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      <title>Mosaico de Memórias by Fabiola Oliveira Batista</title>
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      <description>Neste espaço, reunimos fragmentos de histórias que formam um mosaico de experiências. Aqui, sua memória se entrelaça a tantas outras, formando um painel vivo de lembranças compartilhadas. Deixe seu pedaço, sua cor, sua voz... Porque cada memória conta e, juntas, elas contam muito mais.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-13 21:06:21 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 21:48:01 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:29:52 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:30:28 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:31:04 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:31:36 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:32:07 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
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         <author>rosiannyb</author>
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         <pubDate>2025-03-30 22:37:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:37:23 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:37:29 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:37:33 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:37:39 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:37:44 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:37:52 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author>rosiannyb</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 22:38:02 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e teatro: memórias de corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Rosianny e sou a professora desta disciplina. Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci em Central de Minas / MG, no começo na década de 1980. Passei toda a minha infância em uma pequena chácara, que pertencia à minha família. Ali, morava a minha avó em uma casa grande de assoalho (quem lembra?) e, no entorno, se localizavam as casas dos filhos e netos dela. Eram, então, quatro casas. Cresci rodeada de primos/as, árvores, chão batido e bichos. Passei a infância brincando nesse lugar: correndo, subindo em árvores e arrancando as unhas nas pedras. Tenho muitas cicatrizes dessa época da minha vida! rs.</p><p>Aos 10 anos de idade, minha família se mudou para a fronteira entre Minas e Espírito Santo. Fui morar na zona rural e passei a estudar em uma escola multisseriada (daquelas em que a professora, além de dar conta de todos os alunos, também faz a merenda). Tínhamos grande liberdade para brincar. Foi um tempo curto, mas feliz!</p><p>Depois, na adolescência, me mudei para Mantenópolis/ES. Nessa cidade, brinquei muito na rua, joguei handebol e, mais, tarde, na escola, comecei a fazer teatro, o que foi uma maravilhosa experiência corporal para mim. Foi o teatro que, depois, me levaria a fazer faculdade de Educação Física.</p><p>Essas são algumas das experiências corporais que me marcaram.</p><p>Deixo uma fotografia de uma das apresentações de teatro de rua, da qual participei na adolescência.</p><p>E vocês? Contem-me algumas de suas experiências corporais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 12:45:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tradução e interpretação: memórias de corpo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal! Me chamo Marcilene e sou graduanda do polo de Vitória.</p><p>Apresento aqui, um pouquinho de memórias de corpo. Nasci em Colatina, cidade que fica no interior do Estado do E/S, em 1974. Infelizmente, não tive uma infância muito legal, além de ser de uma família  com poucos recursos, eu era muito doente, frequentemente ficava doente(marcas das agulhas de injeção). Sou a filha do meio, pois somos em 5 irmãos, sendo 3 mulheres e 2 homens. Passei a minha infância de uma forma muito sofrida e tal, porém cresci, me tornei uma linda adolescente. Ah!! carrego cicatrizes das quedas ao aprender andar de bicicleta elas estão aqui ....rsrs....</p><p>infelizmente, tive que parar de estudar, para ajudar nas despezas da casa(tive marcas do trabalho forçado e pesado, pois eu era criança e trabalhava cuidando de crianças e da casa dos outros). O tempo passou e me tornei uma linda jovem. Quando estava com 15 anos, voltei  a estudar e mesmo atrasada concluí o Ensino Fundamental II à noite  e, passei para o Médio(nesse período as marcas eram de olheiras, pois dormia muito pouco). Ao concluir o ensino Médio, parei de estudar; anos depois me tornei uma linda mulher, casei e, anos depois tive uma linda filha (marcas de cesária e de amor).</p><p>Após alguns anos fiz graduação em Letras /Libras e hoje, meu corpo passa por marcas, pois trabalho com as mãos e corpo. Infelizmente, não tenho nenhuma foto de minha infância. </p><p>Deixo pra vcs uma foto de um dos trabalhos no Palácio Anchieta, onde interpretei as apresentações de entrega de certificados das escolas da SRE de   Carapina.</p><p>Gostaria de ler a  história de vcs também.</p><p> </p><p>      </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 23:51:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memórias de corpo feliz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Eliane, sou mãe do Oliver e da Beatriz que são meus parceiros de brincadeiras até hoje (brincamos de praticamente tudo que eu na infância pude brincar). Deixarei aqui uma breve memória de corpo... Na infância, meu corpo era sinônimo de liberdade. Corria sem medo, subia em árvores e explorava o espaço ao meu redor com curiosidade e energia inesgotáveis. Cada joelho ralado, cada queda de bicicleta e cada tropeço eram parte do aprendizado de viver. brinquei muito na rua e também na escola. Na fase adulta, minhas experiências corporais adquiriram novos significados. O corpo, antes movido pela energia inesgotável da juventude, passou a exigir mais cuidado e atenção. Aprendi a escutar meu corpo, a respeitar seus limites e a cuidar dele, principalmente após me tornar mãe. Percebi que as brincadeiras de antes, hoje se tornaram atividade física e a pratica dessa atividade passou a ser uma escolha consciente para minha saúde física e mental e foi assim que me apaixonei pela dança. Hoje, ao relembrar minha trajetória até aqui, percebo que cada fase deixou marcas em meu corpo e em minha memória. Ele carrega histórias, desafios e vitórias que antes eu não compreendia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 00:07:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memórias do/no corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Desde pequena, meu corpo foi minha primeira forma de interação com o mundo. Cresci correndo pelas ruas de terra do bairro, pulando corda, brincando de amarelinha, jogando bola no campinho e sentindo o vento quente bater no rosto. Minha pele exposta ao sol, ganhava tons dourados nos dias de brincadeiras intermináveis. O corpo pulava, caía, se machucava e, com o tempo, acumulou pequenas cicatrizes, cada uma carregando uma história.</p><p>Na escola, meu corpo vivenciava espaços de forma diferente. Na sala de aula, ele precisava estar contido, atento, mesmo quando a vontade era de estar correndo do lado de fora. Nos recreios, ele era liberdade: disputava corridas, brincava de elástico, jogava queimada, participava de roda de mãos dadas para cantar músicas infantis. As aulas de Educação Física eram um misto de entusiasmo e desafio. Eu adorava o movimento, mas nem sempre me encaixava nas expectativas de velocidade e força que alguns professores impunham. Ainda assim, cada atividade corporal me ajudava a entender minhas capacidades e limites.</p><p>Na adolescência, meu corpo se transformou. Cresci um pouco mais, fiquei mais forte, e comecei a perceber que minha presença ocupava espaços de maneiras diferentes. O esporte continuou a ser um refúgio, mas agora não apenas pelo prazer do movimento, mas também como forma de afirmação. Dança, vôlei, corridas noturnas pela cidade... Meu corpo sentia o peso da expectativa alheia e, ao mesmo tempo, me permitia experimentar sensações de superação e pertencimento.</p><p>Com o tempo, minha relação com o corpo passou a ser também profissional. Como auxiliar de professor da educação infantil, percebo diariamente a importância do corpo na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças. Meu corpo agora está em constante movimento, seja acompanhando brincadeiras, acolhendo choros ou incentivando os pequenos a explorarem o mundo ao seu redor.</p><p>Hoje, olho para meu corpo e vejo nele as pegadas do que vivi. Ele guarda dores, cansaços, mas também resistências e conquistas. Meu corpo é minha história em movimento, minha forma de existir e de me conectar com o mundo.</p><p><br/></p><p>Marta Aleide Costa Bergue</p><p>Polo Aracruz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 10:24:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quando as marcas ainda não eram suficientes para enrijecer o corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, tudo bem? Sou o Davi, graduando do polo de Vitória. Nasci em Vitória, em 2000, mas passei a maior parte da minha infância e adolescência em uma região rural de Linhares. Apesar de minhas memórias serem, em grande maioria de dor, hoje escolho resgatar aquelas que me causam alegria. Lembro-me de ter sido uma criança muito curiosa, mesmo tímida em meio a outras pessoas, me sentia muito confortável para estar com os bichinhos e as plantas com quem desenvolvia muitos diálogos. Gostava de me imaginar em mundos diferentes e usava das árvores para tentar chegar mais perto do céu, lá no topo costumava passar horas comendo manga e observando tudo ao meu redor. Quando estava no chão, tentava imitar o movimento dos ventos com meu corpo, girando, balançando os braços e deixando ele me levar pelos caminhos. Já na água, aproveitava muito as diversas lagoas de Linhares (69), mergulhava para pegar sururu, boiava com os ouvidos imersos e relaxava, as vezes me assustava quando não dava mais pé, mas nada que uma boia de câmara de ar de caminhão não resolvesse. As vezes fingia ser um peixe, outras um dinossauro, pulava com um pé só, andava com quatros apoios, plantava bananeira, também me machucava bastante. Até a casquinha da cicatrização virava espaço para minha imaginação transformar em um universo mágico. Enfim, vivi uma infância que explorou tudo que via, sentia, cheirava, até mesmo aquilo que não existia materialmente. Outros processos decorreram que mudaram totalmente essa realidade, mas prefiro encerrar nos bons momentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 12:15:38 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Stephany, tenho 19 anos e nasci em Mantenópolis. Carrego comigo muitas lembranças felizes da infância, e essa foto remete a isso. Apesar de ter apenas 2 anos nessa fotografia acima, me lembro que passei toda uma infância indo para a casa da minha avó, e carrego comigo as memórias das diversas brincadeiras e das diversões que compartilhava com os meus primos.</p><p>Minha infância foi toda assim, recordo com muita alegria e saudade, eram tempos muitos bons, sem muita tecnologia, brincadeiras saudáveis, laços eternos sendo criados. </p><p>Nunca me mudei de Mantenópolis e sou feliz por isso, apesar de pequena, a cidade contribuiu para a minha felicidade enquanto criança e me moldou para ser a adulta que sou hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 15:31:19 UTC</pubDate>
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         <title>Corpo, Memória e Política</title>
         <author>gramosjunior</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fui uma criança e um adolescente ativo, brinquei na rua de queimada, altinha, golzinho, piques de toda sorte, corri em pastos, entrei em lagoas e entrei em piscinas (sentia inveja dos meus primos e amigos que pulavam do alto na piscina, mas sempre tive medo de altura, então entrava pela escada).</p><p>Na escola joguei basquete, vôlei, futebol não era meu forte mais brinquei também de futebol em quadras de areia, campos e quadras de futsal (futebol de salão no meu tempo).&nbsp; Cheguei a jogar em times de tradicionais clubes capixabas.</p><p>Aí aos quinze anos fui cooptado pelo mundo do trabalho, ingressei como menor aprendiz em uma empresa de comércio exterior. Metade do dia sentado, comendo em restaurantes, no início tinha uma profissional de educação física que orientava 15 minutos de ginástica laboral e técnicas de relaxamento no escritório, menos de 1 ano depois a empresa cortou o benefício para reduzir custos.</p><p>Se passaram 20 anos eu estou com 35 anos de idade agora, 10 quilos acima do peso, remédio para colesterol e ácido úrico, além de reposição de vitaminas D e B12, quase não temos camada de ozônio e me falta a "vitamina do sol”. &nbsp;Diversas idas ao ortopedista para cuidar de dores lombares e de uma hérnia de disco. Treinos na academia iniciados e interrompidos inúmeras vezes, não sinto o prazer que sentia nos treinos de vôlei, meu corpo tem memória ela, a memória, não irá sustentar sozinha o peso do avanço da idade e da necessidade de ter ossos fortes e musculatura funcional para uma vida autônoma.</p><p>A quem interessa nossos corpos entrevados e indispostos? Meu corpo é político, conseguir me inclinar até a ponta dos dedos do pé é um ato político e, talvez, devêssemos nos pormos de ponta a cabeça vez ou outra para ver como esse mundo capitalista está virado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 18:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>UM DIA DIVERTIDO NO SITIO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, pessoal! Me chamo Lívia... Quero compartilhar aqui com vocês a minhas memórias de corpo...</p><p>Essa fotografia muito me representa, foi  tirada no ano de 2019  em um sitio de amigos dos meus pais . Eu  amo a natureza e os animais e está em contato com eles me trás leveza , paz....</p><p>A minha infância e juventude foi marcada de momentos como esses de muita aventuras, incluindo o futebol que era apaixonada e lugares incríveis.</p><p>Essas experiências me marcaram e me fizeram crescer aprendendo a amar e respeitar tudo ao meu redor . </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 19:06:21 UTC</pubDate>
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         <title>No meu esporte favorito: Memórias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, sou a Lorena tenho 26 anos, minhas lembranças de corpo e movimento se inicia na infância que boa parte eu morei em zona rural onde tínhamos muita liberdade de brincar no quintal, no pasto, nas plantações e consequentemente sempre estava com um machucado ali, outro aqui, mas era a melhor coisa do mundo viver aquela liberdade. Um tempo depois eu me mudei da roça para a cidade e meio que perdi aquela liberdade que eu tinha de sentir a terra nos meus pés, mas, ainda assim tinham meus momentos de lazer na rua com novos amigos que tinha feito, brincávamos toda noite na rua de casa de esconde-esconde, elástico, queimada entre outras brincadeiras. Na escola as aulas eram diferentes da minha escola antiga, eram mais dinâmicas, tinham brincadeiras, tinha uma melhor infraestrutura, era maior o espaço para nós alunos podermos aproveitar no pátio, tinha mais interações como jogos e muito mais. Já no ensino médio aula de educação física não era mais com o mesmo entusiasmo que no fundamental, era mais voltada à prática de exercício físico e não tanto só brincadeiras e jogos.</p><p>Mas foi graças a estes ensinamentos que peguei gosto pela prática de exercício físico e continuo até hoje, prático exercício todos os dias para mim é parte essencial do meu dia, não pode faltar.</p><p>Essa lembrança é de 2022 onde eu estava praticando meu esporte favorito que é o Crossfit onde permaneço a 5 anos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 19:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>O corpo que me faz livre</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal! Sou Viviane, tenho 37 anos. Cresci em uma cidade pequena, onde as possibilidades de atividades físicas ou esportes eram poucas, por isso, quando penso no meu corpo e em movimento, as primeiras memórias que me vêm são das brincadeiras de criança, das horas a fio que passava na rua brincando do que a imaginação mandasse. Era uma sensação de liberdade e alegria indescritível.</p><p>Do ensino fundamental, tenho memórias das brincadeiras na hora do recreio e das festas juninas (que não gostava de dançar). &nbsp;&nbsp;Lembro das aulas de educação física que eu gostava de participar e das pequenas peças teatrais que desenvolvíamos em alguns momentos na escola.</p><p>No entanto, na minha trajetória escolar, o que mais me marcou foi a aversão que eu criei com a disciplina de educação física no ensino médio. O professor era extremamente ríspido e as aulas de educação física me causavam medo. </p><p>Tenho dois filhos e dentre as muitas cicatrizes que o meu corpo carrega, a maior delas é a marca das minhas cesárias, porque para mim representa também a marca do amor e do movimento da vida.</p><p>Atualmente pratico Crossfit e corrida de rua, atividades que sou apaixonada e me ajudaram a construir uma nova relação com o meu corpo.</p><p>Ao longo desses anos, vivi altos e baixos na relação com o meu corpo, por algumas vezes ele já até me aprisionou. Hoje tenho consciência que o meu corpo não é uma prisão, tenho limitações, imperfeições, cicatrizes..., mas, meu corpo não me limita, não me aprisiona.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 20:15:40 UTC</pubDate>
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         <title>Um dia de diversão no parque</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 21:10:16 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias  de corpo - Queimada</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, sou Mariléia scaramussa Marin Magnago, tutora presencial. Deixo aqui, para vocês, um pouco de minhas memórias movimentando o corpo...Nasci em Prosperidade, comunidade rural de Vargem Alta. Passei minha infância brincando muito com meus irmãos e primos. Perto de minha casa tinha um pequeno campinho e sempre ao entardecer reuníamos para brincar. Umas de nossas brincadeiras preferidas era a queimada, dividíamos os grupos e começávamos a brincadeira. Minha infância  foi repleta  de "movimentos", brinquei muito correndo, jogando bola, pique-esconde, queimada, bandeirinha, peteca...brincadeiras que hoje em dia meus netos nem sabem o que é!</p><p>Infelizmente não tenho foto! Somente boas recordações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 21:29:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Boa noite! Me chamo Natália, moro em Afonso Cláudio, estou graduanda em segundo período de pedagogia e sétimo de enfermagem. Minhas memórias do corpo... nasci em Afonso Cláudio,com um mês de vida estive internada entre a vida e a morte em um hospital da grande Vitória por alguns problemas de saúde,após um mês tive alta. Tive uma infância feliz,ao lado dos meus avós,onde cresci com eles para meus pais trabalhar. Um pouco maior fui para o jardim de infância onde eu amava estudar lá. Logo depois fui para primeiro grau,onde aprendi a ler e escrever,tive muitos amigos,onde hoje não moram mais em minha cidade e nunca mais os vi. Já no segundo grau fiz novos amigos, novos aprendizados, e ali logo no segundo ano descobri um problema de coração onde precisei operar em Cachoeiro de Itapemirim,foram dias difíceis para uma adolescente de 17 anos terminando o segundo grau, mas que no final deu tudo certo com a ajuda de professores e amigos. Sou filha única,e no que minha família pôde fazer para que eu pudesse estar viva,fizeram no alcance deles ,e claro primeiramente a Deus. Comecei a trabalhar cedo,com meus 13 anos, estudando,mas que no final deu tudo certo. Hoje sou mãe de uma linda princesa que se chama Maria, me separei quando ela tinha 2 anos e desde então cuido dela sozinha. Além de está cursando o segundo período de pedagogia, estou no sétimo de enfermagem. Trabalho na área da saúde há 15 anos, sou técnica de enfermagem, atuo no Samu 192 ES há 10 anos,e também tenho um salão de beleza e uma loja online. Sempre me esforcei e corri atrás para sempre poder dar o melhor para minha filha. A foto que deixo é do meu batizado,um momento importante e único,apesar de não ter memórias dele.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 21:42:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Onde tudo começou...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3391675846</link>
         <description><![CDATA[<p>Venho de uma época em que comemora na praça da Igreja era a maior diversão. Essa foto de setembro de 1985 me transporta para a cidade onde me acolheu, onde comecei a entender o mundo, para os risos, os tropeços e as descobertas da infância.</p><p>Eu sou aquele menininho de shortinho e tênis branco, segurando um saco de pipoca com toda a seriedade do mundo. Lembro das corridas descalço, das partidas de queimada, das danças nas festas escolares, dos jogos de futebol improvisados com chinelos como trave. Meu corpo naquela época era livre, leve, curioso.</p><p>Com o tempo, esse corpo se transformou. Na adolescência, vieram os esportes, a educação física na escola e as primeiras reflexões sobre o que é "ser aceito". Já adulto, o corpo passou a carregar não só experiências físicas, mas também sociais: as cobranças, os padrões, as mudanças.</p><p>Hoje, olho para esse corpo com mais carinho e respeito. Ele carrega histórias. Ele resistiu, aprendeu, se reinventou. E quando revejo essa foto, tenho certeza de que tudo começou ali: no chão quente da escola e na praça, entre brincadeiras e descobertas, onde fui sendo formado, por dentro e por fora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 22:55:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memórias</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Corpo em Movimento: Memórias e Marcas ao Longo da Vida</strong></p><p>Quando penso na minha história através do corpo, lembro-me das brincadeiras de infância, dos desafios da adolescência e das experiências da vida adulta. Cada fase moldou minha percepção e relação com o mundo.</p><p>Na infância, meu corpo era pura energia. Brincava descalça nas calçadas de Marataízes, sentindo o calor do chão e o vento bagunçando meus cabelos. Subia em árvores, jogava queimada e me sentia viva e forte. O cansaço não existia; apenas o desejo de explorar.</p><p>Na escola, as aulas de Educação Física traziam diferentes sensações. A corrida era meu ponto forte, mas atividades como vôlei desafiavam minha coordenação. Aprendi a lidar com limites e potencialidades, parte essencial do meu crescimento.</p><p>Na adolescência, meu corpo passou a carregar emoções intensas. As mudanças físicas e a pressão social fizeram com que eu me percebesse de outra forma, tornando essa fase um misto de descobertas e inseguranças.</p><p>Na vida adulta, os desafios aumentaram. O trabalho como auxiliar de limpeza na prefeitura exige esforço constante. Meu corpo sente o peso das horas, mas também carrega o orgulho do que conquisto.</p><p>Hoje, percebo que meu corpo é a soma dessas memórias. Ele guarda marcas das quedas da infância, das dores do trabalho, das emoções vividas e dos abraços recebidos. Não é perfeito, mas é forte e resistente. É através dele que sigo construindo minha história.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 23:33:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>       Memórias de corpo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3391751287</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é celia maria, sou natural de Ipatinga MG,mas viví a maior parte da minha infância  em um povoado na zona rural de Coroací,também  em MG.Foi nesse local que desenvolvi minhas primeiras  habilidades com meu corpo,como subir em árvores, pular poças de água formadas pela chuva,nadar em riachos,pescar e jogar amarelinha, essas com certeza eram minhas diversões  preferidas.</p><p>Quando crescí um pouco mais, me interessei pela dança,todo aniversário,  estava eu por lá dançando as músicas do grupo "É o tchan".</p><p>Ainda hoje quando posso eu coloco músicas e danço,pois me faz sentir bem comigo e com meu corpo.</p><p>Infelizmente não  tenho fotos da minha infância,mas coloquei a de uma apresentação na escola onde trabalho, que além  de ensaiar o grupo de meninas para  uma dança de Carimbó eu também  participei.</p><p>Meu corpo é minha forma   de expressão, através  dele me conecto comigo mesma,com os outros e com o mundo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 00:21:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>   Memórias de corpo</title>
         <author>celiamariah808</author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3391805873</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é celia maria, sou natural de Ipatinga MG, mas viví a maior parte da minha  infância um  um povoado na zona rural de Coroaci, também em MG. Foi nesse local que desenvolvi minhas primeiras habilidades com meu corpo, como subir em árvores,pular poças de água formadas pela chuva, nadar em riachos,pescar e jogar amarelinha, essas  com certeza eram minhas diversões preferidas. Quando crescí um pouco mais, me interessei pela dança, todo aniversário estava eu por lá dançando as músicas do grupo "É o tcham".</p><p>Ainda hoje quando posso  coloco músicas e danço, pois  me faz sentir bem comigo  e com meu corpo.</p><p>Infelizmente não tenho fotos da minha infância, mas coloquei a de uma apresentação na escola onde trabalho, que além de ensaiar o grupo de meninas para uma dança de Carimbó, eu também  participei.</p><p>Meu  corpo é minha forma de expressão, através dele me conecto comigo mesma,com os outros e com o mundo. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3629622957/70a0dbeb6e0e708dc3d6c4c6d6e18aaa/Screenshot_20250401_201509_Video_Player.jpg" />
         <pubDate>2025-04-02 00:52:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memórias do/no cropo: musicalização</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal, me chamo Priscila e sou de Aracruz-ES. Nesta foto tenho 8 para 9 anos de idade e estou na escola de música realizando uma aula com minha professora Isabel. Por volta de 8 anos despertei o interesse pela música e minha mãe decidiu me colocar em um curso de piano. Eu queria tocar todos os instrumentos, mas o que me adaptei melhor foi o piano. Além disso, fiz também aulas de canto. Nos recitais minha professora,  além do canto também trabalhava a expressão corporal e facial durante as apresentações. Eu sempre fui uma criança quieta e muito tímida. Mas a partir dessa experiência do meu corpo com a música e o canto, minhas professoras me estimularam a me expressar sem medo ou receios. Ao longo de minha infância e adolecência tive experiências diversas que envolvem brincadeiras, artes (pintura e teatro) como também o esporte (futsal). Vejo que a mulher que me tornei hoje é fruto das experiências que tive ao longo de minha vida. Agradeço aos meus amados pais e aos meus queridos professores que desde cedo buscaram estimular com experiências tão enriquecedoras que contribuiram para o meu desenvolvimento em todos os aspectos (cognitivo, social, físico,etc) e me proporcionar memórias tão gratificantes, que sempre irei me lembrar com saudosismo e com muito carinho.</p><p>Priscila Ponate de Souza</p><p>Polo Aracruz</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 01:10:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tradução e interpretação: memórias de corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Olá pessoal! Me chamo Marcilene e sou graduanda do polo de Vitória.</p><p>Apresento aqui, um pouquinho de memórias de corpo. Nasci em Colatina, cidade que fica no interior do Estado do E/S, em 1974. Infelizmente, não tive uma infância muito legal, além de ser de uma família com poucos recursos, eu era muito doente, frequentemente ficava doente(marcas das agulhas de injeção). Sou a filha do meio, pois somos em 5 irmãos, sendo 3 mulheres e 2 homens. Passei a minha infância de uma forma muito sofrida e tal, porém cresci, me tornei uma linda adolescente. Ah!! carrego cicatrizes das quedas ao aprender andar de bicicleta elas estão aqui ....rsrs....</p><p>infelizmente, tive que parar de estudar, para ajudar nas despezas da casa(tive marcas do trabalho forçado e pesado, pois eu era criança e trabalhava cuidando de crianças e da casa dos outros). O tempo passou e me tornei uma linda jovem. Quando estava com 15 anos, voltei a estudar e mesmo atrasada concluí o Ensino Fundamental II à noite e, passei para o Médio(nesse período as marcas eram de olheiras, pois dormia muito pouco). Ao concluir o ensino Médio, parei de estudar; anos depois me tornei uma linda mulher, casei e, anos depois tive uma linda filha (marcas de cesária e de amor).</p><p>Após alguns anos fiz graduação em Letras /Libras e hoje, meu corpo passa por marcas, pois trabalho com as mãos e corpo. </p><p>Infelizmente, não tenho nenhuma foto de minha infância.</p><p>Deixo pra vcs uma foto de um dos trabalhos no Palácio Anchieta, onde interpretei as apresentações de entrega de certificados das escolas da SRE de Carapina.</p><p>Gostaria de ler a história de vcs também.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 01:31:35 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Elisangela, tenho 46 anos, e carrego comigo lembranças de uma infância dividida entre brincadeiras e situações análogas ao trabalho infantil, o que são memórias não tão agradáveis assim. Meu pai abandonou minha mãe quando eu tinha menos de dois anos de idade, então ela precisou arrumar uma pessoa para ajudar a criar suas três filhas, eu era a filha mais nova. Sabe-se que minha avó pegou minha irmã mais velha para cuidar, ficando apenas eu e minha irmã do meio.</p><p><br></p><p>Meu padrasto trabalha de forma autônoma com a fabricação de doces de coco, então quando chegava da escola, já sabíamos o trabalho que nos esperava. Eu com aproximadamente uns oitos anos me recordo de estar sempre descascando e ralando coco para dar conta da fabricação de mais de 1000 unidades de doces por dia. Durante a semana, quando o caminhão com coco demorava a chegar da Bahia, ficávamos livre para brincar na rua com outras crianças.</p><p><br/></p><p>Lembro-me de escorregar na rua recém aterrada para fazer o asfaltamento, Correr de pique esconde, brincar de batata quente, bambolê, e com minha mola maluca amarelo fluorescente, posso sentir ela passando em minhas mãos de um lado para o outro por horas, como era gostoso fazer coisa de criança, pena que durava tão pouco. Como era legal quando mamãe ou alguma tia podia nos levar à praia para correr e tomar banho de mar, ah, como tinha coisa para contar no outro dia lá na escola. Que época boa! mesmo que boa parte desse tempo nem era tão bom assim.</p><p><br/></p><p>Hum, também lembro das atividades feita na aula de educação física, fazia alongamento, polichinelo, queimada e vôlei, minha professora se chamava Leila. Na adolescência a situação de trabalho infantil continuou ainda por um bom tempo.<br></p><p>Casei-me com 19 anos e tive meu primeiro filho com 20, e a minha filha com 21 anos, e as memórias que carrego dessa época são o bebês mexendo na barriga, e as dolorosas dores das contrações na hora do parto.</p><p>Corpo cansado, trabalhando de CLT desde 2001, via os anos se passando e eu nunca tive tempo de cuidar de mim e nem de fazer as coisas que gostava de fazer. Em 2023 resolvi parar de trabalhar por um tempo e cuidar de mim. Atualmente, fora os afazeres domésticos, que nunca acabam rsrsrs, eu apenas estudo. Então, tenho tempo de fazer caminhadas, academia e ter mais contato com a natureza, são esses momentos que me carregam as energias, relaxam o meu corpo e a mente. Então consigo perceber como fazer atividades de bem estar são benéficas para saúde, do corpo e da mente.</p><p><br></p><p>Vitória, 14 de março de 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 11:23:33 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do/no corpo, desfile cívico 1996</title>
         <author>elissandracordeiroflmf</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá! Me chamo Elissandra, natural de Linhares ES, mas só nasci em Linhares, morei minha vida toda em Aracruz ES.</p><p>Meu corpo sempre guardou minha história. Na infância, eu corria sem medo, subia em árvores e brincava sem pensar nas quedas. Adorava queimada e outros jogos com bola, mas nunca futebol. Na escola, aprendi a me comportar: ficar sentada, levantar a mão antes de falar, mas também a escrever, desenhar e me expressar. Sempre fui quieta, com medo da repreensão, mas, ao longo do tempo, aprendi a me fortalecer.</p><p>Na adolescência, meu corpo mudou rápido, e eu mal me reconhecia no espelho. Comparava-me com os outros, tentava entender quem eu era, mas consegui enxerga minha própria beleza. Nessa foto eu tinha 14 anos, fui convidada a desfilar no desfile cívico de 1996, vestida como indígena, mesmo sem ser, acredito que hoje em dia não seria possível por causa da apropriação de cultura, apesar de eu ser neta de um indígena, só não fui criada dentro dessa cultura, mas quem mora em Aracruz convive de perto com a cultura indígena.</p><p>Hoje, olho para trás e vejo como mudei. Aquela menina tímida que quase não falava se tornou alguém que aprendeu a se defender e a lutar pelos sonhos. Meu corpo sente antes da mente, reage antes das palavras. Não sou perfeita, mas sou feliz, porque tenho uma vida e sei que posso continuar mudando, sempre dando meu melhor.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 13:50:48 UTC</pubDate>
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         <title>Reencontro com o Corpo: Memórias e Reflexões de Movimento</title>
         <author>vivianepc88</author>
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         <description><![CDATA[<p>Viviane Passos Conceição</p><p>17 de março de 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 14:56:44 UTC</pubDate>
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         <title>Dia de passeio de escola. Igreja velha em são mateus Es.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Jociele e minha história com o corpo e o movimento começa na roça, onde fui criada. Lá, meu corpo era minha ferramenta para explorar o mundo. Caminhar longas distâncias até o ponto de ônibus para ir à escola fazia parte da rotina, e, entre uma caminhada e outra, eu e meus três irmãos sempre encontrávamos tempo para brincar, correr pelos campos, subir em árvores e sentir a terra nos pés. A liberdade da infância morava nesses momentos simples, em que o corpo se movia sem restrições, sem cansaço, apenas pelo prazer da brincadeira.</p><p>Na escola, o corpo também estava sempre em ação. Nos recreios, brincar de pega-pega e correr pelo pátio era quase um ritual. As aulas de Educação Física eram um dos momentos mais esperados, principalmente quando jogávamos queimada ou futebol. Às vezes, eu me esforçava para acompanhar os colegas mais ágeis, mas o importante era participar. Sentia a energia do corpo pulsar, o suor escorrendo depois de cada jogo, e isso me fazia sentir viva. Nas salas de aula, o movimento já era outro: ficava horas sentada, prestando atenção nos professores, segurando o lápis para escrever no caderno. E, embora o corpo estivesse parado, minha mente nunca deixava de correr, absorvendo tudo ao meu redor.</p><p>Quando me mudei para a cidade de Pinheiro na adolescência, minha relação com o corpo ganhou novos contornos. As brincadeiras continuaram, mas agora eram nas ruas, com os amigos e vizinhos. Era um tempo de correr, jogar queimada, apostar corridas e se divertir até o anoitecer. Meu corpo ainda era movimento, mas comecei a perceber que ele também era visto pelos outros. Passei a prestar mais atenção na forma como me vestia, como me portava, como ocupava os espaços. Na escola, as aulas de Educação Física continuaram, mas, em alguns momentos, sentia vergonha de errar ou de não ser tão rápida quanto os outros. Mesmo assim, gostava da sensação de liberdade que o esporte proporcionava. O simples fato de estar ali, participando, fazia parte da construção de quem eu sou.</p><p>Hoje, adulta, casada e mãe de dois filhos, minha relação com o corpo mudou novamente. Ele carrega marcas da caminhada até aqui, desde cicatrizes da infância até o cansaço dos dias cheios. Sinto o peso da rotina, mas também encontro novas formas de me conectar comigo mesma. Caminhar, carregar meus filhos nos braços, dançar pela casa sem motivo—tudo isso me lembra que o corpo ainda é uma fonte de alegria, mesmo quando o tempo é curto.</p><p>Olho para trás e vejo como minha trajetória foi moldada pelos movimentos do meu corpo. Das corridas na roça às brincadeiras na cidade, das aulas na escola ao amadurecimento da vida adulta, cada fase deixou suas marcas. E, apesar das mudanças, sigo aprendendo a respeitar e valorizar esse corpo que me trouxe até aqui. Afinal, ele não é apenas um instrumento de trabalho ou uma forma de existir no mundo, mas o lar onde vivem todas as minhas memórias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 15:41:42 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, pessoal! meu é Fabiano Potente e sou natural do Rio de Janeiro onde morei maior parte da minha vida. Embora tenha  passado toda minha infância  e juventude em lugares diferentes, mas sempre gerei boas memórias desse período.. Nunca fui amante das fotos e vídeos, curtia a cada momento e sem saber que estava gerando memórias que são para toda vida. Ainda morando no Rio, mudei completamente meu estilo de vida, com exercícios, alimentação e e um olhar diferente para a vida. Morando no Espírito Santo faz 4 anos, continuo a viver essas experiências de modo mais leve e uma vida de paz com Deus e em Deus.</p><p>A cidade de Marataízes hoje é minha casa  e que me recebeu de braços abertos para viver um novo ciclo de oportunidades e tem gerado memórias marcantes. Por isso sou grato a Deus e ao Estado por viver aqui. A minha vida não é mais a mesma, pois como nunca ouve antes, hoje posso cuidar do corpo, alma e espírito. Que o Deus de paz sempre nos santifique em tudo, corpo, alma e espírito. Que Ele continue a escrever essa história....</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 16:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo - uma jornada em movimento.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Tive uma infância maravilhosa em Mimoso do Sul - ES , onde brincava como uma lebre no recreio da escola . Enfrentei uma adolescência cheia de complexos com o meu corpo , tamanha magreza. Eis que uma menina franzina e complexada , deu lugar a uma mulher que travou muitas batalhas com seu corpo em diferentes fases - da insegurança ao desafio de lidar com os excessos que vieram com a vida adulta.</p><p>Atualmente , aos 68 anos , redescobri o movimento em práticas como , caminhadas ao ar livre ( sou apaixonada por trilhas ) e práticas de exercícios mais arrojados. </p><p>Meu corpo tornou-se um companheiro mais gentil e compreendido , um lugar  onde emoções e experiências se encontram. Ainda tento desbravar os excessos acumulados , para acessar o brilho que ele jamais deixará de ter , pois dona de um corpo idoso , reconheço que a inteligência e motivação estão conservadas nele , transformando-o num quadro que guarda memórias. </p><p>Em tempo , meu nome é Lucia Helena e atualmente moro em Domingos Martins - ES.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 16:25:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>“Entre galhos e memórias&quot;: A jornada do meu corpo.</title>
         <author>alzirasalles1</author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3393130927</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá!! Me chamo Alzira, tenho 38 anos, mãe de 2 filhos,  sou Assistente Administrativo em um hospital psiquiátrico. Nasci em 1987, em Cachoeiro, porém morei em um pequeno sítio, bem próximo a cidade, no bairro que inicialmente tinha o nome de "Gavião", hoje chama-se Central Parque. Fica cerca de 20  minutos do bairro BNH, já em zona urbana. Onde frquentei a escola Lions até a 8ª série do ensino fundamental. Foi neste sítio que a maioria das minhas memórias foram moldadas. morei nele por 23 anos, até me casar. Minha infância e adolescência foram repletas de momentos bons e ruins, desde jogos, queimadas, pique esconde, futebol, até um tompo de uma árvore que ocasionou lesões até o dia de hoje. Através das expressões corporais também pude, na minha juventude,  fazer teatros, danças na igreja da qual eu pertencia, Igreja Batista no Aeroporto. Ah, e um detalhe importante é que a igreja fica em outro bairro, para chegar até a mesma eu percorria um trajeto por 50 minutos a pé, muitas das vezes por 3 vezes na semana. Mas posso dizer com certeza que foi a melhor fase da minha vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 17:43:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memória Escritas no Corpo</title>
         <author>carinacpkleim</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal!, sou Carina, e vou compartilhar com vocês um pouco das minhas vivências!</p><p>Sou natural de Domingos Martins, ES, venho de uma família  humilde, meus pais são agricultores, hoje aposentados. Diante de toda dificuldade que meus pais tiveram posso dizer com toda certeza que tive uma infância fantástica!.</p><p>Lembro-me dos finais de semana na casa dos meus primos, ali brincávamos de bola, pique-pega, apanhávamos frutas no pomar, que saudades desse tempo em que tudo era bom, tudo despertava em nós curiosidade, tínhamos momentos de brigas mais logo, logo fazia as pazes. </p><p>Para ir escola durante a semana nos encontrávamos pelo caminho(na época não tinha transporte escolar) nesse trajeto íamos correndo, pulando, parávamos para pegar Araçás e frutas silvestres e tomar água da nascente na beira da estrada. E quando chovia na volta para casa, que delícia! chegava em  casa toda molhada. </p><p>Já na adolescência, não gosto muito das minhas lembranças, tive que ajudar meus pais na lida da roça e isso me prejudicou nos estudos, meu corpo foi mudando, não compreendia direito o porquê daquelas mudanças, com o trabalho na roça me machuquei muitas vezes, quantas vezes me cortei com a inchada. Para concluir o ensino médio tive que sair de casa e trabalhar como babá, outra luta. </p><p>Chegando a vida adulta, continuei ajudando em casa financeiramente, até que tive a oportunidade  de ingressar na faculdade, fiz Serviço Social e hoje trabalho como Coordenadora do CRAS Ponto Alto, onde tenho a oportunidade de realizar  o trabalho social com famílias junto com minha equipe de colaboradores. A VIDA é assim cheia de emoções( boas ou ruins) e realizações!!!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 17:47:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Fragmentos de Mim.             memórias de corpo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3393233469</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Nayara  Vieira Dos Santos ,nasci no interior de Minas Gerais no ano de 1998.</p><p>Desde que me entendo por gente, meu corpo sempre foi meu primeiro meio de expressão, o primeiro contanto com o mundo. Lembro-me da infância como um tempo de constante movimento: correr descalço pelo quintal, escalar árvores, pular corda até os pés doerem, brincar de pega-pega na rua até o sol se pôr. Meu corpo era ágil, inquieto, incansável. Cada joelho ralado, cada cicatriz, contava uma história de aventuras que pareciam intermináveis. Na escola, meu corpo aprendeu a se conter. Era preciso ficar sentado por longas horas, mãos alinhadas sobre a mesa, sem balançar demais as pernas para não chamar atenção. A imobilidade forçada me fazia sentir desconforto. Mas havia a hora do recreio e as aulas de Educação Física, momentos de libertação. No pátio, eu corria para jogar bola, subia nos muros, disputava corridas com os colegas. Meu corpo era pura energia. Na adolescência, minha relação com meu corpo mudou. De repente, eu me tornei consciente dele de um jeito novo. O espelho passou a ser um lugar de confronto: gostava da minha altura, mas não dos meus braços finos; queria ser mais forte, mas sem perder a leveza para correr. O movimento já não era apenas brincadeira, mas uma busca por identidade. Pratiquei esportes, testei minha resistência na natação, no basquete, na corrida. Cada modalidade me ensinava algo sobre meus limites, minhas capacidades, minha força. Na vida adulta, a relação com o corpo se tornou uma negociação constante. O tempo, antes infinito, começou a se manifestar nas pequenas dores depois de um dia longo, nas tensões dos ombros, na necessidade de descanso. O movimento, agora mais calculado, ainda trazia prazer: caminhar ao ar livre, praticar exercícios, alongar-se depois de horas sentado. Mas também aprendi a valorizar a imobilidade o simples ato de estar presente, de sentir a respiração, de perceber o próprio peso sobre o chão. Com o tempo, fui percebendo que o corpo não é apenas movimento, mas também silêncio. Houve fases em que o peso das responsabilidades me fez mais sedentário. O corpo ficou horas a fio sentado diante dos livros, depois diante de uma tela. Às vezes, esquecia dele, até que uma dor nas costas ou um cansaço extremo me lembrava que eu era mais do que uma mente em atividade — eu era também matéria, músculos, respiração. Meu corpo guarda histórias, cicatrizes que contam sobre tombos e brincadeiras, músculos que lembram do esforço de cada conquista, dores que registram dias difíceis e gestos que expressam emoções sem precisar de palavras. Ele é meu elo com as pessoas e com as experiências que fazem a vida valer a pena. Hoje, tento viver meu corpo em equilíbrio. Sei que ele carrega marcas do passado, memórias de saltos e corridas, tensões de noites mal dormidas. Mas também sei que ele me permite estar no mundo, sentir, tocar, criar. Meu corpo sou eu, em constante transformação. E sigo aprendendo a habitá-lo, a movê-lo e a respeitá-lo com o tempo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 19:19:41 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias marcantes em minha vida!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3393278660</link>
         <description><![CDATA[<p>Momentos que foram marcantes em meu corpo, alma e coração. Te amo meu filho, amor da minha vida!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 20:13:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Foto - </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Maiza e sou aluna do curso de pedagogia. Nasci em Pedra Branca, Vargem Alta, e minha infância foi marcada pela liberdade de correr descalça pela terra, sentir o vento no rosto e brincar até o sol se esconder atrás das montanhas. Aos 5 anos, fui morar em Santana, mas aos 11, voltei para Pedra Branca, onde minhas raízes sempre estiveram.</p><p>Na escola, o recreio era meu momento favorito: pular corda, jogar queimada, explorar cada canto do pátio. Com o tempo, fui descobrindo novos caminhos. Primeiro, cursei Técnico em Informática e, em 2018, me mudei para Piúma para estudar Engenharia de Pesca, onde fiquei até me formar em 2024. Hoje, curso Pedagogia pela UFES, buscando conectar meu conhecimento técnico com a educação.</p><p>Estou atuando na área ambiental, sou gerente de controle, licenciamento e fiscalização ambiental, e  sinto que minha relação com a natureza se fortalece a cada dia. A conexão com o meio ambiente me ensina sobre equilíbrio, ciclos e a importância de cuidar do que nos cerca. Quero levar essa sabedoria para a sala de aula, ajudando os alunos a entenderem que somos parte de um todo, que nossos corpos interagem com o mundo de maneira profunda e que respeitar a natureza é, também, respeitar a si mesmo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 20:55:40 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e movimentos do corpo.</title>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Hortência Totola, tenho 32 anos, e hoje gostaria de compartilhar minhas memorias com o meu corpo.</p><p>Desde a infância, sempre me preocupei com o meu bem-estar. No começo, o corpo era pura diversão, com brincadeiras e muita energia. Eu me sentia livre e em movimento, sem limites.</p><p>Na adolescência, a relação com o corpo mudou. Comecei a me preocupar mais com a aparência e a me comparar com as outras pessoas, o que trouxe inseguranças. Passei a entender que o corpo também carrega sentimentos e emoções.</p><p>Já na vida adulta, a relação ficou mais complexa. O corpo passou a exigir mais cuidados, com alimentação e exercícios. As dores começaram a surgir, e percebi que o corpo acumula marcas, visíveis e invisíveis, que fazem parte da minha história.</p><p>Hoje, entendo que o corpo é muito mais do que um lugar onde vivemos. Ele é parte da nossa identidade, e cada marca e movimento fazem parte da nossa jornada. Continuo aprendendo a respeitar e cuidar dele a cada dia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 22:00:49 UTC</pubDate>
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         <title>Memória de corpo</title>
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         <description><![CDATA[<p>Oi meu nome é Erika Patrocínio, tenho 32 anos. durante minha infância minha relação com meu corpo era legal ,muitas brincadeiras tudo normal e a fase da adolescência também, porém já na fase adulta foi um pouco mais difícil ,engordei muito e vieram as inseguranças e tal.</p><p>Mas com muita força de vontade conseguir mudar dessa fase difícil que passei e recuperar minha autoestima e minha relação com meu corpo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 00:14:36 UTC</pubDate>
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         <title>Corpo , memórias e infância</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>olá pessoal , me chamo Rafaela , tenho 30 anos , sou natural de vila velha , porém morei toda minha vida em Cariacica, falarei brevemente das minhas memórias de infância , onde eu brincava de todos os tipos de brincadeiras de rua , como queimada ,voleibol, pique-bandeira, pique-esconde , queimada ...tacobol e muitas outras brincadeiras... Em dias de chuva , minha mãe não se importava se eu ficasse correndo tentando acompanhar as gotas de chuva ou até mesmo pulando na lama e muitas vezes nadando nela, e o melhor de tudo isso era que quase nunca eu ficava doente.</p><p> Na minha casa moravam meu pai, minha mãe e meus 4 irmãos , porém desde pequena eu nunca gostei muito de socializar, de brincar com outras crianças , por alguma razão eu sempre inventava brincadeiras onde eu poderia brincar só e qualquer brinquedo me deixava feliz, até mesmo um pedaço de papel e lápis que era o que eu adorava na minha infância( provavelmente partiu daí , minha paixão por letras) pelo menos é o que a minha mãe sempre conta e eu também tenho vagas lembranças.</p><p>   Eu tinha quando pequena liberdade para brincar , para explorar e até fiz algumas coisas perigosas como andar em cima de um cano enorme da Cesan, ou de rodar por cima das manilhas, fiz coisas como andar com apenas um patins , desci morros íngremes com carrinho de rolemã , desci  morros com bicicleta sem freio e corri atrás do carro do fumacê enquanto ele adentrava as ruas.</p><p>    Na escola aprendi muitas coisas , e depois dos horários de aula normal fazia aulas de reforço onde aprendi na escola coisas como artesanato com bolsas, vasos feitos com bola e massa corrida, enfim tudo que pudesse ser reciclado , ahhh tinha também os trabalhos diversos com garrafa pet. Era uma forma que a escola tinha de manter os alunos ocupados durante alguns dias  da semana.</p><p>    Na minha adolescência , precisei fazer coisas que eram responsabilidade de um adulto , como quando minha avó teve um AVE e precisou de alguém cuidasse dela junto ao meu avô , então eu passei toda minha adolescência com ela em estado vegetativo  , fazendo serviços de técnica de enfermagem , cuidando da limpeza da casa , cozinhando, até que chegou o momento em que ela partiu e junto com ela , o fim da minha adolescência.</p><p> Das minhas memórias corporais essas foram algumas  das  que ficaram marcadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 00:48:14 UTC</pubDate>
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         <title>Entre brincadeiras e movimentos do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi meu nome Eliana Maria Patrocínio Simão tenho 39 anos moro em Santa Teresa ES venho compartilhar com vocês um pouquinho das minhas memorias ,minha infância foi toda morando no interior onde eu adorava ir para roça com meus pais e ajudar nos afazeres mesmo eles trabalhando para outros eles sempre me levavam junto e ali ajudando e brincando passei a maior parte da minha infância as minhas brincadeiras era escorregar no meio do café e ajudar minha mãe  e assim fui gostando de trabalha na roça  ,minha adolescência não foi diferente ,pega café , capinava , plantava feijão e trabalhava  adia para as pessoas em roças de tomate então meu corpo sempre estava em movimento principalmente com a terra . Já adulta fomos mora na cidade  e acabei saindo da escola e continue a trabalha nas roças na colheita  do café, com o passar do tempo depois de mais ou menos 8 anos resolvi volta a estudar , trabalhava durante o dia na roça e estudava a noite e foi nessa época da foto onde tinha voltado a estudar que fizemos uma viagem para conhecer a UFES e aprofunda nossos estudos e foi uma visita cheia de brincadeiras e muita alegria  pois tudo era motivo de festa na escola adorava passear e me divertir com as minhas colegas  foi uma  experiencia maravilhosa . Sempre fui uma pessoa que procurava sempre participar das tarefas estabelecidas pela escola ate mesmo porque tudo  é aprendizado e estar em contato com novos ambientes nos faz muito bem .E agora volta á estuda mais depois de já estar casada e ter dois filhos pois nunca é tarde para realizar nossos sonhos .  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 01:02:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memória do corpo: Uma vida de esportes, lembranças e cicatrizes&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu me chamo Inúbia, tenho 37 anos, sou casada e tenho um menino de 11 anos. Sou natural de Domingos Martins - ES. Desde pequena, eu sempre fui uma criança curiosa e cheia de energia. Aprendi a andar, brinquei, explorei lugares incríveis ao ar livre, aprendi a andar de bicicleta, a jogar bola, a contar e a correr. Passei minha infância brincando com amigos e primos. Tantas coisas que ficaram guardadas nas minhas memórias. Sou apaixonada por atividades físicas e esportes, sei o quanto isso é importante para nossa saúde. Eu sempre fui uma pessoa muito energética e ativa, e o esporte me permitiu canalizar essa energia de forma positiva. Quando meu filho nasceu, eu percebi ainda mais a importância da atividade física para a saúde e o desenvolvimento das crianças. Eu sempre incentivei meu filho a praticar esportes e atividades físicas, tanto é que ele já fez e faz vários esportes (futebol, futsal, vôlei, natação, capoeira e kickboxing). Ah, minha infância! Como amava jogar queimada, vôlei no meio da rua, amarrávamos uma corda em um poste a outro para ser a nossa rede, brincávamos de bete, pique-pega e pique-esconde, pula-corda e amarelinhas, entre outras coisas prazerosas. Ah, meu corpo, que transformação! Hoje, meu corpo não é mais o mesmo de alguns anos atrás, mas confesso que ainda faço caminhada, amo fazer caminhada, jogo vôlei, futebol e outros esportes. O esporte também me deixou algumas cicatrizes. Eu operei o meu joelho esquerdo duas vezes, após lesões em campeonatos de handebol e vôlei. Mas eu aprendi que essas cicatrizes são marcas que me permitem relembrar lembranças maravilhosas.</p><p>E é assim que eu vejo a minha vida: cheia de marcas, cheia de lembranças, cheia de vida.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 01:04:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Infância em Movimento: Movimentos da Minha Infância</title>
         <author>natiellipereira7</author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Natielli, quero compartilhar com vocês um pouco das minhas memórias corporais, nasci em Conselheiro Pena/ MG, cresci no sítio, onde meu corpo foi livre para explorar, brincar e aprender com a natureza, antes de entrar na escola, meu quintal era meu mundo e cada árvore, rio e pedaço de terra era cenário para minhas descobertas e venturas, corria descalça pelo chão batido. Sem acesso á educação infantil, minha primeira aprendizagem foi através do corpo, experimentando o espaço ao meu redor de forma espontânea. Na adolescência, o corpo se transformou e as brincadeiras deram espaço atividades mais reflexivas, como jogos de tabuleiro, que me ensinaram paciência e estratégia. Na vida adulta, a maternidade ampliou minha percepção corporal, revelando sua força e resiliência. Ao olhar para trás, percebo que meu corpo sempre foi meu aliado na construção de quem sou. Ele guarda marcas, memórias e aprendizados, acompanhando cada etapa da minha jornada. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 01:11:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Entre Marcas e Memórias</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Sou Franciele Laureano Fideles, tenho 30 anos, sou casada e mãe de Laura, com 6 anos e viciada em café. Nasci em 19 de Agosto de 1994, em Mutum/MG. Filha de trabalhadores rurais, que da agricultura familiar se sustentam.&nbsp; Sou filha do mato, de uma família bem numerosa, e trago em meu corpo muitas marcas e cicatrizes de tantas boas memórias da infância, que compartilho com meu irmão, minha irmã, meus 49 primos de primeiro graus e tantos outros amigos/as e familiares. Minha infância foi vivida no campo, marcada por travessuras e brincadeiras, com muitas cicatrizes e marcas que guardam histórias de uma época feliz. Porém, também carrego momentos de tensão, como quando me machuquei ao rasgar as costas em um arame farpado, fugindo de um boi.</p><p>Aos 14 anos, precisei sair de casa e vim para Viana/ES morar com minha avó paterna,&nbsp; com o intuito de concluir o Ensino Médio, pois na época em todo o estado de Minas Gerais, os professores faziam grandes greves reivindicando melhores condições de trabalho&nbsp; e salário digno.&nbsp;</p><p>Ao chegar aqui, me senti perdida. Sentia falta de casa, dos meus pais, da minha irmã e irmão,&nbsp; amigos, da PJ (Pastoral da Juventude), do futebol. Com o auxílio de familiares e amigos/as, embora até hoje bate uma saudade de tudo, comecei a&nbsp; me reencontrar, ingressei nos movimentos sociais e grupos de estudos.&nbsp;</p><p>Hoje aos 30 anos, estou acima do peso e&nbsp; trato de uma artrose no joelho, desenvolvida em um ambiente de trabalho. Precisei adoecer, para aprender a dizer não, a compreender as necessidades e a respeitar os limites do meu corpo. E com isso, estou na luta,&nbsp; tentando encontrar tempo para dar conta do fortalecimento muscular, do trabalho, da casa, da faculdade, da família.. Dividindo os cuidados e responsabilidades no cuidado da minha avó de 97 anos e da avó do meu esposo de 90. Sendo privilegiada ao poder criar minha filha ao lado destas grandes mulheres, que fazem parte das nossas vidas e nos ensinam tanto.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 01:46:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> O tempo não pode apagar as memórias do corpo.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá! Me chamo Amanda.</p><p>Não encontrei fotos da minha infância, mas trago na memória muitas lembranças que me deixam feliz e com os olhos marejados.</p><p>Sou natural de Vitória/ES, tenho quatro irmãos "casa cheio sinal de muita brincadeiras e chororô". Meu pai e comerciante, devido a isso desde os sete anos de idade ajudava no Bar. Ali vi passar muitas pessoas, mas, nos intervalos do Bingo, eu , meus irmãos e os vizinhos brincávamos num terreno baldio que tinha uma areia preta. </p><p>Quando nos juntávamos a diversão era garantida, brincávamos de queimada, pique-esconde, pega-pega, elástico, bilboquê, amarelinha, vôlei e tantas outras brincadeiras.</p><p>Aos domingos sempre visitávamos minhas avós que moravam em Porto de Santana, ali reencontrávamos familiares e amigos de infância, como meus tios brincavam de baralho sempre arrumava um jeitinho de brincar também. Uma das coisas legais que meus tios faziam era se ajuntar com outras famílias e levar a criançada para tomar banho de maré enquanto eles pescavam. Lembro que no quarto do meu tio tinha uma estrela do mar e um cavalo marinho, sem contar a lembrança dele limpando os peixes e o peixe baiacu que morria de medo rsrs.</p><p>No que se diz educação, guardo na minha memória o rosto da minha professora da pré-escola, estudei em várias escolas. Na adolescência me lembro do caminho que fazíamos para chegar na escola, passávamos dentro do mato e por cima do Rio Marinho, era uma festa, subíamos no pé de ingá , muitas vezes tínhamos que correr, pois naquela época já existia perigo (pessoas com mas intenções), naquele percurso fizemos muitas amizades, momentos bons. Naquela época as atividade corporais oferecidas pelas escolas eram: vôlei, futebol, handebol e ginástica. Não tínhamos acesso a outras modalidades nem a tecnologia, mas nos divertíamos com o que tinha, e, sim, éramos muito felizes.</p><p>As fotos deixadas são lembranças de brincadeiras em família, no trabalho e aniversário da minha filha que trás um pouco de como era feito as festas de antigamente. Bolo feito em casa, mas mesmo em meio as dificuldades as famílias se reuniam e o importante são as memórias de tempos agora passados, porém vivos dentro de nos.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 03:36:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Guardo boas recordações sobre minha infância, mas sempre acho que cresci muito sozinha. Morava em São Paulo, e havia muitos perigos, só fui aprender a andar de bicicleta muito tempo depois. Mesmo assim, a vida me reservou grandes experiências corporais em minha vida. A escola poderia ter sido determinante pra eu nunca gostar da Educação Física, não me sentia segura pra jogar, pra brincar, preferia dançar, montar coreografias, cantar nas apresentações da escola... Inclusive carrego a música como uma profissão até hoje, às vezes a principal, às vezes a secundária. E por uma teimosia, ironia do destino, acabei prestando vestibular pra Educação Física e passei, e com certeza foi uma das melhores épocas da minha vida. Carrego esses 4 anos de aprendizado, diversão, onde um mundo de possibilidades se abriu pra mim, com extremo orgulho e boas recordações. Essa foto foi durante um encontro de estudantes de Educação Física, fizemos diversas atividades, diversas oficinas muito enriquecedoras, que me fizeram manter grande amor pela área. Atualmente não sou muito fisicamente ativa, estou em recuperação de uma cirurgia e alguns problemas de saúde, doida pra começar uma rotina de exercícios, mas posso me orgulhar também que, há quase 4 anos trouxe  à vida a minha filha, que foi um marco fenomenal do meu corpo, uma criança saudável, inteligente, linda, minha companheira que vem me trazendo alegria à cada dia.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 04:16:19 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias</title>
         <author>camilanvsr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Camila, nasci em Colatina-ES no final da década de 1980, e permaneci durante toda minha infância até os 17 anos na zona rural do município de Pancas, na região do Córrego Montes Claros. Minha família era composta pelo meu pai Antônio, minha mãe Elza e minha irmã Patrícia, com quem compartilhei muitas brincadeiras e travessuras.</p><p>Minha infância foi simples, ativa e extremamente feliz. Tive a oportunidade de conviver com meus avós e tios, brincar com meus primos, explorar a natureza, tomar banho no rio e ajudar minha mãe no cultivo de hortaliças. Aprendi várias brincadeiras populares e tradicionais, como amarelinha, passar anel, pular corda, queimada, esconde-esconde e bolinha de gude.</p><p>Concluí as séries iniciais do Ensino Fundamental em uma escola pública rural, que não possuía quadra poliesportiva e por isso, realizávamos atividades físicas no pátio descoberto em frente à escola e as brincadeiras aconteciam durante o recreio. Nessa fase, meu transporte escolar era a bicicleta, e eu e meus colegas íamos e voltávamos juntos.</p><p>Atualmente sou casada e mãe de Elisa, uma criança saudável, curiosa e muito comunicativa. Aos 3 anos, buscamos proporcionar a ela atividades em família que resgatem a infância alegre e saudável que vivemos. Priorizamos momentos ao ar livre, como soltar pipa, fazer trilhas, passeios de bicicleta e patinete, brincar no parquinho e realizar atividades que estimulem seu desenvolvimento físico, social e cognitivo.</p><p>Meu corpo carrega memórias incríveis de uma vida que, embora ainda curta, tem sido bela e feliz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 11:05:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mémoria do corpo</title>
         <author>cristinacarlasouzaoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>.</p><p><strong>Memórias de Infância: Entre a Roça e a Escola</strong></p><p>Me chamo Cristina, tenho 38 anos e nasci em Mantena-MG e cresci na roça, onde a vida tinha um ritmo próprio, marcado pelo cantar do galo e pelo cheiro de café coado no fogão a lenha. Acordava cedo, muitas vezes com o frio cortante da manhã, e ajudava nas pequenas tarefas:  alimentar as galinhas ou correr descalça pelo terreiro quando chegava da escola.</p><p>A escola era um universo à parte. Pequena, com carteiras de madeira riscadas por gerações de alunos, um quadro negro desgastado e uma professora que, muitas vezes, ensinava várias séries ao mesmo tempo. Aprender era algo quase intuitivo, entre cadernos amarelados e lápis mordidos na ponta. As brincadeiras no recreio eram simples, mas cheias de alegria: amarelinha, queimada, passa-anel, pique-esconde. E quando chovia? </p><p>O bullying naquela época não tinha esse nome. Era apenas "zoação", mas doía do mesmo jeito. Os apelidos pegavam, as diferenças eram motivo de risada e quem não soubesse se impor acabava sempre alvo das brincadeiras de mau gosto. Não existiam redes sociais para espalhar humilhações, mas dentro da escola tudo ecoava. Aprendi cedo que precisava ser forte, mas também percebi que algumas marcas ficam na gente, moldando quem somos.</p><p>Hoje, quando olho para trás, vejo que minha infância foi uma mistura de dureza e liberdade. O chão de terra batida onde corri descalça me ensinou a ter raízes fortes. A escola, com seus desafios, me mostrou a importância da resiliência. Cada brincadeira, cada queda, cada risada e cada lágrima construíram o que sou hoje.</p><p>E, no fundo, ainda sou aquela menina da roça, com o cheiro de mato na pele e o sonho de ir além.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 12:11:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Infância em Movimento: Brincadeiras, Desafios e Lembranças&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Jociara, nasci e cresci na cidade de Colatina rodeada de muitas crianças, e isso fez da minha infância um tempo de muita brincadeira e diversão. Nasci na década de 90, um tempo em que não tínhamos contato com a tecnologia de hoje. Nossa diversão era ao ar livre, nos quintais, nas ruas, nos terrenos baldios. Brincávamos de pique-pega, pique-esconde, casinha, amarelinha, elástico, queimada e tantas outras brincadeiras que nos faziam correr, pular e rir sem parar. Também adorávamos dançar, inventar coreografias e aproveitar ao máximo as festinhas de aniversário, que eram sempre momentos especiais de reencontro e alegria. Porém, na escola, minha vivência era diferente. Eu era mais retraída, não me sentia à vontade com as outras crianças, pois sofria bullying por causa do meu peso. Esse ambiente fez com que eu me fechasse um pouco, tornando a escola um lugar de lembranças menos felizes para mim. Mas, em casa e entre meus amigos mais próximos, eu era livre para ser quem eu queria ser. Meu corpo encontrava espaço para se expressar sem medo, seja pulando, correndo ou dançando. O carinho da família e as brincadeiras com as crianças ao meu redor fizeram minha infância ter momentos inesquecíveis. Na foto acima, sou a que está sentada na porta. A foto foi tirada enquanto nos deliciávamos com salgadinhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 13:52:06 UTC</pubDate>
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         <title>O Corpo que Sou: Memórias em Movimento</title>
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         <description><![CDATA[<p>Desde que me entendo por gente, meu corpo sempre foi meu primeiro meio de interação com o mundo. Na infância, ele era pura energia: corria pelos quintais, subia em árvores, pulava amarelinha no pátio da escola e se embrenhava nas brincadeiras de pega-pega e esconde-esconde. As marcas nos joelhos, resquícios de tombos inevitáveis, eram como troféus das aventuras diárias. Meu corpo aprendia pelo toque, pelo cheiro da terra molhada, pelo gosto das frutas colhidas no pé e pela liberdade de estar em movimento. Na adolescência, esse corpo passou a carregar novas descobertas e desafios. Se antes eu me movimentava sem pensar, agora percebia cada detalhe dele com mais consciência. As aulas de Educação Física, que antes eram apenas diversão, se tornaram espaços de superação e, às vezes, de frustração. O corpo, antes espontâneo, agora era observado e comparado. Havia inseguranças e aprendizados, mas também a percepção de que, apesar de tudo, era no movimento que eu me sentia viva. Na vida adulta, meu corpo se tornou mais do que um instrumento de movimento: passou a ser um espaço de memórias, de resistências e de afeto. Aprendi a acolher suas limitações, suas cicatrizes e a valorizar sua capacidade de expressão. Danço quando quero me libertar, caminho quando preciso organizar pensamentos, respiro profundamente quando o mundo parece acelerado demais. No corpo, guardo abraços que confortam, sorrisos que aquecem e dores que ensinam. Hoje, compreendo que meu corpo é minha história. Ele carrega o passado, vive o presente e me leva ao futuro. É por meio dele que existo e me relaciono com o mundo. E sigo, a cada dia, aprendendo a habitá-lo com mais amor e gratidão</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 15:08:41 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de corpo</title>
         <author>istefanysouza628</author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Istefani sou natural de Aracruz/ ES, eu nasci em Aracruz sede mais passei boa parte da minha infância no distrito de Vila do Riacho que também faz parte de Aracruz,  local onde vivi as memorias do meu corpo eu lembro que  brincava muito na rua de pique esconde, queimada, pique bandeira, futebol eu mais pocava o dedo do que chutava a bola. Também  gostava muito de anda pelos matos correndo atras dos boi e tomando carreira deles também, perto da minha casa tinha um brejo e depois que minha mãe sair pra trabalha eu e meus irmãos corria pra lá e passa a tarde toda lá, minha mãe não podia nem sonha com isso, que a surra era certa. Também passei uma parte da minha infância na casa da minha avó eu amava ir pra lá pois encontrava meus primos nos brincávamos muito. O quintal da casa da minha avó era bem grande e tinha varias arvores frutíferas, tinha um pé de goiaba e todo ano ele ficava carregado e eu e meus irmãos e primos passava o dia comendo goiaba e correndo pelo quintal. E essa e uma das minhas memorias  corporais que dar ate nostalgia só de lembra uma pena não ter fotos para lembra desses momentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 17:12:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Meu Corpo, Minha História</strong>  </p><p><em>03 de abril de 2025</em></p><p>Meu corpo é um arquivo vivo das experiências acumuladas ao longo da vida. Na infância, ele era sinônimo de movimento e liberdade. Brincadeiras no quintal, corridas no pátio da escola e joelhos ralados eram marcas de uma curiosidade incessante. Cada cicatriz dessa fase conta histórias de aventuras e descobertas.</p><p>Na adolescência, meu corpo passou por transformações que trouxeram novas percepções. Era um período de inseguranças e descobertas, onde as aulas de Educação Física misturavam diversão e autocrítica. Praticar esportes me ensinou sobre limites e superação, mas também revelou as dores do esforço físico. As mudanças corporais me fizeram enxergar o impacto dos olhares alheios, moldando minha relação com o mundo.</p><p>Na vida adulta, meu corpo reflete escolhas e experiências acumuladas. As cicatrizes da infância permanecem, agora acompanhadas por dores ocasionais, resultado de horas de trabalho sedentário. Atividades como yoga e caminhadas me ajudam a manter o equilíbrio entre mente e corpo, enquanto aprendo a respeitar suas limitações.</p><p>As vivências escolares deixaram marcas profundas: momentos de movimento no recreio e nervosismo em apresentações. Meu corpo foi moldado por essas experiências, tanto nas brincadeiras quanto na imobilidade das salas de aula.</p><p>Hoje, vejo meu corpo como um companheiro fiel, carregando memórias que moldaram quem sou. Ele é minha conexão com o mundo e com os outros, um reflexo das marcas físicas e emocionais que acumulamos ao longo da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 17:29:24 UTC</pubDate>
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         <title>Vida no campo: Memórias de corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ei, gente! Me chamo Sandra, tenho 31 anos. Durante toda a minha infância morei em um sítio no interior da Cidade de Pinheiros, onde também ficava localizada a escolinha que estudei até a 4° ano do ensino fundamental, nessa época não tinha aulas de educação física. Desde a minha infância,  depois na adolescência, e atualmente, o contato com a terra sempre foi algo presente e importante na minha vida, pois comecei a trabalhar muito cedo pra ajudar os meus pais, e era na roça onde o trabalho acontecia. Pescava, cuidava da terra, plantava, fazia hortas , cuidava, e por fim colhia, mas em meio às dificuldades , brincava de boneca com a minha irmã, e a boneca era o milho verde, gostava de correr pelo sítio, tomava banho de chuva com os meus primos(as), subia no pé de coco, pé de jamelão, manga, e era muito alegria, rs!</p><p>    Hoje, meus pais ainda moram no mesmo lugar , mas melhorou muito, graças a DEUS. Moro na cidade, mas todos os dias vou lá, são 10 km, vou de moto, bicicleta, correndo ou caminhando, mas vou.</p><p>    Amo a natureza e seus respectivos. </p><p>     Logo acima, deixo uma colagem com 4 fotos, onde estou capinando, plantando, cuidando e colhendo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 18:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, gente! Meu nome é Dara. Nasci e cresci em Marataízes, no Espírito Santo, cercada pelo carinho da minha família e amigos. Desde pequena, fui curiosa e observadora, sempre explorando o mundo ao meu redor. Minha infância foi tranquila e cheia de momentos significativos, desde os primeiros passos e brincadeiras em casa até as descobertas ao ar livre. Lembro dos abraços da minha família, dos brinquedos espalhados pelo chão e da alegria de cada nova experiência. Com o tempo, vieram as brincadeiras na rua, as pedaladas de bicicleta e as risadas ao lado dos amigos. Cada fase deixou marcas em mim, carregadas de afeto e liberdade, ajudando a construir quem sou hoje.</p><p>Na escola, minha relação com o corpo foi influenciada pelo ambiente e pelas amizades, já que passava a maior parte do tempo lá. Sempre gostei da convivência e das interações, mas a chegada da pandemia trouxe desafios. O distanciamento transformou minha forma de me relacionar e, ao retornar às aulas presenciais, senti meu corpo mais fechado para grandes interações. Foi um processo de adaptação.</p><p>Hoje, aos 19 anos, sigo me descobrindo. A faculdade de Pedagogia tem sido um novo espaço de aprendizado e crescimento. Tenho buscado atividades que me fazem bem, como o contato com a natureza, e estou mais aberta a novas vivências. Meu corpo carrega todas essas experiências: os abraços da infância, as brincadeiras inocentes, as descobertas da adolescência e os desafios da vida adulta. Cada memória, cada movimento e cada aprendizado continuam vivos em mim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 18:48:59 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de pés no chão</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Juliana, sou natural de Resplendor /MG e minha família veio morar no interior de Colatina quando eu tinha três anos. Uma de minhas primeiras memórias com meu corpo vem da sensação de frio congelante que sentia, pois cresci em uma região de mata e no inverno fazia muito frio. Na minha casa tinha um tanque na parte externa onde corria água dia e noite. Eu brincava perto desse tanque e me molhava e sentia muito frio.</p><p>Tive em minha infância o privilégio de ser criada na zona rural, então nossa diversão, minha e de meus dois irmãos era brincar no terreiro e ficarmos sujos daquela terra solta, andávamos nos arredores da casa que era um cafezal, fazíamos trilha de aventura para um riozinho que passava do outro lado da estrada próxima a nossa casa. Fui uma criança criada com os pés no chão, e até hoje gosto de pisar no chão descalça. Me traz a sensação de conforto, equilíbrio, paz.</p><p>Na escola lembro de brincar de pique bandeira, queimada, vôlei, futsal. Algumas brincadeiras eram no horário do recreio, outras eram atividades da aula de Educação Física. Eu até participava das atividades, mas não era muito habilidosa para jogos. Lembro também das apresentações culturais que fazíamos na escola, dançávamos músicas de culturas diferentes, fazíamos encenações e era muito divertido. A dança era muito presente na escola que estudei. No entanto relembrando hoje, vejo que não era uma de minhas preferências. &nbsp;</p><p>Em minha trajetória foram muitas as experiências e vivências que marcaram meu corpo e meu desenvolvimento. Algumas permanecem como a necessidade de estar em contato com a terra, pisar na grama. Outras tantas ficaram adormecidas, como um esporte que eu gostava e hoje não pratico mais. Essas duas vertentes me acompanham e de certa forma me definem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 19:41:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A fantasia de ser criança</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá a tod@s!<strong><br></strong>Com alegria, compartilho uma lembrança marcante da minha infância, repleta de movimento, fantasia e liberdade. Como escrevi em minhas memórias de corpo e movimento, a infância foi um tempo em que o corpo era vivido como potência. A festa, com seus ritmos e risos, foi um desses momentos em que o brincar se misturava ao viver, e o corpo celebrava a própria vida. Eu corria, dançava, rodopiava como se pudesse voar. O movimento vinha fácil, natural, como se o corpo soubesse sozinho a coreografia da infância. Brincar de corda era uma paixão. Pulava com alegria, desafiando o ritmo e rindo das quedas. Na amarelinha, equilibrava corpo e atenção em cada quadrado. No pique, corria até perder o fôlego. Mas o que me fazia sentir verdadeiramente livre era subir nas árvores, me pendurava nos galhos, balançava as pernas no ar, sentindo a brisa e o mundo lá de cima, como se o céu fizesse parte da brincadeira. Hoje, já não me movo com a mesma intensidade de antes, mas continuo apreciando cada passo, cuidando do meu corpo com carinho e reconhecendo nele a memória viva das alegrias que me fizeram ser quem sou. Sou Mirella, aquela que mira as estrelas.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 20:14:56 UTC</pubDate>
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         <title>minha historia corporal</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá ! Meu nome é Ravenya, desde pequena, o movimento sempre fez parte de mim. Na escola, as brincadeiras de rua e as atividades físicas eram momentos de liberdade e diversão. Mas foi nos Jogos Escolares que vivi algumas das experiências mais marcantes. Jogando bola, senti a adrenalina da competição, a importância do trabalho em equipe e o prazer de superar desafios.</p><p>O esporte me ensinou mais do que técnica – aprendi a lidar com vitórias e derrotas, a respeitar meu corpo e a valorizar o esforço de cada treino e cada jogo. Essas memórias seguem comigo até hoje, influenciando minha forma de enxergar o mundo e minha própria jornada.</p><p>Nosso corpo guarda histórias, e cada movimento é uma lembrança viva do que fomos e do que ainda podemos ser.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 20:24:51 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Fernanda Souza de Oliveira nasci em Cachoeiro de Itapemirim ES, tenho 38 anos ,tenho  dois filhos e sou casada . Atualmente moro em Rio Novo do sul em uma localidade da zona rural de São Francisco,trabalho como merendeira. Escolhi esse curso porque gosto muito de estar envolvida com crianças e acredito na importância da educação para transformar vidas. Essas fotos foram tiradas no meu trabalho, onde fico a maioria do tempo. No ambiente escolar, por exemplo, o aprendizado não acontece apenas por meio da fala e da escrita, mas também por meio dos gestos, das emoções e do contato com o outro. Tanto o texto de Rubem Alves quanto os vídeos mostram que o corpo não é apenas matéria, também um meio de comunicação.</p><p> Essas reflexões me fizeram pensar em como, no dia a dia, muitas vezes esquecemos a importância do corpo como meio de expressão. Termino essa história com essa frase:</p><p>Ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, refazendo e retocando o sonho pelo qual se pôs a caminhar. Paulo Freire </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 20:29:23 UTC</pubDate>
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         <title>Liberdade...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3395042628</link>
         <description><![CDATA[<p>A MEMÓRIA QUE EU QUERO COMPARTILHAR, ERA DA ÉPOCA QUE EU CONSEGUIA FAZER E SER O QUE QUIZESSE: JOGADORA DE FUTEBOL, DANÇARINA DE FORRÓ, E LAÇADORA. AMAVA FAZER TUDO ISSO, E MAIS UM POUCO. AJUDAR MEU PAI NA LIDA COM O GADO. IR PARA AS FESTAS DE LAÇO NOS FINAIS DE SEMANA, DANÇAR A NOITE TODA E AOS DOMINGOS JOGAR AQUELE FUTEBOL... E QUANDO ME FORMEI NO MAGISTÉRIO, ERA AQUELA TIA DA ESCOLA, QUE NA HORA DO RECREIO, NINGÉM SABIA DIFERENCIAR A PROFESSORA DOS ALUNOS NAS BRINCADEIRAS DE QUEIMADA, FUTEBOL, PIQUE-BANDEIRA, PIQUE-PEGA... TENHO SAUDADES DESSA LIBERDADE DE MOVIMENTOS...</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 21:04:34 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo - Expressão corporal e criatividade </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu sou a Patrícia, nasci no interior de Aracruz-ES em uma comunidade rural cercada de muita natureza, frutas, flores e animais. Quando criança pude aproveitar toda a liberdade que a vida no campo me proporcionava. Subia em árvores, brincava de esconde-esconde, faz de conta... Os recursos eram escassos e sempre adaptava os meus brinquedos e bonecas com as coisas que eu encontrava. Panelinas de gamelas, bonecas de sabugo de milho, casinha de palha, comidinhas de areias e flores. Aos sábados iamos ao brejo pescar lambari com o papai e sempre que necessário juntavamos a família para fazer farinha e assar bejus na folha de bananeira,  a noite meu avô Doca juntava os netos para contar as histórias de assombração e lobisomem. Ele tinha uma enciclopédia de história que ele jurava serem reais. Estudei em escola do interior onde tive contato com as primeiras histórias e me apoixonei desde então por ler e desenhar. A arte e musicalidade chegou muito forte nas danças e atividades em que trabalhavam artes manuais, como confeção de artigos com materias recicláveis e naturais. Tenho lembranças das atividades de pintura, dobradura, caracterização para as datas festivas e folclóricas. No ensino fundamental as coisas mudaram para as atividades físicas, embora fosse alta,  nunca me interessei em jogar bola ou qualquer outra modalidade de esporte. Me reconheço como agraciada por ter uma infancia tão feliz e por minha escola usar atividades manuais e expressão corporal estimulando a criatividade para que pudessemos nos expressar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 21:40:09 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá! Meu nome é Patrick Miranda, sou de Piúma e estudo no polo Itapemirim. A seguir, compartilho minhas memórias corporais.</p><p>Minha relação com o corpo sempre esteve ligada ao movimento. Na infância, minhas brincadeiras favoritas eram pique-esconde, futebol e queimada. Na escola, me destacava em esportes como futsal, vôlei e handebol, chegando a competir nos Jogos Estudantis do Espírito Santo. A atividade física fazia parte do meu dia a dia, e o esporte era uma paixão que moldava minha identidade. No entanto, com a chegada da vida adulta e as responsabilidades do trabalho, acabei deixando de lado essa prática, tornando-me mais sedentário.</p><p>Nos últimos anos, enfrentei um grande desafio: um acidente que resultou em cirurgias no ombro e na clavícula, trazendo limitações e dores constantes. Esse período me fez refletir profundamente sobre os cuidados com meu corpo e a importância do movimento para minha qualidade de vida. Aos poucos, retomei caminhadas, academia e natação, enfrentando as dificuldades e redescobrindo minha força.</p><p>Hoje, vejo meu corpo não apenas como uma ferramenta, mas como um reflexo da minha história, das minhas lutas e superações. Cada esforço em direção ao bem-estar é uma vitória, e sigo determinado a construir uma relação mais saudável e equilibrada comigo mesmo, respeitando meus limites, mas sem me acomodar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 22:08:38 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de um tempo maravilhoso.</title>
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         <description><![CDATA[<p> Me chamo Daniele Laceheras tenho 48 anos, nasci no Rio de Janeiro na cidade de São Gonçalo e toda minha vida acadêmica foi em escola pública, me orgulho de ter feito parte de uma educação de qualidade oferecida de forma gratuita, atualmente moro no Es na cidade de Vargem Alta. Tenho lembranças maravilhosas de passeios realizados com os professores com objetivo pedagógico como é o caso dessa foto tirada no Jardim Botânico, onde fizemos uma visita para conhecer o parque na perspectiva de um deficiente visual, tivemos os olhos vendados e fomos guiados por um funcionário do parque.</p><p>Essa foi uma das experiências porque também fomos ao Cristo Redentor, ao pão de açúcar e ao teatro várias vezes, enfim minhas memórias são as melhores, um tempo que amei ter vivido e gostaria que a educação hoje tivesse o mesmo empenho que esteve presente na minha época, por isso espero ter uma formação de qualidade para fazer a diferença na vida dos meus futuros alunos, assim como meus professores fizeram diferença na minha.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 22:21:49 UTC</pubDate>
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         <title>Infância achada</title>
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         <description><![CDATA[<p>Quando eu era criança, a minha maior diversão era brincar ao ar livre. Passava horas correndo, pulando, inventando mil aventuras. Os joelhos estavam sempre ralados, mas isso era um sinal de que eu estava aproveitando cada momento. Não me importava com os arranhões ou as quedas; o que importava era a liberdade de correr sem parar, de explorar cada cantinho do meu bairro e fazer amigos nas brincadeiras espontâneas. Lembro de jogar futebol, subir em árvores, andar de bicicleta e até correr descalço na grama, sentindo o vento no rosto e o chão frio sob os pés. Cada brincadeira era uma nova descoberta, e a sensação de estar em movimento era a maior alegria. Não havia preocupação, só o prazer de viver intensamente. A infância foi uma época maravilhosa, marcada pela simplicidade e pelas pequenas aventuras diárias. Hoje, quando penso nesses momentos, sinto uma saudade imensa de toda aquela liberdade e da energia que parecia não acabar nunca.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 22:37:41 UTC</pubDate>
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         <title>Memorias do Corpo</title>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Eu Regiane, olho para trás e trago comigo tantas lembranças da minha infância. Morava no interior de São Roque do Canãa, éramos de família humilde meus pais não podiam me dar do bom e do melhor, mas amor e educação nunca faltou em, nosso lar. Lembro das nossas brincadeiras quando ainda não estudava,era andar de bicicleta com meus primos, irmãos e minha vizinha, apesar de nossa diferença de idade ,adorávamos brincar juntas de casinha de boneca.</p><p>Era muita diversão, até que chegou o momento de eu frequentar a escola, ali começava uma nova rotina, uma nova jornada pra min, tudo era novo, a escola não ficava muito longe da minha casa, mas minha mãe precisou me acompanhar por alguns dias ,até eu me acostumar com aquela rotina. Não foi difícil eu me adaptar ,logo fiz amizades, adorava a professora que era tão carinhosa comigo.</p><p>Quando era menina, não era muito satisfeita com o meu corpo, me achava feia, ficava olhando minhas amigas, que algumas tinha aquela sonhada cintura fina e aquele corpo desenhado. Sonhava com aquele corpo. O tempo foi passando ,fui virando adolescente&nbsp; e meu corpo foi se transformando, não em um corpo perfeito ,mas já me apreciava&nbsp; com outros olhos em frente ao espelho Ainda na escola, quando tínhamos Educação Fisica,para a turma e para min era a melhor aula. Dava meu melhor nos treinos ,pois nosso professor dizia que deveríamos exercitar nosso corpo, primeiro com os alongamentos. Naquela época em nossa cidade tinha os Jogos Estudantis, onde somente quem era considerado um bom atleta <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://participava.Eu">participava.Eu</a> me destacava no futsal, era uma boa zagueira, defendia todas com isso ia mantendo meu corpo em forma...Em comparação com os conteúdos estudados até aqui, pude perceber como nossa mente pode se aperfeiçoa através do nosso corpo, como em forma de sentir a realidade que nos rodeia,vivencia,sermos capazes de através das nossas percepções fazer questionamentos e propor mudanças.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 22:51:13 UTC</pubDate>
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         <title>Memória do corpo.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Isabel Cristina,sempre gostei de dançar,e depois de alguns anos voltei a dançar.</p><p>Me sinto feliz nas aulas de dança.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 23:02:40 UTC</pubDate>
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         <title>O movimento do meu corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu não tinha uma foto. Tirei um print de um vídeo em que estou pulando (tentando) na cama elástica. Esse momento é importante pra mim, pois tenho dor crônica e meu corpo tem sofrido muito. Estar em um momento descontraído, apesar do medo de cair, me faz acreditar nesse movimento, o vento no rosto, as gargalhadas, gritos e o frio na barriga.. para outras pessoas essa brincadeira seria tão banal, mas para mim tem significado. O corpo não é só dor, o corpo é movimento e alegria também. Meu nome é Cynthia sou do polo de Montanha e aqui está um pouco do que escrevi no meu memorial. Minha trajetória é marcada pelas lembranças que meu corpo carrega. Na infância, entre brincadeiras e desafios, experimentei a liberdade do movimento, apesar das dificuldades, como a fome. Na escola, senti o peso da mochila e aprendi a me adaptar, usando o corpo para explorar, brincar e aprender.  </p><p>Na adolescência, as mudanças trouxeram inseguranças e descobertas. O coração acelerado, o frio na barriga e a autocrítica fizeram parte do meu crescimento. Hoje, vejo que meu corpo sempre foi um mensageiro das minhas experiências, ajudando-me a construir minha identidade e minha forma de estar no mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 23:36:18 UTC</pubDate>
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         <title>Juntas na Alegria: Memórias de corpo</title>
         <author>joelma02021984</author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Joelma, tenho 41 anos moro em São Geraldo Munícipio de Mantenópolis, essa e minha irmã Flávia, nessa época eu tinha cinco anos e minha irmã tinha 6 anos.</p><p>Brincar com minha irmã foi uma das memórias mais marcantes da minha infância. Lembro de como nossos corpos se moviam em perfeita sintonia, seja em corridas no quintal, pulando corda ou em jogos de esconde-esconde, queimada era a brincadeira que eu mas gostava. Cada movimento era uma forma de expressão, de alegria e de liberdade. Não havia limites para a diversão; nossos corpos eram, naquela época, uma extensão da nossa energia e da felicidade de estarmos juntas.</p><p>Essas brincadeiras não eram apenas uma forma de lazer, mas também momentos de aprendizado sobre como o corpo se comunica, se adapta e se conecta com o outro. Na escola, o corpo também foi uma ferramenta de interação, seja nas brincadeiras com os colegas ou nas atividades físicas que faziam parte do nosso dia a dia. Hoje, ao olhar para essa foto, percebo como essas memórias continuam presentes em minha vida. O corpo, que antes era puro movimento e espontaneidade, hoje também reflete as experiências que vivi e continua a ser uma forma de conexão com minha irmã e com o mundo ao meu redor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 23:37:26 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias</title>
         <author>lcsouza200420112018</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá! Sou a Lilia Carvalho, natural de Pinheiros/ES e há 10 anos moro em Piúma/ES. Minha infância foi marcadas por inúmeros acontecimentos importantes e minha adolescência também. Por questões diversas, não tenho memórias fotográficas dessa época, estão a maioria em minha memória e no coração. Mudei de cidade com o intuito de dar condições melhores de vida para minha família principalmente na questão da saúde, e foi uma das melhores decisões que tomei. Gosto de viajar, estudar, me movimentar, mas também gosto da vida pacata. Depois de ter a maioria dos filhos crescidos, resolvi voltar aos estudos e estou cursando Pedagogia na expectativa de contribuir de alguma forma na educação de nossos pequenos e também me realizar pessoalmente.  Minha relação com o meu corpo atualmente é de sedentarismo, o que pretendo mudar urgentemente pois sempre fui uma pessoa ativa na prática de exercícios. Penso que, para entrar em uma sala de aula e exercer a profissão, nossos corpos e mentes tem que estar na melhor forma para lidar com os desafios diários da educação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 23:39:30 UTC</pubDate>
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         <title>Boas memórias da infância . </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa foto foi tirada no meu aniversário de seis anos, um dia muito feliz, com toda a família reunida e amigos que ainda tenho contato até hoje. Lembro das lembranças da zona rural, onde não havia internet nem tanta violência como nos dias de hoje. Nossas brincadeiras eram simples, como pique-esconde, principalmente à noite. Adorávamos andar de bicicleta, descer ladeiras correndo e apostar corridas , até hoje carrego cicatrizes dessas aventuras.</p><p>Lembro das manhãs de domingo, quando íamos até o lago para pescar, sentados tranquilamente. Subíamos nas árvores para colher frutas com os amigos. As noites com modas de viola cantadas , todos sentados em círculo, contando histórias antigas, enquanto a carne assava numa churrasqueira improvisada no quintal ou no famoso pé de galinha feito no fogão a lenha.</p><p>E nesse dia, não foi diferente. Ao olhar para essa foto, sinto vários sentimentos: gratidão por ter vivido momentos com pessoas que amo, alegria por ter meus amigos ao meu lado celebrando comigo, e uma saudade imensa por não ter mais algumas das pessoas queridas que partiram. Mas as boas lembranças ficam. E as fotos são uma maneira única de aquecer o coração, pois, mesmo com a saudade, elas nos conectam com aqueles momentos e pessoas de uma forma muito especial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 23:52:00 UTC</pubDate>
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         <title>Arraiá de Memórias e Lembranças</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Joaline, tenho 39 anos, nasci em Vitória, mas sempre residi em Cariacica. Sou imensamente feliz e grata por ter nascido nos anos 80 e por ter vivido minha infância e adolescência nos anos 90 e início dos anos 2000. Foi um período maravilhoso, repleto de brincadeiras e momentos inesquecíveis. Brinquei, sorri, caí, chorei, me machuquei, levantei e recomecei inúmeras vezes. Minha infância foi marcada por liberdade, criatividade e muitas descobertas.</p><p>&nbsp;</p><p>Para não ficar muito longo a minha vivência, vou citar aqui para vocês uma das lembranças mais especiais da minha infância, que ainda marca a minha vida na fase adulta, que são as <strong>festas juninas/julinas</strong>. Quando criança, a prima do meu pai, organizava essa festividade, o que tornou a nossa rua conhecida em todo o bairro. Crianças de outras ruas vinham participar dos ensaios das danças, e a alegria tomava conta, todo dia de ensaio era aquela festa. Além de dançar, também ajudamos na organização da festa. Juntos, colávamos bandeirinhas com cola de trigo e amarrávamos barbantes de poste a poste para enfeitar a rua.</p><p>&nbsp;</p><p>A primeira festa de que participei foi quando eu tinha seis anos, e, graças ao esforço da minha mãe, que, mesmo de resguardo, percorreu o bairro e comércio locais para vender rifas, fui escolhida como rainha da festa. Nossos pais também participavam e colaboravam para a festividade acontecer com a montagem de barraquinhas com comidas típicas para vender no dia do evento. Infelizmente, quando minha prima se mudou para um bairro distante, tornou-se inviável continuar com os ensaios, e a festividade deixou de acontecer.</p><p>&nbsp;</p><p>Em 2018, eu e minha irmã, junto com nossa mãe e nosso irmão, retomamos as comemorações juninas no quintal de casa, dando vida ao nosso Arraiá Só Alegria com comidas típicas, decoração festiva e uma dança improvisada. A cada ano, a festa cresce, reunindo cada vez mais pessoas: tios, tias, primos, primas e até a nova geração, com filhos dos primos e agregados. Além das delícias juninas, nos divertimos com diversas brincadeiras, como corrida do ovo na colher, bingo, pescaria e a tradicional dança maluca. Esse momento de descontração é especial, pois nos permite reencontrar e fortalecer os laços familiares, algo que me deixa imensamente feliz!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 00:09:05 UTC</pubDate>
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         <title>memórias de corpo- Futsal.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou Estela Rosa Pezzin, professora de Matemática. </p><p>Minha infância foi marcada por momentos inesquecíveis jogando futsal. Cada partida era uma aventura, cheia de adrenalina e diversão. Lembro-me das tardes na quadra, onde me entregava totalmente ao jogo, tentando dar o meu melhor a cada lance. Amava o sentimento de unidade com meus colegas de time, as risadas após um bom passe e a satisfação de fazer um gol ou uma jogada incrível. Foi um período especial, onde aprendi sobre trabalho em equipe, superação e, acima de tudo, como aproveitar cada instante com paixão e alegria. ⚽✨</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 00:21:51 UTC</pubDate>
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         <title>Entre pulos e arremessos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nasci em agosto de 2001, Cariacica/ES. Desde criança sempre fui muito curiosa com tudo, sempre fazendo perguntas e querendo aprender coisas novas. Lembro-me que quando era criança queria ser bailarina, ficava imitando elas fazendo suas acrobacias, andava nas pontas dos pés descalços no chão gelado, tentava dar saltos longos e altos, sempre muito cuidadosa, pois tinha medo de me machucar, mas eu era muito corajosa.</p><p>Nos primeiros anos do ensino fundamental, meu professor de educação física fazia a gente competir para ver quem corria mais, eu levava muito a sério isso, queria ganha. Não me lembro dos resultados dessas corridas, mas sei que gostava muito de correr, me deixava feliz e muito entusiasmada. Eu era uma criança muito energética.</p><p>Já nos meus 15 anos, comecei a gostar muito de vôlei. Era, e ainda é, meu esporte favorito. Eu prestava bastante atenção na professora quando ela nos ensinava a como sacar, levantar, receber e bloquear a bola, porém odiava quando ficava no bloqueio, eles colocavam a rede muito mais alta do que eu porque a maioria dos meus colegas eram bem mais altos, olha que eu tinha por volta de 1,63 de altura.</p><p>Essas foram algumas de minhas experiências da minha juventude. Atualmente, meu esporte é a caminhada e as brincadeiras com minha cachorra e minhas duas gatas. É isso, tenha um bom dia!</p><p>Sobre a foto, queria ter colocado uma de quando estava no ensino médio, mas não encontrei nenhuma foto daquele tempo. Essa é de quando gostava de balé.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 01:52:11 UTC</pubDate>
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         <title>Mosaico de memórias...</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, pessoal! Meu nome é Lucimar e venho compartilhar com vocês um pouquinho das minhas lembranças. Nasci em Belo Horizonte, MG, em 1977. Sou filha única de uma Mãe incrível que por toda a vida esteve ao meu lado compartilhando os "movimentos da minha vida", por isso essa foto acima.</p><p>Tenho lembranças marcantes da infância, em que brincar ao ar livre era maravilhoso: pique-pega, rouba bandeira, amarelinha, peteca… O pátio da escola era palco de muita diversão e atividade. Na adolescência, continuávamos em movimento com esportes, gincanas, danças e teatro.</p><p>Naquela época, a interação era mais intensa. Sem celulares ou internet, aproveitávamos praças, ruas e espaços públicos para conviver e trocar experiências. O corpo estava sempre presente — num gesto, numa brincadeira, num sorriso.</p><p>Hoje, o ritmo já não é o mesmo. O corpo sente a passagem do tempo e a ausência de atividade física. Percebo como é essencial manter-se em movimento para ter saúde física e mental. </p><p>Corpo e movimento são fundamentais para o desenvolvimento da criança, jovem e adulto também. Brincadeiras, danças e jogos promovem expressão, socialização e aprendizado. Quero fazer parte desse universo e contribuir com novas experiências ao mesmo tempo em que revivo as minhas. Que a disciplina Educação Corpo e Movimento me inspire a continuar sempre em movimento.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 09:53:32 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de uma criança caipira</title>
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         <description><![CDATA[<p>Olá colegas, me chamo Raquel, nasci nos últimos dias do ano de 1984 e sou natural de Afonso Cláudio, lugar de onde trago minhas primeiras memórias de integração do meu corpo e mente...</p><p>Foi nesse lugar em meio a natureza, matas, arvores frutíferas, córregos, cachoeiras e animais</p><p>domésticos que fiz a minha integração entre meu corpo e minha mente. Nesse pedaço encantado</p><p>de chão, onde perto dos quatro anos, comecei a gravar na mente meus primeiros movimentos</p><p>corporais. Todas as manhãs o despertar era bem cedo, no entanto, não era difícil arrancar o corpo</p><p>da cama sabendo que lá fora existia um mundo de aventuras a ser explorado, após uma boa</p><p>esticada, daquelas que se cresce peplo menos dois centímetros e um bocejo demorado, o salto da</p><p>cama era imediato, meu corpo quase não dava conta de acompanhar em movimentos tão rápidos</p><p>o que desejava meu agitado, porém descansado cérebro. Depois do café, que era posto com fartura</p><p>à mesa, leite fresco, nata, queijo, “brote” (espécie de pão de milho com batata doce), manteiga</p><p>recém batida, doces de frutas da estação e por aí vai, as delícias que só quem vive ou viveu na</p><p>roça que sabe do que estou falando, era hora de explora...</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 10:32:32 UTC</pubDate>
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         <title>Escorregar no papelão</title>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, sou Andréia Pizetta, tenho muitas memórias da minha infância, morava na comunidade de Pedra Branca, onde passei boa parte do tempo brincando no quintal, tinha um terreiro grande, meu animal de estimação era um carneirinho, eu ficava o dia quase todo brincando com ele, correndo pra lá e pra cá, e a tarde quando meus irmão chegavam da escola íamos escorregar no papelão morro abaixo, era uma aventura incrível! </p><p>Me lembro como se fosse hoje cada capote que a gente levava, ganhava umas raladas no cotovelo e nas canelas, mas estava tudo certo, o problema maior era a hora de tomar banho, pois os ralados ardiam bastante.</p><p>Essa foi um pouquinho da minha história, e um pouco das memórias do corpo na fase da minha infância, fiquei feliz em compartilhar com vocês. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 11:44:48 UTC</pubDate>
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         <title>A corrida me liberta...</title>
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         <description><![CDATA[<p>Sou Lindacy e desde que eu me conheço por gente adoro me movimentar, quando criança brincava demais com meus irmãos, pique-pega, esconde-esconde, bolinha de gude e carrinho de rolimã... Na minha adolescência era muito na minha, mas quando fiquei adulta comecei a praticar caminhadas e evolui para corridas, hoje em dia eu sou uma amante de corrida de rua e tenho amigos que tem a mesma opinião que eu, me divirto bastante e pra mim é um momento de paz onde eu me desconecto de toda a turbulência da rotina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 13:49:31 UTC</pubDate>
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         <title>Ao redor de mim</title>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Ai que delicia, voltar por um caminho tão bom, perceber que o tempo realmente não para, ontem mesmo estava engasgada com um chiclete e também tinha caído no banheiro, pois, tinha colocado muito sabão em pó para lavar, nunca tinha lavado um banheiro sozinha, será que eu já estava crescidinha?</p><p>Eita a mãe chegou, agora vou apanhar porque cai no banheiro, igual quando estava indo pra escola nas primeiras series e minha mãe dizia se brigar na escola e apanhar quando chegar em casa vai apanhar o dobro. Mas essa menininha teve muita infância, jogava bola de menino e de menina como era naquela época, agora jogo o que eu quiser claro, mas lá naquele tempo eu aprendi a sentar igual moça a fechar as pernas se estivesse de saia e não chegar perto de homem nenhum, proibido.</p><p>Eu lembro da minha formatura do pré, eu era tão linda e não sabia disso. Bom como disse, o tempo não para, vamos pra escola menina fazer parte da fanfarra e ser a baliza, o sonho de todas e eu consegui, também toquei lira e prato, tenho foto disso, já o bumbo era muito grande odiava, mas, era a maior farra fazer parte da fanfarra.</p><p>Eita, nos mudamos de novo, muitos lugares em tão pouco tempo, muitos vizinhos novos mas não saiamos na rua sozinhas brincávamos dentro de casa, aquela do bosque no fim da rua, queimada com a luz apagada e fábrica de chocolates perfumando tudo com o cacau, pé de manga verde que comia com sal.</p><p>Cabelos crescidos, cintura formada e claro só me dei conta, tarde demais que já era crescida, até os quatorze anos as bonecas bebês e os elásticos de pular eram as melhores do dia, minha irmã linda, parecia modelo ela sempre mais velha ufa, como queria ser ela.</p><p>Os estudos eram na linha, sempre fui estudiosa, hora do intervalo nas escolas públicas e eu amava todas que passei, são várias, mas a Maria Helena de Guarulhos, nossa, nela eu fui a chapeuzinho vermelho, a menina que o menino falou pra sala toda que gostava dela, lá recebi minha primeira declaração de amor pública, recebi carta de amor e eu só queria saber de jogar vôlei, lá, amei Ciências e amei a Geografia.</p><p>Eita, está na hora de pensar menina, o que você vai ser quando crescer um dia?</p><p>Não vislumbrava nada, só queria ser mesmo. Tive liberdade assistida, dores de partida mas nada se compara a minha agora vida. E não é que o tempo não perdoa, deixei tudo isso pra traz, quase não lembrava mais, cresci e acabei nesse relógio egípcio que só nos faz ser como máquinas e prestador de serviços, mas de uma coisa eu sei, o que aprendi, nunca esqueci, sei nomes de professores queridos até hoje, pula pra quando terminei os estudos ai, já queria viajar o mundo, então, fui ler e escrever, aqui vamos nós estudar mais um pouquinho pra lá na frente marcar o cenário de alguém também, a todos os educandos de ontem e hoje minha educação e meu corpo agradecem vocês demais. Foi tudo tão bom, então, bora melhorar pois, o tempo não deve parar!</p><p>Ta na hora de tirar vantagem desse tempo e dizer que hoje eu já sei, posso ser um, dois, ou três.</p><p>Realizar não depende só de metas tem que movimentar, ação reação fusão.</p><p>Ao redor de mim, percebi que fui assim e ainda estou sendo. Ontem, hoje, agora ou, deixa pra outrora.,0</p><p>  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 18:11:35 UTC</pubDate>
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         <title>Amor-Próprio e Resiliência: Uma Jornada com a SOP</title>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Emanuela, tenho 23 anos.</p><p>Sempre fui uma pessoa gordinha, mas nunca vi meu corpo como um problema. Sempre me amei e não deixava que os outros me fizessem pensar o contrário. No entanto, no final de 2023, percebi mudanças no meu corpo e, com ajuda médica, descobri que tenho SOP (síndrome do ovário policístico). No início, foi um choque, especialmente porque eu já era casada e estava tentando engravidar.</p><p>Com o diagnóstico, comecei um tratamento que exige muita dedicação: alimentação equilibrada, exercícios físicos e medicação. A parte mais difícil, desde a infância, sempre foi a alimentação. Nunca consegui seguir padrões alimentares e até hoje enfrento dificuldades com dietas, porque sou fresca e não como de tudo.</p><p>Por outro lado, sempre gostei de me movimentar. Já fiz caminhada, musculação e até crossfit. A SOP, infelizmente, dificulta o emagrecimento, pois altera os hormônios e provoca resistência à insulina.</p><p>Apesar disso, sigo tentando cuidar do meu corpo com foco e carinho. Essa trajetória me fez perceber que nosso corpo é uma construção diária, cheia de desafios, mas também de superações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 19:15:50 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, meu nome é Laysa, tenho 29 anos e sou professora de biologia. Deixei essa memória pois tenho uma lembrança muito nítida dessa época e principalmente dessa bicicleta. Foi a minha primeira bicicleta e nela caí muito, mas a diversão era garantida. Me lembro como foi incrível a primeira vez que andei sem as rodinhas, a sensação foi mágica. Hoje minha vida é muito mais sedentária, a correria da vida faz com que a gente deixe passar essas sensações mágicas que temos na infância.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 19:27:30 UTC</pubDate>
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         <title>Natais em Família</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os natais na casa do vovô Lídio eram simplesmente inesquecíveis. A véspera era um momento de pura magia: só podíamos abrir a porta da sala depois que toda a família chegasse. Lá dentro, tudo ganhava vida – cantávamos músicas de Natal, recitávamos poesias, trocávamos presentes e celebrávamos juntos. Depois desse momento, corríamos para a igreja assistir ao teatro de Natal e, claro, ganhar o tão esperado pacote de balas do Papai Noel.</p><p>Essa foto de 1997 traz lembranças de um tempo feliz, com pessoas queridas que hoje vivem nas nossas memórias e corações. Minha irmã, meu avô… que saudade imensa! Mas que privilégio ter vivido momentos tão lindos e cheios de amor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 19:28:18 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias minhas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Memórias</p><p>Como se pode ver, minha aparência magra e frágil sempre gerou um complexo de baixa estima. Não a toa de tão magrinha quebrei o braço e precisei engessar, em três momentos distintos.</p><p>Nessa época, eu tinha o cabelo bem comprido,&nbsp; era uma infância de altos e baixos. Nessa foto estava eu na casa da minha avó, em Vila Capixaba bairro de Cariacica, de onde trago boas lembranças. &nbsp;Lembro o cheiro da casa que era envernizada com cera de chão, lembro das calças jeans das minha tias, que eu tinha uma referência &nbsp;de que eram calças enormes  ( para uma criança o mundo é muito maior em muitos aspectos rs ) e &nbsp;minha avó as &nbsp;passava com o ferro sobre uma mesa, toda&nbsp; uma pilha enorme de roupas.</p><p>Lembro de cheiros: ou de café torrado, que tinha uma fábrica não muito perto, mas que o cheiro exalava ao longe, e também tinha uma fábrica de biscoitos da Queops, que ficava próximo a Ceasa de Cariacica. Lembro da primeira vez que conheci e experimentei o sabor do miojo, foi nesta casa.</p><p>E também assistia toda a programação do Silvio Santos aos domingos, comendo galinha frita e refrigerante. Passava férias e alguns finais de semanas lá, que era a 30 minutos da minha casa.</p><p>Tempo bom, momentos bons, memórias gostosas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 19:59:43 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, sou Andrieli de Souza Ravera, tenho 24 anos e sou professora de história desde 2021, atualmente, curso pedagogia. Nasci e cresci em Pedra Branca, uma comunidade no interior de Vargem Alta, onde puder ter alguns dos melhores momentos da minha vida, me recordo das brincadeiras de infância </p><p>no quintal das minhas avós, onde brincava junto dos meus primos. Cresci em contato com a terra, com animais e de brincadeiras até o sol sumir, e às vezes, até durante a noite. Na escola, gostava de jogar futsal, de ler e de me encontrar com os amigos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 20:03:06 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do/no corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Grecia, tenho 32 anos, sou natural de Belo Horizonte/MG, atualmente moro em Iúna/ES. Sou formada em Educação Fisica e pós-graduada em Educação Física Escolar. Desde a minha infância, o movimento sempre fez parte de mim. Quando me mudei para Iúna, aos 7 anos, tudo era novidade, e eu adorava correr, subir em árvores e pedalar escondida, enfrentando os medos da minha mãe. Aprendi a andar de bicicleta sozinha, entre tombos e risadas com meu irmão. Na adolescência, mesmo com restrições religiosas, joguei handebol às escondidas e enfrentava longas caminhadas para a escola e para a casa de amigas. Sofri dois acidentes – um de bicicleta e outro de moto – que deixaram marcas no meu corpo e na minha memória. Apesar das dores e das pausas forçadas, nunca deixei de me movimentar. Hoje em dia faço academia e corrida, mas gostaria muito de começar a pedalar. Com o tempo, percebi como o corpo guarda tudo: memórias boas, traumas e até gatilhos que a mente tenta esquecer, mas o corpo insiste em lembrar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 20:45:30 UTC</pubDate>
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         <title>MARCAS QUE NÃO SERÃO ESQUECIDAS..</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Quando eu tinhas uns 8 anos de idade eu me lembro que eu amava ir aos domingos na casa da minha avó paterna. Lá tinhas as minhas primas, e uma era da minha idade. Nós  gostávamos muito de brincar  no quintal da minha avó era um quintal imenso, arrancávamos  manga para comer com sal, ia pegar amoras no pé. Me lembro que minha mãe ficava super brava porque ela me arrumava todinha e eu ia lá e manchava as roupas tudo com a amora rsrs. Íamos para o pasto soltar pipa e cortava as pernas tudinho com os matos, mais era muito divertido. Quando cresci mais um pouquinho comecei a praticar ginástica rítmica no sesc essa época eu AMAVA( sinto tanta saudades) quando era dia de apresentação que a barriga ficava gelada com aquela ansiedade, minha avó que fazia meus penteados para a apresentação, muito brilho, maquiagem e roupa toda enfeitada,era uma emoção que só, o tempo foi passando e então fui estudar na escola viva, onde que eu ficaria o dia inteiro na escola, logo tive que sair da ginástica, foi uma tristeza que só mas eu não tinha outra escolha( fui estudar na escola viva por conta própria, ninguém me obrigou). Nessa nova fase foi bem legal também eu praticava esportes e competia nas intercalasse até que um dia jogando futsal eu lesionei o meu pé e desde então parei , até porque nem era algo que eu gostava tanto ,mas foi uma fase bem boa. E então cheguei ao tão esperado ensino médio,  onde que eu só caminhava na orla de Cariacica com minha tia( na época era cheia de matos e mosquitos) e então fui inventar de trabalhar como aprendiz, trabalhei em um restaurante por alguns meses, fiz 18 anos e imprudentemente deixei assinarem minha carteira e então fiquei lá por um ano, onde que eu não podia sentar, tinha que ficar o dia inteiro de pé e foi nisso que hoje em dia com 20 aninhos eu não aguento ficar nem 5 minutos direito em pé pois sofro até hoje, minhas pernas são cheias de veias estouradas por conta de ficar de pé. E essas são as marcas que carrego durante esse período da minha vida. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 22:27:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Nelcimaria Oliveira Miguel Calixto, as memoria que eu tenho ,é que sempre gostei de aventuras ia pescar com meu pai eu adorava , e gosto ate hoje na minha infância jogava futebol ,brincava de queimada na rua brincava de bolinha de gude era sempre muito divertido ,hoje agosto muito de acampar na beira do rio pescar e ainda comer aquela moqueca fresquinha gosto mesmo é das coisas mais simples ,outra coisa que eu não abro mão é de praticar minhas atividades fisícas pratico aula de hiit e ritbox ,eu gosto demais meu melhor momento me faz muito feliz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 23:25:35 UTC</pubDate>
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         <title>Minha História</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3396576352</link>
         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Karoliny e sou estudante de Pedagogia.<br>Deixo aqui, para vocês, um pouco das minhas memórias de corpo...</p><p>Nasci e cresci em Serra, no Espírito Santo, e sempre tive uma infância cheia de brincadeiras. Passei boa parte da minha infância entre a escola, a rua e os momentos em casa com minha família. Como toda criança, adorava correr, brincar de pique-esconde e criar histórias com minhas bonecas. Sempre estava rodeada de primos e vizinhos, e as brincadeiras ao ar livre eram parte essencial dos meus dias.</p><p>Na adolescência, comecei a me interessar por outras atividades, mas nunca deixei de gostar da liberdade de brincar. Entre estudos e descobertas, fui construindo meus sonhos e me apaixonando cada vez mais pelo mundo da educação. Foi nessa época que comecei a dar aulas de reforço escolar, o que me fez perceber o quanto eu gostava de ensinar e ajudar outras pessoas a aprenderem.</p><p>Hoje, além de estudar Pedagogia na UFES, também trabalho como manicure, conciliando minhas atividades e planejando meu futuro como educadora. Quero poder criar formas de facilitar a aprendizagem e proporcionar um ambiente acolhedor para meus futuros alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 00:05:03 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do Corpo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3396583669</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Marta. Nasci em uma cidade do interior de Minas Gerais chamada Santa Maria do Suaçuí, localizada na região do Vale do Rio Doce, onde vivi até os meus 10 anos.</p><p>Trago dessa época a memória das comemorações que a escola fazia no Dia do Trabalho. Nesse dia, todos os alunos levavam para a escola brinquedos confeccionados em casa com os pais, representando a profissão deles. Havia um momento em que cada aluno apresentava o objeto e explicava qual profissão estava sendo representada. Era muito bom conhecer a história por trás de cada objeto.</p><p>Após esse momento, começavam as brincadeiras. As que eu mais gostava eram pular corda e amarelinha — onde cada movimento parecia uma forma de reafirmar minha existência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 00:26:28 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIAS DE UM CORPO .</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Marcilene,nasci em mucurici.</p><p>Cresci em uma família humilde, repleta de honestidade e amor. Minha infância foi marcada por brincadeiras como pega-pega e amarelinha,jogar futebol, correndo descalça nas ruas de barro, sentindo a alegria simples da vida. Apesar das dificuldades financeiras, fui muito feliz com o pouco que tinha. Meu corpo sempre foi o protagonista da minha história, especialmente nas aulas de educação física e nos recreios da escola, onde jogava futebol, mesmo sendo considerado "coisa de menino". Essa liberdade me permitia explorar meus limites e nunca desistir.</p><p>Na adolescência, minha relação com o corpo mudou. As brincadeiras deram lugar a conversas e a pressão para atender às expectativas sociais aumentou. Comecei a me preocupar com a aparência e percebi que meu corpo era alvo de olhares e julgamentos. As inseguranças começaram a ofuscar a liberdade que eu tinha antes.</p><p>Na vida adulta, as responsabilidades foram se acumulando e o movimento livre foi substituído por disciplina. As cicatrizes físicas e emocionais que adquiri ao longo dos anos trazem à tona tanto as dores quanto a sabedoria. Hoje, vejo meu corpo como um arquivo vivo das minhas memórias, que carrega marcas da infância, inseguranças da adolescência e desafios da vida adulta.</p><p>Meu corpo é verdadeiro; ele cai, se levanta, se adapta e continua em movimento. É através dele que me conecto com o mundo, sentindo as emoções e as experiências que fazem parte da minha jornada.</p><p>a única foto que encontrei foi essa,inclusive muito recente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 01:05:20 UTC</pubDate>
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         <title>Memorias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Dos pés descalços da infância ao corpo marcado pela vida adulta, carrego no rosto as memórias do tempo e no coração a força da família que me sustenta.</em></p><p><br/></p><p>Eu sou <strong>Jocilene Pereira Vimercati Vitoria</strong>, e o corpo sempre foi meu primeiro instrumento de descoberta. Quando criança, cresci na zona rural, onde correr descalça pelo quintal, subir em árvores e atravessar riachos pulando de pedra em pedra faziam parte da minha rotina. Esses movimentos livres me ensinavam muito mais do que qualquer palavra: coragem, equilíbrio, conexão com a natureza e comigo mesma.</p><p>Na escola unidocente onde estudei, meu corpo conheceu outro ritmo: o da disciplina, da permanência, da espera. As carteiras de madeira me prendiam por horas, mas bastava o sinal do recreio para que eu voltasse a correr, brincar e viver a liberdade que meu corpo tanto pedia. O contato com os colegas, os abraços apertados, as brincadeiras coletivas — tudo isso alimentava em mim a noção de pertencimento.</p><p>Com a chegada da adolescência, essa liberdade começou a dividir espaço com cobranças externas, olhares julgadores e comparações. Passei a perceber meu corpo com mais consciência e também com mais crítica. Já na vida adulta, ele carrega marcas visíveis e invisíveis: cicatrizes de quedas, dores de esforço, mas também a memória afetiva de momentos vividos com intensidade.</p><p>Hoje, sou mãe, mulher, filha. Cada movimento meu carrega histórias e afetos. O corpo que antes corria solto agora caminha com mais cuidado, mas com a mesma essência de quem aprendeu com o tempo que o movimento também é memória e afeto — e a família é a base que me mantém firme, mesmo quando os ventos mudam de direção.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 01:13:18 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
         <author>jocilenevimercati</author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3396611673</link>
         <description><![CDATA[<p><em>"Dos pés descalços da infância ao corpo marcado pela vida adulta, carrego no rosto as memórias do tempo e no coração a força da família que me sustenta."</em></p><p><br/></p><p>Eu sou <strong>Jocilene Pereira Vimercati Vitoria</strong>, e o corpo sempre foi meu primeiro instrumento de descoberta. Quando criança, cresci na zona rural, onde correr descalça pelo quintal, subir em árvores e atravessar riachos pulando de pedra em pedra faziam parte da minha rotina. Esses movimentos livres me ensinavam muito mais do que qualquer palavra: coragem, equilíbrio, conexão com a natureza e comigo mesma.</p><p>Na escola unidocente onde estudei, meu corpo conheceu outro ritmo: o da disciplina, da permanência, da espera. As carteiras de madeira me prendiam por horas, mas bastava o sinal do recreio para que eu voltasse a correr, brincar e viver a liberdade que meu corpo tanto pedia. O contato com os colegas, os abraços apertados, as brincadeiras coletivas — tudo isso alimentava em mim a noção de pertencimento.</p><p>Com a chegada da adolescência, essa liberdade começou a dividir espaço com cobranças externas, olhares julgadores e comparações. Passei a perceber meu corpo com mais consciência e também com mais crítica. Já na vida adulta, ele carrega marcas visíveis e invisíveis: cicatrizes de quedas, dores de esforço, mas também a memória afetiva de momentos vividos com intensidade.</p><p>Hoje, sou mãe, mulher, filha. Cada movimento meu carrega histórias e afetos. O corpo que antes corria solto agora caminha com mais cuidado, mas com a mesma essência de quem aprendeu com o tempo que o movimento também é memória e afeto — e a família é a base que me mantém firme, mesmo quando os ventos mudam de direção.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 01:42:13 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Memórias do Corpo&quot; de Katicilane Ap. M. M. Mangifeste</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3396754244</link>
         <description><![CDATA[<p>Tenho uma trajetória marcada por intensas vivências corporais e emocionais que moldaram minha relação com o conhecimento e a escola. Desde a infância tenho profundo encantamento pela aprendizagem, mesmo em meio a uma realidade simples e repleta de limitações. Minhas lembranças da infância, solitária mas criativa, são permeadas por experiências sensoriais, como o cheiro do primeiro dia de aula, e pela descoberta do prazer em desenhar e aprender.</p><p>A escola sempre foi um espaço mágico, capaz de proporcionar sentido à vida mesmo em meio a adversidades como longas caminhadas, ausência de infraestrutura e dificuldades econômicas. Apesar dos obstáculos, a paixão pelo saber sempre me impulsionou. O afastamento temporário dos estudos, imposto pela necessidade de trabalhar, me gerou sofrimento físico e emocional, revelando o impacto do desligamento do mundo do conhecimento.</p><p>O retorno aos estudos, por meio do curso de Pedagogia, simboliza a retomada da própria identidade e do desejo de liberdade e transformação proporcionado pelo saber. O conhecimento transcende o aspecto profissional, sendo fonte de libertação e crescimento pessoal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 08:50:26 UTC</pubDate>
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         <title>Memorias do corpo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3396785494</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Rosilene, tenho 38 anos, moro em São Sebastião, tenho 2 filhas. Queria compartilhar um pouco da minha infância e minha adolescência.</p><p> Sempre senti meu corpo como uma extensão de mim, uma presença constante que me define e me conecta ao mundo. Se pudesse descrever essa relação, diria que meu corpo é como uma linha do tempo, marcada por momentos de movimento, de silêncio, de dor e de prazer. Na infância, meu corpo era puro jogo. Lembro das ruas de terra batida, das brincadeiras com as crianças do bairro. A liberdade dos pés descalços correndo pelo chão quente, sem saber que o tempo passava. As pedaladas pela rua, subindo e descendo, eram momentos de pura euforia. A sensação de invencibilidade era forte – meus músculos eram leves, rápidos e dispostos a acompanhar minha energia infinita. O corpo era algo a ser explorado, uma máquina de diversão. Na escola, eu me lembro das corridas no pátio, das aulas de educação física, onde os corpos se encontravam de forma intensa e, ao mesmo tempo, distante. Nem todos os corpos eram iguais, e a comparação, muitas vezes, criava uma desconfortável sensação de inadequação. Eu era aquela aluna que, embora não fosse a mais atlética, sempre tentava se encaixar nas atividades esportivas. Aulas de futebol, onde o corpo precisava se ajustar ao ritmo da bola, ou as partidas de vôlei, onde o salto parecia ser a única forma de alcançar a vitória. Meu corpo, muitas vezes desajeitado, tentava seguir o ritmo dos outros, mas já sentia, ali, que meu movimento nem sempre era em harmonia com o ambiente ao meu redor. Na adolescência foi um período de transições. Meu corpo mudou, cresceu, e com ele, novas sensações surgiram. A dor das espinhas, o medo da aparência, o desejo de ser aceita e de me encaixar no que era esperado. O corpo se tornou uma tela de inseguranças, de comparações e de descobertas. Tentei entender minhas limitações e as novas possibilidades que o corpo oferece. Era um corpo que, muitas vezes, eu me sentia desconfortável, não completamente aceita, como se ainda não fosse meu. A sensualidade, a força e as fragilidades convivem de maneira contraditória. Nesse período, o corpo se tornou não apenas um espaço de prazer, mas também de dúvidas, de experimentação e de algumas dores, emocionais e físicas. A luta para atender aos padrões sociais de beleza e de comportamento era constante. Chegar à vida adulta foi como uma aceitação gradual do corpo em sua complexidade. Já não me preocupava tanto com o que o mundo achava de mim, mas com o que eu sentia ao habitar meu próprio corpo. Fui aprendendo, por meio da prática do exercício físico, a escutar o que meu corpo dizia. A relação com o corpo passou a ser mais de cuidado: como ouvir os sinais que ele me dá, como me proporcionar momentos de descanso e reconexão. Algumas cicatrizes do passado, tanto físicas quanto emocionais, continuam ali, como lembranças de quem fui e das escolhas que fiz. Eu aprendi que o corpo não é apenas um lugar de batalha ou de confronto, mas também de acolhimento e aceitação. Hoje, o meu corpo continua sendo um lugar de profundidade e descobertas. O movimento, para mim, é uma forma de resistência e também de libertação. Eu busco nas atividades físicas o equilíbrio entre o que o corpo exige e o que ele pode oferecer. Sei que ele carrega as marcas da minha história: as cicatrizes que me lembram de momentos de dor, mas também de superação; as pequenas linhas e rugas que falam de um tempo vivido. Meu corpo é a minha memória em forma física. Ele é quem sou, quem fui e quem ainda pretendo ser. As memórias de cada movimento, cada esforço, cada pausa, formam o ser que sou hoje. Ele é a ponte entre o passado e o futuro, entre o eu e o outro. E, talvez, essa seja a verdadeira beleza de habitar um corpo. Ele é feito de movimento, de transformação, de reencontros consigo mesmo. Em cada fase da vida, meu corpo foi moldado por um conjunto de experiências que não posso desvincular de mim, ao mesmo tempo, é o espaço onde habitam minhas memórias, meus medos, minhas alegrias e minhas dores. Cada movimento meu conta uma história, e cada pausa também. Eu sou, de certa forma, as marcas que meu corpo carrega.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 10:18:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Tenho lembranças, porém, de correr para cima e para baixo no quintal da minha avó. O quintal era enorme, e eu subia nos pés de árvores com muito medo, mas era algo que logo passava, pois não fazia isso sozinho. Já nesse tempo, eu gostava muito de correr, descer a ladeira com o carrinho rolimã e andar de bicicleta. Ah! Andar de bicicleta era a minha paixão.</p><p><br></p><p>Tenho a lembrança do dia em que aprendi a andar de bicicleta; foi um dia mágico. Desci a ladeira com a bicicleta do meu tio, bati na cerca do vizinho, quase sofri um acidente, mas eu fiquei muito feliz. A sensação de andar de bicicleta pela primeira vez foi algo que trago em minha memória como se tivesse acontecido ontem.</p><p><br></p><p>Andar pelas ruas do meu bairro com patins também me traz boas recordações, como eu me sentia leve, desembaraçada, solta, caía e logo me levantava. Minhas mãos sempre iam ao chão quando vinha o desequilíbrio. É, eu era uma criança bem ativa e feliz.</p><p><br></p><p>A quadra do bairro era a minha pista, pois eu andava melhor sobre as rodas do que os próprios donos dos patins. Havia vezes em que a festa acabava porque as meninas, com idades aproximadamente de 16 anos, jogavam vôlei e handebol, e por conta disso, a minha patinação era suspensa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 10:54:14 UTC</pubDate>
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         <title>Histórias do meu eu enquanto inacabado</title>
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         <description><![CDATA[<p>Então é isso, mesmo que curto, eu acredito que de certa forma a infância ainda vive em mim, mas como corpo e mente eu cresci e gostaria de ter mais tempo para viver meu corpo de forma livre, seja no brincar, no dançar, pintar e nas diversas formas de se fazer humano e não coisa, a vida adulta exige muito de nós crianças crescidas.</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 12:23:52 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias inesquecíveis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Vou narrar a história de forma simples e objetiva, de uma menina sonhadora, que desde pequena era curiosa , dedicada e preocupada com sua mãe. Sua infância foi maravilhosa, vivenciada no interior de Pancas/ES, seu pai morreu muito jovem, então quem a educou foi sua mãe, ela possui um irmão e uma irmã mais velhos. Na roça, essa menina brincava e ajudava nas atividades, para auxiliar sua mãe. Foi difícil e gratificante, pois desde pequena adquiriu responsabilidade e disciplina. As brincadeiras eram divertidas, não tinha internet, as crianças brincavam de várias brincadeiras nas ruas, andava de bicicleta, inclusive essa menina possui marcas de quedas de algumas brincadeiras, principalmente quedas de bicicleta, na roça ela acordava cedo para buscar leite de bicicleta, além disso, ela ia nos cultos com sua mãe e nas escolas dominicais, aprender sobre a bíblia, apesar da preguiça às vezes, pois queria dormir mais tarde, com obediência frequentava com seus irmãos.Na adolescência ela já não morava na roça, foi para cidade muito triste com a nova mudança, mas sabia que era preciso , sua mãe muito batalhadora começou à trabalhar em fábricas, seus irmãos e ela ajudavam nas tarefas de casa, frequentavam a escola perto de sua casa, não tinham muitos amigos. Mais tarde seus irmãos começaram a trabalhar, e a menina conseguiu um trabalho de menor-aprendiz também, sempre buscava por oportunidades, sem recursos financeiros, mas sonhava em realizar seus objetivos e sonhos. Sempre gostou de estudar e aprender diversos assuntos, fez curso de pintura, inglês e informática durante o Ensino Médio, as oportunidades que surgiram de cursos gratuitos ela fazia, trabalhava e estudava.A garotinha estava tornando-se adulta e aumentava as responsabilidades, mas sempre com dedicação e esforço, enfrentava as dificuldade, sempre teve um melhor amigo,Jesus, que sempre esteve nas tristezas e alegrias. Com seu trabalho conseguiu tirar carteira de motorista e comprar uma moto. Depois de vários anos namorando foi morar junto com seu namorado, fez vários cursos técnicos e profissionalizantes , concluiu faculdade e especializações, continua trabalhando na área administrativa, agora como concursada, mas sempre buscando alcançar voos maiores e alcançar suas metas não concluídas.Nessa jornada, essa garotinha obteve várias experiências. Nas escolas que estudou na infância, a diversão era os recreios, pátios e a merenda escolar, as aulas eram maravilhosas, só o livro, sem internet, nas aulas de Educação Física brincava de bola. Desde sua infância até sua mudança para área urbana, às experiências corporais foram os machucados e arranhões, causados por quedas e brincadeiras, as vivências de corpo foram boas, não acumulou tristezas, somente sensações de alegria e gratidão. Seu corpo foi transformado com suas experiências e conhecimentos ao longo de sua trajetória, querem saber quem é essa menina?Essa menina sou eu, Luenia da Silva Rodrigues, é com muita alegria que apresentei algumas passagens sobre minha jornada, que não acabou ainda, só tenho agradecer à Deus pelas minhas conquistas e derrotas, a vida possui várias etapas, assim, busco extrair coisas boas e aprendizados, com as dificuldades e sofrimentos, sei que Deus está cuidando de mim e do meu caminhar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 12:58:42 UTC</pubDate>
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         <title>Infância com alegria e brinquedos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou Carla Patricia, tive uma infância maravilhosa. Uma fotografia em preto e branco, segurando com carinho a boneca grande, quase de meu tamanho. Brilho nos olhos e o sorriso meio travesso revelam não só a inocência da infância, mas também uma presença afetuosa, viva e espontânea que até os dias de hoje estão em minha memória. Tempo em que a imaginação não tinha limites, que a maldade não existia e que as travessuras eram meramente para se divertir e não prejudicar ninguém. No decorrer da vida, inúmeras vivências ficaram guardadas no pote das emoções e sentimentos, o brincar que virou cuidado, a voz que aprendeu a guiar, ensinar e acolher. Marcas no corpo e na memória, as alegrias e dores que foram moldando minha maneira de ver e viver neste mundo, cada movimento, cada postura, cada sorriso carregam um pouco da menina da foto (determinada, sensível, sonhadora).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 16:51:41 UTC</pubDate>
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         <title>Mémorias do corpo...</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Meu nome é <strong>Camila Luz</strong>, sou baiana de nascimento e capixaba de coração. Atualmente, moro na cidade de Montanha, tenho 35 anos, sou casada e mãe de um filho que é uma das maiores alegrias da minha vida. Curso <strong>Pedagogia</strong> e estou no segundo período, buscando me formar para atuar com dedicação e sensibilidade na educação infantil.</p><p>Minha trajetória é marcada por vivências afetivas e transformadoras. Após o falecimento dos meus pais, fui criada por meus avós maternos na cidade de <strong>Medeiros Neto (BA)</strong>, onde vivi uma infância cheia de simplicidade e encanto. As brincadeiras de rua, como o "elástico", e os momentos de convivência com minhas primas e amigas me ajudaram a lidar com as mudanças da vida e a construir memórias preciosas.</p><p>A escola sempre teve um lugar especial no meu coração, especialmente durante as Festas Juninas, quando eu encontrava na dança uma forma de me expressar com alegria e emoção. Com o tempo, novas responsabilidades surgiram, e precisei deixar essa paixão um pouco de lado. No entanto, ela continua viva dentro de mim, como uma chama acesa que ainda espero reacender plenamente.</p><p>Hoje, busco conciliar meus papéis como mãe, esposa, mulher e estudante, com o desejo de resgatar minhas raízes e contribuir, por meio da educação, para transformar vidas com afeto, empatia e respeito pelas histórias de cada criança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 16:52:07 UTC</pubDate>
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         <title>A fatídica era do Karatê!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá pessoa! Eu me chamo Debora, estou com vinte e seis anos de idade e esta é a minha segunda gradução. Nascida em Guaçuí, na Serra do Caparaó, aos dezesseis anos vim de mudança para Vargem Alta, e a partir daí se iniciou meu recomeço.</p><p>Bom, a foto que estou compartilhando é de quando eu praticava Karatê Shotokan, nunca gostei não, teve uma época que eu ficava com a turminha dos pequenos e eu já era adolescente, além de eu ser a única menina daquela academia. Modéstia parte, eu era a melhor aluna de lá, claro, só tinha eu, mas eu sempre era elogiada pela minha performasse no tatame, a base, montar guarda, memorizar a sequencia dos movimentos, e meu ponto mais forte era na hora de fazer sombra, é como uma luta mesmo, enfrentando um adversário, mas não pode encostar no outro. Nessa mesma época meu joelho acabou por sair do lugar, do nada ele simplesmente torceu e acabou por gerar um certo trauma, não tenho confiança de voltar a praticar um exercício que exija mais do meu físico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 16:58:32 UTC</pubDate>
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         <title>Laços de Alegria e Afeto : Memórias de corpo ...</title>
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         <description><![CDATA[<p>Bom nessa foto eu retrato um momento de conexão e felicidade entre as  crianças e eu , uma figura adulta que claramente compartilha de sua energia e carinho. O círculo formado por nossos rostos sorrindo , transmite união, confiança e espontaneidade — como se o tempo tivesse parado para registrar um instante de amor genuíno. É a celebração da infância, da amizade e da presença acolhedora de alguém que guia com o coração. Uma lembrança que reflete vivências cheias de risos, aprendizados e companheirismo. Essa foto é mais do que um registro bonito — ela carrega a essência de quem eu sou. No meio de tantos sorrisos sinceros, estou eu, com o coração cheio de orgulho, amor e gratidão. Estar cercada por essas crianças incríveis é viver a leveza da infância, a força da conexão e o poder do afeto.</p><p>Cada olhar nessa imagem é um reflexo do vínculo que construímos juntos: de cuidado, confiança e momentos compartilhados. É nesse espaço que eu me redescubro, que aprendo tanto quanto ensino, e onde meu propósito ganha sentido. Mais do que guiar, eu escolho caminhar ao lado deles — celebrando cada riso, cada abraço e cada nova memória que criamos juntos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 18:22:19 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo e dos meus ( quase nada) movimentos. </title>
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         <description><![CDATA[<p>      Me chamo Lídia, sou natural de Iúna e, além de atuar na educação como cuidadora, também faço parte do ministério infantil da minha Igreja. </p><p>     O porque esses fatos são importantes? Em meu texto faço um paralelo de que nunca fui adepta a exercícios físicos e que "Na escola, por exemplo, enquanto todos amavam a educação física e tinham ela como matéria preferida, eu simplesmente detestava ir para a quadra e preferia história ou geografia. Era ruim em tudo quanto é esporte ou atividade proposta!"  Então ai está meus amigos e eu no canto da quadra, fugindo de mais uma aula por alegar que o dia estava frio demais para praticar educação física. </p><p> Mas... Como a vida é uma caixinha de surpresas, hoje preciso utilizar muito o corpo e entendo a importância dele no ensino. "Utilizo muito o corpo e os movimentos para fazer gestos e atrair a atenção dos pequeninos. A gente pula, roda, bate palma e bate o pé... As vezes meio fora do ritmo, mas tudo bem... O importante é estar junto com as crianças!"</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 18:33:09 UTC</pubDate>
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         <title>“Memórias do corpo</title>
         <author>laryssaalvesvianna001</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá me chamo Laryssa,  nasci na vila do Itapemirim, atualmente  moro no distrito de Itaipava, lembro da infância que eu era uma menina Quando olho essa foto, é como se uma parte da minha infância despertasse dentro de mim. Eu, com minha bicicleta azul e amarela, minhas meias listradas que pareciam ter vontade própria, e aquele olhar meio sério, meio curioso, pronta para descobrir o mundo ao meu redor.Eu era puro movimento. Pedalar era mais do que brincar — era sentir o vento no rosto, era imaginar que eu podia ir até onde quisesse. Cada pedalada era uma conquista, cada curva uma nova aventura. E o mais bonito é saber que meu corpo ainda guarda essas lembranças, mesmo tantos anos depois.Lembro do chão de terra, das plantas ao redor, da liberdade de poder estar ao ar livre, vivendo com intensidade cada momento. O corpo aprendia sem perceber: o equilíbrio, a direção, a coragem de cair e levantar. Tudo era aprendizado, mas sem pressa, sem cobrança — só vivendo.Essa foto é mais que uma lembrança. É uma marca da menina que eu fui e que ainda vive dentro de mim. Uma menina que gostava de explorar, que era cheia de vida, que carregava no corpo e no coração a alegria das coisas simples.Hoje, entendo que meu corpo conta histórias. Ele guarda as quedas, os abraços, os risos, o calor das tardes e a alegria de pedalar sem rumo. Cada parte de mim carrega um pouco daquela Laryssa pequena, de cabelo cacheado e fita rosa na cabeça, que sabia encontrar felicidade nas menores coisas.</p><p>E é por isso que lembrar da infância é também um gesto de carinho comigo mesma. É lembrar de onde vim, do que me fez crescer, e de como o corpo, em movimento, me ensinou a viver.Aos meus 24, olho para essa foto e vejo mais do que uma criança em cima de uma bicicleta. Vejo os primeiros passos de liberdade, o vento no rosto e o coração leve. Uma lembrança viva de que a essência daquela Laryssa ainda mora aqui, cheia de sonhos e coragem para seguir pedalando pela vida.”</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 18:44:35 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Meu corpo, minhas memórias&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Lhorrana, nasci em iconha, atualmente moro no distrito de Itaipava, Naquela época eu era só uma menina com os pés descalços na terra e o coração cheio de festa. Meu nome era Lhorrana, mas naquele dia da foto, eu era uma pequena aventureira de vestido com franjas, sorriso aberto e um chapéu maior do que a cabeça. Era festa junina na escola, e eu me sentia a personagem principal de um mundo encantado.</p><p>A câmera capturou mais que uma imagem  guardou um instante de pura alegria. O sorriso espontâneo, os olhos brilhando curiosidade, e a sensação boa de ser criança, de estar ali, presente, sem pressa.</p><p>Eu ainda lembro do som das músicas, da correria entre bandeirinhas coloridas, do cheirinho de milho cozido no ar. Aquela roupa caipira pinicava um pouco, mas nada disso importava. O que ficou foi a leveza daquele dia, o carinho de quem me arrumou, e o brilho que nem o tempo conseguiu apagar.</p><p>Hoje, quando olho pra essa menina, vejo mais que uma lembrança. Vejo a raiz de tudo que sou. Ela ainda mora em mim rindo fácil, sonhando alto, e sempre pronta pra dançar mais um pouquinho.</p><p> e quando penso na minha infância, meu corpo se enche de lembranças que nem sempre consigo explicar. Tem cheiros, sons e sabores que ainda vivem em mim  mesmo que o tempo tenha passado.</p><p>Lembro das minhas pernas pequenas correndo pelo quintal, do vento bagunçando meu cabelo, da sensação da terra fria nos pés descalços. Lembro das vozes da casa, das noites em que o colo da minha mãe era o lugar mais seguro do mundo.</p><p>Naquele tempo, o mundo parecia enorme, mas ao mesmo tempo cabia inteiro nos meus olhos curiosos. Eu dançava sem música, falava com bonecas como se fossem gente de verdade, e acreditava que qualquer coisa podia acontecer.</p><p>A infância deixou marcas em mim não só nas cicatrizes dos tombos, mas nas memórias que aquecem o peito. Marcas de afeto, de cuidado, de invenção. Meu corpo guarda tudo isso. Porque, no fundo, ser criança foi a primeira forma que tive de ser quem sou. Hoje, aos 22 anos, olho pra essa foto e me reconheço. A menina do chapéu grande e sorriso iluminado ainda vive em mim. Cresci, mudei, aprendi… mas continuo sendo essa mesma Lhorrana sonhadora, que carrega nas memórias a leveza da infância e a força de seguir em frente.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 18:45:22 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
         <author>cristiane_desa</author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Cristiane. Moro em Montanha.</p><p>No momento não tenho foto de minha infância.</p><p>Sempre tive contato com  muitas crianças. Tenho mais 5 irmãos. E na minha infância sempre brincava de queimada, amarelinha, pique esconde, pega-pega com com meus irmãos e os filhos dos vizinhos. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 19:17:42 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de infãncia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>olá galera! tudo bem, sou Lucas Alves Ferreira. Nasci em Aimorés-MG no dia 13/05/1992, vivo aqui até hoje  nessa região calorosa que é. sempre fui criado muito solto na rua com meus colegas e amigos, tive uma boa infãncia poderia dizer, essa foto representa um aniversário de um primo meu. foi Ó Aniversário, lembro até hoje, sou oque estar atrás fazendo uma bola de chiclete. como queria voltar nessa época e ficar lá mas alguns anos de vida, como passa rápido nossa infãncia e nem percebemos a importançia dela. Eu devo ter ai nessa foto uns 8 anos de idade, e tinha uma energia que era dificil me acompanhar, fazia muita arte e muita bagunça. Meu corpo era bem saudável, como ainda sou, mas hoje mediante aos anos que se passaram não tenho mas tanta energia assim, normal, a vida é assim agente nasce e depois vai envelhecendo, e o corpo vai sentindo os efeitos dessas experiências no decorrer da vida. Então é isso um pouco de mim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 22:08:56 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do Corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Zequiele e cresci em Itaipava, lugar onde minhas primeiras memórias corporais tomaram forma entre brincadeiras simples, mas cheias de significado. Lembro com carinho das tardes em que brincava de pique, boneca e escolinha – atividades que, além de movimentar meu corpo, alimentavam minha imaginação e meu jeito de me relacionar com o mundo.</p><p>Na escola, o corpo também era presença constante. Foi lá que descobri a queimada, esporte que me ensinou a trabalhar em equipe, ter disciplina e respeitar limites. As aulas sempre foram momentos especiais para mim, principalmente quando aprendi a ler — uma conquista que marcou não só minha mente, mas também meu corpo, que sentia orgulho e alegria por cada nova descoberta.</p><p>Hoje, continuo em movimento, mas de formas diferentes. Gosto de pedalar, sentindo o vento no rosto e o corpo em sintonia com o caminho. Ao mesmo tempo, valorizo os momentos de tranquilidade em casa, onde posso respirar, relaxar e estar comigo mesma. Percebo que meu corpo é um lugar de histórias, memórias e equilíbrio — uma ponte entre o que fui e o que sou.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 01:02:24 UTC</pubDate>
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         <title>LUGAR DE ACONCHEGO   COM A FAMILIA:      MEMORIAS DO CORPO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá  pessoal  meu nome e Nilza, tenho 52 anos, nasci em São Geraldo de Mantenópolis E.S,  lugar onde vivi toda minha infância, adolescência. Nesta foto traz grandes memorias da minha infância local  onde brincava com a sobrinha de pega-pega, pique-esconde, era momentos que me traziam muita alegria . Lembro -me das tardes ensolaradas em que andava descalço pelo quintal da casa dos meus pais,  sentido a textura da terra sob os pés e o vento no rosto. Eu era muito simpática com as pessoas e conversava com todos, buscando, através das palavras e gestos, uma conexão profunda com quem estava ao meu redor. Adorava brincar de pega-pega, pique-esconde, fazer comidinha e jogar queimadas, atividades que me proporcionavam alegria e me permitiam explorar minha criatividade. Também gostava de pular corda e participar de jogos como roubar bandeira, que me estimulavam a testar meus limites e a me divertir com amigos. Durante minhas brincadeiras de criança, já caí muito e ralei várias partes do corpo, acumulando cicatrizes que se tornaram marcas das minhas aventuras e testemunhas do meu aprendizado sobre os limites e as superações físicas.</p><p>Na escola, meu corpo encontrou novos desafios e possibilidades. Nas aulas de Educação Física, aprendi a coordenar meus movimentos em jogos coletivos, a me superar em corridas e a explorar minha agilidade em atividades como jogar queimada, pular corda e roubar bandeira, que me conectava com agilidade e energia do corpo. </p><p>No pátio, durante o recreio, meu corpo era pura energia, brincando de belisco, amarelinha, pular elástico, correndo entre amigos, trocando risos e compartilhando momentos de liberdade. Essas experiências não apenas fortaleceram meu físico, mas também moldaram minha sociabilidade e cooperação, me ensinando desde cedo o valor da equipe e da amizade, além de me ajudar a compreender a importância do respeito mútuo e da convivência com o outro.</p><p>A adolescência trouxe novas percepções corporais e desafios internos. Entretanto, também foi um período em que a insegurança em relação à aparência física se manifestou, influenciada pelos padrões sociais e pela busca incessante por aceitação. O reflexo no espelho parecia me mostrar uma versão de mim que eu não reconhecia completamente, um jogo entre identidade e expectativa. Nessa fase, comecei a ter responsabilidades em casa, ajudando minha mãe nas tarefas diárias. Eu fazia comida e levava na roça para os trabalhadores do meu pai, e à tarde ia para a escola estudar. Esse equilíbrio entre trabalho, estudo e responsabilidades familiares me fez desenvolver resiliência e apreço pela capacidade do meu corpo de lidar com múltiplas exigências. Além disso, comecei a me cuidar e a me preocupar mais com a aparência, dedicando tempo ao cabelo, colocando rolinhos e bobs, e começando a usar maquiagens, tentando me sentir mais confiante. Ao refletir sobre minha trajetória corporal, percebo que cada movimento, cada experiência, cada dor e alegria moldaram o corpo que sou hoje. Ele carrega não só as cicatrizes físicas, mas as psicológicas também, lembrando-me das lutas, das vitórias e das lições que aprendi ao longo do caminho. E, assim, sigo em movimento, aprendendo, sentindo e vivendo através desse corpo que me conecta ao mundo, às pessoas e às múltiplas dimensões da minha existência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 01:35:40 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Marcas de um Amor Infinito&quot;
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou Weslani, tenho 25 anos, moro no assentamento Nova Conquista com meu esposo e meu filho, fruto do meu primeiro relacionamento. Sempre vivi próximo à comunidade Brunelli, onde construí minhas primeiras memórias com o corpo em movimento.</p><p>Desde criança, fui ativa. Brincava descalça no terreiro, corria, subia em árvores e explorava o espaço ao meu redor com liberdade. Na escola, me sentia muito bem com meu corpo. Participava de todas as aulas de Educação Física com entusiasmo, praticava corrida, jogava vôlei, futebol e era destaque na queimada. Nunca tive vergonha do meu corpo e ninguém nunca fez comentários negativos.</p><p>Na adolescência, mesmo com as mudanças naturais do corpo, mantive meu gosto pelas atividades físicas. Sempre fui magra e não tive grandes alterações físicas até a gestação do meu filho. Durante esse período, ganhei 10 quilos, meu corpo se transformou para gerar uma vida e, como resultado, surgiram estrias. Após o parto, recuperei o peso, mas as marcas ficaram como símbolo dessa fase intensa e especial.</p><p>Hoje, meu corpo continua sendo instrumento de ação e cuidado. Trabalho como cuidadora em uma escola, estudo Pedagogia e cuido da minha família. Levo comigo as lembranças do corpo que correu, brincou, gerou vida e aprendeu a se adaptar com o tempo.</p><p>Cada fase deixou marcas e ensinamentos. Meu corpo é a história viva da minha caminhada, feito de movimento, lutas e conquistas, sempre pronto para o que ainda está por vir.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 01:51:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Paula Bicalho Herculano, tenho 29 anos e sou recém formada em Administração, atualmente estou estudando pedagogia e tentando me aprimorar nesse novo contexto educacional. Sou apaixonada pelo contato com a natureza, amo cachoeiras, serras e lugares tranquilos. Deixo essa foto como memória afetiva com contato com astro rei, vulgo sol. Toda a plenitude da natureza e seus exemplares me fazem lembrar da minha insignificância e imensidão da criação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 02:02:23 UTC</pubDate>
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         <title>Mosaico de memórias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3397416034</link>
         <description><![CDATA[<p>Minha infância foi simples, vivida num lugar distante da cidade, onde as fotos eram raras, mas as lembranças... ah, essas moram vivas em mim. Uma das que mais guardo com carinho foi minha primeira visita ao Convento da Penha. Eu tinha só 5 anos, mas lembro como se fosse hoje.</p><p>A subida foi uma aventura — cada passo parecia mágico. Eu olhava tudo com os olhos bem abertos, como quem descobre o mundo. Quando entrei no convento, fiquei fascinada com aquela imagem tão grande e com uma senhora que rezava ali em silêncio. Eu não sabia muito o que significava, mas sentia algo bonito, forte.</p><p>E então, lá do alto, eu vi o mar pela primeira vez. Foi de tirar o fôlego. Tudo era azul, com navios lá no fundo e uma cidade que parecia sumir no horizonte. Meu corpo pequeno, naquele instante, se encheu de um sentimento que não sei explicar direito — talvez liberdade, talvez deslumbramento... ou só aquela sensação boa de saber que o mundo é muito maior do que a gente imagina.</p><p>Essa lembrança mora em mim até hoje. Ela me lembra que, mesmo com pouco, vivi coisas que me fizeram sentir imensa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 13:11:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3397416064</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal, sou o Célio Moacir, estudante do curso de Pedagogia - Polo Aracruz. Uma lembrança que me veio foi o dia de tirar foto, isso nos anos 80.  Nesse dia, minha vó me levou para tirar fotos, era um momento festivo para a época, pois fotos eram ainda uma raridade, por não haver tanta tecnologia quanto hoje. Estou ali com o meu corpo estático esperando o click da foto[… ]pela minha cara, não estava me sentido muito confortável [...] rsrs, coisas de criança que provavelmente queria brincar ao invés de ficar parado. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 13:11:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Corpo em Movimento: Memórias de uma Infância na Água
</title>
         <author>assiriaggadv</author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Assíria e atualmente tenho 27 anos. Desde pequena, meu corpo sempre foi leve e miudinho. Entre os 5 e 8 anos de idade, a natação era quase diária na minha vida — uma atividade que me acompanhava mesmo eu não sendo a maior fã de esportes. Apesar disso, na adolescência, a educação física na escola nunca me atraiu muito, e as limitações trazidas pela arritmia cardíaca me impediram de praticar atividades que exigiam muito esforço, como correr — algo que eu realmente gostava de fazer.</p><p>Mesmo com essas restrições, nunca deixei de me movimentar. Na escola, eu estava sempre nas danças das apresentações, mesmo sabendo que não tinha tanto “jeito” assim. Dançar era — e ainda é — uma forma de me expressar e me divertir. Hoje em dia, continuo preferindo atividades mais individuais, como a musculação, e continuo amando nadar e dançar, do meu jeito, no meu ritmo.</p><p>Essas memórias mostram como o corpo sempre esteve presente na minha trajetória, não só como algo físico, mas como parte da minha história, dos meus gostos e limitações. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 14:34:08 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do tempo de escola</title>
         <author>elianalepaus</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, Eliana Lepaus aqui, essa foto reflete exatamente meus sentimentos nesse tempo de escola, alegre, espontânea, mente bagunçada pela violência doméstica que minha família e eu sofria por meu pai, porém na escola era meu mundo feliz, onde estudava pela manhã e a tarde, ia correndo para escola pois as professoras nos deixava pegar na mão dos da primeira fila, os alunos do primário e levar até a sala de aula, ir buscar o apagador e giz para professora e só sair dali quando elas me mandavam ir para casa, eu brincava de pique pega, queimada, amarelinha, elástico, essas memórias acabei de resgatar, essa parte feliz é maravilhosa, naquele tempo as coisas eram fácil não para tirar essa foto, ir a passeios eu vendia avon pois havia uma adulta que me deixava vender em nome dela dona Helena, eu fazia rifas, e até ajudava meu pais as vezes, nessa idade fui até a garagem são geraldo sozinha e a pé pedir emprego, mas falaram que só maior de idade, eu queria de alguma maneira ter alguma condição para quem sabe ajudar minha mãe naquela fase ruim, na escla eu era eu mesma e feliz,gratidão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 15:03:54 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias afetivas</title>
         <author>rayani_geo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nessa foto eu tinha 5 anos. Sempre gostei muito de estudar, aprender coisas novas. E essa foto foi tirada na escola no período de dia do estudante, sendo que os alunos montavam o cenário com os objetos que eles queriam. Eu escolhi esses porque sempre gostei de Geografia. Hoje 30 anos depois sou professora de Geografia e guardo essa foto com muito carinho. Ela mostra que trilhei o caminho certo e quando queremos algo devemos correr atrás que o destino se encarrega do resto. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 15:41:48 UTC</pubDate>
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         <title>Memorias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi meu nome é Michele tenho 38 anos. Estou compartilhando essa foto de quando eu era adolescente. Tive uma adolescência tranquila, tenho muitas saudades dessa época. A minha infância foi muito boa também, brinquei muito, peguei uma época aonde as crianças podiam brincar na rua, então corríamos muito, brincávamos de pega pega, esconde esconde, pulávamos elástico .</p><p>Já na adolescência minha paixão foi joga handebol, joguei até meus 19 anos. Então sempre fui muito ativa, meu corpo estava em constante movimento, nunca gostei de fica parada, sempre estava procurando algo para fazer , hora estava andando de bicicleta, hora estava brincando de queimada etc. Tenho muitas saudades dessas épocas, porque meus pais sempre foram presentes na minha vida e a dos meus irmãos, e eles tiravam tempo para brinca com agente, e eles nos proporcionaram que nos vivêssemos cada faze de acordo com a idade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 16:41:47 UTC</pubDate>
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         <title>Infância</title>
         <author>merielyrpimenta1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Desde a infância, meu corpo sempre foi uma extensão da liberdade que eu sentia – correndo, brincando, subindo em árvores. Nessa fase, também vivi momentos marcantes: fiz a catequese e a primeira eucaristia na mesma igreja em que fui batizada, representada pela foto que mandei. Lembro com carinho das vezes em que eu ia a pé para a Igreja de Santa Luzia. Todo ano tinha a festa da comunidade, e participar dela era algo muito especial. Era um momento de encontro, de alegria coletiva, que também deixava memórias no corpo, seja pelas danças, pelas caminhadas ou pelas emoções vividas.</p><p>Com 11 anos, mudei para o centro de Afonso Cláudio, vivi momentos que me fizeram passar por grandes transformações. A mudança de ambiente, as novas vivências e os desafios daquela fase marcaram meu corpo e minha forma de ver o mundo. Cada experiência deixou uma marca que contribuiu para o meu crescimento.</p><p>Na vida adulta, percebi que o corpo também sente o peso das emoções — conquistas, frustrações, cansaços. Com o tempo, aprendi a respeitá-lo, ouvir seus sinais e entender seus limites.</p><p>Hoje, reconheço que meu corpo carrega minha história, com todas as marcas, memórias e aprendizados. Ele é parte essencial de quem eu sou, e sou grata por tudo que ele me mostra — até pelas cicatrizes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 17:29:02 UTC</pubDate>
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         <title>Um momento feliz: Memórias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Minha família era composta por meus pais, meus três irmãos e eu. Durante minha infância, meus pais brigavam muito, até que se separaram, o que dividiu nossa família. Meus irmãos mais velhos ficaram com minha mãe, e eu fui morar com meu pai e outro irmão. Foi um momento muito difícil e doloroso para todos nós. Com o tempo, conseguimos superar parte da dor e dos traumas causados por essa separação. Na infância, também enfrentei problemas de saúde. Sofria com reumatismo no sangue e precisava de acompanhamento médico frequente. Passei por internações e tratamentos dolorosos, mas, com fé, creio que fui curada por Deus, e nunca mais senti aquelas dores.</p><p>Sou natural de Governador Valadares, MG. Após a separação, minha mãe se mudou para Vitória, ES. Nas férias escolares, eu e meus irmãos íamos visitá-la. Em uma dessas viagens, conheci quem viria a ser meu esposo. Casamos quando eu tinha 18 anos. Hoje, temos três filhas e construímos uma vida juntos. Moramos em Vitória, onde também vivem meus irmãos. Aqui criamos nossas raízes e, apesar das dificuldades, alcançamos muitas conquistas como moradia, trabalho e estabilidade.</p><p>Só terminei o ensino médio depois de casada, mesmo enfrentando o desafio de cuidar de crianças pequenas. Mais tarde, fiz um curso técnico de enfermagem e me formei, embora nunca tenha atuado na área. Ainda assim, os conhecimentos que adquiri continuam comigo e me ajudaram a crescer pessoalmente.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 18:33:58 UTC</pubDate>
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         <title>Meu momento escolar.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Oie! Me chamo Luciana, nasci em Vitória, e atualmente moro na Serra. Escolhi minha foto com 8 anos, uniformizada, e no pátio da Escola.&nbsp; Aqui destaco esse meu registro na Escola por ser uma ambiente que eu acredito que mais conseguia me expressar pelo meu corpo em movimento, com atividades que eu amava que era a educação física, as aulas de artes, e os momentos brincadeiras e interação social que neste ambiente eram riquíssimos para o desenvolvimento e comunicação corporal por meio da relação interna e externa do movimento. Entre outros momentos de benefícios para esses desenvolvimentos, era nas apresentações musicais com peças teatrais que os professores incentivam os alunos, onde era proporcionado que nosso corpo pudesse se movimentar e se conectar entre corpo e mente e assim surgir a comunicação/linguagem corporal, e aprimorando também a organização espacial e imagem corporal.  :)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 18:51:09 UTC</pubDate>
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         <title>Meu corpo e suas memórias em movimento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá meu nome é Júlia nasci e cresci na cidade de PINHERIOS ES A história  do meu corpo se inicia começando nas lembranças da minha  infância ,quando me lembro que aproveitei o máximo da minha liberdade que tive pois foi vários momentos marcantes cresci brincando na ruas das cidades de pinheiros ,jogando queimada , esconde esconde tomava banho de piscina finais de semana da  casa da amiga ,viajava eu adorava as aulas de educação física pois eu dava meu melhor na pratica  Desde a infância, meu corpo sempre foi um meio de expressão e descoberta. Nas brincadeiras de rua, correndo descalço, senti a liberdade do movimento. Na escola, meu corpo ocupava diferentes espaços: na sala de aula, atento e curioso; no pátio, entre risos e jogos; nas aulas de Educação Física, desafiando limites e descobrindo habilidades.</p><p>Na adolescência, o corpo se tornou palco de inseguranças e aprendizados. As marcas das experiências – quedas, cicatrizes, abraços  moldaram não apenas minha pele, mas também minha identidade. A dança, o esporte e até os momentos de imobilidade fizeram parte da minha jornada.</p><p>Hoje, percebo que meu corpo carrega memórias vivas, sensações e histórias que me constituem. Ele é minha conexão com o mundo, meu instrumento de expressão e presença. Cada movimento, cada experiência, faz parte de quem sou e de como me relaciono com os outros.</p><p>Hoje a minha vida atualmente se baseia mas menos desse mesmo tipo gosto de diversões eu trabalho em uma Escola onde também tem várias brincadeiras onde eu me /ingresso na área e me divirto juntos com meus alunos</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 18:55:28 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo - Relembrando a infância</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal! Me chamo Fátima, nasci em Domingos Martins no ano de 1996. Passei toda a minha infância no sítio dos meus pais. Tenho um irmão que é apenas um ano mais velho do que eu. Fazíamos muita bagunça juntos. Tomávamos banho de rio, subíamos nas arvores para pegar frutos e corríamos atrás dos bois.</p><p>Os nossos vizinhos eram meus tios e os meus avós. Nos fins de semanas os primos se reuniam na casa dos meus avós e lá a diversão era certa. Brincávamos  de pique esconde, pique pega, bola e a nossa brincadeira favorita era andar de bicicleta. Apostávamos corrida de bicicleta e, sentir o vento no rosto, o coração acelerado, a sensação de liberdade, a emoção de acelerar, o medo de cair e a alegria de levantar. O joelho ralado era como um troféu da coragem.</p><p>Hoje, ao olhar para trás, vejo que cada risada, cada corrida, cada joelho ralado foram pequenos capítulos da minha história. O sítio, os primos, as bicicletas—tudo era mais do que brincadeira, era aprendizado, era crescimento.</p><p>O vento no rosto ainda traz lembranças daqueles dias despreocupados, e mesmo que a infância tenha ficado para trás, a sensação de liberdade nunca se perdeu. Porque, no fundo, ainda sou aquela criança que aprendeu a cair, a levantar e, acima de tudo, a seguir pedalando.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 19:02:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memórias do corpo - Bicicleta com asas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Desde cedo, meu corpo se viu desafiado de formas que não imagino serem comuns. Quando tinha apenas 9 meses, um acidente fez com que eu quebrasse o fêmur direito. Como resultado, fiquei com as duas pernas imobilizadas por um tempo. Minha mãe sempre conta que, mesmo com essa limitação, eu não deixei de tentar me mover. Em vez de chorar ou ficar parada, eu comecei a me arrastar pelo chão, usando minhas omoplatas para me impulsionar. As omoplatas acabaram ficando um pouco feridas, mas eu seguia em frente, aprendendo a me deslocar de outra forma. Mesmo nas primeiras interações com o mundo, meu corpo já estava se ajustando, de maneira simples, mas firme, a uma nova realidade. Como morava no interior com meus avós, a bicicleta foi um verdadeiro símbolo de liberdade para mim. Fui presenteada por uma patroa da minha mãe com a minha primeira bicicleta, e ela foi, sem dúvida, meu passaporte para a diversão. Apesar de não ser uma grande ciclista e de não ter grande habilidade, eu adorava sair pelas ruas do bairro, explorando e me distraindo, muitas vezes sozinha, mas sempre com a sensação de que a bicicleta me dava asas. Era como se o mundo se abrisse para mim sempre que eu montava nela, e a sensação de movimento fazia meu corpo se sentir mais leve e livre.</p><p>Com a Gravidez, 23kg de ganho, tornei-me apenas mãe em tempo integral e esqueci do resto, até um fim de semana, meu esposo convidou para dar uma volta no bairro de bicicleta, acelerei a pedalada, e por um instante, senti aquela sensação que não sentia há muito tempo: a menina lá do interior, lá atrás, voltando, conseguindo se mover de novo, se espremendo entre todas as responsabilidades que a vida colocou no caminho. Ninguém, nem meu esposo, percebeu a intensidade do que eu senti, mas agora, escrevendo isso com lágrimas nos olhos, vejo o quanto deixei de lado o cuidado com o meu corpo. Eu simplesmente não o valorizava o suficiente. Fui limitando o que ele podia fazer por mim, sem perceber. E, naquele instante, ao acelerar a bicicleta, percebi que talvez, no fim das contas, eu tenha me distanciado do meu próprio corpo, esquecendo o quanto ele é capaz de me levar a lugares, literalmente e figurativamente</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 19:45:25 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades que ficam na lembrança.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, pessoal! Me chamo Lorraine e moro no em Afonso Cláudio.</p><p>Na fotografia acima eu estava cursando a 1ºsérie do fundamental I, e essa era minha turma. Mesmo tendo nascido numa época considerada mais tecnológica, eu não tive os privilégios de poder tirar fotos nos momentos especiais da minha vida. É uma grande sorte eu ter algumas fotografias do passado e fico muito agradecida por possuí-las. </p><p>Resolvi falar sobre essa foto devido a atividade que foi realizada nesse mesmo dia. Logo atrás de mim, tem um varal com diversas marcas que nós estudantes havíamos trago de casa. Ah, foi tão legal essa atividade naquela época, principalmente pelo fato da família ter nos ajudado essa missão. Recordo-me muito bem do dia que a professora Madalena nos deu a missão de levar no outro dia um papel/plástico de uma marca existente. </p><p>Essa atividade para uma turma de 1ºsérie(era assim que dizíamos na época) foi muito interessante, pois além de unir a família em uma atividade de casa, fez com que nós estudantes pudéssemos nos mostrar pró ativos.</p><p>De lá pra cá, a educação foi uma área que sempre me chamou atenção. Até que no final de 2018 (ano que terminei o ensino médio), já dei entrada na minha matrícula para cursar licenciatura em História. </p><p>Foram tempos difíceis pois a condição financeira da minha família era baixa, e conseguir chegar a fazer uma licenciatura na minha família era um sonho que passava bem distante, mas graças ao esforço que eu e minha família fizemos, consegui bolsa de estudos 100% para conseguir dar forma nesse sonho. </p><p>Atualmente estou fazendo minha segunda graduação, que é essa em percurso e já tenho meu emprego que tanto almejei.</p><p>Apesar de tanta luta e esforço, cada passo que eu dei é uma memória que fica em minha mente e coração, e sei, que esses acontecimentos considerados difíceis, fizeram parte do processo para eu me tornar essa pessoa realizada que me considero atualmente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 19:57:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Meu corpo conta minha História: Memórias do corpo.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Alessandra, tenho 27 anos, nasci e cresci em Vargem Alta,</p><p>Minhas lembranças de quando criança é que eu sempre gostei muito de brincar. Carrego algumas cicatrizes de momentos mais intensos, como o dia em que tentei pular corda usando uma blusa de frio – claro que essa ideia não deu certo, caí e acabei levando pontos na boca. Ou aquela vez em que caí de queixo em uma pedra; as marcas ainda estão comigo até hoje.</p><p>Tive uma infância muito boa, brinquei muito com minhas irmãs e primas. Quando podia sair, subia em pés de fruta, pulava dormentes e aproveitava ao máximo, não tenho tantas recordações dessa época, mas do pouco que lembro, sei que foi cheia de brincadeiras e momentos felizes. Na adolescência, minha vida seguiu de forma tranquila, gostava de jogar vôlei e queimada na rua depois da escola – momentos que me trazem boas lembranças.</p><p>Hoje, olhando para quem eu sou, vejo as marcas do tempo – não só as cicatrizes visíveis, mas tudo o que ficou guardado dentro de mim, todas essas vivências viraram lembranças, meu corpo carrega momentos bons, momentos difíceis, pois nem tudo são flores, no entanto, meu corpo conta a minha história.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 20:02:32 UTC</pubDate>
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         <title>Minhas Memorias </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3397662296</link>
         <description><![CDATA[<p>Vamos lá!&nbsp; Eu sou Ana Dalva, quando&nbsp;&nbsp; comecei estudar tinha 07 anos&nbsp; &nbsp;em uma escola na zona rural, era uma precariedade que dava dó, sempre faltava o básico , a merenda&nbsp; muita das vezes era doada pelas famílias , o material&nbsp; escolar&nbsp; era sempre doado pela prefeitura , os professores maravilhosos , porém&nbsp; rigorosos, sempre exigindo o melhor de nós. Naquela época, o professor não era apenas educador, faxineiro e também merendeiro, cuidando para que ninguém ficasse sem sua refeição. Ah, e o recreio... quanta saudade das brincadeiras. &nbsp;Era um momento muito especial, onde corríamos, ríamos&nbsp;&nbsp; e nos divertíamos&nbsp;&nbsp; sem preocupações. Cada lembranças, fase carrega um pedaço da minha história, cheia de desafios, mas também&nbsp; de momentos inesquecíveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 20:13:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Oie, eu me chamo Karine, sou de Jaciguá e sou professora de física desde 2022, formei pela Ufes e atualmente trabalho em uma escola de Cachoeiro de Itapemirim. </p><p>Vivi minha infância aqui em Jaciguá mesmo , me recordo com carinho das<br>brincadeiras no terreirão  do Ferraço que era perto de casa, onde eu e meus amigos passávamos horas deslizando de patins, correndo e jogando futebol. Foi ali que machuquei uma verruga que tinha no joelho. Aquele pequeno sinal que já fazia parte de mim tornou-se uma ferida dolorosa ao eu cair. Mas, mesmo assim, eu não parava de brincar. A dor passava, mas a diversão era eterna. A cicatriz no<br>joelho me lembra da criança cheia de vida que eu fui. Outra memória<br>afetiva vem das horas de jogo na escola. Jogar pique-pega no pátio era uma de<br>minhas atividades favoritas, correndo sem medo de errar. Um dia, no entanto, a<br>brincadeira resultou em um tombo feio, onde ralei meus joelhos e mãos. Lembro me do choro e, logo em seguida, da rápida decisão de me levantar, pois a<br>diversão não poderia parar. A queda me deixou uma cicatriz, mas também a doce<br>lembrança da minha infância, isto é um pouquinho das minhas memórias de minha infância que compartilho com vocês  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 20:33:48 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do Corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sempre fui uma criança ativa, brincava na rua até às 22hs isso porque mamãe tinha que ir nos buscar com a varinha para irmos pra casa. Andava de bicicleta, brincava de casinha, pique esconde, estrear a cela, queimada, dentre outras brincadeiras. Na adolescência veio a fase do vôlei na quadra do bairro, era diversão aliada ao exercício físico. </p><p>Atualmente me encontro gestante e a minha relação com o corpo está bem mais cuidadosa, cheia de restrições alimentares e cuidados além do normal, mas acredito que seja o que mais quero fazer neste momento, cuidar de onde mora o meu bebê.  Cada mudança necessária e nítida é um indício que o meu bebê está cada dia mais nutrido, saudável e crescendo, essa tem sido minha felicidade diária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 20:35:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Superação: Minha na atividade fisica.</p><p><br/></p><p>Olá, meu nome é Daiane Correa De Jesus Estancane, nasci em Cachoeiro Do Itapemirim e resido em Itapemirim a 6 anos.</p><p>Sou mãe de 3 filhos, casada, trabalho como merendeira e faço parte do polo Itapemirim.</p><p>A seguir deixarei uma memória que pra mim é muito importante,minha relação com meu corpo e minha saúde mental.</p><p>Eu sempre gostei de esportes,atividades etc, sempre gostei de movimentar meu corpo, e sempre busquei algo que me deixasse mais confiante em mim mesma.</p><p>Sempre gostei de academia,andar de bicicleta,caminhar,futebol,nadar etc..</p><p>Mais foi o Muay thai que me deixou mais realizada, mesmo com todo cansaço, esforços, e dores (kkkkkkkk) eu amo lutar.</p><p>E  foi através da luta que consegui vencer as crises de ansiedade, então o muay thai é SIM uma memória da qual me sinto feliz em compartilhar com todos.</p><p>Hoje me vejo mais confiante, mais determinada em todas as etapas da vida,até mesmo no meu curso que sempre foi um sonho, e hoje estou tendo a </p><p>oportunidade de realizar, graças a Deus.</p><p>Sigo determinada a continuar construindo meu castelo de aprendizagem,com uma saúde ( fisica e mental) saudável e equilibrada, respeitando sempre meus limites,mas sem preguiça de continuar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 20:36:57 UTC</pubDate>
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         <title>Mosaico de Memórias: Memórias da Infância</title>
         <author>yuripgamer</author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Yuri Possimozer, tenho 21 anos e moro na cidade de Baixo Guandu-ES.</p><p>Quando criança, era muito curioso e cheio de energia; tinha tempo para brincar, conversar e também aprontar.</p><p>Minha história começa em 2003, ano de meu nascimento. Por nossa casa estar localizada na zona rural, não tive muito contato com tecnologias quando novo, mantendo uma infância bem saudável. Meus passatempos eram brincar com os animais da fazenda, explorar os arredores, improvisar brinquedos e brincadeiras com as coisas disponíveis no momento, como o balanço da imagem acima. Lembro-me também de brincar com meus meus primos de bolinha de gude, tirolesa com brinquedos, pique-esconde, pique-pega, entre outros.</p><p>Hoje olho para trás com um sentimento de saudade, nostalgia, de um tempo onde as preocupações da vida adulta nem sequer passavam por minha mente; mas me sinto realizado pois sei que consegui aproveitar bem esse importante período da vida que é a infância. Graças a ela é possível aprender a experimentar, sentir, e se relacionar com o mundo ao redor. Nosso corpo é o que é hoje graças a todas essas experiências vividas durante a vida, que foram essenciais para criar a identidade que cada ser humano possui.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 21:17:58 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi colegas! Me chamo Laís, nascida em Domingos Martins no ano de 2004. </p><p>Nada como relembrar os momentos simples e cheios de alegria da infância. Esse dia no pula-pula com meus irmãos foi só risada, bagunça e diversão do jeito mais puro que existe. A gente nem se preocupava com o tempo, só queria aproveitar cada segundo pulando, rindo e se divertindo juntos. É incrível como essas lembranças ficam marcadas no coração e nos fazem sorrir mesmo anos depois. Crescemos, a vida muda, mas esses momentos continuam vivos dentro da gente. Que sorte a minha ter vivido isso ao lado deles!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 21:51:45 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias que o corpo guarda...</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta foto, sou eu com cerca de quatro anos, segurava com muito carinho minha irmã mais nova. Esse momento representa não apenas o afeto entre irmãs, mas também as responsabilidades que assumi desde cedo e a vivência corporal intensa da minha infância, mas com tudo o que vivi agradeço muitos aos meus pais o que eu sou hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 22:04:12 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3397715873</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou natural de Linhares (ES), Norte do Estado. Tenho uma memória muito viva da minha passagem pelo ensino infantil (Jardim de Infância). Eu era um dos poucos que sabia ler com desenvoltura na escola. Lembro que por isso fui escolhido para ler na formatura. Fui assustador e incrível, afinal, minha família ficou orgulhosa. Além de ler, eu gostava das atividades externas e brincar ao ar livre durante as atividades da escola. Eram meus momentos preferidos. Eu gostava de jogar bola, correr e da comida, a principal parte era merendar. Bons tempos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 22:08:46 UTC</pubDate>
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         <title>Jornada Com o Corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu sou Thalita, sou natural de Diadema - SP e esta é a minha história sobre a minha relação com o corpo. Na infância, eu explorava o mundo sem preocupações, brincando de confeiteira, enfermeira e caixa de supermercado. Essas brincadeiras me ensinavam a cuidar do próximo e a ser criativa. Eu era especialmente boa em me esconder durante o pique-esconde, e minha irmã mais nova gostava muito quando eu fazia o papel de caixa de supermercado.</p><p>A infância foi um período de simplicidade e liberdade, onde a imaginação era o limite. Eu não tinha acesso à internet, então minha criatividade era estimulada pela minha própria mente. Essas experiências me ajudaram a criar laços fortes com meu corpo, principalmente nas cicatrizes físicas que eu adquiria durante as brincadeiras.</p><p>À medida que eu cresci, a adolescência chegou com suas próprias regras e expectativas. Eu descobri a paixão adolescente e as incertezas que vêm com ela. E, finalmente, como adulta, eu enfrento novas responsabilidades e desafios. Mas ao olhar para trás, eu percebo que a minha jornada é uma de descoberta e crescimento. Eu aprendi a valorizar a minha existência e a importância de viver, errar, aprender e evoluir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 22:22:25 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo: Apresentações escolares</title>
         <author>isamerllo8</author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Isabely, tenho 24 anos, moro em Pinheiros com minha família. Uma memória corporal muito presente na minha vida escolar são as apresentações que aconteciam com muita frequencia naquela época. E me lembro de participar de todas, sem excessões. E uma que me lembro com carinho são dos desfiles no dia da independência, onde os alunos desfilavam e a cidade toda parava para ver. Eram horas envolvidos no desfile, sempre no sol e com sede, mas a emoção de ver todos olhando e estar com meus amigos sempre ficaram em mim. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 22:34:55 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de corpo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá meu nome é Camilly,nasci no município de Mantenopolis/ES,onde cresci na zona rural,no distrito de São José. Na chácara de meus pais foi um dos lugares o de pude colecionar memórias incríveis,pois lá eu tinha os melhores amigos do mundo! São meus primos e primas ,crescemos como irmãos,pois morávamos muito perto. Todos os dias de tardezinha combinávamos de brincar no quintal de meu tio Roney,lá tinha uma área bem grande para nós <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://divertir.La">divertir. Lá</a> andávamos  de bicicleta, brincamos depique esconde,e nossa brincadeira preferida: jogar futebol.Era uma felicidade inexplicável,estar ali nos movimentando em meio as brincadeiras era uma adrenalina e tanto!</p><p>   Também havia o momento de ajudar nos afazeres,como ajudar meu pai a alimentar as criações (cachorros,porcos, galinha...) e ajudar minha mãe a organizar a casa.</p><p>  Na minha adolescência tive uma experiência gratificante onde participei da Banda Marcial de Mantenópolis,no ano de 2018. Lembro- me dos ensaios,íamos pela avenida principal marchando e tocando,o som ecoava uniformemente pela cidade,era lindo de se ver e ouvir!  Inicialmente foi um pouco complicado acompanhar o ritmo e marchar ao mesmo tempo,mas com alguns ensaios me adaptei muito bem. </p><p>Ao olhar cada foto de minha infância e adolescência sinto saudades e gratidão de cada vivência,de cada movimento,pois através delas construí a pessoa que sou  hoje.Deixo a vocês queridos (as) colegas um registro do dia 07 de setembro de 2018,data da apresentação da banda marcial juntamente com as escolas do município,foi lindo!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 22:35:37 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3397737848</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, pessoal! Me chamo Amanda, tenho 31 anos e relato aqui para vocês um pouco da minha memória do corpo.</p><p>Sou de Além Paraíba/MG, nascida e criada nesta cidade. Morei 23 anos da minha vida na área rural dessa cidade, e sempre amei está conectada em meio a natureza. Quando criança, corria e brincava com os colegas na rua, fazia caminhadas por trilhas para ir a pequenas cachoeiras que existe onde eu morava. Comia frutos direto das árvores e corria das vacas no pasto.</p><p>Posso dizer que tive um infância saudável. Na adolescência minha mãe me colocou para cursar o ensino médio técnico, onde fiz magistério e no final do curso, onde a maioria das minhas colegas seguiram no caminho do curso de pedagogia, e eu optei em fazer ciências biológicas devido a minha paixão pela vida e a natureza, atividade profissional a qual eu exerço nos dias atuais, leciono no ensino médio e fundamental II e também exerço a profissão técnica (bióloga) na área de licenciamento ambiental. Busco sempre está em contato com a natureza, em todas as viagens que programo, busco por algo novo e lugares de beleza cênica a qual eu possa contempla a maravilha do mundo em que vivemos e sentir a paz que a natureza pode nos transmitir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 23:01:13 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo: o sítio da alegria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>As férias escolares eram sempre um dos momentos mais aguardados da minha vida. A alegria começava no embarque para Minas Gerais, a bordo do trem de passageiros que me levava ao sítio dos meus avós em Resplendor. O reencontro com meus primos era mágico; juntos, transformávamos aquele lugar em um universo de diversão e aventuras. Os dias eram marcados por banhos de rio, cachoeiras e lagoas, pescarias e até pela tarefa de tirar leite das vacas — uma experiência que incluía implicar com as mais bravas delas. Futebol no campo do sítio era uma tradição, e as aventuras, como arrumar confusões com os meninos dos sítios vizinhos, traziam uma dose de adrenalina juvenil. Esses momentos de pura alegria não foram apenas lembranças, mas pilares no meu desenvolvimento como pessoa. Ainda hoje, a saudade aperta ao pensar naquela época mágica, contrastada pelo estado de abandono daquele lugar que um dia foi lar de tantas felicidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 23:24:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3397769632</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 23:53:41 UTC</pubDate>
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         <title>Desafio muito especial!!!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Minha trajetória começou em Cariacica, na Escola Itagiba Escobar, onde estudei desde o pré até o ensino médio. É de lá que guardo as memórias mais vivas da minha formação – não só intelectual, mas também corporal.</p><p>Ainda criança, me lembro das brincadeiras no pátio da escola: pega-pega, queimada, pular corda... Era com o corpo que eu me expressava, me conectava com os outros, entendia o mundo ao meu redor. Essas experiências marcaram profundamente minha infância.</p><p>Com o passar dos anos, o corpo foi ganhando novos significados. Nas aulas de Educação Física, aprendi a disciplina, a coordenação e o respeito. Mas foi nas festas juninas que o corpo se transformava em dança: ensaiávamos quadrilhas animadas, com trajes coloridos e passos marcados pelo ritmo e pela alegria da celebração.</p><p>Mais tarde, me envolvi com apresentações culturais: dancei a música portuguesa "Bate o Pé", do Roberto Leal, com orgulho das raízes que essa canção carrega. Vibrei com os passos energéticos do jazz ao som de "Flashdance – What A Feeling", e mergulhei nas danças africanas com ritmos vibrantes como "Madagascar" e os tambores do Olodum. Cada coreografia me ensinava algo novo sobre meu corpo, minhas emoções e minha identidade.</p><p>Hoje, o corpo já não se move como antes – pelo menos não com tanta intensidade. Mas ele continua presente na sala de aula. Está na forma como me sento, como escrevo, como respiro. E, principalmente, está na maneira como ainda expresso ideias e sentimentos, mesmo que agora o movimento seja mais interno do que externo.</p><p>O corpo continua sendo meu instrumento de expressão – ontem com dança e brincadeiras, hoje com palavras e presença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 23:56:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memórias de corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Rayane Lopes, tenho 29 anos, trabalho como cuidadora na escola Agostinho Agrizzi, e atualmente moro em Vargem Alta. Nascida em Linhares (Rio Bananal), tive uma infância um pouco complicada pois fui criada somente pela minha mãe, não tenho muitas memórias boas pra compartilhar, mas vou tentar contar um pouco das coisas boas da minha trajetória. eu era uma criança sonhadora, gostava muito de brincar, na época não tinha muitas crianças para mim fazer companhia no dia-a-dia, brincava quase somente minhas irmãs em casa, gostava muito de fugir de casa para brincar com as criações que minha tinha quando morávamos na roça naquela época, na escola sempre fui muito tímida e não conseguia me socializar muito com as crianças, porém sempre prestava atenção nas aulas para aprender a ler escrever, não tinha muitas boas condições de vida, vim de uma família bem humilde, na minha adolescência foi quando tudo realmente começou e passei por muitas coisas boas mas em alguns momentos não, guardava muitas tristeza em vários momentos da minha vida, minha família e eu passamos por muitas dificuldades financeiras, hoje realmente vivo uma vida muito feliz ao lado das pessoas que amo, apesar das controvérsias da vida que passei  hoje sou uma mulher que sempre corre atrás de realizar o que sempre quis, ainda tenho muitos sonhos a serem realizados e tenho certeza que tudo tem o seu devido tempo.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 00:10:31 UTC</pubDate>
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         <title>Infância - período escolar</title>
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         <description><![CDATA[<p>Lembro-me vagamente do início da minha vida escolar. Não frequentei a pré-escola, e minha única recordação é de chorar até minha mãe me buscar. Segundo ela, eu não conseguia ficar lá. Ao iniciar o ensino fundamental, tive muita dificuldade. Minha mãe ficava ao meu lado nas aulas por muitos dias, e eu sentia medo, pois não conhecia ninguém. Recordo-me da minha professora do primeiro e segundo ano, uma senhora muito doce que ajudou na minha adaptação. Esse medo e desespero eram inexplicáveis, mas hoje acredito que era medo de ficar sozinha. Com o tempo, consegui me adaptar, fiz amigos e superei o medo. Essas primeiras experiências, apesar das dificuldades, foram importantes para o meu desenvolvimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 00:13:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>martarotexeira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Marta, nasci em uma cidade do interior de Minas Gerais chamada de Santa Maria do Suaçuí, localizada na região do Vale do Rio Doce onde vivi até meus 10 anos.</p><p>Trago desta época a memória das comemorações que a escola fazia no dia do trabalho. Neste dia todos os alunos levavam para a escola brinquedos confeccionados em casa com os pais que lembrariam a profissão dos pais. Havia um momento em que cada aluno apresentava o objeto e explicava qual profissão representava, era muito bom conhecer a história que havia atrás de cada objeto. Após este momento começavam as brincadeiras. As que mais gostava era pular corda e amarelinha, onde cada movimento parecia uma forma de reafirmar minha existência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 00:14:29 UTC</pubDate>
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         <title>Minha infância </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Sheila, nasci em Cariacica-ES. Minha história começa com uma criança curiosa e cheia de energia, que não parava quieta. Eu era uma daquelas crianças que sempre estavam pulando, correndo, brincando e explorando o mundo ao redor. Meu corpo era meu melhor amigo, e eu o usava para descobrir e aprender coisas novas.</p><p>Mas, como todos sabemos, a vida não é sempre fácil. Quando eu entrei na adolescência minha vida mudou totalmente, onde quando comecei a sentir vários sintomas do meu problema de saúde, ver o meu corpo mudando a criança que explorava tudo e de um dia pro outro não explorar mais, mudou totalmente minha expectativa de vida ativa.</p><p>Eu me sentia como se estivesse em uma batalha constante com o meu próprio corpo.</p><p><br/></p><p>Mas, com o tempo, eu comecei a entender que o meu corpo não era o meu inimigo. Eu comecei a me dar conta de que o meu corpo era uma parte fundamental de quem eu sou, e que ele merecia respeito e cuidado.</p><p>Então veio a cirurgia cardíaca onde o medo tomou conta, os pensamentos negativos também, será que vou viver?</p><p>Então hoje estou aqui contando um pouco da minha história.</p><p>Hoje, eu me sinto mais conectada com o meu corpo do que nunca. Eu entendo que ele é uma ferramenta poderosa que me permite experimentar o mundo e me relacionar com os outros. Eu me sinto grata pelo meu corpo e por todas as coisas que ele me permite fazer.</p><p>Quando eu penso sobre como eu vivenciei o meu corpo na escola, eu me lembro de momentos felizes e difíceis. Eu me lembro de como eu me sentia insegura sobre o meu corpo, e de como eu me sentia pressionada para se encaixar em certos padrões. Mas eu também me lembro de como eu me sentia forte e capaz quando eu estava fazendo coisas que eu amava, como alongar.</p><p>Hoje dedico metade do meu tempo aos treinos, pois eles são capaz de manter meu corpo e mente saudável. Movimentar meu corpo hoje e algo surreal, algo que eu nunca imaginei que voltaria a fazer .</p><p>Essas experiências me ensinaram que o meu corpo é uma parte fundamental de quem eu sou, e que ele merece respeito e cuidado. Elas me ensinaram que eu sou capaz de fazer coisas incríveis quando eu me sinto conectada com o meu corpo e com o mundo ao redor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 00:53:48 UTC</pubDate>
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         <title>Tradução e interpretação: memórias do corpo.</title>
         <author>alelopesdossantos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Alessandro, venho aqui dizer que tive uma infância bem ativa, lembro que quando criança jogava bola corria muito pelo campo de futebol junto as gurizadas, ficava horas jogando, na escola não era diferente lembro que quando batia o horário para irmos para o recreio seguíamos em uma só direção, a quadra de futebol, na ocasião fazíamos a organização dos times e disputávamos uma turma com a outra, guardo muito bem estes momento na escola, também me recordo que havia um espaço no fundo da escola onde era o nosso preferido de jogo, era muito divertido ali nesse local, as traves eram feitos pelas próprias arvores naquele espaço verde cobertos por castanheiras, depois disso tudo quando chegava em casa era uma canseira só. Nos finais de semana era bem animado em meu bairro brincávamos de polícia e ladrão, lembro que corria muito pelas ruas do meu bairro. Acho que em função dos esportes praticava nesta época tinha um corpo atlético, era até magro para minha idade. Quando jovem passei a deixar de lado esses esportes da minha infância, por essa razão fiquei acima do peso, já na adolescência percebi que estava abusando na alimentação, foi ai que comecei a fazer algumas atividades físicas para tentar emagrecer, fazia diariamente uma caminhada aqui no meu bairro todos os dias a noite quando chegava do trabalho, mas vi que não estava sendo suficiente, então comecei a frequentar academia, ao longo de dois anos perdi muito peso fiquei com o corpo em forma, consegui criar um rotina na academia de ir quatro vezes na semana, nessa época me senti muito saudável em função das atividades físicas, um período maravilhoso ganhei alto estima isso durou um bom tempo na face adulta. Mas com o trabalho acabei deixando de ir, comecei a engordar novamente porque não tinha uma alimentação saudável, já na face adulta com os 30 anos comecei a me cansar facilmente com caminhadas acabei deixando todo o esporte de lado em função do trabalho e faculdade. Já com os 40 anos comecei a fazer exames de rotina e percebi que tinha alguns problemas de saúde, foi ai que o medico me orientou a voltar a fazer alguma atividade física em função dos problemas que havia acumulado por causa do sedentarismo. Agora com medicações controladas me sinto bem melhor, voltei a fazer diariamente atividade física, e me sinto mais disposto durante o dia, mas herdei medicações que virou rotina na minha vida, hoje percebo que devemos separar tempo para o corpo a mente porque são fundamentais para o nosso bem-estar físico e mental.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 00:58:30 UTC</pubDate>
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         <title>Um corpo com memórias: memórias de corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Juliana, sou estudante do Polo de Vitória.<br>Nasci em Manhuaçu, interior de Minas Gerais, mas minha infância foi dividida entre Minas e Espírito Santo.<br>Com 7 anos, minha família se mudou para a cidade da Serra, aqui no Espírito Santo, onde vivo até hoje.</p><p>Sempre fui de estatura baixa, e isso, para algumas coisas, parecia uma limitação. No entanto, para outras, era uma grande vantagem, pois eu tinha muita agilidade e uma excelente coordenação motora. Na escola, adorava brincar: passava horas jogando amarelinha, pulando corda, brincando de elástico, subindo em árvores, andando de bicicleta e patins. Estudava pela manhã e aproveitava a tarde inteira na rua. Sempre voltava para casa com o joelho ralado e ouvia minha mãe dizer que meninas não podiam machucar os joelhos porque cresceriam com pernas marcada. Para ela, meninas tinham que ser cheirosas, delicadas e hidratadas.</p><p>Na escola, meu corpo enfrentou desafios diferentes. Nunca gostei das aulas de Educação Física, pois me sentia insegura nos esportes e achava difícil acompanhar os colegas. Em contrapartida, nas aulas de Artes, minha criatividade e coordenação motora se destacavam. Pintar, desenhar e criar sempre foram atividades que me proporcionavam alegria e uma maneira especial de me expressar.</p><p>Na adolescência, meu corpo passou por muitas transformações. Sempre frequentei a igreja e, ao me tornar catequista da minha comunidade, compreendi que o amor de Cristo se manifesta não apenas através do corpo físico, mas também na dimensão espiritual. Essa conexão me fez perceber que meu corpo é uma expressão do meu ser integral.</p><p>Na vida adulta, minha relação com o corpo continuou evoluindo. Hoje, no meu trabalho como operadora, realizo diversas atividades que exigem mobilidade e precisão, muitas vezes exaltivas. Cada movimento reflete minha conexão com o mundo e com as experiências acumuladas ao longo da vida. Compreendo que meu corpo é uma história viva, repleta de marcas, dores, superações e alegrias. Ele me trouxe até aqui e sigo aprendendo a escutá-lo, respeitá-lo e celebrá-lo em cada novo movimento.</p><p>&nbsp;</p><p>Juliana Mendes Ramalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 11:57:32 UTC</pubDate>
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         <title>Corpo, Memórias e Natureza: Onde Eu Me Encontro</title>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Igor Reinaldo Guedes Leal, tenho 26 anos, sou formado em Serviço Social e moro em Santa Marta, um distrito de Ibitirama (ES). Sou apaixonado pelo lugar de onde venho e pela tranquilidade do interior. Viver aqui é estar cercado de natureza, silêncio e uma paz que acalma o corpo e a alma.</p><p>Desde criança, meu corpo sempre esteve ligado à natureza. Eu adorava brincar com os animais, tomar banho de cachoeira, correr pelo mato e colocar as mãos na terra. Essas experiências marcaram minha infância e moldaram quem eu sou hoje, alguém que encontra equilíbrio e bem-estar no simples, no natural.</p><p>Na escola, participei de atividades que também me permitiram explorar meu corpo de outras formas, como nos esportes e nas apresentações. Sempre levei comigo essa conexão com o movimento e com o ambiente ao redor.</p><p>Hoje, continuo buscando essa sintonia. Subir uma montanha, caminhar por uma trilha ou simplesmente estar em um lugar calmo cercado de verde é onde me sinto pleno. A natureza sempre foi e continua sendo meu lugar de força e de reencontro comigo mesmo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 12:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>Entre trilhas, números e raízes</title>
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         <description><![CDATA[<p>Olá! Me chamo Nicolas Barbosa de Oliveira, tenho 24 anos, sou formado em Engenharia Civil, atualmente curso Licenciatura em Matemática e atuo como professor de matemática na rede estadual do meu município. Moro em Santa Marta, distrito de Ibitirama (ES), um lugar tranquilo, cheio de natureza e memórias que me moldaram como pessoa e como profissional.</p><p>Desde criança, o movimento sempre fez parte da minha vida: correr pelos campos, nadar nas cachoeiras, subir em árvores e explorar trilhas no sítio dos meus avós. Meu corpo aprendeu a linguagem da liberdade e da descoberta. Na escola, aprendi outra forma de me movimentar, com foco, disciplina e participação. Hoje, como professor, percebo que meu corpo segue em movimento: ensinando, dialogando, acolhendo. Também sou fotógrafo há mais de seis anos, e através das lentes, me conecto com o mundo, com as paisagens do Caparaó e com histórias que merecem ser contadas. Acredito no poder do corpo que sente, aprende, se expressa e transforma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 12:48:08 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de SUÉLEN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Suelen, uma menina de trinta anos, uma mulher resiliente, uma sonhadora.</p><p>Suelen vem de cidade pequena, de poucos habitantes, mora no interior de Ituêta-MG,</p><p>onde permaneceu desde à infância, adolescência e onde vive na vida adulta.</p><p>Suelen foi uma criança que amava brincar com seus primos, brincava de “escolinha”,</p><p>futebol, se pendurar nos pés de arvores, entre outras brincadeiras. Mas Suelen também</p><p>desde cedo, acompanhou as dificuldades de seus pais, família humilde, de situação</p><p>financeira precária, onde seu pai sempre teve problemas de saúde, onde ele é cardíaco,</p><p>desde criança fez cirurgias, e sempre lutou pela vida. Mas infelizmente devido às suas</p><p>dificuldades que enfrentava, entrou para o mundo da bebida e se tornou uma pessoa</p><p>alcoólatra, quebrava as coisas dentro de casa, e minha mãe sempre lutando por ele e por</p><p>nós, onde somos em duas irmãs. Hoje graças a Deus não existe mais o vício,</p><p>continuamos uma família unida, mesmo com tantas outras dificuldades. Amo muito</p><p>meus pais e faço de tudo para eles ainda hoje.</p><p>Suelen adolescente, foi uma menina digamos rebelde, começou a namorar nova, e se</p><p>casou com dezesseis anos, hoje mora no terreno de seus pais, e faz de tudo um pouco,</p><p>acorda às três e meia pra tirar leite, cuida dos afazeres domésticos, da lavoura de café, é</p><p>motorista de seus pais, de suas tias, cuida de sua família, das coisas diversas devido seu</p><p>marido trabalhar fora, em uma pedreira na extração de granito, uma vida um tanto</p><p>corrida e puxada.</p><p>Mas Suelen, continuou estudando, terminou o ensino médio, se dedicou à sua família,</p><p>mesmo tendo muita vontade de fazer faculdade na época. Teve sua filha em 2013, e oito</p><p>anos após teve seu filho, em 2021. Mas o momento lindo do nascimento do tão sonhado</p><p>filho (Théo), trouxe também muita tristeza pra família, Théo também era cardíaco, e</p><p>lutou bravamente durante seus 42 dias de vida, um menino lindo e perfeito, mas que</p><p>tinha uma má formação no seu coraçãozinho, e que não tinha como corrigir, e que Deus</p><p>quis junto Dele. Suelen e sua família enfrentaram a tão terrível dor do luto. Suelen já</p><p>passou por muitas dificuldades em sua vida, suas dores se acumularam e após o choque</p><p>do luto, surgiu a depressão, mas Suelen sempre batalhou por tudo e por todos, se faz de</p><p>forte e sabe que o todo poderoso Deus sempre está ao seu lado. Suelen sempre foi uma</p><p>pessoa de muita fé, trabalha na igreja como liderança e como orientadora do ensino</p><p>confirmatório.</p><p>A faculdade veio pra vida da Suelen como uma grande oportunidade, no momento em que ela mais precisava e ela acredita muito nos propósitos de Deus para com sua vida.</p><p>Suelen sempre foi exemplar durante sua jornada escolar, amava ajudar os professores, na sala já foi chamada de “assistente”; tinha melhores amigas, onde dormia uma na casa da outra. Enfim (...), Suelen é uma mulher de fibra, com um coração gigante, é resiliente, uma menina sonhadora com um futuro todo pela frente, e juntinho com a PEDAGOGIA.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 15:53:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<p>Sou a Roberta, aquela que só descobriu  porque não conseguia terminar as escaladas, ou porque tirou nota baixa em Educação Física por não conseguir terminar uma corrida aos 40 anos. Sou aquela que tentava jogar futebol de areia e quase desmaiva de cansaço, que nunca conseguiu seguir com uma atividade física porque, mesmo que quisesse, cansava muito rapidamente. Sou a Roberta resiliente, que não aceitou que um diagnóstivo parasse a sua vida, que guarda energia para brincar com suas netinhas, que decidiu, dentro de suas possibilidades, ir a vários lugares. Parando... descansando... seguindo em frente... Também precisei entender que eu não era de ferro, que minha energia poderia durar infinito, mas meu corpo precisava de um tempo para se recuperar, que eu cansei meu corpo e minha mente muito mais do que eles aguentavam e hoje pago um preço mais alto por isso, aliás a idade também começa a fazer suas cobranças. Mas sou uma Roberta feliz, pois conheço alguns limites do meu corpo, brigo com ele, ele me vence, mas também me permite ter experiências muito maravilhosas, como conhecer esse lugar lindo dessa foto!!! Nesse dia. meu corpo me permitiu conhecer as Cataratas do Iguaçu, pela manhã, e ainda deixou que eu fizesse uma pequena trilha, à tarde tive que permitir ao meu corpo descansar sem nem conversar. Apenas ficar deitado, em silêncio! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 18:05:38 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Caminhada</title>
         <author>ketny201318</author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi, gente! Me chamo Kétny Teixeira Santos de Oliveira. Nasci em Aimorés/MG no ano de 1991 e cresci em Baixo Guandu, Espírito Santo. Minha infância foi cheia de brincadeiras, principalmente com bonecas, que me acompanhavam até a adolescência. Também gostava de correr e inventar histórias com minhas amigas. Brincar fazia parte do meu dia a dia e marcava minha relação com o corpo, sempre em movimento.</p><p>Na escola, meu corpo aprendeu a se adaptar. Sempre fui ativa e gostava de estudar, mas também conversava bastante. Certa vez, levei uma reguada da professora por me levantar antes da hora. Apesar disso, adorava aprender e nunca faltei às aulas, pois via o estudo como algo importante para meu futuro.</p><p>Ao crescer, comecei a trabalhar e percebi o quanto o corpo é essencial para o dia a dia. Trabalhei como técnica em secretariado, técnica de segurança do trabalho e auxiliar de serviços gerais. Cada trabalho exigiu esforço físico e mental, e aprendi a lidar com desafios diários.</p><p>Em 2014, fiquei grávida e tive meu primeiro filho. Logo após o parto, tive uma infecção grave e fiquei um mês no hospital. Em 2018, sofri um acidente ao cair de um vaso sanitário. Me machuquei muito e quase perdi a perna. A recuperação foi difícil, mas consegui superar com determinação.</p><p>Na pandemia de 2020, peguei COVID-19 e meu pulmão ficou 90% comprometido. Quase fui entubada, mas minha resistência ajudou na recuperação.</p><p>Em 2022, engravidei de novo. No fim da gestação, sofri um acidente de trânsito e minha pressão subiu muito. O parto foi adiantado, mas minha filha nasceu saudável, o que me trouxe alívio e felicidade.</p><p>Hoje, trabalho como monitora e curso pedagogia. Meu corpo já passou por muitas dificuldades, mas sigo firme. Aprendi a valorizar cada fase da vida e a superar desafios. Quero ser professora e inspirar outras pessoas com minha história de força e superação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 19:50:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, colegas!</p><p>Me chamo Lohanne, tenho 29 anos, nasci em Itaperuna - RJ, mas atualmente moro em Alegre ES.</p><p>Lembro-me da minha infância como uma época de exploração. Meu corpo era a minha extensão do mundo. Por mais que eu preferia brincadeiras tranquilas, como desenhar, escrever e criar coisas com recicláveis, quando eu estava na rua, eu corria sem pensar, com uma liberdade assustadoramente deliciosa. </p><p>Na escola, o meu corpo também se expressava nas brincadeiras no pátio. Eu corria atrás dos meus amigos, subia no parquinho. Além do pátio eu participava do teatro escolar, de oficinas de vôlei e percussão da banda escolar.</p><p>Quase sempre fui obesa, coisa que antes era lindo, na escola as coisas começaram a complicar, com isso veio o bullying, a baixa autoestima, o querer me esconder e me concentrar apenas nos livros, lugar onde eu não era julgada, comparada, que eu era livre para ser apenas eu.</p><p>Graças a Deus foi um breve momento na minha vida!</p><p><br/></p><p>Deixo para vocês três fotografias da minha época escolar. Uma de uma peça teatral, outra de apresentação de trabalho (reparem que eu estava bem retraída) e por ultimo, eu me divertindo com colegas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 20:42:34 UTC</pubDate>
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         <title>Mosaico de memorias</title>
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         <description><![CDATA[<p>Quando lembro da minha infância me sinto acolhida, pois foi nela que vive muitas memorias e lembranças lindas que guardo até hoje, a sensação de ficar descalça na rua, de estar suada de tanto correr e brincar ou até de me machucar ficará marcada no meu corpo pelo resto da vida, pois foram únicas pra mim, eram tantas brincadeiras que eu nem via o tempo passar e por falar nele, me assusta saber que não me lembro qual foi a minha última brincadeira, a última festa do pijama e o acordar cedo pra assistir desenho em um dia de chuva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 21:22:33 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIAS DO CORPO.</title>
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         <description><![CDATA[<p>Quando eu tinha uns 10 anos, minha maior preocupação era se minha mãe me deixaria brincar na rua. Eu adorava inventar histórias com minha amiga, fingindo que nossas Barbies viviam grandes aventuras ou imaginando que estava fugindo de ETs, sempre que as luzes de festa brilhavam no céu. Andava de patins sem medo de cair e machucar os joelhos outra vez, e ficava até tarde brincando de queimada, rindo com altas gargalhadas. E claro, havia aquelas paranoias de achar que os carros eram maus, só porque seus faróis brilhavam de formas diferentes. Como eu sinto falta disso tudo! Como eu sinto falta dessa inocência, da liberdade e do coração tranquilo, onde minha única preocupação era saber se eu poderia brincar de novo no dia seguinte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 21:36:54 UTC</pubDate>
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         <title>Memória Aula de Futsal</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 23:22:30 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias da Infância</title>
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         <description><![CDATA[<p>Olá me chamo Marcia Eduarda. Essa memória que compartilho é de grande parte da minha infância, essa na foto é a minha irmã, se ela visse iria me praguejar, mas não poderia ser outra foto. Nasci em 1999 em Cachoeiro de Itapemirim, minha infância foi no interior de Castelo/ES, Estrela do Norte na zona rural, marcada por muitas brincadeiras e muitos banhos nos córregos de águas correntes cristalinas. morávamos eu, minha mãe, meu padrasto e meus dois irmãos. A casa era rodeada de cafezais e muitos pés de frutas e plantas, o quintal era enorme, todo dia tínhamos que varrer. Eram muitas brincadeiras, escorregar no barranco, pique e esconde, queimada, futebol. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 23:49:39 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias sobre a relação entre corpo e desenvolvimento </title>
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         <description><![CDATA[<p>Em minha infância e adolescência, se quer tinha liberdade corporal, já que meu pai era extremamente autoritário e não me permitia coisas simples, desde a forma de me vestir até acesso a processos que ajudariam no meu desenvolvimento: como brincadeiras, dança ou música.&nbsp;</p><p>Mesmo com toda essa negativa dos momentos que me recordo brincando, esses eram de bastante criatividade. Devido a nossa condição financeira não tínhamos muitos brinquedos, por isso recorríamos a imaginação na maioria de nossas brincadeiras e sem dúvidas nesses momentos de liberdade eram onde me encontrava mais feliz.</p><p>Eram nesses momentos que podia me encontrar de forma feliz com meu corpo, onde podia ser o que quiser e o melhor sem nenhum julgamento.</p><p>Sinto que se na infância pudesse ter tido mais oportunidades de atividades corporais, muito do que sou hoje poderia ser diferente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 00:27:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Aline, tenho 38 anos, nasci em Ponto Belo. Casada, tenho uma filha de 15 anos</p><p>Gostaria de compartilhar com vocês essas duas fotos, que guardo nas minhas memorias de corpo que vivi na infância. Participar das danças folclóricas era uma forma de trazer orgulho para os meus pais. Sempre fui uma pessoa que gosta de interagir e se divertir. A dança é uma forma de me expressar, brincar, movimentar, fazer palhaçada e fazer as pessoas rirem.</p><p>Minha infância foi de muitas brincadeiras, diversão e trago na minha memória muitas alegrias e no meu corpo muitas marcas de arranhões e queimaduras das minhas travessuras.</p><p>Uma das minhas alegrias é dançar e cantar, é uma forma que tenho de me movimentar, exercitar e de me alegrar, para mim é uma terapia, onde consigo jogar para fora todas as minhas preocupações, stress e cansaço.</p><p>Sou a divertida da família, que inventa brincadeiras, que dança, que pula e que coloca todos ao seu redor para se divertir juntos.</p><p>O movimento com a dança e a música me faz conectar comigo mesma; tira toda a minha timidez e me traz paz e amor por mim mesma.</p><p>O suor da dança para mim é uma forma de expressar que está me fazendo bem e que estou me divertindo.</p><p>Aprender um passo novo, uma nova canção, um novo ritmo é alegrar comigo mesma.</p><p>Essas são as memórias de corpo que me marcam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 02:09:41 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 11:49:43 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias: Corpo em Movimento </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Isabella Silva de Alcântara Torquato, tenho 26 anos, bacharel em Direito, casada e mãe de Pet. Durante toda minha infância adorava participar das aulas de educação física, jogar queimada, pique bandeira, peteca.. mas isso com o tempo não continuou acontecendo, parei de movimentar meu corpo, não gostava de exercícios, porém algo que eu amava fazer era participar dos teatros da escola, conhecido como “Eureka”. Todo ano tinha esse evento na escola e ensaiávamos com um grupo, pra fazer a apresentação durante os 3 dias de evento, durante toda minha infância e adolescência participei e eu sentia uma empolgação e emoção sempre em participar, o que me deixou hoje boas e felizes lembranças dessa época. Com o decorrer dos anos, vaidade, autocuidado e auto estima eram algo que passou a ser mais presente na minha vida. Atualmente, faço exercícios físicos de musculação e aeróbicos 5x na semana, o que me gerou outra disposição, e onde trabalho não só o corpo, mas a mente também. E hoje vejo o quanto o corpo em movimento é necessário para saúde e bem estar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 12:48:27 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo...</title>
         <author>keinateixeiraufes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, queridos colegas de curso!</p><p>Vou contar um pouquinho sobre minhas memórias vivenciadas durante meu período escolar...</p><p><br/></p><p>Relembrando meu tempo na escola, percebo como meu corpo viveu intensamente essas experiências. Desde o primeiro dia, com o uniforme e a mochila pesada, cada momento era uma nova aventura. </p><p>Os intervalos eram marcados por corridas no pátio, onde eu sentia a liberdade e a alegria de brincar com os amigos. As aulas de educação física me faziam sentir forte, e a adrenalina de jogar futebol ou vôlei mostrava como cada movimento era importante.</p><p>As idas à cantina traziam lembranças deliciosas, como o cheirinho do feijão tropeiro ou o macarrão com sardinha e outras delícias preparadas com tanto carinho pelas tias da merenda. Esses momentos eram confortantes e alegravam meu dia.</p><p>Também enfrentei desafios, como o nervosismo de apresentar trabalhos. Cada conquista me ensinava sobre coragem e confiança. As amizades formadas, com abraços e trocas de segredos, deixaram marcas afetivas profundas.</p><p>Assim, meu corpo se tornou um reflexo das emoções, aprendizados e conexões que vivi na escola, moldando quem sou hoje.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 13:31:34 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIAS DE VIDA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá meu nome é Marli, sou do polo de Colatina, terminei o ensino médio pelo EJA em 2022 após décadas que havia parado de estudar, a minha expectativa era concluir o médio e logo ingressar na faculdade, mas infelizmente por motivo de saúde tive que esperar um pouco mais.</p><p>Foram momentos difíceis, mas o apoio da minha família foi muito importante para vencer cada fase. Como a medicação era bem forte, meu corpo sofreu com isso e engordei bastante. </p><p>Essa transformação repentina do corpo sempre deixa uma reflexão de que não somos tão fortes como pensamos que somos, mas ter em mente o que é mais importante na vida, nos ajuda a entender que tudo o que a gente passa traz um aprendizado, e nos faz querer aproveitar cada momento com quem realmente vai estar ao nosso lado incondicionalmente.</p><p>Esta fotografia me lembra o quanto sou forte, e que posso ser e fazer tudo o que eu me permitir sonhar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 17:33:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memórias do corpo - Aniversário na casa da vovó!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá a todos! Sou Raiane, atualmente moro em Alto Rio Novo-ES. Mas passei minha infância inteira morando em Vila Verde-Pancas, ES. Essa foto foi tirada no ano de 2005, nela estão eu, alguns primos, coleguinhas da minha rua, tias e vizinha! Ela retrata o aniversário de um aninho de uma de minhas primas. Essa foi uma festinha improvisada feita na sala da casa de minha avó paterna, lembro-me muito bem de minhas tias removendo o sofá para botar a mesa e o bolo. Depois dessa fotos todos nós fomos brincar, correr no quintal e comer bolo! São muitas boas memórias! Hoje, ainda mantenho contato com quase todos da foto.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 19:35:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Meu corpo nunca foi lar, mas prisão!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu nas i e cresci em uma família religiosa e essa era desculpa onde meu pai escondia seu autoritarismo.</p><p>"Meu corpo, minhas regras" jamais seria permitido, nunca senti então que esse corpo me pertencia. Era tudo escolhido, guiado e descido ou melhor imposto por ele. As roupas, o corte de cabelo, a fala, tudo!</p><p>Meu corpo gritava por dentro</p><p> Sempre gostei de dançar, cantar, me mexer, me exercitar,mas cresci sendo podada. Cresci sentindo que meu corpo queria se rasgar, como " O incrível Hulk" se transformava. Eu não cabia em mim, mas...</p><p>Lembro quanto houve um projeto na escola onde poderíamos escolher até duas atividades pra participar, Escolhi o Kung Fu. No final da primeira aula, encontrei minha mãe falando aos ventos que meu pai havia dito que se eu quisesse continuar participando, seria do artesanato ou nada feito. Curioso que até hoje me lembro dos movimentos que aprendi naquela aula.</p><p>A parte boa era a hora de brincar com minhas irmãs, ahhh como nós éramos criativas!</p><p>A falta de brinquedos nunca foi impedimento pra nossa imaginação voar livre. Ali sim, naquele momento, dentro de mim, eu sentia que podia tudo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 21:53:12 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3401573608</link>
         <description><![CDATA[<p>A minha infância e adolescência Olá, me chamo Natália irei narrar como foi minha infância, desde de pequena sempre gostei de futebol, como até hoje sou apaixonada pela meu time do coração “Flamengo” o maior do Brasil, brincadeiras à parte risos. A minha infância eu aproveitei bastante com meus primos e primas, brincava de boneca as vezes, mas na maioria das vezes eu estava sempre brincando na rua com meus amigos, ou de boleba, ou pique e pega, pique esconde, bicicleta e futebol é claro. Na minha jornada de criança eu não quebrei nenhum osso, mas vivia com os joelhos ralados, a ponta do dedos do pé machucados, e pulso aberto quase sempre, porque eu amava ficar como goleira nas peladas de primos e amigos, vivia com o pulso aberto, eu gostava muito de brincar de futebol minha paixão. Às vezes você está até pensando ela é uma mulher risos, minha mãe sempre me falava para tomar cuidado, mas eu não tinha medo de brincar com meninos, hoje eu não tenho o mesmo pique de antes, por isso que temos que aproveitar ao máximo nossa infância, porque depois dos vinte, nós não temos o mesmo ritmo de antes. Hoje eu brinco com meus filhos, a Ana e Henrique, e vejo como e importante criamos memorias, tenho algumas cicatrizes pelo corpo, tipo o guidom da bicicleta pegou no meus lábios e cortou, no joelho cai de bicicleta, cortei o dedo descascando manga e o meu pulso aberto os dois braços. Não quebrei nenhuma parte de corpo como falei, mas depois de grande fazendo faculdade, machuquei o ombro direito feio, deu um desligamento sofri bastante, sentia muita dor, foi uma experiência dolorida, que passei fazendo cambalhotas. O nosso corpo é muito importante em nossa vida, em vários aspectos, nosso corpo ele vai possibilitar viver aquilo que nós mostramos para nós mesmo que somos capazes, o importante e damos o primeiro e cuidar dele como necessário. Nesse pequeno texto contei um pouco da minha experiência com meu corpo, na fase de adolescência eu tive um corpo onde eu era bem magra, hoje estou acima do peso eu sei depois das minhas duas gravidez, na conseguir voltar ainda no meu peso que casei, não faz bem eu sei, mas sou feliz assim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 00:46:53 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo: menina Sorriso </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3401582534</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Kelly Cristina, tenho 35 anos, esposa, mãe e cristã. </p><p> Sou Natural do Rio de Janeiro á  cidade  maravilhosa, foi lá que nasci, mas ...</p><p> fui criada em iúna/es ,eu vim para este lugar com apenas um ano de idade  e aqui criei   minhas raízes,meu coração  é Capixaba.</p><p>Sou grata pelo meu corpo ,pelas  conquistas e resistências  que  ele já enfrentou,tive muitas experiências nesse corpo,coisas boas e ruins que me fizeram mais forte e  resiliente.</p><p>Aos treze anos fui apelidada  na escola de  "menina sorriso" e desde então  nunca consegui  parar de rir, acredito que o sorriso  esta ligado diretamente  ao corpo e é incrível ver como um sorriso  muda e trasfoma a postura  corporal, na escola e por onde eu passei e passo os comentários  sempre eram   e ainda são ,sobre  meu sorriso e meu jeito alegre e descontraído  de levar  a vida .</p><p> Eu era  escolhida,para desfiles ,danças  e teatros eu gostava muito, e ainda gosto e  foi assim por todas as escolas  e lugares por que passei ,minha personalidade  alegre  dentro deste corpo  atraía e   se destaca  entre família, amigos e pessoas.</p><p> Hoje eu Trabalho com animações de festas e ainda hoje dentro  desse corpo que já  não é  tão  jovem  sinto a mesma energia  da "menina  sorriso" ,esse corpo  traz  a leveza  de rir até mesmo nos dias difíceis.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 00:52:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>cristianolc26</author>
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         <description><![CDATA[<p>A vida adulta me trouxe novas experiências, novas paisagens, novos desafios. O corpo agora era ferramenta de trabalho, nas longas jornadas como professor. As dores nas costas, o cansaço nas pernas, o peso da responsabilidade. Mas também a alegria de ver o brilho nos olhos dos alunos, a sensação de dever cumprido. Hoje, olho para o meu corpo agradecido. As marcas do tempo, as cicatrizes, as dores, tudo faz parte da minha história. Cada marca, cada movimento, cada sensação, um capítulo do livro da minha vida. E continuo em movimento, buscando novos desafios, aprendendo, ensinando, vivendo. O corpo, meu companheiro de jornada, sempre presente, sempre fiel.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 01:22:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>yararebuliestudos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi uma foto ao lado do meu irmão pois quando penso nas minhas memórias de criança trago com muito carinho nossas brincadeiras de infância. Por se tratar do irmão mais velho sempre tive ele como inspiração, tivemos uma infância com algumas situações delicadas e isso fez com que nos tornasse muito unidos, diante da rotina da minha mãe sempre em busca de nos proporcionar o melhor, ele sempre esteve ao meu lado, inclusive nas brincadeiras, lembro do carinho das tardes que passávamos na cozinha de casa brincando de fazendinha pois ele sempre amou esse ambiente, além das vezes que pegava os carrinhos dele para minhas bonecas “passearem” e ele fingia não ver. Muitas vezes preferia brincar com ele de bola, tecar bolinha , do que brincar com minhas bonecas, por que para mim &nbsp;o que mais importava era que ele estava ali. Tivemos uma infância muito feliz, crescemos brincando de pique esconde, aquelas brincadeiras que como diria nossa mãe, “dormíamos de olho aberto”. E o que mais trago com carinho é que sempre estávamos juntos, mesmo nos momentos difíceis. Nossa mãe nos proporcionou uma infância leve e muito, muito feliz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 12:16:50 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias que alegram o corpo</title>
         <author>amandaserafiniavelino2804</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Amanda tenho 21 anos,sou de Colatina e venho falar um pouco sobre as minhas memórias que alegram o corpo. Desde muito pequena sempre gostei de praticar esportes e participar de brincadeiras de todo tipo, como disse anteriormente no texto memórias do corpo. Lembro das vezes que apostava corrida com meus primos e quando brincavamos de tomar banho no córrego próximo a casa dos meus avós, sem dúvidas são momentos que estarão eternizados em minha memória. E também sempre gostei muito de dançar, seja lá qual fosse o ritmo, mas a sensação que a dança me trás é única e libertadora. Aos 4 anos, assim que chegava na casa da minha avó paterna já pedia para ligar o som e já ia escolhendo as fitas e os cd's que ia dançar, que iam do samaba ao forró. A foto que deixo aqui é do último dia de aula do 9° ano na escola em que fiz todo meu ensino fundamental 2, a mesma em que participei dos campeonatos de handebol, o esporte do meu coração. Havia feito uma apresentação dançando Carimbó na gincana do ano anterior, e como despedida, me convidaram a repetir essa apresentação, e repeti com muita alegria, pois a dança liberta e alegra a alma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 19:25:53 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, eu sou Thaís Bueno, tenho 21 anos, sou católica nascida e criada no município de Iuna-ES, atualmente trabalho como cuidadora. </p><p>O dilema com o meu corpo iniciou ainda na escola, sempre fui uma criança muito magra e com certa dificuldade para esportes ( o que eu podia escapar das aulas de educação física eu escapava). Na adolescência, continuei fugindo das atividades físicas e desenvolvi alguns traumas ligados ao meu corpo, sendo um deles o transtorno alimentar ”com o transtorno alimentar meu corpo sempre estava deficiente de nutrientes e com isso eu sempre estava com a imunidade do corpo baixa e anêmica, sendo assim, não conseguia ter um desenvolvimento físico adequado para as atividades”, uma criança/jovem sempre a baixo do peso o que atrapalhou ainda mais meu emocional. </p><p>Atualmente consegui equilibrar meu peso, ter uma alimentação melhor e com isso meu corpo está mais disposto e grande parte dessa ajuda foi ter me encontrado dentro da igreja católica, especificamente em dois movimentos TLC e RCC, ter a oportunidade de participar de retiros que falaram sobre a saúde mental e corpo fez com que eu entendesse que meu corpo jamais irá funcionar com o meu emocional debilitado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 23:59:32 UTC</pubDate>
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         <title>Um pouco de mim: Memórias</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ei gente, me chamo Natiely tenho 21 anos e atualmente sou casada a quase três meses. Nasci e em Baixo Guandu onde passei 18 anos da minha vida, depois morei em Governador Valadares, onde trabalhei por um período. Minha infância foi marcada por brincadeiras na rua, fazendo arte na casa de meus avós, dando suporte para minha mãe cuidar de minhas  irmãs, sempre estudei em escola pública, onde corria durante as aulas de educação física e jogava dois toques na hora do recreio, passava as minhas tardes brincando na rua com meus vizinhos e minhas irmãs, jogávamos caveirinha, brincávamos de sermos de  Hogwarts. Quando um pouco mais velha, o que me atraía eram os brinquedos que naquela época os achava radicais, como patins e skate, e assim surgiu minha primeira cicatriz, ao passar correndo por um buraco, caí no chão e ralei todo o meu ombro.</p><p>Minha adolescência foi menos agitada, gostava de andar na rua com meus amigos porém ficar em casa era minha prioridade. Hoje já adulta, sinto falta de poder correr pela rua, brincar com os meus amigos da época, de juntarmos na casa da minha mãe para conversar e comermos o que ela tivesse preparado para nós.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 00:57:39 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do Corpo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá</p><p>Me chamo Marília Maria Teodoro, tenho 38 anos, sou mãe de 3 filhos. </p><p>Aqui vai um breve relato de uma memória marcante pra mim.</p><p>Memórias marcantes da minha vida na gravidez</p><p><br/></p><p>A gravidez foi um dos momentos mais marcantes e transformadores da minha vida. Desde o instante em que vi o resultado positivo no teste, meu coração se encheu de uma mistura de alegria, ansiedade e amor. Era como se, de repente, o mundo ganhasse novos significados, e cada batida do meu coração estivesse conectada ao serzinho que crescia dentro de mim.</p><p><br/></p><p>Lembro com carinho do primeiro ultrassom. Ver aquele pequeno pontinho na tela e ouvir o som do coração batendo acelerado foi uma emoção que não consigo descrever com palavras. Foi ali que tudo se tornou mais real — eu estava realmente gerando uma vida.</p><p><br/></p><p>As mudanças no meu corpo também foram marcantes. Cada sintoma, cada desejo estranho, cada chute do bebê me lembrava diariamente da maravilha que é o corpo humano e da força que existe em ser mulher. Algumas noites foram difíceis, com dores nas costas e insônia, mas bastava sentir o bebê se mexendo para que qualquer incômodo fosse substituído por um sorriso.</p><p><br/></p><p>Outra memória que guardo com carinho é o momento em que escolhemos o nome. Passamos dias discutindo, imaginando como seria a carinha dele ou dela, até finalmente encontrar o nome perfeito. Era como se, ao nomear, já estivéssemos nos conectando ainda mais.</p><p><br/></p><p>A reta final foi uma mistura de ansiedade e preparação. Organizar o quartinho, lavar as roupinhas, montar o enxoval... cada detalhe era feito com amor e expectativa. E o dia do parto, esse sim foi o mais marcante de todos. Entre medo e coragem, dor e força, vivi o momento mais intenso da minha vida — e ali, nos meus braços, estava meu maior amor.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 01:08:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>memórias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Júlia Viana. Tenho 32 anos, sou mãe solteira e moradora do distrito de Cristal do Norte, na cidade de Pedro Canário. Estar cursando Pedagogia representa a realização de um sonho, um passo importante na minha caminhada pessoal e profissional.</p><p>Desde a infância, o meu corpo foi muito mais do que uma estrutura física; ele sempre foi meu principal meio de comunicação com o mundo. Brincar descalça na rua, correr, cair, me machucar e me levantar, todas essas experiências foram ensinando que meu corpo é ao mesmo tempo forte e vulnerável. Carrego comigo as marcas, literalmente, de uma infância intensa, como a de uma queimadura grave, que exigiu força e resistência para superar.</p><p>Na adolescência, os conflitos se intensificaram com as mudanças corporais e emocionais. As inseguranças aumentaram, e a tentativa de aceitação muitas vezes me desconectava de mim mesma. Ainda assim, o corpo seguia como uma maneira de expressão, às vezes silenciosa, às vezes gritando por acolhimento e liberdade.</p><p>Já na fase adulta, passei por uma cirurgia bariátrica. Essa decisão transformou não apenas meu corpo, mas a forma como me relaciono com ele. Hoje, compreendo a importância do cuidado, da escuta interna, da disciplina e do respeito. O que antes era dor, hoje é movimento consciente e prazeroso.</p><p>O meu corpo, ao longo da vida, foi e continua sendo meu maior companheiro. Ele carrega minhas dores e conquistas, meus limites e minhas forças. E é com ele que sigo escrevendo minha história, agora também como futura pedagoga, com orgulho e esperança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 01:29:35 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias .</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 13:13:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3406604098</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou Maria Antonia, natural de Aracruz onde sou catequista de criança uma comunidade católica.&nbsp; Tive uma infância&nbsp;bastante divertida, momentos que brinquei muito na rua em frente à minha casa, com brincadeiras de roda, queimada, pique-esconde, pulava corda e, até brincava com os bichos da minha avó. Fui uma&nbsp;criança muito obediente.</p><p>&nbsp;</p><p>Gostava de ir para a escola, local que eu podia estudar,&nbsp;gostava de desenhar, pintar e brincar. Eu era comportada&nbsp;na escola, tirava notas boas, fazia amizades na escola e brincava. Mas, também&nbsp;brigava, ficava de mal e fazia as pazes com os colegas. Sempre gostei do recreio para&nbsp;brincar&nbsp;de esconder, mas, não comia a merenda da escola porque eu era muito chata para comer. Nesta época,&nbsp;tive professoras maravilhosas, mas, também tive uma professora que não esqueço até&nbsp;hoje, porque ela era um sargento.</p><p>&nbsp;</p><p>Na minha adolescência, um movimento muito chato que aconteceu na minha vida&nbsp;foi a separação&nbsp;dos meus pais. Só sobrevivi a essa tempestade&nbsp;da vida porque fui morar com meus avós,&nbsp;pessoas incríveis que me ensinaram o caminho do amor e me levaram a participar da igreja católica que amo.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Na juventude, participava do grupo jovem onde eu gostava de cantar na igreja. Nesta mesma época que fiz o Ensino Médio. Depois disto, fiquei muitos anos fora da sala de aula. Hoje, aos 60 anos de idade, voltei a estudar no curso de Pedagogia da Ufes. Estou muito feliz por ter a oportunidade de realizar esse sonho tão esperado. Sou grata por existir pessoas especiais que me incentivam e acreditam em mim, apoiando-me e orientando-me nesta nova etapa da minha vida. Espero, com o curso de pedagogia, conhecer e aprender cada vez mais, além de concluir a faculdade com determinação e perseverança.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Maria Antonia Silva Almeida</strong></p><p><strong>13/03/2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 19:17:51 UTC</pubDate>
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         <title>\</title>
         <author>camilabreezy21</author>
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         <description><![CDATA[<p>Minhas memórias corporais começam na infância, em momentos como esse na praia, onde o mar era nosso quintal e o brincar era livre. Cresci em um ambiente onde as experiências corporais faziam parte do dia a dia... correr descalça, nadar, dançar e brincar de pega-pega com meus irmãos e primos. O corpo aprendia o mundo através da vivência, da convivência e do movimento. Na escola, as atividades físicas eram um espaço de expressão e diversão, apesar de nem sempre serem valorizadas da forma como mereciam. Hoje, percebo como meu corpo é repleto de histórias, marcas e aprendizados. Ele fala sobre quem eu fui, onde estive e o que vivi. Refletir sobre essas memórias me faz valorizar ainda mais o corpo como um lugar de afetos, sentimentos e memórias.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 21:23:50 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias e corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Sebastião do Carmo Amorim, tenho 42 anos, mora em Iúna, Espírito Santo. Sou uma pessoa tímida e reservada, que prefiro não falar muito sobre mim. Apesar disso, sou alguém que valoriza  a privacidade e tranquilidade. Sou uma pessoa introspectiva e discreta, que prefere manter um perfil mais baixo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 22:33:24 UTC</pubDate>
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         <title>Momento família para boas risadas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá! Me chamo Bárbara, moro em Afonso Cláudio e estou cursando o segundo período em Pedagogia. Quando a família paterna se reunia era sempre uma festa,  momentos muito especiais que guardamos em fotos e também na memória. Primos, pai, tio e avó. Uma festa! Era para brincar, rir e comer as delícias que a vovó preparava, torcia para o final de semana não acabar. Infelizmente, o tempo não volta e temos que nos conformar que alguns partem cedo demais. Meu tio foi vencido pelo câncer em 2017 após cinco anos de luta. Minha avó nos deixou em 2021. Meus primos seguem suas vidas, alguns em Vitória e outros em São Paulo. A saudade aperta de vez em quando, mas vamos seguindo buscando novas experiências e criando novas memórias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 22:21:23 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo. quando fazia capoeira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo jenifer costa, nasci em conceição da barra. sou casada, moro em Montanha - ES. tenho um  filho de 5 anos e estou grávida de uma menina. estou me sentindo realizada em poder está cursando a pedagogia era um sonho meu poder fazer uma faculdade mais não sabia qual  área fazer. mais ai como já estou a mais de de 3 ANOS, na área da educação, uma colega minha me incentivou a fazer a inscrição ai deu certo cursar.</p><p> vou resumir um pouco sobre lembranças que meu corpo em si deram bem quando comecei a fazer e meus irmãos , que foram as danças ,capoeira e aulas de desenhos eram muito deslumbrantes . meu corpo se movimentava tanto que me cansava no decorrer da tarde. gostava também de outros projetos mais oque me vi assim foram esses. </p><p>o corpo da gente em si sempre está em movimentos né isso, faz bem para nós se dedicar em querer praticar algum esporte.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 00:15:17 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiolabatista/zn0fi4m9rx5w5w43/wish/3407701356</link>
         <description><![CDATA[<p>Nasci e fui criada em Baixo Guandu, no interior do Espírito Santo, um lugar onde as ruas ainda eram cenário de brincadeiras e encontros. Passava horas com minhas amigas brincando de elástico, pulando corda e inventando brincadeiras na rua. Eram momentos felizes, cheios de risadas e diversão.</p><p>Na escola, eu adorava as aulas de Educação Física. Jogava vôlei com os meus colegas em um campo de areia. Era a parte do dia que eu mais esperava, porque podia me mexer, aprender coisas novas e estar com os amigos.</p><p>Essas lembranças moram no meu coração. Elas me mostram como o corpo faz parte da nossa história. Ele carrega memórias, aprendizados e mudanças. Mesmo com os desafios do dia a dia, busco respeitar meu ritmo, cuidar de mim e manter viva essa vontade de me movimentar, como lá na infância. Meu corpo continua sendo um lugar de descobertas e possibilidades.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 14:01:42 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias marcantes em minha vida!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou Suelene, tenho 48 anos, sou católica, atualmente estudante de Pedagogia (Licenciatura). Sempre fui muito magra, más forte e determinada. Amava quando criança em subir em árvores e brincava muito, de tudo: piques, casinha, bola... Tive uma infância muito humilde, mas feliz. Fiz natação no ensino médio e hoje faço aulas de teclas pela Fames onde observo que a postura do corpo influencia muito na aprendizagem. Um grande abraço a todos! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 14:06:53 UTC</pubDate>
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         <title>memórias do corpo...</title>
         <author>rayanesantos180517</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ei pessoal me chamo Rayane sou casada mãe de dois filhos : Anna Sophia e Juan .... trago pra vocês uma memoria incrível e recente minha onde fui conhecer um ponto turístico em Porto Seguro chamado</p><p><strong> Axé moi</strong> ..... um lugar incrível alegre onde retrata também minhas lembranças corporais de infância sempre gostei de dançar conhecer lugares novos e esse é exatamente assim  relatei no meu texto de memorias do corpo quando era criança gostava muito de capoeira, danças brincadeiras e hoje depois de um longo tempo nessa viagem pude reviver esse período que tive no projeto pacóvi,  que mesmo depois de muitos anos continua guardado e vivo  na minha memoria e hoje através desse passeio revivi esses momentos novamente  e ainda melhor junto  com minha família.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 18:09:53 UTC</pubDate>
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         <title>Corpo e Movimento na Minha Adolescência e Juventude</title>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Quando penso na minha adolescência e juventude, a primeira lembrança que me vem à mente é a leveza com que meu corpo se movia. Naquela época, tudo parecia mais fácil: correr, saltar, dançar, andar por longos caminhos — como se o corpo não conhecesse limites. O movimento fazia parte da minha rotina de maneira natural, quase sem que eu percebesse. Não era preciso me preparar, alongar, aquecer ou calcular o esforço. Bastava querer e o corpo respondia.</p><p>Havia energia de sobra, disposição sem hora marcada, e uma conexão muito forte entre corpo e mente. Eu me sentia livre, ágil, capaz de tudo. Era como se o mundo fosse grande demais para ser apenas observado — eu queria vivê-lo com o corpo inteiro, me lançar nele com passos largos, com braços abertos, com o coração acelerado de quem ainda não conhecia o cansaço.</p><p>Com o passar dos anos, percebo que essa relação mudou. O corpo já não acompanha com a mesma facilidade os impulsos da mente, e o movimento exige mais consciência e cuidado. Sinto, às vezes, saudade daquele tempo em que o corpo era leve, rápido e despreocupado. Mas também aprendi a reconhecer os sinais que ele me dá, e a respeitar seus novos ritmos.</p><p>Ainda me movimento, é claro — mas hoje com mais calma, com mais intenção. Levo comigo as memórias de uma juventude em que o corpo era pura liberdade, e me esforço para manter viva essa essência, mesmo que em outros passos, em outros tempos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 18:36:44 UTC</pubDate>
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         <title>Eu e uma amiga rolando na grama da Universidade Federal de Viçosa, aos 16 anos. Uma lembrança cheia de alegria, liberdade e movimento.

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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Venho de uma cidade marcada pela natureza e pela convivência em espaços abertos. Minha infância foi repleta de brincadeiras ao ar livre – correr, subir em árvores, jogar bola na rua, dançar e me jogar no chão com as amigas. Uma memória muito marcante foi quando, aos 16 anos, estive na Universidade Federal de Viçosa com uma amiga e, num impulso de alegria, começamos a rolar na grama, sentindo o corpo leve, livre e em conexão com aquele espaço. Na época, esse gesto parecia apenas diversão, mas hoje compreendo que ali já havia um modo de conhecer o mundo por meio do corpo.</p><p>Ao longo da vida, participei de diversas práticas corporais, formais e informais. Na escola, meu corpo teve que se adaptar a espaços muitas vezes rígidos, onde o silêncio e a imobilidade eram exigidos. Ainda assim, sempre busquei formas de expressão corporal – fosse pela dança, pelas brincadeiras ou mesmo pela escrita, onde o corpo também se manifesta.</p><p>Hoje, prestes a completar 31 anos, percebo como essas experiências moldaram minha forma de ver o mundo e de me compreender como futura professora. Entendo que o corpo carrega memórias, histórias e saberes, e que deve ser valorizado no processo educativo como parte essencial da aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 20:43:02 UTC</pubDate>
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         <title>Aniversários</title>
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         <description><![CDATA[<p>Olá me chamo Izaura, sou natural de Afonso Cláudio, onde resido. sou casada tenho 2 filhas em idade escolar. Quando criança morávamos eu, meus pais e minha avó materna. Nossa rua era bem tanquila, todos se conheciam. A foto acima, uma foto clássica dos anos 80, a foto com os presentes de aniversário. Aqui no caso comemorando o meu 3 aniversário. Sabe aqueles aniversários onde não tinha muito luxo mas muita fartura. Era bolo, torta, pipoca, salgadinhos. Na minha rua tinha uma senhora que era boleira, e por forças maior, comadre de minha mãe, que sempre nos meus aniversário, além de ela fazer o bolo que minha mãe a encomendava, ela ainda me presenteava com um bolo e sempre o dobro do tamanho que minha mãe a pedia. Tempos de muita diversão e brincadeiras lúdicas, onde colocávamos nossa mente para pensar e inventar novas brincadeiras.</p><p>Juntava todas as crianças da rua, há como era bom!</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 18:44:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Iza Maia da Cunha, desde pequena sempre fui uma pessoa ativa, gostava de fazer aula de dança, sempre participava de algum esporte na escola. Atualmente pratico pouco exercício físico mas sempre procuro um jeito de me movimentar, mesmo com a rotina corrida. Gosto muito de prática esporte, me sinto livre.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 22:38:08 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre rodas e lembranças: o movimento da minha infância</title>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Tatiane, sou de Santana em Vargem Alta, professora de Química. Minhas memórias corporais mais marcantes estão ligadas aos patins. Quando criança, era com eles que eu me sentia livre, viva, em movimento. Meu pai, mesmo com poucos recursos, fazia questão de me levar para escolher um par, mesmo que fosse o mais simples. O gesto dele, cheio de amor e esforço, me enchia de felicidade. Morávamos no Rio de Janeiro e eu costumava brincar com outras crianças na rua, cada uma com seu patins — eram momentos mágicos de troca, risos e aventuras. Com o tempo, me mudei para Vargem Alta, onde o patins não era tão comum. Mesmo assim, eu mantive minha paixão e tive a alegria de ensinar muitas meninas a andarem. Aquilo me fazia sentir importante, reconhecida e feliz. Hoje, ao relembrar essas experiências, percebo como o corpo em movimento sempre foi uma linguagem de liberdade e conexão para mim. O simples deslizar das rodas trazia mais do que diversão: trazia pertencimento, expressão e afeto. Esses momentos moldaram minha forma de ver o mundo e de me relacionar com ele.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 12:13:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando penso em memorias da minha vida, vem a mente meu filhos, minha familia. Sou mãe de 3 dessa foto, os demais são agregados. As memorias mais importantes da minha vida, aconteceram junto deles, desde o nascimento de cada um deles, o primeiro dente, o primeiro dia na escola, eles fazem parte de tudo de mais importante que a vida me permitiu. Falar dos meus filhos me traz nostalgia, traz alegria, me traz esperança na vida. Estar com eles me faz ter certeza de que fui muito abençoada por Deus e que a missão de mãe que me foi dada por ele, foi cumprida com louvor. Meu maior amor esta nessa foto, multiplicado e abençoado por esse por do sol maravilhoso.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 15:53:32 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do Corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Minhas memórias corporais são profundamente marcadas pelo lugar de onde venho: um espaço de terra, de montanhas e de liberdade. Na infância, meu corpo corria solto entre as árvores, brincando de esconde-esconde, pega-pega, amarelinha e “subindo em tudo o que dava pra subir”. Era um corpo leve, curioso, que descobria o mundo com os pés descalços e as mãos sujas de terra. O tempo parecia maior quando o movimento era livre. Ao longo da vida, meu corpo foi passando por transformações: ora mais ativo, ora mais retraído, mas sempre em busca de reconexão. Hoje, compreendo o corpo como território de memória, expressão e resistência. Ele carrega histórias, afetos e aprendizados. Através dos estudos realizados nas últimas semanas, ressignifico essas experiências e reconheço o corpo como parte essencial do processo educativo — um corpo que aprende, que sente, que comunica e que também ensina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 23:41:37 UTC</pubDate>
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         <title>Fragmentos de mim: O Corpo que Eu Sou!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>  Desde muito cedo, meu corpo foi meu companheiro de aventuras. Lembro das brincadeiras de infância, quando corria pela rua com os pés descalços, sentindo a terra fria e o asfalto quente sob meus pés. Brincava de pique esconde, queimada, pique bandeira, eram muitas brincadeiras. As tardes eram repletas de risos e corridas, e meu corpo parecia não ter limites. A cada salto, a cada curva, era como se eu estivesse descobrindo novas possibilidades para me relacionar com o mundo. Era uma sensação de liberdade pura. Eu não pensava no meu corpo como algo separado de mim; ele era minha ferramenta, meu meio de expressão. Mesmo tendo alguns limites não desistia de utilizar o meu corpo no meu dia a dia. Na escola, o corpo assumiu outro papel. No recreio, ele se tornava uma extensão dos meus relacionamentos com os outros. As corridas, os jogos de futebol/vôlei improvisados, os saltos de corda, pique esconde... Aquele espaço era onde eu me sentia pertencente, onde o movimento criava laços com os amigos e também com a escola. Mas nem sempre foi assim. Lembro das aulas de Educação Física, quando me sentia deslocado. As atividades eram realizadas em um espaço de chão batido e tinha arvores, no final do dia voltava para casa suja de poeira, mais muito feliz. Meu corpo, que em outros momentos era ágil e leve, parecia falhar nas aulas de ginástica. Lembro do desconforto de não conseguir acompanhar os outros, o que, muitas vezes, me fazia sentir vergonha. O mais conhecido com desengonçada, mais não desistia, eu estava sempre disposta a participar das atividades estabelecidas. Eu olhava para o corpo dos outros, mais fortes, mais flexíveis, e sentia que o meu não estava à altura, isso não era motivo de deixar de fazer. Na adolescência, meu corpo se transformava de forma visível. O que antes era uma máquina ágil de movimento virou um campo de descobertas e inseguranças. A puberdade trouxe com ela uma onda de mudanças físicas que eu não sabia como lidar. Meus músculos estavam mais definidos, mas minha imagem diante do espelho era confusa. Eu queria ser mais forte, mais rápido, mais bonito. Mas ao mesmo tempo, havia um desejo de me esconder, de não ser notado, de não ser avaliado. O corpo passou a ser algo que eu não entendia completamente. Foi uma época de muitas comparações, de tentativas de me ajustar a um padrão que não era meu. Está fase eu já está mais vaidosa e o meu corpo já tinha passado por várias transformações e já aceitava melhor os desafios e as mudanças adquiridas. Na vida adulta, minha relação com o corpo passou a ser mais tranquila, mas também mais reflexiva. Os movimentos que antes eram impulsivos e cheios de energia agora são mais controlados, mais conscientes. A relação com o meu corpo se tornou uma forma de cuidar de mim, de entender meus limites e respeitar minhas necessidades. Comecei a praticar atividades físicas que me ajudaram a me reconectar com a minha energia, como a caminhada e academia. O corpo, antes fonte de frustrações e inseguranças, agora se tornou um aliado na minha busca por equilíbrio e saúde mental. No entanto, o corpo também me ensinou muito sobre as limitações. Em certos momentos, me vi confrontado com o cansaço ou a dor, e foi difícil aceitar que, por mais que eu quisesse meu corpo não podia sempre acompanhar minhas vontades. Em uma fase, uma lesão me forçou a ficar parado, o que me fez refletir profundamente sobre como o movimento é vital para minha sensação de pertencimento e para o meu bem-estar. Durante essa fase de imobilidade, percebi como o corpo é não só a nossa interface com o mundo, mas também uma lembrança constante da nossa finitude. Nesta fase não tenho mais a resistência física como antes e chegou o tempo de colocar limite. As mudanças foram preciso, o desenvolvimento trouxe desafio, porém obteve resultado. Hoje, ao olhar para o meu corpo, vejo uma soma de histórias, de marcas, de sensações vividas ao longo dos anos. Ele carrega cicatrizes invisíveis, mas também traz consigo um grande aprendizado sobre quem sou e como me relaciono com o mundo. Não é perfeito, nem sempre ágil, mas é meu, e com ele aprendi a lidar com os altos e baixos da vida. E, no fim, percebo que o corpo é muito mais do que uma figura física: ele é o reflexo das minhas experiências, das minhas emoções, da minha jornada pessoal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 03:12:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Celi Regina Vargas Costa, tenho 59 anos e estou iniciando, com muito entusiasmo, minha primeira graduação em Pedagogia. Nasci no Rio de Janeiro e, desde 2017, vivo em Santa Marta, distrito de Ibitirama, no Espírito Santo. Atualmente, atuo como auxiliar de creche na rede municipal de ensino, mas minha trajetória na educação começou como cuidadora na rede estadual, função que exerci por três anos.</p><p><br/></p><p>Foi nesse período que despertei um profundo interesse em entender mais sobre o universo da educação infantil e o desenvolvimento das crianças. A convivência diária com os pequenos me mostrou como o aprendizado vai muito além da razão — envolve o corpo, o movimento, o afeto e a expressão. Por isso, neste semestre, desejo me aprofundar no estudo das práticas pedagógicas voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras, físicas e mecânicas, que considero essenciais nessa fase da vida.</p><p><br/></p><p>Acredito em uma educação que acolhe o ser humano por inteiro — que reconhece o corpo como parte ativa no processo de aprender e valoriza experiências sensoriais e emocionais. Estou feliz por trilhar esse novo caminho e animada para aprender, crescer e contribuir ainda mais com o desenvolvimento das crianças.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:50:03 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias da minha infância</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Rhaíssa Antônia. Nasci em Baixo Guandu no dia 24/05/2005. Com um ano de idade me mudei para o interior de Baixo Guandu, Km14 do Mutum. Era uma vida simples, mas muito boa. Acordava cedo e vivia descalço no terreiro, correndo pra lá e pra cá.</p><p>Eu tinha vários amigos. A gente se juntava todo dia pra brincar. A brincadeira que a gente mais gostava era pique-esconde. Um contava e os outros corriam pra se esconder. Tinha lugar atrás da casa, no meio do mato, subíamos o muro da igreja. A gente ria demais.</p><p>Sempre tinha alguém que se escondia tão bem que a gente só achava depois que cansava de procurar. E quando alguém era achado, começava a correria pra não ser o próximo a contar. Era grito, risada e poeira subindo.</p><p>A gente se sujava todo, mas ninguém ligava. Voltava pra casa só quando escurecia, com fome e cheio de histórias pra contar. A roupa vinha rasgada às vezes, mas o coração vinha cheio de alegria.</p><p>A roça era o nosso mundo. Tinha cheiro de mato e muita felicidade espalhada por todo canto. Foi o melhor tempo da minha vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 11:15:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>safurtado2009</author>
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         <description><![CDATA[<p>O CORPO QUE SOU </p><p>O corpo que sou não é apenas matéria, mas uma síntese de vivências, emoções e histórias. Cada traço, cada cicatriz, cada movimento revela partes da minha identidade. Sou feito de pele que sente, de olhos que veem, de mãos que tocam, mas também de sonhos que impulsionam, de medos que travam e de desejos que libertam. Neste corpo habita a memória: os sorrisos que já dei, as lágrimas que já derramei, as marcas do tempo e as mudanças que a vida impôs. Ele é testemunha das minhas escolhas, do caminho que trilhei e dos amores que vivi. É através dele que abraço, que corro, que descanso, é nele que me reconheço. Entretanto, tenho muitas recordações da minha infância, nasci em um distrito na área rural da cidade de Alegre/ES, e lá morei até meus 14 anos. Tenho recordações de brincar no terreiro de café, no quintal entre as árvores da casa de uma avó, de brincadeiras de pique pega e pique bandeira com os primos e amigos na rua e na pracinha, do abraço apertado da mãe depois de um tombo, são lembranças memoráveis. E tenho viva na memória as brincadeiras que eram proporcionadas pela escola no período da 1ª a 4ª série, já que não tive educação infantil. Mas lembro que as brincadeiras eram para diversão e entretenimento, não com o sentido de explorar o corpo, de significados de aprendizagem. Já na adolescência, esse corpo começaria a se transformar e com isso, viria um misto de estranhamento e encanto. A insegurança com a própria imagem, mas também a descoberta das potências do movimento: as primeiras danças em festas, o coração disparando no esporte, a sensação de liberdade ao correr sem destino. Talvez houvesse a marca da primeira cicatriz que contou uma história importante, ou a lembrança do frio na barriga antes de um espetáculo de teatro ou apresentação de trabalho na escola. Na vida adulta, esse corpo se tornaria, aos poucos, um território de histórias acumuladas. A tensão nos ombros de dias difíceis, a leveza de mergulhar no mar em um dia de férias, a cumplicidade de um toque carinhoso do marido. Seria um corpo que carrega cansaços, mas também prazeres: o prazer de uma caminhada sem pressa, de dançar na sala com a filha, de aprender novas formas de se movimentar, seja numa aula de funcional ou num abraço demorado. Mas o corpo que sou também é território de conflitos. Às vezes, não se encaixa nos padrões impostos, não atende às expectativas externas. Há dias em que pesa, em que dói, em que parece estranho a mim mesmo. E, ainda assim, é esse corpo que me sustenta, que me carrega adiante, que me permite existir no mundo. E ao longo dessa jornada, esse corpo se tornaria mais do que forma, seria memória, afeto, presença. Seria a maneira mais verdadeira de estar no mundo, de sentir, de se relacionar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 12:12:03 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias e Histórias</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na infância, brincar de cobra cega era pura alegria. Corria, girava, ria sem parar. O movimento do corpo dava vida à brincadeira, aguçando os sentidos e fortalecendo laços. Cada passo era descoberta e liberdade em forma de jogo.</p><p><br/></p><p>(Imagem meramente ilustrativa, pois não tenho fotos da infância :(</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-18 00:01:20 UTC</pubDate>
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         <title>Brincando na Rua</title>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Gabriela da Silva de Lurdes, casada e mãe de 4 filhos e 1 neto, nascida e criada em colatina ate os 06 anos no Bairro Bela Vista, logo depois mudei para o Bairro Olívio Zanotelli conhecido antigamente como (Perobas). Minha relação com o corpo começou cedo, ainda nas ruas de terra batida do bairro onde cresci. Lembro das tardes infinitas em que brincávamos de "pique-esconde", "queimada", “Pega pega”, “futebol”,” Amarelinha”, “Elástico” “Soltar Pipa” “Tomar Banho de Chuva” eu meus irmãos e primos, era maravilhoso e era no movimento que a infância acontecia, correr, pular, cair, levantar. Meu corpo estava inteiro ali, experimentando o mundo com intensidade. Na escola, no entanto, esse corpo aprendeu a ser contido. Era preciso sentar direito, não falar fora de hora, andar em fila. Aprendi que havia um ”jeito certo” de se comportar, e ele nem sempre permitia liberdade de movimento.</p><p>Durante a adolescência, descobri o HandBoll e a dança como espaços de expressão. Nessas práticas, reencontrei o prazer de me mover, de estar presente, de pertencer. Hoje, compreendo que meu corpo é história, linguagem e memória. Ao revisitar essas vivências a partir dos estudos da Unidade I, percebo o quanto o corpo foi e continua sendo travessado por normas sociais, culturais e educativas. E mais: que reconhecer isso é um passo importante na minha formação como professora, para que eu possa criar, em sala de aula, espaços onde o corpo também ensine, sinta e participe.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-18 10:04:24 UTC</pubDate>
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         <title>Mosaico de memórias</title>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Joice, tenho 36 anos, nasci no dia 09/05/1988, na cidade de Aimorés, MG. Sou filha de pais separados, e fui criada no interior da cidade de Baixo Guandu: Ibituba, por minha avó materna e seu marido, quem eu chamo de padrinho, por parte deles, sempre tive muito amor e carinho, mas não foi dessa forma por parte de pai e mãe.</p><p>Na escola eu sempre sofri muito bullyng, por ser negra, de cabelo cacheado, baixinha...por esse motivo eu quase não tive amigos na escola, na sala de aula ficava sempre no meu cantinho, mas na rua onde eu morava me divertia muito, em que meu corpo teve várias  experiências boas e divertidas, eu brincava muito com os meus vizinhos, em que brincávamos de pique esconde, belisca, peteca, bola de gude...</p><p>Cresci, me casei ainda na minha adolescência, com 16 anos, tive uma filha com 19 anos, mas por questões da vida, me separei...dois anos depois me mudei para Vitória, no ano de 2012 e fiquei lá até 2022, quando tive a chance de retornar para o lugarzinho onde fui criada. Conheci meu atual esposo, fiz o concurso da prefeitura de Baixo Guandu para asg, passei e atualmente trabalho como efetiva na creche do município como cozinheira.</p><p>Tive a oportunidade de fazer o processo seletivo da Ufes, e graças a Deus passei, e estou realizando um sonho de infância que é me tornar professora. Não tem sido fácil, pois estou desde 2006 fora da sala de aula, e por morar no interior, não tenho tanto acesso como na cidade, mais estou vencendo cada dia e levando experiências únicas e memoráveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-18 12:47:25 UTC</pubDate>
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         <title>Memória - O que me cativa, me move</title>
         <author>nayracogo</author>
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         <description><![CDATA[<p>"[...]Lembro-me ainda da primeira vez que andei de bicicleta sem as rodinhas de apoio. Foi um momento de felicidade! Curiosamente, parei de andar de bicicleta por volta dos dez anos de idade e, agora, aos 25 anos, precisei reaprender. Confesso que, no início, a sensação de saber andar ainda estava em mim, mas o medo de perder o equilíbrio era maior. Por alguns minutos, voltei a ser criança, até perceber que meu corpo ainda se lembrava de como se equilibrar em uma bicicleta. Há algumas coisas que são realmente memoráveis pelo nosso corpo. [...]"</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 00:18:25 UTC</pubDate>
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         <title>Brincadeiras e Educação </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Memórias do meu corpo</strong></p><p>Nosso corpo carrega parte da nossa história. Cada marca conta um pouco de nossa vida, seja momentos de alegria ou de tristeza. No entanto, cada marca tem sua importância na nossa história.</p><p>Na infância, período em que costumamos nos movimentar muito e começamos a criar nossas lembranças. Eu trago várias memórias&nbsp; marcantes. Lembro-me da minha infância com muita alegria. Mesmo passando dias internado no hospital por questões de saúde, conseguia tirar bons momentos disso. Quando criança&nbsp; sofria com gastrite e outras infecções que não me recordo muito bem. Apesar de tudo nunca deixei de brincar e me movimentar.&nbsp;</p><p>Apesar dos problemas de saúde, eu era uma criança muito alegre e animada, sempre cercada de amigos e familiares. Tenho marcas que me fazem lembrar de bons momentos vividos. Sempre gostei muito de brincar e de dançar e guardo boas lembranças dessa paixão. Desde pequena, eu me divertia muito dançando e brincando. Nos momentos em família sempre fazemos a festa.&nbsp;</p><p>Conforme fui crescendo, meus problemas de saúde foram se amenizando e pude me sentir melhor para brincar. Eu gostava muito de brincar com meu primo no quintal de casa. Gostávamos subir no pé de manga que havia lá no quintal de casa e nos divertimos com diversas brincadeiras na rua. Fazíamos novos amigos todos os dias. Era uma alegria todos os dias.&nbsp;</p><p>No período escolar, eu vivia momentos de muita alegria ao encontrar os colegas, jogar bola, brincava muito com os amiguinhos. Na hora do recreio, era o momento mais esperado, pois aproveitamos ao máximo, sempre compartilhando brincadeiras e risadas.</p><p>Na adolescência, passei por várias mudanças, tanto na rotina quanto no corpo. Apesar dos desafios dessa fase, eu sempre fui uma pessoa alegre e cheia de histórias para contar. Foi também na adolescência que descobri uma paixão pela praia. Adorava nadar, brincar na areia e criar memórias incríveis.</p><p>Agora, na vida adulta, estou iniciando mais um capítulo da minha história. Realizando um sonho de estar estudando em uma universidade federal Continuo vivendo com muita alegria e movimento, sempre buscando novas conquistas.</p><p>Enfim, Cada cicatriz que carrego é uma lembrança dos momentos que vivi, sejam eles bons ou ruins. Elas contam parte da minha história, e cada marca tem seu significado especial. Sinto muito orgulho da minha trajetória. Meu corpo conta momentos da minha vida.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 02:20:33 UTC</pubDate>
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         <title>Finalmente Livre</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Ellen ! E nessa imagem minhas correntes sobre meu corpo foram quebradas, meus traumas em relação a educação física em particular, foram aos poucos adormecendo. Meus movimentos aqui foram respeitados, o ato de ler foi considerado um movimento do meu corpo, caminhar com meu velho all star, rasgado, laranja, de caveirinha, e descobrir do que sou capaz, foi considerado um ato de movimento digno de nota avaliativa. A natureza no convento da Penha, do sitio histórico do parque da Prainha, como pesquisa, movimento e conhecimento, foi levado em consideração de práticas pedagógicas do corpo. Aqui guardo boas recordações de corporeidade e de libertação do saber sistematizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 03:02:30 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal! Me chamo Rutiléia, nasci em Mantena/MG, no ano de 1992. Passei toda minha infância no sítio da minha família, em São Geraldo de Mantenópolis, ES. Na infância, vivi a liberdade de correr descalça, subir em árvores e brincar na terra, essas aventuras faziam parte do meu dia a dia.Com o tempo, vieram as mudanças. Na escola, comecei a sentir o peso dos olhares e palavras dos outros, e isso mexeu comigo. Mas também vivi momentos bons, como as brincadeiras no recreio e os abraços dos amigos. Na adolescência, encontrei na igreja um lugar de acolhimento, onde fiz amizades importantes e me senti parte de algo maior. Mais tarde, com a maternidade, meu corpo passou por grandes transformações. A cesariana, o cansaço, a ansiedade e as mudanças físicas me desafiaram, mas também me mostraram o quanto sou forte. Às vezes me senti estranha no meu próprio corpo, mas aprendi a olhar para ele com mais carinho. Ele passou por muita coisa, me sustentou e continua firme. Hoje entendo que meu corpo não é só um meio de locomoção, mas um lugar onde moram minhas memórias, sentimentos e conquistas. Aprendi que essa relação é um caminho, feito de altos e baixos, onde sigo descobrindo quem fui, quem sou e quem posso ser.</p><p>Essas são algumas experiencias corporais que me marcaram.</p><p>Deixo aqui uma fotografia de quando eu ainda era criança, juntamente com minha família, que sempre esteve presentes em todos os momentos da minha vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 21:37:22 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Márcia Oliveira dos Santos ,sou pisciana,tenho 39 anos , nasci  no dia 16/03/1986 .Sou mineira ,  nascida  na (Vila Pereira).Casada aos 19 anos  de idade , atualmente resido em Ponto belo Espírito Santo.Não tenho filhos e só  eu e meu esposo  e três cachorrinhos .Agora vou contar um pouco de minha memória mais marcantes da minha vida pra vcs.</p><p>Eu estou sentada à beira de um rio tranquilo, olhando a água cristalina que reflete o céu lindo acima. O som do rio é um barulho suave e constante, como uma música que me acalma. Estou acompanhada pelo meu esposo e  a minha família  e a família dele e estamos todos sorrindo e rindo juntos . Alguns brincando outros pescando   outros tomando banho no rio .Estamos passando um dia ao ar livre, aproveitando a natureza e a companhia uns  dos outros. Meu esposo está  por perto ,Conversando  com a família .  Sinto-me livre e feliz, sem preocupações ou medos. O sol está brilhando em minha pele, e a brisa fresca do rio me faz sentir viva. A presença da minha família e das pessoas que amo se torna o momento ainda mais especial.Essa  memória se torna  especial para mim porque é um momento de pura alegria e conexão com as pessoas que amo e a  Natureza . É uma  memória que gostaria de guardar para sempre enquanto  viver.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 00:42:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Minha relação com o movimento sempre foi intensa. Ainda criança, vivi momentos de pura liberdade, como quando decidi andar de bicicleta escondida de meu pai. A bicicleta era maior do que eu, e, na tentativa de equilibrar-me, colidi com outra pessoa. O impacto me deixou uma cicatriz na sobrancelha que permanece até hoje, uma marca visível de uma lembrança cheia de adrenalina. Na adolescência, minha relação com o corpo e o movimento se intensificou. Aos 12 anos, entrei para a banda marcial da escola. Vestir o uniforme, calçar as botas e marchar ao lado de outras crianças me trazia uma alegria imensa. Também me destacava em brincadeiras como "Cinco Marias", onde minhas mãos ágeis mostravam destreza e precisão.</p><p>Aos 14 anos, estudava na Escola Armando Vitório Bey e desenvolvi uma paixão pelo vôlei. Participava de competições municipais e adorava estar em quadra, sentindo a energia do jogo. Mas minha paixão pelo esporte não se limitava à escola. Jogar futebol na rua com meus sobrinhos era uma das minhas maiores alegrias. No entanto, meu pai nem sempre aprovava essa brincadeira e, muitas vezes, me chamava para dentro de casa. Meu corpo também carrega as marcas de muitas quedas. Sempre fui daquelas que tropeçam, caem e levantam. Quebrei pés, joelhos e acumulei cicatrizes que hoje contam parte da minha história. Cada uma delas tem um episódio, um aprendizado, uma lembrança que faz parte de quem eu sou.</p><p>Aos 17 anos, passei por uma mudança radical: engravidei, e pela primeira vez, meu corpo se preparava para carregar outra vida. Era um turbilhão de emoções, medos, inseguranças, mas também muito amor. Foi quando precisei abandonar a escola e amadurecer rapidamente. Já não era mais uma criança ou adolescente; tornei-me mulher e mãe, assumindo responsabilidades que até então desconhecia e mudando o rumo do meu crescimento. Só depois de casada e já com três filhos voltei a estudar, transformando novamente meus percursos e movimentos.</p><p>Através dessas experiências, compreendi que meu corpo é a expressão viva da minha história, o meio pelo qual exploro o mundo e me conecto com ele. Nele estão guardadas as alegrias, os desafios e os mistérios que o tempo me ajudou a compreender. E assim, sigo em movimento, escrevendo novos capítulos dessa jornada que nunca cessa.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 01:01:46 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do Corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Minha primeira formatura.</p><p>Olá! Me chamo Raíssa Miller dos Reis, sou natural de Resplendor/MG e cresci no distrito de Campo Alegre de Minas. Tenho 38 anos e vivi uma infância simples, mas muito feliz ao lado dos meus pais e irmãos. Apesar das dificuldades financeiras, tive uma infância rica em brincadeiras, natureza e afeto. Estudei desde cedo e guardo com carinho a lembrança da minha primeira formatura no Pré-escolar, onde a única foto daquele dia foi tirada por uma professora que foi madrinha da turma.</p><p>Minha infância foi marcada por aventuras, alimentação saudável com frutas do quintal e momentos inesquecíveis na escola, que tinha merendas saborosas e recreios ao ar livre. As professoras ensinavam com dedicação e afeto, e os apelidos carinhosos faziam parte do nosso dia a dia. Sempre fui comunicativa, esforçada e participei de desfiles, teatros e outras atividades escolares.</p><p>Cursei o ensino médio em Alto Rio Novo e, mesmo trabalhando desde cedo, nunca deixei de estudar. Joguei futebol até os 26 anos, quando decidi iniciar a faculdade. Aos 31 anos, terminei a graduação, já casada, e realizei o sonho de ser mãe da Nicole Vitória. Meu corpo mudou, mas meu espírito permanece cheio de energia e fé.</p><p>Hoje, cursando Pedagogia, percebo que minha trajetória é marcada por força, amor e movimento. Como diz o poema de Viviane Mosé, sempre tive “palavras líquidas” — a capacidade de expressar sentimentos e vivências com coragem e leveza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 01:36:51 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIAS DE UM CORPO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Rhayssa, nasci no dia 30/01/2006 e tenho 19 anos, nasci em São Mateus.</p><p>Fui criada em Mucurici, tenho um filho de 4 meses que se chama Emanuel (Significa "Deus é conosco"). </p><p>O que me lembro na minha infância são as brincadeiras, amarelinha, pique-pega, esconde-esconde, pula corda, são lembranças maravilhosas apesar dos joelhos ralados são momentos que meu corpo era uma máquina incansável e mesmo com as quedas eu me levantava e saía correndo para brincar novamente, a primeira queda de bicicleta eu nunca me esqueço, mas foi um momento que eu vivi muito feliz, a infância são um dos momentos mais marcante em nossas vidas, onde podemos guardar momentos que talvez hoje não possamos viver.</p><p>Por exemplo, hoje em dia não consigo correr como antes, fazer certas coisas igual fazia quando pequena, mas pude aproveitar muito bem os momentos em que meu corpo ainda me permitia fazer "estripulia".</p><p>Na escola quando tinha aula de educação física eu amava participava de tudo, e na queimada sempre fui uma das ultimas a ser eliminada na brincadeira, eu era uma criança que vivia pulando pelos cantos.</p><p>Depois do meu parto cesárea meu corpo não foi o mesmo, sinto muita dor na coluna e não consigo ficar por muito tempo em pé, e como antes da gravidez já trabalhava com unha isso ajudou muito mais a dor na coluna, mas fico feliz por ter aproveitado muito bem minha infância.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 00:24:37 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de um corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu me lembro das tardes quentes e dias nublados, correndo descalço pelo quintal, seja da minha casa ou da casa de minhas avós, sentindo o sol no rosto e a grama fresca sob meus pés ou o chão de pedras. As brincadeiras de horas sem fim com os primos... as manhãs com minha irmã, ah, isso que eu gosto de lembrar da minha infância.  Nessas horas, eu me sentia livre, sem preocupações, apenas o prazer de correr, saltar e brincar. Meu corpo era um instrumento de alegria, e eu o usava para explorar o mundo ao meu redor.</p><p>Já no final da adolescência, brotando a juventude, eu gostava mesmo era dos livros, da leitura, do teatro e de  viajar.  Eu amava a liberdade que meu corpo tinha no teatro, no ato de encenar, de me travestir de um personagem, eu me sentia parte das histórias. Mas essa paixão não mudou, ainda amo o cheiro dos livros e hoje posso dizer que tenho uma pequena coleção.</p><p>Mas não há nada que essa pessoinha aqui goste mais do que viajar, e isso tudo graças ao meu corpo, que me leva aonde quer que eu vá. Amo conhecer lugares, caminhar por ruas, praias, e pra isso só necessito de uma mochila.</p><p>Hoje,  quando penso sobre essas coisas, percebo como o movimento foi fundamental para o desenvolvimento da minha infância/juventude. Meu corpo em movimento era, e ainda é, uma forma de expressão, de comunicação e de conexão com o mundo.</p><p>Esse fragmento de memórias me faz refletir sobre a importância do movimento na minha vida. Como o corpo pode ser um instrumento de expressão e alegria, e como o movimento pode ser uma forma de conexão com o mundo ao nosso redor.</p><p>Meu nome é Sara Rocha, e isso foi um pedacinho de mim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 21:31:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>OLá, sou a Leiliane, a tia Lili, a amiga Leili, a filha caçula da Dª Lia, com três irmãos homens, a princesinha do papai Ailton... Cresci cercada de proteção, em excesso, mas cresci e descobri sozinha o mundo, com DEUS sempre me guiando. Conheci a maldade do ser humano, mas também a bondade, e sou grata por cada experiência vivida até aqui, pois são elas que me tornaram a mulher que sou hoje. Meu corpo sempre foi um "tabu" que eu não conseguia desvendar, até sentir crescer em mim o amor mais puro e verdadeiro que existe. Me tornei MÃE, o que para mim foi a abertura de um novo mundo, não só sentimental mas também corporal. Meu filho me fez sentir o meu corpo e aceitá-lo, então, como eu sempre tentei e não conseguia, ele foi e é o sentido da minha vida e vai continuar sendo. Como sou feliz com o que tenho hoje. Eu tenho tudo o que preciso: EU e meu FILHO!!!</p><p>As demais coisas eu corro atrás. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 23:41:43 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias inesquecíveis</title>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome Maria Aparecida Teixeira de Jesus, tenho 43 anos, sou casada, tenho 3 filho e moro em Montanha E.S agora vou falar um pouco da minha infância lembro que estudava na escola Presidente costa silva na hora do creio gostava de brincar de corre pique pega, amarelinha, corda, Queimada e na minha Escola não tinha murro era tudo aberto quando acabava aula todos pra sua casa quando ficava a noite nos íamos para rua brincar nós gostávamos de brinca na porta da escola com minhas colegas de infância descalço na rua são memorias do corpo que me marcaram.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 18:42:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu sou Jucélia Ferreira Machado, e minha relação com o meu corpo é uma história de superação e adaptação. Desde criança, eu era ativa e cheia de energia, gostava de brincar e praticar esportes. No entanto, um acidente mudou tudo, deixando-me com cicatrizes físicas e uma doença crônica na coluna.</p><p>Aprendendo a Lidar com as Limitações</p><p>Depois do acidente, eu tive que aprender a lidar com a dor e a limitação física. Eu adaptei minha rotina de exercícios e comecei a focar em minha saúde mental. Hoje, eu valorizo mais a vida e respeito as limitações do meu corpo.</p><p>Embora eu tenha mudado os planos e não possa mais segui-los  eu encontrei novos objetivos e sonhos. Eu me tornei engenheira civil, pós-graduada em matemática e física, e estou cursando licenciatura em matemática, pedagogia e teologia básica.</p><p>Minha história é uma de superação e adaptação. Eu aprendi a ouvir meu corpo e respeitar suas necessidades. Eu também aprendi que os sonhos não param com as limitações, mas sim se transformam em novos sonhos.</p><p>Eu espero que minha história possa inspirar outras pessoas a lidar com suas próprias limitações e a valorizar a vida. A vida é um presente, e devemos agradecer e ser felizes com o que podemos tirar de melhor dela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 19:21:18 UTC</pubDate>
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         <title>Pedalando...</title>
         <author>cassianolouzada1</author>
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         <description><![CDATA[<p>E pessoal! Sou o Cassiano daqui de Conduru, distrito de Cachoeiro de Itapemirim.  Na foto eu aos 4 anos de idade, quando ganhei meu velocípede.  Como o tempo passa! Já são quase 50 anos.  Tenho a memória perfeita desse dia.  Sempre uso a minha experiência de vida para justificar como que a criança tem grande capacidade de aprender. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 00:31:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Mosaico de Memórias</p><p><br/></p><p>O ano era 1986, e eu  a menina de meia calça branca (emprestada) totalmente desfiada. Eu gostava muito da cor branca e nem tinha noção que "desfiado" era feio. Havíamos feito uma dancinha com  uma música da Madonna para apresentação nas salas de aula da escola, uma por uma. Lembro-me que minha mãe havia chegado da roça em que ela morava e pedi que fizesse trancinhas em meu cabelo. Eu amava aquele efeito esvoaçante que só um cabelinho de tranças podia ter (risos). Era uma época que a alegria se resumia a pouca coisa mas com um efeito grandioso. Estar na escola apresentando a dança fazia eu me sentir importante, apesar dos gestos um tanto desengonçados, um caldeirão de desequilíbrio e de não acompanhar fidedignamente os passos das meninas do grupo. O coração disparava em cada início da dança e a face parecia que ia incendiar de tanto rubor então eu me remetia para os ensaios para trazer a calma de volta e buscar me concentrar na apresentação. </p><p>Após o término das apresentações eu continuava a dançar aquela música todas as vezes que eu a ouvia buscando acertar os passos que eu havia errado durante as apresentações para que quando houvesse uma nova oportunidade eu me apresentar com firmeza e graciosidade.</p><p> Era uma época de recursos um tanto escassos, a música tinha que tocar no rádio ou conseguir um toca-fitas emprestado mas cada etapa vencida deixava um legado para o grupo que a partir daquela dança conservou a amizade até os dias atuais. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 18:54:14 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Memórias do Corpo: Ludimila, 35 anos, filha da roça</p><p>O cheiro de terra molhada ainda me acalma, o cheiro de mato verde me transporta para casa. Nasci em Mantena, Minas Gerais, em 20 de julho de 1989, mas a minha história se desenrola em São José de Mantenópolis, Espírito Santo,  naquele aconchego rural que me acolheu desde pequena.</p><p>Meu corpo guarda a memória da poeira vermelha que grudava nos pés descalços, do suor que escorria pela testa nas subidas íngremes pelos morros, da força das minhas pernas que se firmam a cada passo.  Cada cicatriz, cada arranhão, um registro de uma aventura, uma queda,  um aprendizado.</p><p>Lembro do sabor da manga colhida diretamente do pé,  ainda morna do sol,  o doce natural que grudava nos dedos e deixava um rastro de alegria. A pele bronzeada pelo sol, um mapa de marcas que contam histórias de brincadeiras e risadas.</p><p>As tardes na roça eram um festival de cores e sons.  Os terreiros de terra batida se transformavam em palcos para jogos de pega-pega,  esconde-esconde,  pique alto,  rouba bandeira e queimada, minha paixão.  O grito de "conziadinha!" ecoava no ar,  chamando a atenção para uma nova brincadeira,  e a tarde se esvaía em risadas,  suor e poeira.</p><p>Minha família se expandia em encontros com primos e primas, visitas que enchiam a casa de histórias e afeto.  A bicicleta,  uma amiga de aventuras,  me levava para a casa deles,  ou eles vinham até a minha,  e o tempo voava em tardes mágicas.</p><p>A escola,  a dois quilômetros de casa,  era um destino que percorríamos com frequência.  Demorou para o transporte escolar chegar, então,  chuva ou sol,  meu pai me levava.  Mesmo mancando,  devido ao acidente que o deixou quase sem andar,  ele me carregava no seu amor,  na sua força,  na sua persistência.  A imagem do meu pai,  caminhando com dificuldade,  mas com um sorriso no rosto,  me acompanhando até a escola,  é uma das mais fortes que carrego em meu coração.</p><p>A roça,  a vizinhança,  a família,  a escola,  cada pedacinho da minha história,  forma um mosaico rico de lembranças,  de aromas,  de sensações.  A vida na roça me ensinou a ser forte,  a ser resiliente,  a valorizar os laços familiares,  a amar a simplicidade,  a encontrar a beleza no cotidiano.</p><p>Meu corpo,  um livro aberto,  cheio de capítulos escritos em diferentes linguagens: o tom rouco da voz após um dia inteiro gritando brincadeiras, a leveza do corpo flutuando em um rio gelado, a força nos braços ao ajudar nos afazeres da roça.  A memória do corpo é uma dança entre o passado e o presente.  É a lembrança do corpo ágil e leve da infância,  que se transforma no corpo adulto,  forte e experiente. É a lembrança do corpo que cresceu sob o olhar atento da natureza,  aprendendo a respeitar seus ciclos e sua força.  São as lembranças que me conectam às minhas raízes,  à minha história,  à minha identidade.</p><p>Ludimila, 35 anos,  filha da roça,  com o cheiro de terra e o sol da roça na alma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:53:00 UTC</pubDate>
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         <title>O movimento do meu corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá eu me chamo, Ana Lucia tenho 51 anos, sou uma pessoa alegre e  brincalhona, tenho 3 filhas </p><p>Luana, Ihanna e Maria Júllia. Enfim hoje eu moro só com Majú.</p><p>Mãe solo.</p><p>Minha brincadeira quando criança e adolescente sempre foi na zona rural</p><p>Pedrinha, amarelinha, pula corda e pega e cola.</p><p> Nasci e foi criada na zona rural.</p><p>Vir pra zona urbana pra estudar.</p><p>Meus pais compraram casa pra nós estudar. </p><p>Tenho 7 irmãos, 5 mulheres e 2 homens</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-12 17:00:23 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Ingryd, sou de Iúna, ES. Tenho 29 anos, sou casada e mãe de um menino lindo de 3 anos.</p><p>Hoje quero compartilhar um pouco sobre como meu corpo sempre esteve em movimento na época da escola. Sempre fui uma aluna muito participativa e adorava fazer parte de todos os eventos escolares. Meu corpo estava sempre ativo!</p><p>Foram anos participando de gincanas, apresentações de dança e atividades folclóricas. Nos jogos estudantis, joguei handebol pelo time da escola. Tive a oportunidade de me apresentar até fora da cidade em campeonatos de dança, algo que me fazia muito feliz. Além disso, as aulas de educação física eram um dos meus momentos preferidos: adorava pular corda, elástico e brincar de pique. São lembranças maravilhosas que carrego comigo.</p><p>E os desfiles de 7 de setembro? Essa data era sempre muito esperada! Nunca perdi um desfile sequer. Também aproveitava muito as brincadeiras na rua de casa, que vivia cheia de crianças. Jogávamos pique-esconde, pique-bandeira, pique-alto... Era um tempo muito bom!</p><p>Na adolescência, também participei de muitos teatros e eventos religiosos, nos quais a dança sempre estava presente. Eu amava fazer parte desses momentos!</p><p>Hoje, depois de ter meu filho, acabei me acomodando um pouco. Ganhei peso e deixei de praticar as atividades que tanto gostava. Meu corpo não se movimenta mais como antes, a não ser nas tarefas diárias de casa, trabalho e algumas atividades físicas esporádicas.</p><p>A vida adulta torna mais difícil reservar tempo para aquilo que nos faz bem. As responsabilidades e a rotina muitas vezes nos fazem esquecer de nos conectar com o que nos traz felicidade.</p><p>Ainda assim, sou muito grata por todas as experiências que tive. Tenho lembranças incríveis e, no fundo, espero um dia poder voltar a me movimentar e sentir aquela leveza e alegria de antes, porque o nosso corpo é o que nos move, é com ele que aprendemos cada passo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 22:20:52 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Memórias do corpo: carinho, amor e simplicidade</strong></p><p>Minha infância : um momento de carinho e cuidado</p><p>Olá, pessoal! Essa sou eu, ainda bebê, em um momento que me remete a muitas lembranças doces da minha infância. Olhar para essa foto me faz sentir novamente o carinho, a atenção e o amor que sempre estiveram presentes na minha casa.</p><p>Lembro de uma casa cheia, com cheiros de comida no fogão, risadas pelos cômodos e aquele aconchego que só a simplicidade da vida em família pode oferecer. Meu avô era puro orgulho – ficava todo bobo comigo no colo, cheio de cuidado e ternura.</p><p>Essas memórias me aquecem o coração. Estão gravadas no meu corpo: o toque suave de um colo acolhedor, o cheiro da infância feliz e o som das conversas ao fundo. A vida era simples, mas cheia de amor.</p><p>Essas são as minhas memórias do corpo. São lembranças que não só moram no pensamento, mas que vivem na pele, no coração e em cada gesto de afeto que aprendi a cultivar desde então.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 19:12:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sandrinawm1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou a mamãe Sandrina Wandel Rei. Meu corpo em movimento experienciando a magia da maternidade. O corpo que me oportuniza sentir o maior maor do mundo e possibilita, também, brincar, viver intensamente o que sonhei por anos receber em minha vida: a maternidade. Esse corpo que com a maturidade aprendeu que sempre é tempo de movimento, do novo, do inédito. Que vive para etenizar os melhores momentos dessa existência que é estar ao lado da minha filha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 19:22:49 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>São só memórias. Não tenho fotos.</p><p><br/></p><p>Minha história começa na infância, marcada por muitas dificuldades sociais e econômicas, mas também por um profundo amor pelo conhecimento. Sempre gostei de brincar, desenhar, escrever e aprender, mesmo sem acesso a tecnologias ou materiais escolares sofisticados.</p><p>Quando entrei na escola, senti que estava vivendo um momento mágico. Desde cedo, desenvolvi uma grande paixão pela educação. Apesar das dificuldades, como caminhar longas distâncias para estudar, enfrentar uma alimentação precária e lidar com a falta de apoio, nunca deixei de sonhar e de me dedicar aos estudos.</p><p>Com o passar do tempo, precisei me afastar temporariamente da escola para trabalhar. Esse período foi doloroso e me trouxe uma sensação de vazio. Sentia que uma parte importante de mim havia ficado para trás.</p><p>Foi ao ingressar na graduação em Pedagogia que reencontrei meus sonhos. Redescobri minha paixão por aprender e por ensinar. Hoje, acredito com convicção que o conhecimento é libertador, transforma vidas e dá sentido à existência. Minha trajetória é um exemplo de que a educação pode ser uma forma de resistência, transformação e realização pessoal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:58:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Denise Piassarolli, moro em Guarapari-ES. Sou mulher, mãe, esposa e professora. Amo a natureza e luto pelas questões ambientais. Trabalho na área de educação Ambiental pela Secretaria da Educação. E tenho orgulho do meu trabalho, através do mesmo, faço palestras, participo de conferências, fóruns, formações, feiras e levo a consciência ambiental para muitos alunos do meu município. Esse trabalho me deixa muita realizada e tenho todas as atividades que realizo guardadas em minha memória. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 18:49:00 UTC</pubDate>
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         <title>Memorias </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Luana sou de bom jesus ,já morei em ibitirama e atualmente moro em iuna vim pela oportunidade de trabalho ,a minha infância sempre foi de muita responsabilidade e muitas brincadeiras também,lembro que brincávamos de queimada pique esconde,de correr,desde cedo minha mãe sempre pedia para eu e meu irmão ajudar,a gente levava comida na roça,cortava vassoura,varria terreiro ajudava panhar café e tudo isso foi muito bom por que crescemos adultos responsáveis essa época era muito porque nossa única preocupação era essa mas a mente estava sempre boa,hoje na fase adulta posso fazer mil coisas cansar o corpo mas a mente nunca para </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 22:17:18 UTC</pubDate>
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