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      <title>Módulo 3- Estrutura atômica. Tabela periódica. Ligação química. EQI by Diogo Vieira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-01-23 14:16:36 UTC</pubDate>
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         <title>Evolução dos modelos atômicos</title>
         <author>diogov968</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na Grécia antiga, século v a.C, o filósofo grego Leucipo e o seu discípulo Demócrito imaginaram a matéria como sendo constituída por pequeninas partículas indivisíveis ( que não se divide).<br>Nem sempre o homem pensou que o átomo é como o conhecemos atualmente, foi uma ideia que evoluindo ao longo dos anos, com a evolução da ciência e os experimentos, os cientistas começaram a determinar algumas leis relacionadas a alguns fenômenos que ajudam a desenvolver melhor esse conceito. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-23 14:26:45 UTC</pubDate>
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         <title>1- modelo atômico de Dalton </title>
         <author>diogov968</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dalton foi o primeiro cientista que retomou a teoria dos filósofos gregos em 1803.Dalton pastulou que toda  matéria é formada de minúsculas partículas esféricas. A teória atômica de Dalton dizia ainda que átomos iguais possuem elementos iguais e peso invariável, átomos de elementos diferentes possuem propriedades diferentes, e nas reações químicas os átomos envolvidos permanecem inalterados. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-23 14:30:15 UTC</pubDate>
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         <title>2-modelo atômico de Thomson</title>
         <author>diogov968</author>
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         <description><![CDATA[<div>Joseph Jonh Thomson, em 1897, ao trabalhar com o seu experimento, percebeu que ao colocar um campo elétrico extremo junto à ampola, os raios se desviam para a placa positiva, mostrando assim que os átomos tinham partículas negativas, este modelo ficou conhecido como o modelo atômico de Thomson, ou popularmente como o pudim de passas </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-23 14:33:17 UTC</pubDate>
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         <title>3-modelo atômico de Rutherford</title>
         <author>diogov968</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mais tarde, em 1911, Rutherford demonstrou que a maior parte do átomo era espaço vazio, estando a carga positiva localizada na núcleo (o ponto central do átomo), tendo este a maior parte da massa do átomo. Rutherford descobriu também a existência dos protões, as partículas com carga positiva que se encontram no núcleo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-23 14:36:04 UTC</pubDate>
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         <title>4- modelo atômico de Bohr</title>
         <author>diogov968</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1913, Bohr apresentou alterações ao modelo de Rutherford: os electrões só podem ocupar níveis de energia bem definidos, os electrões giram em torno do núcleo em órbitas com energias diferentes.<br>As órbitas interiores apresentam energia mais baixa e à medida que estão mais afastadas do núcleo o valor da sua energia é maior.<br>Quando um eletrão recebe energia suficiente passa a ocupar uma órbita mais externa (com mais energia) ficando assim o átomo num estado excitado. Se um eletrão passar a órbita para outra mais interior vai libertar energia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-23 14:41:40 UTC</pubDate>
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         <title>5-modelo da nuvem eletrônica </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/323465287</link>
         <description><![CDATA[<div>Este modelo foi proposto em 1920 e é o modelo atualmente aceite.<br>No núcleo (centro) do átomo estão os protões e os neutrões, enquanto os electrões giram ao seu redor.<br>Os principais cientistas responsáveis por esta proposta foram Heisenberg, Schrodinger e Dirac, no entanto houve também outras contribuições importantes que permitiram que chegassemos ao modelo que hoje consideramos como valida. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-23 14:45:26 UTC</pubDate>
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         <title>A evolução da tabela periódica </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/328315596</link>
         <description><![CDATA[<div>  A tabela periódica é conhecida como uma ótima fonte de informação quando se deseja saber as características sobre os elementos. A tabela periódica nem sempre foi assim, já foi motivo de muita discussão e estudo científico, e, embora a tabela atual seja mais eficiente, a sua formação é derivada de tantas outras. Um pré-requisito para a construção da tabela foi a descoberta científica de um elemento. Em 1669, foi a primeira descoberta científica de um elemento, durante os 200 anos seguintes foram adquiridos vários conhecimentos sobre as propriedades dos elementos e com o aumento dos elementos vários cientistas iniciaram uma investigação para reconhecer as prioridades e desenvolver esquemas, antes de 1770 os elementos descobertos não estavam organizados, uma vez que ninguém sabia como agrupa-los. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-06 15:48:45 UTC</pubDate>
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         <title>1- Lei dos tríades </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/328318922</link>
         <description><![CDATA[<div>  A lei de tríades, formulada em 1829 pelo químico alemão Johann Dobereiner (1780-1849), foi um passo importante para a elaboração da tabela, baseou-se na observação dos aumentos regulares de massas atómicos de elementos com propriedades químicas semelhantes. Ele verificou que em elementos como Cálcio, bário, o átomo do elemento do meio tinha uma massa atômica aproximadamente igual à média da dos átomos dos outros dois elementos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-06 15:53:56 UTC</pubDate>
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         <title>2- Parafuso telúrico 🔩</title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/328321946</link>
         <description><![CDATA[<div>  Em 1862, Alexandre Béguyer de Chancourtais criou o modelo "Parafuso Telúrico". Os elementos eram agrupados em ordem crescente de massa atômica por uma linha espiral em volta de um cilindro (em forma de parafuso), em que havia 16 elementos em cada volta </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-06 15:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>3- Lei das oitavas </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/328324971</link>
         <description><![CDATA[<div>   A lei das oitavas, formulada em 1864 pelo químico inglês John Newlands descreveu uma tentativa de classificar os elementos numa série de trabalhos de 1863 a 1866. Numa tabela ele colocou os elementos de sete em sete, em ordem crescente de massa atômica e reparou que o primeiro elemento tinha propriedades semelhantes ao oitavo, e assim sucessivamente, porque se repetiam de sete em sete, como as notas da música </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-06 16:03:38 UTC</pubDate>
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         <title>4- Dimitri Mendeleev </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/328328873</link>
         <description><![CDATA[<div>   Dimitri Mendeleev, em 1869, enquanto escrevia o seu livro de química, organizou os elementos na forma de tabela atual l, criou também uma carta para cada um dos 63 elementos conhecidos. Cada carta tinha o símbolo do elemento, a massa atômica e as suas propriedades químicas e físicas, ordenou os 63 elementos por ordem crescente de peso atômico, de certa forma que na vertical ficavam os elementos com propriedades químicas semelhantes.<br>    A vantagem desta tabela para as outras era que esta mostrava as semelhanças, não apenas uns conjuntos  pequenos. <br>   Este trabalho deu a Dimitri um prémio Nobel. <br>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-06 16:09:50 UTC</pubDate>
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         <title>5- Glenn Seaborg</title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/328334278</link>
         <description><![CDATA[<div>  Esta foi a última maior alteração na tabela, em 1940. A partir da descoberta do plutónio e e em 1940, descobriu todos os elementos de números atômicos de 94 ate 102. Reconfigurou a tabela colocando a série dos actimideos abaixo dos lantanídeos.<br>    Percebeu também um prémio Nobel em 1951 e o elemento 106 da tabela é chamado de Seabógio em sua homenagem. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-06 16:18:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tabela atual </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/328336933</link>
         <description><![CDATA[<div>  No total a tabela periódica (2018) tem 118 elementos químicos (92 naturais e 26 artificiais), cada quadrado tem o nome do elemento químico, o seu símbolo e o número atômico. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-06 16:22:38 UTC</pubDate>
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         <title>Ligação química </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/336332145</link>
         <description><![CDATA[<div>  Uma ligação química é a união de dois ou mais ou átomos de elementos iguais ou diferentes, que procuram perder, ganhar ou partilhar electrões para ficarem estáveis.<br>  A "ligação química" foi um termo que em 1920, Gilbert Newton Lewis, usou pela primeira vez em um artigo para explicar a razão de os átomos se mantêm unidos para formar as substâncias e também a razão de eles permanecerem unidos ao longo de milhões de anos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-28 10:58:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ligação covalente </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/336335220</link>
         <description><![CDATA[<div> A ligação covalente é um tipo de ligação química onde os átomos partilham os eletrões entre si l, de forma a que ambos se tornem estáveis, e não há transferência de eletrões de um átomo para o outro. Por norma a ligação covalente ocorre nos elementos químicos que possuem de 4 a 7 electrões, sendo o mais comum ocorrer esta ligação nos elementos não metálicos, há casos em que esta ligação esta nos metais, mas isto ocorre com menos frequência. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-28 11:13:10 UTC</pubDate>
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         <title>Ligação covalente simples </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/336337829</link>
         <description><![CDATA[<div>  É um tipo de ligação que acontece para promover a estabilidade entre os átomos. Ocorre quando os dois elementos necessitam de adicionar eletrões nas suas camadas de valência, cada um dos átomos participantes entra com um eletrão para efectuar a formação de um par partilhado, que a partir dessa constituição passará a pertencer aos dois átomos. A ligação covalente simples ocorre entre:<br>--&gt; metais e metais;<br>--&gt; metais e hidrogénio<br>--&gt; hidrogénio e hidrogénio<br>  Um exemplo desta ligação é a molécula de gás hidrogénio, nesse caso, cada átomo de hidrogénio contribui com um eletrão, essa contribuição tem o intuito de construir o par eletrônico compartilhado. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-28 11:23:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ligação covalente dupla</title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/336338426</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta ligação os átomos "duvidem" dois eletrões de cada elemento procurando a estabilidade de ambos. No caso da água (H2o) há o compartilhamento de um eletrão de cada átomo de hidrogénio com os eletrões de apenas um átomo de oxigénio. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-28 11:26:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ligação covalente tripla</title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/336338794</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta ligação os átomos "dividem" três eletrões de cada elemento procurando a estabilidade de ambos. No caso do gás nitrogénio (N2), quando há a formação da molécula de cada átomo de nitrogénio entre si. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-28 11:27:57 UTC</pubDate>
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         <title>Ligações químicas metálicas </title>
         <author>diogov968</author>
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         <description><![CDATA[<div>  É a ligação entre metais e metais, formam as chamadas ligas metálicas. No estado sólido, os metais agrupam-se de forma geometricamente ordenada,formando as células. Na ligação entre os átomos de um elemento metálico ocorre a libertação parcial dos eletrões. Essa movimentação dos eletrões livres explica o porquê de os metais serem bons condutores elétricos e térmicos. Esta ligação é consequência das forças atractivas entre os eletrões (negativos) e os iões metálicos (positivos). Algumas ligas metálicas são:<br>--&gt; bronze - cobre e ferro<br>--&gt; latão - cobre e ferro<br>--&gt; aço inox - ferro, cromo e níquel </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-28 11:40:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Espectro eletromagnetico </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/338794469</link>
         <description><![CDATA[<div>É o conjunto de radiações eletromagneticas que se propagam no espaço e que se encontram ordenados de acordo com a sua frequência e comprimento de onda (e consequentemente a sua energia)<br>Frequência (f)<br>Comprimento de ondas (<em>λ)<br></em>As ondas electromagnéticas são normalmente descritas por uma das seguintes propriedades físicas: frequência (f), comprimento de onda <em>(λ), ou por energia de fotão (E). </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-07 11:10:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Espectro de absorção </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/338796547</link>
         <description><![CDATA[<div>O espectro de absorção define-se como sendo um espectro da radiação eletromagnetica ou luminosa que apresenta porções de radiação que foram absorvidas e que aparecem sob a forma de riscos ou bandas negras.<br>Quando todos os comprimentos de onda que constituem a luz visível estão presentes, a luz aparece branca. De um modo simplificado, um composto que aparece azul transmite ou reflete a luz azul e absorve as restantes cores do espectro de luz visível, mas por outro lado, a cor apresentada também pode ser devida a uma elevada absorção de luz. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-07 11:19:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Espectro continuo e descontínuo</title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/338797387</link>
         <description><![CDATA[<div>Espectro continuo- o espectro que mostra uma gama variada e ininterrupta de cores</div><div>Existem situações em que os espectros surgem desta forma:</div><div>--&gt;Lâmpadas de incandescência (lâmpada vulgar)<br>--&gt;Lâmpada de Halogéneo (radiação visível; radiação ultravioleta)<br>--&gt;Metais ao Rubro</div><div><br></div><div>Espectro descontínuo-espectros que não apresentam continuidade de radiação, mas sim riscas.</div><div>Existem situações em que os espectros são descontínuos:</div><div>--&gt;Lâmpadas fluorescentes<br>--&gt;Lâmpadas de vapor de sódio<br>--&gt;Néons dos reclames luminosos<br>--&gt;Ensaios de chama</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-07 11:23:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Espectro de emissão </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/338798407</link>
         <description><![CDATA[<div>O espectro de emissão é aquele conseguido quando se faz passar uma luz branca, como a do sol, ou a de uma chama. Os espectros de emissão baseiam-se na quantidade de energia, consequência imediata de resuloção da equação de Schrodinger. Os eletrões de um determinado átomo, que se encontram num determinado nível energético, são elevados a um nível mais alto de energia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-07 11:27:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ligação iónica </title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/340941193</link>
         <description><![CDATA[<div>As ligações iónicas são estabelecidas por forças atrativas entre iões de carga diferentes. A rede cristalina final é neutra, ou seja, tem tantas cargas positivas como negativas.<br><br></div><div>As redes cristalinas são bastantes fortes, tendo como consequência altos valores do ponto de fusão deste tipo de compostos.<br><br></div><div>No estado sólido, os iões estão fortemente agarrados uns aos outros, pelo que não há liberdade de movimento de cargas elétricas. Por esta razão, estas estruturas não permitem o transporte de corrente elétrica (são maus condutores elétricos).<br><br></div><div>Quando estes compostos se encontram no estado aquoso há total liberdade de movimento dos iões que formavam a rede cristalina (agora dissolvidos) pelo que estes compostos transformam-se, nesta situação, em bons condutores elétricos.<br><br>Ex: formação do cloreto de sódio<br>O cloreto de sódio é um exemplo formado a partir de ligação iónica entre os átomos </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-13 15:48:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Kahoot</title>
         <author>diogov968</author>
         <link>https://padlet.com/diogov968/zn6jlj4g8bro/wish/343407685</link>
         <description><![CDATA[<div>https://create.kahoot.it/share/estrutura-atomica-tabela-periodica-ligacao-quimica-eqi/b6b634e1-5eec-4d17-b391-232bef249ac5</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-20 16:00:54 UTC</pubDate>
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