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      <title>GRANDES TEMAS DA VETERINÁRIA  by Ana Holanda</title>
      <link>https://padlet.com/anaholanda565/zq0hddfk5jhzmbbx</link>
      <description>trabalho sobre dirofilariose voltado pro cão.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-08 21:23:20 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução </title>
         <author>anaholanda565</author>
         <link>https://padlet.com/anaholanda565/zq0hddfk5jhzmbbx/wish/1876470906</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A dirofilariose é uma enfermidade parasitária de distribuição mundial, cujo agente etiológico é o filarídeo Dirofilaria immits no&nbsp; Brasil, essa enfermidade tem uma maior incidência em áreas costeiras, no entanto, ela pode ser visualizada em áreas distantes do litoral&nbsp; apresentando incidências distintas em várias partes do país. O nematóide adulto aloja-se principalmente no ventrículo direito e artérias pulmonares, podendo induzir lesões cardiovasculares, pulmonares, hepáticas e renais, assumindo formas clínicas severas que podem levar a morte dos animais&nbsp; . A Dirofilaria immitis pode também ser encontrada na câmara anterior do globo ocular&nbsp; na cavidade peritonial&nbsp; e no ventrículo lateral direito do cérebro. A gravidade das alterações é dependente da carga parasitária, da duração da infecção e da resposta imunológica do animal frente à presença dos parasitas. O exercício também é um fator agravante da doença, já que pode aumentar o risco da ocorrência de complicações tromboembolíticas&nbsp; O diagnóstico da dirofilariose baseia-se nos sinais clínicos, testes imunoenzimáticos, provas moleculares ou na visualização das microfilárias na circulação, tais como o esfregaço sanguíneo, teste de Knott, ou gota espessa&nbsp;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 22:06:00 UTC</pubDate>
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         <title>Relato da Avaliação do Animal </title>
         <author>anaholanda565</author>
         <link>https://padlet.com/anaholanda565/zq0hddfk5jhzmbbx/wish/1876482215</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi atendido em uma clínica veterinária, um animal da espécie canina, fêmea, com 4 ano de idade, pertencente a raça Border Collie. O animal apresentava apatia, cansaço e inapetência. A cadela tosse frequentemente principalmente após o aumento da atividade física. Com bastante Letargia para realização de atividades físicas.&nbsp; Nos últimos 6 meses teve perda de peso significativa e aumento da circunferência abdominal. Vacinação apenas com antirrábica. Diante desses achados foram solicitados: hemograma; Teste rápido SNAP® 4Dx® Plus; radiografa de tórax; ecocardiograma, raio x de tórax e ultrassom abdominal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 22:13:29 UTC</pubDate>
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         <title>Resultados e Discursões </title>
         <author>anaholanda565</author>
         <link>https://padlet.com/anaholanda565/zq0hddfk5jhzmbbx/wish/1876510988</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O resultado do ecocardiograma mostrou a presença de uma forma adulta de Dirofilaria immits próxima ao coração. Esse resultado foi confirmado por meio do teste rápido SNAP® 4Dx® Plus o qual mostrou positividade para dirofilariose. Diante disso, diagnosticou-se dirofilariose no animal. Sabe-se que o diagnóstico dessa doença se baseia na&nbsp; detecção de antígenos circulantes da forma adulta de Dirofilaria immits, que pode ser comprovado por achados clínicos, radiográficos, testes imunoenzimáticos, provas moleculares ou até mesmo a visualização de microfilárias no sangue periférico&nbsp; alguns desses exames foram solicitados pelo clínico, permitindo dessa forma se alcançar o diagnóstico. A dirofilariose é uma enfermidade que acomete cães, principalmente entre os três e&nbsp; quinze anos&nbsp; No entanto, nesse relato, o animal apresentava apenas quatro anos&nbsp; de idade&nbsp; Esse fato pode ser justificado pela presença de um diagnóstico precoce bem como uma maior incidência de dirofiliaria na região no qual o animal residia. Dados da literatura mostram que a dirofilariose é uma realidade no Brasil, podendo ser considerada uma enfermidade endêmica, com elevada prevalência de cães microfilarêmicos , sendo visualizada em diversas regiões do País. Ela apresenta distribuição cosmopolita, com maior prevalência em cidades litorâneas de clima quente.<br>&nbsp; Dados da literatura mostram que no cão, a dirofilariose pode induzir distúrbio circulatório, levando a insuficiência cardíaca congestiva direita, arterite, trombose, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, glomerulonefrite e, até mesmo o óbito do animal&nbsp;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 22:32:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>anaholanda565</author>
         <link>https://padlet.com/anaholanda565/zq0hddfk5jhzmbbx/wish/1876540858</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Nesse relato, o animal apresentou um quadro de apatia, inapetência e cansaço&nbsp; A história de cães sintomáticos com dirofilariose costuma incluir dispnéia ao exercício, fadiga, síncope, tosse, hemoptise, respirações entrecortadas e perda de peso .&nbsp; Em relação ao resultado do hemograma, não se observou qualquer alteração no eritrograma,&nbsp; animais acometidos com dirofilariose podem apresentar anemia com hemácias macrocíticas e normocrômicas; anisocitose e intenso rouleaux eritrocitário, podendo progredir para anemia normocítica normocrômica.&nbsp; Verificou que animais com microfilárias apresentaram redução no número de hemácias, concentração de hemoglobina e valor de hematócrito, induzindo um quadro de anemia normocítica hipocrômica&nbsp; . Esse tipo de anemia induzida pela dirofilaria, conhecida como anemia hemolítica, é justificada por uma hemólise intravascular consequente da síndrome da veia cava. Esse fato decorre do trauma mecânico contra as hemácias devido a migração somática dos parasitas e obstrução do fluxo sanguíneo, levando a uma hemólise mecânica resultante da ativação de plaquetas e formação de fibrina.&nbsp; Nesse relato, o animal não apresentou um quadro anêmico, possivelmente por apresentar uma baixa carga parasitária, fato que foi visualizado no resultado do ecocardiograma que mostrou apenas uma única forma adulta de Dirofilaria immits.&nbsp;<br>&nbsp;Porém, dados mostram também que animais com dirofilariose podem apresentar neutrofilia relativa, linfopenia e eosinofilia&nbsp; Sabe-se que parasitas adultos de D. immitis no cão levam a um traumatismo da parede dos vasos sanguíneos, induzindo uma reação inflamatória desenvolvida pelo hospedeiro na tentativa de os eliminar&nbsp; verificando-se assim, a princípio um quadro de neutrofilia. Nesse relato, a leucopenia estava associada a uma discreta linfopenia, mostrando que possivelmente os linfócitos circulantes do sangue estavam sendo ativados, migrando para o tecido lesionado no intuito de combater o agente flogógeno.&nbsp;<br>&nbsp;Dados da literatura mostram que a trombocitopenia imunomediada secundária, que é a causa mais comum de trombocitopenia em cães, pode está associada a condições de base, como doenças autoimunes sistêmicas; neoplasias hematológicas ou metastáticas; doenças infecciosas; infecções por protozoários; dirofilariose e histoplasmose Na dirofilariose, a trombocitopenia pode ser resultado do consumo plaquetário pelo sistema arterial pulmonar . Observamos um quadro de trombocitopenia com presença de plaquetas gigantes e agregado plaquetário. Resultados semelhantes foram visualizados na literatura, onde animais microfilarêmicos apresentaram trombocitopenia, possivelmente devido à destruição imunomediada das plaquetas. Sabe-se que macroplaquetas sugerem liberação de plaquetas jovens na circulação e são frequentemente observadas nas trombocitopenias regenerativas. Dessa forma, pode-se sugerir que o animal desse relato apresentava uma resposta medular frente a destruição plaquetária.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 22:53:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anaholanda565</author>
         <link>https://padlet.com/anaholanda565/zq0hddfk5jhzmbbx/wish/1876571207</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Componentes&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Valores&nbsp; &nbsp; &nbsp; Referências&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; Hemácias&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;6.240.000&nbsp; &nbsp; 5,5-8,5 milhões/mm3&nbsp;<br><br>&nbsp;Hematócrito&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 45,1&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;37-55 %&nbsp;<br><br>&nbsp;Hemoglobina&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;16,7&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 12-18 g%&nbsp;<br><br>&nbsp;VCM&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;72,3&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;60-77 µ&nbsp;<br><br>&nbsp;CHCM&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;37&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 31-34%&nbsp;<br><br>&nbsp;Plaquetas&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;93.000&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 180.000-400.000/mm3&nbsp;<br><br>&nbsp;Leucócitos&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;4.700&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;6.000-18.000/mm&nbsp;<br><br>&nbsp;Neutrófilos bastões&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;0&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;0-500/mm&nbsp;<br><br>&nbsp;Neutrófilos segmentados &nbsp; 3.807&nbsp; &nbsp; &nbsp;3.600-13.800/mm3&nbsp;<br><br>&nbsp;Eosinófilos&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;788&nbsp; &nbsp; &nbsp; 120-1.800/mm3&nbsp;<br><br>&nbsp;Linfócitos&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 611&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 720-5.400/mm3&nbsp;<br><br>&nbsp;Monócitos&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 282&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 180-1.800/mm3&nbsp;<br><br>&nbsp;Proteínas plasmáticas totais &nbsp; 6,0&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;5,8 – 7,9&nbsp;<br><br>&nbsp;Obs: presença de hemácias normocíticas normocrômicas; plaquetas gigantes e agregado plaquetário; plasma hemolisado; ausência de granulações tóxicas nos neutrófilos e linfócitos morfologicamente normais. Em relação ao resultado da radiografia de tórax, verificou-se apenas um quadro de bronquite alérgica. Dados da literatura mostram que radiografias torácicas de cães com dirofilariose podem apresentar um aumento do lado direito do coração e dilatação da artéria pulmonar que são alterações compatíveis com dirofilariose severa e comprometimento cardíaco . Esse fato mostra que o animal desse relato possivelmente não tinha comprometimento cardíaco e pulmonar, confirmando que a dirofilariose não era severa. Quanto ao resultado da ultrassonografia abdominal, essa não mostrou qualquer alteração. O animal foi submetido ao tratamento para dirofilariose e, até o presente momento, apresenta-se clinicamente bem.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 23:18:26 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão do caso </title>
         <author>anaholanda565</author>
         <link>https://padlet.com/anaholanda565/zq0hddfk5jhzmbbx/wish/1876584524</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Nesse relato, pode-se concluir que o diagnóstico precoce, por meio do teste rápido, foi essencial para amenizar os efeitos da dirofilariose no animal. No entanto, essa enfermidade induziu alterações hematológicas discretas que não comprometeram a saúde do paciente.&nbsp;<br><br>&nbsp;A dirofilariose é uma zoonose causada pela Dirofilaria immitis, parasita de distribuição mundial, considerado um dos parasitas mais patogênicos de cães. A maioria dos animais são assintomáticos, entretanto, a doença pode afetar diversos. Objetivou-se relatar um caso de dirofilariose em uma cadela. Ela apresentava apatia, cansaço e inapetência. Foram solicitados exames, diagnosticando-se dirofilariose. O hemograma mostrou discreta leucopenia, linfopenia e trombocitopenia. A radiografia de tórax evidenciou bronquite alérgica. O ecocardiograma mostrou a presença de uma forma adulta de Dirofilaria immits. Conclui-se que a dirofilariose induziu alterações hematológicas, porém não graves. O teste rápido foi essencial no auxílio e diagnóstico precoce.&nbsp;<br>Palavras-chaves: dirofilariose, cadela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 23:28:38 UTC</pubDate>
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         <title>Referências bibliográficas utilizadas.</title>
         <author>anaholanda565</author>
         <link>https://padlet.com/anaholanda565/zq0hddfk5jhzmbbx/wish/1876600234</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;BOCARDO, M.; HAMZÉ, A. L., PACHECO, A. M. Dirofilariose na medicina veterinária. Anais do XII simpósio de ciências aplicadas da FAEF. Garça, 1:321-325, 2009. BOLIO-GONZALEZ, M.E.; RODRIGUEZ-VIVAS, R.I.; SAURI-ARCEO, C.H.; GUTIERREZ-BLANCO, E.; ORTEGA-PACHECO, A.; COLIN-FLORES, R.F. Prevalence of the Dirofilaria immitis infection in dogs from Merida, Yucatan, Mexico. Veterinary Parasitology, 148(2):166-169, 2007. BOWMAN, D.; ATKINS, C. Heartworm Biology, Treatment, and Control. Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice, 39(6):1127-1158, 2009. CALVERT, C. A.; RAWLINGS, C. A. Dirofilariose Canina in: GOODWIIN, J. K.; TILLER, L. P. Manual de cardiologia para cães e gatos. Rio de Janeiro: Guanabara, ed. 3, p. 203- 220,2002. CIRIO, S.M. Epidemiologia e clínica de cães portadores de dirofilariose em espaços urbanos de município do litoral do Paraná e aspectos da histologia de Culex quinquefasciatus (Say, 1823) (Diptera, Culicidae),2005. ETTINGER, S.; FELDMAN, E. Textbook of veterinary internal medicine. v 2. 6th ed. Saunders Elsevier, p.1118-1144, 2004. FERREIRA A. F.; BARBOSA F. C.; MASTRANTONIO E. C. Ocorrência da dirofilariose canina na cidade de Uberlândia, MG, Brasil. Veterinária Notícias. p. 57-61, 1999. FERREIRA NETO, J.M.; VIANA, E.S.; MAGALHAES, L.M. Patologia clínica veterinária. Belo Horizonte: Rabelo, 1981. FURTADO A.P.; CARMO E.S.; GIESE E.G.; VALLINOTO A.C.R.; LANFREDI R.M.; SANTOS J.N. Detection of dog filariasis in Marajo Island, Brazil by classical and molecular methods. Parasitology Research., 105:1509-1515, 2009. GARCEZ. L. M.; SOUZA, N. F.; MOTA, E. F.; DICKSON, L. A. J.; ABREU, W. U.; CAVALCANTI, V. F. N.; GOMES, P. A. F. Focos de dirofilariose canina na Ilha do Marajó: um fator de risco para a saúde humana. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 39(4):333-336, 2006. HOCK, H.; STRICKLAND, K. Canine and Feline Dirofilariasis: Life Cycle, Pathophysiology, and Diagnosis. Compendium, 30(3):133-141, 2008. MAGNIS J.; LORENTZ S.; GUARDONE L.; GRIMM F.; MAGI M.; NAUCKE T.J.; DEPLAZES, P. Morphometric analyses of canine blood microfilariae isolated by the Knott’s test enables Dirofilaria immitis and D. repens species-specific and Acanthocheilonema (syn. Dipetalonema) genus-specific diagnosis. Parasites e Vectors, 6:1-5, 2013. NELSON, R. Fundamentos da Medicina Interna de pequenos animais. Rio Janeiro: Guanabara, p.92-101,1992. NELSON, R.W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p.169-178, 2010. NIWETPATHOMWAT, A.; KAEWTHAMASORN, M.; TIAWSIRISUP, S.; TECHANGAMSUWAN S.; SUVARNVIBHAJA, S.A. retrospective study of the clinical hematology and the serum biochemistry tests made on canine dirofilariasis cases in an animal hospital population in Bangkok, Thailand. Research Veterinary Science., 82:364-369, 2007. OLIVEIRA, I.N.V.; MOREIRA, H.R.; FAZIO-JUNIOR, P.I.; CASTRO, L.R.S.; TRINDADE, C.E.D.; BEZERRA, D.K.O.; MADEIRA, E.A.O.; ALMEIDA, M.B.A.; FERNANDES, J.I. Perfil hematológico e bioquímico de cães infectados por Dirofilaria immitis da localidade da Ilha de Algodoal, Pará. Revista Brasileira de Medicina Veterinária, 35(Supl.2):74-80, dezembro 2013. OLIVEIRA, J.S.; LEMOS, M.; VILELA, D.C.; LUCIANO, F.C.; BORGES, K.I.N.; BRAGA, I.A. Dirofilariose canina: primeiro relato de caso no munícipio de mineiros-go. I Colóquio Estadual de Pesquisa Multidisciplinar – 06, 07 e 08 de junho de 2016 – Mineiros-GO. PAMPIGLIONE, S.; RIVASI, F.; ANGELI, G.; BOLDORINI, R.; INCENSATI R.M.; PASTORMERLO, M.; PAVESI, M.; RAMPONI, A. Dirofilariasis due to Dirofilaria repens in Italy, an emergent zoonosis: report of 60 new cases. Histopathology, 38:344-354, 2001. PIMENTEL, J.L.; BARBOSA, M.A.G.; FÉRRER, M.T.; CLEMENTE, S.M.S., PINHEIRO JÚNIOR, J.W. Dirofilariose canina: relato de caso. XIII Jornada de Ensino, Pesquisa e Extensão – JEPEX 2013 – UFRPE: Recife, 09 a 13 de dezembro, 2013. RAWLINGS, C.A.; CALVERT, C.A. Heartworm disease. In: ETTINGER S.J. Textbook of veterinary internal medicine. 3.ed. Philadelphia: W.B. Saunders, p.1163-1184, 1989. REBAR, A. H. Red cell fragmentation in the dog: an editorial review. Veterinary Pathology, 18:415- 426, 1981. REBAR, A.H.; MacWILLIAMS, P.S.; FELDMAN, B.F.; METZGER, B.F.; POLLOCK, R.V.H.; ROCHE, J. Guia de hematologia para cães e gatos. São Paulo: Roca, 2003&nbsp;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 23:38:53 UTC</pubDate>
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         <title>PREVENÇÃO E TRATAMENTO </title>
         <author>anaholanda565</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A&nbsp; prevenção é simples! Animais que vivem ou que têm contato frequente com praias apresentam maior risco de contaminação, pois o mosquito transmissor da doença tem preferência por estes lugares. Evitar o acúmulo de água parada também é uma importante medida de controle para que não se formem criadouros de mosquitos. A prevenção contra o verme do coração se faz mensalmente com uso de vermífugos de amplo espectro que, além de prevenirem contra infestações de vermes intestinais, também atuam prevenindo contra a dirofilariose. Para isso, antes de vermifugar o seu cãozinho, é indispensável uma consulta com o médico-veterinário para que ele possa te indicar o melhor vermífugo.<br><br>Tratamento&nbsp;<br><br>&nbsp;Como os tratamentos adulticidas possuem muitos efeitos adversos, incluindo risco a saúde dos animais principalmente devido às embolias geradas pelos vermes mortos, devem ser utilizados somente quando o cão apresentar condições físicas adequadas. Uma boa anamnese e um detalhado exame físico, avaliando também as condições do coração, pulmão, fígado e rins através de exames complementares, será extremamente importante para se pensar em um protocolo de tratamento para o paciente&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-09 00:16:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anaholanda565</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-09 00:17:38 UTC</pubDate>
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