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      <title>Resumo &quot;Amigo&quot; III - Fran  by Fernanda Micheli Fontes Pereira</title>
      <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p</link>
      <description>Fecundação.... Blastulação ....gastrulação!!!!!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-26 17:56:14 UTC</pubDate>
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         <title>Fecundação.... Blastulação.... Gastrulação!!!!!</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115009219</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo Amigo III - Fran<br><strong>"Primeira Semana"</strong><br><strong>1) Fecundação</strong></div><div>União de um espermatozóide com um ovócito secundário, que ocorre normalmente na ampola da tuba uterina formando o zigoto.</div><div><strong>Fases da fecundação:</strong></div><div>- Passagem do espermatozóide através da corona radiata do ovócito (reação acrossômica): Auxiliado pela ação da enzima hialuronidase, liberada do acrossoma do espermatozóide, e também, pelo movimento da cauda do espermatozóide (figura 1).</div><div>- Penetração na zona pelúcida: Formação de um caminho na zona pelúcida através da ação de enzimas. Logo que o espermatozóide penetra a zona pelúcida desencadeia o fim da segunda meiose e uma reação zonal, mudanças das propriedades físicas da zona pelúcida que a torna impermeável a outros espermatozóides (figura 1).</div><div>- Fusão das membranas plasmáticas do ovócito e do espermatozóide: A cabeça e a cauda do espermatozóide entram no citoplasma do ovócito na área de fusão.</div><div>- Término da segunda divisão meiótica do ovócito: Formação do ovócito maduro (pronúcleo feminino) e o segundo corpo polar.</div><div>- Formação do pronúcleo masculino: Dentro do citoplasma do ovócito, o núcleo do espermatozóide aumenta para formar o pronúcleo masculino, enquanto que a cauda do espermatozóide se degenera. Durante o crescimento, os pronúcleos replicam seu DNA.</div><div>- Lise da membrana do pronúcleo: Ocorre a agregação dos cromossomos (23 cromossomos de cada núcleo resulta em um zigoto) para a divisão celular mitótica e primeira clivagem do zigoto (figura 2).<br><br><strong>2) Clivagem do Zigoto</strong></div><div>Consiste em divisões mitóticas repetidas do zigoto, resultando em um rápido aumento no número de células. Estas células embrionárias – <strong>os blastômeros</strong>- tornam-se menores a cada divisão. Quando já existem de 12 a 32 blastômeros o concepto é chamado de<strong> mórula </strong>(figura 3 e 4).</div><div><strong>3) Formação e Implantação do Blastocisto</strong></div><div>A mórula alcança o útero cerca de quatro dias após a fecundação e o fluido da cavidade uterina passa através da zona pelúcida para formar – a cavidade blastocística (figura 4 e 5). À medida que o fluido aumenta na cavidade, os blastômeros são separados em duas partes (figura 6):</div><div>À medida que o fluido aumenta na cavidade, os blastômeros são separados em duas partes:</div><div>- <strong>Trofoblasto</strong>: Camada celular externa que formará a parte embrionária da placenta.</div><div>- <strong>Embrioblasto</strong>: Grupo de blastômeros localizados centralmente que dará origem ao embrião.</div><div>Durante esse estágio o concepto é chamado de blastocisto. Cerca de 6 dias após a fecundação, o blastocisto adere ao epitélio endometrial por ação de enzimas proteolíticas (metaloproteinases) e a implantação sempre ocorre do lado onde o embrioblasto está localizado. Logo, o trofoblasto começa a se diferenciar em duas camadas:</div><div>- <strong>Citotrofoblasto</strong>: Camada interna de células.</div><div>- <strong>Sincicitrofoblasto</strong>: Camada externa de células.</div><div>No final da primeira semana o blastocisto está superficialmente implantado na camada endometrial na parte póstero-superior do útero (figura 7). O sinciciotrofoblasto é altamente invasivo e se adere a partir do pólo embrionário, liberando enzimas que possibilita a implantação do blastocisto no endométrio do útero. Esse é responsável pela produção do hormônio hCG que mantém a atividade hormonal no corpo lúteo durante a gravidez e forma a base para os testes de gravidez.<br><br><strong>Segunda Semana<br></strong>Caracteriza-se por:</div><div>- Término da implantação do blastocisto (10° dia) (figura 1);</div><div>- Formação do disco embrionário bilaminar - epiblasto e hipoblasto;</div><div>- Formação de estruturas extra-embrionárias: a cavidade amniótica, o âmnio, o saco vitelino, o pedúnculo de conexão e o saco coriônico.<br><br></div><div><strong>1. Formação da cavidade amniótica, do disco embrionário e do saco vitelino</strong></div><div>Com a progressão da implantação do blastocisto, ocorrem mudanças no embrioblasto que resultam na formação de uma placa bilaminar – o disco embrionário- formado por duas camadas (figura 1 A):</div><div>- <strong>Epiblasto</strong>: Camada celular espessa e colunar, que desenvolve rapidamente à cavidade amniótica.</div><div>- <strong>Hipoblasto</strong>: Camada celular delgada e cubóide, que forma o saco vitelino.</div><div>Concomitante a esses processos, aparece um pequeno espaço no embrioblasto, a <strong>cavidade amniótica.</strong> O epiblasto forma o assoalho da cavidade amniótica e o hipoblasto o teto da cavidade exocelômica. Células do hipoblasto migram para formar a membrana exocelômica que reveste a superfície interna do citotrofoblasto. Logo se modifica para formar o <strong>saco vitelino primitivo</strong>. As células do endoderma do saco vitelino formam o <strong>mesoderma extra-embrionário</strong>, que circunda o âmnio e o saco vitelino. Assim, há formação do âmnio, disco bilaminar e saco vitelino.</div><div>Com o desenvolvimento, surgem espaços celômicos isolados no interior do mesoderma extra-embrionário. Posteriormente, fundem-se para formar o <strong>celoma extra-embrionário</strong>, que envolve o âmnio e o saco vitelino.<br><br></div><div><strong>2. Desenvolvimento do saco coriônico</strong></div><div>O celoma extra-embrionário divide o mesoderma extra-embrionário em duas camadas (Figura 2 A):</div><div>- <strong>Mesoderma somático extra-embrionário</strong>, que reveste o trofoblasto e o âmnio.</div><div>- <strong>Mesoderma esplâncnico extra-embrionário</strong>, que envolve o saco vitelino.</div><div><strong>Córion</strong>: Formado pelo mesoderma somático extra-<br><br>"<strong>Terceira Semana"<br></strong>Caracteriza-se por:- Aparecimento da linha primitiva;- Formação da notocorda;- Formação do disco trilaminar&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>1) Gastrulação: Formação das camadas germinativas </strong>Processo pelo qual o disco embrionário bilaminar é convertido em disco embrionário trilaminar (inicio da morfogênese). Durante a gastrulação ocorrem alguns eventos importantes como a formação da linha primitiva, camadas germinativas, placa precordal e notocordal. Cada uma das três camadas germinativas dará origem a tecidos e órgãos específicos:&nbsp; <br>- <strong>Ectoderma</strong>: Origina a epiderme, sistema nervoso central e periférico e a várias outras estruturas;<br>- <strong>Mesoderma</strong>: Origina as camadas musculares lisas, tecidos conjuntivos, e é fonte de células do sangue e da medula óssea, esqueleto, músculos estriados e dos órgãos reprodutores e excretor;<br>- <strong>Endoderma</strong>: Origina os revestimentos epiteliais das passagens respiratórias e trato gastrointestinal, incluindo glândulas associadas.<br><strong>Formação da Linha Primitiva</strong>No início da terceira semana a <strong>linha primitiva </strong>(figura 1) surge na extremidade caudal do embrião como resultado da proliferação e migração de células do epiblasto para o plano mediando do disco embrionário, constituindo o primeiro sinal da gastrulação. Na sua extremidade cefálica surge o nó primitivo, com uma pequena depressão no centro chamado fosseta primitiva e ao longo da linha forma-se o sulco primitivo. O aparecimento da linha primitiva torna possível identificar o eixo embrionário.Após esse processo, ocorre a invaginação de células do epiblasto que dão origem as três camadas germinativas do embrião (figura 2): o <strong>mesênquima ou mesoblasto</strong>, que origina os tecidos de sustentação e conjuntivos do corpo, um pouco forma o mesoderma intra-embrionário e outras deslocam o hipoblasto e formam endoderma intra-embrionáiro. As demais células que permanecem no epiblasto formam o ectoderma intra-embrionario (figura 3). A linha primitiva regride e desaparece na quarta semana do desenvolvimento.<br><strong>Formação do processo notocordal<br></strong>Células mesenquimais migram cefalicamente do nó e da fosseta primitiva formando um cordão celular mediano o <strong>processo notocordal</strong>. Esse processo adquire uma luz - canal notocordal - e cresce até alcançar a placa precordal, área de células endodérmicas firmemente aderidas a ectoderma. Estas camadas fundidas formam a membrana bucofaríngea (boca). Caudalmente a linha primitiva há uma área circular também com disco bilaminar, a membrana cloacal (ânus).A notocorda surge pela transformação do bastão celular do processo notocordal. O assoalho do processo notocordal funde-se com o endoderma e degeneram. Ocorre então a proliferação de células notocordais a partir da extremidade cefálica, a placa notocordal se dobra e forma a <strong>notocorda</strong> (figuras 3 e 4).<br>A notocorda:- Define o eixo do embrião;- Base para formação do esqueleto axial;- Futuro local dos corpos vertebrais.<br><strong>Formação do Alantóide.<br>1)</strong> <strong>alantóide</strong> é um anexo embrionário que surge por volta do 16° dia na parede caudal do saco vitelino. Durante a maior parte do desenvolvimento, o alantóide persiste como uma linha que se estende da bexiga urinária até a região umbilical, chamada de úraco, a qual nos adultos corresponderá ao ligamento umbilical mediano (figura 5).<br><strong>2) Neurulação: Formação do tubo neural</strong>A formação da <strong>placa neural</strong> é induzida pela notocorda em desenvolvimento. Por volta do 18° dia, a placa neural se invagina ao longo do eixo central, formando o <strong>sulco neural mediano</strong>, com <strong>pregas neurais</strong> em cada lado (figura 6 e 7). No fim da terceira semana, as pregas neurais começam a aproximar-se e a se fundir, formando o <strong>tubo neural</strong>, primórdio do SNC.&nbsp; Este logo se separa do ectoderma da superfície, se diferencia e forma a epiderme da pele. . A fusão das pregas neurais avança em direção cefálica e caudal, permanecendo abertas na extremidade cranial - <strong>neuroporo rostral</strong> – até o 25º dia e na extremidade caudal – <strong>neuroporo caudal</strong> – até o 27º dia.&nbsp; Concomitante a esse processo, as células da crista neural migram e formam uma massa entre o ectoderma e o tubo neural, a <strong>crista neural</strong>. Logo, a crista se separa em duas partes, direita e esquerda, e origina os gânglios espinhais e os gânglios do sistema autônomo e as meninges (figura 8).<br><strong>3) Desenvolvimento dos somitos</strong>Durante a formação da notocorda e do tubo neural, o mesoderma intra-embrionário se divide em: <strong>mesoderma paraxial, intermediário e lateral </strong>(contínuo com o mesoderma extra-embrionário) (figura 6 e 9). Próximo ao fim da 3° semana de gestação, o mesoderma paraxial diferencia-se e forma os <strong>somitos</strong>. No fim da 5° semana 42 a 44 pares de somitos estão presentes e avançam cefalocaudalmente dando origem à maior parte do esqueleto axial e músculos associados, assim como a derme da pele adjacente.<br><strong>4) Desenvolvimento do celoma intra-embrionário</strong>No interior do mesoderma lateral e cardiogênico surgem espaços celômicos que se unem e formam o <strong>celoma intra-embrionário</strong>, dividindo o mesoderma lateral em duas camadas (figura 6):- Camada parietal/ somática que cobre o âmnio;- Camada visceral/ esplâncnica que cobre o saco vitelino:• Somatopleura = mesoderma somático + ectoderma sobrejacente• Esplancnopleura = mesoderma esplacnico + endoderma subjacenteDurante o 2° mês, o celoma está dividido em 3 cavidades:- Cavidade pericárdica;- Cavidades pleurais;- Cavidade peritoneal.<br><strong>5) Desenvolvimento do sistema cardiovascular</strong>No inicio da 3°semana começa a angiogênese no mesoderma extra-embrionário do saco vitelino, do pedículo do embrião e do córion. A formação dos vasos sanguíneos inicia-se com a agregação dos angioblastos – ilhotas sanguíneas. Pequenas cavidades vão se formando dentro das ilhotas, os angioblatos se achatam e originam o endotélio primitivo. Essas cavidades se unem formando redes de canais endoteliais (figura 11).O coração e os grandes vasos provêm de células mesenquimais da área cardiogênica (figura 10). Durante a 3° semana os tubos endocárdicos se fundem, originando o tubo cardíaco primitivo. No fim da 3° semana o sangue já circula e desenvolve-se o primórdio de uma circulação uteroplacentária.<strong><br></strong><br></div><div><br></div><div>Bibliografia Consultada:</div><div><strong>Moore KL, Persaud TVN. Embriologia clínica. 8a ed. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier; 2008.</strong></div><div><strong>Rohen JW, Lutjen-Drecoll E. Embriologia funcional: o desenvolvimento dos sistemas funcionais do organismo humano. 2a ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; 2005.</strong></div><div><strong>O’Rahilly R, Müller F. Embriologia &amp; teratologia humanas. 3a ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; 2005.</strong></div><div><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:00:25 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 1 </title>
         <author>miguelfernanda</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sequência de eventos do processo de fertilização.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:01:54 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 2 </title>
         <author>miguelfernanda</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esquema de formação do blastócito.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:03:05 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 3</title>
         <author>miguelfernanda</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mórula no interior da cavidade uterina ( B) e fase de compactação da mórula (C).<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:05:41 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 4</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115014110</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeira semana de desenvolvimento mostrando a ovulação, a fertilização e a clivagem do zigoto.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:07:54 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 5</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115014996</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Foto de micrografia de blastocisto (D) e seu desenho esquemático (E).<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:09:30 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 6</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115015349</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Estágios iniciais da implantação do blastocisto.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:10:14 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 7</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115016312</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Estágios de formação e implantação do blastocisto.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:11:58 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 1A</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115023715</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Implantação final do blastocisto no endométrio.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:25:54 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 2A</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115024237</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Ilustração do desenvolvimento do saco coriônico.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:26:58 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 1 B</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115025619</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Gênese da linha primitiva.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:29:44 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 2B</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115026233</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Esquema ilustrando a migração de células do epiblasto a partir da linha primitiva.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:30:57 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 3 B</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115026799</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Formação do disco embrionário trilaminar.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:32:00 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 4 C</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115027438</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Processo notocordal<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 5</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115027769</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Esquema ilustrando o alantóide e várias estruturas do corpo do embrião de 23 dias.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:34:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 6 C</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115028154</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Desenvolvimento dos somitos e do celoma intra-embrionário.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:34:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 7</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115028550</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vistas dorsais do disco embrionário, mostrando como ele se alonga e muda de forma durante a terceira semana.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:35:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 8C</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115028974</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Esquema ilustrativo da formação do tubo neural por meio da fusão das pregas neurais.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:36:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 9C</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115029536</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Desenvolvimento do tubo neural por meio do fechamento e fusão das pregas neurais (setas). Com destaque para a diferenciação do mesoderma intra-embrionário. Em a) e b) embrião de 20 dias de desenvolvimento, em c) e d) embrião de 22 dias de desenvolvimento.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:37:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115029536</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Figura 10C</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115030070</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Desenvolvimento da cavidade pericárdica e do tubo cardíaco primitivo. a) Vista superficial do disco embrionário . Na extremidade anterior do disco desenvolve-se a cavidade pericárdica (vermelho). b) Corte transversal em que se observa o par de tubos endoteliais que formam o primórdio cardíaco . c) Corte transversal da parte anterior do corpo do embrião.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:38:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115030070</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Figura 11C</title>
         <author>miguelfernanda</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfernanda/znkkanajs0bij93p/wish/2115030488</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Estágios do desenvolvimento dos vasos sanguíneos e células sanguíneas<br><br></strong><br><br><br><strong><br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 18:39:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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