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      <title>Trabalho de Língua Portuguesa by LUIZ HENRIQUE SCHABARUM DE SIQUEIRA SANTOS</title>
      <link>https://padlet.com/luizsiqueirasantos/zr3po5aiurh3nphn</link>
      <description>realizado pela equipe:
Luiz Henrique Schabarum de Siqueira Santos N° 22

Elen Santos Faria N°13

1° agro A</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-25 19:19:21 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-08-28 23:05:28 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title> Trovadorismo  XI a XIV</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O trovadorismo foi o primeiro movimento literário europeu (séculos XI a XIV) que se caracterizou pela união da música e da poesia com a produção de cantigas líricas (com foco em sentimentos e emoções) e satíricas (com críticas diretas ou indiretas).</div><div>&nbsp;Como <strong>principais características do trovadorismo</strong>, temos:</div><div>&nbsp;1. Forte relação da música e a poesia</div><div>No trovadorismo, grande parte dos textos eram produzidos para serem cantados e acompanhados de instrumentos musicais (viola, flauta e alaúde). Isso porque, na Idade Média, a maior parte pessoas não sabiam ler e escrever.&nbsp;</div><div>Sendo assim, as poesias cantadas (cantigas) eram memorizadas e recitadas para os nobres que viviam na corte e também para pessoas comuns, por exemplo, nos mercados medievais.<br>&nbsp;2. Presença de trovadores, jograis e menestréis&nbsp;</div><div>Os autores das cantigas, que faziam trovas e rimas, eram conhecidos como “trovadores”, daí o nome do movimento. De maneira geral, os trovadores eram homens pertencentes à nobreza ou ao Clero.</div><div>Além dele, haviam os “jograis” e os “menestréis”. Os jograis eram os responsáveis por memorizar as cantigas e recitá-las em locais públicos. Os menestréis também memorizavam as cantigas, mas, além disso, tocava os instrumentos musicais.<br>&nbsp;3. Amor cortês e vassalagem amorosa</div><div>Uma forte característica explorada nas cantigas de amor do trovadorismo é o amor cortês e a vassalagem amorosa. Juntos, esses conceitos representam a submissão e fidelidade amorosa do homem diante de sua amada. Esse sentimento é expresso pela promessa de honrar e servir a dama com humildade e paciência.&nbsp;</div><div>Nesse sentido, a mulher é idealizada, inatingível e considerada o ser mais belo e puro. No amor cortês, os homens idealizam as mulheres da corte que eram casadas e, por isso, trata-se de um amor adúltero e incapaz de se realizar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-25 19:21:26 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo XIV a XV</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>Humanismo</strong> foi um movimento filosófico e literário que ocorreu nos séculos XIV e XV.</div><div>Inicialmente, o termo era empregado para designar os estudos de humanidades, ou seja: literatura clássica, história, dialética, retórica, aritmética, filosofia natural e línguas modernas.</div><div>Mais tarde, recebe este nome porque representa a ideia que o homem estaria no centro de tudo (antropocêntrica), ao contrário da mentalidade medieval, que era teocêntrica.</div><div>Aliás, os humanistas rejeitavam o período medieval e chamaram esta época de “Idade das Trevas”, enquanto eles representavam o “Renascimento”.</div><div>Na literatura, destacaram a temática mitológica, o hedonismo e a natureza como um lugar de harmonia.</div><div>Os filósofos humanistas valorizaram o ser humano, a investigação através de métodos científicos (empíricos) e as ideias da Antiguidade Clássica.<br><br>&nbsp;Características:<br><br>O Humanismo buscava na razão a explicação para os fenômenos do mundo.</div><div>Para o humanista, estudioso da Antiguidade Clássica, somente com a ordem era possível chegar à harmonia. Este princípio servia tanto para a arte como para a política.</div><div>Desta maneira, surge o antropocentrismo, onde o homem e não Deus estaria no centro do universo.</div><div>Não significa que a religião foi abandonada, nem deixou de fazer parte da vida dos seres humanos. No entanto, o homem se vê agora como protagonista da história, dotado de inteligência e vontade, e capaz de mudar seu destino.</div><div>Assim, o homem do renascimento não aceita as verdades pré-concebidas, pois tudo deve ser provado pelo meio da experimentação (empirismo).<br><br>O Humanismo português se inaugura com a produção de Gil Vicente (1465 -1536?).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-25 19:21:51 UTC</pubDate>
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         <title> Classicismo XV</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O classicismo é marcado pelo início da Idade moderna e o fim da era medieval. Em Portugal, tem destaque a unificação da Península Ibérica, o que foi considerado por muitos, a derrocada do país lusitano.<br>&nbsp;É também nesse momento, que se encerra o monopólio da Igreja Católica sobre a cultura. Sendo assim, os filhos dos burgueses passam a frequentar as universidades e ter acesso ao conhecimento.<br><br>&nbsp;Principais caracteísticas do Classicismo:<br>&nbsp;Imitação dos modelos clássicos (greco-romano)<br>&nbsp;Pureza e equilíbrio das formas<br> Humanismo renascentista.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-25 19:22:05 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura  de Informação (Lit. Br.) XVI e XVII</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizsiqueirasantos/zr3po5aiurh3nphn/wish/2271852902</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Literatura de Informação </strong>corresponde aos textos de viagens escritos em prosa e fazem parte do primeiro movimento literário do Brasil: o Quinhentismo (1500-1601).</div><div>Recebem esse nome pois são textos de caráter informativo os quais eram escritos com o intuito informar sobre as novas terras descobertas. Vale ressaltar que esses textos históricos e literários foram essenciais para fundar a literatura brasileira.<br><br>caracteristicas:<br><br>Esse tipo de produção literária <strong>tem como principal característica ter como função descrever o processo de domínio português sob o território brasileiro</strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todamateria.com.br/literatura-de-informacao/" />
         <pubDate>2022-08-25 19:22:41 UTC</pubDate>
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         <title> Principais Autores do Trovadorismo</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizsiqueirasantos/zr3po5aiurh3nphn/wish/2271865277</link>
         <description><![CDATA[<div>D. Dinis<br>&nbsp;Dom Dinis, o Trovador, foi um rei importante para Portugal, sua lírica foi de 139 cantigas, a maioria de amor, apresentando alto domínio técnico e lirismo, tendo renovado a cultura numa época em que ela estava em decadência em terras ibéricas.<br><br>&nbsp;D. Duarte<br>&nbsp;D. Duarte foi o décimo primeiro rei de Portugal e o segundo da segunda dinastia. D. Duarte foi um rei dado às letras, tendo feito a tradução de autores latinos e italianos e organizando uma importante biblioteca particular. Ele próprio nas suas obras mostra conhecimento dos autores latinos.<br>&nbsp;Obras: Livro dos Conselhos; Leal Conselheiro; Livro da Ensinança de Bem Cavalgar Toda a Sela.<br><br>D. Afonso X<br>&nbsp;D. Afonso X, o Sábio, foi rei de Leão e Castela. É considerado o grande renovador da cultura peninsular na segunda metade do século XIII. Acolheu na sua corte e trovadores, tendo ele próprio escrito um grande número de composições em galaico-português que ficaram conhecidas como Cantigas de Santa Maria. Promoveu, além da poesia, a historiografia, a astronomia e o direito, tendo elaborado a General Historia, a Crônica de España, Libro de los Juegos, Las Siete Partidas, Fuero Real, Libros del Saber de Astronomia, entre outras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-25 19:37:09 UTC</pubDate>
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         <title> Principais Obras do Trovadorismo</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizsiqueirasantos/zr3po5aiurh3nphn/wish/2271874299</link>
         <description><![CDATA[<div>“Cantiga da Ribeirinha” de Paio Soares de Taveirós.<br><strong>A Cantiga da Ribeirinha<br></strong>No mundo non me sei pareiha,<br>Mentre me for como me vai,<br>Ca já moiro por vós – e ai!<br>Mia senhor branca e vermelha,<br>Queredes que vos retraia<br>Quando vos eu vi em saia!<br>Mau dia me levantei,<br>Que vos enton non vi fea!<br>E, mia senhor, dês aquel di’, ai!<br>Me foi a mim mui mal,<br>E vós, filha de don Paai<br>Moniz, e bem vos semelha<br>D’haver eu por vós guarvaia,<br>Pois, eu, mia senhor, d’alfaia<br>Nunca de vós houve nen hei<br>Valia d’ua Correa.<br><br>&nbsp;Cantiga “Ai Deus, se sab’ora meu amigo” de Martin Codax.<br>Ai Deus, se sab' ora meu amigo.</div><div>1 Ay Deus, se sab' ora meu amigo</div><div>&nbsp;com' eu senneira estou en Vigo!</div><div>&nbsp;E vou namorada.</div><div>&nbsp;2 Ay Deus, se sab' ora meu amado</div><div>&nbsp;com' eu en Vigo senneira manno!</div><div>&nbsp;E vou namorada.&nbsp;</div><div>&nbsp;3 Com' eu senneira estou en Vigo,</div><div>&nbsp;e nullas gardas non ei comigo!</div><div>&nbsp;E vou namorada.&nbsp;</div><div>&nbsp;4 Com' eu senneira en Vigo manno,</div><div>&nbsp;e nullas gardas migo non trago!</div><div>&nbsp;E vou namorada.</div><div>&nbsp;5 E nullas gardas non ei comigo,</div><div>&nbsp;ergas meus ollos que choran migo!</div><div>&nbsp;E vou namorada.&nbsp;</div><div><br>&nbsp;Cantiga de escárnio “A Dom Foam quer’eu gram mal” de João Garcia de Guilhade.<br>A Dom Foam quer'eu gram mal.</div><div>A Dom Foam quer'eu gram mal</div><div>&nbsp;e quer'a sa molher gram bem;</div><div>&nbsp;gram sazom há que m'est'avém</div><div>&nbsp;e nunca i já farei al;</div><div>&nbsp;ca, des quand'eu sa molher vi,</div><div>&nbsp;se púdi, sempre a servi</div><div>&nbsp;e sempr'a ele busquei mal.</div><div>Quero-me já maenfestar,</div><div>&nbsp;e pesará muit'[a] alguém,</div><div>&nbsp;mais, sequer que moira por en,</div><div>&nbsp;dizer quer'eu do mao mal11</div><div>&nbsp;e bem da que mui bõa for,</div><div>&nbsp;qual nom há no mundo melhor,</div><div>&nbsp;quero-[o] já maenfestar.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://conselhosrapidos.com.br/quais-sao-os-principais-autores-e-obras-do-trovadorismo/" />
         <pubDate>2022-08-25 19:47:58 UTC</pubDate>
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         <title> Trabalho de Língua Portuguesa</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizsiqueirasantos/zr3po5aiurh3nphn/wish/2271875801</link>
         <description><![CDATA[<div>Luiz Henrique Schabarum de Siqueira Santos n°22<br><br>Elen Santos Faria n°13<br><br>1° agro A</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-08-25 19:49:44 UTC</pubDate>
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         <title> Principais Autores do Classicismo</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizsiqueirasantos/zr3po5aiurh3nphn/wish/2271891561</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Luís Vaz de Camões (1524-1580)<br>Foi um poeta português, considerado por muitos uma das maiores figuras da literatura lusófona e um dos grandes poetas da tradição ocidental. A sua literatura envolvia poesias tanto líricas quanto épicas, além de peças teatrais. Foi responsável por obras muito conhecidas, tais como: “<a href="https://www.infoescola.com/livros/os-lusiadas/">Os Lusíadas</a>”, que é considerada uma obra-prima.<br><br> Sá de Miranda (1481-1558)<br>Foi um poeta português, introdutor do <a href="https://www.infoescola.com/literatura/soneto/">soneto</a> e do Dolce Stil Nuovo na nossa língua, considerado o escritor mais lido depois de Camões.<br><br> Bernardim Riveiro (1482-1552)<br>Foi um escritor e poeta português renascentista. Sua principal obra é a novela “Saudades”, mais conhecida como “Menina e Moça”.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.infoescola.com/literatura/escritores-do-classicismo/" />
         <pubDate>2022-08-25 20:10:40 UTC</pubDate>
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         <title>Principais Autores do Humanismo</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizsiqueirasantos/zr3po5aiurh3nphn/wish/2271893397</link>
         <description><![CDATA[<div>Gil Vicente (1465-1536) foi considerado o “pai do teatro português” e sua obra aborda temas religiosos e humanos. Apesar de possuir uma visão religiosa cristã e moralista, seus textos também apresentam críticas sociais.<br><br>Fernão Lopes (1390-1460) foi o maior representante da prosa historiográfica humanista, além de fundador da historiografia portuguesa.</div><div>Antes dele, a historiografia de Portugal se resumia aos nobiliários, ou seja, os livros de linhagem que reuniam as árvores genealógicas dos nobres medievais<br><br>Garcia de Resende (1470-1536) foi o maior representante da <a href="https://www.todamateria.com.br/poesia-palaciana/">poesia palaciana</a> humanista. O escritor publicou em 1516 a obra <em>Cancioneiro Geral</em>, que reúne mais de mil poemas da literatura medieval, de 300 autores diferentes.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todamateria.com.br/humanismo/#:~:text=Dentre%20os%20principais%20autores%20do,aborda%20temas%20religiosos%20e%20humanos." />
         <pubDate>2022-08-25 20:13:09 UTC</pubDate>
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         <title> Principais Obras do Classicismo</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizsiqueirasantos/zr3po5aiurh3nphn/wish/2271894059</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Os Lusíadas de Luís de Camões<br><br>"Canto IX</strong></div><div>Tiveram longamente na cidade,<br>Sem vender-se, a fazenda os dous feitores,<br>Que os Infiéis, por manha e falsidade,<br>Fazem que não lha comprem mercadores;<br>Que todo seu propósito e vontade<br>Era deter ali os descobridores<br>Da Índia tanto tempo que viessem<br>De Meca as naus, que as suas desfizessem."<br><br><strong>Soneto de Sá de Miranda<br></strong><br>"O sol é grande, caem coa calma as aves,<br>Do tempo em tal sazão que sói ser fria:<br>Esta água, que d'alto cai, acordar-me-ia,<br>Do sono não, mas de cuidados graves.</div><div>Ó coisas todas vãs, todas mudaves,<br>Qual é o coração que em vós confia?<br>Passando um dia vai, passa outro dia,<br>Incertos todos mais que ao vento as naves!</div><div>Eu vi já por aqui sombras e flores,<br>Vi águas, e vi fontes, vi verdura;<br>As aves vi cantar todas d'amores."<br><br><strong>A Divina Comédia de Dante Alighieri<br><br>"</strong>No meio do caminho desta vida<br>me vi perdido numa selva escura,<br>solitário, sem sol e sem saída.</div><div>Ah, como armar no ar uma figura<br>desta selva selvagem, dura, forte,<br>que, só de eu a pensar, me desfigura?</div><div>É quase tão amargo como a morte;<br>mas para expor o bem que encontrei,<br>outros dados darei da minha sorte.</div><div>Não me recordo ao certo como entrei,<br>tomado de uma sonolência estranha,<br>quando a vera vereda abandonei."<br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-25 20:14:04 UTC</pubDate>
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         <title>Principais Obras do Humanismo</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizsiqueirasantos/zr3po5aiurh3nphn/wish/2273950718</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;* </strong><strong><em>Auto da Barca do inferno</em></strong><strong> de Gil Vicente<br><br>" Diabo</strong></div><div>— Cavaleiros, vós passais<br>e nom perguntais onde is?<br><br></div><div><strong>1.º Cavaleiro</strong></div><div>— Vós, Satanás, presumis?<br>Atentai com quem falais!<br><br></div><div><strong>2.º Cavaleiro</strong></div><div>— Vós que nos demandais?<br>Sequer conhecermos bem:<br>morremos nas Partes d'Além,<br>e não queirais saber mais.<br><br></div><div><strong>Diabo</strong></div><div>— Entrai cá! Que cousa é essa?<br>Eu nom posso entender isto!<br><br></div><div><strong>Cavaleiros</strong></div><div>— Quem morre por Jesus Cristo<br>não vai em tal barca como essa! ..."<br><br>* <strong>crônica </strong><strong><em>El-Rei D. Pedro I </em></strong><strong>de Fernão Lopes<br><br>" </strong>E porquanto el−rei Dom Pedro, cujo reinado se segue, usou da justiça, de que a Deus mais praz que cousa boa que o rei possa fazer, segundo os santos escrevem, e alguns desejam saber que virtude é esta, e pois é necessaria ao rei, se o é assim ao povo: vós, n'aquelle estilo que o simplesmente apanhámos, o podeis lêr por esta maneira. <br>Justiça é uma virtude, que é chamada toda virtude; assim que qualquer que é justo, este cumpre toda virtude; porque a justiça, assim como lei de Deus, defende que não forniques nem sejas gargantão, e isto guardando, se cumpre a virtude da castidade e da temperança, e assim podeis entender dos outros vicios e virtudes...."<br><br>* <strong>poesia </strong><strong><em>Trova de Inês</em></strong><strong> de Garcia Resende<br><br>"</strong>Qual será o coraçam<br>tam cru e sem piadade,<br>que lhe nam cause paixam<br>úa tam gram crueldade<br>e morte tam sem rezam?<br>Triste de mim, inocente,<br>que, por ter muito fervente<br>lealdade, fé, amor<br>ó príncepe, meu senhor,<br>me mataram cruamente!<br>A minha desaventura<br>nam contente d'acabar-me,<br>por me dar maior tristura<br>me foi pôr em tant'altura,<br>para d'alto derribar-me; ..."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-28 21:08:43 UTC</pubDate>
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         <title>Principais Autores da Literatura de Informação</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizsiqueirasantos/zr3po5aiurh3nphn/wish/2273965932</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; *<strong>Pero Vaz de Caminha</strong>, (Porto, 1450 — Calecute, 15 de Dezembro de 1500), às vezes popularmente chamado de Pedro Vaz de Caminha, foi um fidalgo português que se notabilizou nas funções de escrivão da armada de Pedro Álvares Cabral. Foi também vereador na cidade portuguesa do Porto. <br><br> *<strong>Pero Lopes de Souza,</strong>&nbsp;(Lisboa, 1497 — Madagascar, 1539) foi um fidalgo português, navegador e militar. Irmão de Martim Afonso de Sousa, foi donatário das capitanias de Itamaracá, Santo Amaro e Santana. Escreveu o Diário da Navegação, considerado o mais importante relato sobre a expedição de seu irmão ao Brasil, entre 1530 e 1532. <br><br> *<strong>Pero de Magalhães Gândavo,&nbsp;</strong>(<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Braga">Braga</a>, c. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1540">1540</a> — c. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1580">1580</a>) foi um historiador e cronista português.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-28 21:56:31 UTC</pubDate>
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         <title>Principais Obras da Literatura de Informação</title>
         <author>luizsiqueirasantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>* RELAÇÃO DO PILOTO ANÔNIMO&nbsp;<br>"Capítulo I Onde o Rei D. Manuel em pessoa entregou a bandeira real ao Capitão No ano de 1500, mandou o Sereníssimo Rei de Portugal, chamado Dom Manuel de nome, uma sua armada de naus e navios às partes da Índia, na qual armada havia 12 naus e navios da qual armada era Capitão-mor Pedro Álvares Cabral, fidalgo. As quais naus e navios partiram e bem aparelhados e providos de todas as coisas necessárias para um ano e meio. Das quais 12 naus ordenou que 10 fossem a Calecute e as outras duas para a Arábia para irem a um lugar chamado Sofala porque queriam mercadejar naquele lugar, o qual lugar de Sofala acharam estar no caminho de Calecute. E assim as outras 10 naus levavam mercadorias que à dita viagem lhes fossem necessárias. E aos 8 do mês de março no dito ano estavam prontos, e naquele dia, que era domingo, foram à distância de duas milhas desta cidade a um lugar chamado Restelo, onde está uma igreja chamada Santa Maria de Belém, no qual lugar o Sereníssimo Rei foi em pessoa entregar ao Capitão a Bandeira Real para a dita armada..."<br><br>* A CARTA DE PERO VAZ DE CAMINHA&nbsp;<br>"Senhor: Posto que o Capitão-mor desta vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a nova do achamento desta vossa terra nova, que ora nesta navegação se achou, não deixarei também de dar disso minha conta a Vossa Alteza, assim como eu melhor puder, ainda que — para o bem contar e falar — o saiba pior que todos fazer. Tome Vossa Alteza, porém, minha ignorância por boa vontade, e creia bem por certo que, para aformosear nem afear, não porei aqui mais do que aquilo que vi e me pareceu. Da marinhagem e singraduras do caminho não darei aqui conta a Vossa Alteza, porque o não saberei fazer, e os pilotos devem ter esse cuidado. Portanto, Senhor, do que hei de falar começo e digo: ..."<br><br>* A CARTA DE MESTRE JOÃO FARAS&nbsp;<br>"Senhor: O bacharel mestre João, físico e cirurgião de Vossa Alteza, beijo vossas reais mãos. Senhor: porque, de tudo o cá passado, largamente escreveram a Vossa Alteza, assim Aires Correia como todos os outros, somente escreverei sobre dois pontos. Senhor: ontem, segunda-feira, que foram 27 de abril, descemos em terra, eu e o piloto do capitão-mor e o piloto de Sancho de Tovar; tomamos a altura do sol ao meio-dia e achamos 56 graus, e a sombra era setentrional, pelo que, segundo as regras do astrolábio, julgamos estar afastados da equinocial por 17°, e ter por conseguinte a altura do pólo antártico em 17°, segundo é manifesto na esfera. E isto é quanto a um dos pontos, pelo que saberá Vossa Alteza que todos os pilotos vão tanto adiante de mim, que Pero Escolar vai adiante 150 léguas, e outros mais, e outros menos, mas quem diz a verdade não se pode certificar até que em boa hora cheguemos ao cabo de Boa Esperança e ali saberemos quem vai mais certo, se eles com a carta, ou eu com a carta e o astrolábio..."&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-28 21:57:54 UTC</pubDate>
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