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      <title>EDC287 - 2024.2 by Maria Eduarda Cruz</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-01 18:52:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 2</title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3186959876</link>
         <description><![CDATA[<p>Com bases nos estudos e discussões feitas em sala, fiz uma pergunta para a IA CHATGPT  <strong>“As mídias digitais seriam um veículo de comunicação utilizado estrategicamente pelas grandes empresas para adquirirem domínio?"</strong></p><p><br></p><p><strong>O CHATGPT disse: "</strong>Sim, as mídias digitais são frequentemente utilizadas estrategicamente por grandes empresas para consolidar poder e adquirir domínio no mercado. Por meio dessas plataformas, as corporações conseguem alcançar um público global de forma rápida e eficiente, moldando percepções e influenciando comportamentos de consumo. As redes sociais, sites de busca e publicidade digital permitem segmentar públicos específicos, aumentando o impacto de suas campanhas. Além disso, a coleta de dados em massa possibilita a personalização de ofertas e o desenvolvimento de estratégias mais assertivas. O controle sobre essas mídias, muitas vezes por poucas empresas, amplia seu poder sobre o mercado e a sociedade, criando um ambiente em que a visibilidade e a influência podem ser dominadas por quem detém maior capital e tecnologia."</p><p><br></p><p><strong><mark>Minha análise: </mark></strong>A resposta da IA abordou de maneira resumida sobre como as empresas agem nas mídias digitais em uma sociedade capitalista detendo maior poder no mercado, principalmente em relação a influência do consumo, também foi citado sobre a coleta de dados mas especificou somente a personalização de ofertas, porém, os dados coletados dos usuários ficam vulneráveis para a utilização, tendo assim, uma ausência de políticas de privacidades efetivas, que muitas vezes não são cumpridas como deveriam. Senti que faltou destacar mais os contras desse domínio e como este fator está vinculado diretamente a um cenário de soberania e hegemonia mundial de países como Estados Unidos, aonde estão localizadas boa parte dessas grandes empresas (normalmente são pequenos grupos e restritos), mas que atualmente estão presentes no mundo inteiro. Portanto, a atuação de uma mídia dominante não é algo novo, só que na era digital se mostrou cada vez mais presente e nocivo, visto que, as informações e conteúdo são consumidos de maneira rápida, portanto não se trata apenas de fins comerciais, mas também se trata de uma perspectiva política e social que podem afetar diretamente o cotidiano das populações e sua cidadania</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 03:58:43 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 3</title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3198059159</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Com base nas discussões em sala e nos estudos feitos sobre Acesso à Tecnologia No Brasil, levantei uma questão para a Inteligência Artificial <strong>GEMINI</strong> <strong> <em>“</em></strong><em>Se o acesso à tecnologia é um direito, porque não é universalizado?“</em></p><p><strong>A resposta que obtive da IA:  </strong>"Embora o acesso à tecnologia seja cada vez mais reconhecido como um direito fundamental, a realidade é que ainda há uma grande desigualdade nesse sentido. Vários fatores apresentados para essa situação: a falta de recursos financeiros impede muitas pessoas de adquirir dispositivos e planos de internet, a infraestrutura em muitas regiões é insuficiente, e a exclusão digital afeta especialmente grupos vulneráveis, como idosos e pessoas com deficiência. Além disso, a falta de políticas públicas e investimentos consistentes na área de tecnologia dificultam a universalização do acesso. Em resumo, a universalização da tecnologia é um processo complexo que exige a superação de diversas barreiras sociais, econômicas e de infraestrutura."</p><p><br></p><p><strong><mark>Minha análise:</mark> </strong>A resposta da IA citou aspectos bastante consideráveis entorno do acesso as tecnologias, tangendo tópicos relacionados a desigualdade social por mais que não tenha se aprofundado, porém é crucial entender o porquê estes fatores estão vinculados ao acesso à tecnologia. Entender as complexidades entorno de um direito fundamental ainda não ser universalizado, é também analisar como este direito está submetido às iniciativas privadas e lucrativas, principalmente nas centralizações em áreas com maior percentual populacional de maneira estratégica, visando maiores rendimentos financeiros vinculados ao consumo, essa circunstância dialoga o direito sendo vinculado ao poder aquisitivo do indivíduo. Portanto, para que haja uma universalização, é necessário também que haja uma educação digital e as políticas públicas sejam efetivas  neste âmbito, até porque não adianta o acesso para todos se não houver um acesso universalizado de qualidade e que os usuários possam utiliza-las de maneira consciente e crítica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 19:27:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3201245703</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá! Me chamo Maria Eduarda, tenho 18 anos e estou no segundo semestre de Pedagogia. Estou muito realizada com as contribuições e aprendizagens que a universidade está me proporcionando. Tenho ótimas expectativas em relação ao semestre, principalmente na matéria de Educação e Tecnologias, que até o momento me senti bastante instigada e interessada com os temas abordados e as discussões feitas, que com certeza agregarão significativamente na minha formação. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 22:27:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 4</title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3241730983</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Em virtude das questões que englobam o tema inclusão digital, lancei questionamentos para duas Inteligências artificiais diferentes (MICROSOFIT COPILOT e CHAGPT). </p><p>Pergunta: <strong>“Porque a “inclusão” digital é necessária? Qual é a sua intencionalidade?”</strong> </p><p><br></p><p><strong><em><mark>Resposta da IA CHATGPT:</mark></em></strong>A inclusão digital é necessária para garantir que todas as pessoas, independentemente de sua classe social, localização ou condição econômica, tenham acesso às tecnologias digitais, que são fundamentais no mundo atual. Ela visa reduzir a desigualdade, permitindo que indivíduos possam acessar informações, serviços e oportunidades de emprego online, além de participarem de processos educativos e culturais. A intencionalidade da inclusão digital é proporcionar uma maior equidade social, promovendo a autonomia das pessoas ao facilitar a comunicação, a aprendizagem e o acesso à cidadania plena. Além disso, ela prepara os cidadãos para o mercado de trabalho, que está cada vez mais interconectado digitalmente, e ajuda a fortalecer a democracia ao ampliar o acesso à informação. Assim, a inclusão digital é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento pessoal e coletivo.</p><p><strong><em><mark>Resposta da IA Copilot: </mark></em></strong>A inclusão digital é essencial para assegurar que todos tenham acesso às tecnologias e ao conhecimento necessário para participar plenamente da sociedade atual. Sua intencionalidade é promover a equidade, reduzindo a desigualdade de oportunidades educacionais, profissionais e sociais. Além de proporcionar acesso a informações e serviços, a inclusão digital visa capacitar indivíduos com habilidades tecnológicas, possibilitando maior empregabilidade e inovação. Também garante que pessoas de diferentes origens socioeconômicas, idades e habilidades possam contribuir e beneficiar-se da economia digital. Em resumo, a inclusão digital é um pilar fundamental para o desenvolvimento social e econômico sustentável. </p><p><br></p><p><strong><mark>Minha análise:</mark></strong> Ambas repostas são semelhantes no que diz respeito sobre inclusão digital, mas será que somente o acesso seria um agente solucionador?! </p><p>O destaque para o mercado de trabalho e a economia torna-se perceptível as tendências das respostas estão vinculadas a questões que estejam de acordo aos interesses capitalistas, em nenhuma das respostas que obtive foi tratado o acesso e a utilização dos meios tecnológicos com criticidade e democratização eficaz da tecnologia, pois não basta ter acesso se não há alfabetização digital e letramento midiático, os usuários serão apenas consumidores alienados. Outra questão que me chamou atenção é a maneira como o termo inclusão se desenvolveu ao longo dos textos, sem que haja uma perspectiva de problematização. Até porque, se há inclusão é porque há pessoas excluídas e grupos de poder interessados na marginalização dos desfiliados do poder neoliberal, para que o discurso de inclusão e meritocracia se mantenham presentes na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-02 00:03:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Este padlet está licenciado com a Licença CC BY 4.0 Atribuição Internacional. </title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3249005001</link>
         <description><![CDATA[<p>Texto legal da licença: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/legalcode">https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/legalcode</a>  </p><p> O Creative Commons (CC) é uma organização não-governamental internacional sem fins lucrativos, que visa promover o compartilhamento do conhecimento, da cultura e da criatividade. </p><p> A licença<strong> BY - Atribuição</strong> é a exigência de que todo e qualquer uso da obra indique a autoria dela - a “fonte”. É a única característica comum a todas as licenças e pode ser combinada com qualquer uma das outras três características. Permite a distribuição, remixagem, adaptação e criação, desde que o crédito da obra original esteja indicado. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 01:37:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 5</title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3257428149</link>
         <description><![CDATA[<p>IA utilizada: LUZIA</p><p><br></p><p><em>Pergunta feita: “Por que o governo federal investe em parcerias com softwares proprietários nas escolas?”</em></p><p><br></p><p><strong><mark>Resposta:</mark></strong> "O governo federal investe em parcerias com softwares proprietários nas escolas por várias razões. Primeiramente, esses softwares costumam oferecer soluções tecnológicas avançadas e suporte técnico especializado, o que pode facilitar a implementação e o uso nas instituições de ensino. Além disso, muitos softwares proprietários têm recursos atualizados constantemente, garantindo acesso a ferramentas modernas que podem melhorar a qualidade do ensino. As parcerias também podem incluir treinamentos para professores e alunos, promovendo uma melhor integração das tecnologias no cotidiano escolar. Outro ponto importante é a possibilidade de personalização dos softwares para atender às necessidades específicas das escolas, o que pode aumentar a eficácia do aprendizado. Por fim, ao estabelecer essas parcerias, o governo busca fomentar a inovação no setor educacional e preparar os alunos para um mercado de trabalho cada vez mais digitalizado."</p><p>&nbsp;</p><p><strong><mark>Minha análise:</mark></strong> O argumento proferido pela Ia não me surpreendeu já que a própria é um desenvolvimento de software proprietário e foi programada justamente por empresas que estão por trás da propagação de que estes modelos são as melhores opções em relação as inovações tecnológicas. Ademais, analisando o aspecto educacional brasileiro e as máquinas nas escolas, deixo aqui minha critica sobre os softwares proprietários na educação, já que o mesmo presidente que atualmente governa o país, foi um dos incentivadores do movimento de software livre, visto que, os softwares livres continua sendo a melhor opção para a democratização da tecnologia e do conhecimento, além de contrapor a manutenção monetária e a falta de transparência de dados que os modelos privados exigem e comprometem para o uso pleno dos aparelhos.  A narrativa tendenciosa sobre a melhora e eficácia na qualidade de ensino e aprendizagem apresentada na resposta possui uma intencionalidade que concerne a familiarização e dependência, o que implica na falta de conhecimento dos estudantes e também professores acerca de outros modelos( principalmente os que defendem o código aberto), outro ponto importante foi em relação ao treinamento para o mercado de trabalho cada vez mais digitalizado, ou seja, eles estão interessados em condicionar cada vez mais os indivíduos desde a escola em prol do capitalismo informacional, além dos os cursos ofertados para os professores não capacitam o suficiente para que eles possam utilizar as tecnologias de maneira consciente, crítica e aprofundada. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-12 15:14:50 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 7</title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3288161012</link>
         <description><![CDATA[<p>IA utilizada: GEMINI </p><p><br></p><p><em>Pergunta: "Existem fatores negativos no cenário da plataformização da educação?"</em></p><p><br></p><p><strong>Resposta: </strong>Absolutamente! A plataformização da educação, embora ofereça flexibilidade e acesso, apresenta desafios significativos. A dependência excessiva de plataformas digitais pode gerar desigualdade digital, pois nem todos têm acesso à internet de qualidade. Além disso, a falta de interação presencial pode prejudicar o desenvolvimento social e emocional dos estudantes. A personalização do aprendizado, embora promissora, pode reforçar vieses algorítmicos e limitar a exposição a diferentes perspectivas. A questão da privacidade dos dados também é crucial, pois informações sensíveis sobre os alunos podem ser coletadas e utilizadas de forma inadequada. A pressão por resultados imediatos, impulsionada pela gamificação e métricas, pode levar à superficialidade no aprendizado e ao estresse. Por fim, a dependência tecnológica excessiva pode tornar os estudantes mais vulneráveis a problemas como a distração e a falta de concentração.</p><p><br></p><p><strong><mark>Minha análise:</mark></strong><mark> </mark>Os aspectos destacados pela IA sobre os perigos da plataformização na educação em relação ao colonialismo de dados coletados, padronização do ensino, a relação de dependência são pontos consideráveis para a discussão. Porém, a “dependência tecnológica excessiva” reproduz um discurso presente como se a única forma das tecnologias estarem integradas as praticas pedagógicas fossem por meio das plataformas (que possuem viés capitalista e perspectiva da mercadorização da educação), sendo que bem antes das mesmas estarem presentes na sala de aula já se discutia sobre educação e tecnologia e a interação entre o uso social e o uso pedagógico. Outra ponto foi sobre a flexibilidade e acesso descrito pela IA, particularmente não identifico intencionalidade de flexibilidade e acesso das plataformas em prol da democratização, muito pelo contrário, a sua intencionalidade é fidelizar e adestrar desde a educação básica para que haja maior influência e familiaridade visando  atrair cada vez mais consumidores. Portanto, para ter o acesso é necessário a aquisição de pacotes caríssimos através de parcerias que praticamente obrigam os pais a pagarem para que os alunos possam participar de avaliações feitas exclusivamente&nbsp;pelas plataformas, além de não considerarem os diferentes contextos sociais e culturais das escolas e universidades. Uma questão importantíssima também que senti falta é sobre como a autonomia do trabalho docente vem sendo desvalorizado por conta da ideia de “modernização e inovação pedagógica” proferida por essas bigtechs, mas que afetam principalmente a ação pedagógica do professor.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 02:00:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 6</title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3295969225</link>
         <description><![CDATA[<p>IA utilizada: Blackbox</p><p>Pergunta: <em>"Como o licenciamento aberto contribui para a cultura digital?"</em></p><p><strong>Resposta</strong>: As licenças abertas desempenham um papel crucial na cultura digital ao promover o acesso livre e a compartilhamento de conteúdo, permitindo que indivíduos e comunidades criem, modifiquem e redistribuam obras de forma legal e ética. Essa abertura estimula a colaboração e a co-criação, resultando em uma diversidade de expressões artísticas e culturais que enriquecem o ambiente digital. Além disso, as licenças abertas facilitam a democratização do conhecimento, permitindo que pessoas de diferentes origens e contextos participem ativamente na produção e disseminação de informações. Elas também incentivam a inovação, uma vez que os criadores podem construir sobre o trabalho de outros, gerando novas ideias e soluções. Outro aspecto importante é a promoção da transparência e da responsabilidade, já que as licenças frequentemente exigem atribuição adequada aos autores originais. Assim, as licenças abertas não apenas fortalecem a cultura digital, mas também ajudam a moldar um ecossistema mais inclusivo e colaborativo, onde o conhecimento é visto como um bem comum a ser compartilhado e expandido.</p><p><strong><mark>Minha análise:</mark> </strong>Concordo com a IA. As licenças publicas são documentos legais que permitem o uso das obras, respeitando os termos dos autores, valorizam o compartilhamento, colaboração e produção do conhecimento. Um exemplo de licenciamento aberto é o Creative Commons que amplia o uso da Lei de Direitos Autorais e visa o acesso as obras e também a proteção das mesmas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 23:15:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 8</title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3304223950</link>
         <description><![CDATA[<p>IA utilizada: Copyter </p><p><br></p><p><em>Pergunta: “Como a Base Comum Curricular (BNCC) trata das questões referentes a educação e tecnologias?”</em></p><p><br></p><p><strong>Resposta da IA</strong>: "Como a BNCC trata das questões referentes a educação e tecnologias A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aborda a relação entre educação e tecnologias reconhecendo a importância da inserção dessas ferramentas no processo educacional. Ela propõe a integração da tecnologia de forma crítica e criativa, visando o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias para a sociedade contemporânea. Além disso, a BNCC destaca a necessidade de formar estudantes para a utilização ética e responsável das tecnologias, incluindo a compreensão dos impactos sociais, econômicos e culturais decorrentes do seu uso. A BNCC também indica a importância de promover o uso das tecnologias como ferramentas para potencializar a aprendizagem e o desenvolvimento de habilidades essenciais para a vida no século XXI."</p><p><br></p><p><strong><mark>Minha análise</mark></strong><mark>:</mark> Inicialmente, é importante destacar o contexto político da implementação da BNCC para entender a constituição dessa política. Com o impeachment de Dilma em 2016, as políticas públicas implementadas durante os governos de Lula e Dilma foram dizimadas no governo Temer, portanto, o que eram de responsabilidade do governo, passam a ter atuação do mercado. Por conseguinte, a presença dos Institutos e empresários que não são especialistas nem tampouco possuem como prioridade a educação, apenas se importam com seus interesses possuem forte influência nos processos decisórios enquanto, os professores, educadores e pesquisadores não são envolvidos, muito menos estão presentes. Em relação aos pontos que a IA trouxe, sobre a importância da inserção das tecnologias como ferramenta reproduz um discurso que também está presente na própria competência da BNCC, que enxerga a tecnologia como ferramenta auxiliar/apoio e não como fundamental e integrante das práticas pedagógicas, daí vem a supervalorização das habilidades técnicas tanto dos alunos como dos professores. Mesmo que na própria BNCC esteja o “Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva” (BNCC,2018). Há uma contradição quando a mesma política evidencia o treinamento, pensamento computacional, letramento digital e cultura digital, retratando dessas questões mas de uma forma superficial, já que na pratica é diferente. Outra coisa que foi apresentada pela IA seria em relação a utilização da tecnologia visando atender as necessidades da sociedade contemporânea, que nitidamente está interligada como uma preparação para o mercado de trabalho, mas sem que tenha um questionamento crítico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-25 17:25:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3307497320</link>
         <description><![CDATA[<p>Slide do seminário sobre Gamificação apresentado em 21/01/2025 por Bernardo, Maria Eduarda e Maiza. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 18:38:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3312265900</link>
         <description><![CDATA[<p>Ia utilizada: META IA LLama 3.2</p><p><br/></p><p><em>Pergunta: “É possível aprender através dos memes?”</em></p><p><br/></p><p><strong>Meta AI:</strong> "Sim, é possível aprender através dos memes. Embora muitos memes sejam criados para entretenimento, alguns podem conter mensagens educativas, críticas sociais ou comentários políticos. Os memes podem ser usados para explicar conceitos complexos de forma simples e acessível. Além disso, os memes podem ser uma ferramenta eficaz para ensinar habilidades de pensamento crítico, análise e interpretação. Os memes também podem ser usados para promover a conscientização sobre questões sociais e políticas. No entanto, é importante lembrar que nem todos os memes são educativos ou precisos. É fundamental avaliar a credibilidade e a precisão da informação apresentada nos memes. Os educadores podem usar os memes como uma ferramenta para engajar os alunos e promover a aprendizagem de forma interativa e divertida. A aprendizagem através dos memes pode ser uma forma eficaz de ensinar conceitos complexos de forma simples e acessível."</p><p><br/></p><p><strong><mark>Minha análise: </mark></strong>Com certeza, o uso dos memes como recurso educacional para metodologia ativa propicia a articulação e interação de saberes principalmente dos alunos que estão familiarizados com as redes sociais e possuem um certo domínio para que eles possam também criar seus próprios memes dentro de sala de aula, e para integrar este recurso com a proposta pedagógica é necessário ter referências sócio-culturais para que haja sentido e criticidade.&nbsp; Mas claro, existem algumas questões que inclusive a IA abordou, mesmo os memes tendo um potencial cômico e estando relacionados com a viralização, muitas pessoas utilizam para disseminar discurso de ódio e preconceito. Portanto, quando o professor inserir os memes na sua proposta  pedagógica é necessário que o mesmo analise suas nuances e conscientize os alunos em relação a este recurso que dialoga e se manifesta fortemente na atualidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-02 02:57:53 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 9</title>
         <author>mariamascruzz</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ia utilizada : Microsoft Copilot</p><p><br></p><p>Pergunta: “De que maneira os currículos de formação dos professores vem articulando os conhecimentos no contexto de cibercultura?”</p><p><br></p><p><strong>Resposta da IA</strong>:”Os currículos de formação dos professores têm evoluído para integrar a cibercultura, reconhecendo a crescente influência das tecnologias digitais no ambiente educacional. Eles incorporam o uso de plataformas digitais, mídias sociais e ferramentas colaborativas, promovendo uma abordagem pedagógica que inclui atividades online e presenciais. Ao mesmo tempo, enfatizam a importância de uma postura crítica e reflexiva em relação ao uso dessas tecnologias, discutindo questões éticas e de privacidade. Além disso, buscam desenvolver habilidades práticas e teóricas, preparando os futuros professores para inovar e adaptar suas práticas pedagógicas às demandas da era digital.”&nbsp;</p><p><br><strong><mark>Minha análise: </mark></strong>Sob a minha perspectiva, os currículos de formação inicial nas licenciaturas não contemplam de maneira aprofundada acerca do contexto tecnológico contemporâneo, portanto, a resposta da IA descreveu um cenário de “evolução” porém, ao mesmo tempo reproduziu um discurso reducionista quando aborda a incorporação das TICs através do uso das plataformas digitais, ferramentas tecnologicas (tendência essa que possui uma narrativa instrumental sobre) e atividades onlines como se estes elementos bastassem para uma formação plena. Considerando este cenário e a importância da formação continuada como aprimoramento do docente que já possui graduação e atua na área, atualmente os cursos de capacitação de curta duração, comumente são oferecidos pelo mercado não possibilitam ao docente a reflexão e as experiências necessárias, além de serem insuficientes tanto nas dimensões técnicas, muitos professores possuem certificado mas pouco desfruta do que lhe foi “repassado”, quanto na concepção das potencialidades da tecnologia, para além de uma funcionalidade tecnológica. É importante que se pense no currículo como organização e dinamização de saberes e atividades eleitas como formativos, entretanto, essas dinâmicas curriculares a respeito das tecnologias precisam oportunizar o docente vivencias das novas possibilidades oferecidas pelas redes digitais tais como a criação, a inovação, a produção, a autoria, a colaboração, o que contribuirá respectivamente na sua práxis. “Os professores em formação necessitam viver esses ambientes,linguagens e formas de expressão muito intensamente para compreendê-los, se familiarizar com eles, desarmar-se dos embates que travam com os mesmos.” (BONILLA,2011).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-02 04:47:42 UTC</pubDate>
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         <title>Oficina - Realidade Aumentada </title>
         <author>mariamascruzz</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-02 06:15:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 10</title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3312724473</link>
         <description><![CDATA[<p>IA utilizada: Chatgpt</p><p><br></p><p>Pergunta: <em>“De que serve a inserção das tecnologias digitais nas escolas se a metodologia se mantém?” </em></p><p><br></p><p><strong>Resposta da IA</strong>: “A inserção das tecnologias digitais nas escolas é importante, mas seu impacto real depende de como são integradas ao processo de ensino-aprendizagem. Se a metodologia de ensino continua a mesma, com práticas tradicionais e pouco dinâmicas, a tecnologia pode se tornar apenas um recurso adicional sem transformar o aprendizado. A mudança na metodologia deve acompanhar a inovação tecnológica, promovendo métodos mais interativos, colaborativos e personalizados. Sem essa adaptação, a tecnologia corre o risco de ser subutilizada ou não gerar o impacto esperado, não aproveitando seu potencial para estimular o pensamento crítico, a criatividade e a autonomia dos alunos. Portanto, é necessário um alinhamento entre as ferramentas tecnológicas e as práticas pedagógicas para que a transformação seja efetiva.”</p><p><br><strong><mark>Minha análise: </mark></strong>&nbsp;&nbsp;Achei a resposta gerada condizente com a questão levantada e de fato, a inovação tecnológica precisa estar alinhada com as práticas pedagógicas. Porém, a concepção do ambiente escolar está ultrapassada e busca distanciar a escola da sociedade, pois a maioria das instituições ainda estão caracterizadas no ensino transmissivo e consequentemente, não incorporaram as tecnologias de forma plena e  por mais que tenha a presença de recursos tecnológicos são subutilizados como instrumentos auxiliares para fomentar as velhas práticas e não como parte integrante da proposta pedagógica. Esta percepção de “complemento” está presente desde as origens das tecnologias digitais e informática na educação com a ideia de treinamento de professores e alunos, sendo assim, o que se tem imposto como modelo pedagógico não trata das tecnologias no contexto educacional como fundamental. Deste modo, pensando no professor como principal responsável pela efetivação das estratégias pedagógicas, não tem como exigir que o mesmo reflita acerca quando essas questões não são discutidas desde a sua formação. Assim como é necessário considerar os conhecimentos prévios e experiências dos estudantes sobre as TD's, com o propósito de articular os conhecimentos e possibilitar a horizontalidade e parceria entre professor e aluno de modo que a produção, interação, autoria, criticidade e a colaboração se tornem elementos centrais nas práticas pedagógicas inovadoras. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-02 20:16:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3312870863</link>
         <description><![CDATA[<p>Ia utilizada: CHATBOT</p><p><br></p><p>Pergunta: <em>Qual a importância do ensino da Lógica de Programação na educação básica?&nbsp;</em>&nbsp;&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Resposta da IA</strong>: "O ensino da lógica de programação na educação básica é fundamental, pois desenvolve habilidades essenciais de raciocínio crítico e resolução de problemas. Ao aprender a estruturar e organizar ideias, os alunos aprimoram sua capacidade de pensar de forma analítica, o que é valioso em diversas disciplinas e na vida cotidiana. Além disso, a lógica de programação fomenta a criatividade, permitindo que os estudantes explorem soluções inovadoras para desafios. A familiarização com conceitos tecnológicos desde cedo prepara os jovens para um mercado de trabalho cada vez mais digital e dinâmico. Também promove a colaboração, pois muitos projetos de programação envolvem trabalho em equipe. Dessa forma, o ensino da lógica não apenas capacita os alunos em habilidades técnicas, mas também os torna pensadores mais completos e preparados para enfrentar as complexidades do mundo contemporâneo."</p><p><br></p><p><strong><mark>Minha análise:  </mark></strong> Também concordo que seja fundamental desde os anos iniciais, o ensino da lógica é importante para a criatividade e raciocínio lógico, porém o ensino da lógica de programação exige que se tenha conhecimento da linguagem e do pensamento computacional (não necessita de computadores e pode ser realizado através de outros recursos). Tratando da educação básica e do contexto tecnológico contemporâneo, é essencial pensar não somente no consumo dos programas prontos em sala de aula, pelo contrário, possibilitar que os próprios alunos e professores possam desenvolver habilidades de programar. Um ponto que a IA salientou sobre a familiarização com os conceitos tecnológicos como preparatório pro mercado de trabalho, este argumento reduz a importância dos saberes computacionais apenas para a finalidade da qualificação de programadores profissionais, até porque uma pessoa ter o conhecimento não significa que ela será técnica na área, e sim de que forma este conhecimento influenciará nas suas dinâmicas em sociedade. Logo, a familiarização da lógica de programação também concerne a questão da soberania digital.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 00:51:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Oficina - Scratch </title>
         <author>mariamascruzz</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-04 01:46:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3319271162</link>
         <description><![CDATA[<p>IA utilizada: Luzia </p><p><br></p><p>Pergunta: "Como os elementos gamificados podem influenciar no processo de ensino-aprendizagem?"</p><p><br></p><p>Resposta da IA: "Os elementos gamificados têm um impacto significativo no processo de ensino-aprendizagem, pois tornam a experiência mais envolvente e motivadora. Ao incorporar mecânicas de jogos, como pontos, níveis e recompensas, os educadores conseguem estimular a competição saudável e a colaboração entre os alunos. Isso não apenas aumenta a participação ativa, mas também promove um ambiente onde o erro é visto como parte do aprendizado. Além disso, a gamificação permite personalizar o aprendizado, já que os alunos podem progredir em seu próprio ritmo, explorando conteúdos que lhes interessam. A narrativa e os desafios propostos criam um contexto que facilita a retenção do conhecimento. Por fim, ao se divertirem enquanto aprendem, os alunos tendem a desenvolver uma atitude mais positiva em relação à educação, o que pode resultar em melhores resultados acadêmicos a longo prazo."</p><p><br></p><p><strong><mark>Minha análise :</mark></strong>A IA apresentou características que podem ser consideradas benéficas mas, não avançou para a problematização nem lidou com a questão de maneira crítica. A gamificação é uma metodologia ativa e sua intenção principal seria a motivação e engajamento do estudante para a construção do conhecimento. Porém, a mera aplicação dos elementos gamificados com a finalidade de estimular a motivação pode fomentar impactos negativos e reforçar os principios de aprendizagem behaviorista do mecanismo de estímulos de comportamentos visando atingir objetivos&nbsp;por meio de punições e recompensas. Logo, é necessário que o professor crie estratégias (para que isso seja possível, é importante a familiarização acerca deste recurso) e analise os objetivos, perfis dos alunos, a&nbsp;sua própria concepção epistemológica de forma analítica e adaptar a metodologia de maneira que esteja articulada com o contexto trabalhado. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 00:53:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3319271162</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3320375209</link>
         <description><![CDATA[<p>IA utilizada: Deep Seek</p><p><br></p><p>Pergunta: Quais são as potencialidades e desafios da Realidade Aumentada na educação?&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Resposta da IA:</strong> "A Realidade Aumentada (RA) na educação oferece potencialidades como a criação de experiências imersivas e interativas, facilitando a compreensão de conceitos complexos através da visualização tridimensional e da contextualização prática. Ela pode aumentar o engajamento dos alunos, personalizar o aprendizado e promover a colaboração em ambientes virtuais. No entanto, os desafios incluem a necessidade de infraestrutura tecnológica adequada, como dispositivos e conexão de internet, além do custo elevado para implementação. A capacitação de professores para integrar a RA de forma pedagógica também é essencial, assim como a superação de barreiras como a resistência à mudança e a possível distração dos alunos. A acessibilidade e a inclusão digital são questões críticas, exigindo esforços para garantir que todos os estudantes possam se beneficiar dessa tecnologia."</p><p><br></p><p><mark>Minha análise : </mark>Concordo com a IA. As virtualidades proporcionadas da realidade aumentada podem contribuir significativamente para uma aprendizagem ativa e experiências multissensoriais através dessa interação da junção dos elementos virtuais com mundo físico, já que ambos compõem o mundo real, além do engajamento dos alunos quando estão envolvidos na criação de seus próprios projetos utilizando a RA. Analisando os impasses descritos na resposta, concordo com os fatores citados mas achei interessante trazer a questão dos dispositivos conectados de internet, visto que, observando os últimos acontecimentos acerca da proibição dos celulares nas escolas, o uso dos dispositivos móveis  transcende a mera funcionalidade, tornando-se parte integrante da sociedade contemporânea e está onipresente no cotidiano das pessoas e também das crianças, esta restrição dificulta mais ainda a inserção da realidade aumentada na sala de aula o que também impede que o professor possa utilizar deste recurso de forma pedagógica. Um desafio que não foi citado pela IA seria em relação a coleta de dados ao utilizar plataformas proprietárias de RA o que compromete a privacidade de dados dos alunos e considerando isso, destaco a importância da presença de softwares livres para a utilização plena da tecnologia. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 19:08:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3320383020</link>
         <description><![CDATA[<p>Ia utilizada: CHATBOX</p><p><br></p><p><em>Pergunta: Considerando o contexto tecnológico contemporâneo, existem riscos da Inteligência Artificial na educação?&nbsp;</em></p><p><br></p><p>Resposta da IA: "No contexto tecnológico contemporâneo, a Inteligência Artificial (IA) na educação apresenta diversos riscos que precisam ser considerados. Primeiramente, a dependência excessiva de ferramentas de IA pode levar à diminuição da capacidade crítica e analítica dos alunos, uma vez que eles podem se tornar mais propensos a aceitar informações sem questionar. Além disso, a personalização do aprendizado, embora benéfica, pode resultar em bolhas de informação, onde os alunos são expostos apenas a conteúdos que confirmam suas crenças. Outro risco envolve a privacidade dos dados, pois muitas plataformas de IA coletam informações pessoais dos estudantes, levantando preocupações sobre segurança e uso indevido dessas informações. Ademais, a desigualdade no acesso à tecnologia pode acentuar as disparidades educacionais, prejudicando aqueles que não têm acesso a recursos adequados. Por fim, a automação de tarefas pode levar à desvalorização do papel dos educadores, cuja interação humana é fundamental para o desenvolvimento integral dos alunos. Portanto, é crucial abordar esses riscos de forma crítica e responsável."</p><p><br></p><p><strong><mark>Minha análise: </mark></strong>A CHATBOX descreveu os riscos trazendo pontos que problematizam a presença da inteligência artificial na educação, mas é importante pensar que estamos em um momento em que as IA´s generativas estão cada vez mais presentes na sociedade em diversos âmbitos e a característica desta tecnologia é as múltiplas formas de linguagens em um algoritmo acelerado de software gerando informações a partir de um banco de dados preexistente. Sendo assim, existem questões implícitas e explícitas ideológicas em torno da IA que demandam reflexão e discussões, considerando que as informações geradas podem estar imprecisas e equivocadas e a falta da transparência das fontes de conteúdos trazidos carregam vieses e dados tendenciosos, portanto, se faz necessário posicionar-se de forma crítica diante deste fenômeno. Concordo com a resposta sobre o risco da automação das tarefas que prejudicam o professor e os alunos que comprometem a autoria e podem levar a concepção de achar que o fácil acesso das informações geradas são verdades absolutas e inquestionáveis. Sobre a personalização do aprendizado, pode correr o risco do individualismo e isso contrapõe a perspectiva de se pensar na educação como coletiva, além de considerar que a datificação das IA´s não estão preocupadas com a personalização do aprendizado pensando no aluno mas sim, na vulnerabilidade dos dados que estão concentrados nos datacenters das bigtechs que visam analisar os comportamentos e moldar dos usuários em virtude do colonialismo de dados. Senti que faltou na resposta abordar os riscos estarem interligados com a falta de regulamentação e questões éticas que tange a legislação e políticas públicas.  Sob o ponto de vista pedagógico, os desafios das estratégias utilizadas pelos professores se faz necessário a formação continuada mas não somente isso, nesta atual conjuntura é essencial uma formação cidadã para possamos, enquanto sujeitos ativos, não achar que as Ia´s vão invalidar nossas capacidades de agir, pensar, expressar e criar, no entanto, partir da sua utilização consciente existem várias possibilidades de interação e apropriação.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 19:17:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>mariamascruzz</author>
         <link>https://padlet.com/mariamascruzz/zkjlvf5jn4ihoz7d/wish/3320669687</link>
         <description><![CDATA[<p>Me sinto gratificada por tudo que a universidade vem me proporcionando,  cada dia me sinto mais motivada a estar na educação e este sentimento também é impulsionado pelos professores/colegas que fazem parte deste processo formativo, formação essa que perpassa da profissionalização mas, da minha constituição como pessoa e como cidadã, talvez não tenha a noção desta grandeza neste momento certamente ao longo da minha trajetória isso se mostrará gradualmente. Vivencio todos os dias o poder transformador da educação e isso, me deixa muito orgulhosa de cada aprendizado e feliz com cada encontro. </p><p>Ter cursado a disciplina de Ed. e Tecnologias, sem dúvidas, foi uma das melhores coisas que pude experienciar desde que ingressei na UFBA.  Foram tardes tão enriquecedoras, leves e ao mesmo tempo sérias, de reflexões e discussões de temas tão complexos com muuuita criticidade e mesmo com o semestre atípico não deixou de ser especial, a cada aula me senti mais estimulada e interessada a me aprofundar e pesquisar mais sobre os assuntos o que ampliou meu olhar e visão de mundo. </p><p><br/></p><p>Quero expressar o meu profundo agradecimento a profa. Bonilla por cada troca e ensinamento, a sua paixão pela educação, seu jeito ativista, critico, analítico e dedicado me fizeram despertar uma enorme admiração e carinho pela profissional que és. Foi uma honra ter sido sua aluna, obrigada por tudo!  Até breve. 🥰</p><p> Enfim, encerro esta disciplina e esse semestre muito feliz por todos os aprendizados e esforços, com certeza mais radiante e certa da minha escolha pela área da educação (as vezes acho que ela me escolheu rs). Irei carregar comigo cada aprendizado e desejo muito sucesso a todos. </p><p><br/></p><p>Com amor, </p><p>Maria Eduarda.💌</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-08 06:53:20 UTC</pubDate>
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