esse encontro percebi muitos desafios e a crise na educação que está aumentando ao invés de regredir.</title>
         <author>vanusaoliveira2</author>
         <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw/wish/2549548298</link>
         <description><![CDATA[<div>Na reunião falou também sobre saúde mental, a necessidade de se ter profissionais na escola para ajudar os alunos com as questões emocionais, pois muitos deles passam por realidades complicadas, o professor quer ater ajudar, mas não consegue, é praticamente impossível com uma turma de 40 alunos em cada três turmas por exemplo. Essa reforma é uma deforma, porque o que estão responsáveis por isso, são pessoas de classe média alta e querem é impedir o desenvolvimento educacional, dizendo ser para o bem comum, quando na verdade tirando o senso crítico, colocando uma escola tecnicista, só sobra máquina de manobra barata. Temos que lutar contra essa reforma regressiva absurda, somos muitos e podemos revindicar nossos direitos enquanto cidadãos.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 02:56:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jocicleidereis</author>
         <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw/wish/2549687335</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 25/03/2023, pudemos, a partir de diferentes olhares, refletir um pouco sobre os desafios enfrentados pelos docentes de Língua Portuguesa (doravante LP). Na oportunidade foram convidados os professores: Ana Cristina Cintra, Ana Paula, Leonardo Andrade e Wellington Santana, docentes que atuam em diferentes escolas da educação básica. Por meio dos relatos destes pude refletir como tem se dado as práticas de ensino de LP, como também sobre o Novo Ensino Médio e os possíveis impactos que este pode provocar no ensino e aprendizagem de Língua Portuguesa e de outras disciplinas basilares da formação.&nbsp;</div><div>Nesse sentido, a professora Ana Cristina, a qual tem 32 anos atuando na área, iniciou a conversa comentando sobre a sua vasta experiência na sala de aula. Dentre as questões abordadas pela docente, ela deu ênfase à importância de despertar nos alunos o prazer pela leitura e escrita, para que estes rompam com o estereótipo de que as aulas de LP são chatas, difíceis, ou que se restringem apenas ao ensino de regras gramaticais. Em consonância com essas ideias, professora Anna Paula, atuante desde 2019 e com maior experiência na área de redação, comentou sobre o desafio que tem sido fazer com que os alunos escrevam, e principalmente conseguir despertar neles uma escrita criativa. Essa dificuldade, segundo ela, advém - além da influência do ensino remoto e de diversas outras questões-, principalmente pelo uso demasiado da internet. Nessa perspectiva, Anna Paula, considera que é necessário haver uma conscientização para o uso dessa ferramenta, pois esta é muito complexa e mudou forma como os sujeitos recebem as informações, isto é, as recebem de forma instantânea e sem que haja uma necessidade de refletir sobre. Dessa forma, comprometendo o desenvolvimento de uma escrita criativa, pois ao ler algo o individuo deve ser capaz de compreender não somente o que está explicito no texto, mas também as questões implícitas, o que não tem acontecido, de acordo com ela.</div><div>Iniciar o encontro com essa fala foi de fundamental importância, pois essa é uma das questões que mais me atravessam enquanto futura professora de Língua Portuguesa: como conseguir mostrar para meus futuros alunos que as aulas de LP são interessantes e que o trabalho com leitura e escrita são essenciais para a sua formação, ao contrário do que prevê uma boa parte dos estudantes?. Nessa perspectiva, a fala da professora me refletir que importante adotar formas de levar esses sujeitos perceberem a escrita e leitura sob uma perspectiva critica para que, através disso, eles possam ter um olhar mais critico, vendo na leitura e escrita uma possibilidade de transformar suas realidades. De um modo geral, os apontamentos feitos pelas professoras me fizeram refletir que é importante começar a pensar em estratégias para trabalhar leitura e escrita.</div><div>Outro aspecto abordado durante o encontro e que é importante ressaltar é sobre o Novo Ensino Médio e os possíveis impactos que este pode provocar no ensino e aprendizagem de Língua Portuguesa. Os professores Leandro Andrade e Wellington Santana apontaram que a nova configuração do ensino médio, além de inserir novas disciplinas na grade curricular, provocou a redução da carga horária das aulas de LP. Essa redução é um fator preocupante, pois contribui para a defasagem na leitura e escrita dos alunos. Se tratando da inserção de novas disciplinas na grade prevê uma formação mais ampla para os estudantes, contudo, a partir dos relatos dos professores, o que se pode observar é que isso tem ocasionado uma sobrecarga para estes, visto que, demanda mais tempo de estudo.&nbsp; Os professores também mencionaram sobre&nbsp;</div><div>Em nível de conclusão, é válido ressaltar que momentos como esse propiciam a nós professores em formação uma compreensão mais ampla e aprofundada sobre as diversas questões que perpassam o espaço escolar e o ser professor. Para, além disso, me levou a refletir que o professor deve estar preparado para lidar com diversos desafios da sala de aula e não somente para transmitir conhecimentos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 05:19:11 UTC</pubDate>
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         <title>Mesa de discussão sobre o Ensino Médio com professores da Educação Básica - Desafios da docência</title>
         <author>LuanaSant0s</author>
         <link>https://padlet.com/jakeline/zriw7ts8bdec2rjw/wish/2555486348</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 25 de março de 2023 nós, discentes matriculados no componente curricular GCFP1164 – Prática Reflexiva sobre o Ensino de Língua Portuguesa e suas Literaturas, participamos de uma mesa de discussão, via Google Meet, com quatro professores de Língua Portuguesa do Ensino Médio; Ana Cristina Cintra, Anna Paula Olivera, Leandro Andrade e Wellington Santana; para aprendermos e discutirmos sobre as práticas de ensino de LP no ensino médio, bem como a proposta para o Novo Ensino Médio (NEM), já em vigor em algumas escolas na época e refletirmos um pouco sobre as problemáticas encontradas pelos docentes da Educação básica no EM.</div><div>&nbsp;</div><div>A professora Ana Cristina deu início às discussões enfatizando sua vasta experiência com a educação básica e falando a importância de se trabalhar com leitura e escrita com os alunos de modo a quebrar os estereótipos de disciplina chata e maçante que os alunos têm da Língua Portuguesa. Em seguida, a professora Anna Oliveira, que iniciou sua atuação docente ainda durante a pandemia, relatou que problemas com a escrita são bastante frequentes entre a comunidade discente e ressaltou a importância de se trabalhar com leitura e escrita, visto que os alunos do ensino médio tendem a se encaminhar para vestibulares e/ou Ensino Nacional do Ensino Médio (ENEM).</div><div>&nbsp;</div><div>Em seguida, os professores Leandro e Wellington falaram sobre suas experiências e dificuldades, principalmente no que diz respeito à reforma do ensino médio, e essa foi a parte que mais me chamou a atenção. Os professores mencionaram o fato da redução da carga-horária de Língua Portuguesa e de outros componentes essenciais à formação estudantil, para a inserção de novas matérias e também refletiram sobre estarem atuando em áreas nas quais não possuem formação o que resulta em um cansaço excessivo, visto que além do trabalho que compete aos professores, eles ainda precisam estudar assuntos fora dos seus respectivos arcabouços teóricos para conseguirem ministrar as disciplinas. &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Para além destas questões, algo no qual também debrucei as minhas reflexões, foi no fato de os professores terem trazido a problemática de questões psicológicas em suas falas. Visto que o fato de estarmos saindo de um período pandêmico, onde a maior parte da sociedade, principalmente a comunidade jovem/estudante, passou muito tempo inserida no contexto digital (até para aulas e trabalhos) e em um pós governo que estimulou a violência de fato afetou e ainda afeta o psicológico da massa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-15 22:06:26 UTC</pubDate>
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