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      <title>Sara Zenha a13312 by Sara Oliveira</title>
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      <description>11°AG</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-06 10:31:07 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre ser confiante </title>
         <author>saraoliveira2338</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveira2338/zkudkbjfwrw/wish/261864345</link>
         <description><![CDATA[<div>Na última sessão, nao estive presente mas consegui ouvir um resumo da Joana sobre o que tinha acontecido. Depois de a ter ouvido fiquei a pensar sobre ser confiante. Às vezes fico sem perceber como é que alguém consegue dizer em voz alta que se acha bonito, que gosta das coisas que faz (no meu caso refiro-me aos trabalhos nas aulas de desenho). Talvez sinta às vezes um pouco de inveja, não sei, mas nao é assim algo que me afete muito. Não é que seja um objetivo meu ser uma pessoa confiante. É um objetivo meu fazer e experenciar coisas novas, coisas diferentes. Acho que consigo viver bem com as minhas dúvidas e inseguranças. Com isto tudo também nao quero dizer que nao gosto de nada em mim. Existem características que até aprecio em mim. Mas, essas características são psicológicas. Acho o psicológico muito mais interessante do que o aspeto físico de alguém. É cliché, é. Mas quando as pessoas o costumam dizer, acho que não é bem assim que pensam. Por isso, não gosto assim tanto de repetir o tal cliché, porque já se tornou tão banal, e acaba por perder o verdadeiro significado. Concluindo, não penso assim tanto na aparência (nem na minha nem na dos outros), gosto de ter conversas com as pessoas e conhecê-las pelo que elas são, e nao pelo que dizem delas, ou pelo que elas apenas decidem mostrar. No fundo acho que é bom ser confiante, mas com um certo equilíbrio. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-18 10:20:21 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o bullying </title>
         <author>saraoliveira2338</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveira2338/zkudkbjfwrw/wish/261866685</link>
         <description><![CDATA[<div>Numa das sessões falamos sobre o bullying. É sempre um tema sensível. Todos nós conhecemos o bullying. Quase todos nós já podemos ter experenciado, alguns casos mais graves outros menos. Mas cada caso é um caso, e a forma como sentimos as coisas é sempre diferente de pessoa para pessoa. O que quero dizer é que na nossa realidade, este é um tema que todos conhecem e estão familiarizados. Por essa mesma razão também sabemos que a maioria destes casos é praticado pelos mais novos, crianças. Quando dizem que o mundo devia de ser deixado às crianças, eu nao concordo. As crianças conseguem ser muito más umas com as outras. Tem muito poucas noções da realidade, e do que pode magoar os outros. Obviamente não são todas as crianças. Quando eu era mais nova, realmente, passava-me quase tudo ao lado, e nao me ofendia assim tão fácil. Ainda nao tinha as minhas inseguranças. Mas como disse cada caso é um caso. Cada pessoa é uma pessoa diferente, e como é óbvio o bullying é algo que repudio. Costumo dizer em tom de brincadeira que se os meus filhos alguma vez o praticassem, levavam duas chapadas (ironicamente também costumo dizer que nunca lhes vou bater, porque a violência do meu ponto de vista nao é educativa). Concluindo, o bullying é difícil de acabar, sempre existiu, mas o que cada um pode fazer é estar atento, e nao ter medo de intervir/ajudar. O que também cada um podia fazer, era pensar mais no outro, mas na nossa sociedade é raro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-18 10:35:46 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre os outros</title>
         <author>saraoliveira2338</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveira2338/zkudkbjfwrw/wish/261867610</link>
         <description><![CDATA[<div>Então, em uma das sessões, já algum tempo, fizemos uma espécie de jogo, onde tínhamos de escolher o que faríamos numa certa situação. Numa das situações tinhamos de decidir se vendiamos fotografias tiradas a um casal de famosos, que estavam num espaço público (praia) a ter relações mais íntimas. Eu nao vendia. Neste caso é apenas uma situação de por os nossos interesses a cima dos dos outros, e eu nao penso assim. Infelizmente a maior parte da sociedade é muito individualista, e o "eu" está sempre a cima do "outro". Eu nao sou capaz, de pisar os outros para ter o que quero, nao são os meus princípios. O casal estava na vida deles, tem direito a isso, e eu tenho direito a viver a minha vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-18 10:41:11 UTC</pubDate>
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