<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Astronomia 💫 by Bruna Cristina De Almeida Silva</title>
      <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa</link>
      <description>Esse Padlet foi criado com muito carinho para que você se aprofunde nessa temática tão incrível. Aproveite a sua jornada.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-29 19:56:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-30 01:27:13 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Desafios do tema e potencialidades</title>
         <author>bcristina</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1918902296</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Falta de cursos de aperfeiçoamento e atualização para docentes sobre a astronomia</li><li>&nbsp;Dificuldades nas representações das dimensões espaciais e temporais dos elementos astronômicos&nbsp;</li><li>Falta de recursos palpáveis sobre o assunto</li><li>Falta de recurso financeiro para visitações e aulas mais didáticas</li><li>Falta de material pedagógico inclusivo para alunos com deficiência</li><li>O aprofundamento dos conteúdos da astronomia deve adequar-se a fase do desenvolvimento das crianças.&nbsp;</li></ol><div><br>Potencialidades<br><br></div><ol><li>Curiosidade do aluno&nbsp;</li><li>Entendimento sobre a natureza e seus fenômenos</li><li>Desenvolvimento da imaginação</li><li>É altamente interdisciplinar, motivadora e popularizável</li><li>Pode e deve contribuir para a formação da compreensão do todo e da realidade de maneira mais ampla, compreendendo a organização social e política da sociedade</li><li>Incentiva a curiosidade de aprendizem de temas das demais áreas da ciência.</li></ol><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://i.pinimg.com/originals/a4/cb/96/a4cb9696431330acca6d3a02abe88f55.jpg" />
         <pubDate>2021-11-29 20:15:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1918902296</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mulheres na astronomia (biografia)</title>
         <author>bcristina</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1918904503</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre o final do século XIX e início do século XX as mulheres conquistaram o direito de frequentar e serem admitidas as instituições de ensino científico. <strong>Marie Curie</strong> foi a primeira mulher a receber um nóbel de física em 1903, abrindo assim uma longa trajetória que conta com mais de 48 mulheres vencedoras nas áreas da física, química, fisiologia e medicina.<br><br><strong>En-Hedu-Anna<br><br>N-Hedu-Anna</strong>, ou <strong>Enheduanna</strong>, foi a primeira princesa da história a ocupar o posto de uma grande sacerdotisa servidora de Nanna (o "deus-lua" sumeriano), na cidade de Ur. En-Hebu-Anna, filha do rei Sargão da Acádia.<br><br></div><div>Além de ter escrito ideias e poemas sobre as estrelas em tábuas (muitas desaparecidas), considerada a primeira pessoa da história assinar uma obra autoral, En-Hedu-Anna também dirigiu observatórios babilônicos, dos quais se tem pouco conhecimento atualmente. Ainda assim, seu nome ficou marcado para sempre na história das mulheres que amam as estrelas, e sua memória foi resgatada para todo um novo público quando En-Hedu-Anna foi mencionada por Neil deGrasse Tyson em <em>Cosmos: Uma Odisséia no Espaço-Tempo</em>, de 2014.<br><br><strong>Wanda Diaz-Merced<br><br></strong>Estudava física na universidade de porto rico quando perdeu a visão pela falta de cuidado com uma doença, no entanto se formou com honra na universidade de astrofísica e ciência da computação. Entre suas realizações, está a criação do processo de "sonificação", que transforma dados de estrelas em um tipo de áudio para que pessoas com deficiências visuais consigam estudar esses objetos, mesmo assim. Atualmente Wanda trabalha no escritório de astronomia de um observatório na África do Sul.</div><div><br><strong>Kelly Korreck<br><br></strong>&nbsp;A Dra. Kelly Korreck investiga detalhes críticos sobre o funcionamento do Sol e outras estrelas de seu tipo. Para isso, ela constrói e opera instrumentos científicos lançados ao espaço por satélites, e já trabalhou em muitos projetos solares em sua carreira.<br><br></div><div>Atualmente, Korreck atua na liderança de um dos instrumentos da <a href="https://canaltech.com.br/espaco/saiba-o-que-a-sonda-solar-orbiter-ja-descobriu-ao-se-aproximar-do-sol-em-2020-176160/">sonda solar Parker</a>, da <a href="https://canaltech.com.br/empresa/nasa/">NASA</a>, lançada em 2018 — a primeira sonda a "tocar" o Sol em toda a história.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.oexplorador.com.br/exp/wp-content/uploads/imagens-old/ft_imagem_26258_4949_24072012.jpg" />
         <pubDate>2021-11-29 20:17:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1918904503</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Abordagens pedagógicas - Indicação</title>
         <author>bcristina</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1918913014</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conteúdos de Astronomia (PCN) nos 3° Ciclo (5ª e 6ª séries) e 4° Ciclo (7ª e 8ª séries)<br><br>3° Ciclo</strong> | <br><br>Duração do dia em diferentes épocas do ano;<br>Nascimento e ocaso do Sol, Lua e estrelas; reconhecer a natureza cíclica desses eventos e associando-os a ciclos dos seres vivos e ao calendário;<br>Concepção de Universo: informações sobre cometas, Planetas e satélites e outros astros do Sistema Solar;<br>Constituição da Terra e das condições existentes para a presença de vida;<br>Valorização dos conhecimentos de povos antigos para explicar os fenômenos celestes.<br><br><strong>4° Ciclo<br><br></strong>Identificação de corpos celestes, constelações, planetas aparentes no céu durante determinado período do ano e a distância que estão em relação a nós;<br>Atração gravitacional da Terra;<br>Estações do ano;<br>Teorias geocêntricas e heliocêntricas;<br>Estruturação da Terra; Posição da Terra.<br><br>Sugestões de atividades:<br><br></div><ol><li>Produzir textos coletivos a partir das observações e relatos feitos pelas crianças</li><li>Contar a história ‘’Pedro e Lua’’ do autor Odilon Moraes;</li><li>Fazer a exploração da história, parte que mais gostou, quem são os personagens. Depois solicitar aos alunos que ilustrem a história.</li><li>&nbsp;Propor para as crianças a realização de uma experiência em casa, com a participação da família. Eles terão que observar o céu naquela noite, a lua e as estrelas e tirar fotos deste momento, que deverá ser revelada para uma exposição na sala de aula.&nbsp;</li><li>Montar um painel com as fotos que foram tiradas pelas crianças e suas famílias.&nbsp;</li><li>Organizar o espaço da sala de aula para socialização da pesquisa, dar oportunidade para que cada aluno relate o que pesquisou.&nbsp;</li><li>Propor uma brincadeira simbólica para perceber o movimento da terra ao redor do sol e sua relação com o dia e a noite. Utilize duas crianças para fazer o sol e a terra.&nbsp;</li><li>Explorar a letra e música: O Dia e a Noite de Bia Bedran. Ouvir com as crianças, conversar sobre a música, propor um desenho sobre a parte mais interessante.&nbsp;</li><li>Apresentar para os alunos a obra literária: A Noite Estrelada de Vincent Van Gogh. </li></ol><div><br><br><br><br><br><br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://iffarroupilha.edu.br/images/AstronomianaEscola/IMG_8015.JPG" />
         <pubDate>2021-11-29 20:22:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1918913014</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diálogos com os textos do livro Educação em astronomia e Influências histórico-culturais.</title>
         <author>bcristina</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1921546125</link>
         <description><![CDATA[<div>A astronomia é um assunto que tem um enorme potencial quanto ao ensino que foge do monótono do cotidiano, abrindo o olhar dos alunos ao que não é tão conhecido, a um novo mundo com muitas possibilidades gerando assim o interesse e despertando a curiosidade dos alunos, no entanto, existem algumas dificuldades relacionadas ao ensino desse tema que precisa ser considerado, conforme diz Langhi, Rodolfo (2012):<br><br></div><blockquote>O objeto de estudo da astronomia abriga algumas particularidades que a distingue de outras ciências. Por exemplo, ele se encontra além dos olhos e, quase sempre, de uma maneira que dificulta a elaboração de esquemas mentais que nos levem a idealizar o fenômeno ou corpo celeste, desafiando nossa capacidade de imaginação e constituindo-se em um dos grandes desafios na aprendizagem e compreensão da astronomia.</blockquote><div><br>Os professores podem encontrar dificuldade na contextualização do ensino da astronomia com o contexto social do aluno, sendo necessário conectar o aluno e o agora com o estudo que está sendo aprendido, gerando assim conexão e vínculo com o tema<br><br></div><blockquote>Esta abordagem da ciência durante processos de ensino e aprendizagem é apresentada pela proposta curricular para o primeiro segmento do ensino fundamental da Educação de Jovens e Adultos (BRASIL, 1997), e acrescenta que é necessário mostrar ao aluno a presença da ciência na realidade dele, a partir de exemplos e temas de estudo ligados ao cotidiano, como eletricidade, culinária, novidades científicas e tecnológicas noticiadas pela mídia, eventos astronômicos (como eclipses solares) etc. Semelhantemente, os PCN sugerem que o professor organize seu conteúdo em temas diferentes, articulando conteúdos convertidos a partir de “uma notícia de jornal, um filme, um programa de TV, um acontecimento na comunidade” (BRASIL, 1997)</blockquote><div><br><br></div><blockquote>Essa investigação surge a partir da constatação dos inúmeros problemas que envolvem as usuais abordagens da temática em questão nos livros didáticos de ciências. Podemos situar essa problemática em pelo menos duas<br>dimensões principais: (a) a existência de inúmeros erros conceituais em relação à explicação<br>do que ocasiona as estações do ano e (b) as formas de representar essas estações. Em relação à primeira dimensão, reconhecemos a existência de uma vasta literatura tratando das concepções alternativas de estudantes sobre o tema.5 Além disso, autores como CANIATO (1989, 1992), CANALLE et al. (1997) e TREVISAN et al. (1997) têm-se ocupado tanto de uma análise acurada das principais incorreções presentes em livros didáticos quanto da proposição de uma série de atividades que visam a suprir tais deficiências.&nbsp;<br>Entretanto, a respeito da segunda dimensão, são poucos os estudos que se debruçam, especificamente, sobre as representações pictóricas das estações do ano nos livros didáticos.</blockquote><div><br>As representações das estações do ano<br>nos livros didáticos brasileiros não retratam nossas características regionais. A ausência de<br>clima temperado no Brasil, país localizado principalmente na região tropical, faz com que as quatro estações do ano ocorram em padrões distintos de países do Hemisfério Norte. Considerando as regiões geográficas brasileiras, podemos reconhecer apenas duas estações do ano no norte – seca ou chuvosa (respectivamente chamadas verão e inverno) – e quatro estações do ano no sul, identificáveis principalmente pelas diferenças na temperatura e<br>na duração do dia.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.reportersocial.com.br/wp-content/uploads/2018/12/seca-e-chuva-paraiba.jpg" />
         <pubDate>2021-11-30 23:01:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1921546125</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Textos e frases reflexivas sobre o tema</title>
         <author>bcristina</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1921548711</link>
         <description><![CDATA[<div>Viegas (1998)&nbsp;<br><br></div><blockquote>Faz um diagnóstico da astronomia no Brasil e mostra que se deve ter a preocupação de promover a habilidade nos astrônomos em despertar a cidadania no país, pois esta implicará na necessidade crescente da defesa das ciências básicas, em particular da astronomia, com base no esclarecimento da população em geral, com explicações de sua importância para o desenvolvimento nacional</blockquote><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.coaching.blog.br/wp-content/uploads/2016/03/Refletindo-sobre-seu-momento-de-carreira.png" />
         <pubDate>2021-11-30 23:04:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1921548711</guid>
      </item>
      <item>
         <title>História e Linha do tempo - Astronomia</title>
         <author>bcristina</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1921585415</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Astronomia 💫</strong><br><br>A Astronomia é uma ciência natural que estuda os fenômenos que ocorrem fora da atmosfera terrestre e a estrutura dos corpos celestes, como os planetas, as estrelas e outras estruturas cosmológicas (cometas, galáxias e nebulosas, por exemplo), e o próprio espaço em si. A palavra Astronomia vem do grego <em>Astron</em>, que significa <strong>astro</strong>, e <em>Nomos</em>, que significa <strong>lei</strong>.<br><strong><br></strong>Antigamente os astros eram considerados divindades, mas também auxiliava os povos antigos na colheita e o plantio, por meio do estudo do movimento dos planetas e estrelas. <br>Você sabia que ao total foram 4 todos os calendários? Sendo eles os maias, babilônicos, chineses e egípcios construídos com base na rotação do sol.<br><br>Ao longo da história da astronomia desde antes de cristo até os dias atuais muitas possibilidades e teses foram construídas dentre elas a de <br><br>624-546 a.C. - <strong>Tales</strong> <strong>de</strong> <strong>Mileto </strong>considerava a terra um disco plano.<br><br>572-479 a.C. - <strong>Pitágoras</strong> <strong>de</strong> <strong>Samos </strong>acreditava que a terra era um formato esférico<br><br>Numa breve linha do tempo mostraremos os principais marcos da astronomia de 750a.c até os dias atuais.<br><br></div><ul><li>750 a.C. - Os egípcios começam a utilizar o movimento do sol para contar o tempo. Surgem os primeiros relógios de Sol.&nbsp;</li><li>600 a.C. - O pesquisador grego Tales de Mileto calcula e consegue prever a chegada de um eclipse.&nbsp;</li><li>350 a.C. - O matemático grego Eudoxo de Cnidos elabora o primeiro mapa astronômico.&nbsp;</li><li>240 a.C. - O grego Eratóstenes faz o primeiro cálculo da circunferência do planeta Terra e chega a conclusão que está distância é de 39.690 km.&nbsp;</li><li>140 - Claudius Ptolomeu, pesquisador grego, elabora o primeiro modelo do universo: a Terra ficaria no centro e os planetas e estrelas girariam em torno dela.&nbsp;</li><li>1054 - Na China, observadores de estrelas relatam, pela primeira vez, a morte de uma estrela na constelação de Touro.&nbsp;</li><li>1304 - O pintor renascentista italiano Giotto faz uma pintura retratando um cometa.&nbsp;</li><li>1472 - O astrônomo alemão Johann Müller elabora, com detalhes, estudos sobre a órbita de um cometa.&nbsp;</li><li>1543 - Nicolau Copérnico, astrônomo polonês, desenvolve estudos provando a teoria do heliocentrismo. De acordo com ela, todos os planetas do sistema solar giram ao redor do Sol. Esta tese é apresentada no livro Sobre a Revolução dos Corpos Celestes. Embora não aceita pela Igreja Católica, a teoria passar ser um referencial nas pesquisas astronômicas, pois derruba a visão de Ptolomeu sobre o Universo.</li><li>1610 - O italiano Galileu Galilei desenvolve um instrumento parecido com um telescópio para observar os astros.&nbsp;</li><li>1845 - O irlandês William Parsons elabora o maior telescópio de sua época e descobre as primeiras galáxias espirais.&nbsp;</li><li>1851 - O físico francês Jean-Bernard-Leon Foucault comprova o movimento de rotação do planeta Terra.&nbsp;</li><li>1862 - O físico sueco Anders Jonas Angströn descobre que o Sol contém hidrogênio em sua composição.&nbsp;</li><li>1929 - O astrônomo norte-americano Edwin Powell Hubble descobre que as galáxias afastam-se uma das outras. É a semente para a Teoria do Big Bang, a explosão inicial que deu origem ao Universo.&nbsp;</li><li>1963 - O norte-americano Maarten Schmidt faz descobertas sobre os quasares, os astros mais distantes e mais poderosos que existem no universo.&nbsp;</li><li>1964 - Os astrônomos Arno Allan Penzias e Robert Woodrow Wilson detectam a luz originária da explosão do Big Bang há 13 bilhões de anos.&nbsp;</li><li>1967 - O astrônomo inglês Anthony Hewish consegue captar sinais de rádio do primeiro pulsar, uma espécie de estrela que emite radiação no formato de pulsos regulares.&nbsp;</li><li>1971 - O pesquisador canadense C.T. Bolt detecta a existência dos buracos negros que concentram a maior quantidade de matéria do Universo.&nbsp;</li><li>1975 - O físico inglês Stephen Hawking conclui que um buraco negro pode evaporar, perdendo nesse processo uma pequena quantidade de massa.&nbsp;</li><li>1987 - O astrônomo canadense Ian Shelton consegue a primeira supernova próxima da Terra. As supernovas são explosões de grandes estrelas próximas a morte.&nbsp;</li><li>1992 - O telescópio orbital Cobe consegue fotografar, com grande precisão, o brilho do Big Bang.&nbsp;</li><li>1999 - Os astrônomos, após observações e imagens do telescópio Hubble, comprovam que o Universo está se expandindo há 13 bilhões de anos, ou seja, desde o momento do Big Bang.</li><li>2000 - Cientistas americanos descobrem um novo planeta no "quintal" da Terra.<br>Astronautas russos e americanos partem na Discovery.<br>A Estação Espacial Internacional recebe seus primeiros moradores.<br>A tripulação do vai-vem espacial Endeavour cria uma nova "estrela" no céu.</li><li><strong>2001 - </strong>Uma sonda americana resiste ao impacto e pousa com segurança no asteroide Eros.<br>O vai-vem espacial Atlantis parte em missão transportando um laboratório no valor de 1,4 biliões de dólares.<br>A estação espacial MIR é desativada e destruída. Os seus restos repousam no fundo do Oceano Pacífico.<br>Dennis Tito, o primeiro turista espacial, chega à Estação Espacial Internacional e diz: "Eu amo o espaço".</li><li>A sonda da Nasa Odyssey chega a Marte para procurar vestígios de água.<br>A China anuncia que quer ser o terceiro país a chegar ao espaço</li><li><strong>2002 - </strong>A Nasa divulga imagens da nova câmera do telescópio Hubble.<br>Mark Shuttleworth, um magnata sul-africano, parte numa viagem à estação internacional.<br>A Nasa encontra gelo na superfície de Marte.<br>A Atlantis parte para instalar a "porta da frente" da Estação Espacial Internacional.<br>A Nasa perde a sonda espacial Contour, no valor de 160 milhões de dólares.<br>A Estação Espacial Internacional recebe três novos moradores.&nbsp;</li><li><strong>2003 - </strong>O vai-vem espacial Columbia desintegra-se durante a reentrada na atmosfera terrestre, matando sete Astronautas.<br>O Veiculo Lançador de Satélites Brasileiro (VLS) explode, matando 21 pessoas, entre as quais sete tripulantes.&nbsp;</li><li><strong>2004 - </strong>Primeiro voo espacial privado, realizado pela nave SpaceShipOne - uma nave espacial experimental da empresa Scaled Composites.<br>Primeira órbita de Saturno efetuada pela sonda espacial Cassini-Huygens.&nbsp;</li><li><strong>2005 - </strong>Primeiro pouso em Titã na Cassini-Huygens, uma sonda espacial não-tripulada.</li><li><strong>2006 - </strong>Soyuz TMA-8 - Primeiro brasileiro no espaço (Marcos Pontes).<br>A Discovery viaja até à estação espacial internacional, para a instalação de mais um painel solar. Houve alguns problemas técnicos, mas a missão acaba por ser bem sucedida.&nbsp;</li><li><strong>2007 - </strong>A nave Discovery regressa à estação espacial internacional para a instalação do módulo Harmony, e implantar o painel solar transportado anteriormente. A missão é comandada pela primeira vez por duas astronautas: Pam Melroy e Peggy Whitson.</li><li><strong>2008 - </strong>A nave Discovery volta à ISS, para entregar a peça central da experiência da JAXA (Japan Aerospace Exploration Agency Kibo laboratóries ), a 'agência espacial Japonesa', sendo esta missão, a STS-124 a segunda de três vôos espaciais, que entregou os elementos para completar o laboratório japonês à ISS.</li><li><strong>2011 -</strong>A Discovery regressa à Terra depois da sua última missão, pousando no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, nos Estados Unidos, depois de 27 anos de serviços prestados. Se tratou da trigéssima quinta (35ª) viagem de um vai-vem espacial (ônibus espacial) com destino à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) e a 39ª missão do Discovery ao espaço. Ao todo, a recordista Discovery passou o equivalente a um ano inteiro em órbita, sendo que nesta última missão de número STS-133, foram levados seis astronautas e um robô humanóide à Estação Espacial Internacional.<br>A Endeavour regressa da sua última missão de outro vei-vem espacial.<br>A Atlantis regressa da sua última missão após mais um vai-vem espacial.<br>Lançamento do veículo robô Curiosity com a missão de explorar o planeta Marte em busca de vestígios de vida presente ou passada.</li><li><strong>2012 - </strong>Dragon SpaceX conquista a primeira atracação de uma capsula espacial privada com a ISS.</li><li><strong>2013 - </strong>&nbsp;China se torna a Terceira nação a pousar uma sonda espacial na Lua - Chang'e 3.&nbsp;</li><li><strong>2015 - </strong>New Horizons torna-se a primeira nave a sobrevoar Plutão, o mais distante que algum objeto humano chegou até o momento.&nbsp;</li><li><strong>2018 - </strong>SpaceX estreia Falcon Heavy e Nasa lança caçador de exoplanetas</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong> E continua...</strong></div><div><br><br><br><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://i.pinimg.com/originals/9d/6a/a7/9d6aa7b7cf05c07ed64d95d59a5d3bcb.jpg" />
         <pubDate>2021-11-30 23:42:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1921585415</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Relatos de uma aluna em formação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1921874018</link>
         <description><![CDATA[<div>Como salientado por Langhi, Nardi, Selles e Ferreira, a compreensão dos conhecimentos da astronomia implica na capacidade de abstração e compreensão da realidade tridimensional. Tal capacidade pode ser um desafio para as crianças e professores, e por isso o uso de recursos didáticos deve ser um facilitador da aprendizagem.<br><br>O desafio que se inicia na formação docente, mas também na sociedade de maneira geral. Pois, em um mundo repleto de desigualdades, a formação cultural de um pensamento binário, onde a realidade é vista por extremos opostos, a compreensão da realidade de maneira mais ampla e contemplando outras dimensões pode não ser uma tarefa fácil nem mesmo para muitos adultos.&nbsp;<br>Lendo os textos revisitamos experiências em sala de aula. E logo antes da pandemia pude acompanhar uma aula de astronomia para uma turma de EJA. A maioria da turma sabia&nbsp; em que bairro vivia e a cidade, mas para minha surpresa, nem todos sabiam diferenciar os demais estados do Brasil. Alguns pensavam que certos estados eram já outros países e a esmagadora maioria não sabia que nosso planeta era a Terra. Construímos um longo caminho para que pudessem chegar a compreensão do que era um "planeta". Embora muitos se choquem com a necessidade de afirmar ainda hoje que a terra é plana e que vacinas não matam pessoas, este dia sempre volta a minha mente e reafirma que não há abordagem pedagógica eficaz que não leve em consideração os profundos abismos sociais que vivemos e como tal desigualdade impacta a experiência dos indivíduos com a realidade e portanto com os temas científicos. Me lembro de viver algo muito semelhante ao apresentar o sistema solar para uma turma de 4º ano na rede estadual, e muitos dos meus alunos relatarem jamais ter ido muito distante de seus bairros ou de suas comunidades. Não conseguiam imaginar a distância até a lua ou a diferença entre planetas e estrelas. A realidade social inevitavelmente molda nossa percepção material.&nbsp;<br><br>Outro desafio a considerar nas abordagens pedagógicas é a fase do desenvolvimento cognitivo em que as crianças serão apresentadas a estes temas. Hoje em dia as crianças em geral tem acesso a informações sobre descobertas e imagens de satélites cada vez mais cedo. Mas isso não garante a compreensão dos conceitos. Me recordo de uma aluna do 1º ano do fundamental que tinha grande interesse por astronomia. Gostava de ouvir falar dos planetas, estrelas, olhar o céu. No entanto, negava-se a aceitar o fato de que os demais planetas não giravam em torno da terra, "onde ela morava". Observamos o relógio de sol por muitos dias sem sucesso, pois para ela "se a terra se mexesse, o chão ia mexer". O problema foi resolvido com uma encenação onde cada criança era um planeta e ela pôde observar com o próprio corpo o movimento do "sol", interpretado por uma colega.&nbsp;<br>Após muitas semanas fui refletir que aos 6 anos, as crianças ainda apresentam muitas características de "egocentrismo", um traço muito forte do período "pré operatório" descrito por Piaget. Nesta fase as crianças tem muita dificuldade de observar o mundo pela perspectiva do outro e podem sertir-se "o centro do universo" em muitos aspectos. A capacidade de abstração necessária para a compreensão de muitos conceitos das astronomia só vai se consolidar na fase seguinte, o "operatório concreto", por volta dos oito anos. Momento inclusive em que a bncc organiza a apresentação de tais temas. No entanto, adequando as devidas proporções e possibilidades, temas da astronomia tem cativado os pequenos cada vez menores e podem começar a ser introduzidos de maneira lúdica sempre que a curiosidade surgir.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1480086029/63fbb343dd6eb7bc558a9d524e2d6bc8/astro_1.png" />
         <pubDate>2021-12-01 02:49:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1921874018</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Materiais e recursos pedagógicos</title>
         <author>bcristina</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1924903251</link>
         <description><![CDATA[<div>Deixamos aqui algumas indicações de materiais e recursos nos links abaixo:<br><br>https://stellarium-web.org/<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=-oie4EFLs_0<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=u075D8tkybo<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=9oQ-MsabEUc<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=Ujy6xcuecK4<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=9lPRQAtVbWE<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=86PRvajmKmM<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=6FfDu9ifT6E</div>]]></description>
         <enclosure url="https://educacaopublica.cecierj.edu.br/012019/3d47b485b1fc9d0d2f13ce7f63108d3f.jpg" />
         <pubDate>2021-12-02 11:24:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1924903251</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sugestões de livros para serem trabalhados</title>
         <author>bcristina</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1924910568</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>&nbsp;Luas e Luas. Autor: James Thurber.</li><li>&nbsp;Como pegar uma estrela. Autor: Oliver jeffers.&nbsp;</li><li>A estrela cor de rosa. Autor: Nadia Heifetz.&nbsp;</li><li>O planeta Lilás. Autor: Ziraldo.</li><li>&nbsp;Estrelas e planetas. Autor: Pierre Winters e Margot Senden.&nbsp;</li><li>&nbsp;A girafa que comia estrelas. Autor: José Edudardo Agualusa.&nbsp;</li><li>A lua tristonha. Autor: Rômulo Bourbon.&nbsp;</li><li>Pedro e Lua. Autor Odilon Moraes.&nbsp;</li><li>Feliz aniversário, lua. Autor Frank Asch.</li><li>&nbsp;Mast e o planeta azul. Autor: Sônia Coppini e Dudu Sperb&nbsp;</li><li>O menino da lua. Autor: Ziraldo&nbsp;</li><li>Ciência Hoje das Crianças - Especial Astronomia - Julho 2009&nbsp;</li><li>O mistério da lua. Autora: Sônia Junqueira&nbsp;</li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://cdn.e-konomista.pt/uploads/2018/09/livros-escolares-usados.jpg" />
         <pubDate>2021-12-02 11:30:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1924910568</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Episódios de Luna - Educação Infantil</title>
         <author>bcristina</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1924912233</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Cadê os marcianos;&nbsp;</li><li>Nos anéis de saturno;</li><li>Por que as estrelas piscam?&nbsp;</li><li>Sol vai, Marte vem;&nbsp;</li><li>Quatro luas para Luna;&nbsp;</li><li>O rastro da Estrela.&nbsp;</li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cursosrapidosgratis.com.br/img_cursos/prod/img_1230x644/educacao/curso-fundamentos-teoricos-e-metodologicos-da-educacao-infantil.jpg" />
         <pubDate>2021-12-02 11:31:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bcristina/zlnwjwshbmvlb5oa/wish/1924912233</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
