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      <title>Ler + Mar by Maria Martins</title>
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      <description>Biblioteca Escolar de Santa Luzia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-02-16 15:11:56 UTC</pubDate>
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         <title>Lendas de fontes água</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
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         <description><![CDATA[<div>4ºB Prof Ana Leite</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-16 15:12:42 UTC</pubDate>
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         <title>Recolha de tradições orais.</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>No âmbito do projeto “Ler+ mar”. Estamos a recolher lendas sobre os temas: água, rios e mar, de preferência associados ao concelho de Guimarães. Queremos valorizar e prevenir o esquecimento das nossas tradições orais. Contamos com a vossa colaboração e a ajuda da família e/ou da comunidade. Faz o registo do que recolheste ou ouviste uma lenda, canção, provérbio, lengalengas, trava-línguas ou rezas. <br><br>Contamos a vossa colaboração. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-16 16:31:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-02-17 15:14:55 UTC</pubDate>
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         <title>Educação literária</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de analisada, eis alguns trabalhos dos alunos.<br>1ºAP Prof Ana Lopes</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-19 13:38:35 UTC</pubDate>
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         <title>blog os estrelinhas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>4ºano EB1 Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-19 16:59:07 UTC</pubDate>
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         <title>significado do proverbio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>4 ano da escola EB1 da PEGADA</div><div><strong>- Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura (peristência);</strong></div>]]></description>
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         <title>significado dos proverbios</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-02-19 17:15:03 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbio</title>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Geada na lama, água na cama </strong>(clima); <br><br>4ºano EB1 Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-19 17:25:57 UTC</pubDate>
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         <title>Rios de Guimarães</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>A cidade de Guimarães nasceu envolvida em duas linhas de água que se juntam.<br>Da parte sul de Guimarães, temos a Serra de Santa Catarina onde corre o rio da cidade que nasce na Fonte dos Passais, junto à velha igreja de S. Romão de Mesão Frio. Percorre o Campo da Feira, passa pela rua dos Couros, pela qual ficou conhecida. Atravessa a Caldeiroa, segue em direção a Trasgáia e desagua debaixo de S. Lázaro&nbsp; ao fundo da velha rua D. João I.<br><br>Bruna Ribeiro, 4ºB, EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title>Lenda do Rio Selho</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Segundo a lenda, há muitos anos atrás, muitas pessoas viam uma luz a cair no monte,todas as noites.<br>Curiosas, as pessoas foram tentar Descobrir o que havia nesse local.<br>Descobriram, então, que enterrado e intacto está o corpo de S. Torcato.<br>Quiseram, de imediato, levá-lo, mas não tinham água.<br>Foi então que, por milagre, do meio do monte surgiu uma fonte.O caudal era tanto que, assim nasceu o Rio Selho.<br><br>Beatriz, 4ºB, EB1/JI de Santa Luzia<br><br></div>]]></description>
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         <title>Água no interior da Penha</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Na crença popular, muitos montes do nosso país são atravessados por uma tão pujante veia de água, que a planície, sobre que rebentasse, ficaria completamente submergida .<br>Guimarães está ameaçado por um destes dilúvios locais, se quebrar ou remover um certo penedo, que a bem dizer, laqueia a famosa veia.<br>Vem ela, ninguém sabe donde; mas sabe-se que passa no monte de Santa Quitéria; sobe a Penha, depois de descer por baixo do rio Vizela (há um sitio do Vizela onde se ouve distintamente o sussurro da água subterrânea); vai passar no Monte Espinho (Bom Jesus), onde dá algumas penas de água para as fontes do Santuário, e continua lá para os lados do mar.<br><br>Afonso Martins,Cidália Mendes, Crisane Bumba, David Garcia, Frederico&nbsp; Fernandes, Hélia Araújo,<br>Luana Araújo, Luísa Pereira, Mafalda do 2ºA, EB1/JI de Santa Luzia e<br>Margarete Mendes, 4ºB EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title>Lenda do Cutileiro e da Boa Água de Guimarães</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Devido à qualidade da água do nosso concelho para a arte de temperar metais, existe uma lenda que conta que um cutileiro que vivia na freguesia de Creixomil emigrou  para o Brasil com a intenção de fazer uma fortuna.<br>Quando lá chegou, rapidamente arranjou emprego de cutileiro mas não conseguia prosseguir a sua profissão com êxito, devido às característica da água.<br>Lembrando-se saudosamente  dá água de Guimarães desabafava frequentemente dizendo: «Ai água de Guimarães!» «Ai água de Guimarães!».<br>O seu patrão farto de ouvir esta frase, mandou virum barril da tão famosa água de Guimarães e sem dizer ao cutileiro, deitou essa água no barril de temperar o ferro e o aço.<br>Quando o cutileiro retomou o seu trabalho, ao mergulhar os utensílios na água reconheceu imediatamente a água da sua terra e os seu produtos adquiriram a partir de aí a tempera ideal.<br>Ainda hoje, a água de Guimarães é famosa pelas suas qualidades e por isso, as conhecidas empresas de cutelaria, estão localizadas nas Taipas  devido à proximidade do rio. Vários moinhos existem em algumas das ribeiras de Guimarães, funcionaram durante muitos anos como fabricas de cutileiros. <br><br>Mariana Maia, 4ºB escola EB1/ JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title>Canção da água</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>4ºB Rafael Gomes, EB1/ JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title> A Lenda o Rio Mondego</title>
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         <description><![CDATA[<div>Henrique 4ºB, EB1/ JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title>Lenda do Rio Ave</title>
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         <description><![CDATA[<div>Miguel Carvalho 4ºB, EB1/ JI de Santa Luzia<br><br></div>]]></description>
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         <title>A lenda do Cutileiro e da Boa água de Guimarães</title>
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         <description><![CDATA[<div>Tiago Santos&nbsp; 4ºB, EB1/ JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title>A Lenda do Cutileiro e da Boa Água de Guimarães</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mariana Maia, 4ºB EB1/ JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title>Lenda do Cutileiro e da boa água de Guimarães</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>4ºB Vitória, EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title>Quando as crianças se lavam</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aurélio 4ºB</div>]]></description>
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         <title>Ponte sem rio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Esta expressão, com sentido perjorativo, teve origem no facto de haver uma ponte nas Quintãs, ao fundo da Rua de Santa Luzia, apenas um rio de pequena dimensão.<br><br>Salvador, 4ºB, EB1/ JI de Santa Luzia&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <title>Lenda Do Rio Selho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Beatriz, 4ºB, EB1/JI Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title>Milagres da Nossa Senhora da Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Um milagre que aconteceu em 1652 com a nau Nossa Senhora da Oliveira, que saiu incólume.....<br><br>Salvador, 4ºB, EB1/ JI de Santa Luzia<br><br></div>]]></description>
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         <title>Lenda do Rio Ave</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/96998718</link>
         <description><![CDATA[<div>Inês-4ºB, EB1/ JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-24 14:44:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nossa Senhora da Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>4ºB, Salvador, EB1/ JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-24 14:49:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lenda do Rio Ave</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Há muito, muito tempo atrás chegou&nbsp; à Serra da Agra uma cabreira com o seu rebanho, vinda da Galiza. Esta ficou apaixonada com a paisagem e nunca mais voltou à sua terra.<br>Um dia vários cavaleiros que andavam à caça cruzaram-se com uma cabreira e um deles ficou apaixonado e decidiu ficar com ela viveram juntos dias felizes, amavam-se um ao outro, chegou o dia em que o cavaleiro teve que partir pois tinha muitos afazeres.<br>A cabreira ficou tão triste que durante dias chorou desejando ser uma ave e voar à procura do cavaleiro diz a lenda que de tanto chorar as suas lágrimas foram formando um rio para ajudar este rio a encontrar o cavaleiro outros mais pequenos vieram ao seu encontro, o Rio Pelhe, o Rio Selho, o Rio Vizela, o Rio Ferro e o Bugio.<br>Todos juntos cobriram uma área de 1390km quadrados banhando as terras de Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Fafe, Guimarães, Santo Tirso, Vizela, Lousado, Ribeirão e Trofa, espraiando-se em Vila do Conde, terra do.....<br><br>Inês, 4ºB, Escola EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-24 14:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte de  S. Gualter  de  Santa Maria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O&nbsp; padre&nbsp; João Batista de Castro, referia, no seu Mapa de Portugal,<br>a milagrosa Fonte de S. Gualter, em Guimarães, cuja virtude para várias enfermidades faz atrair muita gente, que ou bebendo ou lavando-se em sua água, experimenta conhecidas melhorias.<br><br>Tomás, 4ºB,&nbsp; EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-24 14:50:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rios de Guimarães</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bruna 4ºB,&nbsp; EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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      <item>
         <title>Água no interior da Penha</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
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         <description><![CDATA[<div>Francisca-4ºB, EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title>A água no interior da Penha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Margarete 4ºB, EB1/ JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <title>Negro de Água</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria 4ºB</div>]]></description>
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         <title>Cutelaria/Poluição</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Utima-4ºB</div>]]></description>
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      <item>
         <title>Lenda do cutileiro e da boa água de Guimarães</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ANA-4ºB<br><br></div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>Lenda do Cutileiro e da boa água de Guimarães</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
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         <description><![CDATA[<div>Conta a lenda&nbsp; que um dia<br>Viajou&nbsp; para o Brasil&nbsp;<br>um cutileiro anónimo&nbsp;<br>lá dos lados de Creixomil.<br><br>Foi&nbsp; trabalhar para&nbsp; uma oficina<br>com a bigorna&nbsp; e os ponteiros<br>mas faltava boa água,<br>à alma dos cutileiros.<br><br>O mestre farto de o ouvir<br>falar, falar de água tão especial.<br>de Guimarães&nbsp; mandou vir<br>um barril confidencial.<br><br>Começa o cutileiro a trabalhar<br>numa faca bem formosa<br>e quando a peça vai mergulhar<br>recolhesse a água milagrosa.<br><br>Pedro, 4ºB, EB1 / JI&nbsp; Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-24 15:04:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Água mole em pedra dura tanto bate ate que fura</strong><br><br>4ºano EB1 Pegada&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-24 16:56:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Monte do Talegre e a lenda das cobras de Vila Cós</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>"O dornão foi procurado, e não há muitos anos, no terreno pertencente a Fermentões, mas os escavadores, chegando a certa profundidade, largaram a fugir,á vista d' uma grande multidão de cobras, que surgiam das entranhas da cova. Aqui temos os thesouros mouriscos guardados por serpentes, não podendo haver dúvida acerca da verdadeira natureza destas sentinelas do dornão, ..."<br><br>Gonçalo e Diogo, 3ºano EB1 Pegada</div><div><br>3ºano EB1 Pegada&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-24 17:17:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/97065991</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Em Abril águas mil</strong><br><br>4ºano EB1 Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-24 17:22:16 UTC</pubDate>
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         <title>Canção da água</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Rafael Gomes 4ºB<br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-02-25 16:58:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Mar Enrola Na Areia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O mar enrola na areia&nbsp;<br>ninguém sabe o que ele diz<br>bate na areia e desmaia&nbsp;<br>porque se sente feliz<br>o&nbsp; mar também é casado&nbsp;<br>o mar também tem mulher<br>é casado com areia<br>pode vela quando quer<br>o mar também é casado<br>o mar também tem filhinhos<br>é casado com a areia<br>os seus filhos são os peixinhos<br>ó mar tu és um leão<br>a todos queres comer<br>não sei como os homens podem<br>as tuas ondas vencer<br>ó mar que não derretes<br>navios que não partes<br>ó mar que não cumpriste<br>o que comigo trataste<br>ouvi cantar a sereia, no meio daquele mar tantos navios se perdem ao som daquele cantar, porque nunca vi homem solteiro, procurar mulher feia.<br><br>4ºC Inês Freitas<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-25 17:08:25 UTC</pubDate>
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         <title>EB1 Pegada</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/97353952</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-02-25 17:41:16 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/97569928</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Nunca digas "desta água nunca beberei "</strong><br>4º ano EB1 da Pegada&nbsp;<br>&nbsp;e Gonçalo Magalhães.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-26 15:43:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/97582974</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Geada na lama,água na cama.<br></strong><br>&nbsp;Carina, 4ºano EB1 da Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-26 16:22:50 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/97592805</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Água de Sintra boa e mata a sede e nascida em Lisboa num buraco de parede.</strong><br><br>Afonso, 4ºano EB1 da Pegada&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-26 16:48:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/97599321</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Águas paradas não movem moinhos.</strong><br><br>João Pedro, 4ºano EB1 da Pegada&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-26 17:08:25 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/97602489</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>A água faz&nbsp; aforça<br></strong><br>André, 4ºano EB1 da Pegada<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-26 17:18:27 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbios</title>
         <author>goncalo_silva_magalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/97698291</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A água o dá, a água o leva (importância da água)&nbsp;<br><br>A água detida é má para bebida (cuidados com o que se bebe);<br><br>Água suja também lava (mais vale pouca água, mesmo que suja),<br><br></strong>Gonçalo Magalhães<br>4º ano EB1 da Pegada.<br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-02-27 15:01:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/98530723</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>- Água silenciosa é sempre perigosa (perigo de quem "morde" pela calada);<br><br>A água rega e o sol cria (importância da água e do sol nas culturas);<br><br></strong>Gonçalo Magalhães</div><div>&nbsp;4ºano EB1 da Pegada&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-02 16:53:27 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Gato escaldado de água fria tem medo.</strong><br><br>&nbsp;4ºano EB1 da Pegada&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-02 17:04:47 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><strong>A água rega ,o Sol cria&nbsp;</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;</strong>João Ricardo,&nbsp;<br>4ºano EB1 da Pegada&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-02 17:05:14 UTC</pubDate>
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         <title>ditos</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A água de boa qualidade é como&nbsp; a saúde ou a liberdade só tem&nbsp; sabor&nbsp; quando acaba.</strong><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-03-02 17:06:31 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>&nbsp;Em&nbsp; abril chove&nbsp; mil<br></strong><br>Gabriel,&nbsp; 4ºano EB 1 da Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-02 17:07:30 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;A água e o azeite não se misturam (há diferenças que são inconciliáveis);<br></strong><br>AFONSO,&nbsp; 4ºano EB 1 da Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-02 17:09:42 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbio                                                   </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Águas paradas não movem moinhos.</strong><br><br>DAVID,&nbsp; 4ºano EB 1 da Pegada<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-02 17:10:53 UTC</pubDate>
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         <title>Provérbio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Gato escaldado de água fria tem medo.<br></strong><br>Ana Beatriz, 4ºano EB 1 da Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-02 17:16:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/98541140</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-03-02 17:21:14 UTC</pubDate>
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         <title>Guimarães  &quot;esfola  gatos  mata  cães&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>“Em todas as terras durante anos são criados mitos, tradições, provérbios, etc.<br><br></div><div>Guimarães não foge à regra. Uma dessas tradições/mitos, verbalizados em frases estereotipadas. Aqui abordar a expressão "Guimarães esfola gatos e mata cães".<br><br></div><div>Em vários locais de Guimarães existe associações às palavras cães e gatos, por exemplo:<br> - Na freguesia da Costa há uma quinta denominada de "Pé do Cão";<br> - No caminho da Santa Leocádia para a lomba há o penedo do "Cão do Morgado";<br> - Ao rio que passa por trás da Corredoura em S.Torcato chamam-lhe "Poço dos Cães";<br> - Em Sta. Eufémia de Prazins, há a "Poça dos Cães";<br> - Para os lados da Sra. da Guia ficava a célebre "Torre dos Cães";<br> - Quem segue o caminho que parte do fundo da Caldeiroa logo acima pode avistar o conhecido lugar "Cães de Pedra";<br> - Ainda hoje em Guimarães, um atalho que vai à antiga estrada romana chama-se "Barroca dos Cães" havendo vários locais denominados de "Cães de Cima", "Cães de Baixo", "Cães Pequenos", etc;<br> - Em Guimarães há o "João Cão" (João Pinto);<br> - Em Azenha (freguesia da Costa) há um homem conhecido por "Chamadoiro de mata-cães";<br> - No Campo da Feira há uma senhora conhecida por "D. Maria dos Gatos". Maria Gata e Manuel Gato viveram na Rua dos Gatos.;<br> - Em Vizela é conhecidíssimo o tasqueiro "João dos Cães";<br> - Havia um tesoureiro da Colegiada de Guimarães chamado Gonçalo Gato;<br> - Na freguesia de Garfe, que antigamente pertencia ao termo de Guimarães há o casal dos Gatos;<br> - Em Tagilde há o "Penedo do Gato";<br> - A Rua de Gatos é uma das mais antigas populosas da Terra.<br> <br> Apesar de haver tantas associações a gatos e cães, esta tradição tem apenas uma componente rimática sem qualquer simbologia.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Fonte: Alberto Viera Braga,  "Guimarães no Costado dos seus títulos de honra,  na graça dos poetas e nas ditargas do povo", etnos, vol.VIII, Lisboa, 1948 in: <a href="http://tradicoesemitosdeguimaraes.blogspot.pt/2011/03/guimaraes-esfola-gatos-e-mata-caes.html">http://tradicoesemitosdeguimaraes.blogspot.pt/2011/03/guimaraes-esfola-gatos-e-mata-caes.html<br></a><br></div><div>Afonso Vale, Ana Sofia, Lara Martins, Joana, Matilde Meireles, Pedro Semanas, Sara Bastos, Rodrigo Zeferino<br><strong><br></strong><br>2ºC, EB1/ JI de SANTA Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-03 15:19:58 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda de santa Catarina da Penha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Conta a lenda, que uma pastorinha, durante o dia, guardava o seu rebanho, no monte, da penha e de noite vigiava-o contras frequentes investidas de mouros.<br>Numa noite, ela viu no cimo da serra muitas luzes do suposto&nbsp; exercito, iluminado por fachos ardentes, que se dirigia para Guimarães. Catarina terá amarrado velas acesas em cada cabeça do seu rebanho, duplicando o número dos fachos dos mouros e terá encaminhado com o seu cajado, de forma a descerem da montanha da penha, em direção aos mouros, pondo-os em retirada.<br>&nbsp;Catarina ajoelhada no meio do seu exercito rezava, dando graças a Deus por a ter ajudado a salvar Guimarães e, graças a este nobre feito, a pastora foi considerada Santa<br><br>1ºano, EB1 Pegada&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-04 14:28:31 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda do Rio de Selho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Segundo a lenda, há muitas pessoas viam uma luz a cair no monte, todas as noites.<br>Curiosas, as pessoas foram tentar descobrir o que havia nesse local.<br>Descobriram, então, que&nbsp; enterrado e intacto está corpo de S. Torcato.<br>Quiseram, de imediato lavá-lo, mas não tinham água.<br>Foi então que, por milagre, do meio do monte surgiu uma fonte. O caudal era tanto que, assim nasceu o Rio Selho.<br><br>Miguel,&nbsp; 3ºano EB1, Pegada&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-04 14:29:19 UTC</pubDate>
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         <title>Quadra de São Torcato</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>São Torcato milagroso<br>que dais a&nbsp; quem vos vai ver&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; bom terreiro para dançar&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; água fresca para beber.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; São Torcato milagroso<br>gruta pura e verdadeira&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; respeitando todo e todos&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; do teu lugar pioneira.<br><br>Mosteiro de S.Torcato<br>aqui vimos a chegar<br>deitei....<br><br>São Torcato ....<br><br>3ºano EB1 Pegada &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-04 14:35:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Onde se situa a Escola de Santa Luzia</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/102267396</link>
         <description><![CDATA[<div>São vários os ditos, lendas e expressões relacionadas com a água, os rios e mares, alguns ligados à nossa cidade.<br> Deixo alguns exemplos que descobri, incluindo um relacionado com o local onde se situa a nossa escola.<br> Espreitem...<br> <strong> </strong><br>Carolina Pereira – 3º B, EB1/ JI de SANTA Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-22 17:20:59 UTC</pubDate>
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         <title>Desperdiçar Água&amp;nbsp;</title>
         <author>goncalo_silva_magalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/102315957</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Não desperdiçam a agua.<br>Ela é muito importante.<br>E ela também pode acabar<br>Gonçalo Magalhães </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-22 21:46:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lições do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/102351398</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A intervenção cultural e educativa do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta pauta-se por uma necessária interação com o meio social envolvente. Neste sentido, vamos lançar, em ambiente virtual, a iniciativa “LIÇÕES”, cujo objetivo é disponibilizar e divulgar, especialmente a professores e alunos fontes sobre a história e a cultura vimaranense. Pretendemos, igualmente, fomentar a investigação, a construção do conhecimento histórico e consciencializar os alunos para a relação da história local com a história nacional e sua importância na construção da identidade e na preservação da memória coletiva.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Lição 5: Cursos de Água e Lendas de Guimarães.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-23 05:43:41 UTC</pubDate>
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         <title>Lendas de São Torcato e a Fonte</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/107046950</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Em 719, o exército árabe que&nbsp; era comandado&nbsp; por Muça, general&nbsp; de Tarik, aproximaram-se de Guimarães. Tentando impedir o&nbsp; avanço,Torcato, bispo de Braga, dirige-se, com os seus fieis ajudantes, ao encontro do general árabe, tendo sido martirizado juntamente com mais 27 companheiros .<br>Mais tarde o seu corpo foi descoberto sobre um&nbsp; monte de pedras no local onde hoje cai água na "Capela da Fonte do Santo". Conta-se que um cego ouviu cair uma estrela no local da "Capela da Fonte do Santo".<br>As pessoas começaram a cortar&nbsp; as silvas que tapavam o sitio&nbsp; onde descobriram o corpo de São Torcato&nbsp; dentro de uma fonte&nbsp; de água limpa.<br><br>Carolina, 4ºB, EB1/ JI Santa Lúzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-21 15:59:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lenda da Nossa Senhora da Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Conta a lenda que, no século XIV, ao lado padrão de Nossa Senhora da Vitoria, em Guimarães, existia uma oliveira trazida do Jardim das Oliveiras de Jerusalém, que secou. E assim continuou até que colocaram perto dela, uma cruz que ainda hoje se levanta debaixo do padrão. Três dias depois, a oliveira reverdesceu, deitando rebentos novos e enfeitando-se de viçosa folhagem. A notícia atraiu muito povo, que veio admirar o milagre em honra da Nossa Senhora da Vitoria que, desde então, se ficou a chamar de Nossa Senhora da Oliveira. A oliveira do milagre permaneceu na praça aproximadamente até 1870, 1870. Em 1985, aquando do último restauro da praça, aí foi de novo colocada uma oliveira. A oliveira faz parte da história da cidade e, por isso,&nbsp; é um dos elementos integrantes do brasão de Guimarães.</div><div><br>(in:&nbsp;<a href="http://tradicoesemitosdeguimaraes.webnode.pt/">http://tradicoesemitosdeguimaraes.webnode.pt/</a>)<br><br>Afonso, 1º ano, EB1 da&nbsp; da Pegada&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-21 16:01:36 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte do santo (lenda de S. Torcato)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/107050966</link>
         <description><![CDATA[<div> <br>Em S. Torcato existe uma fonte cuja água é considerada, pelos devotos do santo com o mesmo nome, como sendo «miraculosa» pois é um remédio para muitas enfermidades  quando misturada...<br><br>David Oliveira da Silva, EB1 da Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-21 16:13:38 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte da Senhora da Luz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Uma outra água com virtudes reconhecidas será a da fonte da Senhora da Luz em Santa Leocádia de Briteiros da qual contaram a Martins Sarmento era Milagrosa para vista bastando lavar com ela os olhos para obter&nbsp; tal graça&nbsp;<br><br>Tomás, 4ºB,&nbsp; EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-22 13:11:12 UTC</pubDate>
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         <title>20 de agosto de 1904</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Principia a demolição do tanque que&nbsp; estava encostado à torre da Nossa Senhora da Oliveira . A Praça Maior de Guimarães, tal como a temos hoje, ainda faltam dois elementos: o Pelourinho, marco da liberdade e o tanque chafariz que, durante larga....<br><br>4ºB, Salvador, EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-22 13:20:58 UTC</pubDate>
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         <title>Água no interior da Penha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/107221079</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Na&nbsp; crença&nbsp; popular, muitos&nbsp; montes&nbsp; do&nbsp; nosso &nbsp; pais&nbsp; são&nbsp; atravessados por uma&nbsp; veia de&nbsp; água, que a&nbsp; planície, sobre&nbsp; que&nbsp; rebentasse, ficaria completamente submergida. Guimarães está ameaçada por um destes dilúvios locais, se quebrar ou remover um certo penedo, que&nbsp; a vem dizer, laqueia a famosa&nbsp; veia .<br>Vem ela, ninguém sabe donde, mas sabe-se que passa no monte de Santa Quitéria, sobe a Penha, depois de descer por baixo do rio Vizela (há um sitio do Vizela onde se ouve distintamente o sussurro da água subterrânea "Vai passar no Monte Espinho (Bom Jesus), onde dá algumas penas de água para as fontes do Santuário, e continua lá para os lados do mar.<br><br>1º Penha</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-22 13:21:00 UTC</pubDate>
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         <title>A Lenda do Cutileiro e da Boa Água de Guimarães</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/107221213</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Devido à qualidade da água do nosso concelho para a arte de temperar metais, existe uma lenda que conta que um cutileiro que vivia na freguesia de Creixomil emigrou&nbsp; para o Brasil com a intenção de fazer uma fortuna.<br>Quando lá chegou,rapidamente arranjou emprego de cutileiro mas não conseguia prosseguir a sua profissão com êxito,devido às característica da água.<br>Lembrando-se saudosamente&nbsp; dá água de Guimarães desabafava frequentemente dizendo: «Ai água de Guimarães!» «Ai água de Guimarães!».<br>O seu patrão farto de ouvir esta frase, mandou vir um barril da tão famosa água de Guimarães e sem dizer ao cutileiro, deitou essa água no barril de temperar o ferro e o aço.<br>Quando o cutileiro retomou o seu trabalho, ao mergulhar os utensílios na água reconheceu imediatamente a água da sua terra e os seu produtos adquiriram a partir de aí a tempera ideal.<br>Ainda hoje, a água de Guimarães é famosa pelas suas qualidades e por isso, as conhecidas empresas de cutelaria, estão localizadas nas Taipas&nbsp; devido à proximidade do rio. Vários moinhos existem em algumas das ribeiras de Guimarães, funcionaram durante muitos anos como fabricas de cutilaria.&nbsp;<br><br>Rafaela e Mariana Maia, 4ºB escola EB1/ JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-22 13:21:32 UTC</pubDate>
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         <title>Santuário da Penha</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>A história do santuário da Penha conta-se a partir de 1702, altura em que um ermitão,Guilherme Marino, manda esculpir uma imagem da Virgem, que viria a ser colocada numa gruta, a de Nossa Senhora do Carmo.<br><br><br>Este santuário localiza-se no Monte ou Serra da Penha, em Guimarães.É de seu nome completo o "Santuário de Nossa Senhora do Carmo da Penha" e frequentemente chamado apenas por " Santuário de Nossa Senhora da Penha "&nbsp;<br><br>in&nbsp;<a href="http://www.faroldanossaterra.net/2014/06/22/serra-da-penha/">http://www.faroldanossaterra.net/2014/06/22/serra-da-penha/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-22 13:23:35 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda de santa Catarina da Penha</title>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Catarina era uma pastorinha muito doce e humilde que vivia no monte da penha. Tinha dois lindos olhos que se diz que eram capazes de brilhar. No seu vestido e na sua capa de lã comprida, própria de quem vivia na serra, era acompanhada todos os dias pelo seu rebanho, e percorria afoita e alegre, a serra empenedada. Nestes tempos tumultuosos com invasões de povos Bárbaros e com o Ataúlfo, chefe dos Godos, aproximava-se do Monte da Penha. ao longe, durante a noite, viam-se milhares de luzinhas que anunciavam a chegada do terrível exército de Ataúlfo.<br><br></div><div>Foi Catarina, a pastora que os avistou e sem mais demoras correu para uma ermida que lá existia e a porta milagrosamente se abriu. Esta estava misteriosamente bem iluminada, e Catarina pegou na cera das oferendas dos pastores e partiu-a em muitos bocados, transformando-a em milhares de velas pequenas, que colocou nos cornos das ovelhas do seu próprio rebanho. Este completamente quieto e sossegado, sem se importar muito com a tarefa. Eram tantas ovelhas e tantas luzes que davam que a montanha parecia estar povoada de soldados de um grande exército.E Catarina no meio delas rezava ao céu.<br><br></div><div>Ataúlfo, surpreendido com tamanha quantidade do que julgava ser soldados de um forte exército, gritou amedrontado aos seus homens:<br><br></div><div>–<em> Meus bravos, não conseguiremos fazer frente a tão numeroso exército. Por isso, partamos, antes que aqueles soldados desçam o monte e nos destruam!<br></em><br></div><div>E assim se retiraram, humilhados e despeitados, enquanto que no monte da Penha, Catarina, ajoelhada no meio do seu exército continuava a rezar, dando graças a Deus que a ajudasse a salvar Guimarães.<br><br></div><div>Graças a este nobre feito, a pastora foi considerada Santa, e a serra da Penha considerada o monte de Santa Catarina.<br><br></div><div>Hoje quem visitar o monte, encontra a capela, a bica ou fonte de Santa Catarina e a “cama de Santa Catarina”, que segundo se diz era o local onde ela descansava.<br><br></div><div>Pesquisa, compilação e adaptação de TEIXEIRA DA SILVA, AJ<br><br><a href="http://www.faroldanossaterra.net/2014/06/22/serra-da-penha/">http://www.faroldanossaterra.net/2014/06/22/serra-da-penha/</a><br><br></div><div>Gondomar, Porto, Portugal, Junho de 2014<br><br>3º ano, EB1 da  da Pegada </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-22 13:36:26 UTC</pubDate>
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         <title>Ponte sem rio</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/107740319</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Esta expressão, com sentido perjorativo, teve origem no facto de haver uma ponte nas Quintãs, ao fundo da Rua de Santa Luzia, apenas um rio de pequena dimensão.<br><br>Afonso Barroso, 1ºano EB1da Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-26 10:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda do Cutileiro e da Boa Água de Guimarães</title>
         <author>mariajoaomartins_ae</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/107741064</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>&nbsp;Era uma vez um homem que trabalhava a cutileiro, mas a vida não lhe corria bem então, decidiu emigrar&nbsp; para o Brasil para fazer fortuna.<br>&nbsp;Chegando lá arranjou logo emprego de cutileiro mas sem êxito, devido às característica da água.<br>&nbsp;Lembrou-se com saudades da água de Guimarães e dizia frequentemente: «Ai água de Guimarães!».<br>O patrão já farto de o ouvir dizer a mesma frase, mandou vir<br>um barril da tão famosa água de Guimarães e sem dizer o cutileiro saber deitou a água no barril de temperar o ferro e o aço.<br>Quando o cutileiro retomou o seu trabalho, ao mergulhar os utensílios na água os seus produtos adquiriram ideais.<br>Ainda hoje, a água de Guimarães é famosa pelas suas qualidades e por isso, as empresas de cutelaria, maias conhecidas são em Guimarães.<br><br>Hélia Araújo, 2ºA, EB1/ JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-26 10:28:29 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda de santa Catarina da Penha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Conta a lenda, que uma pastorinha, durante o dia, guardava o seu rebanho, no monte, da Penha e de noite vigiava-o contras frequentes investidas de mouros.<br>Numa noite, ela viu do cimo da serra muitas luzes do suposto&nbsp; exercito, iluminados por fachos ardentes, que se dirigia para Guimarães. Santa Catarina terá amarrado velas acesas em cada cabeça do seu rebanho, duplicando o número dos fachos dos mouros e terá encaminhado com o seu cajado, de forma a descerem da montanha da Penha, em direção aos mouros, pondo-os em retirada.<br>&nbsp;<br>Joana 2ºA, EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-04 13:37:46 UTC</pubDate>
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         <title>Os três rios</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Era uma vez três que nasceram em Espanha.<br>Chamavam-se Douro,Tejo e Guadiana.<br>Estavam um dia a contemplar as nuvens e perguntaram-lhes de onde vinham.<br>-Do mar- responderam elas - É o nosso pai e o nosso avô.<br>-Onde fica o mar?-perguntaram os rios.<br>-Lá longe , em Portugal<br><br>João 2ºA<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-04 13:38:50 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda de Santa Catarina  da Penha</title>
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         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/109209358</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Este&nbsp; teatro de marionetas gira em&nbsp; torno do nome do monte da Penha ou monte de Santa Catarina da Penha e conta-nos a historia de Catarina,uma dócil pastorinha que salvou este monte do terrível ataque de Ataúlfo e do seu exército.&nbsp; Com muita coragem&nbsp; e um plano astucioso , Catarina tornou-se numa verdadeira heroína!<br><br>1ºano, EB1 Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-04 13:41:03 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda do Rio Ave</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Há muito, muito tempo atrás chegou&nbsp; à Serra da Agra uma cabreira com o seu rebanho, vinda da Galiza. Esta ficou apaixonada com a paisagem e nunca mais voltou à sua terra.<br>Um dia vários cavaleiros que andavam à caça cruzaram-se com uma cabreira e um deles ficou apaixonado e decidiu ficar com ela viveram juntos dias felizes, amavam-se um ao outro, chegou o dia em que o cavaleiro teve que partir pois tinha muitos afazeres.<br>A cabreira ficou tão triste que durante dias chorou desejando ser uma ave e voar à procura do cavaleiro diz a lenda que de tanto chorar as suas lágrimas foram formando um rio para ajudar este rio a encontrar o cavaleiro outros mais pequenos vieram ao seu encontro, o Rio Pelhe, o Rio Selho, o Rio Vizela, o Rio Ferro e o Bugio.<br>Todos juntos cobriram uma área de 1390km quadrados banhando as terras de Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Fafe, Guimarães, Santo Tirso, Vizela, Lousado, Ribeirão e Trofa, espraiando-se em Vila do Conde, terra do cavaleiro que já mais foi encontrado.<br>Em homenagem a esta linda cabreira o povo pôs o nome à Serra de Cabreira e ao rio de lágrimas Rio Ave já que ela queria ser ave e voar.&nbsp;<br><br>Inês, 4ºB, Escola EB1/JI de Santa Luzia</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-04 13:47:46 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda de Fonte do Santo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaomartins_ae/lermaismar/wish/109212352</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Segundo a lenda , tudo aconteceu&nbsp;<br>a 26 de Fevereiro de 719.<br>Um cego «viu» cair uma estrela&nbsp;<br>sempre no mesmo sítio no meio&nbsp;<br>do mato e silvas. Um camponês<br>foi procurar o que havia no local. De repente, o homem deu com a enxada na cara do santo e uma voz disse : «cuidado que&nbsp; aqui&nbsp; esta Torcato» . Retiraram&nbsp; o corpo&nbsp; mas não havia água para o lavar. Então , milagrosamente, brotou uma fonte...<br><br>Frederico, 1ºano, EB1 Pegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-04 13:50:13 UTC</pubDate>
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