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      <title>Meu padlet requintado by Jennifer Stark</title>
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      <description>Criado com um pouco de travessura</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-04 16:04:13 UTC</pubDate>
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         <title>Escola na era Vargas </title>
         <author>jennystark806</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Ministério da Educação foi criado no Brasil em 14 de novembro de 1930 como o nome de Ministério da Educação e Saúde Pública. Sua criação foi um dos primeiros atos do Governo Provisório de Getúlio Vargas, que havia tomado posse em 3 de novembro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 16:07:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jennystark806</author>
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         <description><![CDATA[<div>O primeiro ministro da Educação, <a href="https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/biografias/francisco_campos">Francisco Campos</a>, veio de Minas Gerais. Sua nomeação foi uma compensação do governo federal a Minas pela participação na Revolução de 1930, mas resultou também da pressão de setores conservadores da Igreja Católica, liderados por <a href="https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/biografias/alceu_amoroso_lima">Alceu Amoroso Lima</a>. <a href="https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/biografias/francisco_campos">Francisco Campos</a> já acumulava uma experiência de reformador da educação em Minas Gerais na década de 1920. A reforma que fez no ensino primário e normal do estado foi pioneira no país. Seguia os postulados da "Escola Nova", que haviam chegado ao Brasil pelas mãos de educadores como <a href="https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/biografias/anisio_teixeira">Anísio Teixeira</a> e <a href="https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/biografias/fernando_de_azevedo">Fernando de Azevedo</a> após a Primeira Guerra Mundial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 16:10:30 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto da escola nova </title>
         <author>jennystark806</author>
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         <description><![CDATA[<div>O "Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova",[1] datado de 1932, foi escrito durante o governo de Getúlio Vargas e consolidava a visão de um segmento da elite intelectual que, embora com diferentes posições ideológicas, vislumbrava a possibilidade de interferir na organização da sociedade brasileira do ponto de vista da educação. Redigido por Fernando de Azevedo, dentre 26 intelectuais, entre os quais Roldão Lopes de Barros, Anísio Teixeira, Afrânio Peixoto, Lourenço Filho, Antônio F. Almeida Junior ",[2] Roquette Pinto, Delgado de Carvalho, Hermes Lima e Cecília Meireles. Ao ser lançado, no meio do processo de reordenação política resultante da Revolução de 30, o documento tornou-se o marco inaugural do projeto de renovação educacional do país. Além de constatar a desorganização do aparelho escolar, propunha que o Estado organizasse um plano geral de educação e defendia a bandeira de uma escola única, pública, laica, obrigatória e gratuita. O movimento reformador foi alvo da crítica forte e continuada da Igreja Católica, que naquela conjuntura era forte concorrente do Estado na expectativa de educar a população, e tinha sob seu controle a propriedade e a orientação de parcela expressiva das escolas da rede privada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 16:14:22 UTC</pubDate>
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