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      <title>Logica by Leonardo Henrique</title>
      <link>https://padlet.com/amorafaela/z95phc2zlmaxyyfs</link>
      <description>UNOPAR</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-09 12:34:57 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-11 15:12:55 UTC</lastBuildDate>
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         <title>O que é Logica?</title>
         <author>amorafaela</author>
         <link>https://padlet.com/amorafaela/z95phc2zlmaxyyfs/wish/2261092281</link>
         <description><![CDATA[<div>A palavra Lógica pode ser usada em dois contextos. O primeiro você já deve conhecer do dia a dia: <strong>pensamentos racionais</strong> <strong>para chegar a um conhecimento objetivo. </strong>Quando algo “tem lógica”, quer dizer que faz sentido. Ela também pode se referir a <strong>área da filosofia</strong> que estuda o formato em que colocamos as frases, para ver se são válidas ou não.<br><br></div><div>Esse último conceito é mais filosófico, então inclui o primeiro e uma série de outros termos que conheceremos mais pra frente.<br><br></div><div>A lógica não é algo criado pelo homem, mas foi descoberta. <strong>Desde que existe racionalidade, há lógica</strong>. Isso é perceptível ao observar a ordem que predomina na natureza e na própria mente humana.<br><br></div><div><strong>O primeiro a notar a lógica foi</strong> <a href="https://beduka.com/blog/exercicios/questoes-sobre-aristoteles/">Aristóteles</a>, ele escreveu diversos tratados e informações sobre isso que foram <strong>aprimorados durante a</strong> <a href="https://beduka.com/blog/materias/historia/o-que-foi-a-idade-media/">Idade Média</a> (principalmente na <a href="https://beduka.com/blog/materias/filosofia/quem-foi-santo-tomas-de-aquino/">Escolástica)</a> e chegaram até a nós, hoje!&nbsp;<br><br></div><div>A lógica aristotélica, também conhecida como lógica clássica, tem como base os princípios racionais e os silogismos. Veremos o que isso significa no último tópico!<br><br></div><div>Para ele, qualquer <strong>conhecimento real é verdadeiro e universal</strong>, então deveria <strong>respeitar os princípios lógicos</strong>. Assim, a lógica passou a ser compreendida como um<strong> instrumento de como pensar da maneira correta.<br></strong><br></div><ul><li>E pra quem diz: “sou de exatas, não de humanas” ou “sou de humanas, não de exatas”, prepare-se porque a lógica é usada tanto na matemática quanto na filosofia!&nbsp;</li></ul><div><br><br></div><div>Isso veio da própria palavra grega “<strong>Logos</strong>” que, nesse contexto, pode ser traduzida como <strong>razão, palavra ou fala de argumentação</strong>.&nbsp;<br><br>Lógica de programação é a organização coesa de uma sequência de instruções voltadas à resolução de um problema, ou à criação de um software ou aplicação.<br><br></div><div>A lógica de programação é o conhecimento anterior a qualquer outro quando falamos em <a href="https://kenzie.com.br/blog/estudar-desenvolvimento-web/"><strong>desenvolvimento web</strong></a> porque é a partir dele que os aprendizados posteriores, como por exemplo o das linguagens de programação, farão sentido.<br><br></div><div>Cada linguagem tem suas próprias particularidades, como sua sintaxe, seus tipos de dados e sua orientação, mas a lógica por trás de todas é a mesma.<br><br></div><div>Em outras palavras, dominar a lógica de programação é a porta de entrada para tornar-se um programador completo, seja em <a href="https://kenzie.com.br/blog/desenvolvedor-front-end/"><strong>front-end</strong></a> ou em <a href="https://youtu.be/6avQWCjeNbc"><strong>back-end</strong></a>.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 09:49:02 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Proposição?</title>
         <author>amorafaela</author>
         <link>https://padlet.com/amorafaela/z95phc2zlmaxyyfs/wish/2261094004</link>
         <description><![CDATA[<div>A proposição lógica é definida como toda oração que declare algo, podendo ser valorada como verdadeira ou falsa, sem casos em que ela se encaixe nas duas opções. Dessa maneira, a frase deverá ter um sujeito e um predicado para que o candidato compreenda.<br><br></div><div>Para que isso seja compreendido de maneira mais simples, a proposição lógica é dividida em algumas categorias, como o princípio da identidade (onde uma proposição verdadeira é verdadeira e uma proposição falsa é falsa), o princípio do terceiro excluído (uma proposição deve ser verdadeira ou falsa, não existindo outra opção) e o princípio de não-contradição (uma proposição nunca será verdadeira e falsa de modo simultâneo).<br><br></div><div>Sendo assim, as proposições lógicas podem aparecer de maneira bastante complexa em provas de concurso, sendo necessário um pensamento mais aprofundado por parte do candidato para que não caia em ciladas. Além disso, podem ser divididas em duas partes: as proposições lógicas simples e as compostas, sendo a primeira representada de forma única e a segunda por um conjunto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 09:51:54 UTC</pubDate>
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         <title>O que é premissas?</title>
         <author>amorafaela</author>
         <link>https://padlet.com/amorafaela/z95phc2zlmaxyyfs/wish/2261096810</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Premissa</strong> é um termo que vem do latim “praemissa”, junção das palavras “prae” (antes) e “missa” (enviado), podendo ser analisada como “enviado antes”.<br><br></div><div>Premissa tem o significado de <strong>proposição</strong>, informações e dados que servirão de <strong>base para um raciocínio</strong>, análise de detalhes que <strong>levará a uma conclusão</strong> num estudo. Em <strong>lógica</strong>, um dos ramos aplicados nos ensinos de matemática, ciência da computação e filosofia, as premissas são as <strong>proposições de um silogismo</strong>.<br><br></div><div>O silogismo foi proposto pela primeira vez pelo filósofo grego Aristóteles, para definir a argumentação lógica perfeita, onde três proposições declarativas se interligam de tal forma que de duas premissas pode-se deduzir uma conclusão.<br><br></div><div>Consequentemente, premissa é um conjunto onde uma ou mais sentenças declarativas são acompanhadas de uma outra, também declarativa, para se chegar a uma conclusão que não admite refutação. Assim, a conclusão é uma consequência lógica das afirmações, ou premissas, que a antecederam.<br><br></div><div>A premissa pode ser verdadeira ou falsa e o mesmo se dá para a conclusão, não se admitindo qualquer ambiguidade. Podemos usar qualquer tipo de afirmação, tenha ela fundamento ou não, mas a conclusão deve ser compatível com as premissas dadas, exprimindo, no final, sempre a realidade dos fatos, não importando se verdadeira ou falsa.<br><br></div><div>Em processos jurídicos, a base para a petição inicial sempre é uma premissa. Nela estarão contidos os fatos que constituem o pedido, além da fundamentação jurídica para o pleito, para depois ser colocado o pedido do reclamante. No âmbito jurídico, as premissas são os fundamentos de fato e de direito, definindo-se como pressupostos lógicos para proposição feita pelo reclamante, e devem ser bem claras e lógicas, já que são as responsáveis pela conclusão.<br><br></div><div><br>Premissa maior e premissa menor<br><br></div><div>Quando se tem necessidade de chegar a uma conclusão de maneira que não possa ser refutada, a lógica predispõe uma sequência de duas premissas que deverão ser convincentes tanto quanto necessário para que a conclusão não dê margens a dúvidas.<br><br></div><div>Assim, devemos colocar uma premissa maior e uma premissa menor. A premissa maior deverá conter um fato abrangente, enquanto a premissa menor deverá se referir ao sujeito da ideia que se quer expressar para que a conclusão, dentro dos termos lógicos, seja plenamente aceita.<br><br></div><div>Exemplificando:<br><br></div><div><strong>Premissa maior</strong>: os seres humanos são todos mortais.<br><br></div><div><strong>Premissa menor</strong>: eu sou um ser humano.<br><br></div><div><strong>Conclusão</strong>: portanto, eu sou mortal.<br><br></div><div>Neste exemplo, “mortais” se refere ao termo maior, “seres humanos” é um termo médio e “eu” é o termo menor.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 09:58:07 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Argumentos?</title>
         <author>amorafaela</author>
         <link>https://padlet.com/amorafaela/z95phc2zlmaxyyfs/wish/2261101306</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Um argumento</strong> é um valor passado ao chamar uma função, <a href="https://e--words-jp.translate.goog/w/%E3%83%A1%E3%82%BD%E3%83%83%E3%83%89.html?_x_tr_sl=ja&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt-BR&amp;_x_tr_pto=sc"><strong>método</strong></a> , sub- <a href="https://e--words-jp.translate.goog/w/%E3%82%B5%E3%83%96%E3%83%AB%E3%83%BC%E3%83%81%E3%83%B3.html?_x_tr_sl=ja&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt-BR&amp;_x_tr_pto=sc"><strong>rotina</strong></a> , etc. em um programa . O lado passado realiza o processamento de acordo com o valor e retorna o resultado. Também pode se referir a <a href="https://e--words-jp.translate.goog/w/%E3%83%91%E3%83%A9%E3%83%A1%E3%83%BC%E3%82%BF.html?_x_tr_sl=ja&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt-BR&amp;_x_tr_pto=sc"><strong>parâmetros</strong></a> ( <a href="https://e--words-jp.translate.goog/w/%E3%82%B3%E3%83%9E%E3%83%B3%E3%83%89%E3%83%A9%E3%82%A4%E3%83%B3%E5%BC%95%E6%95%B0.html?_x_tr_sl=ja&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt-BR&amp;_x_tr_pto=sc"><strong>argumentos de linha de comando</strong></a> ) que o usuário especifica ao executar comandos, como ao operar o sistema operacional (SO) .&nbsp;<br><br><strong>Argumentos formais e reais.<br><br></strong>Variáveis ​​que representam valores recebidos de fora ao definir funções etc. <a href="https://e--words-jp.translate.goog/w/%E4%BB%AE%E5%BC%95%E6%95%B0.html?_x_tr_sl=ja&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt-BR&amp;_x_tr_pto=sc"><strong>argumento fictício</strong></a><strong>&nbsp; </strong>escala " (argumento formal), o valor realmente especificado pelo chamador da função é "argumento real".<br><br>Os argumentos em uma linguagem de programação incluem "<a href="https://e--words-jp.translate.goog/w/%E5%80%A4%E6%B8%A1%E3%81%97.html?_x_tr_sl=ja&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt-BR&amp;_x_tr_pto=sc"><strong>passar por valor</strong></a><br>Eu te amo" (chamada por valor) e "passar por referência<br>Eu sinto Muito(chamada por referência), alguns idiomas suportam ambos e alguns suportam apenas um.<br><br></div><div>Passar por valor é um método de copiar e passar o conteúdo de uma variável e, mesmo que o conteúdo da variável seja alterado pela função passada, a variável original não é afetada. A passagem por referência é um método de passagem de informações que indica a localização de uma variável e, como a mesma variável é compartilhada pelo passador e pelo passador, as alterações feitas no lado chamado são refletidas no lado chamador.<br><br></div><div><br><br></div><div><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 10:07:44 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Silogismo?</title>
         <author>amorafaela</author>
         <link>https://padlet.com/amorafaela/z95phc2zlmaxyyfs/wish/2261104626</link>
         <description><![CDATA[<div>O silogismo é a estrutura básica de um argumento ou um raciocínio dedutivo, o qual é formado por três proposições que estão interligadas.<br><br></div><div>Na filosofia, o silogismo é parte integrante da lógica aristotélica e está baseado na dedução. Ou seja, parte de afirmações verdadeiras para uma nova afirmação também verdadeira.<br><br></div><div>Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.) utilizou esse método nos estudos da argumentação lógica.<br><br></div><div>A teoria do silogismo foi apresentada por ele na sua obra “<em>Analytica Priora</em>” (Analíticos Anteriores).<br><br></div><div><strong>Você Sabia?<br></strong><br></div><div>Do grego, o termo silogismo (<em>syllogismos</em>) significa “conclusão” ou “inferência”.<br><br></div><div><strong>Exemplos de Silogismo<br></strong><br></div><div><strong>Exemplo 1</strong>:<br><br></div><div>Todo homem é mortal.<br><br>Sócrates é homem.<br><br>Sócrates é mortal.<br><br></div><div><strong>Exemplo 2</strong>:<br><br></div><div>Todo brasileiro é sul-americano.<br><br>Todo nordestino é brasileiro.<br><br>Logo, todo nordestino é sul-americano.<br><br></div><div><strong>Exemplo 3</strong>:<br><br></div><div>Todo político é mentiroso.<br><br>José é político.<br><br>Logo, José é mentiroso.<br><br></div><div><strong>Composição do Silogismo Aristotélico<br></strong><br></div><div>A primeira e a segunda proposições são chamadas de premissas e a última é a conclusão:<br><br></div><ul><li><strong>Premissa Maior</strong> (P<sub>1</sub>): declaratória, donde todo <em>M</em> é <em>P</em>.</li><li><strong>Premissa Menor</strong> (P<sub>2</sub>): indicativa, donde <em>S</em> é <em>M</em>.</li><li><strong>Conclusão</strong>: a união das duas primeiras premissas, é possível deduzir a terceira proposição, donde <em>S</em> é <em>P</em>.</li></ul><div><br><strong>Termos do Silogismo<br></strong><br></div><div>O silogismo é constituído de <strong>três termos</strong>:<br><br></div><ul><li><strong>Termo Maior</strong>: também chamado de extremo maior, ele surge na premissa maior, sendo o termo predicado da conclusão. É representado por <em>P</em>.</li><li><strong>Termo Menor</strong>: também chamado de extremo menor, ele surge na premissa menor, sendo o termo sujeito da conclusão. É representado por <em>S</em>.</li><li><strong>Termo Médio</strong>: ele aparece em ambas as premissas, entretanto, não aparece na conclusão. É representado por <em>M</em>.</li></ul><div><strong>Falso Silogismo<br></strong><br></div><div>A <a href="https://www.todamateria.com.br/falacia/">falácia</a> é considerada um “falso silogismo” uma vez que ela é inválida na construção de silogismo categóricos.<br><br></div><div>Sendo assim, a falácia trata-se de um argumento enganoso, uma ideia equivocada ou uma crença falsa.<br><br></div><div><strong>Exemplo</strong>:<br><br></div><div><strong>Todos</strong> os cisnes não são negros.<br><strong>Alguns</strong> pássaros são cisnes.<br><br>Logo, <strong>todos</strong> os pássaros não são negros.<br><br></div><div>Para que as proposições acima sejam consideradas um silogismo, a conclusão deveria ser: Alguns pássaros não são negros.<br><br></div><div>Isso porque a conclusão do silogismo sempre segue a premissa negativa ou particular, e nesse caso, “alguns”.<br><br></div><div><strong>Regras para Construção do Silogismo<br></strong><br></div><div>Devemos ter em conta que existem algumas regras para a construção do silogismo categórico, ou seja, para que eles sejam válidos e não caiam no problema da falácia.<br><br></div><div>Em relação aos <strong>termos do silogismo</strong> temos:<br><br></div><div><strong>1</strong>.Um silogismo possui três termos (maior, menor e médio) e devem ter o mesmo sentido em todo o raciocínio:<br><br></div><div>Todo <strong>leão</strong> é um mamífero.<br><br>Algumas pessoas são de <strong>leão</strong>.<br><br>Logo, algumas pessoas são mamíferos.<br><br></div><div>Nesse caso, o termo “leão” foi utilizado em dois sentidos: o animal e o signo. Não é válido esse silogismo pois contém quatro termos: leão (animal); leão (signo); mamíferos e pessoas.<br><br></div><div><strong>2</strong>. O termo médio não deve jamais aparecer na conclusão do silogismo. A função do termo médio é ligar as duas premissas.<br><br></div><div>Nenhum <strong>canídeo</strong> é felino.<br><br>Todo <strong>canídeo</strong> é carnívoro.<br><br>Logo, este <strong>canídeo</strong> não é carnívoro felino.<br><br></div><div>Assim, o exemplo acima não é um silogismo e sim uma falácia formal.<br><br></div><div>O termo maior e o menor e deve ser tomado, pelo menos uma vez, em toda a sua extensão.<br><br></div><div>Todas as frutas são <strong>vegetais.</strong><br><br>Todas as verduras são <strong>vegetais.</strong><br><br>Logo, todas as verduras são frutas.<br><br></div><div>Nesse caso de falácia formal, temos que os vegetais (como fruta ou verduras) são uma parte da extensão total dos vegetais.<br><br></div><div><strong>4</strong>. Na conclusão do silogismo, os termos maior e menor não podem surgir com uma extensão maior que nas premissas:<br><br></div><div>Todo ato violento é condenável.<br><strong>Muitos seres humanos</strong> cometem atos violentos.<br><br>Logo, <strong>todos os seres humanos</strong> são condenáveis.<br><br></div><div>Nesse caso, a conclusão do silogismo deveria ser: Muitos seres humanos são condenáveis.<br><br>Em relação as <strong>proposições do silogismo</strong>, temos:<br><br></div><div><strong>5</strong>. Quando um silogismo apresenta duas premissas afirmativas, a conclusão deverá ser afirmativa também:<br><br></div><div>Todos os felinos são mamíferos.<br><br>Todos os mamíferos são vertebrados.<br><br>Logo, alguns vertebrados <strong>não são</strong> felinos.<br><br></div><div>Nesse exemplo, a conclusão do silogismo deveria ser: Alguns vertebrados são felinos.<br><br></div><div><strong>6</strong>. Quando um silogismo apresenta duas premissas negativas, não se pode concluir nada:<br><br><strong>Nenhuma</strong> mãe é insensível.<br><br>Algumas mulheres <strong>não são</strong> mães.<br><br>Logo, algumas mulheres são insensíveis.<br><br></div><div>Nesse caso de falácia formal, tem-se uma conclusão injustificada e portanto não é um silogismo.<br><br><strong>7</strong>. Quando um silogismo apresenta duas premissas particulares não é possível concluir nada:<br><br></div><div><strong>Alguns</strong> vendedores não são honestos.<br><strong>Alguns</strong> brasileiros são vendedores.<br><br>Logo, alguns brasileiros não são honestos.<br><br></div><div>Temos acima um exemplo que viola a regra de silogismo, a partir de uma prova inconclusiva.<br><br></div><div><strong>8</strong>. A conclusão de um silogismo sempre seguirá a parte mais fraca, ou seja, a premissa negativa e/ou particular:<br><br></div><div><strong>Todos</strong> os gatos não são brancos.<br><strong>Alguns</strong> felinos são gatos.<br><br>Logo, <strong>todos</strong> os felinos não são brancos.<br><br></div><div>No exemplo acima, a conclusão do silogismo deveria ser: Alguns felinos não são brancos.<br><br><strong>Tipos de Silogismo<br></strong><br></div><div>Segundo o Silogismo Aristotélico, há dois tipos de silogismo:<br><br></div><ul><li><strong>Silogismo Dialético</strong>: baseado em juízos hipotéticos ou incertos. Nesse caso, o silogismo é usado nos estudos da retórica e da persuasão e refere-se as opiniões.</li><li><strong>Silogismo Científico</strong>: baseado em argumentos científicos, os quais contêm o valor de verdade seja nas premissas e nas conclusões.</li></ul><div><strong>Silogismo Jurídico<br></strong><br></div><div>Na área do direito, o silogismo é utilizado como ferramenta para conclusão de fatos. Esse tipo de silogismo é classificado em:<br><br></div><ul><li>Apresentação da premissa maior</li><li>Apresentação dos fatos</li><li>Conclusão pela legislação</li></ul><div><strong>Exemplo de silogismo jurídico</strong>:<br><br></div><div>Matar alguém é crime e o assassino deve ser punido.<br><br>Joana matou alguém.<br><br>Logo, Joana deve ser punida.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 10:15:28 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Falácia?</title>
         <author>amorafaela</author>
         <link>https://padlet.com/amorafaela/z95phc2zlmaxyyfs/wish/2261108218</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Falácia</strong> é um raciocínio que parece lógico e verdadeiro, porém existe alguma falha que o faz ser falso.<br><br></div><div>A falácia foi um recurso utilizado por Aristóteles, pela Escolástica, pela Demagogia e serve como figura de linguagem em discursos e temas argumentativos.<br><br></div><div><strong>Significado<br></strong><br></div><div>A palavra tem origem no termo em latim “<em>fallacia</em>”, aquilo que engana ou ilude. Desta forma, falácia será algo enganoso.<br><br></div><div>As falácias são construídas por raciocínios aparentemente corretos que levam à falsas conclusões. Este tipo de argumento está muito presente nos <a href="https://www.todamateria.com.br/texto-dissertativo/">textos dissertativos</a>.<br><br></div><div><strong>Falácia do Espantalho<br></strong><br></div><div>A falácia do espantalho consiste em deturpar um argumento e assim utilizá-lo para atacar o interlocutor.<br><br></div><div>Exemplo:<br><br></div><div><strong>Maria</strong>: <em>É preciso repensar a política de combate às drogas.<br></em><br></div><div><strong>Pedro</strong>: <em>Lá vem esse pessoal dizer que o melhor é liberar as drogas</em>.<br><br></div><div>Maria afirma que é preciso repensar o modo com que se luta contra os entorpecentes. Pedro, porém, já interpreta o argumento como se ela tivesse dito que o melhor seria liberar qualquer tipo de substância ilícita.<br><br></div><div>Se uma pessoa desconhece a fala de Maria pensará que ela defende a liberação das drogas, algo que em nenhum momento foi dito por ela.<br><br><strong>Falácia </strong><strong><em>ad hominem<br></em></strong><br></div><div>Esta falácia tem como intuito atacar a pessoa que enunciou o argumento. Por isso, é considerada <em>ad hominen</em>, expressão em latim que significa contra o homem.<br><br></div><div>Exemplo: X: <em>Sou a favor do casamento gay</em>.<br><br></div><div>Y: <em>Só mesmo um ignorante como você poderia ser a favor disso</em>.<br><br></div><div>Observe que Y não busca refutar o argumento em si, "casamento gay", mas parte para uma agressão contra X, chamando-o de ignorante.<br><br></div><div><strong>Falácia do Escocês<br></strong><br></div><div>Consiste em apresentar um argumento e seu contra-argumento. Desta forma, o argumento inicial se torna inválido.<br><br></div><div><em>Todo verdadeiro escocês gosta de uísque<br></em><br></div><div><em>Meu pai é escocês e não gosta de uísque.<br></em><br></div><div><em>Logo, seu pai não é um verdadeiro escocês.<br></em><br></div><div>A premissa para ser um "verdadeiro escocês" é gostar de uísque e quem não compartilha desta opinião estará naturalmente excluído de ser um "verdadeiro escocês".<br><br></div><div>Aqui temos um caso de premissas que podem levar à conclusões equivocadas como vemos com <a href="https://www.todamateria.com.br/aristoteles/">Aristóteles</a>.<br><br></div><div><strong>Falácia da Derrapagem (ou Bola de Neve)<br></strong><br></div><div>A partir de um fato, o interlocutor sempre o aumenta a fim de acabar com o argumento proposto.<br><br></div><div>Exemplo: <em>Se legalizamos o consumo da maconha todos vão querer experimentá-la, em pouco tempo estarão viciados e a sociedade se transformará em um bando de zumbis drogados vagando pelas ruas.<br><br></em>Sem qualquer comprovação factual ou científica, exagera-se o fato da legalização da maconha estendendo seu consumo à toda sociedade.<br><br><strong>Tipos de Falácia<br></strong><br></div><div>Além dos exemplos de falácias acima há outros tipos que aparecem constantemente nos discursos políticos, líderes que apelam à <a href="https://www.todamateria.com.br/demagogia/">demagogia</a>, e conversas cotidianas.<br><br></div><div>Eis algumas delas:<br><br></div><div><strong>Apelação à ignorância<br></strong><br></div><div>Neste caso, queremos que se aceite uma conclusão por não se encontrar provas em contra ao argumento.<br><br></div><div>Exemplos: <em>Existem fantasmas na casa de Pedro.<br></em><br></div><div>Ninguém pode contestar esta afirmação porque não é possível provar, concretamente, a existência dos fantasmas.<br><br></div><div><strong>Composição<br></strong><br></div><div>Consiste em atribuir características próprias de um elemento ao todo que se integra.<br><br></div><div>Exemplo: <em>João joga muito bem futebol e assim seu time ganhará sempre.<br></em><br></div><div>O fato de João jogar bem, não significa que toda sua equipe também fará o mesmo.<br><br><strong>Divisão<br></strong><br></div><div>Ao contrário da composição, consiste em dar características do todo apenas um elemento.<br><br></div><div>Exemplo: <em>O Barcelona é o melhor time do mundo e João será um ótimo jogador ali.<br></em><br></div><div>Neste caso, não basta que o Barcelona seja uma ótima equipe para fazer um indivíduo ser um bom atleta ali. Muitas vezes é exatamente o contrário.<br><br><br>Uma <strong>falácia lógica</strong> é a aplicação incorreta de um princípio lógico. Um argumento baseado em uma falácia não é válido. Se as premissas são verdadeiras e a lógica é válida então a conclusão é válida. Premissas falsas, mesmo com lógica válida, levam a um argumento inválido, ainda que a conclusão esteja correta. Se todas as premissas são verdadeiras e a conclusão obtida é falsa então ocorreu um erro na argumentação, uma falácia lógica.<br><br></div><div><strong><br>Defender</strong> a veracidade de uma afirmação é mostrar que as premissas são verdadeiras e a argumentação é válida. <strong>Refutar</strong> uma afirmação é mostrar o oposto: que as premissas são falsas ou a argumentação é falaciosa, ou ambos estão incorretos.<br><br></div><div><br>Evidentemente o exame das premissas é o primeiro passo em qualquer argumentação. De nada adianta prosseguir em uma longa série de raciocínios se as premissas estão incorretas. Premissas podem ser falsas, podem não ser sólidas (carregar dúvidas) ou serem apenas expectativas dos debatedores, algo que não podem ser mostrado ou inferido à partir do que se sabe.<br><br></div><div><br>Não é raro que um debatedor escolha apenas as premissas adequadas ao seu argumento, ignorando as desfavoráveis. Muitas vezes a conclusão esta decidida antes do debate e as premissas são escolhidas “a dedo” (<em>cherry picking</em>, em inglês) para alcançar a meta desejada. Portanto é uma boa prática identificar quais são as premissas usadas, verificando se há consenso entre os debatedores de elas estão corretas. Não é incomum a definição de premissas restritivas “para efeito do argumento”. Deve-se, no entanto, lembrar que as conclusões daí obtidas também sofrem das mesmas restrições iniciais.<br><br></div><div><br>Também existem as premissas ocultas, tratadas adiante. Elas tornam mais difícil o exame do argumento. Um desentendimento baseado em uma premissa não declarada não terá solução até que ela seja exposta com clareza.<br><br></div><div><strong>Exemplos:</strong></div><ul><li>Um criacionista (alguém que rejeita a teoria da evolução) afirma: “Não posso crer na teoria de Darwin porque não existem ‘elos perdidos’ no registro fóssil”.</li><li>“Não aceito que as mulheres sejam tratadas como homens no mercado de trabalho. Mulheres são seres delicados que devem se dedicar à criação de seus filhos”.</li></ul><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 10:23:47 UTC</pubDate>
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         <title>O que é inferência? Quais os tipos?</title>
         <author>amorafaela</author>
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         <description><![CDATA[<div>O que significa inferência:</div><div>Inferência é uma <strong>dedução feita com base em informações </strong>ou um raciocínio que usa dados disponíveis para se chegar a uma conclusão.<br><br></div><div>Inferir é deduzir um resultado, por lógica, com base na interpretação de outras informações. Inferir também pode significar chegar a uma conclusão a partir de outras percepções ou da análise de um ou mais argumentos.<br><br></div><div>Exemplo: Se eu tiver dinheiro, irei viajar. Se eu for viajar, ficarei feliz. Portanto, se eu tiver dinheiro, ficarei feliz.<br><br></div><div>O <strong>silogismo</strong> é um modelo de raciocínio baseado na ideia da dedução a partir de duas premissas, ou seja, é um tipo de inferência.<br><br></div><div>A palavra inferência tem origem do latim <em>inferentia</em>.<br><br></div><div>A<strong> inferência causal</strong> acontece ao se estabelecer uma relação de causalidade (causa e efeito) entre fatos, a partir da observação de acontecimentos.<br><br></div><div>Exemplo: Está chovendo. Depois da chuva vem o sol. Então, o sol deve aparecer logo.<br><br></div><div>Regras de inferência</div><div>As regras de inferência são métodos usados para fazer uma dedução e chegar a uma conclusão, a partir de uma ou mais premissas conhecidas. São usados os argumentos básicos (premissas) para se chegar a um valor (conclusão).<br><br></div><div>Exemplos<br><br></div><ul><li>Todo cachorro é bonito. Marley é um cachorro. Logo, Marley é bonito.</li><li>Se X &gt; 5 = P e X &lt; 1 = P, então X &gt; 5 = X &lt; 1.</li></ul><div>Nesse caso X &gt; 5 = P e X &lt; 1 = P são as premissas e X &gt; 5 = X &lt; 1 é a conclusão.<br><br>Inferência textual</div><div>Inferência textual está relacionada à compreensão da leitura. Significa interpretar os elementos que estão explícitos e implícitos no texto, analisando em conjunto tudo que foi escrito e compreendendo a ideia central do texto. A inferência textual pode requerer algum conhecimento prévio sobre o tema da leitura.<br><br></div><div>Inferência estatística</div><div>A inferência estatística obtém conclusões a partir de dados de amostra coletados. Estes dados são utilizados como base para se concluir sobre uma determinada situação ou hipótese. É o que acontece, por exemplo, com a coleta de dados feita no censo demográfico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 10:26:35 UTC</pubDate>
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