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      <title>As raízes da formação: Teorias e Práticas no processo alfabetizador by ERIKA EMANUELLY DA SILVA LEMOS</title>
      <link>https://padlet.com/erikalemos/zah5lhohlxe2ty08</link>
      <description>Leituras e Escritas no Portal da Amazônia. Mural destinado à disciplina de Linguagem Oral e Escrita, com o intuito de destacar os processos alfabetizadores no Brasil. Aulas ministradas por Elizabeth Orofino. 
Alunas: Aldione Machado, Erika Emanuelly Lemos, Sofia Andrade, Thássia Medeiros e Yasmin Corrêa.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-24 17:42:20 UTC</pubDate>
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         <title>II. Verbete</title>
         <author>erikalemos</author>
         <link>https://padlet.com/erikalemos/zah5lhohlxe2ty08/wish/2354099256</link>
         <description><![CDATA[<div>''Direito de todos – crianças, jovens e adultos – a se tornarem leitores e pessoas que sabem escrever. Processo cultural, coletivo e sistematizado, que garante acesso ao acervo escrito de uma língua, nas suas mais variadas expressões, bem como assegura produção criativa nesta língua. Inserção gradativa em práticas de leitura e escrita.'' (GOULART, 2010, p. 02)<br><br>O início da criança no mundo alfabetizador dá se por conta de todo um processo interativo adquirido na Educação Infantil no que se diz respeito ao: conhecimento do alfabeto, associar o nome próprio; dos colegas de classe e/ ou dos responsáveis. Inserido na Base Nacional Curricular Comum, doravante BNCC, de que a criança deve utilizar o alfabeto para desenvolver a mecânica da escrita, portanto, elas vão aprofundar o alfabeto já estudado para desenvolver futuras atividades para desenvolver sua escrita e oralidade. Por isso, a criança irá expandir em fonemas ou grafemas e letras. No que consiste, em construir os fonemas (sons da língua) pela sua linguagem e relação de mundo, assim como os grafemas (identificação gráfica).&nbsp;<br><br></div><div>Alfabetizar leva um processo contínuo, infinito e essencial para uma construção de uma criança pensante e capaz de decodificar o mundo através dos sons e palavras. Ainda mais ciente de que, a Língua Portuguesa necessita de que, os estudos sejam contínuos pela necessidade que a ortografia portuguesa do Brasil se diferencia das línguas dos outros países pela a relações fono-ortográficas, que mediante a BNCC induz que na construção desses conhecimentos, há três relações que são muito importantes: a) as relações entre a variedade de língua oral falada e a língua escrita (perspectiva sociolinguística); b) os tipos de relações fono-ortográficas do português do Brasil; e c) a estrutura da sílaba do português do Brasil (perspectiva fonológica). (BRASIL, 2018, p. 95).<br><br></div><div>O primeiro ato de alfabetizar acontece a partir da Educação Infantil, momento em que as crianças tem contato externo do seu mundo com seus pais já tendo uma iniciação à sua formação socioespacial e cultural, com isso, o momento das crianças nessa etapa pode garantir que elas possam desenvolver na formação do leitor, de garantir o direito à cultura oral e escrita e convívio com diversos gêneros discursivos (fábulas, contos, provérbios, poemas) e suportes (em especial livros literários). (KRAMER, 2010, p. 03). Para que isso seja desenvolvido de uma forma que as crianças possam de fato absorverem todo o conteúdo que está sendo aplicado à elas, vale-se de incentivar a prática de leitura e do ato de escrever, e daí surge uma percepção de como incitar as crianças a escrever sendo que elas estão no processo de alfabetização? Dispõe a se debruçar em distribuir às crianças como ensiná-las a conhecer o alfabeto e para cada processo que possa ser desenvolvido na sala de aula utilizar um alfabeto feito de qualquer material que possa ser exposto de uma forma visível e legível às crianças para que cada processo em que o educador estimule a percepção espacial e cultural de cada criança. Vale ressaltar que há modos de alfabetizar, não existe apenas um método, o principal foco é que possa inserir as crianças em uma alfabetização que seja prazeroso, entendível e que seja emancipador para as crianças que estão presentes dentro da sala de aula. Para que da Educação Infantil parta para ao Ensino Fundamental que sejam aplicadas aos alfabetizandos um asseguramento e expansão da alfabetização e sua leitura, escrita e oralidade. Que o Ensino Fundamental possa possibilitar um aperfeiçoamento da escrita e que as leituras sejam uma prática frequente para que ao decorrer da vida escolar da criança seja um processo de inclusão às acessibilidades que a leitura e a escrita pode trazer; sem empecilhos em desenvolver textos, textos orais e percepção e entendimento acerca de qualquer assunto.<br><br></div><div>Para que isso ocorra de uma forma positiva deve-se garantir que, professores que possibilitem uma riqueza cultural e linguística e que esses pontos possam ser realizados desde seu início escolar, e de que possa efetivar de leituras a partir de histórias, fábulas, pois do momento em que aplica essa leitura para as crianças elas desenvolvem sua imaginação e começam a partir daí uma percepção de letras, sílabas e a palavra em si.&nbsp;<br><br></div><div>Portanto, percebe-se que a aprendizagem é um ato metodológico e processual, que leva um tempo extenso para que a criança saiba desenvolver sua escrita e que contribua para o avanço pedagógico de uma alfabetização que venha somar para a aquisição metodológica e pedagógica da criança, e que abrande o número triste de mais de 11 milhões de analfabetos existentes no Brasil.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 17:55:46 UTC</pubDate>
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         <title>I. O que é alfabetização?</title>
         <author>erikalemos</author>
         <link>https://padlet.com/erikalemos/zah5lhohlxe2ty08/wish/2354099690</link>
         <description><![CDATA[<div><br>‘’A alfabetização tem constituído uma das questões sociais mais fundamentais por suas implicações político-econômicas e por se evidenciar instrumento e veículo de uma política educacional que ultrapassa amplamente o âmbito meramente escolar e acadêmico.’’ (SMOLKA, 2012, p.16)<br><br></div><div>A alfabetização é uma transição ímpar na educação, é o momento importante que moldará a conexão de mundo que ele obtém. Diga-se de passagem que, a alfabetização na luz de SMOLKA (2012) tem uma pretensão de para quem vou alfabetizar, para quem e por quê. Tendo esses três eixos gravados, entende-se que é necessário que tenha-se professores à nível de inserir esse processo educacional à frente de uma sala de aula, infere-se que a relação entre professor-aluno seja produtiva e que ambos desfrute de conhecimentos, já que a alfabetização acontece involuntariamente, estamos sempre em um processo contínuo e infinito, então todo dia nos alfabetizamos com alguma coisa.<br><br></div><div>Mas é válido ressaltar acerca das colocações inseridas no âmbito alfabetizar. Será destacado a questão das diferenças da alfabetização no plano econômico. SMOLKA (2012) em um dos seus trabalhos, deu partida a um estudo sobre as diferenças das crianças pobres e as ricas no seu processo alfabetizador. No que se refere à criança pobre, percebeu-se o processo de letramento dela era bem limitado, mas que suas experiências breves no mundo externo eram boas, a observação se faz presente nas crianças que serviram de embasamento para o estudo da autora, diferentemente das crianças ricas, que apesar de terem todo o suporte no mundo externo de se comunicar, era limitado, então o desenvolvimento dentro da sala de aula ficou abalado.&nbsp;<br><br></div><div>Para uma exemplificação de um método alfabetizador enquadradas no que Smolka (2012) desenvolve, disserta acerca de uma experiência adquirida em uma escola nas costas das águas da Ilha do Cumbú, em Belém do Pará, a Escola Milton Monte oferta uma educação para o núcleo Infantil e Fundamental I. Na seguinte escola, é evidenciada a estrutura física que é ofertada aos alunos, já que, por ser fora do centro urbano da capital, o acesso às tecnologias são limitadas pela dificuldade de chegar as conexões que é em poder da internet. Bem, mas o foco não é trazer sobre as peculiaridades que a escola apresenta, pelo contrário, é dissertar sobre o lindo trabalho que é desenvolvido nesta escola sobre as águas.<br><br></div><div>É interessante perceber a relação aluno-professor desenvolvida naquela escola, à luz da autora matriz que diz a importância de organizar dados do cotidiano para ir tecendo as relações e conversando para as professoras sobre eles (SMOLKA, 2012, p. 27). E é isso que é trabalhado na Escola Milton Monte, o detalhe de trabalhar o cotidiano em que eles vivem e que é regional deles é de suma importância para o passo de se alfabetizar e trabalhar a leitura do mundo em que vivem.&nbsp;<br><br></div><div>Outro ponto importante a ser destacado é sobre o uso dos livros infantis para a alfabetização das crianças, que na sala do Jardim II, as prateleiras são presentes por toda a sala e no alcance das crianças para que elas tenham o acesso direto sem que tenha interveio da professora, por exemplo, e isso estimula a criança para que ela possa desenvolver o hábito de ler, apesar de que letrada ela não está, mas a leitura visual que ela faz sobre o livro infantil vai instigar para que ela faça uma leitura do mundo dela ao livro.<br><br></div><div>Por fim, o uso dos murais para que a criança desenvolva no papel grudado à parede é de que elas trabalhem o uso gráfico à linguagem, na alfabetização tudo é objeto de estudo que possibilite a criança uma percepção lógica sem que deixe a criança desestimulada, sem vontade de aprender e mais grave, de rejeitar qualquer aplicação que o professor possa desenvolver dentro da sala de aula, em que Smolka (2012) pontuou em eventual escala de rígidas e austeras condições de ensino dentro das salas de aula.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 17:56:02 UTC</pubDate>
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         <title>III. Tema do início do processo de alfabetização: importante é trabalhar o nome, porquê?</title>
         <author>erikalemos</author>
         <link>https://padlet.com/erikalemos/zah5lhohlxe2ty08/wish/2354100018</link>
         <description><![CDATA[<div>“Quem lê? Quem escreve? Para quê? Por quê?.” (SMOLKA p. 15)<br>Quando pensamos no processo de alfabetização devemos pensar na criança individual e coletivamente como uma pessoa em formação, devemos nos atentar à linguagem que será trabalhada e em uma forma de explicar a importância desse processo para a criança. A importância de compreender o porquê de ir à escola, o porquê da leitura e da escrita. “[…] a escrita, sem função explícita na escola, perde o sentido.” (SMOLKA p. 49).</div><div>A partir desse pensamento, compreende-se a necessidade de inserir um contexto, para o processo de alfabetização, que se aproxime o máximo possível da realidade em que a criança vive. Exemplificando sempre o que se ensina. Aliando a prática à teoria. Fazendo uso de situações, objetos concretos e leituras que sejam parte do dia a dia da criança, que estejam ao alcance dela. Assim, a criança associa o que é ensinado dentro da sala de aula ao que vive.<br><br><br>Então, por que trabalhar o nome da criança é essencial no início do processo de alfabetização?<br><br>Compreendemos o nome como imutável, uma palavra estática, escrita sempre da mesma forma, com as mesmas letras. Logo, identificamos a importância de iniciar o processo de alfabetização pelo nome.&nbsp;</div><div>A escrita do nome possibilita à criança o sentimento de autonomia, traz significado e motivação para buscar novas palavras. Possibilita a interação entre colegas no ambiente escolar e a interação com outras pessoas fora desse ambiente. Uma vez que a criança sente-se dona da palavra e da escrita dela, sente-se confiante e parte de algo. Parte do processo de alfabetização.<br>A partir do registro do nome podemos trabalhar diversas atividades que proporcionem a leitura e a escrita espontânea. Umas dessas atividades mais comuns é o acróstico. A partir das letras do próprio nome a criança pode identificar várias outras. O que além de enfatizar o aprendizado do próprio nome instiga a criança a pesquisar em livros, revistas, dentre outros, outras palavras que iniciem com as letras que formam seu próprio nome.<br><br>Na atividade realizada na foto as crianças foram estimuladas a pesquisar em casa palavras que chamassem a sua atenção nas embalagens. A partir dessa pesquisa, foi montado em sala pelas crianças, com auxílio das professoras, um alfabeto de rótulos. Em seguida, foi solicitado que cada criança escolhesse uma palavra da atividade para registrar com massa de modelar. A maioria escolheu a palavra que iniciava com a letra do seu nome.&nbsp;<br>O nome da criança se torna uma referência para que ela identifique outras palavras e em alguns casos são as letras do nome que inicialmente chamam atenção em outras palavras. Além de ser um elo da criança com a sua vivência de mundo.<br><br>"Não se trata, então, de apenas "ensinar" (no sentido de transmitir) a escrita, mas de usar, fazer funcionar a escrita como interação e interlocução na sala de aula, experenciando a linguagem nas suas várias possibilidades." (SMOLKA p. 60)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 17:56:14 UTC</pubDate>
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         <title>VI. Os gêneros</title>
         <author>erikalemos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os gêneros textuais são estruturas particulares que se formam a partir dos diferentes tipos de textos. <br>São textos que exercem uma função com a intenção de estabelecer comunicação.<br><br><strong>Exemplos de cantigas de rodas:</strong></div><div>CARANGUEJO&nbsp;<br><br>CARANGUEJO NÃO É PEIXE&nbsp;<br>CARANGUEJO PEIXE É&nbsp;<br>CARANGUEJO NÃO É PEIXE<br>NA VAZANTE DA MARÉ.<br>PALMA, PALMA,PALMA<br>PÉ, PÉ, PÉ<br>CARANGUEJO SÓ É PEIXE, NA VAZANTE DA MARÉ!<br><br>MARCHA SOLDADO<br><br>MARCHA SOLDADO&nbsp;<br>CABEÇA DE PAPEL&nbsp;<br>SE NÃO MARCHAR DIREITO<br>VAI PRESO PRO QUARTEL<br><br>O QUARTEL PEGOU FOGO<br>A POLÍCIA DEU SINAL<br>ACORDA, ACORDA, ACORDA<br>A BANDEIRA NACIONAL<br><br></div><div><strong>Algumas características das cantigas:</strong></div><div>Texto com linguagem simples e fácil de memorizar, muitas tem rimas e repetições o que ajuda na aprendizagem do aluno, algumas falam de animais, como por exemplo: "A barata diz que tem", "o sapo não lava o pé ". Outras possuem a estrutura de um conto de fadas como "A linda rosa juvenil". Sendo assim, elas acabam colaborando com a aprendizagem por meio da fixação.<br><br><strong>Alguns tipos de gêneros textuais:</strong></div><div>Trava línguas: É um jogo verbal em que devemos dizer o mais rápido possível versos ou frases com repetição de palavras, sílabas ou sons difíceis de pronunciar.&nbsp;<br>Exempos: O RATO ROEU A ROUPA DO REI DE ROMA<br>TRÊS PRATOS DE TRIGO&nbsp;<br>PARA TRÊS TIGRES TRISTES.<br><br>A RÃ ARRANHA A ARANHA,<br>A ARANHA ARRANHA A RÃ.<br><br>OLHA O SAPO DENTRO DO SACO<br>O SACO COM O SAPO DENTRO<br>O SAPO BATENDO PAPO<br>E O PAPO SOLTANDO O VENTO.<br><br>O PELO DO PEITO DO PÉ DO PEDRO É PRETO.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 17:56:26 UTC</pubDate>
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         <title>VII. Jogos</title>
         <author>erikalemos</author>
         <link>https://padlet.com/erikalemos/zah5lhohlxe2ty08/wish/2354100687</link>
         <description><![CDATA[<div>O docente atuante na educação infantil, em que visa o processo de alfabetização, necessita da presença de métodos com base na ludicidade, na exploração, na fantasia e na autonomia das crianças, visto que contribui diretamente para o desenvolvimento da leitura, da escrita e das demais partes presente no ensino. Segundo a autora Rodrigues (2013), tendo esse relacionamento com a presença de brincadeiras, jogos, histórias e outras dinâmicas dentro da sala de aula, entre aluno e professor, finda com a ideia de que nessa relação precisa necessariamente da presença do autoritarismo, desse modo, o mediador passa a organizar as atividades, o tempo e até as dúvidas dos discentes, valorizando altamente o pensamento e as experiências infantis para construção da leitura e escrita.&nbsp;<br><br>Além disso, Agre Leão (2016), cita que por meio dos jogos a criança consegue ter acesso e compreensão aos conhecimentos do mundo adulto, sendo assim uma das melhores formas para aquisição de aprendizado, visto que as brincadeiras presente no âmbito escolar, são repletas de significados, pois são planejadas para introduzir conteúdo na vida do aluno, partindo dessa perspectiva, o estudante passa a despertar uma motivação, linguagem comunicativa, concentração e principalmente o raciocínio lógico, sendo fatos ideais para o processo de alfabetização/letramento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 17:56:37 UTC</pubDate>
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         <title>VIII. Linguagem e Alfabetização Discursiva </title>
         <author>erikalemos</author>
         <link>https://padlet.com/erikalemos/zah5lhohlxe2ty08/wish/2354101160</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Smolka (2012) a alfabetização implica leitura e escrita que é vista como momentos discursivos.&nbsp;</div><div>As crianças, antes de adentrar o ambiente escolar, trazem consigo conhecimentos próprios que provém do ambiente no qual ela está inserida. Após estudos, Smolka (2012) afirma que é evidente o fato de que as condições de vida das crianças influenciam no processo de alfabetização. É necessário que se entenda as diferenças sociais e culturais de cada criança para que esses conhecimentos de mundo que elas já possuem não sejam desprezados.</div><div><br></div><div>As crianças têm, basicamente, a noção das funções da escrita, elas tentam relacionar os conhecimentos que o professor passa na escola com o intuito de atribuir um sentido à escrita. Essa tentativa varia de acordo com a vivência de cada criança, portanto, torna-se necessário que o ambiente escolar seja um lugar onde a criança se veja como um membro no processo de alfabetização, onde ela possa notar a importância desse processo, nesse sentido, Smolka (2012) enfatiza a necessidade da escola rever suas condições de escolarização para que o ensino não seja apenas um lugar onde se ensina a ler e escrever. &nbsp;</div><div><br></div><div>É necessário que o professor, como mediador, entenda que esses conhecimentos trazidos das crianças não podem ser desprezados, mas que eles podem ser aproveitados em sala de aula. Há ocasiões onde, quando a criança não consegue compreender o conteúdo passado em sala, ou quando não atende às expectativas dos professores, elas acabam sendo tratadas como incapazes, ou conclui-se que elas tem algum problema. Tal prática acaba por fazer com que a criança não se sinta inserida no processo de alfabetização.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 17:56:55 UTC</pubDate>
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         <title>IX. Referências Bibliográficas</title>
         <author>erikalemos</author>
         <link>https://padlet.com/erikalemos/zah5lhohlxe2ty08/wish/2354273223</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL. Ministério da Educação. <strong>Base Nacional Comum Curricular</strong>. Brasília, 2018.<br><br>GOULART, Cecilia M. A.. Nasce uma revista |. <strong>Sede de Ler</strong>, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p. 2-3, nov. 2010. Semestral. Disponível em: https://periodicos.uff.br/sededeler/index. Acesso em: 23 nov. 2022.<br><br>RODRIGUES, Lídia da Silva. <strong>Jogos e brincadeiras como ferramentas no processo de aprendizagem lúdica na alfabetização. </strong>Dissertação (mestrado). Brasília. 98 p. 2013.<br><br>SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. <strong>A criança na fase inicial da escrita: a alfabetização como processo discursivo</strong>/ Ana Luiza Bustamante Smolka. - 13.ed. - São Paulo: Cortez, 2012.<br><br>AGRE LEÃO, M. O uso de jogos como mediadores da alfabetização/letramento em sala de apoio das séries iniciais. <strong>Estudos Linguísticos (São Paulo. 1978)</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 44, n. 2, p. 647–656, 2016. Disponível em: https://revistas.gel.org.br/estudos-linguisticos/article/view/1001. Acesso em: 3 dez. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 19:49:32 UTC</pubDate>
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         <title>IV. Ambiente alfabetizador de</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/erikalemos/zah5lhohlxe2ty08/wish/2380075818</link>
         <description><![CDATA[<div>Para o discente conseguir desenvolver seu conhecimento perante a alfabetização, precisa de um ambiente que colabore para tal processo, visto que a sala de aula tem de ser vista como um ambiente que segundo a Smolka (2012), o professor deve dar espaço e encorajar a criança a expressar o que conhece sobre os diversos conteúdos presente no âmbito escolar, visto que a mesma já tem suas experiências de vida, e assim pode dialogar com os outros indivíduos que estão presentes, formando assim grupos e resultando em compartilhamentos de conhecimento. Partindo desse princípio, quando o docente estabelece esse lugar encorajador, o aluno se sente mais a vontade para perguntar, sem receio de estar errando, e desse modo, a partir do momento que suas dúvidas são solucionadas, o mesmo tem seus pensamentos e ideias mais esclarecidas. Quando o ambiente escolar contém a presença de uma organização de espaço e de tempo, fica propício para a criança obter um conhecimento significativo da cultura letrada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 11:29:12 UTC</pubDate>
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         <title>V. Quais as características linguísticas?</title>
         <author>erikalemos</author>
         <link>https://padlet.com/erikalemos/zah5lhohlxe2ty08/wish/2400268105</link>
         <description><![CDATA[<div>A linguagem oral vai muito além da escrita e da leitura, pois a comunicação que faz parte das características linguísticas, pode ocorrer por meio de gestos, sinais, movimentos e expressões corporais.<br>A linguagem tem como característica o prover experiências significativas de aprendizagem da língua, o qual constitui-se em um espaço de capacitação,&nbsp; comunicação, interpretação e expressão do desenvolvimento gradativo da aptidão associada às quatro competências linguísticas que são: falar, escutar, ler e escrever. <br>O uso dos jogos na alfabetização constitui em estratégias para ampliar o conhecimento das crianças, podendo ser em formas de jogos com texto, sílabas, palavras e desenhos, despertando na criança o ato de interpretar, raciocinar e fazer o reconhecimento das letras e palavras através dos jogos.<br><br><strong>Quadrinhas:</strong></div><div>É um gênero textual composto por estrofes de quatro versos e rimas . A quadrinha tem o objetivo de divertir e ao mesmo tempo ensinar no ensino e aprendizado do aluno em sala de aula.<br>Exemplo: <br>Fui a feira comprar uva,<br>Encontrei uma coruja<br>Eu pisei no rabo dela<br>Me chamou de cara suja!<br><br><strong>Cantiga de Roda:</strong></div><div>É um tipo de canção popular que faz parte do nosso folclore e sempre esteve presente na rotina das crianças. Com elas é possível brincar, despertar o gosto pela música, desenvolver a audição, ritmo, os movimentos, o equilíbrio, a linguagem oral e a memória.<br><br><strong>Parlendas</strong></div><div>São textos criativos falados com ritmo. Uma de suas características é que elas possuem rimas, ou seja, as palavras terminam com o mesmo som.<br>Exemplo:<br>A CASINHA DA VOVÓ&nbsp;<br>CERCADINHA DE CIPÓ<br>O CAFÉ ESTÁ DEMORANDO&nbsp;<br>COM CERTEZA NÃO TEM PÓ.<br><br>QUEM COCHILA&nbsp;<br>O RABO ESPICHA<br>COME PÃO COM LAGARTIXA.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-28 14:14:01 UTC</pubDate>
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