<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>OS PAPÉIS SOCIAIS NA FORMAÇÃO DO CENÁRIO SOCIAL E DA IDENTIDADE - Conexões by Lara Geovana Andrade Pereira</title>
      <link>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb</link>
      <description>Conexões de mundo estabelecidas a partir do artigo &quot;Os papéis sociais na formação do cenário social e da identidade&quot; do autor Eduardo Simões Martins.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-18 19:09:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-09-19 01:17:03 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>O papel social no recorte de gênero e a exaustão mental feminina como resultado</title>
         <author>larageovanauni</author>
         <link>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb/wish/3126236184</link>
         <description><![CDATA[<p>“A carga mental é essa entrega em nível psicológico. Uma coisa é o homem pegar as compras do carro e botar na geladeira. Outra é a mulher que precisa saber que a comida está acabando, escrever a lista do que precisa ser comprado já pensando nas receitas que serão feitas para o almoço e o jantar, e aí preparar todas as refeições”.</p><p>“A carga mental é exaustiva e acaba caindo nas mulheres, que precisam ter a antena ligada sobre o que acontece ao redor enquanto muitas vezes o homem se coloca nessa posição de ‘me peça se precisar de algo’. Só que, para poder requisitá-lo, já é preciso criar uma estratégia e planejamento, que volta a cair sobre a mulher”.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2760724959/ec597e199cd9ea665f2f8fe386a6ff0e/image.png" />
         <pubDate>2024-09-18 19:34:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb/wish/3126236184</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Instituições sociais e a alienação</title>
         <author>larageovanauni</author>
         <link>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb/wish/3126268897</link>
         <description><![CDATA[<p>Do latim "alienare", a alienação significa "tornar alguém alheio a alguém", ou seja, é quando o indivíduo se recusa a considerar outras conjecturas além da que adotou para si próprio, situação comum a seguidores assíduos de alguma religião ou partido político, por exemplo. Essa ocorrência é um movimento estratégico das instituições sociais em prol da manutenção do próprio poder, como é o caso da Igreja Católica, cujo auge do controle social ocorreu durante a Idade Média mas ecoa até a contemporaneidade.</p><p>"O teórico Karl Marx (2009) vê na religião um meio para se produzir uma manipulação das classes sociais tornando-se indiscutível quando estas se abdicam de raciocinar e passam exclusivamente a seguir os dogmas religiosos. Esta é uma decorrência natural do pensamento religioso. O distanciamento das possibilidades de mudança social pela crença em ilusões gera obrigatoriamente a possibilidade de controle do comportamento dos indivíduos, onde ele afirma que o homem vive numa conjuntura que o explora e oprime, no qual uma vez inserido em tal realidade, necessita de ilusões, daí busca a religião, que então funciona como uma consciência invertida do mundo."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.uepa.br/index.php/rescx/article/view/3901/1903" />
         <pubDate>2024-09-18 20:03:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb/wish/3126268897</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A família como instituição social e as &quot;crianças rebeldes&quot;</title>
         <author>larageovanauni</author>
         <link>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb/wish/3126314633</link>
         <description><![CDATA[<p>Os laços familiares também implicam uma instituição com papel de controle social sobre seus membros. A família tem forte influência entre seus integrantes, pois é a primeira experiência socializadora do indivíduo, exercendo uma função de transmissão de valores, crenças e normas sociais aceitáveis àquele contexto familiar - assim, quando um parente não segue (ou não finge que segue) o quadro geral de "regras" daquele grupo, tende a ser julgado, rejeitado e excluído do contexto em questão.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/i3nnM86JLFU?si=zSYUesUrHVtP7B19" />
         <pubDate>2024-09-18 20:48:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb/wish/3126314633</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A hierarquização social, o status e a moda</title>
         <author>larageovanauni</author>
         <link>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb/wish/3126400974</link>
         <description><![CDATA[<p>"A legitimação dos papéis entre e dentro das culturas determina suas  características, suas diferenças. Enfim, uma minoria parece se servir de uma grande maioria nas suas aspirações de felicidade." </p><p><br/></p><p>O dinheiro é o fator de maior influência na sociedade atual e aqueles na base da pirâmide almejam um dia subir nessa configuração, mas será que patrimônios equivalentes significam estilos de vida equivalentes? No recorte do mundo da moda, com certeza não: "Old money" (velho rico) e "New money" (novo rico) são expressões que dizem respeito aqueles com alto poder aquisitivo, porém com uma diferença pontual, a quantidade de tempo que fazem parte da classe alta - basicamente, uma questão de famílias poderosas com gerações de herdeiros contra ricos emergentes (contexto facilitado pela possibilidade de trabalhar com as redes sociais). Essa distinção, geralmente, reflete nos guarda-roupas de cada contexto, enquanto os novos ricos querem mostrar que subiram de patamar para os demais através da ostentação de roupas com logomarcas excessivas (Exemplo: Louis Vuitton) e acessórios de metal nobre extravagantes, os herdeiros seguem um caminho completamente oposto, com o chamado "Quiet Luxury" ou luxo discreto, que se baseia em uma estética minimalista com peças de altíssima qualidade, feitas para durar <strong><em>gerações</em></strong>, com foco na versatilidade e atemporalidade. A primeira vista, o quiet luxury pode até parecer acessível, contudo, isso permanece apenas no campo das aparências mesmo, já que exige um poder de compra que implica grande exclusividade devido sua essência "slow fashion" (moda lenta) - Algumas das principais representantes dessa vertente da moda são Bottega Veneta e The Row.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2760724959/132e55d11dafa731f8c28042f1c5ea90/image.png" />
         <pubDate>2024-09-18 22:45:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb/wish/3126400974</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tabus, estigmas e punições - O pecado original e a subjugação feminina decorrente </title>
         <author>larageovanauni</author>
         <link>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb/wish/3126495544</link>
         <description><![CDATA[<p>"Os tabus estão relacionados à importância do papel que se desempenha, inclusive aos estigmas e as punições. Saber que é possível haver uma separação entre o papel que se desempenha e quem se é parece não ser uma realidade tão simples, mas por outro parece ser uma reflexão e ação concomitantes e relevantes. Saber que os papéis são representações, máscaras e que a sociedade os controla, pode fazer com que o ser humano deixe de ser passivo na construção de sua humanidade, e historicidade (GOMES, 2008, aula do dia 29/09)."</p><p><br></p><p>A Bíblia coloca a menstruação como uma punição às mulheres pelo ato de desobediência realizado por Eva ao comer do fruto proibido no Jardim do Éden, estabelecendo uma "justificativa" para fomentar não apenas a subjugação feminina, mas também a sujeição de muitas mulheres a esse controle. Ademais, apesar de os "anos dourados" de dominação da Igreja Católica já terem passado e a humanidade ter alcançado grandes avanços na ciência, principalmente no que tange a explicações racionais para processos biológicos, como o ciclo menstrual, resquícios da discriminação acerca do assunto ainda assolam a sociedade atual, reforçando uma ideia de vergonha, impureza, sujeira e o mais prejudicial: Algo sobre o qual as mulheres deviam manter segredo - uma ideia perigosa quando se pensa que, ao mantermos o assunto no escuro, não saberemos diferenciar os processos anormais do ciclo, logo, estaríamos pondo nossa saúde em risco inconscientemente. "A ONG Endometriosis UK [...] apurou que 62% das mulheres com idades entre 16 e 54 anos, com sintomas de endometriose, não iriam ao médico por acreditar que a questão não é grave o suficiente para incomodar um profissional, ou porque teriam vergonha, ou medo de não serem levadas a sério, ou por acharem que esses sintomas, incluindo a dor, são normais." (BBC News Brasil - Menstruação: as origens de um estigma que dura até hoje).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2760724959/82afbe2594e7c81347ca2c26c5b73cd3/image.png" />
         <pubDate>2024-09-19 00:18:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larageovanauni/zp50qi4k76puzkdb/wish/3126495544</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
