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      <title>Resistências: mulheres negras em lutas by </title>
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      <description>Profas: Renata Saane e Robertta Leite</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-22 16:43:14 UTC</pubDate>
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         <title>Revoltas como forma de resistência</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A terra parece que evapora tumultos; a água exala motins; o ouro toca desaforos; destilam liberdades os ares; vomitam insolências as nuvens; influem desordens os astros; o clima é tumba da paz e berço da rebelião; a natureza anda inquieta consigo, e amotinada lá por dentro é como no inferno. (Lilia Schwarcz e Heloisa Starling. Brasil uma Biografia)<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-22 16:47:11 UTC</pubDate>
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         <title>Maria da Cruz e a Revolta de Vila Rica</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Acusada de ser o motor da revolta de 1736, Maria da Cruz e seu filho foram pronunciados como os “principais cabeças” do levante. Ela foi julgada, “presa e sequestrada pela culpa […] do levantamento do povo”. No entanto, Maria da Cruz recebeu “carta de perdão por graça de Deus Rei de Portugal e Algarves” em 1739."  SOUZA, Alexandre Rodrigues de. 2016.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-22 17:05:46 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres negras no cotidiano da escravidão</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>A preocupação em controlar as negras de ganho não foi peculiar a Bahia urbana oitocentista. Pode ter sido própria de lugares e momentos em que as ganhadeiras, por diversas razões tiveram presença expressiva. Em Minas, eram vistas como elementos perigosos pela liberdade de circulação que tinham através das lavras, possivelmente contrabandeando ouro e acoitando negros fugidos." Também em São Paulo do século XIX foram criadas medidas que limitavam a liberdade de movimento das negras vendedeiras, proibindo-as de saírem da cidade e obrigando-as a fecharem as quitandas depois da Ave-Maria.<br>SOARES, Cecília Moreira. AS GANHADEIRAS: mulher e resistência negra em Salvador no século XIX.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-22 17:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>Francisca</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>“A história de Francisca se passa no Sítio da Boa Vista em Goiana, o ano era 1854. Francisca era escrava de Francisco Cavalcante da Cunha Vasconcelos, que morava sozinho. Ela era responsável pelos afazeres domésticos e era casada com o africano Thomaz, que também era cativo do mesmo senhor, porém ele trabalhava na lavoura. Francisca tinha ―ódio‖ de seu senhor, pois era tratada com ―dureza‖. Pouco antes do crime ocorrido, do qual trataremos em detalhes em breve, ele havia açoitado a escrava atando-a a um carro e, um mês antes, havia feito o mesmo com Thomaz, o qual ainda se encontrava doente em virtude dos castigos sofridos. A cativa tinha em mente fugir ou dar cabo da vida de seu senhor, assim, contou sobre seus planos a seu compadre e amigo Ignacio. Este se colocou contra a fuga, mas<br>&nbsp;a favor do assassinato e ainda convidou seu irmão, Luiz, que hesitou no início, mas depois aceitou. No dia combinado, os dois escravos trocaram de roupa para se disfarçarem e Francisca vestiu um paletó preto. Ela entregou um cacete aos dois e ficou com a mão de pilão, a qual utilizou para dar o primeiro golpe contra Francisco, que estava jantando sentado à mesa. Os três entraram de súbito.” (SIMAS, p.76, 2017)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-22 18:08:29 UTC</pubDate>
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         <title>Isabel</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Em 15 de maio de 1843, na comarca de Nazareth, Isabel foi condenada à pena de morte por ter assassinado o seu próprio senhor, Manuel Xavier de Vasconcelos. Era meia noite e Manuel dormia embriagado quando Isabel atirou nele com uma espingarda levando-o a óbito. Um escravo de nome José foi acusado de cúmplice por ter ensinado a ré a utilizar a arma. Isabel foi condenada à pena de morte e seu comparsa foi sentenciado a galés perpetua.” (SIMAS, p.81, 2017) </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-22 18:23:16 UTC</pubDate>
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         <title>Dandara dos Palmares</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>Diz-se que Dandara lutava capoeira e combatia nos diversos ataques a Palmares no século 17, em Alagoas. Em 1678, Ganga Zumba, líder de Palmares e tio de Zumbi, teria assinado um tratado com o governo de Pernambuco, selando acordo entre ambos. Dandara e Zumbi não aceitaram tal condição. Após a morte de Ganga Zumba, Zumbi assumi a liderança do quilombo até sua captura e morte. Dandara se suicida jogando-se de um penhasco negando a condição de cativa. (ARRAES, Jarid) </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-23 19:14:32 UTC</pubDate>
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         <title>Luísa Mahin</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma africana vinda da Costa da Mina, onde teria sido uma princesa, vendida como escrava. Viveu como quituteira em Salvador (BA) mãe de Luís Gama, importante abolicionista e poeta brasileiro. Luísa era praticante do islamismo e repassava bilhetes em seus quitutes, envolvendo-se em muitas rebeliões, como a Revolta dos Malês, em 1835. Caso os Malês tivessem sido vitoriosos Mahin seria rainha da Bahia.&nbsp;(ARRAES, Jarid)&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-23 19:20:12 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Felipa de Oliveira</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vivia como pescadora e marisqueira e participou pela luta da independência da Bahia, na qual liderou 200 pessoas, entre elas índios e mulheres negras. Nas batalhas contra os portugueses que atacava as ilhas,Maria Felipa e seus companheiros queimaram pelo menos 40 embarcações inimigas. (ARRAES, Jarid)  </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-23 19:25:44 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Crioula</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>Trabalhava&nbsp;como costureira e mucama e era considerada uma escrava de confiança da casa-grande. Participou da maior revolta de escravos do Rio de Janeiro, em 1838, liderada pelo ferreiro Manuel Congo, que reuniu cerca de 300 negros de fazendas vizinhas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-23 19:37:46 UTC</pubDate>
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         <title>Tereza de Benguela</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>Viveu no Mato Grosso durante o século 18. Após o falecimento de seu marido, José Piolho, chefe do Quilombo do Quariterê, Tereza se tornou uma rainha quilombola. Ela mantinha um sistema de troca de armas com os brancos e comandava toda administração economia e política do quilombo. Os negros e indígenas sob sua liderança resistiram à escravidão por 20 anos, até 1770, quando o quilombo foi destruído. Em sua homenagem o dia 25 de julho foi instituído Dia Nacional de Tereza de Benguela e a da Mulher Negra. (ARRAES, Jarid)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-23 20:29:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Se dependesse da imaginação desses homens, a mulher era quase que naturalmente portadora da desordem. As negras de tabuleiro, que viviam nos arredores da mineração, também não eram bem vistas pelas autoridades coloniais. Elas eram acusadas de desviarem os escravos do trabalho com suas guloseimas e cachaças. Os donos de vendas e negras de tabuleiro foram frequentemente delatados por desviarem ouro e diamantes, provocando conflitos e desordens. Para as autoridades coloniais, as mulheres estariam mesmo mais propensas às desordens quando se ajuntavam." SOUZA, Alexandre Rodrigues de. 2016.&nbsp;</div>]]></description>
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         <title>Como você imagina que seria a vida das mulheres negras sem a escravidão?</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 00:07:00 UTC</pubDate>
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         <title>Game Sociedade Nagô </title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://play.google.com/store/apps/details?id=com.StrikeGamesBr.NagoInicio&amp;hl=pt_BR&amp;gl=US&amp;pli=1<br><br>Game sobre a Revolta dos Malês, que alterna entre o jogo virtual e tarefas no mundo real.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 12:55:19 UTC</pubDate>
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         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <title>Outra história</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em <em>Atos de revolt</em>a<em>: imaginando outra história</em>, Gê Viana reconfigura o imaginário visual que associa corpos racializados a situações de violência, para apresentá-los como agentes e protagonistas. A partir de litografias realizadas no século 19 por Jean-Baptiste Debret e Johann Moritz Rugendas, a artista produz imagens que aludem a cenas cotidianas. Nelas, negros e indígenas ganham o direito ao descanso, à alegria, à abundância, e à liberdade. &nbsp;<br>(Para acessar mais obras da artista: https://galeriasuperficie.com.br/artistas/ge-viana/)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 13:43:22 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres em luta. Em 1717 as empregadas africanas de Lisboa saíram à rua e a Rainha deu-lhes razão</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://leitor.expresso.pt/diario/sexta-62/html/caderno1/temas-principais/mulheres-em-luta.-em-1717-as-empregadas-africanas-de-lisboa-sairam-a-rua-e-a-rainha-deu-lhes-razao-</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 14:02:54 UTC</pubDate>
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         <title>O que você entende por resistir?</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 14:09:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Na trilha pra Vila Rica<br>A tomar todo o ouro que eu preciso<br>Saquear engenhos no caminho<br>Matar os soldados do rei gringo<br>E nunca poupar um sertanista<br>É disso que eu chamo cobrar o quinto" Don L, 2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 14:15:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>esta coletânea resgata — e celebra — a memória de quinze mulheres negras que marcaram nossa história, em formato de cordel. Talvez você já tenha ouvido falar de Dandara e Carolina Maria de Jesus. Mas e Eva Maria do Bonsucesso? Luisa Mahin? Na Agontimé? Tia Ciata?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 14:33:28 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Na época colonial do Brasil, rebeliões, motins, conspirações e sedições aconteceram em vários lugares. Cada um desses protestos é interessante à sua maneira. Pesquise e descubra algumas dessas revoltas.&quot;</title>
         <author>robertasilvale</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 14:38:14 UTC</pubDate>
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