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      <title>Antiepilépticos  by Eduarda Berton</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-06 02:31:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
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         <description><![CDATA[<div>Existem vários tipo de crises epiléticas, cada um com características diferentes. Um dos tipo mais comuns é a crise tônico-clônica, chamada habitualmente de ‘’convulsão’’. Esse tipo de crise é facilmente reconhecível, pois o paciente apresenta abalos musculares generalizados, sialorreia (salivação excessiva), e muitas vezes, morde a língua e perde urina e fezes. <br>Outras crises, entretanto, podem não ser reconhecidas por pacientes, seus familiares e até mesmo por médicos, pois apresentam manifestações sutis, como alteração discreta de comportamento, olhar parado e movimentos automáticos. <br>Em crianças, por exemplo, é comum a ocorrência de crises de ausência, caracterizadas por uma breve parada da atividade que a criança estava fazendo, às vezes associadas a piscamentos ou movimentos automáticos das mãos. As crises de ausência pode ocorrer muitas vezes ao dia. Em alguns casos, não são reconhecidas prontamente, e só quando a criança começa a apresentar prejuízo do desempenho escolar-normalmente apontando pelo professor na escola-essa possibilidade é considerada. <br>As convulsões focais são a ocorrência transitória de sinais e/ou sintomas devido à atividade neuronal anormal excessiva ou sincronizada no cérebro, originada em redes.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-06 02:48:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, o sistema único de saúde (SUS) oferece tratamento integral e gratuito para os casos de epilepsia, desde diagnóstico, até o acompanhamento e tratamento necessários, inclusive o medicamentoso. O tratamento inicia, preferencialmente, na atenção primária, por meio de uma das unidades básicas de saúde espalhadas por todo o país.&nbsp;<br>Havendo necessidade, o médico pode encaminhar para um tratamento especializado de média complexidade. O tratamento das epilepsias é feito com medicamentos que evitam descargas elétricas cerebrais anormais, que são origem das crises epiléticas. Casos com crises frequentes e incontroláveis são candidatos à intervenção cirúrgica.&nbsp;<br>Atualmente existem 29 estabelecimentos habilitados na auta complexidade em Neurologia/Neurocirurgia com o serviço/classificação- investigação e cirurgia de epilepsia no Brasil, que deverão oferecer todo o atendimento (média e alta complexidade) necessário ao paciente neurológico, abrangendo de consultas, exames (média e alta complexidade), diagnóstico, tratamento (clínico e cirúrgico), acompanhamento, UTI, entre outros.&nbsp;<br><br>As drogas anticonvulsivantes têm efeito sobre as crises epiléticas, não interferindo na evolução da doença. Assim, o objetivo do tratamento da epilepsia é controlar as crises, o que ocorre em até 70% das pessoas que utilizam a medicação de maneira adequada.<br>Existem diversos medicamentos utilizados para o tratamento da epilepsia, possibilitando individualizar tratamentos conforme a tolerância ao medicamento e indicações específicas de acordo com o tipo da crise.&nbsp;<br>Vale ressaltar que o tratamento da pessoa com epilepsia vai além da abordagem farmacológica: requer um olhar integral, com a compreensão da sua condição crônica e dos estigmas relacionados à doença, o apoio familiar e social, a abordagem de comorbidades psiquiátricas associadas, entre outros.&nbsp;<br>Geralmente não se inicia o tratamento farmacológico diretamente após a primeira crise, pois de 27% a 84% das pessoas não apresentam novo episódio. A decisão para iniciar o tratamento pode ser realizada na APS, visando prevenir a recorrência das crises epiléticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-06 02:58:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
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         <description><![CDATA[<div>Março Roxo é uma campanha mundial da conscientização sobre epilepsia. O objetivo é combater o estigma e o preconceito em relação às pessoas com epilepsia, além de incentivar a busca por tratamento médico e apoio psicológico. A iniciativa é de extrema importância para conscientizar a população sobre epilepsia e ajudar as pessoas que vivem com a doença a ter uma vida plena e sem preconceitos!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-06 03:11:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julinhacantu</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2546971726</link>
         <description><![CDATA[<div>A epilepsia é um problema neurológico provocado por uma atividade elétrica cerebral anormal, temporária e reversível. Essa atividade anormal, que leva a uma descoordenação dos sinais neurológicos, provoca o que chamamos de crises epilépticas, as quais podem ser de diferentes tipos e podem provocar sintomas como alteração da consciência e tremores.</div><div>É uma das doenças neurológicas mais comuns no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde). Vale destacar que um único episódio de crise convulsiva não caracteriza epilepsia. Para diagnosticar a doença, é necessário que o paciente tenha pelo menos dois episódios com um intervalo mínimo de 24 horas entre eles.</div><div>Essas crises são manifestações clínicas de uma disfunção temporária de um conjunto de neurônios – células que compõem o cérebro – interrompendo temporariamente a função habitual do órgão que acaba produzindo manifestações involuntárias tanto no comportamento, no controle muscular, na consciência e/ou na sensibilidade do indivíduo.&nbsp;<br><br>Conheça os principais tipos de crises epilépticas:</div><div><br><strong>Crises focais</strong></div><div>Crises focais são aquelas que atingem apenas uma área do cérebro. Também podem ser chamadas de crises parciais e existem dois tipos principais:</div><ul><li>Simples: Quando não há perda de consciência. Esse tipo de crise pode provocar alterações no cheiro, sabor ou som, movimentos involuntários em determinadas partes do corpo e sintomas sensoriais, como tontura e formigamento;</li><li>Complexas: Quando há alguma mudança ou perda de consciência. Esse tipo de crise pode provocar movimentos repetitivos, como esfregar as mãos sem parar, e o paciente pode não conseguir responder ao ambiente a sua volta.</li></ul><div>&nbsp;</div><div><strong>Crises generalizadas</strong></div><div>Crises generalizadas são aquelas que atingem os dois lados do cérebro, de maneira generalizada, como o próprio nome diz. Existem alguns tipos de crise generalizada:</div><ul><li>Crise de ausência: É como se a pessoa sumisse do ambiente. Ela fica olhando “para o nada”, aérea e pode fazer movimentos sutis, como um piscar de olhos. Geralmente, atinge crianças;</li><li>Crises mioclônicas: Se caracterizam por movimentos bruscos, como empurrões repentinos ou espasmos nos braços e pernas;</li><li>Crises atônicas: Esse tipo de crise provoca a perda de controle muscular, podendo levar à quedas repentinas;</li><li>Crises tônicas: Causa rigidez muscular e geralmente afetam os músculos dos braços, pernas e costas. Também podem ocasionar quedas;</li><li>Crises clônicas: São responsáveis por causar movimentos rítmicos ou repetitivos. Em geral, atingem áreas como rosto, braços e pescoço;</li><li>Crises tônico-clônicas: Nesse tipo, há perda de consciência, rigidez e tremor pelo corpo e, em alguns casos, perda do controle da bexiga e da língua. É o tipo de crise mais conhecido, quando o paciente fica se debatendo. É também um dos tipos mais frequente, junto com a crise de ausência.</li></ul><div>&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-07 05:46:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julinhacantu</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2546975876</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O diagnóstico da doença epilepsia é estabelecido clinicamente quando a pessoa apresenta crises epilépticas recorrentes, não provocadas por fatores agudos desencadeantes ou potencialmente reversíveis.<br>Portanto, para o diagnóstico de epilepsia, deve-se considerar fatores como idade de início, alterações no desenvolvimento, alterações neurológicas, achados no eletroencefalograma e exame de neuroimagem.<br><br><br><strong>Exames complementares</strong><br>No primeiro episódio de crise epiléptica, em pessoas sem fatores desencadeantes agudos ou potencialmente reversíveis, o Eletroencefalograma (EEG) é o exame inicialmente indicado. O EEG, quando alterado, é capaz de identificar o tipo e a localização da atividade epileptiforme, podendo orientar a classificação da síndrome epiléptica e a escolha do tratamento farmacológico.<br><br>Entre os exames de neuroimagem, a RMN apresenta-se superior à tomografia computadorizada, pois, além de avaliar lesões estruturais, detecta alterações mais sutis, como displasias corticais. Contudo, sua avaliação não é fundamental para o manejo do usuário na atenção primária e, portanto, não deve ser o motivo de espera no referenciamento para o serviço especializado em Neurologia.<br>Os exames laboratoriais têm papel na investigação conforme a suspeita clínica de outras causas desencadeadoras da crise epiléptica (como hiperglicemia e hipoglicemia, distúrbios hidroeletrolíticos, entre outros).<br><br><strong>O que causa a epilepsia?<br></strong><br></div><div>A epilepsia apresenta diferentes causas, as quais incluem doenças genéticas, tumores no cérebro, traumas no crânio, falta de oxigenação durante o parto, <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/o-que-acidente-vascular-cerebral.htm">AVC</a>, <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/meningite.htm">meningite</a> e encefalite herpética. Ela pode afetar pessoas de todas as idades.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-07 05:52:22 UTC</pubDate>
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         <title>Como agir diante de uma crise epiléptica?</title>
         <author>julinhacantu</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2546995660</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao observar uma pessoa em crise epiléptica, proteja a cabeça da vítima e a coloque de lado para evitar sufocamento.</div><div>Muitas pessoas ficam desesperadas ao presenciarem uma crise epiléptica, mas o ideal é manter a calma e seguir algumas dicas. Primeiramente acomode o indivíduo que está em crise de modo que ele não bata a cabeça no chão e o coloque de lado para evitar o sufocamento pela saliva ou vômito. Retire objetos próximos que possam causar lesões ou mesmo objetos pessoais que possam fazer com que a pessoa se machuque, tais como relógios e óculos. É importante também afrouxar as roupas. Espere a crise passar e mantenha a pessoa calma após esse evento. Muitas pessoas, ao retornarem das crises, apresentam-se confusas.</div><div>Outros pontos importantes ao presenciar uma crise epiléptica dizem respeito ao que não deve ser feito.</div><ul><li>Nunca coloque objetos na boca da pessoa que está em crise. Devido à força da mandíbula, essa atitude pode causar danos em quem ajuda e em quem, teoricamente, está sendo ajudado. É importante deixar claro que a língua do paciente não enrola durante a crise, portanto essas atitudes são desnecessárias.</li><li>Não segure os membros de uma pessoa durante uma crise.</li><li>Não jogue água na vítima.</li><li>Não bata no rosto da vítima.</li><li>Não ofereça bebidas para uma pessoa durante a crise.</li><li>Não medique uma pessoa após uma crise.</li><li>Não ofereça nada para a vítima cheirar.</li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-07 06:17:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MAPA MENTAL DE EPILEPSIA</title>
         <author>julinhacantu</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2547027978</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-07 07:14:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Article sobre epilepsia</title>
         <author>julinhacantu</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2547031296</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o presente artigo, pretende-se demonstrar como a trajetória da epilepsia é inseparável da trajetória histórica e balizada por conceitos educacionais relevantes, tanto no que se refere ao diagnóstico quanto ao tratamento. É de fundamental importância considerar, também, as dimensões anatomofuncionais dessa doença, sem desconsiderar, no entanto, o conteúdo simbólico e as implicações místicas que sempre estiveram evidentes em torno de sua representação social. O artigo busca demonstrar que a falta de esclarecimento da população em relação à epilepsia causa atitudes discriminatórias a seu portador, comprometendo a melhoria deste, sua inclusão social, e, conseqüentemente, sua qualidade de vida.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1679-44272004000200009" />
         <pubDate>2023-04-07 07:20:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tempestades no cérebro, bora assistir e saber mais um pouco sobre epilepsia!</title>
         <author>eduardaberton15</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2547173984</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=3UXvJ7vUGyA" />
         <pubDate>2023-04-07 13:09:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasf28</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2547215492</link>
         <description><![CDATA[<div>A prevenção da epilepsia, consiste em evitar lesões na cabeça. Algumas orientações são: dirija veículos com atenção, usando cinto de segurança, e capacete, quando necessário; não use medicamentos sem orientação médica; vacine as crianças contra as doenças infecciosas; durante a gravidez submeta-se a exames pré-natal e acompanhamento médico até o parto.&nbsp;<br><br>Algumas causas da epilepsia, como a anóxia neonatal e as doenças cerebrovasculares podem ser prevenidas. Assim, um acompanhamento pré-natal adequado e uma boa assistência ao parto certamente podem colaborar para reduzir o número de casos de epilepsia relacionados aos problemas do parto.&nbsp;<br>Da mesma forma, o controle apropriado dos fatores de risco para doenças cerebrovasculares, como a hipertensão arterial e o diabetes, levam a uma redução no número de acidentes vasculares cerebrais e, portanto dos casos de epilepsia decorrentes dessa enfermidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-07 14:23:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lucasf28</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2547242907</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aumentam a atividade do GABA: <br></strong>BARBITÚRICOS e BDZ: Facilitam a ação do gaba na abertura dos canais de CI-. <br>VIGABATRINA: inibem a enzima GABA-transaminase que inativa GABA. <br>PROGABIDA: GABA agonista. <br>GABAPENTINA: mecanismo desconhecido.<br><br><strong>FENITOÍNA <br><br>MECANISMO DE AÇÃO: <br></strong>Altera a conduta iônica, bloqueando canais de sódio e inibindo a geração de potenciais de ação repetitivos. <strong><br>FARMACOCINÉTICA: <br></strong>Alta ligação a proteínas plasmáticas. <br>Absorção gastro-intestinal com pico de 3-12hs. <br>Absorção intra- muscular imprevisível <br>Metabolizada por para-hidroxilação e ácido glicurônico. <br>Tolerância Metabólica. (Meia-Vida 24 hs).<br><strong>USOS CLÍNICOS: <br></strong>Efetivos contra ataques parciais e convulsões tônico clônicas (grande mal). Uso limitado em crianças devido a imprevisibilidade da reação dose x efeitos tóxicos. <br><strong>EFEITOS ADVERSOS: <br></strong>Ataxia, sonolência, letargia, sedação e encefalopatia (dose- dependente), hiperplasia gengival, hirsutismo e dismorfismo facial (uso crônico). <br><br><strong>CARBAMAZEPINA <br><br>MECANISMO DE AÇÃO: </strong>Bloqueiam os canais de sódio e inibem os disparos repetitivos dos neurônios. Atuam também pré-sinapticamente diminuindo a transmissão do impulso nervoso. <br><strong>FARMACOCINÉTICA: <br></strong>Absorção gastro-intestinal completa com pico entre 6-8hs. <br>Tolerância metabólica: aumento do clearence alterando meia-vida biológica de 36 para 20 horas. <br>Necessário ajuste da dose.<br>Metabolizada por conjugação. <br><strong>USOS CLÍNICOS: <br></strong>Droga de escolha para ataques parciais, usada para convulsões tônico-clônicas (grande mal).<br><strong>EFEITOS ADVERSOS:&nbsp;<br></strong>Sedação, cafaleia, diplopia, visão turva, rash cutâneo, transtornos gastrointestinais, ataxia, tremor, impotência, hiponatremia, neutropenia.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-07 15:17:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Convulsão é epilepsia?</title>
         <author>julinhacantu</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2547472738</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Apesar de muitas pessoas pensarem que <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/saude-bem-estar/convulsao.htm">convulsão</a> e epilepsia são sinônimos, isso não é verdade. O que chamamos de convulsão é a crise conhecida como tônico-clônica, que se caracteriza pelo surgimento de tremores, salivação excessiva e outros sintomas. Segundo a LBE (Liga Brasileira de Epilepsia), “para considerar que uma pessoa tem epilepsia ela deverá ter repetição de suas crises epilépticas, portanto a pessoa poderá ter uma crise epiléptica (convulsiva ou não) e não ter o diagnóstico de epilepsia”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-08 03:44:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Aurora” tecnologia inovadora</title>
         <author>julinhacantu</author>
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         <description><![CDATA[<div>Visando minimizar o sofrimento de pessoas com epilepsia, uma startup desenvolveu um dispositivo portátil para combater um das principais características da doença: sua imprevisibilidade. Um aparelho vestível não invasivo, cujo objetivo é detectar e avisar os próprios afetados ou pessoas próximas de possíveis crises epilépticas com até 25 minutos de antecedência, começará a ser testado ainda este ano no Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A epilepsia é uma doença neurológica ainda sem cura que afeta cerca de 50 milhões de pessoas no mundo. Estima-se que o número de brasileiros com essa enfermidade ultrapasse 2 milhões.</div><div><br></div><div>Batizado de Aurora, o protótipo encontra-se em sua quarta versão. Lembra um fone de ouvido ou uma tiara de cabelo, contendo em seu interior um miniaparelho de eletroencefalograma (EEG), que registra a atividade elétrica do cérebro. O EEG, por sua vez, está conectado a um software que processa as informações das ondas cerebrais e faz soar um alarme para o smartphone do portador ou de alguém próximo caso o algoritmo detecte que uma crise se aproxima.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-08 03:52:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>julinhacantu</author>
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      <item>
         <title></title>
         <author>julinhacantu</author>
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      <item>
         <title></title>
         <author>julinhacantu</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2547700336</link>
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         <pubDate>2023-04-08 18:38:30 UTC</pubDate>
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         <title>PELA VIDA DO MEU FILHO</title>
         <author>julinhacantu</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2547706119</link>
         <description><![CDATA[<div>A felicidade da família Reimuller é quebrada quando seu filho Robin começa a sofrer convulsões. Para combatê-los, a criança começa a receber tratamento de quimioterapia, mas os ataques estão se tornando mais frequentes e intensos, de modo que, no final, tem que ser internado em um sanatório.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-08 19:03:16 UTC</pubDate>
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         <title>Epilepsia </title>
         <author>josianequadros</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tipos de epilepsia<br></strong><br></div><div><strong>Epilepsia</strong> (também chamada transtorno epiléptico) é uma doença cerebral crônica caracterizada por convulsões recidivantes (≥ 2) sem desencadeantes (isto é, não relacionadas a estressores reversíveis) e que ocorrem em intervalos de 24 h. Um convulsão única não é considerada uma crise epiléptica. A epilepsia geralmente é idiopática, porém várias doenças cerebrais, como malformações, acidente vascular encefálico e tumores, podem causar epilepsia sintomática.<br><br></div><div>A epilepsia pode ser classificada em dois eixos: topográfico e etiológico. No eixo topográfico, incluem-se as epilepsias<strong> generalizadas e focais. </strong>No eixo etiológico, incluem-se as epilepsias <strong>idiopáticas, sintomáticas e criptogênicas.<br></strong><br></div><div><strong>Eixo topográfico <br></strong><br><strong>Epilepsia generalizada:</strong> as crises epilépticas resultam de descargas elétricas excessivas no cérebro que envolvem ambos os hemisférios cerebrais simultaneamente e, em geral, provocam alteração da consciência. As manifestações motoras, quando surgem, são sempre bilaterais. Os principais exemplos de epilepsias generalizadas são as crises de ausência, crises mioclônicas e crises tônico-clônicas generalizadas.<br><br><strong>Epilepsia focal:</strong> as crises epilépticas ocorrem devido a uma descarga elétrica que está limitada a uma área específica do cérebro, afetando um hemisfério, sendo sua manifestação ligada diretamente ao local de início e à velocidade de descarga. Pode haver ou não o comprometimento da consciência. Elas podem ser classificadas em <strong>simples ou complexas</strong>. Na simples, não há alteração na consciência; na complexa, há.<br><br><strong>Eixo etiológico <br></strong><br><strong>Epilepsia idiopáticas:</strong> são aquelas que ocorrem na ausência de lesão estrutural subjacente.<br><br></div><div><strong>Epilepsia sintomática</strong> é epilepsia devido a uma causa conhecida (p. ex., <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos/tumores-intracranianos-e-espinhais/vis%C3%A3o-geral-dos-tumores-intracranianos">tumor cerebral</a>, <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos/acidente-vascular-encef%C3%A1lico/vis%C3%A3o-geral-do-acidente-vascular-encef%C3%A1lico">acidente vascular encefálico</a>). As convulsões que provoca são chamadas crises epilépticas sintomáticas. Essas crises são mais comuns em recém- <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pediatria/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos-em-crian%C3%A7as/transtornos-convulsivos-neonatais">nascidos</a> e idosos.<br><br></div><div><strong>Epilepsia criptogênica</strong> é epilepsia que presume-se que ocorra devido a uma causa específica, mas cuja causa específica é atualmente desconhecida.<br><br></div><div><strong>Convulsões não epilépticas</strong> são provocadas por distúrbio ou estressor temporário (p. ex., distúrbios metabólicos, infecções do sistema nervoso central, doenças cardiovasculares, intoxicação ou abstinência de drogas, transtornos psicogênicos). Em crianças, febre pode provocar uma convulsão (<a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pediatria/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos-em-crian%C3%A7as/convuls%C3%B5es-febris">convulsões febris</a>).<br><br></div><div><strong>Crises psicogênicas não epilépticas</strong> (pseudocrises) são sintomas que simulam crises epilépticas em pacientes com doenças psiquiátricas, mas não envolvem descargas elétricas anormais no cérebro.<br><br><br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 14:51:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2552452953</link>
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         <pubDate>2023-04-13 02:53:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse livro é uma autobiografia que relata a vida da autora com epilepsia desde a infância até a idade adulta, incluindo as lutas e os triunfos &nbsp;que ela experimentou ao longo do caminho.</div>]]></description>
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      <item>
         <title>Epilepsia na gravidez e no puerpério </title>
         <author>eduardaberton15</author>
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         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
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      <item>
         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
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      <item>
         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
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      <item>
         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
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      <item>
         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2552495726</link>
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      <item>
         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2553904308</link>
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         <title>Primeiros socorros - o que fazer diante de uma pessoa com crise epilética?</title>
         <author>eduardaberton15</author>
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         <pubDate>2023-04-14 01:37:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>eduardaberton15</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Alice Maria André Dias, autora do artigo A epilepsia e seus possíveis comprometimentos na aprendizado, “Desde a antiguidade, assim como outras doenças desconhecidas da época, a epilepsia era vista como algo demoníaco ou bruxaria, onde muitos foram lançados em fogueiras, situações resultantes da falta de informação e conhecimento da época.” Isso faz com que até nos dias atuais ela carregue um estigma que consequentemente tem a retrair o sujeito epilético, levando o mesmo a esconder sua doença com o medo da rejeição por ser muitas vezes considerados “loucos” ou “possuídos por demônios”.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 01:57:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>lucasf28</author>
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         <description><![CDATA[<div>João, um jovem que mantêm uma relação distante do seu parceiro, e Janaína, que sofre de epilepsia, são amigos íntimos que cuidam um do outro para que consigam sobreviver na cidade de São Paulo. Quando João sofre um acidente, ela busca conforto no colo de um outro homem rompendo o vínculo entre eles e, dessa forma, permitindo que o mal invada os corpos dos dois.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 10:06:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Se um epiléptico quiser beber álcool, deve parar as medicações naquele dia?</title>
         <author>lucasf28</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2554385830</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>JAMAIS, de modo algum pode parar os remédios para beber, o álcool, por si mesmo, já pode precipitar uma crise convulsiva mesmo em quem não é epiléptico. A suspensão abrupta da medicação é a maior causa dos estados de crises prolongadas (estado de mal epiléptico) que podem levar a danos cerebrais graves e irreversiveis. Portanto, nunca deixe de tomar seus medicamentos, a não ser por orientação do seu neurologista. Outro cuidado: o uso de certos medicamentos podem afetar o nível dos anti-epilépticos no sangue, comprometendo sua eficácia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 10:15:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O portador de epilepsia pode nadar ou andar de bicicleta?</title>
         <author>lucasf28</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depende da gravidade de cada caso, do grau de controle das crises com as medicações e dos efeitos colaterais(como sonolência) que podem acarretar o seu uso. O médico que acompanha o paciente pode determinar os riscos para uma pessoa em particular. Via de regra, se o paciente está bem controlado, sem crises há pelo menos 3 a 6 meses, em uso regular de medicamentos, não há problema em nadar ou fazer outras atividades esportivas. Aconselha-se a natação sob a supervisão de um instrutor capacitado que estará atento para uma eventual crise na água.</div><div>Deve-se evitar, contudo, esportes radicais, nadar em mar aberto, manuseio de máquinas pesadas ou exercer atividades que possam colocar outras pessoas em risco na eventualidade de uma convulsão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 10:19:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Epilepsia focal sintomática: seleção de fármacos para primeira e segunda monoterapia</title>
         <author>josianequadros</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaberton15/zf3d6qhf0n4re7ml/wish/2554928831</link>
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         <pubDate>2023-04-14 19:22:42 UTC</pubDate>
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         <title>Epilepsias infantil e juvenil</title>
         <author>josianequadros</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Crises de epilepsia e algumas medicações de primeira e segunda escolha<br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 20:08:15 UTC</pubDate>
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         <title>Boas vindas aos colegas e professores!</title>
         <author>eduardaberton15</author>
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         <pubDate>2023-04-15 00:07:04 UTC</pubDate>
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