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      <title>Corynebacterium by ALBERTO TEIXEIRA DE ANDRADE</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-16 22:38:41 UTC</pubDate>
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         <title>Caso clínico</title>
         <author>albertoandrade2</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Relata-se a história de um paciente de 24 anos, do sexo masculino, atendido em Tubarão, SC. O paciente queixava-se de odinofagia leve há três dias, associada à disfagia, febre, calafrios, mal-estar e vômitos. O paciente apresentava uma piora progressiva.<br>O histórico do paciente relatava que ele era diabético tipo 1 isulinodependente e que realizava acompanhamento com um endócrino. O calendário vacinal estava completo, com reforço da vacina de difteria realizado aos 15 anos.<br>O exame físico constatou que seu estado geral era regular, sem adenopatia cervical ou rigidez na nuca, porém ele se apresentava taquicárdico, desidratado, toxêmico e febril.&nbsp; A radiografia do tórax estava normal e a hemocultura foi negativa. Através do exame de oroscopia constatou-se hiperemia<br>e presença de placas pseudomembranosas branco-acinzentadas, aderentes na região de úvula e pilares.<br>Durante a passagem pelo hospital, o paciente evoluiu com piora clínica, intensa toxemia, prostração e descompensação do diabetes. Foi colocado em isolamento de aerossóis em ambiente de terapia intensiva, iniciado tratamento<br>clínico com soro antidiftérico (120 mil UI endovenoso) e antibioticoterapia (Penicilina G 2 milhões de UI EV 6/6hs). Após cinco dias evoluiu com importante melhora e regressão da lesão.<br><br>Fonte:<br>SAKAE, T; et al. <strong>Difteria. Relato de caso e revisão da literatura.</strong> Rev Bras Clin Med. São Paulo, 2010 nov-dez;8(6):551-4<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 22:38:41 UTC</pubDate>
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         <title>Patologia</title>
         <author>albertoandrade2</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Difteria: </strong>Causada pela <em>Corynebacterium diphtheriae</em></li><li>As bactérias que foram infectadas por um fago lisogênico podem produzir uma exotoxina que, ao circular na corrente sanguínea, interfere na síntese proteica. Existe uma terapia antitoxina disponível que, para ser eficaz, precisa ter início antes que a toxina adentre as células dos tecidos.&nbsp;</li><li><strong>Transmissão:</strong> Pessoa a pessoa por meio de gotículas eliminadas ao tossir e falar (se dando pelo próprio ar).</li><li>Um grande problema no passado era sua disseminação por portadores sadios</li><li><strong>Sintomas: </strong>Dor de garganta, febre, palidez membrana pálida cobrindo as amígdalas e edema de pescoço</li><li>A difteria também pode se manifestar como difteria cutânea, quando a bactéria infecta a pele (na maior parte das vezes, através de um ferimento), causando ulcerações cobertas por uma membrana acinzentada.&nbsp;</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 22:38:41 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico e Tratamento</title>
         <author>albertoandrade2</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Diagnóstico: </strong>O diagnóstico laboratorial é difícil e exige meios seletivos e diferenciais. É preciso distinguir entre os isolados produtores de toxina e as linhagens que não são toxinogênicas.</li><li><strong>Tratamento:</strong> Os antimicrobianos mais usados para seu tratamento são a penicilina e a eritromicina. Apesar de controlar o crescimento bacteriano, os antibióticos não são capazes de neutralizar a toxina. Dessa forma, é necessária a administração da antitoxina diftérica.&nbsp;<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 22:38:41 UTC</pubDate>
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         <title>Características</title>
         <author>albertoandrade2</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Diplobacilos Gram-positivos</strong></li><li>Imóveis</li><li>Não formam esporos</li><li>Normalmente possuem uma forma de clava, com a extremidade dilatada</li><li><strong>Aeróbios ou anaeróbios facultativos: </strong>Catalase positivo</li><li>Podem atuar como patógenos de diversos organismos incluindo plantas, animais e algumas espécies de fungos</li><li>Uma das espécies mais clássicas desse gênero é a <em>Corynebacterium diphtheriae</em>&nbsp;</li></ul><div><br>Fonte:<br>MADIGAN, M. T. et al. <strong>Microbiologia de Brock.</strong> 12. ed., Porto Alegre: Artmed, 2010. <br><br></div><div><strong>&nbsp;</strong>TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. <strong>Microbiologia</strong>. 12 ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 22:38:41 UTC</pubDate>
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         <title>Vacina</title>
         <author>albertoandrade2</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vacina DTaP (<em>difteria, tetanus, pertussis</em>) protege contra a difteria, tétano e coqueluche. Ela apresenta o toxoide (toxina inativada) da difteria, estimulando a produção de anticorpos pelo corpo contra a toxina diftérica. A vacina é eficaz e reduziu intensamente os casos de difteria ao redor do mundo. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 23:32:11 UTC</pubDate>
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         <title>Corynebacterium</title>
         <author>albertoandrade2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alberto Andrade, Clara Guida, Giovana de Freitas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-16 23:49:04 UTC</pubDate>
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