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      <title>Mídias Digitais by Profa. Patricia Gallo</title>
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      <description>Conceituando os termos que se relacionam com o entendimento de Mídias Digitais.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-21 14:34:56 UTC</pubDate>
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         <title>Julia Battscher Gregório </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O termo “prosumer” surgiu na década de 1980, cunhado pelo autor Alvin Tofler. A palavra origina da mistura entre os termos “producer” e “consumer” (produtor e consumidor em inglês), usada para designar um novo comportamento no mercado. De modo geral, o prosumer nada mais é do que um consumidor ativo na área. Aquele que produz conteúdo, gera insights e contribui com o processo criativo de um produto ou serviço. São pessoas com estilos de vida próprios, que tomam decisões calculadas durante o processo de compra.</p><p><br></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://inovacaosebraeminas.com.br/artigo/prosumer-entenda-o-novo-consumidor#error=login_required&amp;state=3d172bba-16e2-4934-84bd-b61904ca7390">https://inovacaosebraeminas.com.br/artigo/prosumer-entenda-o-novo-consumidor#error=login_required&amp;state=3d172bba-16e2-4934-84bd-b61904ca7390</a></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 01:31:36 UTC</pubDate>
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         <title>Luana dos Santos Silva </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu conceito: </p><p><br/></p><p>Prosumer, tem um significado amplo, que se define através de produtos que você realiza ou apenas participa de sua criação, e pode também, ser seu consumidor. Para que dessa forma, tenha mais praticidade e economia. </p><p><br/></p><p>Citação: </p><p><br/></p><p>“O termo prosumers foi criado em 1980 por Alvin Toffler (1980) em um contexto bastante diferente do de hoje, porém, com os mesmos princípios. Era denominado prosumer o consumidor que optava pelo "faça você mesmo" e não dependia mais de serviços terceirizados e bens de consumo prontos. O prosumer estava cada vez mais apto a solucionar seus problemas sozinho, por questões de economia e praticidade”.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 01:33:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Laura Cristina Rocha </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Entendimento: prosumer é o um termo usado para um produtor que consome um determinado produto e faz daquilo um meio para produzir conteúdo nas redes sociais</p><p><br/></p><p><br/></p><p>De acordo com a Profª Drª Brasilina Passarelli no artigo acadêmico de pós-graduação da USP: o prosumer, um sujeito atuante na produção e consumo de informações em rede. Esse novo tipo de engajamento comunicativo de nosso tempo, bem como das práticas e literacias emergentes desse cenário, são contextualizados no âmbito da comunicação em rede.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://scholar.googleusercontent.com/scholar?q=cache:wjd27e1VMeUJ:scholar.google.com/+prosumer&amp;hl=pt-BR&amp;lr=lang_pt&amp;as_sdt=0,5">https://scholar.googleusercontent.com/scholar?q=cache:wjd27e1VMeUJ:scholar.google.com/+prosumer&amp;hl=pt-BR&amp;lr=lang_pt&amp;as_sdt=0,5</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 01:34:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Julia Ribeiro Fontes </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Citação: </p><p>Prosumer: o novo protagonista da comunicação</p><p>Pâmela Monique Cardoso Bório</p><p><em>Universidade Federal da Paraíba, 2014</em></p><p><em>baseado por </em>Alvin Tofler</p><p><br>“O prosumer pode ser comparado ao produtor da época que antecede o capitalismo, mas que agora ressurge como produtor de informação midiática, forte e influente, participando ativamente na elaboração de conteúdos informativos diversos nas novas mídias: Internet e TV Digital–TVDi.”</p><p><br></p><p>Meu conceito: </p><p><br></p><p>Prosumer é o que consumimos e o que tiramos de informação disso para produzir conteúdo sobre o assunto, ou seja, compro uma maquiagem e faço um vídeo dando minha opinião sobre ela e se indico ou não o produto. Em casos de pessoas com muito engajamento as marcas pagam para opinar sobre o produto.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://scholar.google.com.br/scholar?hl=pt-BR&amp;as_sdt=0%2C5&amp;q=o+que+%C3%A9+prosumer&amp;lr=lang_pt&amp;oq=#d=gs_qabs&amp;t=1712625918582&amp;u=%23p%3DxqDjfURynBgJ" />
         <pubDate>2024-04-09 01:35:02 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus Hideky Konichi </title>
         <author>mhidekykonichi</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Esta maneira de concepção minimiza o papel do produtor intermediário e atribui esta função ao próprio consumidor final, surgindo, a partir desta combinação, a figura híbrida do prossumidor (prosumer)." &nbsp; -Yasmin Carolini Thomeo.<br><br>Este é o termo que formaliza algo que já era praticado por muitos consumidores, tanto positivamente quanto negativamente.<br>O que podemos dizer é que como consequência desse novo "emprego", tem se diminuindo a procura das empresas por grandes produções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 01:39:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Julia Lanzi 1BN </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu entendimento: </p><p>Prosumer é quando o consumidor participa do processo de criação dos serviços. O consumidor, além de comprar, ajuda no engajamento do produto, para ser alcançado por várias pessoas. Sendo uma combinação de produto e consumidor.</p><p><br/></p><p>Citação:</p><p>Para Tapscott e Williams (2011), no paradigma que coloca o prosumer como ator central, os consumidores querem um papel verdadeiro no desenvolvimento dos bens - tangíveis ou intangíveis - do futuro, e eles farão isso na rede, de acordo com regras e fins próprios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 02:23:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mariana Rodrigues Tazioli </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>“no cenário da criação de produtos pelos consumidores, eles podem desempenhar o papel de colaboradores ou ainda criadores, fazendo surgir a figura do prosumer, termo bastante difundido por Toler (1980), e que une a ideia de produtor (em inglês, producer) e de consumidor (em inglês, consumer).(…)Eles não são somente consumidores, mas prosumers, que coinovam e coproduzem o que consomem, compartilhando ideias, dicas e modicações de produtos que julgam relevantes.”</p><p>Citador/autor:Toler 1980</p><p>Comentário:Um "prosumer" é uma junção de duas palavras:"produtor" (producer) e "consumidor" (consumer). </p><p>É uma pessoa que não apenas consome produtos ou serviços, mas também os produz. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/54840591/Artigo-6-Communicare-17-Edicao-Especial-libre.pdf?1509125252=&amp;response-content-disposition=inline%3B+filename%3DProsumers_colaboradores_cocriadores_e_in.pdf&amp;Expires=1712629334&amp;Signature=ctey6CAQJW0NZ7-c5Fb2l4AG1dYfEAf0rOZwqByBwnnnPV2juPUaPSLsO9lySqJoBfROX-yUdxtRjZ05BNkwMZNccA5wRgV~fXCSyBcm85VKySDQjWHg0g0wIkMEn35vK2OzJpC679tpdTGoH8GuwvNUsnvx41zdkOfZKWpPUngTMtMvnUx0pwxEJjtJbD58sPFMXbQlw6UA6M6f6ETNH8Fnh6UNnXVJoSvR8tWVQA93ePqnX8LBFjkHo1JQjQPuDEHcfTLAeP0hoOGjOsID~-lVRrz7989hjmcyq7nOQ6T3mzSdFNsYhIKMQbLBIcsytMYaQAcsEh6e0png7~vpgQ__&amp;Key-Pair-Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4ZA" />
         <pubDate>2024-04-09 16:12:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Giovanna Assumpção 01BN</title>
         <author>giovannaassumpcao</author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2949040532</link>
         <description><![CDATA[<p>Após ler o artigo citado acima, pude concluir que os prosumer são um tipo de consumidores "fora da curva". Eles vão além de meros compradores de produtos impostos pelas empresas, eles entendem muito bem o que querem e tem seus objetivos muito bem traçados e claros. Seu tipo de consumo é baseado em seu estilo de vida e escolhas, além de influenciarem as empresas na produção de produtos que atendem, exatamente, suas necessidades. Essa característica de consumo tem chamado cada vez mais atenção das empresas, já que os prosumers tem um impacto significativo na forma de consumo geral e acaba colaborando no processo criativo de novos produtos ou a reformulação deles.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 01:57:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Heloisa Monteiro 1BN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Citação: Segundo Raquel Recuero (2011, p. 16), a era da hiperconexão nas redes sociais online favorece a atuação dos prosumers, que estão em rede comentando, discutindo e participando. É a era do relacionamento, quando essas “conversações públicas também oferecem um substrato para novas formas de serviços, marketing e publicidade mais direcionados e mais conversacionais”</p><p><br/></p><p>Conceito:<strong> PROSUMER-</strong>É o consumidor que participa do processo de criação dos serviços ou produtos que uma organização desenvolve. Em resumo é uma junção entre produtores e consumidores.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ssoar.info/ssoar/bitstream/handle/document/50275/ssoar-revobservat-2016-4-rett-Comunicacao_de_crise_na_publicidade.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y&amp;lnkname=ssoar-revobservat-2016-4-rett-Comunicacao_de_crise_na_publicidade.pdf" />
         <pubDate>2024-04-10 14:35:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Julia Lanzi 1BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2950040218</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu entendimento: </p><p>A cultura midiática, remete a uma determinada visão do mundo, sendo basicamente a cultura que existe dentro de uma sociedade e que se torna muito influenciada pelos meio de comunicação. </p><p><br/></p><p>Citação: </p><p>"Cultura midiática é o produto regular e sempre renovado de um <em>sistema midiático-cultural</em>, cujos principais agentes os conglomerados midiáticos colocam a sofisticação tecnológica a serviço da reprodução do mesmo, da "banalidade sintética, fabricada em circuito fechado e sob tela de controle" (Baudrillard, 2001)."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 20:33:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Amanda Monteiro de Sousa - 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2953076560</link>
         <description><![CDATA[<p>Prosumer é um termo utilizado para descrever o "tipo" de consumidor que consome e produz conteúdo para o produto que está utilizando. Eles usam o seu perfil na internet para compartilhar avaliações sobre determinados tipos de produtos ou serviços.</p><p><br/></p><p>Citação: “O prosumer tende a ser mais engajado e, quiçá, apaixonado da categoria. Importante mencionar que ele não apenas gasta bastante dinheiro, mas ele é dotado de interesse pelos serviços e produtos de um determinado ambiente mercadológico”, informa Gabriel Rossi, consultor em Marketing e palestrante.&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.revistaebs.com.br/brand-experience/prosumers-consumidor-digital/">https://www.revistaebs.com.br/brand-experience/prosumers-consumidor-digital/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 22:30:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amanda Monteiro de Sousa - 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2953080241</link>
         <description><![CDATA[<p>Cultura de massa é algo produzido para as massas, ou seja, produtos a serem utilizados pela maioia das pessoas. Como por exemplo: músicas, filmes, moda e gastronomia.</p><p><br></p><p>Citação: “A indústria cultural cultiva a ilusão de que a recente cultura de massas trouxe consigo uma nova liberdade.” – Herbert Marcuse, A Ideologia da Sociedade Industrial (1964)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 22:42:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Julia Battscher Gregório- 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2953848037</link>
         <description><![CDATA[<p>“Comunicação em Rede” é um termo que passou a ser discutido em meados da década de 1990, com o surgimento de grandes redes mundiais de informação, como a Internet. O fenômeno chama a atenção de diversos estudiosos das ciências da comunicação e sociais, que têm alertado sobre o impacto social gerado pela globalização — que só é possível graças aos grandes canais de Comunicação em Rede.</p><p>“A noção de comunicação em rede contemporânea é definida em termos da constituição da rede mundial de computadores; essa invenção humana que entrou em funcionamento em 1994, mudou significativamente as condições de distribuição das informações e da comunicação”, - Efendy.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 15:23:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Manuella Souza Santana - 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2953918419</link>
         <description><![CDATA[<p>Citação: Prosumers é um termo que foi originalmente criado por Alvin Toffler em seu livro de 1980, “The Third Wave” (A Terceira Onda). É uma junção das palavras producer (produtor) e consumer (consumidor) e seu significa nada mais é que o consumidor que atua ao mesmo tempo como produtor e consumidor. </p><p><br></p><p>Após a leitura da revista EBS, foi possível concluir que o termo "prosumer", refere-se a consumidores que não apenas consomem produtos ou serviços, mas também os produzem, influenciando as tendências de consumo. Eles são ativos nas mídias sociais, compartilham opiniões, e estão engajados com as marcas. Esses prosumers são considerados os principais influenciadores, antecipando tendências e sendo os primeiros a adotar novas tecnologias. Para as marcas, é essencial envolver e cativar os prosumers, proporcionando experiências únicas, estabelecendo relacionamentos autênticos, criando espaços de interação e acompanhando suas atividades nas redes sociais.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.revistaebs.com.br/brand-experience/prosumers-consumidor-digital/" />
         <pubDate>2024-04-14 17:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Germano Mazzare - 01BN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Conceito: A palavra Prosumer basicamente é uma pessoa que consume produtos mas também produz. Um grande é exemplo é uma pessoa que assiste vídeos no Youtube (consumidor), mas também faz vídeos para o Youtube (produtor).</p><p><br/></p><p>Citação: "Um prosumer é o consumidor que participa do processo de criação dos serviços ou produtos que uma organização desenvolve. Ou seja, é uma combinação entre produtor e consumidor." [...] "Um prosumer vai além de querer ser apenas um cliente, pois busca se envolver ativamente na criação de novos produtos ou criar informações relacionadas à marca, através da Internet."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 18:13:01 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Germano Mazzare - 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2953934126</link>
         <description><![CDATA[<p>Conceito: Todos os meios de comunicação se fundem, isso porque a tecnologia avança, permitindo o compartilhamento de diferentes mídias em uma mesma internet. Vou dar um exemplo para entender melhor, antes você tinha um determina aparelho apenas para fazer ligação (celular), o outro para escutar música (rádio) e o outro para ver o tempo (televisão), hoje tudo isso podemos ver e fazer em um único aparelho o celular.</p><p><br/></p><p>Citação: "Henry Jenkins, autor do termo e pesquisador da área, explica no livro de mesmo nome o seu conceito de convergência. Para ele, é a “<strong>palavra que define mudanças tecnológicas, industriais, culturais e sociais no modo como as mídias circulam em nossa cultura</strong>”.</p><p>A partir desse conceito, ele acredita que a movimentação de conteúdos por meio de diferentes plataformas, geralmente envolvendo a união entre diferentes indústrias midiáticas, acontece de maneira fluida e estratégica atualmente.</p><p>Jenkins explica que a convergência acontece a partir dos meios de comunicação, de uma cultura participativa e da inteligência coletiva."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://rockcontent.com/br/blog/cultura-da-convergencia/" />
         <pubDate>2024-04-14 18:26:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Heloisa Monteiro-1BN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Citação: Segundo Manuel Castells (2004), o que as tecnologias permitem são, fundamentalmente, novas formas de organização da produção, do acesso ao conhecimento, de funcionamento da economia e, consequentemente, novas formas de cultura. Levam-nos a uma gestão diferente do tempo e do espaço das nossas redes de relacionamento, entre as empresas, entre os amigos, entre o Estado e os cidadãos, ou entre as nações. Além disso, também é possível afirmar que estes novos media estão a introduzir outras audiências através de mudanças nos processos de apropriação social e difusão das tecnologias (Sonia Livingstone,1999).</p><p><br/></p><p>Conceito: Faz parte da sociologia, e é organizada a partir de um sistema comunicacional mediado por tecnologias.</p>]]></description>
         <enclosure url="http://www.precog.com.br/bc-texto/obras/2021pack0286.pdf" />
         <pubDate>2024-04-14 18:41:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Manuella Souza Santana - 01BN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Citação: A palavra cultura nos remete a diversidade de costumes, valores e normas que Blackburn (1997) define como: O modo de vida de um povo, em que se incluem suas atitudes, valores, crenças, artes, ciências, modos de percepção e hábitos de pensamento e de ação. As características culturais das formas de vida são aprendidas, porém muitas vezes são demasiado abrangentes para serem facilmente detectáveis a partir de seu interior (BLACKBURN, 1997, p. 85).</p><p><br></p><p>A cultura de massa é um fenômeno decorrente da industrialização da cultura, que se manifesta através da produção em larga escala de produtos culturais, como filmes, programas de televisão, música, entre outros, e sua difusão por meio dos meios de comunicação de massa, como rádio, televisão e internet. Ela se caracteriza pela padronização dos conteúdos e pela busca por uma audiência ampla e diversificada. Um aspecto importante da cultura de massa é a sua capacidade de influenciar as percepções, valores e comportamentos das pessoas, moldando suas identidades e visões de mundo. Ela tende a homogeneizar as culturas locais e tradicionais, substituindo práticas culturais autênticas por formas padronizadas de entretenimento e consumo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.revistaespacios.com/a18v39n17/a18v39n17p10.pdf" />
         <pubDate>2024-04-14 18:44:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mariana Mota Rodrigues - 01BN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Entendimento: o Prosumer se destaca, tem como palavra chave do seu significado o compartilhamento, conteúdo. O termo Prosumer foi originalmente citado por Toffler (1984) para significar pessoas que produzem conteúdo e serviços que são do seu próprio consumo, conhecimento. Isso também acaba influenciando para a criação de bens para as suas próprias necessidades. Hoje, o Prosumer está ligado como influenciador, um influenciador nas decisões de consumo dos seus seguidores</p><p><br/></p><p>Citação: Dada carac- terística de sociabilidade dos indivíduos, uma experiência tende a ser comparti- lhada em grupos, destacando-se a atuação como um <em>prosumer</em>. O termo <em>prosumer </em>foi citado originalmente por Toffler (1984) para designar, essencialmente, pessoas que produzem alguns dos produtos e serviços que entram no seu próprio consumo ou, de algum modo, influenciam na produção de bens e/ou serviços para que se tornem mais condizentes com suas necessidades (TOFFLER, 1984). O conceito de <em>prosumer </em>vem sendo associado também aos novos consumidores que, de algum modo, podem influenciar as decisões de consumo. Por sua vez, este efeito vai gerar um impacto na decisão de futuros consumidores, positivo ou negativo. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2426601501/e11b632fd09568451a878fe304794ec3/7032_Texto_do_Artigo_24993_1_10_20210317.pdf" />
         <pubDate>2024-04-14 21:18:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Beatriz de Mira Pinheiro- 01BN</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Conceito: A palavra Prosumer é uma junção dos termos producer e consumer. Dessa forma, podemos dizer que o Prosumer é a pessoa que contribui para o processo criativo do produto ou de um serviço e que também consome ele. </p><p><br/></p><p>Citação: "O termo prosumers foi criado em 1980 por Alvin Toffler (1980) em um contexto bastante diferente do de hoje, porém, com os mesmos princípios. Era denominado prosumer o consumidor que optava pelo "faça você mesmo" e não dependia mais de serviços terceirizados e bens de consumo prontos. O prosumer estava cada vez mais apto a solucionar seus problemas sozinho, por questões de economia e praticidade. Como o próprio criador do termo previu ainda na década de 80, houve o saturamento do mercado de produção em massa ocasionando uma mudança na postura das empresas devido as exigências dos consumidores, não mais satisfeitos com a padronização (originária do fordismo) e carentes de mercadorias personalizadas de acordo com suas necessidades pontuais."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/33313911/NETATIVISMO2013-libre.pdf?1395812155=&amp;response-content-disposition=inline%3B+filename%3DProsumer_e_o_engajamento_online_uma_prop.pdf&amp;Expires=1713188969&amp;Signature=hAUgS8jgCPNHf72ITrDJvd4ABCTM1r-12fTiRml3tVYoTIh3BsGIOMQ-Wci2FKaRJynYS5i9Wq4lPSQMVzcxvJW8HbeRbgjaKdrK-rd~R7FQ7bfAPBu7q7obO4h8cYQZ7nMfMbmFQ5Ph-CyPdqDKnCed~QwYVzAWWVsOyBB-qOtE6zJMJN3PMMUczFXWt-yi62t~rEC34vMpe1N-DFNU5IprR99nImsdss8Ee0y3aOfkrhTDEtz~QsAFQ38QE5wOd~ptytZtpI3xWhoru-f5Mt2kkJPiZMGJdHRiwvzA3h1bGUbHT82DnK8xxN~7r-XCAII2IcffkBBZWoDJ~4pOtA__&amp;Key-Pair-Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4ZA" />
         <pubDate>2024-04-15 13:11:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Beatriz de Mira Pinheiro- 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955090133</link>
         <description><![CDATA[<p>Conceito: Cauda longa se refere-se a palavras-chave utilizadas por estratégias que buscam atingir várias coisas com baixa procura, em vez de buscarem e focarem em poucas coisas com bastante procura ou pedidos. </p><p><br/></p><p>Citação: " Na sociedade de massas, poucos produtos atraíam o interesse de compra de milhares de consumidores.&nbsp;Com o advento da Internet, porém, o mercado de massas parece estar cedendo a um mercado de nicho&nbsp;em que o consumo se diversifica e a receita total de uma multidão de produtos com baixo volume&nbsp;unitário de vendas se aproxima ou se iguala à receita total dos poucos grandes sucessos. Este artigo&nbsp;analisa esse fenômeno, denominado na literatura de “efeito cauda longa”."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.fgv.br/gvexecutivo/article/view/34333/33141" />
         <pubDate>2024-04-15 13:28:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Júlia Rezende Vitale - 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955407286</link>
         <description><![CDATA[<p>Entendimento: É um termo defendido por Tofler, e que une a ideia de produtor (producer) e de consumidor (consumer). Eles não são somente consumidores, mas prosumers, que inovam e "reproduzem" o que consomem, compartilhando ideias, e indicações de produtos que julgam relevantes.</p><p><br/></p><p>Citação: "As mensagens são baseadas em experiências e formulações de opiniões projetadas para causarem reações. A mensagem passa a ter um caráter muito especial, deixando de ser só um anúncio de convencimento para dar lugar à opinião de alguém que vivenciou uma experiência e tem algo a dizer sobre isso (Saad Correa, 2008, p. 156)."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1991687555/68cfaba8ffd061d8df0c5c1af42e34be/Prosumers_colaboradores_cocriadores_e_in__1_.pdf" />
         <pubDate>2024-04-15 16:59:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>João Victor Hengler Turco</title>
         <author>joaoturco</author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955476673</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu conceito:</p><p>O termo Prosumers, criado por Alvin Toffler em seu livro "The Third Wave" refere-se a uma nova forma de identificação para aqueles indivíduos que atuam diretamente nos processos criativos de produtos ou serviços de uma organização, sua participação é extremamente importante devido a sua familiarização com o produto ou serviço que está sendo produzido, visto que o Prosumer é produtor E CONSUMIDOR, portanto ele possui uma visão bilateral a cerca do mesmo tema, podendo assim agregar de forma mais produtiva as organizações.</p><p><br/></p><p>Citação:</p><p>"<em>Prosumers</em> são consumidores engajados no processo de co-produção de produtos, significados e identidades. São consumidores proativos e dinâmicos em compartilhar seus pontos de vista. Eles estão na vanguarda em relação à adoção de tecnologias, mas sabem identificar valor nos produtos escolhidos"</p><p><br/></p><p>Bibliografia:</p><p><br/></p><pre><code>Fonseca, M. J., Gonçalves, M. A., Oliveira, M. O. R. de ., &amp; Tinoco, M. A. C.. (2008). Tendências sobre as comunidades virtuais da perspectiva dos prosumers. RAE Eletrônica, 7(2). https://doi.org/10.1590/S1676-56482008000200008</code></pre><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2418340390/ec349d8817c7975f4fb19ba8bad8a3e4/sdfsdfsdfsfd.pdf" />
         <pubDate>2024-04-15 17:56:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>João Victor Hengler Turco</title>
         <author>joaoturco</author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955510091</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu conceito:</p><p><br/></p><p>O termo Cauda Longa refere-se as palavras-chave que buscam abranger uma vasta gama de pesquisas cujo o objetivo seja o mesmo que palavras-chave comuns. Pensando de forma gráfica, quando vamos pesquisar alguma coisa geralmente usamos palavras cuja a ligação direta com o nosso objetivo seja claro, essas palavras-chave ficam no topo dos gráficos gerados pelas plataformas de métricas, por serem senso comum e as mais utilizadas nas buscas, já palavras-chave que não possuem ligação direta com nosso objetivo de pesquisa, mas que ainda assim podem ser relacionadas, são consideradas Cauda Longa, pois sua função é estender o alcance da pesquisa, criando assim uma cauda maior de palavras-chave possíveis para a pesquisa</p><p><br/></p><p>Citação:</p><p>"A Cauda Longa representa, então, um mercado aparentemente infinito, no qual é possível encontrar os mais variados tipos de produto. Os conteúdos encontrados na Cauda Longa muitas vezes não possuem uma capacidade individual para a venda, mas, em conjunto, são tantos e tão variados que constituem um mercado com forte potencial para rivalizar com o mercado tradicional movido por grandes sucessos de vendas. “Se a indústria do entretenimento no século XX baseava-se em hits, a do século XXI se concentrará com a mesma intensidade em nichos” (ANDERSON, 2006). Os nichos são segmentos de mercado que possuem características e necessidades particulares a serem atendidas e que, geralmente, são pouco exploradas."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 18:25:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luana dos Santos Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955610747</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu conceito: </p><p><br/></p><p>A inteligência coletiva, é o termo utilizado, para referenciar a inteligência em prol coletivo, visando a utilização das tecnologias. </p><p><br/></p><p>Citação: </p><p><br/></p><p>Segundo Lévy (2003, p. 28), a inteligência coletiva é "[...] uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências". Ela visa ao reconhecimento das habilidades que se distribuem nos individuos, a fim de coordená-las para serem usadas em prol da coletividade. A coordenação dos inteligentes coletivos ocorre com a utilização das tecnologias da informação e comunicação.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/pci/a/qxsGdQ7r46rLdMsGyrYyqXw/?lang=pt" />
         <pubDate>2024-04-15 20:03:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matheus Hideky Konichi - 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955661858</link>
         <description><![CDATA[<p>"A UNESCO, em particular, adotou o termo “sociedade do conhecimento” ou sua variante “sociedades do saber” dentro de suas políticas institucionais. Desenvolveu uma reflexão em torno do assunto que busca incorporar uma concepção mais integral, não ligada apenas à dimensão econômica. Por exemplo, Abdul Waheed Khan (subdiretor-geral da UNESCO para Comunicação e Informação), escreve [3]: “A Sociedade da Informação é a pedra angular das sociedades do conhecimento. O conceito de “sociedade da informação”, a meu ver, está relacionado à idéia da “inovação tecnológica”, enquanto o conceito de “sociedades do conhecimento” inclui uma dimensão de transformação social, cultural, econômica, política e institucional, assim como uma perspectiva mais pluralista e de desenvolvimento. O conceito de “sociedades do conhecimento” é preferível ao da “sociedade da informação” já que expressa melhor a complexidade e o dinamismo das mudanças que estão ocorrendo. (...) o conhecimento em questão não só é importante para o crescimento econômico, mas também para fortalecer e desenvolver todos os setores da sociedade”."</p><p><br/></p><p><br/></p><p>A sociedade da informação e do conhecimento refere-se à era em que a produção, distribuição e utilização da informação e do conhecimento desempenham um papel central na economia e na vida social. Nesta sociedade, as tecnologias de informação e comunicação (TIC) desempenham um papel fundamental na criação, processamento, armazenamento e transmissão de dados e conhecimento.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4036223/mod_resource/content/2/Sally%20Burch%20Sociedade%20da%20Informa%C3%A7%C3%A3o%20-%20Copia.pdf" />
         <pubDate>2024-04-15 21:13:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mariana Rodrigues Tazioli </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955673371</link>
         <description><![CDATA[<p>“A mobilidade é inerente ao homem, sendo correlata à necessidade de criar um lugar no mundo, de “construir para habitar” (Heidegger, 1958), de estabelecer um método que nos proteja da solidão e do vazio do espaço genérico e abstrato. A cultura da mobilidade entrelaça questões tecnológicas, sociais, antropológicas. Para a comunicação, a mobilidade é central já que comunicar é fazer mover signos, mensagens, informações, sendo toda mídia (dispositivos, ambientes e processos) estratégias para transportar mensagens afetando nossa relação com o espaço e o tempo. Na atual fase das tecnologias da mobilidade e de localização (as mídias locativas), não se trata tanto de aniquilar os lugares, mas de criar espacializações. Esta é a tese aqui defendida. A atual cultura da mobilidade é uma cultura locativa.”</p><p><br></p><p>citadores:lemos e Heidegger</p><p><br></p><p>Comentário:A cultura da mobilidade midiática é a maneira de como as pessoas consomem e interagem com mídia em movimento, como smartphones, tablets e laptops( assistir a vídeos online, jogar jogos,acompanhar as redes sociais enquanto se deslocam,etc).</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.researchgate.net/publication/277035908_Cultura_da_Mobilidade" />
         <pubDate>2024-04-15 21:31:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gabriela Avelaneda</title>
         <author>gabiavelaneda</author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955676969</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu entendimento:</p><p>O termo "prosumer" significa consumidor + produtor. É aquele que consome um produto e divulga nas redes sociais a sua OPINIÃO sobre ele.</p><p><br/></p><p>Citação:</p><p>"Unindo conceitos de mediação e midiatização ao que podemos compreender como inluência - credibilidade, reputação, prestígio - tomamos a liberdade de airmar que o inluenciador, como ator em processos de sociabilidade, assume a função mediadora através de sua atividade como uma praxis comunicativa e age como elemento midiatizador ao institucionalizar essa prática como um canal de informação e interação entre e para as audiências."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/54840591/Artigo-6-Communicare-17-Edicao-Especial-libre.pdf?1509125252=&amp;response-content-disposition=inline%3B+filename%3DProsumers_colaboradores_cocriadores_e_in.pdf&amp;Expires=1713220131&amp;Signature=Wz6Cu3TdeCPSXEEbCnsfxxkVJq7p4UweBhbJSbKoD8MZNMneFJD63jo0OCesEs7R04LhyZn5~kAjHS4Ug2yxqdkUnWmtjlMO39ryjEIN27cQwYk5zyIEhDNVSfgTEpuJfnCkpkX56QmFJyfAzK4YdOMdT5BvBEJN0MnR2ngSTs7OCX3fP5Dj~q4VY3RQH5MHeBxuc5AgGatQGAwqfW~DBhXosJpeOEKcSQf2B45lO~XluNE3T-B94NMex115lE5h2Q~KoOfY0~z5WCG4hoTTI5jmWFsFHe9lD4E9PJzSCpH3WWuBNvDZU7j7C1IugaIv1flz7IJJVmfqb0c2xqGHTw__&amp;Key-Pair-Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4ZA" />
         <pubDate>2024-04-15 21:38:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Karine David 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955677981</link>
         <description><![CDATA[<p> De acordo com os artigos lidos, ao meu entendimento prosumer é alguém que consome e produz conteúdo a todo momento e utilizam seu perfil na internet para promover o conhecimento de alguma marca ou produto e para fazer serviços, além de ter uma grande influência de acordo com os números de seguidores e acesso no perfil, criando muitas vezes tendências que as pessoas se inspiram.</p><p><br/></p><p>Citação: "Prosumers são consumidores engajados no processo de co-produção de produtos, significados e identidades. São consumidores proativos e dinâmicos em compartilhar seus pontos de vista. Eles estão na vanguarda em relação à adoção de tecnologias, mas sabem identificar valor nos produtos escolhidos. Distinguem-se dos early adopters pelas suas atitudes interventoras relativas a marcas, informação e meios de comunicação (TROYE, XIE, 2007; XIE, BAGOZZI, TROYE, 2008)."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 21:39:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Karine david- 01BN</title>
         <author>karinesouza9</author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955683999</link>
         <description><![CDATA[<p> De acordo com o artigo lido pude entender que a sociedade em rede é um conceito na sociologia que a partir do sistema de comunicação da internet possa construir uma sociedade organizada.</p><p><br></p><p>Citação: "A sociedade em rede, em termos simples, é uma estrutura social baseada em redes operadas por tecnologias de comunicação e informação fundamentadas na microelectrónica e em redes digitais de computadores que geram, processam e distribuem informação a partir de conhecimento acumulado nos nós dessas redes. A rede é a estrutura formal (vide Monge e Contractor, 2004)."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2429033375/0c439942e02fc3559cc34853b8e8c1cc/A_SOCIEDADE_EM_REDE.pdf" />
         <pubDate>2024-04-15 21:51:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Laura Cristina Rocha </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955687973</link>
         <description><![CDATA[<p>Entendimento: Cultura de massa é um termo utilizado para um produto cultural para ser consumido de forma expansiva e rápida para o público geral.</p><p><br/></p><p>Para&nbsp;Adorno e Horkheimer (1985), a cultura de massa é consolidada pela técnica, responsável pelo poder de sedução que imprime sobre os espectadores. Através do seu aperfeiçoamento constante, a sensação do real reproduzido pelo modelo é sempre renovada.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/ccrh/a/fvQJ8CRpyVb4jfQMGjWW4CD/">https://www.scielo.br/j/ccrh/a/fvQJ8CRpyVb4jfQMGjWW4CD/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-15 21:58:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gabriela Avelaneda</title>
         <author>gabiavelaneda</author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955690587</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu entendimento:</p><p>Pode-se dizer que a cultura da mobilidade se refere a portabilidade presente nos dispositivos móveis de recursos interativos, como os tablets, celulares, GPS, notebooks, entre outros. Com as mídias digitais é possível conectar-se a qualquer parte do mundo, desde que se tenha a disposição sinal de internet, ou acesso a rede, ultrapassando as fronteiras da comunicação. </p><p><br></p><p>Citação:</p><p>"a cultura da mobilidade não nasce com o surgimento dos dispositivos móveis digitais ou com as redes sem fio da sociedade da informação. De acordo com Lemos (2011), a mobilidade sempre atravessou a história da humanidade."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.redalyc.org/pdf/766/76632206009.pdf" />
         <pubDate>2024-04-15 22:03:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Julia Ribeiro Fontes </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955694739</link>
         <description><![CDATA[<p>conceito </p><p>O termo “cultura da convergência”, criado por Henry <strong>Jenkins, em 2006</strong>, teve como propósito considerar que as mídias tradicionais e as mídias novas convergem. Essas mídias são vinculadas às grandes indústrias de produção ou corporações dentro do espaço da rede virtual, consideradas relevantes por possibilitar a participação ativa dos usuários sobre essas mídias. Essa formação ocorre através de uma cultura participativa, que, nos espaços sociais em rede, testemunha o seu aparecimento. Nesse contexto, o autor citado passa a denominar como cultura da convergência </p><p><br/></p><p>Minha citação :</p><p>São acontecimentos diferentes entre si, onde os consumidores são incentivados a procurar novas informação e interligar elas, transformando a forma de produzir e de consumir os meios de comunicação.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/emquestao/a/HwBLLcvhNTLHWHQXdCmm93g/" />
         <pubDate>2024-04-15 22:11:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matheus Ramos Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955721542</link>
         <description><![CDATA[<p>Conceito: Basicamente, de acordo com o artigo que li, um <em>prosumer</em> é alguém que gera sua própria energia (por exemplo, com painéis solares) e também a consome. Além disso, eles podem compartilhar ou vender o excedente para a rede elétrica. Então, eles são como consumidores e produtores de energia ao mesmo tempo, ajudando a tornar o uso de energia mais eficiente e sustentável.</p><p><br/></p><p>Citação: "O conceito de prosumer refere-se a indivíduos ou entidades que produzem e consomem sua própria energia, frequentemente de fontes renováveis, como painéis solares, e podem compartilhar ou vender o excedente para a rede elétrica."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.mdpi.com/2071-1050/15/13/10552" />
         <pubDate>2024-04-15 23:00:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Otavio Goulart de Oliveira Santos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955725061</link>
         <description><![CDATA[<p>Trabalho mídias digitais</p><p>Otavio Goulart de Oliveira Santos 1bn</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Prosumer:</p><p>Ele é usado para descrever um indivíduo que desempenha o papel tanto de produtor quanto de consumidor em um determinado contexto. Esse conceito se tornou mais relevante com o surgimento da internet e das plataformas de compartilhamento, onde as pessoas podem criar e compartilhar conteúdo, ao mesmo tempo em que consomem o que os outros produzem. O prosumer está ativo na criação, compartilhamento e consumo de conteúdo, produtos ou serviços</p><p><br/></p><p>Citação:O prosumer é um agente ativo na interseção entre a produção e o consumo, desempenhando um papel fundamental na economia e na cultura participativa do século XXI." Essa frase destaca a natureza dinâmica e participativa do prosumer na atual era digital, onde as fronteiras entre criar e consumir estão cada vez mais difusas.</p><p><br/></p><p>Referencia: site da revista Forbes</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-15 23:06:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Otavio Goulart de Oliveira Santos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955727891</link>
         <description><![CDATA[<p>Inteligência coletiva:</p><p>Inteligência coletiva refere-se à capacidade de um grupo de indivíduos trabalhar em conjunto de forma colaborativa para resolver problemas, tomar decisões ou criar algo novo. Nesse contexto, a combinação das habilidades, conhecimentos e perspectivas de cada membro contribui para um resultado que vai além das capacidades individuais. A inteligência coletiva pode ser observada em diversos cenários, desde projetos de crowdsourcing até comunidades online que compartilham e constroem conhecimento de forma colaborativa. Essa abordagem valoriza a diversidade de ideias e experiências, resultando em soluções mais ricas e</p><p> inovadoras.</p><p><br/></p><p>Citação: "Não importa quem tenha a ideia, importa que a ideia se torne realidade." - R. Buckminster Fuller</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-15 23:11:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Murilo da Silva Crocce </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955729719</link>
         <description><![CDATA[<p>O termo "prosumer" é uma combinação das palavras "produtor" e "consumidor". Ele descreve um indivíduo que atua tanto como produtor quanto como consumidor de bens ou serviços. Em outras palavras, um prosumer é alguém que não apenas consome produtos, mas também os produz, compartilha e troca com outros.Esse conceito se tornou mais relevante com o avanço da tecnologia e da internet, permitindo que as pessoas criem e compartilhem conteúdo de forma mais acessível. Prosumers podem ser encontrados em diversos setores, como na produção de conteúdo online, na geração de energia alternativa em suas casas, e na personalização de produtos conforme suas próprias necessidades e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://prefer%C3%AAncias.No">preferências.No</a> contexto atual, o termo prosumer reflete a crescente participação ativa dos consumidores na produção, distribuição e consumo de bens e serviços. A linhaentre produtor e consumidor está se tornando cada vez mais difusa, dando origem a essa nova categoria de indivíduos que desempenham ambos os papéis no mercado.</p><p><br/></p><p>"O termo 'prosumer', que combina 'produtor' e 'consumidor', reflete a crescente tendência de indivíduos que não apenas consomem produtos, mas também os produzem e compartilham ativamente, redefinindo assim o papel tradicional do consumidor na economia." - Alvin Toffler</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-15 23:13:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Murilo da Silva Crocce </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955731574</link>
         <description><![CDATA[<p>A inteligência coletiva é um conceito que descreve a capacidade de um grupo de indivíduos trabalhar em conjunto para resolver problemas, tomar decisões ou realizar tarefas de forma mais eficaz do que um único indivíduo. Essa abordagem se baseia na premissa de que a colaboração e a diversidade de conhecimentos, habilidades e experiências de um grupo podem levar a resultados mais inovadores e bem-sucedidos do que a atuação individual.</p><p><br/></p><p>Ao unir as perspectivas e contribuições de várias pessoas, a inteligência coletiva pode levar a soluções mais criativas, tomadas de decisão mais informadas e maior eficiência na realização de tarefas complexas. Com o avanço da tecnologia, plataformas online e ferramentas colaborativas têm facilitado a formação e a atuação de grupos de inteligência coletiva em diferentes contextos, como projetos de código aberto, resolução de problemas complexos e inovação em empresas.</p><p><br/></p><p>A inteligência coletiva valoriza a diversidade de ideias, a participação ativa de todos os membros do grupo e o compartilhamento de conhecimento para alcançar objetivos comuns. Essa abordagem reconhece o potencial do coletivo em superar os limites das capacidades individuais, resultando em soluções mais abrangentes e eficazes.</p><p><br/></p><p>A inteligência coletiva é uma inteligência distribuída por toda parte: tal é nosso axioma inicial. Ninguém sabe tudo, todos sabem alguma coisa, todo o saber está na humanidade. Não existe nenhum reservatório de conhecimento transcendente, e o saber não é nada além do que o que as pessoas sabem” (LÉVY, 2000, p. 29)</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-15 23:16:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matheus Ramos Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955742952</link>
         <description><![CDATA[<p>Conceito: a cultura de massa é um tipo de cultura que se espalha amplamente por meio dos meios de comunicação de massa, como a televisão, rádio, cinema e internet. Ela inclui produtos culturais como filmes, séries, músicas e até livros, que são feitos para atrair o maior público possível. A cultura de massa pode influenciar a forma como as pessoas pensam, se comportam e se identificam com certos valores ou estilos de vida. Além disso, ela também pode promover o consumo de certos produtos ou ideias.</p><p><br/></p><p>Citação: "A cultura de massa se caracteriza por uma produção cultural voltada para alcançar o maior público possível, envolvendo diversos meios de comunicação e entretenimento, e moldando hábitos de consumo e comportamento na sociedade."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://revistas.ufg.br/ci/article/view/32623" />
         <pubDate>2024-04-15 23:31:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Emilyn Nery </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955744781</link>
         <description><![CDATA[<p> Entendimento. </p><p>O termo "prosumer" combina "produtor" e "consumidor", sugerindo um participante ativo que tanto consome quanto produz bens ou serviços. Na economia, refere-se a indivíduos que não apenas consomem produtos ou serviços, mas também os produzem, muitas vezes influenciando diretamente o design, a produção ou a distribuição por meio de plataformas colaborativas ou de crowdsourcing. Esse conceito é especialmente relevante em setores como tecnologia, mídia e cultura, onde a participação ativa dos consumidores na criação de valor é cada vez mais significativa. </p><p> </p><p>Citações  </p><p>“O prosumer é um agente econômico que, ao mesmo tempo, é produtor e consumidor.” – Alvin Toffler </p><p>“O prosumer representa a convergência do papel do produtor com o do consumidor, resultando em uma figura híbrida na economia contemporânea.” – Alvin Toffler </p><p> </p><p>“O prosumer tende a ser mais engajado e, quiçá, apaixonado da categoria. Importante mencionar que ele não apenas gasta bastante dinheiro, mas ele é dotado de interesse pelos serviços e produtos de um determinado ambiente mercadológico”, informa Gabriel Rossi, consultor em Marketing e palestrante.  </p><p>Fonte: https://www.revistaebs.com.br/brand-experience/prosumers-consumidor-digital/ </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.revistaebs.com.br/brand-experience/prosumers-consumidor-digital/" />
         <pubDate>2024-04-15 23:34:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955745096</link>
         <description><![CDATA[<p><br>O termo "prosumer" é uma combinação das palavras "produtor" e "consumidor". Se refere a um indivíduo ou entidade que tanto consome quanto produz bens ou serviços. Isso pode se aplicar a várias áreas, como tecnologia, mídia e energia, onde os consumidores também desempenham um papel ativo na produção ou co-criação do que consomem. </p><p>Citação:</p><p> “Ele quer saber sobre tudo que lhe interessa e compartilha este conhecimento com as pessoas, sendo, muitas vezes, considerado referência. Ele pode ficar na fila da loja para adquirir um novo <em>gadge</em>t, sabe todas as especificações e depois de adquirir vai em sites especializados, baixa apps e compartilha <em>reviews</em> nas comunidades”.&nbsp;</p><p>Philip Kotler, considerado o “guru do marketing” reconheceu a importância dos prosumers para marcas e profissionais de marketing em seu artigo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.revistaebs.com.br/brand-experience/prosumers-consumidor-digital/" />
         <pubDate>2024-04-15 23:35:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anne Gabrielle Farias </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955747226</link>
         <description><![CDATA[<p>O Prosumer é a relação do consumidor com a marca, o consumidor se torna divulgador e "defensor” da própria, por consumir e gostar do produto oferecido.</p><p>“O prosumer tende a ser mais engajado e, quiçá, apaixonado da categoria. Importante mencionar que ele não apenas gasta bastante dinheiro, mas ele é dotado de interesse pelos serviços e produtos de um determinado ambiente mercadológico” Gabriel Rossi </p><p>https://www.revistaebs.com.br/brand-experience/prosumers-consu</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-15 23:37:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955747226</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Anne Gabrielle Farias </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955747720</link>
         <description><![CDATA[<p>Cultura midiática é basicamente tudo o que absorvido  da TV, internet e redes sociais e como isso influencia a forma de pensar das pessoas.</p><p>“a vida humana é uma ficção que o homem inventa a medida que caminha”. (HELD, 1989:54)</p><p>https://alb.org.br/arquivo-morto/edicoes_anteriores/anais15/alfabetica/TeixeiraNinciaCeciliaRibasBorges.htm</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-15 23:38:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Emilyn Nery </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955749089</link>
         <description><![CDATA[<p>Entendimento </p><p><br/></p><p> Inteligência coletiva refere-se à capacidade de um grupo de pessoas para pensar e agir de forma colaborativa, muitas vezes superando a capacidade individual de cada membro. Ela se baseia na ideia de que a inteligência não está apenas nas mentes individuais, mas também emerge das interações e do compartilhamento de conhecimento entre os membros do grupo. A inteligência coletiva pode levar a soluções criativas, inovação e tomada de decisões mais eficazes.</p><p> A inteligência coletiva pode se manifestar de várias formas, desde simples discussões em grupo até projetos de colaboração em larga escala, como a construção de um sistema operacional de código aberto ou a resolução de um problema científico complexo por meio de colaboração global. Ela se baseia na diversidade de habilidades, conhecimentos e perspectivas dos membros do grupo, permitindo que diferentes pontos de vista sejam considerados e integrados em uma solução mais completa. A inteligência coletiva também pode ser facilitada por tecnologias digitais, que permitem a colaboração remota e em grande escala. No entanto, também pode enfrentar desafios, como a coordenação de diferentes contribuições e a garantia de que todas as vozes sejam ouvidas de forma equitativa.</p><p><br/></p><p>Citação</p><p><br/></p><p>Para Lévy (2003), a inteligência coletiva é aquela que se distribui entre todos os indivíduos, que não está restrita para poucos privilegiados. O saber está na humanidade e todos os indivíduos podem oferecer conhecimento; não há ninguém que seja nulo nesse contexto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 23:40:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Júlia Rezende Vitale - 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955753012</link>
         <description><![CDATA[<p>Conceito: A cultura em massa engloba padrões culturais e comportamentais que se disseminam através das plataformas digitais. Isso inclui memes, viralização de conteúdo, influenciadores digitais, e até mesmo a formação de comunidades virtuais. Esses elementos ditam a maneira como as pessoas interagem, compartilham informações e constroem identidades online.</p><p><br/></p><p>Citação: "aponta a passagem das culturas orais</p><p>à cultura escrita como primeira grande transformação na ecologia</p><p>das mídias. Nas culturas orais, a memória humana é o único suporte para o registro de informações. Com a escrita, as sociedades passaram a ter meios externos ao ser humano para registrar as informações. Ela instala um intervalo de</p><p>tempo entre emissão e recepção da mensagem; distancia o saber</p><p>e seu autor. Pierre Lévy (1999, p.113)"</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 23:45:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nicole Oliveira- 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955759591</link>
         <description><![CDATA[<p>O prosumer pode ser apresentado como a relação entre o consumidor e a marca, ele intermedia esse contato, proporcionando para a marca as tendencias e necessidades que seus consumidores procuram. Prosumers estão ligados a comunicação principalmente pelas redes sociais, podem estabelecer contato também com os consumidores, o que visa mais segurança em decisões potencialmente tomadas pela marca em relação ao seu publico alvo e suas solicitações.</p><p><br/></p><p>Citação: “O prosumer pode ser compreendido como indivíduos bem informados empenhados na descoberta de novos conhecimentos, procurando desenvolver suas competências que estão relacionadas a aspectos ligados aos seus interesses cotidianos.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 23:52:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Giovanna Carvalho Gonçalves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955762769</link>
         <description><![CDATA[<p>conceito: prosumer é a junção das palavras "producer" e "consumer" que é basicamente um comportamento do mercado, que consiste em um consumidor ativo da marcq, que consome o produto com o intuito de gerar conteúdo dando um "feedback" sobre a experiência pessoal sobre a marca ultilizada. Assim ajudando a contribuir com o processo criativo do produto.</p><p>citação: "O termo “prosumer” surgiu na década de 1980, cunhado pelo autor Alvin Tofler. A palavra origina da mistura entre os termos “producer” e “consumer” (produtor e consumidor em inglês), usada para designar um novo comportamento no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://mercado.De">mercado.De</a> modo geral, o prosumer nada mais é do que um consumidor ativo na área. Aquele que produz conteúdo, gera insights e contribui com o processo criativo de um produto ou serviço. São pessoas com estilos de vida próprios, que tomam decisões calculadas durante o processo de compra."</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://inovacaosebraeminas.com.br/artigo/prosumer-entenda-o-novo-consumidor">Fonte: https://inovacaosebraeminas.com.br/artigo/prosumer-entenda-o-novo-consumidor</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-15 23:56:26 UTC</pubDate>
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         <title>Giovanni Bonjorni </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955765584</link>
         <description><![CDATA[<p>Prosumer é uma nomenclatura originado do inglês que provém da junção de <em>producer</em> (produtor) + <em>consumer</em> (consumidor) ou <em>professional</em> (profissional) + <em>consumer</em> (consumidor).</p><p><br></p><p>Citação:</p><p><br></p><p>A imagem do prosumidor de Alvin Toffler (1970, 1980, 1990) continua a influenciar de forma significativa a nossa compreensão dos processos colaborativos e liderados pelos utilizadores de criação de conteúdos que são hoje rotulados como “mídia social” ou “Web 2.0”. Um olhar mais atento à descrição do próprio Toffler do seu modelo de prossumidor revela, no entanto, que este permanece firmemente enraizado na era dos meios de comunicação de massa: o prossumidor claramente não é o originador criativo e motivador e o desenvolvedor de novos conteúdos que podem hoje ser observados em projetos que vão desde desde software de código aberto, passando pela Wikipédia até ao Second Life, mas simplesmente um consumidor particularmente bem informado e, portanto, particularmente crítico e particularmente activo. Os consumidores altamente especializados e de gama alta que existem em áreas como o hi-fi ou a cultura automóvel são muito mais representativos do prosumidor ideal do que os participantes em projetos colaborativos não comerciais (ou ainda não comerciais). E esperar que o modelo do prosumidor de Toffler dos anos 1970 descrevesse estes fenómenos do século XXI sempre foi uma expectativa irrealista, claro. Para descrever a participação criativa e colaborativa que hoje caracteriza projetos liderados por usuários como a Wikipédia, termos como “produção” e “consumo” não são mais particularmente úteis – mesmo em construções laboriosas como “produção entre pares baseada em bens comuns” (Benkler 2006) ou 'produção p2p' (Bauwens 2005). Nas comunidades de utilizadores que participam nestas formas de criação de conteúdos, os papéis de consumidores e utilizadores começaram há muito tempo a estar inextricavelmente entrelaçados com os de produtores e criadores: os utilizadores já são sempre capazes de ser também produtores da recolha de informação partilhada, independentemente de serem ou não estão cientes desse fato – eles assumiram um papel novo e híbrido que pode ser melhor descrito como o de um produtor (Bruns 2008). Projetos que se baseiam em tal produção podem ser encontrados em áreas que vão desde o desenvolvimento de software de código aberto, passando pelo jornalismo cidadão até a Wikipédia, e além disso também em jogos de computador online multiusuários, compartilhamento de arquivos e até mesmo em comunidades que colaboram na concepção de bens materiais. Embora abordem uma série de desafios diferentes, baseiam-se, no entanto, num pequeno número de princípios-chave universais. Este artigo documenta esses princípios e indica as possíveis implicações dessa transição da produção e prossumo para a prossagem.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="creators_name" href="https://eprints.qut.edu.au/view/person/Bruns,_Axel.html">Bruns, Axel</a> (2009) De Prosumer a Produser: Compreendendo a criação de conteúdo liderada pelo usuário. Em <em>Transformando Públicos 2009</em> , 03/09/2009 - 04/09/2009.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.tandfonline.com/doi/epdf/10.1080/13504630.2015.1004830?needAccess=true" />
         <pubDate>2024-04-15 23:59:19 UTC</pubDate>
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         <title>Giovanna Carvalho Gonçalves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955790543</link>
         <description><![CDATA[<p>conceito: a cultura de massa é um conjunto de produções culturais que são produzidas com o intuito de atingir de atingir grande parte da população, seria a cultura que é de acesso livre a todos.</p><p><br/></p><p>citação: O termo <strong>cultura de massa</strong> foi cunhado pelos filósofos e sociólogos da <strong>Escola de Frankfurt</strong>(considerados pensadores da teoria crítica): Theodor Adorno e Max Horkheimer. A ideia de cultura de massa perfaz uma noção de que existe um tipo de <strong>produção </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/conceito-cultura.htm"><strong>cultural</strong></a><strong> industrial</strong> para satisfazer as necessidades de uma indústria <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/capitalismo.htm">capitalista</a>,que vende os seus produtos culturais como se fossem algo que se compra em um supermercado.</p><p>Nesse sentido, <strong>a indústria cultural apropria-se da arte</strong> e faz dela um subproduto produzido em massa <strong>para render lucros</strong> a uma indústria, que pode ser <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/origem-cinema.htm">cinematográfica</a>, televisiva, musical ou das artes plásticas.</p><p>fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/amp/sociologia/cultura-de-massa.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/amp/sociologia/cultura-de-massa.htm</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 00:20:47 UTC</pubDate>
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         <title>mariana menezes de souza </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955798071</link>
         <description><![CDATA[<p>O Prosumer modificaram a forma como as pessoas obtêm informação e se relacionam no meio em que vivem. É nesse contexto que as redes sociais surgem como uma fonte de informação indispensável no processo de inteligência ampla, acessível e de baixo custo, que precisa ser mais bem entendida e explorada, pois pode gerar vantagem para a empresa. Este estudo tem por objetivo verificar como as redes sociais são utilizadas na fase de coleta de informações com foco em inteligência competitiva. Procurou-se propor um modelo analítico-conceitual de verificação dessas redes sociais como fontes de informações. Para tanto, realizou-se uma pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva, a partir de entrevistas orientadas por um roteiro semiestruturado, abarcando cinco empresas nacionais, de segmentos e portes distintos, que exercem a atividade de Inteligência Competitiva. Para a análise dos dados, elegeu-se a técnica de análise de conteúdo, e para a sistematização das informações foi utilizado o <em>software</em> Atlas.ti. Os resultados demonstraram que as empresas estão atentas às redes sociais como fontes de informação, pois reconhecem sua importância, principalmente pelo contato direto com os <em>prosumers</em>, e destacam a necessidade de sua verificação, considerando o modelo proposto como muito importante e viável para a triagem das informações mercadológicas.</p><p><br/></p><p>Amaral, R. M. <em>Desenvolvimento e aplicação de um método para o mapeamento de competências em inteligência com-petitiva</em> 2006. 207 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2006.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/tinf/a/YhT8zJ3F9nc9pSrYB8DvTRC/">SciELO - Brazil - &lt;i&gt;Prosumers&lt;/i&gt; e redes sociais como fontes de informação mercadológica: uma análise sob a perspectiva da inteligência competitiva em empresas brasileiras &lt;i&gt;Prosumers&lt;/i&gt; e redes sociais como fontes de informação mercadológica: uma análise sob a perspectiva da inteligência competitiva em empresas brasileiras</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/tinf/a/YhT8zJ3F9nc9pSrYB8DvTRC/" />
         <pubDate>2024-04-16 00:26:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Beatriz silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955821474</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> </strong>A cultura midiática é o conjunto de traços culturais, valores, ideias e práticas que são produzidos e disseminados através dos meios de comunicação de massa, como televisão, rádio, cinema, internet e mídias sociais. Essa cultura influencia e é influenciada pela sociedade, moldando percepções, comportamentos e identidades.</p><p>“A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa.” — George Orwell</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://aquitemcomunicacao.com/blog/cultura-midiatica/" />
         <pubDate>2024-04-16 00:41:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Filipe de Andrade Annunziata </title>
         <author>filipeannunziata2</author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955826260</link>
         <description><![CDATA[<p>prosumer e um consumidor que também tem papel de produtor em determinado mercado ou atividade. Aonde teve surgimento nesse mundo tecnologia como um exemplo a mídia, indivíduos podem criar e consumir mídias como exemplo um reels. conceito destaca a interconexão entre produção e consumo, muitas vezes facilitada por plataformas online e redes sociais.</p><p><br/></p><p>Citação: "Um prosumer é o consumidor que participa do processo de criação dos serviços ou produtos que uma organização desenvolve. Ou seja, é uma combinação entre produtor e consumidor.</p><p>Atualmente, o conceito de customização se expandiu e foi adotado por grandes empresas."</p><p><br/></p><p>https://www.questionpro.com/blog/pt-br/prosumer/#:~:text=Um%20prosumer%20%C3%A9%20o%20consumidor,foi%20adotado%20por%20grandes%20empresas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-16 00:44:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pedro Henrique Barros</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955835836</link>
         <description><![CDATA[<p>Um prosumer é o consumidor que participa do processo de criação dos serviços ou produtos que uma organização desenvolve. Ou seja, é uma combinação entre produtor e consumidor.</p><p>citação: A Internet vem modificando a forma como as pessoas obtêm informação e como se relacionam no meio em que vivem, pois tornou-se um meio que permite a “comunicação de muitos com muitos” em escala global (Castells, 2003).</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2429258524/9464f402d16f758ad118e60efdaa6491/YhT8zJ3F9nc9pSrYB8DvTRC.pdf" />
         <pubDate>2024-04-16 00:50:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Filipe de Andrade Annunziata</title>
         <author>filipeannunziata2</author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955839227</link>
         <description><![CDATA[<p>Cauda Longa e a tendência de mercados digitais terem uma grande variedade de produtos de nicho tem uma demanda combinada que rivaliza ou até supera a demanda dos poucos produtos mais populares, essa ideia sugere que a soma das vendas de itens menos populares pode ultrapassar as vendas dos itens mais populares, devido à acessibilidade e disponibilidade em mercados online.</p><p><br/></p><p>Citação: "Cauda longa se refere a uma estratégia que busca atingir várias coisas com baixa procura, em vez de focar em poucas coisas e com muitos pedidos. No varejo, isso é bastante usado pelos empreendedores. A Drogaria Araújo, por exemplo, comercializa diversos itens populares, enquanto a Brasil Cacau vende apenas chocolates"</p><p><br/></p><p>https://rockcontent.com/br/blog/cauda-longa/#:~:text=Cauda%20longa%20se%20refere%20a,Brasil%20Cacau%20vende%20apenas%20chocolates.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 00:52:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mariana Menezes de Souza </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955844648</link>
         <description><![CDATA[<p>Sociedade do conhecimento</p><p><br/></p><p>A noção de "sociedade do conhecimento" (knowledge society) surgiu no final da década de 90. É empregada, particularmente, nos meios acadêmicos como alternativa que alguns preferem à "sociedade da informação".</p><p>A UNESCO, em particular, adotou o termo "sociedade do conhecimento" ou sua variante "sociedades do saber" dentro de suas políticas institucionais.</p><p>Desenvolveu uma reflexão em torno do assunto que busca incorporar uma concepção mais integral, não ligada apenas à dimensão econômica. Por exemplo, Abdul Waheed Khan (subdiretor-geral da UNESCO para Comunicação e Informação), escreve [3]: "A Sociedade da Informação é a pedra angular das sociedades do conhecimento. O conceito de "sociedade da informação", a meu ver, está relacionado à idéia da "inovação tecnológica", enquanto o conceito de "sociedades do conhecimento" inclui uma dimensão de transformação social, cultural, econômica, política e institucional, assim como uma perspectiva mais pluralista e de desenvolvimento. O conceito de</p><p>"sociedades do conhecimento" é preferível ao da "sociedade da informação" ja que expressa melhor a complexidade e o dinamismo das mudanças que estão ocorrendo. (...) o conhecimento em questão não só é importante para o crescimento econômico, mas também para fortalecer e desenvolver todos os setores da sociedade".</p><p>Um detalhe neste debate, que apenas diz respeito aos idiomas latinos, é a distinção entre "conhecimento" ou "saber" (em inglês, ambos são traduzidos como "knowledge society"). A noção de "saberes" implica certezas mais precisas ou práticas, enquanto que conhecimento abarca uma compreensão mais global ou analítica. André Gorz considera que os conhecimentos se referem aos "conteúdos formalizados, objetivados, que não podem, por definição, pertencer às pessoas...</p><p>O saber está feito de experiências e</p><p>práticas que se tornaram evidências intuitivas e costumes" [4]. Para Gorz, a</p><p>"inteligência" abarca toda a gama de capacidades que permite combinar saberes com conhecimento. Sugere, então, que "knowledge society" seja traduzida por "sociedade da inteligência".</p><p>Em todo caso, geralmente, neste contexto, utiliza-se indistintamente sociedade do conhecimento e do saber, embora em espanhol, pelo menos, conhecimento pareça ser mais comum.</p><p><br/></p><p>Sociedade da informação</p><p>Na década passada, "sociedade da informação" foi, sem dúvida, a expressão que se consagrou como o termo hegemônico, não porque expresse necessariamente uma clareza teórica, mas graças ao batismo que recebeu sas politicar ticias das aidial dedica desa sua os e a glorificação que Os antecedentes do termo, contudo, datam de décadas anteriores. Em 1973, o sociólogo estadunidense Daniel Bell introduziu a noção da "sociedade de informação" em seu livro O advento da sociedade pós-industrial [1]. Neste livro, ele formula que o eixo principal desta sociedade será o conhecimento teórico e adverte que os serviços baseados no conhecimento terão de se converter na estrutura central da nova economia e de uma sociedade sustentada na informação, onde as ideologias serão supérfluas.</p><p>Esta expressão reaparece com força nos anos 90, no contexto do desenvolvimento da Internet e das TIC. A partir de 1995, foi incluída na agenda das reuniões do G7 (depois, G8, onde se reúnem os chefes de Estado ou governos das nações mais poderosas do planeta). Foi abordada em fóruns da Comunidade Européia e da OCDE (os trinta países mais desenvolvidos do mundo) e foi adotada pelo governo dos Estados Unidos, assim como por várias agências das Nações Unidas e pelo Banco Mundial.</p><p>Tudo isso com uma grande repercussão mediática. A partir de 1998, foi escolhida, primeiro na União Internacional de Telecomunicações e, depois, na ONU para nome da Cúpula Mundial programada para 2003 e 2005.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dcc.ufrj.br/~jonathan/compsoc/Sally%20Burch.pdf">https://dcc.ufrj.br/~jonathan/compsoc/Sally%20Burch.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 00:56:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Giovanna Assumpção</title>
         <author>giovannaassumpcao</author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955848662</link>
         <description><![CDATA[<p>o conceito de "sociedade da informação" como construção política e ideológica se desenvolveu das mãos da globalização neoliberal, cuja principal meta foi acelerar a instauração de um mercado mundial aberto e "auto-regulado". Política que contou com a estreita colaboração de organismos multilaterais como a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, para que os países fracos abandonem as regulamentações nacionais ou medidas protecionistas que "desencorajassem" o investimento; tudo isso com o conhecido resultado da escandalosa intensificação dos abismos entre ricos e pobres no mundo.</p><p>Na verdade, no final do século, quando a maioria dos países desenvolvidos já havia adotado políticas de desenvolvimento da infra-estrutura das TIC, ocorre o espetacular auge do mercado de ações da indústria das comunicações.</p><p>Entretanto, os mercados do Norte começam a se saturar. Assim, intensificam-se as pressões com relação aos países em desenvolvimento para que deixem a via livre ao investimento das empresas de telecomunicações e informática em busca de novos mercados para absorver seus excedentes de lucros. Neste contexto convocado pela CMSI; esse panorama se modifica, ano 00. No en vez que a relha de me papo de ave duest ua orar da</p><p>comunicação desempenharam na aceleração da globalização econômica, sua imagem pública, está mais associada aos aspectos mais "amigáveis" da globalização como a Internet, a telefonia celular e internacional, a TV via satélite, etc. Assim, a sociedade da informação assumiu a função de</p><p>2</p><p>"embaixadora da boa vontade" da globalização, cujos "benefícios" poderiam estar ao alcance de todos, se pelo menos fosse possível diminuir o “abismo digital”. </p><p>Sociedade do conhecimento</p><p>A noção de "sociedade do conhecimento" (knowledge society) surgiu no final da década de 90. É empregada, particularmente, nos meios acadêmicos como alternativa que alguns preferem à "sociedade da informação".</p><p>A UNESCO, em particular, adotou o termo "sociedade do conhecimento" ou sua variante "sociedades do saber" dentro de suas políticas institucionais.</p><p>Desenvolveu uma reflexão em torno do assunto que busca incorporar uma concepção mais integral, não ligada apenas à dimensão econômica. Por exemplo, Abdul Waheed Khan (subdiretor-geral da UNESCO para Comunicação e Informação), escreve [3]: "A Sociedade da Informação é a pedra angular das sociedades do conhecimento. O conceito de "sociedade da informação", a meu ver, está relacionado à idéia da "inovação tecnológica", enquanto o conceito de "sociedades do conhecimento" inclui uma dimensão de transformação social, cultural, econômica, política e institucional, assim como uma perspectiva mais pluralista e de desenvolvimento. O conceito de</p><p>"sociedades do conhecimento" é preferível ao da "sociedade da informação" já que expressa melhor a complexidade e o dinamismo das mudanças que estão ocorrendo. (...) o conhecimento em questão não só é importante para o crescimento econômico, mas também para fortalecer e desenvolver todos os setores da sociedade".</p><p>Um detalhe neste debate, que apenas diz respeito aos idiomas latinos, é a distinção entre "conhecimento" ou "saber" (em inglês, ambos são traduzidos como "knowledge society"). A noção de "saberes" implica certezas mais precisas ou práticas, enquanto que conhecimento abarca uma compreensão mais global ou analítica. André Gorz considera que os conhecimentos se referem aos "conteúdos formalizados, objetivados, que não podem, por definição, pertencer às pessoas... O saber está feito de experiências e práticas que se tornaram evidências intuitivas e costumes" [4]. Para Gorz, a</p><p>"inteligência" abarca toda a gama de capacidades que permite combinar saberes com conhecimento. Sugere, então, que "knowledge society" seja traduzida por "sociedade da inteligência".</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4036223/mod_resource/content/2/Sally%20Burch%20Sociedade%20da%20Informa%C3%A7%C3%A3o%20-%20Copia.pdf">https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4036223/mod_resource/content/2/Sally%20Burch%20Sociedade%20da%20Informação%20-%20Copia.pdf</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4036223/mod_resource/content/2/Sally%20Burch%20Sociedade%20da%20Informação%20-%20Copia.pdf" />
         <pubDate>2024-04-16 00:59:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maria Luisa De Moraes </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955848678</link>
         <description><![CDATA[<p>Conceito: A cultura de massa nas mídias digitais refere-se ao fenômeno em que conteúdos, ideias e valores são disseminados amplamente através de plataformas online, alcançando grandes audiências de forma rápida e acessível. Isso inclui memes, vídeos virais, tendências de redes sociais e outros elementos que se espalham rapidamente pela internet, influenciando as percepções e comportamentos das pessoas.</p><p><br/></p><p>Citação: Santaella (1966. P23) tradicionais preocupações sobre como definir o que é e o que circula nas midias entre "[...] o erudito e o alternativo, o academico e o popular, os pequenos circulos e os meios de massa, o formal e o informal, o central e o periférico, o antigo e o novo [...]" são questões que parecem ultrapassadas. Perderam seu espaço significativo com o início da popularização do rádio, na decada de 1920, que possibilitou o acesso aos meios de comunicação e a qualquer tipo de informação independente de sua condição ou posição social. Isto demonstra que a existência de definições e limites aristocráticos servia, e serve, apenas para limitar possibilidades de acesso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 00:59:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bruno Carvalho </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955851660</link>
         <description><![CDATA[<p>Na cultura midiática não se trata apenas da conformação do público a determinados hábitos, padrões de comportamento, valores, gostos e preferências, difundidos por meio da mídia, mas da criação, duplicação ou da re-criação da realidade por meio dela. Em alguns dos seus produtos, como os <em>reality shows</em> (do tipo <em>Big Brother</em>, <em>Casa dos Artistas</em>,<em> Ilha da Sedução</em>) que tudo pretendem mostrar (ou seja, a <em>realidade</em>), essa cultura midiática vai além da própria realidade: virtualiza um real degradado à mais rasa banalidade para o consumo narcisista de um público que dá à simulação (ao vivo) de sua própria cotidianidade, tornada in-significante pelo excesso de exposição e pela orgia imagética, sua mais entusiástica adesão (Zamora, 2000, p. 34).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 01:01:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Giovanni Bonjorni </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955852937</link>
         <description><![CDATA[<p>Comunicação em rede é um sistema em que um conjunto de terminais se comunicando entre si, compartilhando os mesmo recursos de maneira remota.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Citação:</p><p><br/></p><p>"A comunicação é o processo-base de toda e qualquer organização social. A revolução tecnológica que tomou forma nos anos 1970, e depois se difundiu por todo o mundo, caracteriza-se pela transformação do processo comunicativo a partir de redes digitais apoiadas pela microeletrônica. A internet e a comunicação wireless modificaram a forma como nos comunicamos e, conseqüentemente, os nossos comportamentos, local e globalmente. Contudo, a maior parte da comunicação pública continua a ser realizada pelos meios de comunicação, pela televisão, pelo rádio, pela imprensa escrita. Existe, porém, uma interação crescente entre a comunicação mediada por computador (CMC) e as outras mídias que desenvolve-se dentro da lógica específica de cada mídia. A internet não eliminou a televisão, transformou-a. E a persistência da televisão, do rádio e da imprensa escrita contribui para um crescentemente diversificado sistema de mídia, que se concretiza na interligação entre diferentes formas de comunicação, cada uma com a sua própria lógica, a sua própria tradição, o seu conjunto de valores e interesses inscritos na sua organização institucional.</p><p>Além disso, a emergência de um novo sistema de mídia tem diferentes manifestações e conseqüências e vários contextos culturais, sociais e institucionais. Mesmo com a difusão global da tecnologia, e com as redes globais de negócios midiáticos, o que acontece na Califórnia ou na Itália é diferente do que acontece em Portugal ou no Brasil. Assim, tanto para cumprir objetivos de análise quanto para base de orientações políticas, é essencial compreender."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&amp;lr=&amp;id=mr3OBdwe8uYC&amp;oi=fnd&amp;pg=PA9&amp;dq=info:Qq_lPIxLXekJ:scholar.google.com/&amp;ots=VAiv6JDcc3&amp;sig=6yY5BZ4GFlASxxMrvmBH_cY6rLc" />
         <pubDate>2024-04-16 01:01:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nicole Oliveira | 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955853315</link>
         <description><![CDATA[<p>A comunicação em rede refere-se as interações realizadas por meios eletrônicos, as informações trocadas por esse meio. Toda informação percorrida eletronicamente que atinge incontáveis pessoas.</p><p><br/></p><p>Citação: “A introdução do computador promoveu mudanças substantivas e sem precedentes na</p><p>história da humanidade. Hoje, milhões de pessoas podem trocar informações,</p><p>estabelecendo vínculos instantâneos e efêmeros que não têm compromisso de</p><p>permanência, muito menos de fidelidade.”</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2429166116/ccade9538429601801683bef0cc9929f/14_iasbeck.pdf" />
         <pubDate>2024-04-16 01:02:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Kaynã Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955861510</link>
         <description><![CDATA[<p>O termo “prosumer” surgiu em meados de 1980, dito pelo autor Alvin Tofler. A palavra vem da mistura entre os termos “producer” e “consumer” (produtor e consumidor em inglês), usada para destinar um novo comportamento no mercado. De modo geral, o prosumer nada mais é do que um consumidor ativo na área. Aquele que produz conteúdo, gera insights e contribui com o processo criativo de um produto ou serviço. São pessoas com estilos de vida próprios, que tomam decisões calculadas durante o processo de compra. Eles investigam o custo-benefício, as opiniões de outros consumidores, avaliam a concorrência e os valores que a marca prega. No final da jornada ao cliente, fazem questão de compartilhar seus insights e experiências com outros consumidores ou com seus seguidores nas redes sociais, assim como passar feedbacks e opiniões para a marca sobre como melhorar o serviço.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.revistaebs.com.br/brand-experience/prosumers-consumidor-digital/amp/" />
         <pubDate>2024-04-16 01:07:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bruno Carvalho </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955864328</link>
         <description><![CDATA[<p>Os prosumers consomem e produzem conteúdo a todo o momento. Eles usam o seu perfil na internet para compartilhar avaliações sobre determinados tipos de produtos ou serviços.</p><p>A experiência de mercado e o número de seguidores faz com que as suas opiniões influenciem diretamente na decisão de compra das pessoas.&nbsp;</p><p>Troye e Xie (2007) afirmam que a compreensão do comportamento dos <em>prosumers</em> é fundamental na criação de ideias úteis e no entendimento das tendências de comportamento do consumidor, pois são consumidores proativos e dinâmicos, que compartilham seus pontos de vista e estão na vanguarda da tecnologia.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-16 01:09:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Kaynã Silva </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955873937</link>
         <description><![CDATA[<p>Cultura midiática tem a ver com determinada visão de mundo, com valores e comportamentos, com a absorção de padrões de gosto e de consumo, com a internalização de "imagens de felicidade" e promessas de realização para o ser humano, produzidas e disseminadas no capitalismo avançado por intermédio dos conglomerados empresariais da comunicação e do entretenimento, e principalmente por meio da publicidade. Num âmbito mais amplo e necessariamente genérico, cultura midiática é a cultura do mercado pensada e produzida para ser transmitida e consumida segundo a gramática, a lógica própria, a estética e a forma de incidência e recepção peculiares ao sistema midiático-cultural. Neste sentido, a noção de cultura midiática é devedora e retoma muitas implicações do conceito de <em>indústria da cultura</em>, ou indústria cultural, mas deseja apontar ou circunscrever realidades específicas do estágio atual de midiatização da cultura.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/es/a/TVL6mYhM7JwSbLvXyFW45dp/#:~:text=Num%20%C3%A2mbito%20mais%20amplo%20e,peculiares%20ao%20sistema%20midi%C3%A1tico%2Dcultural." />
         <pubDate>2024-04-16 01:15:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pedro Henrique Barros</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955881789</link>
         <description><![CDATA[<p>Conceito: Uma rede de comunicação é um sistema que permite a troca de informações entre diferentes dispositivos ou computadores. Essa troca de informações pode ser feita de várias maneiras, como por meio de cabos, ondas de rádio ou até mesmo por satélites.</p><p>Citação: “O compromisso essencial deste livro é analisar mutações de uma época de comunicação generalizada e em rede, na qual a vida social, as mentalidades, os valores e os processos culturais parecem definitivamente vinculados a telas, monitores e ambientes virtuais, sob o imperativo da cultura tecnológica e da midiatização.” <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pesquisa.bvsalud.org/portal/?lang=pt&amp;q=au:%22Moraes,%20D%C3%AAnis%20de%22">Moraes, Dênis</a></p><p><em>Rio de Janeiro; Pão e Rosas; 2010.</em></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-745550" />
         <pubDate>2024-04-16 01:20:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matheus Fernandes Bernardo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2955902106</link>
         <description><![CDATA[<p>Um prosumer é o consumidor que participa do processo de criação dos serviços ou produtos que uma organização desenvolve. Ou seja, é uma combinação entre produtor e consumidor.</p><p>Atualmente, o conceito de customização se expandiu e foi adotado por grandes empresas. Um dos fatores que impulsiona isso é a demanda do consumidor, que, dependendo do setor, possui características que o diferenciam.</p><p>Um prosumer vai além de querer ser apenas um cliente, pois busca se envolver ativamente na criação de novos produtos ou criar informações relacionadas à marca, através da Internet.</p><p>As redes sociais são um canal que favoreceu o crescimento dos prosumers, pois permitem interagir e criar uma conexão com a organização e, a partir disso, obter muitas informações relevantes que ajudarão a empresa a tomar melhores decisões, por exemplo, ao fazer pesquisas para o desenvolvimento de novos produtos.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/tinf/a/YhT8zJ3F9nc9pSrYB8DvTRC/#:~:text=Prosumer%2C%20em%20ingl%C3%AAs%2C%20%C3%A9%20a,produtor%20e%20consumidor%20de%20conte%C3%BAdo">https://www.scielo.br/j/tinf/a/YhT8zJ3F9nc9pSrYB8DvTRC/#:~:text=Prosumer%2C%20em%20ingl%C3%AAs%2C%20%C3%A9%20a,produtor%20e%20consumidor%20de%20conte%C3%BAdo</a>.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/tinf/a/YhT8zJ3F9nc9pSrYB8DvTRC/#:~:text=Prosumer%2C%20em%20ingl%C3%AAs%2C%20%C3%A9%20a,produtor%20e%20consumidor%20de%20conte%C3%BAdo." />
         <pubDate>2024-04-16 01:31:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vitor Enrique Costa Carneiro dos Santos - 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2956014721</link>
         <description><![CDATA[<p>O prosumer se baseia na combinação das palavras "producer" (produtor em inglês) e "consumer" (consumidor em inglês). Logo, a prática consiste em avaliar algo baseado em alguns critérios e depois compartilhar a sua opinião final em algum veículo (youtube, website, blog, etc), por isso a junção das palavras, já que a pessoa é consumidora de determinado produto, e expõe a sua opinião sobre o mesmo, produzindo assim conteúdo e principalmente, marketing para o produto, já que dependendo da influência de quem opina pode afetar as vendas de um produto, positivivamente e negativamente. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-16 02:43:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vitor Enrique Costa Carneiro dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2956032771</link>
         <description><![CDATA[<p>A Inteligência Coletiva trata sobre conhecimento compartilhado, se baseando na tese de que este conhecimento não é privado para um grupo, mas justamente é coletivo, já que todos têm o direito de possuí-lo. Além de que, defende que todos têm algum conhecimento a oferecer, independente de quem seja. </p><p><br/></p><p>“<em>[a inteligência coletiva é] uma inteligência distribuída por toda parte: tal é nosso axioma inicial. Ninguém sabe tudo, todos sabem alguma coisa, todo o saber está na humanidade. Não existe nenhum reservatório de conhecimento transcendente, e o saber não é nada além do que o que as pessoas sabem</em>” </p><p>(Pierre Lévy, 2000)</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-16 02:55:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Julia Prado 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2956758166</link>
         <description><![CDATA[<p>Dentro desse tema prossumers, compreendi que são consumidores ativos de certa forma, cujo são extremamente importantes para o marketing e pra empresa, eles dão dicas e comentários de como melhorar a experiência dos clientes, se fazem presentes e gostam de empresas que inovem assim gerando o interesse do cliente.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>citação-"ninguém sabe de tudo e todos sabem alguma coisa" (Lévy, 1998, p. 28-29). Uma cultura extremamente participativa que elimina obstáculos para que as pessoas tentem coisas novas na web e sejam produtoras de conteúdo, fazendo com que o privado e o público se interpenetrem. Vivemos atualmente um modelo híbrido de circulação da informação com forças tanto de cima para baixo quanto de baixo para cima, que determinam como um material é compartilhado pelas culturas e entre elas, de maneira cada vez mais "participativa"</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2430256877/0e0dc83285fdcf0813b1cfa2050cd87a/mi_dias_.pdf" />
         <pubDate>2024-04-16 12:11:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mariana Mota Rodrigues 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2957158681</link>
         <description><![CDATA[<p>Entendimento: a cultura de movimento se relaciona com mobilidade, infinitas formas de pesquisa para o mesmo assunto, sendo elas no mesmo aparelho ou não (um exemplo: o mesmo assunto que está passando na TV, você consegue pesquisar sobre ele no seu celular, que pode encontrar também em outros vídeos ou até representações visuais). Toda essa mobilidade não está ligada a fios, tendo liberdade, praticamente tudo na palma da mão.</p><p><br/></p><p>Como se pode constatar, são múltiplos os processos de mobilidade que se interconectam. Uma vez que as sobreposições, cruzamentos, interseções entre eles são inextricáveis, parece caber com justeza o termo</p><p>'hipermobilidade para caracterizá-los. Hipermobilidade porque à mobilidade fisica do cosmopolitismo crescente foi acrescida a mobilidade virtual das redes. Com os aparelhos moveis, ambas as mobilidades se entrelaçaram, interconectaram-se, tornaram-se mais agudas pelas ações de uma sobre a outra. Quando se sabe da existência dos celulares de padrão e-mode, conectados continuamente à internet, para cujos usuários não faz sentido a expressão 'entrar na internet, pois ela está sempre lá, na palma da Mao, quando já estão começando a se fazer sentir os efeitos que se anunciam da computação ubíqua, vestível e pervasiva, quando já se fala em televisão móvel, a palavra 'hipermobilidade' está longe de ser uma hipérbole.</p><p><br/></p><p>Página 72</p>]]></description>
         <enclosure url="https://repositorio.pucrs.br/dspace/bitstream/10923/2023/1/000433773-Texto+Completo-0.pdf" />
         <pubDate>2024-04-16 16:43:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Yasmin Lourenço 1BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2957170843</link>
         <description><![CDATA[<p>Prosumer é sobre a combinação de colaborador e consumidor, criam e consomem, logo, possuem mais conhecimento do que alguém que apenas consome.</p><p><br/></p><p>Citação: “agregar valor ao produto com as características que a imagem do próprio inluenciador carrega”</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2429311143/6389f76623e2dd61fb4b0e55846a62f3/Prosumers_colaboradores_cocriadores_e_in.pdf" />
         <pubDate>2024-04-16 16:52:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Yasmin Lourenço 01BN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2957188059</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje em dia é algo imediato, um ambiente livre onde circula informações, verdadeiras ou falsas, nas redes são todos os tipos de comunicação, notícias, mensagens, vídeos, fotos…</p><p><br/></p><p>Citação:“o desenvolvimento de sofisticadas tecnologias de comunicação não garante a qualidade do processo, tampouco o adensamento das afinidades que geram vínculos."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2429311143/cfcc8e55a85b00f4f9a4a4d28fbc1190/14_iasbeck.pdf" />
         <pubDate>2024-04-16 17:06:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Julia Prado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2957496825</link>
         <description><![CDATA[<p> A comunicação em rede auxilia muito nos dias de hoje, até mesmo para se comunicar em distância, todo comunicação necessita de uma troca.</p><p> A base é o diálogo cujo tem que ter um emissor e um receptor virtualmente.</p><p><br/></p><p>citação- </p><p>"O que nos põe em rede não é senão os vínculos que conseguimos estreitar entre corpos e mentes que se mediam tecnologicamente. Vínculos que insistem em se manter precários ...</p><p>e cada vez mais tênues ... quanto mais sofisticada e exuberante se torna a tecnologia que media as relações."</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2430256877/bc4de23e9cc90cbdec3edc5e249b188a/comunicac_a_o_em_rede.pdf" />
         <pubDate>2024-04-16 23:02:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Débora Cristina Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/conceituando/zc9r8ek6p0fiyiip/wish/2974415957</link>
         <description><![CDATA[<p>Entendimento: Prosumer é o usuário de algum produto ou serviço que busca o máximo de informações possíveis a respeito, a fim de melhorar a sua experiência e contribuir para a experiência de outras pessoas.</p><p><br/></p><p>Citação: Os <em>prosumers</em> apresentam algumas características específicas, dentre as quais o fato de dominarem a tecnologia e a utilizarem para comunicar e fazer escolha, estarem sempre conectados e serem capazes de influenciar quem os rodeia. Além disso, os <em>prosumers</em> buscam valores nas marcas que consomem. <strong>Troye e Xie (2007)</strong> afirmam que a compreensão do comportamento dos <em>prosumers</em> é fundamental na criação de ideias úteis e no entendimento das tendências de comportamento do consumidor, pois são consumidores proativos e dinâmicos, que compartilham seus pontos de vista e estão na vanguarda da tecnologia. <strong>Fonseca <em>et al</em>. (2008)</strong> destacam a evidente importância dos <em>prosumers</em> como influenciadores do mercado e da produção até o consumo. <strong>Tapscott (2010)</strong> afirma que o momento atual é de compartilhamento e ascensão das redes de influência; por isso, entender os <em>prosumers</em> é primordial para as empresas, pois o impacto que eles causam no mercado de consumo não está somente no poder de compra, mas no da influência. Existe o desejo de viver experiências e interagir com as empresas, os <em>prosumers</em> querem ser envolvidos na inovação dos produtos e estão se preparando para que as experiências ocorram (<strong>Tapscott, 2010</strong>).</p><p>Inteligência CompetitivaOs <em>prosumers</em> apresentam algumas características específicas, dentre as quais o fato de dominarem a tecnologia e a utilizarem para comunicar e fazer escolha, estarem sempre conectados e serem capazes de influenciar quem os rodeia. Além disso, os <em>prosumers</em> buscam valores nas marcas que consomem. <strong>Troye e Xie (2007)</strong> afirmam que a compreensão do comportamento dos <em>prosumers</em> é fundamental na criação de ideias úteis e no entendimento das tendências de comportamento do consumidor, pois são consumidores proativos e dinâmicos, que compartilham seus pontos de vista e estão na vanguarda da tecnologia. <strong>Fonseca <em>et al</em>. (2008)</strong> destacam a evidente importância dos <em>prosumers</em> como influenciadores do mercado e da produção até o consumo. <strong>Tapscott (2010)</strong> afirma que o momento atual é de compartilhamento e ascensão das redes de influência; por isso, entender os <em>prosumers</em> é primordial para as empresas, pois o impacto que eles causam no mercado de consumo não está somente no poder de compra, mas no da influência. Existe o desejo de viver experiências e interagir com as empresas, os <em>prosumers</em> querem ser envolvidos na inovação dos produtos e estão se preparando para que as experiências ocorram (<strong>Tapscott, 2010</strong>).</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/tinf/a/YhT8zJ3F9nc9pSrYB8DvTRC/">https://www.scielo.br/j/tinf/a/YhT8zJ3F9nc9pSrYB8DvTRC/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/tinf/a/YhT8zJ3F9nc9pSrYB8DvTRC/" />
         <pubDate>2024-04-30 00:08:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Débora Cristina Santos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Entendimento: Refere-se a facilidade e simultaneidade de obtenção de informações; Uma notícia vista na TV que pode ser aprofundada nas redes sociais e posta como manchete nos jornais impressos, por exemplo.</p><p><br/></p><p>Citação: Desse modo, a cultura da mobilidade digital agrega questões que vão para além dos objetos em si, envolvendo também os campos político, econômico e social. Mobilidade é uma das atuais palavras-chave da cibercultura. Num contexto permeado por tais questões, quando utilizamos a expressão mobilidade, parece que estamos nos referindo a um elemento muito recente no nosso cotidiano. Entretanto, a cultura da mobilidade não nasce com o surgimento dos dispositivos móveis digitais ou com as redes sem fio da sociedade da informação. De acordo com Lemos (2011), a mobilidade sempre atravessou a história da humanidade. Quando pensamos na mobilidade física, por exemplo, podemos referenciar uma lista variada de objetos que fizeram parte dessa cultura nômade: fogo, vestimentas, instrumentos musicais, ferramentas, armas, bijouterias, relógios de pulso, rádio, videocassete, walkman, etc. Hoje, podemos citar os celulares, netbooks, GPSs, smartphones, videogames. Com a computação ubíqua, estes objetos possibilitam ainda o imbricamento entre as dimensões física e informacional-virtual, já que, através deles, acessamos e compartilhamos um universo amplo de informações.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.redalyc.org/pdf/766/76632206009.pdf">https://www.redalyc.org/pdf/766/76632206009.pdf</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 00:14:44 UTC</pubDate>
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