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      <title>Experiências do sensível 28/11/2022 by Martin Domecq</title>
      <link>https://padlet.com/martindomecq/Bookmarks</link>
      <description>Memórias inventadas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-30 23:37:57 UTC</pubDate>
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         <title>Resgate da memória ( Memória inventada)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Lembro mim de umas certas crianças, moravam na zona rural com seus avós e ali tinha muita vivencia e qualidade de vida. Por ser um local de difícil acesso quase não tinham contatos com pessoas estranhas. Gostavam de ser livres, subir nas árvores para arrancar os frutos que desejavam comer, sempre escolhiam os melhores frutos. Não tinham medo dos animais, ao contrário conviviam com eles de boa. Pegavam água em cisterna para beber, lavavam roupas em rios, iam para o rio a noite pescar traíra. E quando chegava pessoas estranha em suas casas eles corriam para os esconder embaixo da cama ou no mato por ter vergonha das pessoas. eles tiveram uma infância muito feliz apesar de muitos obstáculos no caminho.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 01:11:38 UTC</pubDate>
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         <title>Minhas memorias inventadas                 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>meu tio e meus primos moravam em uma fazenda a beira de um grande rio, eu e meus primos voávamos enquanto ele não chegava em casa, quando ele apontava do outro lado do rio com sua carranca e sua botina de couro&nbsp; o voou acabava. Nós também morríamos todos os dias engolidos pelo grande rio que todas vezes nos cuspia de volta.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Ana Maria Santos Pereira </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 01:12:09 UTC</pubDate>
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         <title>As minhas lembranças estão muito ligada a vida no sitio, onde as histórias de minha vó predominava juntamente com o meu vô todas fantasiosas com bastante invenção, meu avô contava que havia um conhecido dele que conseguia ficar invisível, para isso tinha que consegui um pássaro todo preto em uma sexta feira, após 21 dias lavar no rio e na sexta seguinte colocar o osso na boca, para retorno era só retirar o osso.  Contudo não fiquei invisível matei um pássaro e ainda apanhei quando cheguei com o osso na boca perguntando se ele estava me vendo.  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 01:31:53 UTC</pubDate>
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         <title>Minhas memorias inventadas                                                           </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na minha infância, ficava imaginando como o super-homem conseguia voar, ficava encantada e achava que nunca ele seria derrotado, e nada de ruim aconteceria no mundo, porque tinha um herói na terra chamado super-homem para nos proteger dos seres de outros planetas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 01:41:37 UTC</pubDate>
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         <title>MINHAS MEMORIAS INVENTADAS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Lembro-me, da minha infância na roça, onde os mais velhos contava aquelas historias de lobisomem, na fazenda onde fui criado tem um represa, e ficava com os amigos até escurecer tomando banho, então! começam as historias do nego d`agua que puxava pelas pernas para fundo da água quem ficava a noite na represa. Isso é um pouco das memorias inventadas que pude presenciar. &nbsp;<br><br>Luís Paulo Lima Nunes</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 02:38:07 UTC</pubDate>
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         <title>Em uma viagem a casa de praiaEu e meus primos ficávamos viajando olhando o mar e catando histórias aleatórias e possíveis para aquele momento, volta e meia eu ficava com os olhos arregalados para tamanha imaginação daqueles meninos. Uma hora falavam sobre o mar que poderia sair um peixe e engolir a gente, depois já emendava isso falando das árvores, plantas, pessoas... Embaralhado né?!Quando a gente se dava conta já tava no bafafá de contradição de pensamentos, E eu na maioria das vezes dizia que tava amarrado aquelas ideias  doidas deles.  Mas apesar de tudo, nós morriamos de rir e tornavamos aquele momento mais uma vez único e especial.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>PS: Tailane da Silva Almeida </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 03:11:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cadê minhas memórias que estavam aqui?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Há muito não pensava sobre elas. Então fui novamente abrir o baú. Ouvi canto de seriema no final de tarde: presságio de chuva. Senti cheiro de terra molhada. E lembrei da avó pedindo pros mais novos jogarem sal na chuva para ela parar. "Chuva forte só pára se menino pequeno, menor de cinco anos, fizer essa simpatia!" De onde ela tirou isso? Vai saber. Sítio era um pedaço de terra menor que fazenda e maior que chácara. O Sítio Pocinho é o lugar das maiores aventuras. Traquinagens com os irmãos e os primos. Banhos na "prainha do riozão da vó." O mês de junho festivo, dos quitutes e brincadeiras. A colheita do milho e os encontros familiares prá fazer pamonha. Os passeios à cavalo. As capinas de milho e feijão. Comer fruta no pé... Memórias de um tempo feliz.<br><br>Elaine Martins</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 04:20:01 UTC</pubDate>
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         <title>Quando criança adorava ter várias imaginações. Lembro-me de uma delas em que, ficava horas olhando para o espelho e imaginando o que se teria dentro dele. Pensava que podia ter talvez um brinquedo, uma palavra,um jogo,uma pessoa como nas histórias infantis .... Só queria descobrir o que acharia no espelho. Imaginava se alguém entrasse nele ,encontraria também  algumas dessas coisas citadas. Que imaginação doida! Memórias de um momento bom.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Emile dos Santos Silveira </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 18:53:53 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias Inventadas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando era pequena, a melhor época do ano era o São João. Os olhos brilhavam ao saber que essa época estava a se aproximar. Minha mãe de manha cedo colocava as músicas de São João e o cantor preferido era Luiz Gonzaga que cantava com emoção e alegria no coração. A época estava a chegar e com meu pai saia para comprar as bombinhas de São João. Na noite junina a ansiedade tomava conta para as bombinhas soltar, fogueira acender e para comer o famoso bolo de aimpim da minha tia Aparecida.<br><br>Estela Rezende<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-29 20:57:49 UTC</pubDate>
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         <title>memórias inventadas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na minha infância, quando eu e minha mãe residiamos na nossa antiga casa, temia que nossa própria residência&nbsp; era assombrada e em alguns momentos acreditava ouvir vozes me chamando ou outros sons extranhos. Mais conforme ia crescendo fui percebendo que os tais sons eram apenas coisa da minha cabeça e que não havia nada de anômolo na nossa moradia.<br><br>Ilan Silva do Nascimento &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-30 01:04:57 UTC</pubDate>
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         <title>Minhas memorias inventadas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Oportunidade que tive de conhecer um homem, extraordinário, que mesmo sem adquirir estudo na escola, tinha uma inteligência e uma capacidade de raciocínio e conhecimento muito grande. Passei poucos momentos da minha vida com esse homem grandioso, mas momentos esses que me ensinaram a ter respeito ao próximo, resiliência e a ressurgir como uma fênix quando as situações desse mundo te devora. Lembro da alegria que tal contagiava, das histórias contadas e sim momentos de repreensão e disciplina.... Ah! se eu pudesse voltar o tempo... Teria valorizado mais tudo o que vivi com ele. Pra você ele pode não ser ninguém, mas pra mim, era Andrelino Santiago Cidade (Seu Dila), meu Avô, Meu Herói!<br><br><br>Michel Anderson Cidade Xavier</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-01 16:21:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jamilyeangelo1995</author>
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         <description><![CDATA[<div>Memória inventada&nbsp;<br><br>Na infância gostava de brincar de pega pega nos pés de goiaba e de manga, minha mãe gritava de casa desce daí menina você vai cair, mas eu tinha medo mesmo era do homem de gelo me pega e eu ficar congelada.&nbsp;<br>&nbsp; Eu e&nbsp; as meninas amigas adorava tempo de trovoada,&nbsp; ficávamos pousando pros relâmpago, fazendo caras e bocas e o relâmpago tirando fotos de nós.Logo depois vinha uma deliciosa chuva e as brincadeiras começava .<br><br>Jamily Santos da Silva&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-01 23:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>Quando era criança, ia muito na roça com minha família, brincava de tudo um pouco, pega-pega, esconde-esconde e no balanço, lembro bem que o balanço era numa árvore próxima de casa em um pé de abiu, quando todos ali junto enquanto se balançava a sensação de voar era constante, no qual acreditava-se que era próximo do céu chegava.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-02 02:36:57 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias inventadas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Saudades da infância<br>Chuvas de verão<br>Sabor de felicidade<br>Histórias de assombração<br>Brincadeiras e travessuras<br>Mais chegou na fase de largar as bonecas e conhecer possíveis amores , atrás de aventuras e teimosias&nbsp;<br>Sabor de curiosidade<br>Pois uma fase que achamos que sabemos de tudo e na verdade não sabemos de nada,<br>Agora estamos aqui&nbsp;<br>"Muito novos para crescer e muito velhos para mudar🌺"<br>Letícia Nascimento.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-02 23:34:20 UTC</pubDate>
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         <title>Catarina Campos 2022</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-03 22:47:08 UTC</pubDate>
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         <title>Minha infância sertaneja.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando eu era menino vi do céu um pedacinho, era o sítio do meu tio lolô, felicidade infinita era na cozinha tia de Carmelita, muito doce de leite, umbú e carne seca misturada com muita vaquejada e cantoria.<br>Era tanta algazarra de final de ano, muita alegria mesmo com ferrenha seca que assolava as terras do nosso sertãozinho. Lembro que meu tio suspirava e depois gritava "arrô seca da moléstia" rumbora meninos, caminha vai buscar rufino "era o jegue" e pega a carroça de Nestor e a bomba d'água de Maria para dar de beber a criação, daí agente sai correndo pelas veredas que levava a casa de tio Nestor, era nada não tinha uns cabas valentes meus primos Thiago de Manú, Rinaldo de Zé Antônio e eu de Raimundo de Pedro buchinho.&nbsp;<br>As vezes não achava a carroça e tio lolô pegava a pipace de vó Maria para levar a criação ao outro lado da caatinga onde ainda restava um punhado de água nos açudes dos Justinos, é logo ali mais de sete léguas kkk. Quando chegava as primeiras chuvas de novembro íamos buscar toda a criação, era muita aventura e correria em cima da carroceria molhada e escorregadia daí eu ouvia as cabra gritand&nbsp; uma para outra naquele vai e vem dos buracos do barrero "dedé... e a outra respondia bernabé" e debaixo de raios que alumiava toda aquela caatinga seca nas noites longas e pela manhã eu acordava com os cantos do cardial dos cancãos e dos casacas de couro com as firulas das galinhas e com o gado mugindo e toda a bicharada na porta da casinha de barro, hum... e nem me fale aida ouço meu cachorro latindo, vovó foi embora e eu nem sabia,como lembro daquele paraíso que não existia.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 12:07:23 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias da minha infância!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma vez que ouvir o sol em uma praia repleta de arco íris a felicidade agitou a saudade e minha memória cresceu !<br>Tempo bom era tempo de criança!<br>Todo dia era uma nova dança;<br>Tempo bom era tempo de criança!<br>&nbsp;brincava sem ter esperança;<br>Tempo bom era tempo de criança!<br>acordava todos os dias e poder ver uma esperança;&nbsp;<br>Tempo bom era&nbsp; tempo de criança!<br>&nbsp;comia todos os dias na casa da vizinhança;<br>Tempo bom era tempo de criança!<br>pupa pula, pega pega e morde assopra;<br>O tempo bom era de criança! Dormir comer, brincar e não ter conta para pagar, “o saldade que dá”!!!<br><br>Thayná Santos!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 15:07:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A minha memória inventada se inicia a mais de 10 anos! Lembro-me bem de montar na minha bicicleta, fechar meus olhos e guiar a apenas imaginando o mundo ao meu redor e onde eu estava passando! Inventava que meus carrinhos estavam em uma pista real e a lanterna do celular da minha mãe, se tornaram os faróis, lembro de inventar que a base da máquina de costura, era um carro de corrida, e eu era o melhor piloto do mundo! Lembro de existir dentro das minhas imaginações, nas minhas invenções.</title>
         <author>gedsonlaranjeiras</author>
         <link>https://padlet.com/martindomecq/Bookmarks/wish/2408463186</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 02:09:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memórias inventadas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/martindomecq/Bookmarks/wish/2408636307</link>
         <description><![CDATA[<div>Recordo-me de na infância brincar muito no quintal da minha casa com minhas amigas e sempre inventar um mundo novo, em um dia era a princesa no reino encantado e no outro uma chef de um restaurante cinco estrelas que usava como “ingredientes” terra e plantas e fingia ser a comida mais gostosa do mundo.</div><div><br></div><div>Jade Santos Brito</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 05:26:57 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias inventadas </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/martindomecq/Bookmarks/wish/2408983756</link>
         <description><![CDATA[<div>Recordo na minha infância, olhava para televisão e pensava que mundo inteiro fala somente uma língua<br>Nosso mudinho resumia em apensas nosso país e aonde eu vivia&nbsp;<br>Os atores da televisão estavam ao vivo e quando errava o comercial aí ao ar&nbsp;<br>Criança cresceu hoje sabe sua linda memória é muito mais do que ela imaginava&nbsp;<br>Que existes tantos países que nem nos dedos podem contar&nbsp;<br>Mundo é tão grande e cheio tantas línguas, que hoje mais de uma ela já sabe falar&nbsp;<br>É tão grande seu universo quanto sua linda memória<br><br>Ana Karina Guimarães Dantas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 11:42:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/martindomecq/Bookmarks/wish/2409767761</link>
         <description><![CDATA[<div>Saudade da minha infância , de quando eu brincava sem horas para acabar, quanto mais brincava mais queria brincar&nbsp;<br>Chegava da escola , não via outra coisa pra fazer , me reunia com meus coleguinhas e a brincadeira começava&nbsp;<br>Lembro-me de mainha q chegava do trabalho,não encontrava ninguém em casa e saia pra procurar , e onde estávamos ? Brincando&nbsp;<br>A minha infância foi boa , me diverti muito , e hj em dia sinto falta do que eu poderia aproveitar mais e não aproveitei , experiência eu criei e carregarei pra vida toda .<br><br><br><br>Kelly santos </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 20:58:16 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias inventadas</title>
         <author>ynaia27</author>
         <link>https://padlet.com/martindomecq/Bookmarks/wish/2409863248</link>
         <description><![CDATA[<div>Lembro&nbsp;em minhas memórias de infância, quando estive na casa da minha avó, momento de férias e junto aos outros familiares. Ela contou que caminhava muito pra chegar até o próximo vilarejo, e sempre, no meio desse percurso, tinha uma senhora idosa que a encontrava e sempre lhe dava água e uma cadeira pra descansar. E minha avó foi embora daquele lugar. Depois de anos ela resolveu perguntar sobre aquela velha senhora que sempre a acolhia. Pedindo informações acabou descobrindo que ninguém nunca morou naquele lugar. Então disseram que há muitos anos atrás havia uma senhora ali mas que já tinha morrido há muito tempo. Então disseram a minha avó que era um espírito que a visitava pra cuidar dela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 23:12:39 UTC</pubDate>
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         <title>Memorias Inventadas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/martindomecq/Bookmarks/wish/2411585193</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>No meu tempo de criança morava na minha rua, a velha da injeção, com cabelos bagunçados e uma cara feia de aterrorizar, vestia sempre uma saia longa que varria o chão, sua voz soava como trovão causando perturbação. As crianças brincavam na rua sempre com muita atenção, se surgisse alguma bagunça alguém logo dizia: lá vem a velha da injeção e todos calavam e tremiam de medo daquela assombração.<br>Se de longe a turma a avistasse, todos corriam assustados numa velocidade de quem tinha asas nos pés, com medo de encarar o terror que vestia saia e aplicava injeção.<br><br>Luciana Amâncio De Santana</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-07 03:02:49 UTC</pubDate>
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