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      <title>Grupo 4, Políticas de Atenção a Saúde da Criança by Rebeca Natacha</title>
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      <description>Brian, Dayane, Kelly, Iarla, Lenayra, Luara, Maria Aparecida, Mayana, Mônica, Thais, Rebeca.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-31 20:50:07 UTC</pubDate>
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         <title>CRIANÇAS OPERÁRIAS NA RECÉM  INDUSTRIALIZADA SÃO PAULO</title>
         <author>rebecanatacha02</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-12 19:33:22 UTC</pubDate>
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         <title>CRIANÇAS OPERÁRIAS NA RECÉM  INDUSTRIALIZADA SÃO PAULO</title>
         <author>rebecanatacha02</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>As crianças e adolescentes vitimados em acidentes do trabalho.</strong></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-12 19:41:44 UTC</pubDate>
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         <title>CRIANÇAS OPERÁRIAS NA RECÉM  INDUSTRIALIZADA SÃO PAULO</title>
         <author>rebecanatacha02</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>A indústria têxtil correspondia ao setor de maior absorção de mão de obra e grande parte dos trabalhadores que empregava era representada por crianças e adolescentes.</li><li>Na Itália, durante os finais do século XIX, a fome era uma realidade inexorável.</li><li> A cidade de São Paulo viu, sob o impacto da imigração, ampliar-se a concentração de trabalhadores nas atividades urbanas.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-12 19:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>CRIANÇAS OPERÁRIAS NA RECÉM  INDUSTRIALIZADA SÃO PAULO</title>
         <author>rebecanatacha02</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>As Jornadas de trabalho eram extremamente longas :10, 12, às vezes 14 horas diárias.</li><li> Existiam intervalos reduzidos e sem descanso semanal, dificultando, senão inviabilizando, as possibilidades já restritas de frequentar a escola.</li><li> Em 1917 na Lei Estadual no 1.596 e no Decreto Estadual no 2.918 que a sanciona no ano seguinte (12 horas diárias).</li><li>As brincadeiras provavelmente quebravam a rotina esmagadora dos estabelecimentos industriais, aliviavam a tensão  de trabalho, e resgatavam minimamente o direito à infância e à adolescência.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-12 19:48:00 UTC</pubDate>
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         <title>CRIANÇAS OPERÁRIAS NA RECÉM  INDUSTRIALIZADA SÃO PAULO</title>
         <author>rebecanatacha02</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote> <mark>Os salários eram, inferiores, e em relação à mão de obra adulta, aproximavam-se mais dos salários femininos e distanciavam-se significativamente dos salários masculinos </mark></blockquote><div><br></div><ul><li>  <strong>Na passagem para o século XX,</strong> as reivindicações da classe operária já ganhavam as páginas da imprensa paulistana, que seria particularmente sensível à condição da infância e da adolescência. </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Em maio de 1898, por ocasião das comemorações do Dia do Trabalho</strong>, o Fanfulla informava que, dentre as reivindicações dos trabalhadores, estavam incluídas a proibição do trabalho para os menores de 14 anos, do trabalho noturno independentemente de idade – inclusive para os adultos no que fosse possível–, devendo ser a infância protegida até a idade de 16 anos.</li></ul><div><br></div><pre><strong><em>A principal reivindicação dos trabalhadores, gerando numerosas greves no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Pernambuco e em outras regiões do país, era pela jornada de trabalho de oito horas.</em></strong></pre><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-12 19:50:09 UTC</pubDate>
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         <title>MENINAS PERDIDAS</title>
         <author>rebecanatacha02</author>
         <link>https://padlet.com/rebecanatacha02/zqp2tkd4iuatjs1q/wish/678024122</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><pre> “Menina perdida” foi a expressão utilizada pelo advogado de José Maria dos Santos, acusado, em 1904, no Rio de Janeiro de ter deflorado Olívia Silva Lisboa, de 15 anos.</pre><div><br></div><div> </div><ul><li><strong>No final do século XIX, </strong>foi estabelecido uma política jurídica e médica, com o objetivo de educar as gerações futuras na construção da “ordem e progresso”.</li><li><strong>Novo código penal, foi criado em 1890, com o objetivo de </strong>organizar melhor a punição de crimes sexuais, ao distinguir claramente o estupro do defloramento, os principais crimes contra a honra feminina, e definir alguns conceitos e condições desses crimes.</li><li><strong>O código criminal de 1940, no artigo 217</strong>, iria consolidar todas essas mudanças, ao substituir o crime de defloramento por sedução e ao precisar a nova idade da inexperiência (a menoridade) – para as jovens entre 14 e 18 anos: “seduzir mulher virgem, menor de 18 anos e maior de 14 e ter com ela conjunção carnal, aproveitando-se de sua inexperiência ou justificável confiança.” </li></ul><div> </div><blockquote><em><mark> As jovens da década de 20, chegavam a ver a ruptura de seus himens como significando liberdade</mark></em><em>. <br></em><br></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-13 00:36:31 UTC</pubDate>
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         <title>MENINAS PERDIDAS</title>
         <author>rebecanatacha02</author>
         <link>https://padlet.com/rebecanatacha02/zqp2tkd4iuatjs1q/wish/678032042</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>As “meninas perdidas” de hoje receberam de suas mães e avós, apesar das desavenças entre elas, uma herança de valores, regras e comportamentos sempre muito distantes dos padrões que médicos, juristas, educadores, religiosos e patrões tentavam impor – sem nunca conseguirem – a toda a sociedade .</strong></li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Portanto, 🤬 evidente que as meninas pobres, mesmo encontrando sentido nos valores de honra e virgindade, mesmo sendo pressionadas por vizinhos e patrões, viviam o namoro, as diversões, a relação de casal, os encontros sexuais, os amasiamentos e os casamentos formais com um conceito de honestidade bem diferente daquele defendido pelos ilustres juristas e suas famílias.</strong></li></ul><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-13 00:44:27 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIAS DA INFÂNCIA NA AMAZÔNIA</title>
         <author>rebecanatacha02</author>
         <link>https://padlet.com/rebecanatacha02/zqp2tkd4iuatjs1q/wish/678035884</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><em>Somente a recordação dos que envelhecem é capaz de rememorar os “pequenos fatos que tecem a vida de cada indivíduo e do grupo”, trazendo à tona um passado cheio de correlações com o presente, Dizia o escritor Pedro Nava.</em></blockquote><div> </div><div><br></div><ul><li>Nas décadas de 1910 e 1920, apesar da extração do látex estar em franco declínio, muitas transformações haviam marcado fortemente o rosto das cidades amazônicas com a chegada de várias culturas-povos estrangeiros. </li></ul><div><br></div><ul><li><em>A época de infância era “um tempo de conversa”. Vem à lembrança que “uma das mais esplêndidas instituições culturais de Manaus daquele tempo era a conversa de calçada”. </em></li></ul><div> </div><ul><li><strong>O cortejo “festivo”</strong> nas famílias mais ricas, os sinais de afeição para com o filhinho morto davam-se de várias outras maneiras. </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>O cortejo “festivo”</strong> dos pobres como as “páginas íntimas” dos mais intelectualizados, ambos eram rituais que botavam a público algo que parecia reservado à vida doméstica e aos sentimentos da família e da parentela mais próxima. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-13 00:48:42 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIAS DA INFÂNCIA NA AMAZÔNIA</title>
         <author>rebecanatacha02</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>O “modelo” de uma criança civilizada e por quais espaços sociais deveria transitar, tão candentes nos dias de hoje, eram nas décadas de 1910 e 1920 muito diferentes entre os vários grupos sociais da época e muito mais em relação aos dias de hoje.</li></ul><div><br></div><ul><li>Na capital do Amazonas, especialmente a partir de 1912, a crise econômica da borracha abateu drasticamente “a vida doméstica da gente pobre”, o que muito repercutiu na frequência escolar, segundo as estatísticas do período.</li></ul><div><br></div><ul><li>Apesar das especificidades e vivências diversas das famílias brasileiras e das famílias europeias, ambas experimentaram, em qualquer fase da criação, dificuldades na lida com os pequenos.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-13 01:12:44 UTC</pubDate>
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