<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Diário de Aprendizagem - Pedro Marinho by Pedro Marinho</title>
      <link>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881</link>
      <description>MOOC - Autonomia e Flexibilidade Curricular</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-14 14:08:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-15 02:37:53 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-assets.s3.amazonaws.com/icons/Send.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Tarefa A.4.2 - Carta de Apresentação</title>
         <author>pmarinho</author>
         <link>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/292535831</link>
         <description><![CDATA[<div>·<strong>Nome</strong>: Pedro Marinho<br><br></div><div>·<strong>Situação profissional atual</strong>: No presente ano letivo leciono no grupo 330 (Inglês) a turmas CEF e cursos profissionais, numa escola no Vale do Sousa, distrito do Porto.<br><br></div><div>·<strong>Experiência profissional</strong>: Mestrado em Ensino do Inglês e de Francês no 3º Ciclo do Ensino Básico e Secundário. Lecionei, em escolas públicas e privadas, do 1º ao 12º ano do ensino regular tendo também experiência no ensino profissional, CEF e ensino a adultos.&nbsp;<br><br></div><div>·<strong>Experiência relacionada com a implementação de projetos inovadores promotores do sucesso escolar</strong>: Formalmente não possuo experiência relacionada com projetos inovadores promotores do sucesso, contudo, já lecionei numa escola que integra o Projeto Nacional TEIP.&nbsp;<br><br></div><div>·<strong>Motivação para a implementação da Autonomia e Flexibilidade Curricular: </strong>É necessário acompanhar a mudança do setor educativo, conhecendo as melhores práticas a implementar contribuindo assim para a melhoria do sucesso escolar dos alunos. A AFC poderá permitir alcançar todos os alunos, bem como o sucesso nas aprendizagens escolares e futuramente nas suas vidas em sociedade. Será um processo gradual, que exige mudanças de mentalidades mas que futuramente trará melhorias no panorama do ensino.&nbsp;<br><br></div><div>·<strong>Expetativas sobre o curso de formação:<br></strong><br></div><div>Não tendo experiência na implementação da Autonomia e Flexibilidade Curricular espero que este curso me permita compreender de uma forma mais profunda o que está inerente ao perfil do aluno, às aprendizagens essenciais, e à autonomia e flexibilidade curricular, permitindo assim o meu desenvolvimento a nível profissional. Desejo adquirir novas metodologias e procedimentos que me auxiliam numa correta implementação e rentabilização do novo quadro legal, sendo isto possível através da otimização de informação, partilha de experiências e esclarecimento de dúvidas. Estando perante um novo paradigma de ensino, espero que, após este MOOC, me seja possível fazer mais e melhor!<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-10-14 14:16:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/292535831</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 1.4 - Por onde começar?</title>
         <author>pmarinho</author>
         <link>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/295016962</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Do Perfil dos Alunos à minha sala de aula</strong> – Por onde devo começar?<br><br></div><div>Antes de me questionar por onde devo começar de forma a transpor o perfil dos alunos para a minha sala de aula, devo refletir no objetivo a alcançar de forma a definir qual a melhor estratégia para lá chegar.<br><br></div><div>Primeiramente, é necessário estar familiarizado com o Perfil dos alunos e com as Aprendizagens essenciais e só aí será possível definir por onde começar.<br><br></div><div>Tendo em conta que ainda é uma legislação recente e que ainda andamos (ando) um pouco perdidos, penso que após este MOOC poderei responder de uma forma mais clara e concreta a esta questão.<br><br></div><div>O primeiro passo passará por adaptarmo-nos a novos contextos, novas realidades e encorajar os alunos a rentabilizar o seu real potencial de aprendentes. É necessário mudar práticas pedagógicas e adequarmo-nos às novas tendências.<br><br></div><div>&nbsp;Como?<br><br></div><div>No caso das línguas, o que geralmente ocorre inúmeras vezes, é conceber-se o ensino ou, se quisermos, a planificação das aulas em torno de uma lista de itens gramaticais, lexicais, de funções da língua e outros que precisam de ser lecionados. Tais itens ordenam e estabelecem a base de tudo o que decorrerá durante uma aula. Porém, numa perspetiva que privilegia a diversidade, autonomia, compreensão, criatividade, etc, no desenrolar de tarefas-alvo com finalidades comunicativas concretas que ajudam a responder a desafios e fazer face às imprevisibilidades, a ênfase será colocada, no conteúdo e não na forma. Deste modo, será objetivo prioritário a ação comunicativa em detrimento de um enfoque linguístico. Naturalmente, isso não quer dizer que não há preocupações de teor linguístico. O que terá que existir é um diferente enfoque - enfoque de ação comunicativa acional.<br><br></div><div>Está será uma primeira abordagem, o arranque inicial, que será aprimorado com o enraízar do Perfil do Aluno.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/323971800/078cba857be9299e2b0a7379145597fd/Printscreen_Por_onde_come_ar.pdf" />
         <pubDate>2018-10-19 21:32:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/295016962</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 1.4 - Como estimular o interesse das famílias na educação das crianças e dos jovens como preconizado no documento?</title>
         <author>pmarinho</author>
         <link>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/295017248</link>
         <description><![CDATA[<div>«ninguém educa melhor ninguém do que todos nós em conjunto.» (Autor desconhecido).<br><br></div><div> O artigo 4º do DL 54/2018 preconiza que “Os pais ou encarregados de educação têm o direito e o dever de participar e cooperar ativamente em tudo o que se relacione com a educação do seu filho ou educando”. Face a isto é necessário refletir nas seguintes questões: Tem a escola uma cultura de envolvimento dos pais/encarregados de educação/família? Têm os pais/encarregados de educação interesse na educação das crianças e dos jovens? Como chegar a uma boa relação escola-família?<br><br></div><div>Família e escola são dois agentes educativos a quem compete o ato de educar, sendo assim, estes devem manter uma estreita colaboração de forma a promover aprendizagens complementares que vão de encontro às necessidades das crianças e jovens.<br><br></div><div>Esta relação nem sempre existiu dado que durante muito tempo as famílias apenas eram chamadas à escola quando algo de negativo acontecia com os seus educandos, não sendo desejável uma participação ativa e frequente dos pais nas atividades desenvolvidas pela escola. Por sua vez, a família também não encarava a escola como um parceiro educativo, acabando por não participar nas atividades de uma forma qualitativa. Atualmente, o panorama já é um pouco diferente, contudo, ainda há um longo caminho a percorrer.<br><br></div><div>Para tal, a escola deve apoiar e respeitar os esforços dos pais e responsáveis pelos cuidados, atenção e educação das crianças e jovens, e colocar-se em posição efetiva de gerar iniciativas que conduzam a um vínculo escola-família.<br><br></div><div>Que medidas pode a escola definir para estimular o interesse das famílias?<br><br></div><div>É necessário <strong>sensibilizar</strong> para a importância da participação ativa por parte da família, isto é possível através do dialogo entre a família e escola. Este diálogo deve ter em conta a origem cultural de cada família bem como o seu estilo próprio de comunicação de forma a que exista uma comunicação efetiva.<br><br></div><div>A <strong>planificação das atividades</strong> deve ter em conta as <strong>necessidades e interesses das famílias</strong> de forma a que estas tenham gosto em ter uma participação ativa nestas. Por exemplo, ter em atenção os horários das atividades de forma a que as famílias possam ter uma participação efetiva.<br><br></div><div>As <strong>reuniões de pais</strong> também devem ser um instrumento que cimente a relação escola-família e que desperte o interesse destas na educação das crianças e jovens. Nestas reuniões deve-se incentivar os pais a dialogar com os filhos, a ajudá-los nas suas tarefas, a manter um contacto estreito com a comunidade escolar, entre outros…<br><br></div><div>Tendo em conta o Perfil do aluno também seria interessante dar <strong>formação</strong> aos pais sobre este documento de referência e qual o seu conteúdo de forma a que a família estimule os seus educandos a desenvolver as Aprendizagens Essências. De que serve a escola estimular o conhecimento, a compreensão, a criatividade e o sentido crítico quando em casa o aluno não tem voz ativa, não tem autonomia? Face a esta questão é necessário sensibilizar as famílias para o novo panorama educacional de forma a que o aluno não se sinta confuso e se torne um cidadão munido de múltiplas literacias.<br><br></div><div>Fazendo agora uma reflexão mais pessoal e com base na minha experiência, tudo o acima dito é real e deveria acontecer, contudo, muitos alunos não têm família que lhes supra as necessidades básicas tais como alimentação e higiene bem como necessidades afetivas. Nestes casos será muito difícil sensibilizar as famílias para a educação dos seus educandos dado que muitas das vezes nem para resolver problemas graves estes comparecem na escola. Infelizmente, muitos pais apenas são progenitores que há muito se demitiram das suas funções. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/323971800/6caea50395ab70972dda8067f65d3bf0/Printscreen_Interesse_das_fam_lias.pdf" />
         <pubDate>2018-10-19 21:34:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/295017248</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos, as Aprendizagens Essenciais e o desenvolvimento de competências - O meu comentário</title>
         <author>pmarinho</author>
         <link>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/297808635</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div><strong>No vídeo e cartaz então patentes competências do século XXI. Estas englobam, entre outras, o pensamento crítico, a criatividade, a comunicação e a colaboração.</strong> <br><br></div><div><strong>A aquisição destas competências vai de encontro ao Perfil do aluno (PA) dado que este, na sua visão, preconiza que o jovem à saída da escolaridade obrigatória deve ser um cidadão capaz de pensar crítica e autonomamente, criativo, colaborador e comunicador.</strong> <br><br></div><div><strong>Com a aquisição destas competências será possível dar resposta aos desafios contemporâneos. É possível verificar isto no vídeo e cartaz “Above and Beyond” dado que os jovens estando dotados destas competências conseguem dar resposta ao desafio que lhes foi proposto. Sendo esta resposta dada “fora da caixa”. Contudo, embora estas sejam as competências mais visíveis, podemos enumerar outras também contempladas no PA tais como inovação, raciocínio e resolução de problemas, sensibilidade estética e artística e consciência e domínio do corpo. </strong><br><br></div><div><strong>Mas como desenvolver estas competências?</strong> <br><br></div><div><strong>As Aprendizagens Essenciais (AE) definem-se como </strong>“conjunto comum de <strong>conhecimentos a adquirir</strong>, (…) , bem como de <strong>capacidades e atitudes</strong> a desenvolver obrigatoriamente por todos os alunos em cada área disciplinar” <br><br></div><div><strong>Estes conhecimentos, capacidades e atitudes combinados de uma forma complexa resultarão nas competências preconizadas no PA.</strong> <br><br></div><div><strong>A Maya e Charlie conseguiram evidenciar que através do processo de aprendizagem conseguiram desenvolver as competências necessárias para a resolução de problemas. De salientar que estamos a falar de duas crianças/jovens diferentes, o que demonstra que, tal como referido, as AE e as consequentes competências são para todos os alunos.</strong> <br><br></div><div>De salientar que o facto destas AE serem explicadas, praticadas e desenvolvidas num contexto escolar fará com que os alunos tenham consciência delas e possam identificá-las, ajudando-os assim a tê-las como metas pessoais para o auto-crescimento, sendo este raciocínio claramente provado no vídeo. Os alunos dão “asas” às suas competências num contexto de extra-escolar, mostrando assim que através das AE, se adquirem competências que por sua vez contribuem para formar jovens que espelhem o Perfil do Aluno. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/323971800/d715a0cc65c292c643df5885a21c5f71/Coment_rio_tricider.pdf" />
         <pubDate>2018-10-28 21:22:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/297808635</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos, as Aprendizagens Essenciais e o desenvolvimento de competências - Sala 4 - comentário e voto Gisela Peixoto</title>
         <author>pmarinho</author>
         <link>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/297810811</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/323971800/846fe81ec5e9ea78f8bd90bec5c0a838/Voto_e_coment_rio.pdf" />
         <pubDate>2018-10-28 21:33:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/297810811</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos, as Aprendizagens Essenciais e o desenvolvimento de competências - Sala 6 - comentário e voto Susana Salgueir</title>
         <author>pmarinho</author>
         <link>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/297811649</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/323971800/b7451ed6bcd88d1d15df15c4e4f79366/Voto_e_coment_rio1.pdf" />
         <pubDate>2018-10-28 21:40:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/297811649</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.6 - Reflexão sobre os desafios que se colocam à sua prática pedagógica, tendo em conta as Aprendizagens Essenciais e a forma de alcançar as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</title>
         <author>pmarinho</author>
         <link>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/301828683</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta reflexão será feita com base na aprendizagem de uma língua estrangeira<br><br></div><div>Este ano letivo estamos perante uma reforma educacional. Novos decretos de lei para estudar, novos conceitos para assimilar, analisar e transpor para a prática. Novos desafios.<br><br></div><div><strong>1º desafio - Assimilar todas as alterações preconizadas nos DL 54/2018 e 55/2018 de forma a perceber em que medida teremos que nos ajustar aos novos panoramas. Fazer uma reflexão sobre a pertinência destas alterações, dado que só após percebermos o motivo da mudança podemos fazer parte dela.<br></strong><br></div><div>Estudos da Comissão Europeia assinalam a significativa perda de valor gerado nas empresas da União Europeia por ineficientes competências linguísticas e culturais em Línguas Estrangeiras dos seus recursos humanos. A escola tem sido responsabilizada pela inadequação dos seus conteúdos ensinados com a realidade de um mundo cada vez mais competitivo e globalizado. O desfasamento do contexto de aprendizagem das escolas e dos seus conteúdos com a realidade económico-social dos alunos e do que eles necessitam para o futuro constitui um obstáculo à motivação e ao bom aproveitamento.<br><br></div><div>O binómio mundo real / escola é inúmeras vezes ignorado para favorecer uma criação artificial de um contexto escolar próprio virado de costas para o dia a dia e as potencialidades locais. Em consequência disso, os alunos não são suficientemente encorajados a procurar rentabilizar o seu real potencial de aprendentes.<br><br></div><div>De facto, os sistemas educativos têm promulgado a tendência de apenas transferir o conhecimento de uma geração a outra ao invés de também estimular a criação de um conhecimento próprio e verdadeiramente original para fazer face a desafios incertos e ainda por definir.<br><br></div><div>Percebida a necessidade da mudança, surge outro desafio.<br><br></div><div><strong>2º desafio. O Tempo.<br></strong><br></div><div><strong>Estamos perante diversas alterações no panorama educacional, contudo, o tempo para superar o 1º desafio é curto. O relógio não para, o dia a dia na escola continua e ainda há conceitos por apreender, no fundo ainda andamos um pouco à deriva e a tentar fazer o melhor possível.<br></strong><br></div><div><strong>Enquanto se tenta ultrapassar o 1º e o 2º desafio, surge O desafio:<br></strong><br></div><div><strong>3º Desafio: como utilizar as aprendizagens essenciais para levar os alunos a alcançar o Perfil do Aluno?<br></strong><br></div><div><strong>As Aprendizagens Essenciais (AE) definem-se como </strong>“conjunto comum de <strong>conhecimentos a adquirir</strong>, (…), bem como de capacidades e atitudes a desenvolver obrigatoriamente por todos os alunos em cada área disciplinar”<br><br></div><div><strong>Estes conhecimentos, capacidades e atitudes combinados de uma forma complexa resultarão nas competências preconizadas no PA.<br></strong><br></div><div><strong>É necessário refletir nas minhas práticas pedagógicas até então e que mudanças devo fazer.<br></strong><br></div><div><strong>De uma forma informal, já tento colocar em prática algumas das alterações preconizadas nos novos decretos. A minha dissertação já teve por base a abordagem acional no ensino de línguas estrangeiras e tento estar atualizado de forma a poder inovar nas minhas práticas pedagógicas. <br></strong><br></div><div><strong>Tenho tentado passar de um panorama </strong>PPP (presentation, practice and production) que coloca o professor no centro do processo para um panorama ‘process oriented’ onde o enfoque é o uso dinâmico da língua em detrimento de um conhecimento estático, inapropriado, desarticulado e destituído de sentido. Isto não significa que os elementos da tradicional linguística, a saber, a fonologia, a sintaxe, o léxico e a pragmática sejam relegados para menor importância. Os alunos necessitam de os dominar tanto para o domínio da escrita como para o domínio oral e isso não elimina a necessidade de, por vezes, existir, por exemplo, repetição mecânica de expressões para conseguirem a pronúncia correta caso seja essa a necessidade e caso venha a servir diretamente um propósito para a ação. <br><br></div><div>Existem diversos recursos digitais que utilizo bem como vídeos, áudios e a contextualização e dinamização de atividades de caracter cultural. <br><br></div><div>Contudo, nem sempre é fácil diversificar, fazer diferente quando não se tem mecanismos para isto. É necessário refletir sobre as nossas escolas. Queremos todos atingir os mesmos objetivos, alunos que no fim da escolaridade obrigatória sejam autónomos, criativos, com espirito critico, colaborativos mas nem todos dispomos dos mesmos recursos e nem sempre é fácil fazer “omeletes sem ovos”. Se queremos dotar os nossos alunos com as competências do século XXI também é necessário termos escolas que representem o presente século.<br><br></div><div>Existe ainda um 4º Desafio: O perfil dos alunos à <em>entrada</em> para a escolaridade obrigatória e de cada novo ano escolar.<br><br></div><div>“Queremos que essas aprendizagens sejam para todos, porque só teremos uma educação potenciadora de mobilidade social quando nenhum aluno ficar para trás e quando a pobreza deixar de ser o principal preditor do insucesso escolar.” - João Costa - Secretário de Estado da Educação<br><br></div><div>Procura-se que o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória seja atingido por todos, contudo para conseguir atingir estes objetivos é necessário utilizar percursos diferenciados de forma a que todos atinjam o Perfil do Aluno, dado que existem tantos alunos diferentes quantos aqueles que temos.<br><br></div><div>Muitas vezes encontramos alunos já desmotivados com o ensino regular, outros muito ativos para uma sala de aula e ainda aqueles que dizem que não querem aprender. É possível ensinar quem não quer aprender? Este não é um desafio novo, mas é um desafio constante. Conhecer os nossos alunos e perceber como lhes podemos chegar. É necessário tempo para conhecermos os nossos alunos, para percebermos quais as abordagens que melhor funcionam. Só conhecendo o atual perfil dos nossos alunos poderemos conduzi-los ao Perfil pretendido.<br><br></div><div>Mais desafios surgirão e mais soluções também. Ainda é tudo muito recente, mas, com o tempo, será possível ajustarmo-nos e em 2030, espero, veremos o fruto do nosso trabalho. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/323971800/d23c99094f7a07be16966cb80eaf1308/Tarefa_3_6.pdf" />
         <pubDate>2018-11-07 22:35:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/pmarinho/zhqw5m14l881/wish/301828683</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
