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      <title>A Epistemologia Negra como forma de Descolonizar a escrita da História by Wesley Silva</title>
      <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1</link>
      <description>Exposição produzida para a disciplina de Teoria da História - UFRN. Discentes: Cleridiany Silva, Diego Higor, Gabriel Sabino, Jayne Fabian, Mayara Pereira, Mirela Albuquerque e Wesley Silva.
Orientadora: Profa. Dra. Fabíula Sevilha de Souza</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-16 21:35:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>wesleysbx</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil do século XXI ainda é possível escutar discursos contra as políticas públicas voltadas para o povo negro, declarações sobre a existência de um mítico "racismo reverso" saindo da boca daqueles mesmos indivíduos que afirmam não existir racismo no Brasil. Mas afinal, como existe espaço para tais falas em um país majoritariamente negro e afrodescendente?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 16:50:11 UTC</pubDate>
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         <title> Música e artista</title>
         <author>albuquerquemirela55</author>
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         <pubDate>2022-02-16 16:58:22 UTC</pubDate>
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         <title>Chimamanda Adichie e o perigo de uma história única</title>
         <author>mayarapereira012</author>
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         <pubDate>2022-02-16 17:00:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>albuquerquemirela55</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 17:00:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>albuquerquemirela55</author>
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         <description><![CDATA[<div>Leandro Assis é formado em comunicação social pela PUC-RJ, autor de diversos roteiros. A partir de 2019 começou a ilustrar quadrinhos compartilhados em sua conta do Instagram, um projeto em conjunto com Triscila Oliveira, onde, postam tirinhas abordando temáticas como racismo, homofobia, machismo e desigualdade social. As suas obras de destaque são “Os Santos - Uma Tira de Ódio” e “Confinados”.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 17:02:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cleryyany2014</author>
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         <description><![CDATA[<div>Djamila Ribeiro é uma ativista social, filósofa, professora e escritora, sua luta contra as desigualdades se baseia principalmente pelo direito das mulheres e dos negros. Uma de suas principais obras é o livro intitulado “Pequeno manual antirracista”, publicado no ano de 2019, no livro a autora apresenta onze pontos para se pensar contra o racismo, a partir também de outros pensadores brasileiros, abordando questões como o lugar de fala, meritocracia, democracia racial e entre outros.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 17:02:42 UTC</pubDate>
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         <title>Poema-musicado</title>
         <author>albuquerquemirela55</author>
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         <pubDate>2022-02-16 17:05:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>albuquerquemirela55</author>
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         <pubDate>2022-02-16 17:06:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mayarapereira012</author>
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         <description><![CDATA[<div>A série “When They See Us”, traduzida para o português como “Olhos que condenam”, é uma produção de 2019, baseada em fatos reais, explora o caso de cinco garotos negros que foram acusados e condenados injustamente de estuprarem uma mulher no Central Park. A série aborda desde antes do crime, como eram as suas vidas, assim como todo o julgamento e a condenação, até serem inocentados anos depois após ser encontrado o DNA do verdadeiro culpado e de nenhum dos acusados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 17:06:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabrielspsoliveira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 17:40:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cleryyany2014</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, seja bem vindo!<br><br>O presente trabalho parte da necessidade de dialogarmos sobre os impactos do racismo estrutural nas produções e concepções históricas, geográficas, políticas, religiosas e culturais da sociedade brasileira. Buscamos por meio deste, dar ênfase à pluralidade de narrativas e as múltiplas realidades presentes no Brasil,&nbsp; trazendo aqui um mural sobre como a Epistemologia Negra pode contribuir para a práxis da Teoria da História.<br><br>Buscamos oferecer, através dessa exposição, opções de fontes ou materiais que poderiam ser utilizados como ferramentas didáticas na sala de aula do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, para trabalhar a História da África e a História Afrobrasileira.<br><br>Esperamos que gostem e que seja uma exposição proveitosa!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 21:18:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>wesleysbx</author>
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         <description><![CDATA[<div>Outro mito que se criou em torno da cultura negra é da sua passividade em frente da escravidão. Mas tudo o que nós fazemos desde então é resistir, resistimos através das rodas de capoeiras e de chorinho, da música, das nossas religiões e através do pretuguês, seja no campo físico ou mental, como afirma Frantz Fanon.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 21:28:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>wesleysbx</author>
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         <description><![CDATA[<div>A luta antirracismo, que é uma das temática para se abordar as produções epistémicas negras, é uma demanda de que o sujeito e a cultura negra não se torne apenas a figura central de uma história, mas que a ele seja atrelado um caráter positivo, com qualidades positivas e repleto de valores e desejos, ausente de qualquer pré-juizo ou preconceito como qualquer ser humano.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 01:47:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>wesleysbx</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2052217932</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, o uso da escravidão começa por volta da década de 1530, até chegarmos na considerada primeira das Leis Abolicionistas do Brasil, a Lei Eusébio de Queirós (1850), ocorre um espaço de 320 anos, e até a abolição oficial da escravidão podemos acrescentar mais 38 anos. No entanto, muito antes mesmo da nossa terra virar colônia, já se produzia escritos sobre os povos de origem africana, sobre sua cultura, rituais religiosos e tudo isso sob uma perspectiva europeia depreciativa. Apenas no final do século XX, é que se tem as primeiras produções acadêmicas da História da África e afrodiaspórica produzidas por vozes negras e no Brasil a primeira Lei que surge assegurando a presença desse conteúdo na sala de aula é concebida em 2003. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 01:57:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cleryyany2014</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lélia&nbsp; Gonzalez&nbsp; foi uma grande intelectual&nbsp; do&nbsp; Brasil&nbsp; no&nbsp; contexto&nbsp; das lutas&nbsp; contra&nbsp; a&nbsp; ditadura&nbsp; militar&nbsp; e&nbsp; pela&nbsp; democratização brasileira.&nbsp; Foi cofundadora&nbsp; do Movimento&nbsp; Negro&nbsp; Unificado&nbsp; (MNU)&nbsp; e&nbsp; esteve&nbsp; na&nbsp; formação&nbsp; de&nbsp; partidos&nbsp; de oposição&nbsp; ao&nbsp; regime&nbsp; militar.&nbsp; Atuou&nbsp; nas&nbsp; mobilizações&nbsp; civis&nbsp; brasileiras&nbsp; contra&nbsp; o apartheid&nbsp; na&nbsp; África&nbsp; do&nbsp; Sul&nbsp; e&nbsp; cofundou&nbsp; o periódico Nzinga Informativo —&nbsp; Coletivo&nbsp; de Mulheres&nbsp; Negras.&nbsp; Ela&nbsp; também&nbsp; colaborou&nbsp; com&nbsp; deputados&nbsp; negros&nbsp; durante&nbsp; o processo&nbsp; constituinte&nbsp; (de 1986 a 1988),&nbsp; além&nbsp; de&nbsp; ter&nbsp; integrado&nbsp; o&nbsp; primeiro&nbsp; Conselho Nacional&nbsp; dos&nbsp; Direitos&nbsp; da&nbsp; Mulher.&nbsp; Participou&nbsp; ainda&nbsp; de&nbsp; inúmeros&nbsp; encontros feministas&nbsp; e&nbsp; de&nbsp; mulheres&nbsp; negras&nbsp; no&nbsp; Brasil&nbsp; e&nbsp; em&nbsp; outras&nbsp; partes&nbsp; do&nbsp; mundo, muitos&nbsp; deles&nbsp; promovidos&nbsp; pelas&nbsp; Nações&nbsp; Unidas&nbsp; durante&nbsp; a&nbsp; Década&nbsp; da&nbsp; Mulher, na América do Sul, Caribe, Europa e África. Dois importantes termos foram cunhados por Lélia, sendo eles a amefricanidade e o pretuguês. A amefricanidade, nos permite abranger geograficamente e culturalmente toda a América, além de ser uma categoria político-cultural, que se refere às mudanças ocasionadas nas culturas dos países transformados pela diáspora africana e a colonização. O termo "pretuguês", é justamente o resultado dessa diáspora na língua falada no Brasil, uma junção entre o português e a africanização, o preto, como era chamado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 02:03:26 UTC</pubDate>
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         <title>Por um feminismo afro-latino-americano</title>
         <author>cleryyany2014</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2052232666</link>
         <description><![CDATA[<div>Em seus escritos, Lélia discursa sobre assuntos importantes para a Segunda Escrita do Negro: a democracia racial, o feminismo, o movimento negro, a questão nacional, a cultura brasileira, a democracia, o racismo, o sexismo, as resistências sociais, culturais e políticas, a organização coletiva e a crítica ao eurocentrismo.<br><br><br></div><blockquote>Mas o aspecto que nos interessa aqui é&nbsp; o do modelo estético ocidental (branco) que nos foi imposto como superior&nbsp; ideal a ser atingido. Por isso mesmo&nbsp; nós, negras e negros, éramos sempre&nbsp; vistos como o oposto daquele modelo&nbsp; através do reforço pejorativo das&nbsp; nossas características físicas: cabelo&nbsp; ruim, nariz chato ou fornalha, beiços ao invés de lábios, tudo isso resumido na&nbsp; expressão “feições&nbsp; grossas ou&nbsp; grosseiras ”.<br>– Odara Dudu: Beleza negra</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 02:08:10 UTC</pubDate>
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         <title>Lélia Gonzalez em sala de aula</title>
         <author>cleryyany2014</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2052238243</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensando na construção de um Plano de aula, a ideia proposta é: O protagonismo da mulher negra na formação social do Brasil dos anos de 1964-1988.&nbsp;<br>A partir do estudo e análise do período que corresponde a Ditadura Militar brasileira, buscamos fazer com que os alunos compreendam as formas de resistência e reafirmação de grupos que lutaram contra esse regime autoritário, resgatando a memória e a atuação do movimento feminista e negro através da figura de Lélia Gonzalez, bem como os impactos dos seus ideais na Constituição Federal de 1988. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 02:12:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lélia Gonzalez e a luta social</title>
         <author>cleryyany2014</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2052246862</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 02:19:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências bibliográficas</title>
         <author>cleryyany2014</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2052262413</link>
         <description><![CDATA[<div><br>GONZALEZ, Lélia.<strong> Por um feminismo afro-latino-americano</strong>. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2020.<br><br></div><div>Onde estavam as mulheres negras na ditadura militar?. Disponível em: <a href="https://www.geledes.org.br/onde-estavam-as-mulheres-negras-na-ditadura-militar/">https://www.geledes.org.br/onde-estavam-as-mulheres-negras-na-ditadura-militar</a> Acesso em: 9 de abr. de 2021.<br><br></div><div>Lélia Gonzalez: A mulher que revolucionou o movimento negro. Disponível em: <a href="http://www.palmares.gov.br/?p=53181">http://www.palmares.gov.br/?p=53181</a>. Acesso em: 9 de abr. de 2021.<br><br></div><div>Intelectual e feminista: Lélia Gonzalez, a mulher que revolucionou o movimento negro.imento-negro. Disponível em: <a href="https://www.brasildefato.com.br/2018/02/01/intelectual-e-feminista-lelia-gonzalez-a-mulher-que-revolucionou-o-movimento-negro/">https://www.brasildefato.com.br/2018/02/01/intelectual-e-feminista-lelia-gonzalez-a-mulher-que-revolucionou-o-movimento-negro/</a>. Acesso em: 9 de abr. de 2021.&nbsp;<br><br></div><div>Lélia Gonzalez. Disponível em: <a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/ensaistas/1204-lelia-gonzalez">http://www.letras.ufmg.br/literafro/ensaistas/1204-lelia-gonzalez</a>. Acesso em: 9 de abr. de 2021.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 02:31:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Emicida em sala de aula</title>
         <author>cleryyany2014</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2052283818</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Emicida em suas músicas responde ao preconceito e o racismo como maneira de reflexão a está presente problemática da sociedade. Um exemplo de música de sua autoria é a intitulada “Inácio da Catingueira”, o qual conta a história de um escravo que por meio da música e da poesia recebeu “destaque” em sua época e conquistou sua liberdade ao vencer batalhas repentistas.<br>A partir da figura do Inácio, propomos o questionamento de como era o contexto da escravidão brasileira e o que compunha a realidade do escravo, bem como quais eram as relações que se estabeleciam nessa dimensão social e histórica.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 02:45:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>wesleysbx</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2052296804</link>
         <description><![CDATA[<div>As disparidades que surgem a partir desse longo período de repressão e dessa idealização do sujeito negro, afrodescendente, por um olhar eurocêntrico reforçado pela falta de produções que ressaltem a cultura afro-brasileira gera no indivíduo uma falta de reconhecimento, como se ele não pertence-se à aquele grupo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 02:55:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cleryyany2014</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2052299006</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Leandro Roque de Oliveira, ou como é mais conhecido popularmente Emicida, nasceu na cidade de São Paulo no ano de 1985. Filho de Miguel de Oliveira e Dona Jacira, que assim como grande parte das mães negras da periferia trabalhou duro, recebendo pouco para criar seus filhos. É pai de Estela (2010) e Tereza (2018).</div><div><br>Fundou com seu irmão Evandro “Fióti”, mais alguns amigos, a produtora “Na Humilde Crew” - hoje chamada de Laboratório Fantasma.</div><div><br>Já foi pintor, pedreiro, feirante e vendedor de cachorro quente, assistente de produção musical e desenhista, hoje é cantor e escritor, em colaboração com a Laboratório Fantasma já produziu inúmeras coleções de roupas inspiradas na cultura afro-brasileira, levando-as até as passarelas na São Paulo Fashion Week em 2017. Escreveu livros e audiobooks infantis e documentários como AmarElo, produziu também outros artistas que também pautam a africanidade na cultura brasileira como Drik Barbosa e Rael. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 02:57:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>diegosilva070</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053001864</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Angela</strong> <strong>Davis</strong> é uma filósofa, escritora, professora e ativista estadunidense. Desde a década de 1960, Davis luta pelos direitos da população negra e das mulheres nos Estados Unidos.<br>Nos movimentos sociais, defende a igualdade entre negros e brancos e a igualdade de gênero, além de teorizar acerca da importância do feminismo negro para reconhecer as dificuldades da mulher negra na sociedade, que, além de sofrer pela misoginia, sofre também pelo racismo.<br>Além disso, Davis tinha como ideias a abolição de presídios, resistência negra feminina e da pesquisa da ligação com o racismo com a violência sexual.<br>Entre suas séries de obras realizadas Angela, possui a obra <strong><em>Mulheres, Cultura e Política. </em></strong><strong>Na obra de 1989, a autora relata uma perspectiva geral mundial sobre o feminismo negro.<br></strong><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 11:37:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mayarapereira012</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053018851</link>
         <description><![CDATA[<div>A charge intitulada "Racismo" é de autoria de Carlos Lutuff, ilustrador/chargista e ativista político brasileiro, corresponde ao ano de 2020, é composta pelo desenho de um corpo com uma etiqueta que apontaria a causa da morte por racismo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 11:50:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Outro jovem negro assassinado</title>
         <author>mayarapereira012</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053029579</link>
         <description><![CDATA[<div>A charge é de autoria do cartunista e ilustrador Junião, o qual teve espaço em diversos veículos de imprensa brasileira, como Diário do Povo, Folha de São Paulo, entre outros. Atualmente contribui com o El País Brasil e o Ponte Jornalismo. Publicada no ano de 2014, a charge intitulada "Outro jovem negro assassinado" é composta por um policial que entrega um arquivo afirmando que cometeu mais um engano, a sua frente, um homem recebe os seus papéis e atrás dele há uma montanha de papéis que podemos entender como uma repetição de casos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 11:59:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>mayarapereira012</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053040805</link>
         <description><![CDATA[<div>Chimamanda Ngozi Adichie nasceu em Enugu, na Nigéria, em 1977. É autora dos romances Meio sol amarelo (2008) – vencedor do Orange Prize, adaptado para o cinema em 2013 –, Hibisco roxo (2011) e Americanah (2014), além da coleção de contos No seu pescoço (2009), todos publicados no Brasil pela Companhia das Letras. Sua obra foi traduzida para mais de trinta línguas e apareceu em inúmeros periódicos, como as revistas New Yorker e Granta. Chimamanda vive entre a Nigéria e os Estados Unidos.&nbsp;<br>Considerada uma das principais escritoras contemporâneas, desempenha um papel fundamental para a literatura africana com obras que abordam assuntos como raça, racismo, desigualdades raciais, conflitos religiosos, entre outros. Participou da conferência proporcionada pelo TEDGlobal em 2009, a qual discursou sobre “O perigo de uma história única”, onde fala sobre suas experiências com leituras eurocêntricas e a transformação a partir do seu primeiro contato com obras de autores africanos.<br>Juntas, suas conferências no TED já somam mais de 20 milhões de visualizações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 12:08:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mayarapereira012</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053046060</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo a escritora Chimamanda, em <em>O perigo da história única</em>, cria-se uma única história, quando mostramos um povo como se fosse somente uma coisa, um objeto do discurso dos outros. Para a escritora, é impossível falar da história única sem se falar de poder, uma vez que quem conta a história única é quem detém poder, seja ele económico, político ou epistémico. O poder, para além de ter a capacidade de contar a história de outra pessoa, consegue fazer com que esta história seja definitiva. Para Léila Gonzalez: <em>A hierarquização de saberes como produto da classificação racial da população dá o privilégio social e epistémico à ciência eurocêntrica.</em> (Ribeiro, 2017, p. 26).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 12:12:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Chimamanda Adichie em sala de aula </title>
         <author>mayarapereira012</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053067119</link>
         <description><![CDATA[<div>Pode-se trabalhar com esse material, em temáticas como: o Estado Novo, que aconteceu em 1937 e 1945, e a Ditadura Militar, que aconteceu entre 1964 e 1985. Retratando o processo xenofóbico e fascista, para com outras etnias e raças, das quais são contra o que o regime autoritário propõe, sendo assim, os alunos poderão compreender também, como decorreu os regimes totalitários europeus, stalinismo, nazismo e fascismo. O professor poderá fazer uma ligação entre o que estava se passando no Brasil, como país da América Latina, e relacionar com o totalitarismo que se passava na Europa.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 12:29:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cleryyany2014</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053245549</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste pequeno manual, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro trata de temas como atualidade do racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos. Em onze capítulos curtos e contundentes, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas. Já há muitos anos se solidifica a percepção de que o racismo está arraigado em nossa sociedade, criando desigualdades e abismos sociais: trata-se de um sistema de opressão que nega direitos, e não um simples ato de vontade de um sujeito. Reconhecer as raízes e o impacto do racismo pode ser paralisante. Afinal, como enfrentar um monstro desse tamanho? Djamila Ribeiro argumenta que a prática antirracista é urgente e se dá nas atitudes mais cotidianas. E mais ainda: é uma luta de todas e todos.<br><br>* Prêmio Jabuti 2020 na categoria Ciências humanas. *</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 14:01:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>cleryyany2014</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053289739</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/6JEdZQUmdbc" />
         <pubDate>2022-02-17 14:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quem somos</title>
         <author>cleryyany2014</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053292985</link>
         <description><![CDATA[<div>Somos um grupo de alunos graduandos no curso de Licenciatura em História. A exposição do nosso Padlet, constitui inicialmente como uma avaliação para a disciplina de Teoria da História. Construímos um acervo de materiais voltados para a epistemologia negra que pode ser alimentado pelos próprios visitantes, para mais informações pode visitar a aba "Colabore com o acervo".<br>A página se propõem a ser alimentada e monitorada constantemente, todos os materiais expostos por nós tem o como único objetivo a educação, sem fins lucrativos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 14:21:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>wesleysbx</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053329424</link>
         <description><![CDATA[<div>A proposta de se construir produções que pautam a descolonialidade não é de negar um passado opressor e fazer de conta que não carregamos na sociedade atual marcas do mesmo, mas por outro lado, tentar desconstruir, desnaturalizar e até mesmo pensar a partir dessa problemática para que desta forma possamos desinstalar essas configurações que são inseridas na nossa forma de pensar. Abrindo espaços, mais meios de se chegar a informação e estimulando novas produções intelectuais de conhecimento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 14:37:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências bibliográficas</title>
         <author>wesleysbx</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053408852</link>
         <description><![CDATA[<div>IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. <strong>Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil. </strong>Disponível em: <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/25844-desigualdades-sociais-por-cor-ou-raca.html?=&amp;t=sobre">https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/25844-desigualdades-sociais-por-cor-ou-raca.html?=&amp;t=sobre</a>. Acesso em: 15 de abr, de 2021.<br><br>Emicida. Youtube. Criado em: 03 de maio de 2006. Disponível em: <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJ53-i88ymgy7RDBPpb4PEg">https://www.youtube.com/channel/UCJ53-i88ymgy7RDBPpb4PEg</a>. Acesso em: 13 de fev, de 2022.<br><br>SANTOS, Luan Mesan Grossmann Mendes dos. <strong>Ordenações Afonsinas, Manuelinas, Filipinas. </strong>As Ordenações Portuguesas impostas no Brasil. Jusbrasil. Disponível em: <a href="https://doutor-da-lei.jusbrasil.com.br/artigos/540987951/ordenacoes-afonsinas-manuelinas-filipinas-as-ordenacoes-portuguesas-impostas-no-brasil">https://doutor-da-lei.jusbrasil.com.br/artigos/540987951/ordenacoes-afonsinas-manuelinas-filipinas-as-ordenacoes-portuguesas-impostas-no-brasil</a>. Acesso em: 13 de fev, de 2022.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 15:11:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>albuquerquemirela55</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053485135</link>
         <description><![CDATA[<div>Carolina Maria de Jesus é uma mulher negra, considerada uma das primeiras escritoras negras do Brasil, autora de diversas obras. Seu primeiro livro publicado foi em 1960, intitulado “Quarto de Despejo”, um diário onde ela faz relatos de suas vivências como moradora da favela do Canindé, Zona Norte de São Paulo, além das dificuldades para sustentar os seus filhos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 15:44:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Ju!</title>
         <author>albuquerquemirela55</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053518077</link>
         <description><![CDATA[<div>Link para a publicação completa: https://www.instagram.com/p/CUr2xtIhc5s/?utm_source=ig_web_copy_link</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/p/CUr2xtIhc5s/?utm_source=ig_web_copy_link" />
         <pubDate>2022-02-17 15:59:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jaynefabian124</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053597624</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Elza Gomes da Conceição, mais conhecida como Elza Soares, nasceu em 1930 na cidade do Rio de Janeiro. Teve uma realidade dura, é de uma família humilde e morava na periferia, tendo que ajudar desde criança a mãe nos serviços domésticos.&nbsp;</div><div>Em sua carreira artística, foi cantora, compositora, trilhou por diversos gêneros musicais como o jazz e o samba-jazz.&nbsp;</div><div>Sendo um dos maiores nomes da música popular brasileira, em suas músicas tratou de problemas como a fome, a violência e o racismo, sendo resistência a essa prática velada em nossa sociedade. Em sua música intitulada “A carne”, Elza aborda denúncias sobre o preconceito e como a sociedade enxerga e trata o negro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 16:34:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Davis sobre Revolução, Racismo e Violência</title>
         <author>diegosilva070</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053654049</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 17:00:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Davis em sala de aula</title>
         <author>diegosilva070</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053693477</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensando na realização de uma atividade para sala de aula, o plano de aula partiria da premissa: A participação da mulher negra na construção dos direitos civis dos negros americanos entre as décadas de 1950 e 1960.<br>O planejamento e execução do plano de aula partiria da ideia de representatividade de Angela Davis no movimento negro e  movimento dos pantera negras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 17:19:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências bibliográficas</title>
         <author>diegosilva070</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053720258</link>
         <description><![CDATA[<div>Disponível em: <a href="https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/angela-davis.htm">https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/angela-davis.htm</a>. Acesso: 15 Fev. 2022. <br>Disponível em: <a href="https://blog-online.pucrs.br/public/quem-e-angela-davis/">https://blog-online.pucrs.br/public/quem-e-angela-davis/</a>. Acesso: 15 Fev. 2022.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 17:32:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>diegosilva070</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053759035</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Audre Lorde</strong> foi uma poeta americana, nascida em Nova Iorque a 18 de fevereiro de 1934, em uma família de imigrantes do Caribe.<br>A autora começou a publicar seus trabalhos em 1960, seus primeiros engajamentos são nos movimentos Feminista, Anti-Guerra e dos Direitos Civis.<br><br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1580349990/2f4b442f63078d7dad1367f1c3c07643/Audre_Lorde.jpg" />
         <pubDate>2022-02-17 17:52:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O ativismo negro de Audre Lorde</title>
         <author>diegosilva070</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053763588</link>
         <description><![CDATA[<div>O ativismo feminista de Audre Lorde foi importante e polêmico, ao acusar o Movimento Feminista norte-americano, dominado por ensaístas e ativistas brancas, de ignorar a questão racial do problema, e por focar-se nas experiências de mulheres brancas da classe média. Audre Lorde insistiu que questões de raça, sexualidade, idade, classe e até mesmo saúde influíam e definiam as experiências particulares de cada mulher, e precisavam, portanto, ser abordadas de formas específicas.<br>No documentário <em>A Litany for Survival: The Life and Work of Audre Lorde</em>, de Ada Gay Griffin e Michelle Parkerson, no documentário a autora relatou a necessidade as questões raciais.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-17 17:54:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jaynefabian124</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053788011</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Victoria Eugenia Santa Cruz Gamarra foi poeta, coreógrafa, desenhista, professora e ativista afro-peruana. Nasceu em La Victoria, Peru, em 1922, é filha de Nicomedes Santa Cruz Aparício, importante dramaturgo, e Victoria Gamarra, bailarina de marinera.&nbsp;</div><div>Fundou em 1958, em conjunto com seu irmão Nicomedes Santa Cruz Gamarra, o grupo Cumanana, o qual visava recuperar e divulgar a cultura musical afro-peruana. Também criou a Companhia de Teatro e Dança Negras do Peru, onde realizou diversas apresentações nos melhores teatros e na televisão.&nbsp;</div><div>Em seus trabalhos é evidente sua dedicação em afirmar a sua identidade como negra e mulher latino-americana. No poema “Gritaram-me negra”, a mesma expõe como ser chamada de negra aos 7 anos de idade trouxe um peso e reflexão do que significa ser negra, junto a um processo de afirmação de sua identidade. O poema ritmado enfatiza o espaço que a autora criou de autoafirmação da sua cultura e de repulsa a violência direcionada às pessoas negras.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 18:06:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Audre Lorde em sala de aula</title>
         <author>diegosilva070</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053788902</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensando numa perspectiva de sala de aula, Audre Lorde, ai ideia proposta é: A construção da representatividade feminina negra a partir das décadas 60 a 90.<br>Assim, a proposta parte da premissa de usar a autora como construção de uma representatividade negra.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-17 18:06:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências bibliográficas:</title>
         <author>diegosilva070</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053793212</link>
         <description><![CDATA[<div>Disponível em: https://www.escritas.org/pt/bio/audre-lorde. Acesso em: 15 de Fev. 2022.<br>Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/diversidade/quem-foi-audre-lorde-e-o-que-ela-nos-ensina-sobre-autocuidado-feminino/. Acesso em: 15 de Fev. 2022.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-17 18:09:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053793212</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Referências Bibliográficas</title>
         <author>mayarapereira012</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053798040</link>
         <description><![CDATA[<div>ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O <strong>perigo de uma história única</strong>. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.<br><br>PINTO, Tales dos Santos. "O que é ditadura militar?"; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-e-ditadura-militar.htm. Acesso em 17 de fevereiro de 2022.<br><br>PORFÍRIO, Francisco. "Totalitarismo"; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/totalitarismo.htm. Acesso em 17 de fevereiro de 2022.<br><br>SADA, Juliana. Eu e o Outro: o perigo da história única. <strong>Centro de referência em Educação Integral.</strong> 07 de agosto de 2014. Disponível em: https://educacaointegral.org.br/reportagens/eu-outro-perigo-da-historia-unica/ Acesso em: 14 de agosto de 2022.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://educacaointegral.org.br/reportagens/eu-outro-perigo-da-historia-unica/" />
         <pubDate>2022-02-17 18:11:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jaynefabian124</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2053821172</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Referências bibliográficas:<br><br></strong>Disponível em:&nbsp; https://www.ufrgs.br/arteversa/victoria-santa-cruz-existencia-e-escuta-das-mulheres-negras-em-arte-e-educacao/. Acesso em: 17 de Fev. 2022.<br>Disponível em: http://www.afreaka.com.br/notas/victoria-santa-cruz-forca-de-uma-voz-afro-peruana/. Acesso em: 17 de Fev. 2022.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-17 18:23:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Critica Olhos Que Condenam </title>
         <author>diegosilva070</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054166680</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=l4OgtKz_GuE" />
         <pubDate>2022-02-17 22:11:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>wesleysbx</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054167224</link>
         <description><![CDATA[<div>Se você visitou o nosso Padlet e o nosso material foi útil para a sua pesquisa ou construção do plano de aula, considere apoiar e produzir mais conteúdos em colaboração conosco.<br>Você pode produzir uma seção que será exibida no acervo sobre um autor(a), algum livro, filmes, música ou outras ferramentas que abordam a epistemologia negra em uma perspectiva descolonial que gostaria de ver ou que já utilizou em sala de aula.&nbsp;<br>Assim como pode também preencher o formulário no final do acervo, deixando algum tema que você teria interesse em ver tratado aqui ou outras recomendações.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-17 22:12:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Olhos que condenam&quot; em sala de aula:</title>
         <author>diegosilva070</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054184213</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensando na construção de um plano de aula e em um projeto para a apresentação do tema em aula, a ideia seria: "O racismo estrutural na sociedade americana".&nbsp;<br>A partir da série que analisa o caso que ficou conhecido como os cinco do central Park, é possível pensar a perspectiva do racismo presente na sociedade Americana traçando uma relação com casos existentes na sociedade Brasileira, por fim, esse projeto se respaldaria a partir da constituição cidadã de 1988 que prevê a igualdade e a defesa de direitos iguais e a Lei 10. 639 que prevê a educação da História da África e o estudo de assuntos de valorização negra. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-17 22:28:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>wesleysbx</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054222960</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://forms.gle/ADm4KPNQi2UVNzQC7" />
         <pubDate>2022-02-17 23:08:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Elza Soares em sala de aula </title>
         <author>jaynefabian124</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054230130</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A música “A carne” de Elza Soares faz pertinentes críticas à estrutura social ao apontar em sua canção que <em>a carne mais barata do mercado é a carne negra.&nbsp;</em></div><div>Partindo dessa perspectiva, o professor pode apresentar aos seus alunos o vídeo oficial em conjunto com a letra, podendo dar ênfase a algumas expressões da mesma, como por exemplo: “negar o negro” e “egoismo branco”. Assim, possibilitando entre os alunos&nbsp; questionamentos, reflexões e o debate acerca das desigualdades sociais.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-17 23:17:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Proposta para sala de aula</title>
         <author>mayarapereira012</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054245109</link>
         <description><![CDATA[<div>Os quadrinhos e ilustrações são escritos por Leandro Assis e Triscila Oliveira, neles são retratados cotidianos diversos, como uma mãe solteira criando a filha através de uma renda de doméstica, desejando que sua primogênita não siga o mesmo rumo. Além de abordar temáticas como LGBTQIA+, que trazem um preconceito enraizada. Dessa forma, o professor poderá apresentar uma história em quadrinho para os alunos, entenderem o que seria desigualdade social, por exemplo, como afeta diretamente a vida das pessoas dependendo da sua renda, como a família desse aluno vive, podendo introduzir até mesmo, vivências dos alunos.  </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-17 23:34:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mayarapereira012</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054270097</link>
         <description><![CDATA[<div>Quarto de Despejo traz em seus diários (divididos em dia, mês e ano) o retrato do <strong>cotidiano </strong>da favela de Canindé. Nele, Carolina narra como consegue sobreviver sendo <strong>catadora de lixo e metal</strong> em São Paulo e como a falta de dinheiro e de outro tipo de trabalho afetam a sua vida. <br>Em meio a isso, a autora conta sua rotina vivendo na favela, e como tinha que fazer sacrifícios para seus <strong>três filhos</strong>, já que era <strong>mãe solteira </strong>e tinha que alimentá-los e cuidar de tudo sozinha, além de ter que lidar com o <strong>preconceito</strong> de não casar de novo.<br>Carolina expõe, também, a <strong>invisibilidade social</strong>, pois ela e seus filhos são como pessoas invisíveis, ignoradas por aqueles que têm maior condição social e que não sentem na pele a dor da violência e da pobreza. Neste contexto, a autora conta que <strong>escreve seus diários</strong> (que encontrou quando estava catando lixo) como uma forma de <strong>escapar um pouco da sua realidade</strong>, pois eles trazem <strong>esperança</strong> para ela e a fazem<strong> </strong>sonhar que algum dia alguém irá ler estes relatos e entender o que ela havia passado, <strong>tirando-a de seu status de invisível</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 00:02:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054270097</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Carolina de Jesus em sala de aula</title>
         <author>mayarapereira012</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054274344</link>
         <description><![CDATA[<div>Com uma vasta obra cheia de recursos para a valorização de trajetórias e vivências negras no país, o trabalho de Carolina Maria de Jesus também dialoga com a Lei nº 10.639, que institui a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e africana no Brasil. Para a professora Jamile Menezes da Silva, educadora do 4º ano do Ensino Fundamental na EMEF Professor Darcy Ribeiro em Serra (ES), “o movimento de trazer mulheres negras para a sala de aula surge para a sociedade entender que a história do povo preto sempre existiu e tem muito a ensinar”, diz. Jamile levou a biografia de Carolina e um pouco da obra “Quarto de despejo” para estudar com sua turma, visto que ao refletir sobre o percurso, a relevância da escritora se faz presente no cotidiano por “existirem muitas Carolinas em nossas famílias”.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-02-18 00:07:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências Bibliográficas: </title>
         <author>mayarapereira012</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054283563</link>
         <description><![CDATA[<div>COMO levar a obra de Carolina Maria de Jesus para a sala de aula?. Lunetas, 2021. Disponível em: https://lunetas.com.br/obra-carolina-maria-de-jesus-sala-de-aula/ Acesso em:&nbsp; 11 de fevereiro de 2022.<br><br>JESUS, Carolina Maria de. <strong>Quarto</strong> de <strong>despejo</strong>: diário de uma favelada. São Paulo: Francisco Alves, 2004<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://lunetas.com.br/obra-carolina-maria-de-jesus-sala-de-aula/" />
         <pubDate>2022-02-18 00:16:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gabrielspsoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054355987</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Majur</strong> é uma cantora e compositora, preta e trans não-binária, nascida na periferia de Salvador. Aos 4 anos de idade ela não reconhecia a própria imagem ao se olhar no espelho, e aos 18/19 anos começou a se entender mais, após o surgimento de novos debates acerca de gênero e novas nomenclaturas, não se identificando nem como homem e nem como mulher, portanto se encontrando como uma pessoa não-binária.&nbsp;</div><div>&nbsp;Começou a cantar aos 5 anos de idade, no coral da Orquestra Sinfônica da Juventude de Salvador, e aos 23 anos, em 2018, lançou seu primeiro EP com 3 musicas. Alguns dias após o lançamento nas plataformas digitais, ela foi convidada para desfilar no Afro Fashion Day, ao som de sua musica "Africaniei", sendo a primeira pessoa na história do evento a desfilar usando roupa feminina tendo nascido no sexo masculino.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 01:14:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Majur em sala de aula</title>
         <author>gabrielspsoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054413983</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia é trabalhar dentro da sala de aula a pluralidade existente dentro de um grupo social. Apresentando a perspectiva de pessoas que não pertençam apenas a comunidade negra, mas que sejam Queer/LGBTQ+, de gênero e regionalidades diferentes, bem como abordar questões relacionadas a diversidade religiosa e temáticas sobre as religiões de matrizes afro-brasileiras. A representatividade e as pautas que elas levantam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 01:58:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054413983</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Utilização em sala de aula...</title>
         <author>albuquerquemirela55</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054447078</link>
         <description><![CDATA[<div>Visto que as charges são um recurso que vem conquistando cada vez mais os veículos de informação, é um recurso que também vem ganhando espaço nas salas aulas, e com estas charges a serem trabalhadas, é possível inserir aos alunos sobre a problemática, infelizmente ainda atual, do racismo, a qual todos os indivíduos mencionados nesta exposição buscam combater por suas obras, dentro da epistemologia negra. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 02:26:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2054447078</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FONTES:</title>
         <author>albuquerquemirela55</author>
         <link>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2055089009</link>
         <description><![CDATA[<div>https://biblioo.info/cartunistas-presente-breve-panorama-da-oitava-arte-durante-a-pandemia/<br><br>http://www.seminariolhm.com.br/2018/simposios/06/simp06art05.pdf<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://biblioo.info/cartunistas-presente-breve-panorama-da-oitava-arte-durante-a-pandemia/" />
         <pubDate>2022-02-18 11:35:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/wesleysbx/zdkpbnzksmw4hfw1/wish/2055089009</guid>
      </item>
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