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      <title>UNIVERSIDADE VIGIADA by PAINEL ENGENHARIA ELÉTRICA 60 ANOS</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-30 19:31:47 UTC</pubDate>
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         <title>Para tudo há um tempo?</title>
         <author>alessandrasouza19</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrasouza19/zcm0w6s3rpnasyw/wish/2655578516</link>
         <description><![CDATA[<div><em>É possível afirmar que no ambiente acadêmico a "disciplina' é uma forma de exercício de poder?</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-03 16:09:02 UTC</pubDate>
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         <title>O professor militar</title>
         <author>alessandrasouza19</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrasouza19/zcm0w6s3rpnasyw/wish/2769470649</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 1970, um dos egressos militares do curso de Engenharia Elétrica, volta a compor os quadros da Escola de Engenharia como professor. Dedicado, particularmente, a aquele curso, empenhou-se para sua consolidação. Conseguiu verbas,  especialização, laboratórios e foi  rigoroso com professores e técnicos, no sentido de exigir empenho da força de trabalho. Valores militares foram incorporados e o rigor da autoridade, passou a traduzir a ideologia que sustentava o campo da Engenharia. Opinava nas disciplinas, saberes e currículo; sobre os livros e no modo de ensinar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 19:41:51 UTC</pubDate>
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         <title>Universidade vigiada</title>
         <author>alessandrasouza19</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrasouza19/zcm0w6s3rpnasyw/wish/2769544683</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 1966, eram apenas três os candidatos para a turma de engenheiros eletricistas. Matricularam-se seis alunos militares que ingressaram sem vestibular por serem portadores de diploma de curso superior. Começam em 1967 e concluem em 1968. Colam grau em 1969. Diante de um contexto de ditadura militar, com muitos presos ou cassados, a abertura das portas aos militares estava associada ao prestígio e ao idealismo do desenvolvimento e pela propaganda da época. Assim, a Engenharia Elétrica tem em sua origem uma estreita ligação com o militarismo e passa a personificar a presença de militares na UFG.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 21:04:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Relato do Professor Paulo Bastos Pirillo, Engenheiro e Reitor da UFG (28/08/1973 a 12/12/1974): &quot;Período que, abençoados por Deus, realizamos este trabalho difícil e tumultuado,  sem que houvesse punição grave a qualquer de nossos alunos, professores e funcionários.&quot;</title>
         <author>alessandrasouza19</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrasouza19/zcm0w6s3rpnasyw/wish/2770478530</link>
         <description><![CDATA[<p>O Professor Paulo de Bastos Perillo, ingressou como docente em 1955 na Escola do Brasil Central, entidade mantida pelo Clube de Engenharia. Foi um dos fundadores da Universidade Federal de Goiás, em 1960. Em 1964, por nomeação presidencial, tornou-se Diretor da Escola de Engenharia e contribuiu para criação do curso de Engenharia Elétrica, já previsto no estatuto da antiga Escola de Engenharia do Brasil Central. Foi reeleito para um novo mandato em 1967 e em 1969 recebeu nomeação para a Vice Reitoria. Em 1973, tornou-se Reitor interino, sendo nomeado pelo Presidente General Medice, em 12 de dezembro de 1973. Destinou recursos para ampliação do Campus Samambaia. Nas palavras do Deputado Luiz Bittencourt , ex aluno do curso de Engenharia Civil da UFG: "Muito querido por seus colegas de profissão, sua gestão administrativa no reitorado da UFG foi pontuada pela sensibilidade humana com a qual acolhia os pleitos dos universitários e para os mesmo buscava soluções conciliatórias. Por excelência, era um habilidoso articulador e homem de extrema cordialidade, virtudes que muito contribuíram para que realizasse um reitorado de absoluta integração com o seu corpo discente, tranqüilo e receptivo às reivindicações que lhe eram apresentadas." O Professor Paulo Pirillo faleceu no dia em que a universidade Federal de Goiás completava 43 anos de existência.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/48900/24005" />
         <pubDate>2023-10-31 11:14:03 UTC</pubDate>
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         <title>INFILTRADOS</title>
         <author>alessandrasouza19</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrasouza19/zcm0w6s3rpnasyw/wish/2770715431</link>
         <description><![CDATA[<p>26 de novembro de 1964 - Intervenção militar em Goiás.</p><p>Com militares infiltrados na vida universitária, o curso de Engenharia Elétrica era considerado um foco de delatores. O estudante militar reproduzia no ambiente escolar as mesmas condições  sociais  de dominação do militarismo, como se ele fosse o próprio SNI instalado no curso de Engenharia Elétrica, vigiando os professores e alunos "em nome" do funcionamento do curso.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 14:05:07 UTC</pubDate>
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         <title>ESTRATEGISTA</title>
         <author>alessandrasouza19</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrasouza19/zcm0w6s3rpnasyw/wish/2770782732</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma estratégia adotada pelo Professor Curvo foi eleger-se Diretor da Escola de Engenharia. E apesar do perfil estratégico, não foi exitoso nessa empreitada. Como alternativa buscou espaço entre a hierarquia de  poder da UFG para criar uma nova Escola: A Escola de Engenharia Elétrica. Para atingir o objetivo foi necessário: a separação administrativa dos de Engenharia Civil e Elétrica; a capacitação do corpo docente do curso de Engenharia Elétrica; a adequação para atender os indicadores de produtividade e qualidade impostos pela legislação dentre de um cenário de avaliação, regulação e controle do ensino superior. Novos instrumentos de gestão e ranqueamentos passaram a nortear o universo acadêmico. Assim, as atividades acadêmicas e administrativas passam a ser orientadas por um Plano de Desenvolvimento Institucional, um Planejamento Estratégico, um Projeto Pedagógico. Cursos e estudantes passam a ser ranqueados como se inseridos no mesmo contexto. Apesar dos esforços em atingir o poder no âmbito da Escola de Engenharia,apenas após 24 anos da criação do curso, um Engenheiro Eletricista torna-se vice-diretor da Escola de Engenharia , Professor Paulo Cesar Miranda  (Portaria 00571 de 26 de abril de 1988) que concorreu à função com o professor Urildo de Alcâncatara Campos, apoiado pela Engenharia Civil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 14:44:16 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Quem sabe fazer, sabe ensinar&quot; </title>
         <author>alessandrasouza19</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrasouza19/zcm0w6s3rpnasyw/wish/2770911568</link>
         <description><![CDATA[<p>A concepção pedagógica da educação no período de 1969 a 1980 era orientada por uma prática tecnicista. Neutralidade, racionalidade, eficiência e produtividade norteiam o processo educativo, tornando-o objetivo e operacional. " No início, da Escola de Engenharia, nomes ilustres da área se encarregaram de transmitir conhecimento, como atividade complementar, em tempo parcial. O engenheiro não se sentia educador, mas orgulhava-se por ser engenheiro. " O ensinar  não envolve apenas as práticas que o engenheiro possui, mas também as maneiras pelas quais ele irá dispor desses conhecimentos em sala de aula. Mas, naquela época, não era permitido questionar o modo de ensinar do professor. A hierarquia era rígida: o professor sabia, o aluno não sabia. Não havia diálogo." (Rosângela Nunes, 139). O ambiente de sala de aula era autoritário, com aulas silenciosas, alunos disciplinados e interação zero. A perseguição e o medo estavam instalados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-31 16:03:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alessandrasouza19</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrasouza19/zcm0w6s3rpnasyw/wish/2799714035</link>
         <description><![CDATA[<p>A criação em departamentos, deu à Engenharia Civil a seguinte estrutura (Construção, Estruturas Hidráulicas e Saneamento) e 2 departamentos para o curso de Engenharia Elétrica (Eletrotécnica e Eletrônica e Sistemas). Como instância superior havia a Congregação da Escola de Engenharia. A Engenharia Civil contava com um a maioria dos professores e ocupavam todos os cargos estratégicos na gestão da Escola (Diretor, Vice-diretor e Presidente do Colegiado dos Cursos. Portanto, decidiam sobre verbas, vagas em concursos, ocupação do espaço físico, representatividade nos conselhos superiores. Foi, então, que, estrategicamente, os chefes de departamento da Elétrica, depois de muita discussão,  conseguiram que houvesse alternância de poder: um mandato seria de Engenheiro Civil e outro de Engenheiro Eletricista. Mas era na vice direção. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 19:04:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alessandrasouza19</author>
         <link>https://padlet.com/alessandrasouza19/zcm0w6s3rpnasyw/wish/2799720112</link>
         <description><![CDATA[<p>Intenções e estratégias de agentes individuais e coletivos, de forma consciente, ao longo da história da Escola de Engenharia Elétrica, forma orientadas para uma identidade neste campo. Para além disso, toda uma legislação, um momento histórico que favorecia esse cenário, para muito além do desejo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 19:13:42 UTC</pubDate>
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