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      <title>Portifólio by </title>
      <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks</link>
      <description>Criado com extravagância</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-25 00:19:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-06-14 00:55:29 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>TEA - Transtorno do espectro autista</title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2609641096</link>
         <description><![CDATA[<div>O tema foi muito bem apresentado por: Érica Monteiro Nunes Batisda no dia 16 de Maio.&nbsp;<br>Érica além de pedagoga, também tem em sua formação a psicopedagogia e deficiência intelectual.<br>Um fato muito importante, que agregou não só em sua apresentação, mas também para sua experiência vivida dentro desse âmbito, é que Érica é mãe de uma garota chamada Ana Júlia que tem o TEA - transtorno do espectro autista.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 22:44:20 UTC</pubDate>
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         <title>Pontos importantes da historicidade do TEA </title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2609655252</link>
         <description><![CDATA[<div>- O TEA foi titulado como deficiência. Essa denominação é importante de saber, pois acabamos caindo no senso comum e achando que o autismo não pode ser tratado como deficiência, mas sim como uma limitação e/ou um distúrbio.<br>- Bleuer foi um psiquiatra que falou sobre o Autismo pela primeira vez em 1908. Mas na época ainda era confundido com esquizofrenia. Achamos que o autismo é uma deficiência <strong>dessa</strong> geração, mas há muitos anos se fala sobre. Mas ainda pouco se sabe, os estudos em cima dessa deficiência foram muito falhos, pois era para termos muito mais informações sobre. Sem contar a quantidade de pessoas das gerações passadas, que poderiam ter o transtorno e não sabiam ou eram tratadas como esquizofrênicas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 23:11:05 UTC</pubDate>
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         <title>Ecolalia </title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2609661721</link>
         <description><![CDATA[<div>A ecolalia é uma característica muito marcante do TEA e consiste em falas sem funcionalidade. Ou seja, a pessoa se apega em alguma palavra ou frase, e fala ela em seus momentos de tensão e/ou em momentos inapropriados.<br>Um exemplo que a Érica deu, foi de uma situação da qual uma estudante falou a frase "eu me remexo muito" no momento em que estava fazendo uma prova. Então mostra bem especifico que ela estava em um momento&nbsp; onde se encontrava tensa, e em um momento totalmente inapropriado.&nbsp;<br>Ao falarem essa palavras/frases, se sentem seguros e aliviados. Por isso o descontrole, pois precisam de alguma maneira "colocar pra fora".</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 23:20:36 UTC</pubDate>
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         <title>APRESENTAÇÃO DO GRUPO</title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2609663572</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo é composto por:<br>BIANCA CAMPOS&nbsp;<br>CAIO HENRIQUE<br>RAFAELA BARBOSA<br>NATALIA SILVA </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 23:24:05 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE SERÁ APRESENTADO</title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2609670019</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentro do nosso componente Diversidade e educação, abordamos diversos temas como racismo, feminismo, igualdade de gênero, educação sexual... Mas tivemos a oportunidade de ir mais afundo em alguns assuntos. Tivemos a contribuição de palestrantes muito bem capacitados e experientes nos assuntos abordados. Cada palestrante falará de um tema especifico, e eles serão: Transtorno do Espectro Autista, Povos Indígenas e Intolerância Religiosa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 23:32:40 UTC</pubDate>
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         <title>O TEA e a superdotação</title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2609686908</link>
         <description><![CDATA[<div>Se cria uma expectativa em cima dessa deficiência, onde todos que tem quem o TEA serão super inteligentes e avançados. Mas é preciso se avaliar se existe essa super dotação, ou se é um híper foco. O híper foco consiste na pessoa se aprofundar somente naquilo que a interessa. Ou seja, ela irá saber tudo sobre esse determinado assunto e isso não que dizer que ela é super dotada.&nbsp;<br>Um exemplo que ela deu é uma pessoa saber tudo sobre Geografia, mas não saber sobre matemática. Uma pessoa super dotada, saberá de todos os assuntos de forma espontânea.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 23:56:21 UTC</pubDate>
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         <title>Questões sensoriais </title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2609690683</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma abordagem muito interessante que Érica trouxe é das salas de aula serem lotadas de informações. Uma sala de aula nesse formato, para os estudantes com TEA é um ambiente extremamente desconfortável, pois ele não conseguira prestar atenção naquilo que está sendo orientado e o restante das coisas não fará sentido.&nbsp;<br>A exposição e sensibilidade ao som, todos sabemos que é uma característica muito marcante do TEA, mas pouco se sabe que essa sensibilidade, se estende as cores também. Então um ambiente muito carregado de cores e informação, para eles "dói".&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 00:01:31 UTC</pubDate>
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         <title>Materiais de apoio</title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2609731997</link>
         <description><![CDATA[<div>Como Érica é mãe de uma garota com TEA, ela nos trouxe um materiais muito interessantes que sua filha sempre usou na escola.&nbsp;<br>A troca de ambiente para as pessoas com TEA é um desafio. Eles precisam ser preparados antes que essa troca ocorra, e também que saibam o que será feito durante o dia. Para auxiliar nessa questão, conhecemos um material de rotina que Érica junto com os profissionais da escola de sua filha, elaborou para Ana Júlia. O material pode ser feito com uma base de papel, plástico ou mateira e nele será colado de alguma forma (fita, velcro), imagens e/ou escritas de tudo o que o estudante fará no dia, conforme sua rotina, por exemplo: lanche, parque, atividade, ir embora. Conforme for realizando suas tarefas poderá ir retirando.&nbsp;<br>Esse material é uma forma de preparar o aluno de suas atividades e de suas tarefas seguintes, para que essa troca de tarefas não seja tão difícil e dolorido.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 00:41:29 UTC</pubDate>
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         <title>A importância da comunidade escolar conhecer seu estudante </title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2619888588</link>
         <description><![CDATA[<div>Érica nos trouxe uma reflexão muito importante e válida, que em muitas escolas, ainda não é colocado em prática. A escola enquanto comunidade que recebe um estudante com TEA, precisa conhecer seu estudante, saber de seus gostos, o que acalma, o que frustra, e muitas vezes, a única pessoa que sabe de seus gostos é a sua acompanhante, mas essa tarefa não cabe somente a ela. Esse estudante pode passar anos na escola, e cada ano a pessoa que lhe acompanha irá ser diferente. Quando a escola/gestão e equipe escolar, conhece esse estudante, essa troca não será tão difícil, tanto para a nova pessoa que irá acompanhar quanto para o próprio estudante. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-10 15:08:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Níveis de autismo </title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2619890368</link>
         <description><![CDATA[<div>Os níveis são divididos em 3.&nbsp;<br>Nível 1- Leve&nbsp;<br>Precisam de auxílios pontuais e dicas. Não interfere muito em suas relações.&nbsp;<br>Nível 2- Moderado&nbsp;<br>Precisa de um apoio maior e terapias frequentes.&nbsp;<br>Nível 3- Mais crítico&nbsp;<br>Precisa de auxílio para tarefas básicas, como: comer, higiene etc. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-10 15:13:47 UTC</pubDate>
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         <title>PDI - Plano de Desenvolvimento Individual</title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622506800</link>
         <description><![CDATA[<div>Plano que acessa o nível de desenvolvimento da criança, em que percebe suas habilidades individuais (facilidade em matemática por exemplo, ou até um hiperfoco) e compreende quais são suas preferências. É uma forma de colocar para aquele aluno específico um planejamento educacional de acordo com as necessidades dele, em que o foco seja sua deficiência. Então, é elaborado pelo conjunto da escola e profissionais que acompanham esse aluno, e é importante que o PDI seja elaborado em conjunto, respeitando a autonomia da escola e envolvendo tanto o professor da sala quanto o professor de educação especial. O acompanhamento e a revisão periódica do plano são muito importantes para garantir a eficácia das intervenções e que o aluno atinja o máximo de aprendizado. Além disso, é fundamental que o conhecimento tenha significado e seja relevante para o aluno, independentemente de sua condição, tendo em vista sua aplicação prática e sua realidade cotidiana. Também, percebe questões fora a cognição, como, questões sensoriais, questões de emoção, entre outras diversas.<br>No começo esse plano foi negado na escola que Ana Júlia estudava, mas nos anos seguintes foi aceito, e o que é melhor ainda é que hoje está incluído em muitas escolas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 17:28:18 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto - Princesa Juju</title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622586622</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante uma lição de casa da filha, Foi pedido que os pais contassem uma história sobre os filhos e Erica decidiu dar esse protagonismo a ela sem que a história ficasse muito séria e dramatizada, e assim surgiu "Princesa Juju - Uma princesa um pouco diferente". Ainda era só escrito, mas mais tarde no Primeiro Ano da escola, ela compartilhou com uma professora, e a filha da professora ilustrou o livro e assim com o resultado final de um livro ilustrado. O livro também foi usado para trabalhar com o tema do bullying.<br>O marido de uma amiga de trabalho de Erica é escritor, e com isso desenvolveram um segundo livro "As Aventuras de Juju e Luís", esse relatava o convívio dos dois irmãos e como era sua relação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 19:34:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622709877</link>
         <description><![CDATA[<div>O Dia do Índio, celebrado em 19 de abril, foi estabelecido durante um congresso em 1940, no México, com a participação de países da América Latina.&nbsp;</div><div>Essa iniciativa foi organizada principalmente pelos governos, especialmente o governo mexicano. No entanto, várias comunidades indígenas de diferentes países boicotaram essa data por razões claras.&nbsp;</div><div>Devido à liderança governamental, surgiu uma certa desconfiança por parte das comunidades indígenas, levando-as a não participar inicialmente. Tentou-se minimizar os impactos negativos dessa data, pois sua origem é vista como problemática.&nbsp;</div><div>Como afirmou Paulo Freire: "Seria ingenuidade esperar das classes dominantes, nesse caso, dos governos, alguma atitude libertadora e emancipatória em relação às classes oprimidas".&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 23:45:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Temática indígena em sala de aula: Para além do eurocentrismo. </title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622714015</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 23:51:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622716663</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1943, com a interferência do Marechal Rondon, Getúlio Vargas instituiu o Dia do Índio no Brasil nesta mesma data.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 23:54:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622717832</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi nesse período que surgiram nas escolas propostas e ideologias relacionadas a essa data, como a pintura facial indígena, entre outros costumes enraizados. Crescemos com essa visão cultural sobre os indígenas, o que prejudicou nossa compreensão geral sobre o assunto.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 23:55:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622718776</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 9 de agosto de 1994, por iniciativa da ONU, essa data foi ressignificada como:&nbsp; Dia Internacional dos Povos Indígenas.&nbsp;</div><div>Vários países encaram essa data não como uma comemoração, mas como um momento de reflexão, debates, lutas, sugestões e ações políticas.&nbsp;</div><div>No entanto, o Brasil continuou com a mesma abordagem do dia 19 de abril.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 23:57:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622719260</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2022, um projeto de lei foi apresentado ao Senado para mudar essa situação, mas ainda aguarda aprovação. O objetivo é que o país adote uma visão semelhante à dos demais países em relação a essa data.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 23:57:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características da população indígena global:</title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622720104</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A população indígena representa cerca de 5% da população mundial, totalizando aproximadamente 320 milhões de pessoas em todo o mundo.&nbsp;</div><div>No Brasil, há cerca de 820 mil indígenas, distribuídos em mais de 200 etnias. O Brasil possui o maior número de línguas faladas, pois cada etnia indígena possui sua própria língua.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 23:58:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622720818</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-13 23:59:47 UTC</pubDate>
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         <title>Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)</title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622722532</link>
         <description><![CDATA[<div>A educação brasileira inclui diferentes modalidades, tais como: Educação de Jovens e Adultos; Educação Especial; Educação Profissional e Tecnológica; Educação Básica do Campo; Educação Escolar Indígena - A Lei número 11.645, de 10 de março de 2008, torna obrigatório o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio; Educação Escolar Quilombola; Educação a Distância.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 00:01:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622723214</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 00:02:36 UTC</pubDate>
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         <title>Como trabalhar a temática indígena em sala de aula?</title>
         <author>nataliasiilva12</author>
         <link>https://padlet.com/nataliasiilva12/Bookmarks/wish/2622724744</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalhar longe do eurocentrismo, que é uma visão de mundo onde coloca a Europa como elemento fundamental na constituição da sociedade moderna, sendo necessariamente a protagonista da história da humanidade.&nbsp;</div><div>Desconstruir esse eurocentrismo.<br><br>Ensino descolonial&nbsp;</div><div>Trabalhar com a visão dos indígenas, das comunidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 00:04:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliasiilva12</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os indígenas são diversas comunidades com diferentes línguas, culturas e etnias, como guarani, pataxó e xavante. Não devemos tratar como um grupo genérico, mas sim reconhecer e respeitar suas identidades culturais únicas. Questionar o eurocentrismo é importante, pois desumanizou os povos colonizados e os considerou inferiores. Devemos valorizar a diversidade cultural dos indígenas, desafiar visões coloniais e aprender com seus conhecimentos. Isso contribui para uma sociedade mais inclusiva e justa.</div><div>As gestões estéticas, históricas e sociais são elementos a serem considerados. Refletir sobre trabalhar com o exótico é importante, assim como lidar com situações desafiadoras, como no dia do índio. É injustificável pensar que grupos étnicos, como negros, foram escravizados por serem trabalhadores. Da mesma forma, a ideia de apresentar um realidade sobre os índios de uma forma superficial e “romantizada”, como é feito nas escolas. Devemos reconhecer e valorizar a diversidade cultural do Brasil, representando corretamente os povos indígenas, como os Guarani e os Pataxó. Evitar uma visão egocêntrica é essencial ao abordar essas questões.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 00:06:09 UTC</pubDate>
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         <author>nataliasiilva12</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 00:09:18 UTC</pubDate>
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         <author>nataliasiilva12</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;As comunidades indígenas geralmente têm estruturas sociais coletivas e compartilham recursos de forma equitativa. A tomada de decisões é muitas vezes baseada no consenso e na busca do bem-estar da comunidade como um todo, em vez de focar apenas em interesses individuais. Essa abordagem difere de muitas sociedades ocidentais, onde a ênfase é frequentemente colocada nos direitos e interesses individuais.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 00:10:16 UTC</pubDate>
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         <author>nataliasiilva12</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 00:11:29 UTC</pubDate>
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         <author>nataliasiilva12</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando falamos que o Homem está acabando com o nosso meio ambiente, é de fato preocupante, extermínio da natureza é de extremo risco para as comunidades indígenas em todo o mundo. Eles dependem da terra para sobrevivência e bem-estar, mas têm perdido territórios e enfrentado destruição de ecossistemas devido à exploração de recursos, desmatamento, poluição e mudanças climáticas. Isso resulta na perda de biodiversidade, degradação dos habitats e escassez de recursos essenciais. Além disso, enfrentam violência, discriminação e deslocamento forçado. A terra é muito além da questão da sobrevivência, do alimento e da água. É uma questão religiosa. Os Guaranis, por exemplo , acreditam em um deus superior, que é o tupã, e vários deuses auxiliares, eles vivem na natureza. E quando você destrói as matas, você está destruindo elementos da religião deles.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 00:12:28 UTC</pubDate>
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         <author>nataliasiilva12</author>
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         <description><![CDATA[<div>Muitas figuras foram vinculadas á historia dos indígenas, uma delas é a Pocahontas, ela era uma princesa indígenas, do estado de Virgínia. Mas, no brasil temos um guerreiro que representou o seu povo, Cunhambebe representou a evolução da população em relação ao crescimento. A fortaleza da Barra Grande era pouco visitada durante esse período de mudanças. Cunhambebe, líder do povo Pinambá, era conhecido por suas habilidades políticas e aversão aos portugueses. Ele buscava alianças com os franceses e diferentes etnias da região. No entanto, os portugueses conseguiram reverter a situação, desmontando o movimento liderado por Cunhambebe. Ele morreu doente e traído, marcando o fim de uma era. Sendo assim, cunhambebe jogou uma maldição, que aquelas terras seriam marcadas pelo fracasso, segundo a crença.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 00:13:19 UTC</pubDate>
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