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      <title>Diário de Bordo 6NPED by Helena Valadares</title>
      <link>https://padlet.com/helenavaladaresc/zig2z0gyo8oped7l</link>
      <description>Helena Valadares Cruz</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-26 13:43:58 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-23 11:53:07 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Aula 1 - David Ausebel </title>
         <author>helenavaladaresc</author>
         <link>https://padlet.com/helenavaladaresc/zig2z0gyo8oped7l/wish/3383467982</link>
         <description><![CDATA[<p>Caro leitor, </p><p><br></p><p>Seja bem-vindo a este diário de bordo, cujo o objetivo é compartilhar as aprendizagens adquiridas ao longo da disciplina "Aprendizagem e Desenvolvimento Humano III". Aqui, abordaremos sobre as contribuições que David Ausebel trouxe para a educação. </p><p><br></p><p>Você deve estar se perguntando: quem é  homem na foto? Trata-se, de David Ausebel (2018 - 2008), psicólogo da educação e uma figura importante para o estudo do ensino-aprendizagem. </p><p><br></p><p>O texto <strong><em>Teorias de Ensino: a contribuição de David Ausubel</em></strong><em> </em>foi escrito por Antonio Carlos C. Ronca, doutor em Psicologia da Educação na PUC-SP. Abaixo você irá encontrar os aspectos mais importante da obra de David Ausebel, conforme descritos por Ronca (1994)</p><p><br></p><p>O texto revela a preocupação de David Ausebel em construir uma teoria de ensino que ajudasse os professores em sala de aula. O ponto central de sua teoria é a <strong><em>estrutura cognitiva</em></strong>, ou seja<strong> </strong>o conhecimento que o estudante já possui. Para que a <strong><em>aprendizagem</em></strong> seja <strong><em>significativa</em></strong>, é necessário que o conceito que será aprendido e aquilo que o estudante (estrutura cognitiva) já sabe estejam relacionados. </p><p><br></p><p>Para Ausebel, o conhecimento assume uma <strong><em>estrutura cognitiva hierárquica</em></strong>, em que os conteúdos gerais se sobrepõem aos mais específicos. Esses conceitos podem ser expandidos e qualificados, integrando-se ao conhecimento cultural e pessoal de cada estudante. </p><p><br></p><p>Ausebel destaca junto a outros pesquisadores, o uso dos <strong><em>mapas conceituais</em></strong> para organizar o conhecimento de forma hierarquizada. A partir de um tema principal, os estudantes fazem conexões com o que eles já sabem e ampliam seu repertório. </p><p><br></p><p>Outro aspecto que deve ser levado em consideração é a <strong><em>Diferenciação Progressiva e a Reconciliação Integrativa</em></strong>. A primeira sugere que o ensino comece com um tema amplo, evoluindo para temas mais específicos. A segunda incentiva a conexão entre os conceitos, promovendo a integração.</p><p><br></p><p>Para a aprendizagem ser eficaz, o professor mediador deve considerar estes aspectos apresentados. Respeitando o conhecimento prévio dos estudantes e organizar os conteúdos de forma espiralada, permitindo que os conceitos se inter-relacionem. </p><p><br></p><p><strong><mark>Para saber mais:</mark></strong></p><p><br></p><p><strong>Programa NET Educação - Mapa conceitual: aprenda a usá-lo em sala de aula para dinamizar o ensino</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=p4JICVuCj_E">https://www.youtube.com/watch?v=p4JICVuCj_E</a></p><p><br></p><p><strong>Ferramenta Digital para elaborar mapas conceituais: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cmap.ihmc.us/">https://cmap.ihmc.us/</a></p><p><br></p><p>______________________</p><p><br></p><p><strong>Referência Bibliográfica</strong></p><p><br></p><p>RONCA, Antonio Carlos Caruso. <em>A teoria da aprendizagem significativa de David Ausubel: contribuições para a prática pedagógica</em>. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1994. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-389X1994000300009">https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-389X1994000300009</a>. Acesso em: 26 mar. 2025</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 15:34:41 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - A aprendizagem significativa </title>
         <author>helenavaladaresc</author>
         <link>https://padlet.com/helenavaladaresc/zig2z0gyo8oped7l/wish/3383484066</link>
         <description><![CDATA[<p>Como descrito anteriormente por David Ausubel, a aprendizagem se torna significativa quando o professor, ao apresentar um novo conteúdo, o incorpora às estruturas de conhecimento dos estudantes, relacionando-o com seus conhecimentos prévios.</p><p><br></p><p><em>Em uma escola particular de São Paulo, crianças de 4 e 5 anos foram desafiadas no projeto "O Esconderijo dos Peixes". No início, a professora propôs que cada uma comentasse o que sabia sobre esconderijos e seus significados. Em seguida, ela apresentou imagens e vídeos de esconderijos no fundo do mar para que as crianças pudessem relacioná-los com os significados que haviam dado. As crianças levantaram diferentes hipóteses, descreveram as semelhanças e diferenças, e apresentaram exemplos relacionados ao seu cotidiano. Elas também observaram a camuflagem utilizada pelos peixes ao se esconder.</em></p><p><br></p><p>Para ampliar o repertório das crianças, a professora trouxe novas imagens e registrou suas falas ao longo do projeto. O resultado final consistiu em levantar todos os conhecimentos prévios das crianças, produzir esconderijos com diversos materiais, verificar se as hipóteses levantadas estavam coerentes com o que a ciência apresenta e questioná-las junto com as crianças. </p><p><br></p><p>Ao final, foi possível identificar que as principais protagonistas foram as crianças, que questionaram, correlacionaram, constataram e assumiram um papel investigativo. Com isso, é possível perceber que a aprendizagem significativa amplia a conexão entre o novo conteúdo e o conhecimento prévio dos estudantes.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=Pz4vQM_EmzI"><strong><mark>Para refletir:</mark></strong></a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=Pz4vQM_EmzI">https://www.youtube.com/watch?v=Pz4vQM_EmzI</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 15:43:42 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 3 - As contribuições da neurociência</title>
         <author>helenavaladaresc</author>
         <link>https://padlet.com/helenavaladaresc/zig2z0gyo8oped7l/wish/3383500361</link>
         <description><![CDATA[<p>A neurociência é a área que estuda o sistema nervoso e suas ligações com o corpo, considerando aspectos biológicos, químicos, físicos, psicológicos e culturais.</p><p><br/></p><p>Segundo Lima (2010, p. 31), Uma das contribuições que a neurociência é que: </p><p><br/></p><p><strong><em>Só há aprendizagem se houver ensino do conhecimento formal por parte do professor e estudo por parte do aluno</em>. </strong></p><p><br/></p><p><strong><mark>Para saber mais: </mark></strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=zpC0bldPx0k">https://www.youtube.com/watch?v=zpC0bldPx0k</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 15:55:15 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 5 - Como o cérebro aprende e a neuroplasticidade</title>
         <author>helenavaladaresc</author>
         <link>https://padlet.com/helenavaladaresc/zig2z0gyo8oped7l/wish/3383502229</link>
         <description><![CDATA[<p>A Neuroplasticdade é a capacidade do cérebro de ressignificar e se adaptar as experiências ou lesões ocorridas. Segundo Cozenza (2011, p. 36):</p><p><br></p><p>"A capacidade de fazer e desfazer ligações entre neurônios como consequência das interações constantes com o ambiente externo e interno do corpo" </p><p> </p><p>Para exemplicar, um estudante com dificuldades em Matemática na adolescência pode ter mais facilidade em melhorar essa área do conhecimento. Assim como, na fase adulta se permanecer dessa forma, poderá recuperar o que foi estudado e resaignificar, fazendo com que novos ligações no cérebro sejam feitas. Para isso, é preciso levar em consideração também que, o esforço poderá ser maior. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 15:56:36 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 7 - René Descartes X Demásio</title>
         <author>helenavaladaresc</author>
         <link>https://padlet.com/helenavaladaresc/zig2z0gyo8oped7l/wish/3383507091</link>
         <description><![CDATA[<p>A razão e a emoção são como a música de Fábio Jr. "Carne e unha, alma gêmea", portanto, não podem ser separadas. </p><p><br></p><p>O contrário da ideia cartesiana de que a razão pura não depende das emoções e do corpo, Demásio quando faz uma crítica a Descarte e Kant, sugere que se existe um déficit no comportamento emocional, causará dificuldade nas tomadas de decisões racionais.  </p><p><br></p><p>Para compreender o comportamento emocional, é preciso conhecer o que está por trás dele, no caso, as emoções. </p><p><br></p><p>As emoções primárias são aquelas que carregamos desde o nascimento (alegria, tristeza, raiva, nojo, surpresa, medo, etc.). As emoções secundárias são aquelas que no decorrer das experiências de vida e influências desenvolvemos, variando de pessoa para pessoa. (culpa, vergonha, ciúmes, orgulho, inveja, etc.)</p><p><br></p><p>Já os sentimentos, são a interpretação consciente das emoções, ou seja envolve reflexão, pensamento e a memória (imagens mentais da situação). </p><p><br></p><p>Para exemplicar, uma pessoa que irá começar em trabalho novo pode ter várias emoções primárias, secundárias e sentimentos interligados. Podendo fazer com que memórias positivas ou negativas sejam desencadeadas, relacionadas  também a experiências anteriores. </p><p><br></p><p>A razão é aquilo que irá equilibrar as emoções, para que ela possa responder as situações de forma mais consciente e ponderada. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 15:59:17 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 8- As funções executivas</title>
         <author>helenavaladaresc</author>
         <link>https://padlet.com/helenavaladaresc/zig2z0gyo8oped7l/wish/3418153066</link>
         <description><![CDATA[<p>Conforme Corenza e Ramon (2011, p. 86), as funções executivas são, "um conjunto de habilidades e capacidades que nos permitem executar ações necessárias para atingir um objetivo". Assim como, frente as diversas situações, as funções executivas favorecem nossa interação com o mundo. </p><p><br/></p><p>Na aprendizagem, embora as funções executivas não estão formadas até o ínicio da vida adulta. Ela é importante para a flexibilização das ações, memória, automonitoramento, avaliação de riscos e correção de erros. </p><p><br/></p><p>Segundo Corenza e Ramon (2011, p. 96), "a estruturação do ambiente é fundamental para o desenvolvimento das funções executivas. Daí ser importante considerar o impacto do mundo moderno nesse desenvolvimento". Ou seja, o ambiente é algo que impacta nas funções executivas, é essencial um espaço e pessoas que incentivem crianças e adolescentes no desenvolvimento. dessas funções.</p><p><br/></p><p>Certamente, pessoas que não desenvolverem plenamente as funções executivas, terão problemas ao atingir seus objetivos. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 21:12:18 UTC</pubDate>
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