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      <title>Como tudo começou? by Lorenna Mendes</title>
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      <description>Origem da vida e do universo </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-04-04 20:06:09 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo os Apiaká (parte 1)</title>
         <author>LorennaMendes</author>
         <link>https://padlet.com/LorennaMendes/zgk3xmaxjdbq/wish/248676561</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Apiaká formavam um povo numeroso e guerreiro quando a frente da borracha atingiu a porção meridional da Amazônia, em meados do século XIX. Após confrontos localizados com os colonizadores, os Apiaká tornaram-se seus aliados, embora mantivessem as guerras de vingança contra povos indígenas vizinhos ao longo de todo o século XIX. A elaborada cultura material e a bela decoração corporal dos Apiaká impressionaram a Hercules Florence, desenhista da Expedição Langsdorff, que visitou aldeias apiaká nos rios Arinos e Juruena em 1828 e produziu importantes registros textuais e imagéticos sobre o povo.<br><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/povo/apiaka">https://pib.socioambiental.org/pt/povo/apiaka</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 20:41:40 UTC</pubDate>
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         <title>Apiaká </title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <pubDate>2018-04-04 20:42:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tribo Kaiabi</title>
         <author>alyneleles</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 20:47:02 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo os Apiaká (parte 2)</title>
         <author>LorennaMendes</author>
         <link>https://padlet.com/LorennaMendes/zgk3xmaxjdbq/wish/248678810</link>
         <description><![CDATA[<div>Sugestivamente, a toponímia do norte mato-grossense, oficializada no início do século XX, consagra a ocupação tradicional do povo Apiaká, batizando com seu nome uma serra, dois rios e um município.<br>Em meados do século XX, os Apiaká foram considerados extintos por dois importantes etnólogos, Darcy Ribeiro e Curt Nimuendaju. No entanto, os Apiaká, a despeito da longa e intensa convivência com os Kaiabi e os Munduruku, jamais deixaram de se ver e de serem vistos como povo diferenciado. Apesar dos massacres, das epidemias, da catequização e do abandono governamental, os Apiaká resistiram como coletividade e elaboraram uma complexa interpretação sobre o passado que norteia sua luta política por um futuro mais justo.<br><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/povo/apiaka">https://pib.socioambiental.org/pt/povo/apiaka</a><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 20:51:11 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo os kaiabi (parte 1)</title>
         <author>alyneleles</author>
         <link>https://padlet.com/LorennaMendes/zgk3xmaxjdbq/wish/248679688</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Kaiabi resistiram com vigor à invasão de suas terras por empresas seringalistas desde o final do século XIX. A partir dos anos 50, a região dos rios Arinos, dos Peixes e Teles Pires foi retalhada em glebas que viraram fazendas e os Kaiabi se dividiram em três grupos. A maioria se mudou para o <a href="http://pib.socioambiental.org/pt/povo/xingu"><strong>Parque Indígena do Xingu</strong></a>, onde se destacam pela prática de uma agricultura forte e diversificada, uma arte caracterizada por complexos padrões gráficos de inspiração mitológica e uma participação ativa no movimento indígena organizado em defesa dos interesses das etnias do Parque.<br><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/povo/kawaiwete">https://pib.socioambiental.org/pt/povo/kawaiwete</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 20:54:24 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo os Munduruku (parte 1)</title>
         <author>alyneleles</author>
         <link>https://padlet.com/LorennaMendes/zgk3xmaxjdbq/wish/248679711</link>
         <description><![CDATA[<div>Povo de tradição guerreira, os Munduruku dominavam culturalmente a região do Vale do Tapajós, que nos <a href="http://pib.socioambiental.org/pt/povo/munduruku/796">primeiros tempos de contato</a> e durante o século XIX era conhecida como Mundurukânia. Hoje, suas guerras contemporâneas estão voltadas para garantir a integridade de seu território, ameaçado pelas pressões das atividades ilegais dos garimpos de ouro, pelos projetos hidrelétricos e a  construção de uma grande hidrovia no Tapajós.<br>Os Munduruku têm como seu território mais tradicional os campos interiores do alto Tapajós. No mito de origem, Karosakaybo criou os Munduruku na aldeia Wakopadi, situada nos campos centrais, próxima às cabeceiras do rio Krepori, local hoje situado nas proximidades do limite leste da terra demarcada em 2001.<br><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/povo/munduruku/print">https://pib.socioambiental.org/pt/povo/munduruku/print</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 20:54:29 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo os Munduruku (parte 2)</title>
         <author>LorennaMendes</author>
         <link>https://padlet.com/LorennaMendes/zgk3xmaxjdbq/wish/249078771</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>As primeiras notícias sobre o contato das frentes colonizadoras com os Munduruku datam da segunda metade do século XVIII, sendo a primeira referência escrita feita pelo vigário José Monteiro de Noronha, em 1768, que os denominou “Maturucu”, quando foram avistados às margens do rio Maués, tributário do rio Madeira, antiga Capitania do Rio Negro – atual Estado do Amazonas –, onde atualmente existem comunidades desta etnia cuja história de contato e relações com a sociedade nacional apresenta aspectos distintos das comunidades Munduruku situadas na região do alto Tapajós. Hoje, a maioria da população Munduruku da bacia do Madeira habita a Terra Indígena Coatá-Laranjal, que teve os trabalhos de demarcação física concluídos também em 2001.  Há registro também de comunidades fora dos territórios demarcados, ao longo da rodovia Transamazônica, próximas ao município de Humaitá, no Amazonas.<br>Na região do baixo rio Tapajós, próximo a Santarém,  nos últimos anos algumas comunidades em processo de afirmação de identidade étnica afirmam que são Munduruku.<br><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/povo/munduruku/798">https://pib.socioambiental.org/pt/povo/munduruku/798</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 00:08:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>LorennaMendes</author>
         <link>https://padlet.com/LorennaMendes/zgk3xmaxjdbq/wish/249083023</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 00:40:28 UTC</pubDate>
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         <title> Segundo os Kaiabi (parte 2)</title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Os Kaiabi, em sua maioria, habitam atualmente a área do <a href="http://pib.socioambiental.org/pt/povo/xingu"><strong>Parque Indígena do Xingu</strong></a> (PIX), Mato Grosso. Esta, porém, não é sua terra tradicional. Até aproximadamente a década de 1940 ocupavam uma extensa faixa entre os rios Arinos, Tatuy (denominação Kaiabi para o Rio dos Peixes) e médio Teles Pires ou São Manuel, localizada a oeste do Rio Xingu.<br>Para se falar sobre a localização atual dos Kaiabi é preciso antes comentar um pouco sobre sua história recente. Considerados até as primeiras décadas do século XX como "bravios e indômitos", os Kaiabi resistiram com vigor à ocupação de suas terras pelas empresas seringalistas que avançavam pelos rios Arinos, Paranatinga (Alto Teles Pires) e Verde, na última década do século XIX. Muitos conflitos ocorreram com seringueiros, viajantes e funcionários do <a href="http://pib.socioambiental.org/pt/c/politicas-indigenistas/orgao-indigenista-oficial/o-servico-de-protecao-aos-indios-(spi)"><strong>Serviço de Proteção aos Índios</strong></a> (SPI) ao longo da primeira metade do século XX. Contudo, aos poucos a área Kaiabi foi sendo ocupada e os índios induzidos para o trabalho nos seringais.<br><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/povo/kawaiwete">https://pib.socioambiental.org/pt/povo/kawaiwete</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 00:44:40 UTC</pubDate>
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         <title>Munduruku</title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRDU1UoHvu2c2Twlggg5lDAo9xOGmknRs4_9EfZaNFhwoL68Wj7" width="275" height="183"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 00:48:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR5SKrHnx9DktQEJtNAlbp4P6cGeHjjlDo6wieqAwGoYTpW_ntZuQ" width="305" height="165"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 12:00:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://metrouk2.files.wordpress.com/2015/02/20017.gif" width="481" height="200"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://4.bp.blogspot.com/-e5gjeW34GyI/TcGTKaUENrI/AAAAAAAAAFs/xlOqDtp08EQ/s320/Rotating_earth_%2528large%2529.gif" width="320" height="320"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <description><![CDATA[<div> <figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://media.giphy.com/media/pyjkV4FmQxog8/giphy.gif" width="360" height="267"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure> </div>]]></description>
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         <title>Munduruku</title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRS3zQK55VyKAp9OySYFsT4UHuUvlFeCWSPNRytGeBk2sJ7pJTb" width="276" height="183"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <title>Kaiabi</title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTUWhaKxTST58caefxKc_i-vDLhnvqFjCLukY8uYvdVFe9eR3Hb0Q" width="275" height="183"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <title>Níveis de Organização</title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://media3.giphy.com/media/Fbyam9ZAJ3J1m/200w.webp" width="200" height="113"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <title>DNA</title>
         <author>LorennaMendes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Onde a vida começa<figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://media2.giphy.com/media/CRDXaPhEDK5xK/200w.webp" width="200" height="164"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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