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      <title>Arquitetura e Organização de Computadores  by Claudio Pedroso</title>
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      <description>Tecnologia e Cultura</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-09 20:45:03 UTC</pubDate>
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         <title>História do Processador.</title>
         <author>cpedroso167</author>
         <link>https://padlet.com/cpedroso167/zhcmi7ccd25pfamm/wish/2038917977</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é um processador?<br><br>O processador é a parte central do microcomputador, sendo o mesmo o responsável pelo processamento da maior parte das informações, frequentemente a parte integrante mais cara e complexa do microcomputador. Mas o processador não é capaz de fazer nada sozinha, e como todo cérebro ele precisa de um corpo, que neste caso é formado pelos outros componentes do microcomputador. também conhecido como CPU, é peça fundamental dos computadores. E não estamos falando apenas dos famosos PCs. Celulares, video games, smartphones, tablets: todos esses dispositivos precisam de processadores para funcionar. Esse componente tão vital é responsável por carregar e realizar as operações aritméticas e lógicas de que os programas de computador fazem uso. Portanto, nada funciona sem a famosa CPU.&nbsp; Segundo Michaelis (2005) o processador é um dispositivo de hardware ou software<br>com a capacidade de manipulação e/ou modificação dos dados de acordo com instruções<br>sendo dividido entre:<br><br>“a) processador auxiliar: microprocessador<br>separado (num sistema) que executa certas<br>funções sob controle de um processador central;<br><br>b) processadores extras, especializados (um<br>processador numérico, por exemplo), que pode<br>trabalhar junto com um processador principal,<br>melhorando o desempenho.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 21:16:52 UTC</pubDate>
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         <title>Modo de Trabalho de um Processador</title>
         <author>cpedroso167</author>
         <link>https://padlet.com/cpedroso167/zhcmi7ccd25pfamm/wish/2038922406</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Morimoto (2002) “o processador trabalha como cérebro de um<br>computador” sendo assim, o processador é um circuito integrado capaz de controlar “as<br>funções de cálculos e tomada de decisões”. Devido a este fato a velocidade com que o<br>computador irá executar as suas tarefas e/ou processar os dados está diretamente ligada à<br>velocidade do processador, pois este componente faz parte de um importante elemento do<br>computador, a CPU. Segundo diversos relatos as primeiras CPU’s eram constituídas de vários<br>componentes separados, atualmente as CPU’s vem sendo manufaturadas em um único<br>circuito integrado onde todos os circuitos e chips dispostos em diversas placas que<br>compunham a Unidade Central de Processamento estão integrados e interligados, sendo<br>então chamadas de microprocessador.<br>Eles processam apenas linguagem lógica booleana. E realizam tarefas de busca e<br>execução de instruções existentes na memória. Os programas e os dados que ficam<br>gravados no disco (disco rígido ou disquetes, CDs) são transferidos para a memória. Depois<br>de armazenado na memória, o processador pode executar os programas e processar os<br>dados.<br>O processador funciona praticamente com uma sequência de mudança de estado<br>com ligamentos e desligamentos de transistores fazendo assim o processamento. Essa<br>mudança de estado pode acontecer bilhões de vezes por segundo, ocasionando<br>aquecimento e maior consumo de energia. Por esse motivo, quanto mais rápido é o<br>processador, mais calor ele gera e mais energia consome.<br>A frequência de operação de um processador é uma de suas características mais<br>importantes. Medida em hertz, ela descreve basicamente quantas operações o processador<br>executa em um determinado intervalo de tempo. Velocidades que há alguns anos eram de<br>poucos Megahertz hoje passam de 3 Gigahertz (GHz) em diversos modelos.<br>Começaram a ser desenvolvidos processadores com dois, três e quatro núcleos,<br>com diversos modelos neste formato vendidos atualmente para consumidores comuns. A<br>proposta é dividir as tarefas de processamento, facilitando as operações no sistema sem<br>sobrecarregar apenas um processador, o que acontecia frequentemente há algum tempo<br>atrá</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 21:20:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Evolução dos Processadores</title>
         <author>cpedroso167</author>
         <link>https://padlet.com/cpedroso167/zhcmi7ccd25pfamm/wish/2038945803</link>
         <description><![CDATA[<div>Processador 4004<br><br>Segundo Arruda (2011) em 1971 nascia o processador 4004&nbsp; o primeiro da Intel, desenvolvido para ser usado em calculadoras, “CPU operava com o clock<br>máximo de 740 quilohertz (kHz) e podia calcular até 92 mil instruções por segundo, ou seja,<br>cada instrução gastava cerca de 11 microssegundos”.<br>Segundo Morimoto (2011) o 4004 tinha por volte 2300 transistores e utilizava um<br>barramento de 4 bits, contudo processava internamente com 8 bits, seu tamanho era de 10<br>micra (10 mil nanômetro) contra 22 nanômetros nos processadores atuais. E mesmo deste<br>tamanho foi considerado um grande feito de engenharia para sua época. O 4004 foi usado<br>apenas para cálculos pouco complexos (4 operações), sendo um pouco mais lento que o<br>ENIAC II, porém tinha a vantagem de possuir a metade do tamanho, aquecer menos e<br>consumir menos energia. Na figura 9 podemos ver sua estrutura interna.<br><br>&nbsp;Processador 8080<br><br>Lançado no ano de 1974, o processador 8080 tinha o desempenho seis<br>vezes maior que o anterior (4004) com um clock de 2 megahertz (MHz), rodava um<br>programa da Microsoft chamado Basic, possuía apenas led’s. além de 16 kilobytes (kB) de<br>memória Rom onde ficava o sistema, possuía 4 kB de memória Ram, seus controles eram<br>através de botões, possuía drive de disquete 8” com capacidade de 250 kB.<br><br>Processador 8086<br><br>O primeiro processador feito pela Intel para ser usado com os PC’s. Ele contava<br>com um barramento de dados internos e externo de 16 bits. E foi este o motivo de não ter<br>sido o processador mais utilizado. Inicialmente ele foi distribuído em versões de 4,77 MHz.<br>Após vieram as versões turbinadas com 8 e 10 MHz. Quando o 8086 foi lançado, a maioria<br>dos dispositivos e circuitos disponíveis eram de 8 bits, sendo muito caro devido a este<br>motivo adaptar todo o restante do computador por causa do processador, e foi este fator que<br>tornou o processador 8086&nbsp; inviável. Outro possível fator para a pouca aceitação deste processador deve-se ao fato da falta de unidades devido à demanda, existindo um<br>número insuficiente de chips em relação a demanda, para a produção de computadores em<br>grande escala. Para adaptar-se a este mercado a Intel lançou o 8088, com<br>barramento externo mais lento, de 8 bits.<br><br>&nbsp;Processador 286&nbsp;<br><br>Este é o único exemplar da segunda geração de processadores, sendo que a sua<br>chegada teve a finalidade de tomar o lugar dos processadores da primeira geração, sendo<br>que o abismo existente entre o 286&nbsp; e os seus antecessores foi enorme sendo<br>consideradas três diferenças importantes:<br>&nbsp;(1) a capacidade de utilizar até 16 Mb de<br>memória, dezesseis vezes mais que os da geração anterior;<br>&nbsp;<br>(2) a criação da memória<br>virtual, pois devido a este recurso o processador poderia utilizar outras fontes de memória<br>externas para simular memória interna, sendo assim, além dos 16 Mb de memória real que<br>o 286 podia manipular, era possível simular mais 1 bilhão de bytes e;&nbsp;<br><br>(3) a multitarefa de<br>hardware, não significando que o processador era capaz de executar multitarefa real, como<br>temos conhecimento nos dias atuais, esta é multitarefa cooperativa, onde o processador<br>executa os programas em intervalos, pulando de um para o outro em uma velocidade tão<br>alta que os programas parecem estar funcionando simultaneamente.<br>Enquanto os outros processadores anteriores executavam sempre no modo real, o<br>processador 286 poderia trabalhar também no modo protegido. No modo real ele agia como<br>os processadores de primeira geração, o que mantinha a compatibilidade entre as gerações.<br>Já em relação ao modo protegido os programas eram executados em porções protegidas da<br>memória, de maneira individual e, devido a este fato, problemas em determinada aplicação<br>não afetariam as outras aplicações, o que já não ocorria no modo real, pois programas mal-<br>comportados poderiam comprometer todo o sistema. Porém o 286 tem um erro de projeto,<br>ele pode chavear do modo real para o protegido, mas não pode voltar para o modo real,<br>somente reinicializando a máquina, ele era seis vezes mais rápido que o seu antecessor, o<br>8088.<br><br>Processador 386<br><br>Foi a primeira versão de processador totalmente de 32 bits, ou seja, ele operava<br>tanto internamente quanto externamente a 32 bits. Este processador continuou a ter uma<br>modalidade real para manter compatibilidade com os processadores anteriores. Mas o modo<br>protegido era mais evoluído que o do 286.<br>As capacidades de memória também cresceram, sendo possível manipular,<br>teoricamente, 4 gigabytes (GB) de memória real e 64 trilhões de bytes de memória virtual.<br>Aliada a capacidade de processar 32 bits de uma única vez, o 386 se tornou capaz de<br>executar programas muito mais complexos.<br><br>Processador 486&nbsp;<br><br>Lançado no mês de abril do ano de 1989, o processador 486 (figura 15),<br>apresentava poucas inovações em relação ao processador 386, sendo considerado uma<br>grande novidade a implantação de algumas técnicas RISC. Outra novidade foi a<br>multiplicação de clock’s internos.<br><br>&nbsp;Processador Pentium Clássico<br><br>A Intel registrou a marca Pentium para ter um nome próprio para o novo o poderoso<br>processador que possuía 64 bits de barramento, possuindo vários clock’s internos diferentes<br>e chegou a 200 MHz. O Pentium possui 3,1 milhões de transistores a mais que o<br>processador 486, cachê interno de 16 kB, possui algumas instruções RISC, sendo o<br>primeiro a implementar uma unidade de execução superescalar, o que significa que sob<br>certas condições podia executar 2 instruções por ciclo de clock<br><br>Processador Pentium MMX<br><br>Com a tecnologia MMX&nbsp; os computadores iniciam um novo nível de<br>performance de multimídia, ganhando-se em som vívido, ricas cores, rendimento 3D<br>realístico, animação suave e vídeo. Os tipos de aplicativos que irão se beneficiar do<br>desempenho oferecido pela tecnologia MMX, alo longo do tempo, incluem: escaneamento e<br>manipulação de imagens, videoconferências, plug-ins e browser’s para internet, editoração e<br>play-back de vídeo, impressão, fax, compressão, decodificação e programas para<br>escritórios.<br><br>Pentium Pró<br><br>Foi introduzido no mercado no ano de 1995 com a intenção de ser um processador<br>voltado ao mercado de alto desempenho e não como um concorrente direto do Pentium<br>Original. Foi o primeiro processador a possuir em sua arquitetura um núcleo RISC, o que<br>alterou radicalmente a forma como as instruções são executadas, tendo como resultado o<br>aumento de aproximadamente 50% em sua performance em comparação a um Pentium de<br>mesmo clock.<br>O Pentium Pró foi desenvolvido para competir no mercado de máquinas<br>de alto desempenho, onde o principal atrativo encontrado era o suporte a<br>multiprocessamento, utilizando o processo paralelo, utilizando até quatro processadores<br>Pentium Pro em uma mesma placa mãe. Tem como principais características a frequência<br>de 150 MHX, 166, 180 e 200 MHz, sendo otimizado para aplicações em 32-bit rodando em<br>sistemas avançados de 32-bit. Em seu pacote contém processador, cachê e interface para o<br>sistema de barramento, sendo escalável para até 4 processadores e 4 GB de memória.<br>Cachê L1 de 8kB/8kB separado entre dados e instruções e cache L2 interno possui nível 2<br>interno, podendo trabalhar na mesma velocidade do processador.<br><br>&nbsp;Pentium II<br><br>Em 1997 ocorreu o lançamento do processador Pentium II , lançado nas<br>velocidades de 300, 266 e 233 MHz combinando as avançadas tecnologias do Processador<br>Pentium Pro com os recursos da tecnologia de aperfeiçoamento de meios eletrônicos MMX.<br>Segundo Morimoto (2002) o Pentium II foi desenvolvido utilizando como base o projeto do<br>Pentium Pro, sendo feitas alguma melhorias e retirados alguns recursos, sendo um deles o<br>suporte a 4 processadores, tornando o processador mais adequado as necessidades do<br>mercado doméstico.<br>A mudança mais visível em relação ao Pentium II foi o novo encapsulamento<br>utilizado que ao invés de um pequeno encapsulamento de cerâmica foi utilizado um aplaca<br>de circuito que traz o processador e o cachê L2 integrado, ou seja o encapsulamento Single<br>Edge Processor Package (SEPP). Protegendo esta placa temos uma capa plástica,<br>formando um cartucho muito parecido com o de um videogame. O Pentium II não é<br>compatível com as placas soquete 7 e com as placas utilizadas para Pentium Pro, exigindo<br>uma placa mãe com o encaixe slot 1.<br>O processador Pentium II combina avanços tecnológicos para a melhoria do<br>desempenho do ponto flutuante, tanto em multimídia quanto em integração. Dentre estes<br>avanços podemos observar: (a) inovadora arquitetura Dual Independent Bus, sendo<br>responsável por resolver o problema de limitação de largura de banda existente nas<br>arquiteturas anteriores; (b) tecnologia MMX foi acrescentada ao processador Pentium II com<br>o intuito de melhoras o desempenho dos aplicativos de áudio, vídeo e gráficos e também<br>para aumentar a velocidade de decodificação e compreensão dos dados.<br><br>Pentium III<br><br>Possuindo a mesma arquitetura do Pentium Pro, as primeiras versões produzidas<br>foram muito parecidas com o Pentium II, porém com instruções Double Precision Streaming<br>SIMD Extensions (SSE). Este processador foi considerado o carro chefe da Intel durante um<br>considerável tempo, porém, após algum tempo começou a ser definitivamente substituído<br>pelo Pentium 4.<br>O Pentium III integra os melhores atributos dos processadores da<br>microarquitetura P6, sendo entre eles a execução dinâmica, barramento de sistema de<br>transações múltiplas e aprimoramento de mídia MMX. O Pentium III incorpora também em<br>seu perfil a arquitetura de barramento independente duplo, que consiste de dois<br>barramentos distintos, sendo eles: (a) barramento de cache nível 2 e; (b) barramento de<br>sistema de processador para memória principal. Podendo ocorrer a utilização de ambos os<br>barramentos simultaneamente, fornecendo largura de banda ampliada para as tecnologias<br>mais recentes, modernas e exigentes encontradas na atualidade, pois a arquitetura de<br>barramento duplo independente trás as possibilidades do cachê nível 2 estreitamente<br>acoplado do processador Pentium III executar numa velocidade mais de quatro vezes maior<br>que o cachê nível 2 em sistemas baseados no processador Pentium.<br>Todos os processadores Pentium III utilizam o protocolo Error Checking and<br>Correction (ECC) no barramento de cachê nível 2, tornando-se assim um método mais<br>abrangente de garantia da integridade dos dados, sendo capaz de detectar os erros de bit<br>simples e duplo, além da correção automática de erros de bit simples.<br>Segundo Morimoto (2005) o Pentium III é o processador onde encontramos mais<br>variações, devido a este fator depende da versão que está sendo utilizada o modelo de<br>placa mãe e, em alguns casos, também o modelo da memória Random-Access Memory<br>(Memória de Acesso Aleatório – RAM) utilizadas, tornando a simples escolha de qual<br>processador comprar tão confusa.<br><br>PII Xeon<br><br>Considerado o verdadeiro Pentium Pro MMX, o PII Xeon possui em sua arquitetura<br>cachê L2 trabalhando na mesma freqüência do processador é conectado somente em Slot2,<br>também conhecido como Slot de 330 contatos.<br>O PII Xeon opera externamente a 100 MHz, aumentando diretamente o<br>desempenho do microcomputador não somente em relação ao processamento, mas<br>também se considerado o vídeo e disco.<br>A sua capacidade de utilizar mais de um processador em uma mesma placa-mãe é<br>maior, sendo destinado à servidores de rede por possuir um desempenho altíssimo, mas<br>devido a diversos fatos é muito caro, tornando-se inviável ao mercado corporativo.<br><br>PIII Xeon<br><br>Possui as mesmas características do PII Xeon mais MMX2 e Single Instruction,<br>Multiple Data (SIMD), possuindo duas versões distintas sendo: (a) núcleo de 0,25<br>micrômetro (μm) que opera externamente a 100 MHz e outra com 0,18 μm operando a 133<br>MHz. Os clocks do PIII Xeon são de 600, 667, 733, 800, 866, 933 MHz e 1 GHz.<br><br>Celeron<br><br>Esse processador nada mais era que o Pentium II com menos recursos. Não<br>possuía cache integrado, sua BUS (barramento) rodava a apenas 66MHz e era mais lento<br>que o Pentium II na comparação de mesmo clock, contando com velocidades de 266MHz à<br>366mhz. Algum tempo depois ocorreu o lançamento do Celeron 300A que continha cache<br>integrado e velocidade de até 450MHz. Posteriormente, outro Celeron foi lançado, que<br>possuía velocidades de 366MHz à 550MHz, a vantagem foi que esta versão não produzia<br>tanto calor quanto o Pentium II, devido a este fator, o uso do overclock começou a se<br>popularizar.<br>Com esse processador, a Intel voltou a produzir no modelo socket. Isso porque, o<br>modelo slot tinha custo de produção muito mais elevado e não havia alcançado os<br>resultados esperados. A partir desse momento, o formato socket voltava para ficar. Com<br>esse novo formato, os Celeron&nbsp; chegaram a velocidade de 850MHz.<br><br>Pentium 4<br><br>No final do ano 2000 a Intel anunciou o seu mais novo e poderoso processador, o<br>Pentium 4, um processador de sexta geração. Este processador apesar de usar<br>um novo nome, usa a mesma estrutura interna do seu antecessor, o Pentium II, com apenas<br>algumas modificações que capazes de torna-lo mais rápido.<br>Este processador, roda com bus de 400MHz (que na verdade é 100MHz x 4) e<br>possui velocidades de 1.3 à 1.5 GHz. Entre as novidades da arquitetura interna desse<br>processador pode-se citar: (a) unidade lógica aritmética (ULA ou ALU) que trabalha com o<br>dobro do clock interno do processador, aumentando assim o desempenho dos cálculos<br>usando números inteiros; (b) tecnologia SSE-2 que contém 144 novas instruções em relação<br>a tecnologia utilizada anteriormente pelo Pentium III; (c) uso de registradores de 128 bits<br>que permitem a manipulação de um número maior de dados pequenos por vez; (d)<br>barramento de dados externos de 128 bits; (e) tecnologia hyper-pipelined que é capaz de<br>dobrar a capacidade de profundidade de encadeamento para 20 estágios aumentando<br>assim o desempenho do processador e sua capacidade de frequência; (f) barramento<br>externo operando a uma taxa de 3GB/s e; (g) cache L2 integrado trabalhando na mesma<br>frequencia interna do processador.<br><br>Pentium D<br><br>Foi produzido em um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Israel no ano de<br>2005 durante o fórum de desenvolvedores da Intel. O Pentium D consiste em dois Pentium 4<br>em um único encapsulamento, sendo assim dois núcleos fundidos em um único núcleo.<br><br>Itanium<br><br>Utiliza a tecnologia RISC e não CISC como nos processadores anteriores, utilizado<br>principalmente em grandes empresas, sendo de alto custo. Dentre as principais<br>características podem-se destacar a Explicitly Parallel Instruction Computing (EPIC) que<br>possibilita o processador a trabalhar com 20 operações simultaneamente. O Itanium possui<br>melhor performance para trabalhar com dados criptografados incluindo Secure Sockets<br>Layers (SSL) e IP Security Protocol (IPSec – Protocolo de Segurança) informação, endereça<br>número ilimitado de memória, possui um sistema de detecção e correção de erros, possui<br>cache L1 e L2 dentro do processador e a possibilidade de um cache L3 de 2 MB a 4 MB<br>operando a 800 MHz.<br><br>Processadores Advance Micro Device (AMD)<br><br>A empresa AMD é o principal e mais antigo concorrente da Intel, porém não teve<br>uma boa repercussão desde o seu início, se comparada a sua concorrente. Essa empresa<br>chegou até a fazer chips para a própria Intel, mas depois resolveu fazer seus próprios<br>produtos. Esta empresa produzia processadores 286 sob licença da Intel e, posteriormente,<br>reivindicou a extensão da licença para os 386 e 486. Para ganhar popularidade num<br>mercado em que apenas a Intel era vista, a AMD escolheu o mercado de baixo custo, sendo<br>que esta disputa acirrada entre as duas empresas favoreceu os consumidores. Essa se<br>tornou sua principal referência. A história de desenvolvimento tecnológico em seus produtos,<br>é bem parecida com a da Intel. Na verdade, seus primeiros produtos sempre utilizavam<br>tecnologias que a Intel já havia implementado aos seus produtos meses antes. Isso deixou a<br>AMD um passo atrás de sua concorrente durante muito tempo, porém, a AMD se firmou<br>quando lançou o Athlon, fato este que, onde pela primeira vez a imponente Intel foi<br>superada em termos de desempenho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 21:37:56 UTC</pubDate>
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         <title>Spectre e Meltdown</title>
         <author>cpedroso167</author>
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         <description><![CDATA[<div>Entre o final de 2017 e o início de 2018, diversos pesquisadores avaliaram meios de explorar o funcionamento dos processadores atuais para que se tenha acesso a informações pessoais e sigilosas de computadores. Esses métodos foram chamados de Spectre e Meltdown.</div><div>Posteriormente, foram comprovadas <a href="https://www.theregister.co.uk/2018/01/02/intel_cpu_design_flaw/">falhas em microprocessadores</a> produzidos nos últimos 20 anos em todo o mundo e elas receberam os nomes das técnicas citadas. Isso desencadeou uma necessidade de liberação de atualizações de segurança por parte de diversos fabricantes.</div><div>Apesar de não poderem apagar ou corromper os dados armazenados, elas permitem que essas informações sejam espionados por outros programas. Devido a isso, diversas empresas e pessoas estão preocupadas em saber como solucionar o problema. Continue a leitura e entenda melhor o assunto!<br><br>Spectre e Meltdown são os nomes de vulnerabilidades de chipsets Intel e permitem que pessoas sem autorização acessem as máquinas de usuários. Em outras palavras, desconhecidos podem acessar áreas que não deveriam ser acessíveis para ninguém.</div><div>Entretanto, com essas <a href="https://www.meupositivo.com.br/panoramapositivo/indice-de-falha-nos-equipamentos/">falhas</a>, programas passam a ter permissão para ler arquivos que estão protegidos e até mesmo compartilhar os dados registrados neles — tudo acontece porque essas fraquezas interferem no funcionamento do kernel.</div><div>A maior preocupação gira em torno do vazamento dos dados empresariais ou pessoais de quem utiliza um <a href="https://www.meupositivo.com.br/panoramapositivo/ciberseguranca/">computador desprotegido</a>. Entre as informações que podem ser espalhadas, estão históricos de mensagens e senhas cadastradas.<br><br>A falha Meltdown<br><br></div><div>Esse problema está ligado a programas considerados suspeitos e que têm permissão para acessar dados sigilosos e o sistema operacional. Aqui, a raiz da falha está em um bug no isolamento entre os aplicativos e o usuário.<br><br></div><div>A falha Spectre<br><br></div><div>Nesse caso, o problema consiste na falta de isolamento entre duas aplicações distintas. Ele é considerado mais grave, visto que um programa pode ser utilizado para roubar as informações de outro, uma vez que ambos estejam rodando no mesmo sistema operacional (SO).<br><br></div><div>Spectre X Meltdown: entenda as diferenças<br><br></div><div>A principal diferença entre os dois é o fato de que a Meltdown é um problema exclusivo de processadores Intel. Além disso, a distinção também está no tipo de memória que pode passar pela leitura.</div><div>Como dito, a Meltdown permite que a memória do kernel seja lida, enquanto a Spectre viabiliza a leitura de memória de outras aplicações — por isso o risco de roubo e vazamento de dados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 22:06:11 UTC</pubDate>
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         <title>Processador anti-hacker</title>
         <author>cpedroso167</author>
         <link>https://padlet.com/cpedroso167/zhcmi7ccd25pfamm/wish/2038981049</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Uma nova arquitetura de processador de computador desenvolvida na Universidade de Michigan, nos EUA, promete nada menos do que lançar as bases de um futuro no qual os computadores se defendem proativamente contra ameaças, tornando obsoleto o atual modelo de segurança de encontrar bugs e lançar atualizações.</div><div>O novo chip, batizado de Morpheus, bloqueia possíveis ataques de hackers criptografando e reorganizando aleatoriamente bits chave de seu próprio código e de seus dados 20 vezes por segundo.</div><div>Isso é infinitamente mais rápido do que um hacker humano consegue trabalhar e milhares de vezes mais rápido do que as mais rápidas técnicas de hacking eletrônico.</div><div>"A abordagem atual de eliminar erros de segurança um por um é um jogo perdido. As pessoas estão constantemente escrevendo código e, tão logo há um novo código, haverá novos bugs e vulnerabilidades de segurança. Com o Morpheus, mesmo que um hacker encontre um bug, a informação necessária para explorá-lo desaparece 50 milissegundos depois. É talvez a coisa mais próxima de um sistema seguro à prova do que surgir no futuro," disse o professor Todd Austin.<br><br></div><div><strong>Agitação e semântica indefinida</strong></div><div>Em vez de usar software para corrigir vulnerabilidades de códigos conforme elas são descobertas, o processador Morpheus inclui a segurança em seu hardware. A constante aleatorização dos recursos críticos do programa, em um processo chamado "churn" (agitação ou rotatividade), torna as vulnerabilidades virtualmente impossíveis de serem identificadas e exploradas.</div><div>Ainda assim, a rotatividade dos dados e sua aleatorização feita pelo processador são transparentes para os desenvolvedores de software e os usuários finais. Isso porque o mecanismo se baseia na aleatorização de bits de dados conhecidos como "semântica indefinida", que se refere aos recantos e fendas obscuras da arquitetura de computação - por exemplo, a localização, formato e conteúdo do código de um programa é uma semântica indefinida.</div><div>A semântica indefinida faz parte do maquinário mais básico de um processador. Os programadores legítimos geralmente não interagem com ela, mas os hackers podem fazer engenharia reversa para descobrir vulnerabilidades e iniciar um ataque.</div><div>A taxa de "agitações" do chip pode ser ajustada para cima ou para baixo para encontrar o equilíbrio certo entre maximizar a segurança e minimizar o consumo de recursos. O professor Austin conta que a taxa de aleatorização de uma vez a cada 50 milissegundos foi escolhida para o processador de demonstração porque é milhares de vezes mais rápida do que as mais rápidas técnicas de hacking eletrônico, enquanto reduz o desempenho apenas em cerca de 1%. A arquitetura também inclui um detector de ataque que procura ameaças pendentes e aumenta a taxa de aleatorização se perceber que um ataque é iminente.</div><div>O chip de demonstração é um processador RISC-V - um design de chip comum, de código aberto, usado frequentemente para pesquisa. A equipe já está tentando comercializar a tecnologia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 22:06:51 UTC</pubDate>
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         <title>Placa de Vídeo </title>
         <author>cpedroso167</author>
         <link>https://padlet.com/cpedroso167/zhcmi7ccd25pfamm/wish/2038999838</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A placa de vídeo é uma das partes mais essenciais de um PC ou notebook por fazer a conexão entre os componentes do computador em si e o monitor, sendo responsável por tudo que é exibido na tela para o usuário. Ela é também uma peça essencial para <a href="https://www.buscape.com.br/pc-computador/conteudo/pc-gamer-barato-como-montar">PC gamers</a>, por ser responsável pelos gráficos, ou PCs de trabalho que usem softwares pesados visualmente. Mas o que é placa de vídeo exatamente?&nbsp;<br>Além de cumprir a função básica de exibir imagens na tela, a placa de vídeo pode ser também utilizada para rodar games e softwares que demandam muito processamento visual. Ocasionalmente a placa de vídeo pode ser usada também como auxiliar em alguns programas, normalmente como "aceleração por hardware".</div><div>A potência da placa de vídeo será um dos principais fatores para determinar quais jogos funcionarão e como será a performance deles enquanto são jogados, como nível de qualidade e taxa de quadros FPS.</div><div>Ela também determinará como o PC se sai ao lidar com elementos gráficos pesados, como, por exemplo, softwares de modelagem 3D.<br><br>&nbsp;Assim como mencionado, a placa de vídeo é a parte que envia a imagem para a tela. A placa de vídeo em conjunto com o monitor determinará detalhes como a resolução máxima que um PC conseguirá exibir, se atingirá Full HD (1920 x 1080 pixels) ou 4K.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 22:24:12 UTC</pubDate>
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