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      <title>Perturbação Obsessivo-Compulsiva by Laura Tétis</title>
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      <description>Perspetiva Cognitivo-Comportamental</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-08 10:13:30 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A epidemiologia de uma perturbação refere-se ao estudo das características de ocorrência e distribuição numa determinada população. No âmbito da psicologia e saúde mental, a análise dos fatores citados a seguir é essencial pois, dessa forma, os especialistas podem entender melhor quais são os grupos mais afetados, quais causas são as mais prováveis e como prevenir e tratar uma perturbação de forma mais eficaz. Os fatores indispensáveis a serem analisados são:&nbsp; a <em>prevalência</em>, ou seja, a proporção de casos existentes em uma população em um período específico, a <em>incidência</em>, número de novos casos em um dado período, os fatores<em> de risco</em>, condições que aumentam a probabilidade de desenvolvimento da perturbação, e os <em>fatores de proteção</em>, elementos que reduzem o risco de desenvolvimento da mesma.&nbsp;</p><p>A nível mundial, a Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) afeta milhões de pessoas, com uma prevalência estimada entre 1% a 3% da população global. Os dados apontam que essa perturbação geralmente inicia-se durante a infância, adolescência ou início da vida adulta (Torresan, 2008), porém é mais comum&nbsp;no início da idade adulta&nbsp;(San-Bento, 2014)&nbsp;É considerada rara a sua manifestação após os 40 anos.&nbsp; Também demonstra afetar homens e mulheres em proporções similares ao longo da vida, apesar de se manifestar no sexo masculino um pouco mais precocemente. A POC pode ter um impacto debilitante na qualidade de vida dos indivíduos, afetando o trabalho, os estudos, as relações pessoais e o bem-estar geral. É considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das 10 principais causas de incapacidade entre os jovens (Torresan, 2008).&nbsp;</p><p>Ao focalizar o fenómeno em Portugal, percebemos que a perturbação obsessivo-compulsiva afeta aproximadamente 4% da população, uma taxa mais alta do que a média global (Vanessa Pinto, 2022). Essa prevalência sugere que cerca de 1 em cada 25 portugueses é afetado pela condição, o que gera um impacto direto na qualidade de vida. (Vanessa Pinto, 2022). Por outro lado, Portugal também enfrenta desafios no acesso a diagnósticos e tratamentos especializados para a POC, visto que, se prevê, em média, que um paciente leva até 12 anos para obter um diagnóstico correto, após consultar diversos profissionais. Paradoxalmente, existe uma escassez de especialistas com experiência em tratamentos ditos “padrão ouro” para a perturbação, bem como um alto custo financeiro (POCDF, 2024).&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 11:08:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauratetis</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 14:11:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauratetis</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 14:12:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauratetis</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Abaixo, é apresentado os critérios presentes no DSM-5:&nbsp;</strong></p><p><strong>A.</strong> Presença de obsessões, compulsões ou ambas:&nbsp;</p><p><strong>Obsessões são definidas por (1) e (2):&nbsp;</strong></p><p>Pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes e persistentes que são experimentados, em algum momento durante o distúrbio, como intrusivos e indesejados, e que causam acentuada ansiedade ou sofrimento.&nbsp;</p><p>A pessoa tenta ignorar ou suprimir tais pensamentos, impulsos ou imagens, ou neutralizá-los com algum outro pensamento ou ação (ou seja, realizando uma compulsão).&nbsp;</p><p><strong>Compulsões são definidas por (1) e (2):&nbsp;</strong></p><p>Comportamentos repetitivos (por exemplo, lavar as mãos, ordenar, verificar) ou atos mentais (por exemplo, orar, contar, repetir palavras em silêncio) que a pessoa se sente compelida a realizar em resposta a uma obsessão ou de acordo com regras que devem ser seguidas rigidamente.&nbsp;</p><p>Os comportamentos ou atos mentais têm como objetivo prevenir ou reduzir a ansiedade ou sofrimento, ou prevenir algum evento ou situação temida; contudo, esses comportamentos ou atos mentais não estão conectados de forma realista com o que se destinam a neutralizar ou prevenir, ou são claramente excessivos.&nbsp;</p><p><strong>B.</strong> As obsessões ou compulsões consomem tempo (por exemplo, ocupam mais de uma hora por dia) ou causam sofrimento clinicamente significativo, prejudicando o funcionamento social, ocupacional ou outras áreas importantes da vida do indivíduo.&nbsp;</p><p><strong>C.</strong> Os sintomas obsessivo-compulsivos não podem ser atribuídos aos efeitos fisiológicos de uma substância (por exemplo, uma droga de abuso, um medicamento) ou a outra condição médica.&nbsp;</p><p><strong>D.</strong> A perturbação não é mais bem explicada por sintomas de outro transtorno mental. Por exemplo, preocupação excessiva com a aparência (como no transtorno dismórfico corporal); dificuldade em descartar ou separar-se de posses (como no transtorno de acumulação); puxar cabelo (como na tricotilomania); arrancar pele (como no transtorno de escoriação); estereotipias (como no transtorno de movimentos estereotipados); comportamentos repetitivos focados no corpo (como nos transtornos relacionados ao comportamento repetitivo focado no corpo); preocupações com alimentos ou ingestão (como nos transtornos alimentares); preocupações com substâncias ou jogos de azar (como no transtorno de uso de substâncias ou no jogo patológico); preocupações com doenças (como no transtorno de ansiedade de doença); impulsos ou fantasias sexuais (como na parafilia); ou pensamentos recorrentes sobre culpa, falta de valor, etc. (como no transtorno depressivo maior).&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 14:14:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauratetis</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Especificações Adicionais&nbsp;</strong></p><p>Além dos critérios principais, o DSM-5 também solicita que o diagnóstico de POC seja especificado em termos de:&nbsp;</p><p>Insight, indicando se a pessoa tem bom ou razoável insight (reconhece que as crenças obsessivo-compulsivas provavelmente não são verdadeiras), insight pobre (acredita que as crenças são provavelmente verdadeiras), ou ausência de insight/delírios (acredita firmemente que as crenças obsessivo-compulsivas são verdadeiras).&nbsp;</p><p>Quando apresenta histórico de tique, especificar se a pessoa tem uma história atual ou prévia de síndrome de Tourette ou outro transtorno de tiques motores.&nbsp;</p><p>Esses critérios visam garantir um diagnóstico detalhado e preciso, diferenciando a POC de outras pertubações e permitindo uma intervenção adequada com base nas características específicas dos sintomas e na percepção do indivíduo sobre os mesmos.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 14:16:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauratetis</author>
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         <description><![CDATA[<p>O diagnóstico diferencial da <strong>POC</strong> é crucial para distingui-la de outras condições com sintomas semelhantes. A <strong>Perturbação de Ansiedade Generalizada (PAG)</strong> envolve ansiedade generalizada sem compulsões, ao contrário da POC, onde obsessões geram comportamentos ritualísticos. A <strong>Síndrome de Tourette</strong> pode ser confundida devido aos tiques repetitivos, mas eles não são motivados por obsessões ou ansiedade. Indivíduos com <strong>Perturbações do Espectro do Autismo (PEA)</strong> também exibem comportamentos repetitivos, mas não com o propósito de aliviar a ansiedade. Em <strong>perturbações psicóticas</strong> como a <strong>esquizofrenia</strong>, os delírios são vivenciados como verdades absolutas, enquanto na POC, o paciente reconhece a irracionalidade de seus pensamentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 14:22:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauratetis</author>
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         <description><![CDATA[<p>A <strong>POC</strong> frequentemente coexiste com outras perturbações, como <strong>depressão</strong>, devido ao desgaste emocional dos sintomas, e outros <strong>transtornos de ansiedade</strong> (transtorno do pânico, fobias), já que a ansiedade é central nesses quadros. Em crianças, pode haver sobreposição com o <strong>Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)</strong>, dificultando o diagnóstico. Alguns indivíduos com POC recorrem ao uso de <strong>substâncias</strong> para controlar a ansiedade, podendo desenvolver abuso de substâncias. Dada sua complexidade e comorbidades, o tratamento da POC exige uma abordagem multidisciplinar, combinando <strong>Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)</strong> e, quando necessário, <strong>farmacoterapia</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 14:25:44 UTC</pubDate>
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         <title>Etiologia</title>
         <author>lauratetis</author>
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         <description><![CDATA[<p>O consenso atual sobre a Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) aponta para uma etiologia multifatorial, que envolve fatores genéticos, neurobiológicos e ambientais, a título de exemplo, a educação (Fernandes, 2022). Devido à diversidade da sintomatologia obsessivo-compulsiva, alguns autores defendem que a POC deve ser abordada a partir das suas múltiplas dimensões de sintomas, conforme o Modelo Multidimensional da POC.&nbsp;</p><p>A Personalidade Obsessivo-Compulsiva (POC) constitui um desafio clínico cuja etiologia permanece pouco compreendida. Esta perturbação pode comprometer significativamente as atividades quotidianas nos contextos familiar, profissional e social, afetando não apenas os doentes, mas também os grupos em que estes se inserem. Estudos apontam a POC sendo frequentemente associada a traços de personalidade como dúvida persistente, intolerância à incerteza, escrupulosidade e auto-culpabilização (San-Bento, 2014).&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 15:11:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauratetis</author>
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         <description><![CDATA[<p>American Psychiatric Association. (2021). <em>Manual diagnóstico e estatístico de perturbaçãos&nbsp;</em>&nbsp;<em>mentais:&nbsp; DSM-5</em> (5ª ed.). Artmed. ISBN: 9786558820932​&nbsp;</p><p><br/></p><p>Dalgalarrondo, P. (2019). <em>Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais</em> (3ª ed.). Artmed.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Fernandes, I. M. (2022). Perturbação obsessivo-compulsiva com temática pedofílica:&nbsp; uma&nbsp;&nbsp;revisão narrativa.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Hollon, S. D., &amp; Kriss, M. R. (1984). Cognitive factors in clinical research and practice. <em>Clinical&nbsp;</em>&nbsp;<em>Psychology Review</em>, 4(5), 463-478.&nbsp;&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.scribd.com/document/630789713/hollon1984-cognitive-factor-in-clinical-research-and-practice">https://pt.scribd.com/document/630789713/hollon1984-cognitive-factor-in-clinical-research-and-practice</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Kendall, P. C. (1981). Assessment and cognitive-behavioral interventions. In P. C. Kendall &amp;&nbsp;&nbsp;S. D. Hollon (Eds.), <em>Assessment strategies for cognitive-behavioral interventions</em> (pp. 1-20). New York:&nbsp; Academic Press. DOI:<a rel="noreferrer noopener" class="Hyperlink SCXW74593942 BCX0" href="https://doi.org/10.1016/c2013-0-10962-2">10.1016/c2013-0-10962-2</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Organização Mundial da Saúde. (2022). <em>Classificação Internacional de Doenças e Problemas&nbsp;</em>&nbsp;<em>Relacionados à Saúde (11ª ed.).</em> Recuperado de <a rel="noreferrer noopener" class="Hyperlink SCXW74593942 BCX0" href="https://icd.who.int/">https: //</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://icd.who.int/">icd.who.int/</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>POCDF. (2024). <em>O problema</em>. <a rel="noreferrer noopener" class="Hyperlink SCXW74593942 BCX0" href="https://www.pocdf.pt/associacao">https://</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.pocdf.pt/associacao">www.pocdf.pt/associacao</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>San-Bento, C. (2014). <em>Perturbação Obsessivo-compulsiva:&nbsp; Revisão Bibliográfica</em> (Master's&nbsp;&nbsp;thesis, Universidade da Beira Interior (Portugal)).&nbsp;&nbsp;</p><p>URL: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://hdl.handle.net/10400.6/4909">http://hdl.handle.net/10400.6/4909</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Torresan, R. C., Smaira, S. I., Ramos-Cerqueira, A. T. D. A., &amp; Torres, A. R. (2008). Qualidade&nbsp;de vida no perturbação obsessivo-compulsivo:&nbsp; uma revisão. <em>Archives of Clinical Psychiatry (São Paulo)</em>, <em>35</em>, 13-19. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/S0101-60832008000100003">https://doi.org/10.1590/S0101-60832008000100003</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Van Noppen, B., Sassano-Higgins, S., Appasani, R., &amp; Sapp, F. (2021). Cognitive-Behavioral Therapy for Obsessive-Compulsive Disorder: 2021 Update. FOCUS, 19(4), 430–443. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1176/appi.focus.20210015">https://doi.org/10.1176/appi.focus.20210015</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Vanessa Pinto. (2022). <em>Viver com perturbação obsessivo-compulsiva:&nbsp; o caso português</em>.&nbsp;&nbsp;</p><p><a rel="noreferrer noopener" class="Hyperlink SCXW74593942 BCX0" href="https://ualmedia.pt/viver-com-perturbacao-obsessivo-compulsiva-o-caso-portugues/">https: //</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://ualmedia.pt/viver-com-perturbacao-obsessivo-compulsiva-o-caso-portugues/">ualmedia.pt/viver-com-perturbacao-obsessivo-compulsiva-o-caso-portugues/</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Salkovskis, P. M. (2007). Psychological treatment of obsessive–compulsive&nbsp;&nbsp;disorder. <em>Psychiatry</em>, <em>6</em>(6), 229-233. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1016/j.mppsy.2007.03.008">https://doi.org/10.1016/j.mppsy.2007.03.008</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Salkovskis, P. M., &amp; Millar, J. F. A. (2016). Still cognitive after all these years? Perspectives&nbsp;&nbsp;for a cognitive behavioural theory of obsessions and where we are 30 years later. <em>Australian Psychologist, 51</em>(1), 3–13. DOI: 10.1111/ap.12186&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 15:12:22 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação dos participantes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Dárcio Cândido nº 127936</p><p>Isabella Souza Pinheiro nº 123649</p><p>Laura Tétis nº 101511</p><p>Verónica Gaspar nº 124229</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 16:40:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>veronicamgaspar03</author>
         <link>https://padlet.com/lauratetis/zp7kis9axv3sdn2b/wish/3228357862</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Introdução</p></li><li><p>Identificação da Perturbação</p></li><li><p>Etiologia e Epidemiologia</p></li><li><p>Critérios de Diagnóstico</p></li><li><p>Diagnóstico Diferencial</p></li><li><p>Comorbilidades</p></li><li><p>Modelo Cognitivo-Comportamental Da Perturbação Obsevisso-Compulsiva</p><ul><li><p>(Aplicação Do Modelo Cognitivo-Comportamental Da Perturbação Obsessivo-Compulsiva No Caso Clínico)</p></li></ul></li><li><p>Protocolo Cognitivo-Comportamental Da Perturbação Obsevisso-Compulsiva</p></li><li><p>Conclusão</p></li><li><p>Referências Bibliográficas</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-21 14:46:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Perturbação obsessivo-compulsiva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lauratetis/zp7kis9axv3sdn2b/wish/3228372424</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com o <em>Manual Diagnóstico e Estatístico de Perturbações Mentais</em>, quinta edição (DSM-5), a perturbação obsessivo-compulsiva é caracterizada pela manifestação de obsessões e/ou compulsões. As obsessões referem-se a pensamentos, impulsos ou imagens mentais que se apresentam de forma recorrente e persistente, sendo percebido pelo indivíduo como intrusivos e indesejados, o que causa um acentuado desconforto ou ansiedade. Já as compulsões consistem em comportamentos repetitivos ou atos mentais em que o sujeito se sente obrigado a realizar, seja em resposta a uma obsessão, seja para cumprir regras que devem ser rigidamente seguidas. Esses comportamentos visam reduzir a ansiedade ou prevenir eventos temidos, mas muitas vezes não possuem uma relação lógica com os medos subjacentes.&nbsp;</p><p>Outrossim, <em>Dalgalarrondo (2019)</em> salienta que, embora as perturbações obsessivo-compulsivas apresentem um componente significativo de ansiedade, nas classificações contemporâneas, tendem a ser agrupados em um capítulo distinto. Essas perturbações são definidas pela presença de ideias, imagens e fantasias obsessivas, bem como por atos, rituais ou comportamentos compulsivos. Tais manifestações são vivenciadas pelo indivíduo como uma força coercitiva e inexorável, algo que o impulsiona a agir de maneira compulsiva e ao qual ele se sente obrigado a submeter-se.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-21 14:54:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lauratetis/zp7kis9axv3sdn2b/wish/3255665822</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 12:45:11 UTC</pubDate>
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