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      <title>EUA - COP 26 by Felipe Aprigliano</title>
      <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw</link>
      <description>Felipe Aprigliano 
Gustavo Murgel
Luiz Felipe Monegaglia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-23 11:32:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-02 19:29:34 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1762809604</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>com o novo governo de Joe Biden, foi estabelecida uma nova meta para reduzir em 50% a emissão de GEEs até 2030. O remanejamento da matriz energética para fontes limpas e renováveis são alguns dos mecanismos adotados.</li></ul><div><br></div><div><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/eua-prometem-reduzir-em-50-a-emissao-de-gases-estufa-ate-2030/">https://veja.abril.com.br/mundo/eua-prometem-reduzir-em-50-a-emissao-de-gases-estufa-ate-2030/</a><br><br></div><ul><li>o governo americano deseja ações concretas imediatas, com resultados palpáveis ainda neste ano. A longo prazo, o objetivo é garantir que a administração brasileira acabe totalmente com o desmatamento ilegal no Brasil até 2030.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>O governo de Biden se disse disposto a continuar fornecendo auxílio técnico, tecnológico e até material para o monitoramento das áreas desmatadas e controle de queimadas.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><a href="https://veja.abril.com.br/mundo/eua-querem-fim-do-desmatamento-no-brasil-ate-2030-e-resultados-imediatos/">https://veja.abril.com.br/mundo/eua-querem-fim-do-desmatamento-no-brasil-ate-2030-e-resultados-imediatos/</a></div><div><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 12:28:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1762833046</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>devido ao seu alto desenvolvimento econômico e industrial, os Estados Unidos é o país com maior quantidade de gases estufa emitidos desde 1850, sendo a China o segundo e a Índia o terceiro.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>Desde 2019, a China é o país com maior emissão de GEEs (principalmente o CO2), ultrapassando os EUA.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>EUA: cerca 13% do total de GEEs (com um PIB de US 21,43 trilhões&nbsp;<br>CHINA: cerca de 27% do total de GEEs (com um PIB de US 14,34 trilhões)&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 12:37:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lfmonegaglia</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1762838308</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Os Estados Unidos pretende aumentar as admissões de refugiados no país para 125 mil no próximo ano fiscal, um aumento de oito vezes em relação ao governo anterior.</li></ul><div><br></div><ul><li>Em discurso no Departamento de Estado, Biden disse também que vai assinar decreto para aumentar a capacidade do país de aceitar refugiados diante de uma "necessidade global sem precedentes". Ele prometeu restaurar o papel histórico dos Estados Unidos como um país que recebe refugiados de toda parte do mundo. O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) estima que há 1,4 milhão de refugiados em todo o mundo em necessidade urgente de reassentamento.</li></ul><div><br><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2021-02/biden-aceitara-mais-refugiados-nos-eua-apos-anos-de-restricoes">https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2021-02/biden-aceitara-mais-refugiados-nos-eua-apos-anos-de-restricoes</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 12:39:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lfmonegaglia</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1762846239</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Além de fugirem da pobreza e da violência, os grupos que partem da Guatemala, de Honduras e de El Salvador são engrossados também por pessoas que tentam escapar da insegurança alimentar. Os três países integram o chamado “corredor seco” centro-americano, um dos mais vulneráveis do mundo a fenômenos extremos ligados ao El Niño, nome dado ao aquecimento anormal da faixa equatorial do Oceano Pacífico. É consenso entre cientistas que as mudanças climáticas agravaram a frequência e intensidade desse fenômeno, e também agravam o número de Refugiados climáticos, que fogem de seus países, em busca de destinos como os Estados Unidos, por exemplo.</li></ul><div><br></div><ul><li>Os desastres causados pelo clima geralmente fazem com que haja um deslocamento da população, que buscam novos empregos e melhores condições climáticas e de vida, em locais mais próximos às suas casas. Porém, à medida que os eventos climáticos adversos se vão tornando mais extremos – e isso vai acontecer – as pessoas irão precisar de se deslocar para mais longe, para outros países. Tendo em vista isso, a seca dos últimos anos levou cerca de 3,5 milhões de indivíduos a precisarem de assistência humanitária em Honduras, na Guatemala e em El Salvador, algo que obrigou a migração dessas pessoas para países como os Estados Unidos, principalmente.</li></ul><div><br></div><div>https://oglobo.globo.com/epoca/refugiados-climaticos-aumentam-caravanas-da-america-central-aos-eua-23620383</div><div><br>https://www.project-syndicate.org/commentary/us-must-protect-central-american-climate-migrants-by-bill-mckibben-2021-07/portuguese</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 12:43:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1762934265</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Objetivo: estabelecer metas mais ambiciosas para serem cumpridas até 2030, que visam diminuir e estabilizar as emissões de GEEs (gases do efeito estufa)<br><br></li><li>Principais medidas:</li></ul><div><br>1. limitar o aquecimento global em 1,5% (eliminação do carvão, reduzir o desmatamento, acelerar a mudança para veículos elétricos, incentivar o investimento em energias renováveis)<br><br>2. Proteger comunidades e habitats naturais&nbsp;<br><br>3. Mobilizar finanças (os países desenvolvidos devem mobilizar por ano pelos menos U$ 100 bilhões a partir de 2020 para desenvolvimento sustentável)&nbsp;<br><br>4. Finalizar as regras do Acordo de Paris<br><br>5. Esclarecer os mecanismos do mercado de carbono</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 13:12:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1762937841</link>
         <description><![CDATA[<div>b) Os EUA, apesar de ser o segundo país com maior emissão de GEEs por ano e o país com maior emissão de GEEs desde 1850, também é o país com a maior economia do mundo e o país mais influente no mundo, visto que inúmeros países dependem da nossa economia para o s seu próprio desenvolvimento. Possui diversas metas de desenvolvimento sustentável incluindo uma&nbsp; estabelecida por Joe Biden (no dia 22 de abril de 2021), de redução em 50% na emissão de GEEs até 2030. O retorno ao Acordo de Paris, também evidencia o comprometimento que os EUA tem em cumprir as metas de desenvolvimento sustentável e também em reduzir as emissões de GEEs, que potencializa o aquecimento global.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 13:13:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1765531206</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Créditos de carbono: países que&nbsp; conseguirem emissões abaixo da média estipulada no protocolo de Quioto podem “vender” tal excedente a outros países que não conseguiram cumprir.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>O Canadá alegou que as metas do Protocolo eram inviáveis, e a sua retirada em 2006 enfraqueceu bastante o o protocolo.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>A China foi protagonista das questões climáticas. Assinou o acordo em 1998, afirmando que traçará suas metas após a assinatura dos EUA.</li></ul><div><br></div><ul><li>A União Europeia foi a principal defensora do Protocolo de Quioto.</li></ul><div><br>https://www.oxfordenergy.org/publications/the-kyoto-protocol-does-us-ratification-really-matter/<br><br>https://m.folha.uol.com.br/ambiente/2015/02/1590476-dez-anos-depois-protocolo-de-kyoto-falhou-em-reduzir-emissoes-mundiais.shtml<br><br>https://www.ecodebate.com.br/2005/11/04/o-fracasso-do-protocolo-de-kyoto-por-evandro-ferreira/</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 12:36:08 UTC</pubDate>
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         <title>Referente à não termos assinado o Protocolo de Kyoto.</title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1782454384</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar dos EUA não terem assinado o Protocolo de Kyoto (pois prejudicaria drasticamente a economia do país), os países que participaram não cumpriram suas metas, visto que as emissões de GEEs cresceram 16,2% no período de 2005 a 2012 (8 anos após a criação do Protocolo), e entre os anos de 1997 e 2000 foi registrado uma redução de apenas 3% das emissões de GEEs. Além disso, dos países subdesenvolvidos que não eram obrigados a cumprirem suas metas, pouquíssimos cumpriram suas metas, enquanto a maioria excedeu os seus limites de emissão de GEEs.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 20:02:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Porque somos o 2o país que mais emite gases estufa?</title>
         <author>stortegustavo</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1782460774</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Estados Unidos são a maior economia do mundo, com PIB de 21,43 trilhões de dólares em 2019. A economia vem se modernizando e se encaixando às necessidades globais, já é nítida a desaceleração das emissões de gases efeito estufa no país. Nós, diferentemente de outros países desta conferência,  como ****** já estipulamos metas ambiciosas para os próximos anos. Promessa de redução de 52% dos gases efeito estufa até 2030, Espera-se que os cortes de emissões venham de usinas de energia, automóveis e outros setores da economia, mas a Casa Branca não estabeleceu metas individuais para esses setores.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 20:06:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A respeito de ataques - Trump </title>
         <author>stortegustavo</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1782462249</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 19 de fevereiro de 2021, os Estados Unidos oficialmente se reintegraram ao Acordo de Paris, reconstituindo a luta global contra a mudança climática. Neste contexto, o presidente Joe Biden planeja cortes drásticos nas emissões de gases de efeito estufa durante as próximas três décadas, se comprometendo com a agenda ambiental, zerando a emissão de CO2 para a produção energética até 2050.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 20:07:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1785106140</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde o início da revolução industrial, o mundo vem passando por um processo de desenvolvimento industrial, para suprir as necessidade que o sistema de produção capitalista impõe. Porém esse desenvolvimento traz uma série de problemas para a humanidade, como por exemplo o esgotamento dos recursos naturais, emissão de gases que contribuem para o efeito estufa e consequentemente aquecimento global, destruimento de ecossistemas de espécies de animais etc. Desde a primeira conferência da ONU, em 1972, os países vêm discutindo sobre esses problemas e buscando por soluções. A delegação dos Estados Unidos da America, como a maior e mais desenvolvida economia do mundo e um dos países mais importantes do bloco, tem o dever de liderar essa nova etapa de desenvolvimento sustentável, pensando em um futuro que busca implementar medidas e práticas que busquem diminuir as emissões de Gases contribuintes para o Efeito Estufa (GEEs).&nbsp;</div><div><br></div><div>	A delegação dos EUA acredita que para que possamos lutar contra o aquecimento global, principal problema da atualidade, os países devem não só estabelecer metas ambiciosas e viáveis, como tomar ações e medidas que possibilitem a conclusão dessas metas. O país, que tem como novo líder Joe Biden, têm sido exemplo para os outros países, visto que voltou ao Acordo de País, demonstrando comprometimento em cumprir as metas de desenvolvimento sustentável e também em reduzir as emissões de GEEs, que potencializa o aquecimento global. Dentre elas, está a promessa de redução dos gases de efeito estufa em 50%, até 2030; o grande investimento em desenvolvimento de carros elétricos;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-01 20:53:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lfmonegaglia</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1785888862</link>
         <description><![CDATA[<div>A floresta Amazônica representa um terço das florestas tropicais do mundo, além de conter mais da metade da biodiversidade do planeta. O desmatamento na região representa hoje a liberação de 200 milhões de toneladas de carbono por ano (2,2% do fluxo total global).</div><div><br></div><div>Embora cobrindo apenas 7% da superfície terrestre, a floresta Amazônica contém mais da metade da biodiversidade do mundo, representando um tesouro inestimável para a humanidade e um grande potencial para o desenvolvimento da biotecnologia.</div><div><br></div><div>A região Amazônica é uma das maiores produtoras de madeira tropical do mundo, já utilizando 350 espécies de árvores para fins comerciais. Enquanto todos esses danos são gerados na falta de planejamento nas atividades de exploração, é gerado um desperdício de cerca de 60% nas serrarias. A exploração racional não esgota o recurso, reduz desperdícios e, comparada a agropecuária extensiva, gera o dobro de empregos e paga salário quatro vezes maior. A exploração racional não esgota o recurso, reduz desperdícios e, comparada a agropecuária extensiva, gera o dobro de empregos e paga salário quatro vezes maior. A Certificação Florestal, mecanismo que assegura ao consumidor que determinado produto provém de áreas bem manejadas, incentiva a exploração madeireira de impacto reduzido, a qualificação da mão de obra, traz benefícios sociais e aumento o retorno econômico da atividade. O incentivo à atividade agrícola em certas regiões da Amazônia é questionável.</div><div><br></div><div>As florestas da Amazônia funcionam como grandes armazéns de carbono, o qual se encontra estocado nos tecidos vegetais. Quando a floresta é derrubada e queimada, este carbono é liberado para a atmosfera, o que contribui para o aumento da temperatura da Terra devido ao efeito estufa (0,7oC no último século). Os efeitos associados ao contínuo aumento das emissões de CO2 (9 bilhões de toneladas por ano) e de outros gases para a atmosfera, são mudanças no clima, quebra de safras agrícolas e aumento do nível do mar, o que poderia inundar as cidades litorâneas. As emissões de carbono para a atmosfera provêm da queima dos combustíveis fósseis (80%) e da prejudicial utilização dessa área (20%), principalmente o desmatamento. O desmatamento na Amazônia libera 200 milhões de toneladas de carbono por ano (2,2% do fluxo total global). Por outro lado, a Amazônia armazena em suas florestas o equivalente a uma década de emissões globais de carbono.</div><div><br></div><div>As atividades na Amazônia, tanto naturais quanto humanas, podem alterar a contribuição da floresta tropical de maneiras significativas, aquecendo o ar de forma direta ou liberando outros gases de efeito estufa que causam o aquecimento.</div><div><br></div><div>A Amazônia é compartilhada por Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, e Guiana Francesa (departamento ultramarino francês). Apesar disso, o determinado é que a maior parte dessa área florestal é pertencente ao Brasil.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-02 13:27:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>stortegustavo</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1785898431</link>
         <description><![CDATA[<div>Somente nos últimos 12 meses, o desmatamento na Amazônia atingiu um crescimento de 40%, o que gera consequências como o aumento da poluição do ar, devido às queimadas, e a erosão do solo.</div><div><br></div><div>em 2019, foi constatado também na Amazônia um aumento expressivo do número de queimadas, número esse que havia caído na última década, chamando a atenção do mundo todo para o Brasil. Até agosto de 2019, foram registrados mais de 72 mil focos de incêndio, 83% de aumento com base nos incêndios registrados em 2018.</div><div><br></div><div>Algumas medidas tomadas pelo governo federal diminuíram o poder de órgãos, como o Ibama, no que tange às políticas de controle ambiental, o que pode ter contribuído para o aumento do desmatamento e das queimadas.</div><div><br></div><div>Segundo a Nasa, incêndios são raros na maior parte do ano na região da Amazônia, visto que as características climáticas, como a grande umidade, impedem que o fogo se inicie ou se espalhe. Portanto, as queimadas estão associadas não só às questões naturais, mas também às atividades humanas, como a manutenção das terras cultiváveis ou expansão das pastagens.</div><div><br></div><div>De acordo com o Ibama, em 2019 foram aplicadas menos multas a infratores ambientais do que em 2018. A redução da fiscalização foi acompanhada pelo aumento do desmatamento e dos incêndios. Essa decisão do governo de neutralizar o papel do Ibama mediante o Decreto 9.760, que instituiu o chamado Núcleo de Conciliação Ambiental — cujo papel será de analisar, mudar o valor ou anular a multa aplicada pelo órgão —, vem associada ao discurso de que as fiscalizações provocam impacto negativo nas atividades do campo. Todo esse cenário tem provocado um imenso desconforto, inclusive na comunidade internacional, que clama por uma nova postura quanto à devastação da Amazônia. Uma das causas do desmatamento na Amazônia são as áreas de mineração irregulares.</div><div><br></div><div>Desmatamento por expansão nas rodovias - 1970-90</div><div>Estava limitado segundo a Inpe</div><div><br></div><div>É importante que crimes ambientais sejam punidos, a fim de conter essas práticas que prejudicam a preservação do bioma.</div><div><br></div><div>O desmatamento da Amazônia contribui para o aumento do aquecimento global. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o desmatamento é a segunda maior causa das mudanças climáticas. As florestas conseguem absorver cerca de 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono, um dos gases lançados à atmosfera que agravam o chamado efeito estufa (fenômeno responsável pela manutenção da temperatura média da Terra). Se o bioma é devastado, há o favorecimento do aumento das temperaturas.</div><div><br></div><div>O Brasil ainda precisa montar um pacote de medidas mostrando como pretende alcançar as metas que assumiu em abril na Cúpula do Clima. Na ocasião, o Brasil se comprometeu a zerar as suas emissões de CO2 até 2050 e o desmatamento ilegal até 2030. O desmatamento é responsável por cerca de 45% das emissões nacionais de gases de efeito estufa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-02 13:35:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1785951647</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ENERGIA:</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Cerca 80% do consumo energético do mundo é realizado pelas 20 maiores economias, dentre elas países desenvolvidos e emergências. A maior parte&nbsp; destes,&nbsp; utilizam&nbsp; como&nbsp; principais matrizes&nbsp; energéticas&nbsp; combustíveis&nbsp; fósseis&nbsp; e derivados, que consistem em energias poluentes e não-renováveis</div><div>&nbsp;</div><div>Apesar de países desenvolvidos, como Estados Unidos e grandes potências europeias, que diminuíram suas emissões de GEEs em 400 milhões de toneladas, buscando formas de energia limpa e renovável, a emissão de GEEs continuou a mesma pois países emergentes não contribuem para a causa e aumentaram o consumo de energia elétrica não renováveis.</div><div>&nbsp;</div><div>O governo dos Estados Unidos&nbsp; pretende aumentar seu consumo de carvão em 16% este ano, contudo, o país possui metas a longo prazo para a neutralizar as emissões de carbono até 2050. Outros países como China, que possui o maior número de termelétricas no mundo, e Índia, onde o carvão corresponde a 70% da energia gerada, não possuem planos de redução do uso de carvão a curto prazo, sendo 52 essa a principal matriz elétrica de ambos&nbsp; países,&nbsp; apesar&nbsp; dos&nbsp; investimentos&nbsp; em&nbsp; energias alternativas<br><br><strong>ENERGIA NOS ESTADOS UNIDOS:</strong><br><br>Em 20 anos, a participação da energia atômica na matriz dos Estados Unidos cresceu 20,71% e a renovável, 4,3%. Em contrapartida, o consumo de combustível fóssil caiu 1,8% e a geração hidrelétrica, 0,8%.<br><br>https://www12.senado.leg.br/emdiscussao/edicoes/o-desafio-da-energia/mundo/japao-busca-fontes-mais-seguras/eua-investem-em-eficiencia<br><br>O EUA possui um plano para instalar parques eólicos no mar para fornecer energia a mais de 10 milhões de residências até 2030 e, assim, contribuir para os esforços contra a mudança climática. O plano permitirá eliminar a emissão de 78 milhões de toneladas de dióxido de carbono, segundo a Casa Branca.<br><br>https://www12.senado.leg.br/emdiscussao/edicoes/o-desafio-da-energia/mundo/japao-busca-fontes-mais-seguras/eua-investem-em-eficiencia<br>https://www.istoedinheiro.com.br/eua-anunciam-plano-para-fomentar-energia-eolica/#:~:text=Atualmente%2C%20os%20Estados%20Unidos%20t%C3%AAm,como%20sendo%20caras%20e%20ineficientes.<br><br>Medidas destinadas a incentivar a energia solar e outras renováveis foram incluídas em um pacote de U$ 1,5 trilhão em investimentos em infraestrutura proposto pelo Congresso dos Estados Unidos. Os principais pontos de apoio as fontes renováveis são: a modernização da infraestrutura de energia, incluindo um investimento de mais de US$ 70 bilhões para modificar a rede, e a expansão dos incentivos fiscais existentes.<br><br>https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-renovavel/medidas-de-incentivo-a-energia-solar-sao-incluidas-em-proposta-de-us-15-trilhao-em-investimentos-em-infraestrutura-nos-eua.html&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong>METAS DOS PAÍSES PARA A TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Os países signatários do Acordo criaram metas&nbsp; e&nbsp; estratégias para transformar&nbsp; suas fontes de energia.</div><div>&nbsp;</div><div>· União Europeia: em 2018 determinou que 32% de toda energia consumida em 2030 deveria ser de energia renovável- a cota até então era de 17%.</div><div>&nbsp;</div><div>· Os brasileiros possuem a matriz energética mais renovável do mundo industrializado: 45% de toda a produção energética é proveniente de recursos renováveis</div><div>(visto que é o país com maior concentração de água do planeta, contendo 5,661 bilhões de metros cúbicos, enquanto os Estados Unidos possuem metade da quantidade de água, com 2,818 bilhões de metros cúbicos)</div><div>&nbsp;</div><div>· Com o início do governo Bolsonaro a política ambiental brasileira desandou, fazendo essas metas necessitarem revisão por estarem fracas e até mesmo insuficientes</div><div>&nbsp;</div><div>· A Dinamarca pretende, até 2050, produzir apenas energia limpa, eliminando as emissões de CO2 no setor.</div><div>&nbsp;</div><div>· A Alemanha anunciou disposição de desligar seus reatores nucleares até 2022.</div><div>&nbsp;</div><div>· A China tem meta de obter 20% do consumo de energia primária a partir de combustíveis não fósseis até 2030,</div><div>&nbsp;</div><div>· Estados Unidos investiram cerca de US$350 bilhões em energia renovável.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-02 14:15:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1786075603</link>
         <description><![CDATA[<div>Os carros são responsáveis por 72,6% da emissão de gases do efeito estufa. Por outro lado, eles realizam o transporte de apenas 30% da população.<br><br>A Casa Branca está negociando para que as montadoras garantam que 40% ou mais dos veículos novos vendidos no país norte-americano sejam elétricos até 2030.<br><br>https://insideevs.uol.com.br/news/523569/casa-branca-eua-carros-eletricos/<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-02 15:52:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ataque ao Brasil - desmatamento</title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1787562473</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil, além de ser um dos países mais poluidores do mundo, têm demonstrado uma falta de comprometimento com as metas estabelecidas no acordo de Paris, no qual o país estabeleceu uma meta de diminuir&nbsp;em 43% as emissões de gases contribuintes para o efeito estufa até 2030. Porém, com o início do governo Bolsonaro, essas metas necessitaram ser revisadas pois se tornaram fracas e insuficientes, visto que houve um aumento de 28% na ocorrência de incêndios na Amazônia em relação ao ano de 2019. E esse enorme aumento é uma grande demonstração da falta de responsabilidade do país em relação à suas metas de redução de gases poluentes. As ações do país podem resultar em grandes problemas à humanidade e por isso o país deve mudar suas atitudes e admitir uma posição mais respeitosa em relação aos países que estão empenhados à cumprirem suas metas e consequentemente contribuirem para solucionar os problemas da atualidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 16:10:11 UTC</pubDate>
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         <title>Ataque à China</title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1787836787</link>
         <description><![CDATA[<div>Na questão do desmatamento, não é justo ficarmos apontando dedos apenas ao Brasil, tendo em vista que existem outros países, como por exemplo a China, que possuem alta influencia no desmatamento mundial.&nbsp; Em 2017, 24% da destruição de florestas tropicais por causa do comércio internacional esteve ligada a produtos comprados pela China. Além disso, segundo dados analisados pela Forance &amp; Finance, entre janeiro de 2016 e abril de 2020, instituições chinesas forneceram cerca de 15 bilhões de dólares em empréstimos e serviços de subscrição a companhias que comerciam commodities relacionadas ao desflorestamento, dados alarmantes que provam que a China tem grande influência nesse quesito. portanto pedimos um posicionamento da delegação chinesa com relacao a isso.&nbsp;<br><br>https://dialogochino.net/pt-br/mudanca-climatica-e-energia-pt-br/11471-por-que-a-china-esta-construindo-novas-usinas-a-carvao/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 19:32:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ataque ao Brasil </title>
         <author>stortegustavo</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1789463285</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação a fala inicial do Brasil, a delegação dos Estados Unidos não concorda que o presidente Jair Bolsonaro vem fazendo os esforços necessários para cumprir suas metas ambientais, tendo em vista que grandes cortes financeiros estão sendo feitos nos órgãos de fiscalização e que o desmatamento na Amazônia aumentou em 57% entre agosto de 2020 e julho de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior, representando os maiores índices de desmatamento em 10 anos. Segundo o Ibama, órgão responsável pelas ações de controle e fiscalização ambiental, os vetos somam R$ 19,4 milhões em um período de recorde de queimadas no país, e o governo também&nbsp; cortou verba para "prevenção e controle de incêndios florestais", com retirada de R$ 6 milhões dessa área, se tornando no menor orçamento dos últimos 21 anos. Portanto exigimos que o Brasil se posicione a respeito desses cortes de orçamento em órgãos tão importantes como esse e que a delegação brasileira apresente atitudes para frear o crescimento de queimadas e desmatamento na floresta Amazônica, extremamente importante na a luta contra o aquecimento global. Queremos ainda ressaltar que não pretendemos ficar discutindo com o Brasil nem apontando o dedo para seus problemas, mas sim queremos ajudá-los a zerar o desmatamento na tão importante Amazônia, e para isso necessitamos de comprometimento de sua parte. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 12:51:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fala inicial - desmatamento </title>
         <author>stortegustavo</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1791296831</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom dia delegados e delegadas, os Estados Unidos da América gostariam de ressaltar as importâncias de órgãos de fiscalização internos, que combatem o desmatamento ilegal punindo empresas e indivíduos que praticam o ato sem a devida permissão, esses órgãos tem a finalidade de proteger áreas e biomas do país que tanto lutam contra o aquecimento global, armazenando diversos gases estufa, como o gás carbônico. O EPA ( Environmental Protection Agency ) é um exemplo de órgão ambiental rígido que impede desmatamentos e protege diversas áreas dos Estados Unidos, punindo as empresas envolvidas em qualquer causa ligada ao desmatamento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-05 01:18:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fala Refugiados Climáticos</title>
         <author>lfmonegaglia</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1791351957</link>
         <description><![CDATA[<div>Caros delegados, no que diz respeito ao tema refugiados climáticos, a delegação dos Estados Unidos é um dos países que mais recebe imigrantes que saem de suas nações de origem por questões ambientais e climáticas. Por exemplo, a seca dos últimos anos levou cerca de 3,5 milhões de indivíduos a precisarem de assistência humanitária em Honduras, na Guatemala e em El Salvador (países que formam o “corredor seco”), algo que obrigou a migração dessas pessoas para outros países, sendo principalmente os Estados Unidos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-05 01:39:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fala inicial - energias renováveis (felipe)</title>
         <author>fepoapri</author>
         <link>https://padlet.com/fepoapri/zp9zcc7c6092dvjw/wish/1791513837</link>
         <description><![CDATA[<div>A delegação dos Estados Unidos gostaria de iniciar seu discurso dizendo que a procura por fontes de energias renováveis, como a eólica e a solar são de extrema importância para a redução dos gases do efeito estufa e consequentemente para a luta ao aquecimento global. A curto prazo, o país gostaria de destacar as diversas medidas já implementadas, dentre elas, o investimento de um total de 350 bilhões de dólares em energia renovável em 2019; a movimentação de 1 bilhão de dólares destinados à construção de uma enorme usina solar com a capacidade de gerar eletricidade para mais de 260 mil casas ao redor do país, estipulada para ser finalizada até 2022; a construção de um parque eólico com 84 turbinas previstas a produzirem 800 megawatts de energia limpa, o que permitirá eliminar a emissão de 78 milhões de toneladas de dióxido de carbono, dentre outras. Além disso, a médio e longo prazo a delegação dos Estados Unidos se pronuncia totalmente determinada a ter 45% de sua energia gerada pelo sol até 2050. Por isso, encorajamos todas as delegações a apresentarem propostas internas nas quais desenvolvam novas fontes de energia limpa, para assim podermos caminhar para um futuro sustentável. Devolvo meu tempo à mesa. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-05 02:41:15 UTC</pubDate>
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