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      <title>Grupo 2 - Afeganistão by Lais Dias</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-05 20:27:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaellalopesribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/laisdasilvadias123_1/zerzja8upzl8n70u/wish/3452817207</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde a volta do Talibã ao poder em 2021, a situação da comunidade LGBTQ+ no Afeganistão tornou-se extremamente perigosa. Pessoas LGBTQ+ vivem escondidas, com medo constante de perseguições, prisões ou execuções. A homossexualidade é criminalizada e vista como crime religioso sob a lei Sharia. Relatos indicam que o Talibã está “caçando” pessoas com identidades sexuais dissidentes. Apesar da repressão oficial, práticas culturais como o <em>bacha bazi</em> (exploração sexual de meninos) persistem, expondo contradições no sistema moral talibã. A repressão é acompanhada de violência física, tortura e ausência total de direitos. Muitos tentam fugir do país, mas enfrentam dificuldades para obter asilo. O Talibã nega oficialmente as acusações, mas não há proteção legal para LGBTQ+. O medo e o silêncio marcam a vida dessa população. A situação é considerada uma crise humanitária pelos defensores de direitos humanos.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 16:36:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaellalopesribeiro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Desde a volta do Talibã ao poder em 2021, o Afeganistão mergulhou em um regime de repressão aos direitos das mulheres. Elas foram proibidas de frequentar escolas a partir do ensino médio, acessar universidades, trabalhar em diversos setores e até circular sozinhas em público. Essa política tem sido chamada de “apartheid de gênero” por organizações internacionais. O controle se estende até a aparência, com fiscalizações em lojas para garantir que as roupas femininas sigam padrões religiosos rígidos. Além do impacto social e moral, a repressão traz prejuízos econômicos graves. Segundo o PNUD, a exclusão das mulheres pode custar ao país cerca de 6% do PIB entre 2024 e 2026. Antes, 15% das mulheres integravam a força de trabalho; hoje, esse número caiu para 7%. A perda estimada é de US$ 920 milhões. A crise afeta não apenas as mulheres, mas todo o potencial de desenvolvimento do país. A situação representa um dos maiores retrocessos de direitos humanos da atualidade.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 16:36:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaellalopesribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/laisdasilvadias123_1/zerzja8upzl8n70u/wish/3452818376</link>
         <description><![CDATA[<p>O Afeganistão é um país etnicamente diverso, sem um grupo majoritário absoluto. Os pashtuns, cerca de 40% da população, dominam o poder político e militar, sendo a base étnica do Talibã. Os tadjiques, em torno de 20%, têm papel relevante na resistência a regimes autoritários. Os hazaras, xiitas e cerca de 10% da população, sofrem forte discriminação e violência, especialmente por parte do Talibã. Uzbeques e aimaqs também compõem o mosaico étnico, com menor influência política. A diversidade linguística e religiosa acentua a fragmentação nacional. Conflitos étnicos recorrentes alimentam a instabilidade e dificultam a unificação política. A hegemonia pashtun gera ressentimento entre minorias. Historicamente, os grupos marginalizados têm pouca representatividade no governo. Essa estrutura desigual é um dos pilares da crise afegã atual.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 16:37:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaellalopesribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/laisdasilvadias123_1/zerzja8upzl8n70u/wish/3452818654</link>
         <description><![CDATA[<p>O Afeganistão enfrenta uma grave crise humanitária e social desde a retomada do poder pelo Talibã em 2021. O país possui uma população estimada em 42,1 milhões de habitantes em 2023 . A expectativa de vida ao nascer é de 66,04 anos, com uma ligeira diferença entre os sexos: 67,54 anos para mulheres e 64,47 anos para homens.&nbsp;&nbsp;</p><p>Após a ascensão do Talibã, as mulheres foram excluídas do sistema educacional e do mercado de trabalho, resultando em uma perda significativa no Produto Interno Bruto (PIB) do país. Além disso, a repressão aos direitos humanos, especialmente contra mulheres e minorias étnicas, tem sido uma constante. A crise econômica e social levou ao êxodo de aproximadamente 1,6 milhão de afegãos desde 2021, representando cerca de 4% da população .&nbsp;</p><p>A situação no Afeganistão é descrita como "desastrosa", com uma combinação de repressão política, crise econômica e violação dos direitos humanos. Especialistas alertam para a necessidade urgente de intervenção internacional para mitigar os efeitos dessa crise e promover a estabilidade e o respeito aos direitos fundamentais no país.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 16:37:21 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>rafaellalopesribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/laisdasilvadias123_1/zerzja8upzl8n70u/wish/3452821269</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>DEUTSCHE WELLE. Prazer entre homens é prática comum entre os talibãs. UOL, 26 ago. 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2021/08/26/prazer-entre-homens-e-pratica-comum-entre-os-talibas.htm">https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2021/08/26/prazer-entre-homens-e-pratica-comum-entre-os-talibas.htm</a>. </p></li><li><p>BBC BRASIL. Afeganistão: Talibã afirma que seus combatentes se expõem a risco ao se envolverem com homens. BBC News Brasil, 18 ago. 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-58288755">https://www.bbc.com/portuguese/geral-58288755</a>. </p></li><li><p>CNN BRASIL. Comunidade LGBTQ+ no Afeganistão afirma que está sendo caçada com Talibã no poder. CNN Brasil, 16 ago. 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/comunidade-lgbtq-no-afeganistao-afirma-que-esta-sendo-cacada-com-taliba-no-poder/">https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/comunidade-lgbtq-no-afeganistao-afirma-que-esta-sendo-cacada-com-taliba-no-poder/</a>.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 16:39:19 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>rafaellalopesribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/laisdasilvadias123_1/zerzja8upzl8n70u/wish/3452822851</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O GLOBO. O preço do apartheid de gênero dos talibãs no Afeganistão: 6% do PIB perdidos com exclusão das mulheres. O Globo, 1º mai. 2025. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/01/o-preco-do-apartheid-de-genero-dos-talibas-no-afeganistao-6percent-do-pib-perdidos-com-exclusao-das-mulheres.ghtml">https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/01/o-preco-do-apartheid-de-genero-dos-talibas-no-afeganistao-6percent-do-pib-perdidos-com-exclusao-das-mulheres.ghtml</a>.</p></li><li><p>BBC BRASIL. Afeganistão: Talibã aplica leis duras contra mulheres e comunidades não conformistas. BBC News Brasil, 14 set. 2022. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62548259">https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62548259</a>. </p></li><li><p>O GLOBO. O preço do apartheid de gênero dos talibãs no Afeganistão: 6% do PIB perdidos com exclusão das mulheres. O Globo, 1º mai. 2025. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/01/o-preco-do-apartheid-de-genero-dos-talibas-no-afeganistao-6percent-do-pib-perdidos-com-exclusao-das-mulheres.ghtml">https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/01/o-preco-do-apartheid-de-genero-dos-talibas-no-afeganistao-6percent-do-pib-perdidos-com-exclusao-das-mulheres.ghtml</a>. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 16:40:37 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>rafaellalopesribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/laisdasilvadias123_1/zerzja8upzl8n70u/wish/3452823940</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>AFP. Afeganistão: um mosaico étnico em um país fragmentado. UOL Notícias, 23 ago. 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2021/08/23/afeganistao-um-mosaico-etnico-em-um-pais-fragmentado.htm">https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2021/08/23/afeganistao-um-mosaico-etnico-em-um-pais-fragmentado.htm</a>. </p></li><li><p>ABUNA. Etnias do Afeganistão. ABUNA, [s.d.]. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.abuna.org.br/etniasdoafeganistao">https://www.abuna.org.br/etniasdoafeganistao</a>. A</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 16:41:29 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>rafaellalopesribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/laisdasilvadias123_1/zerzja8upzl8n70u/wish/3452825027</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>MUNDO EDUCAÇÃO. Afeganistão. Mundo Educação, [s.d.]. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/afeganistao.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/afeganistao.htm</a>. </p></li><li><p>MUNDO EDUCAÇÃO. Expectativa de vida. Mundo Educação, [s.d.]. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/expectativa-vida.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/expectativa-vida.htm</a>. </p></li><li><p>RFI. Afeganistão: dois anos após volta de talibãs ao poder, miséria e cerco às mulheres reinam no país. UOL Notícias, 14 ago. 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2023/08/14/afeganistao-dois-anos-apos-volta-de-talibas-ao-poder-miseria-e-cerco-as-mulheres-reinam-no-pais.htm">https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2023/08/14/afeganistao-dois-anos-apos-volta-de-talibas-ao-poder-miseria-e-cerco-as-mulheres-reinam-no-pais.htm</a>.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 16:42:31 UTC</pubDate>
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