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      <title>Portfólio de Português by Flávia</title>
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      <description>Alunos: Flávia Ilídia e Victor Gabriel</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-13 18:45:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Flavia_Ilidia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sou a Flávia Ilídia Ferreira, tenho 17 anos, e estudo no IF Sudeste MG - Campus Barbacena.<br>A situação em que me encontro diante do ERE é relativamente boa, mas também não é uma das melhores. Espero que com&nbsp; o tempo possamos nos habituar melhor às aulas remotas e que as presencias voltem logo.<br>Essa sou eu:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 19:15:35 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação pessoal dos alunos:</title>
         <author>Flavia_Ilidia</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 19:42:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vg5398155</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sou Victor Gabriel, tenho 16 anos, e também sou estudante do IF Sudeste MG - Campus Barbacena. Desde de que o Ensino Remoto se iniciou, uma onda de mudanças também começaram na minha vida, viver assim estudando diretamente de casa era (e acho que até hoje é) algo muito novo pra mim. Depois de mais de um ano de ERE, era inevitável não me acostumar com a metodologia dele e estou até que saindo muito bem, porém, é também inevitável não ter saudades da escola presencial, por isso, sempre tenho esperanças de que vamos conseguir voltar, nem que seja por um ano. Acho que o mais difícil de tudo foi pegar o ritmo de estudar com mais de 15 matérias e acompanhar a rapidez que chegam novas atividades e que se vão também, pois nessa quarentena o que passou mais rápido pra mim foi o tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 19:49:19 UTC</pubDate>
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         <title>Marília de Dirceu:</title>
         <author>Flavia_Ilidia</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 20:00:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vg5398155</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Dados sobre o autor e a obra:</strong></li></ul><div><strong>Título da obra: </strong>Marília de Dirceu<br><strong>Autor:</strong> Tomás Antônio Gonzaga<br><strong>Editora – Edição – ano: </strong>Ediouro - 1 edição - 1997<br><strong>Dados biográficos do autor: </strong>Tomás Antônio Gonzaga nasceu no dia 11 de agosto de 1744, em Porto, Portugal. Veio para o Brasil com apenas 8 anos de idade. Depois, voltou para Portugal e se formou em Direito, na Universidade de Coimbra. Em 1782, já no Brasil, conhece Maria Joaquina de Seixas Brandão, que sob o pseudônimo de Marília de Dirceu foi eternizada em sua obra e que viria ser sua noiva. Participa de reuniões para a revolta de Minas, e, mesmo que fossem pequenas reuniões, é acusado de ser um inconfidente e é exilado, em 1795, em Moçambique, onde viria a morrer em 1810.<br><br></div><ul><li><strong>Personagens:</strong>&nbsp;</li></ul><div><strong>Principal: </strong>Dirceu, diretamente inspirado no autor, é um homem que escreve liras de amor para Marília, pastor de ovelhas e que sonha em construir uma vida junto a sua amada de uma forma simples e campestre; <br>Marília, inspirada em Maria Joaquina, amor da vida real do autor, é a paixão de Dirceu, uma camponesa doce e delicada, filha de um fazendeiro. É sempre muito exaltada por Dirceu nos versos do poema.<br><strong>Secundária:</strong> –&nbsp;</div><div><br></div><ul><li><strong>Ambiente:</strong></li></ul><div>Inicialmente, a história se passa nos campos, nas fazendas, retratando a beleza do interior e a vida calma e tranquila. Já o ambiente final da história se passa nas masmorras da prisão em que Dirceu foi preso.</div><div><br></div><ul><li><strong>Enredo:</strong>&nbsp;</li></ul><div><strong>Introdução: </strong>Conhecemos Dirceu e Marília, Dirceu conta ao leitor sobre seu amor por Marília e sobre querer casar com ela e viver uma vida tranquila no campo com sua amada.<br><strong>Complicação: </strong>Dirceu acredita que o amor de Marília é inalcançável, até que, para sua surpresa, ela corresponde seu amor. <br><strong>Clímax:</strong> Dirceu é preso, acusado de ser um inconfidente, e é mandando para fora do país, assim, é obrigado a ficar longe do seu amor. É retratada as saudades e a falta que Dirceu sente de Marília.<br><strong>Desfecho: </strong>Dirceu, ainda exilado em Moçambique, segue sua vida, assim como Marília. Dirceu deixa de escrever sobre sua amada somente quando é levado pela morte.</div><div><br></div><ul><li><strong>Narrador:</strong>&nbsp;</li></ul><div>Narrador personagem. Dirceu exerce o papel de ser o eu lírico e contar sua história em 1ª pessoa.&nbsp;</div><div><br></div><ul><li><strong>Tempo:&nbsp;</strong></li></ul><div><strong>Duração: </strong>Não foi determinada.<br><strong>Época: </strong>A história tem como pano de fundo a inconfidência mineira.</div><div><br></div><ul><li><strong>Qual a mensagem que a obra lhe transmitiu?</strong></li></ul><div>Que o amor lhe dá forças até quando se está em uma situação extremamente difícil, como no caso da prisão de Dirceu. Um trecho da história que expressa isso é: "Nesta triste masmorra,&nbsp;<br>De um semivivo corpo sepultura,&nbsp;<br>Inda, Marília, adoro&nbsp;<br>A tua formosura.&nbsp;<br>Amor na minha idéia te retrata;&nbsp;<br>Busca extremoso, que eu assim resista&nbsp;<br>À dor imensa, que me cerca, e mata."<br><br>A obra expressa o problema social da inconfidência mineira, com Dirceu sendo preso por ser acusado de ser um inconfidente, demonstrando como era difícil ser um autor na época.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 20:05:08 UTC</pubDate>
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         <title>Impressões pessoais</title>
         <author>vg5398155</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 22:17:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Flavia_Ilidia</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Dificuldades encontradas pelo grupo</strong></li></ul><div>O vocabulário usado na obra gerou certa falta de entendimento, pois não estamos acostumados com literatura de época. Entretanto,&nbsp;conseguimos entender as palavras diante do contexto em que eram apresentadas.<br>As metáforas usadas por Tomaz Antônio Gonzaga nos deixaram confusos. Foi preciso reler algumas vezes para entender melhor o que elas realmente queriam retratar.<br><br></div><ul><li><strong>Aprendizado</strong></li></ul><div>Após ler o livro, aprendemos sobre a importância de Marília de Dirceu como uma fonte histórica que demonstra um período da história brasileira e de Minas Gerais. Além disso, a obra destaca o início do pré-romantismo no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 22:25:37 UTC</pubDate>
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         <title>Auto-avaliação e avaliação geral:</title>
         <author>vg5398155</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 22:59:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vg5398155</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Auto-avaliação:&nbsp;</strong>Sinto que entendi bem a matéria compreendida nesse PAPR e essa análise que fizemos me ajudou a entender mais ainda sobre o livro e a sua proposta.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Avaliação geral:</strong> Sinto que toda a disciplina&nbsp;tem sido algo fácil de acompanhar, tanto quanto sobre as escolas literárias. A metodologia da disciplina também tem sido de fácil entendimento.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 23:00:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Flavia_Ilidia</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Auto-avaliação: </strong>Sinto que&nbsp;consegui compreender as matérias propostas durante todo o bimestre, principalmente sobre a escola literária apresentada no livro.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Avaliação geral: </strong>Eu particularmente não tenho muita facilidade nessa matéria, entretanto a forma que ela é abordada facilita bastante o meu entendimento.&nbsp; Gostei bastante de ter um livro paradidático para auxiliar no entendimento das escolas literárias.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 23:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>A Culpa é das Estrelas</title>
         <author>vg5398155</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 16:56:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vg5398155</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Dados sobre o autor e a obra</strong></li></ul><div><strong>Titulo da obra:</strong> A culpa é das estrelas</div><div><strong>Autor:</strong> John Green</div><div><strong>Editora – Edição – ano:</strong> Intrínseca - 1ª edição - 2014</div><div><strong>Dados biográficos do autor:</strong> autor de <em>Cidades de Papel</em> e <em>Quem é você Alasca?</em>, John Green é um dos escritores norte-americanos mais apreciados pelo público jovem e igualmente festejado pela crítica. Autor best-seller do The New York Times, agraciado, dentre outros prêmios, com a Printz Medal e o Printz Honor da American Library Association e com o Edgar Award, foi duas vezes finalista do prêmio literário do LA Times. Com o irmão, Hank, mantém um canal no YouTube chamado "Vlogbrothers". Mora com a esposa e seus dois filhos em Indianópolis, Indiana.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Personagens</strong></li></ul><div><strong>Principal:</strong><br>Hazel - diagnosticada com câncer no pulmão aos 13 anos, vive reclusa em sua casa, onde passou a maior parte de sua vida pois é onde foi educada, se recusava a sair de lá para fazer coisas "normais de adolescente" ou ir no grupo de apoio à pessoas com câncer, até que conhece Augustus. Estuda na faculdade comunitária de Indianópolis e possui uma melhor amiga chamada Kaitlyn. Quando não está pensando no câncer que a consome aos poucos, está se divertindo e questionando o mundo.<br>Augustus - adolescente pelo qual Hazel se apaixona ao conhecê-lo no grupo de apoio. Além de possuir um órimo humor e uma forma diferente de ver o mundo, Augustus venceu o câncer um anos antes de conhece Hazel, tendo sua pena amputada. Ele tinha uma certa obsessão por querer ser lembrado após sua morte.</div><div><strong>Secundária:</strong><br>Sr. e Sra. Lancaster - pais da Hazel, se tornaram superprotetores após descobrirem que sua filha tinha câncer no pulmão, privando-a de uma vida "normal", mesmo que fizessem isso indiretamente e sem intenção.<br>Sr. e Sra. Waters - pais do Augustus, cuidaram dele durante toda sua vida, principalmente durante sua batalha contra o câncer.<br>Isaac - é o melhor amigo de Augustus, muito engraçado e divertido, tem câncer nos olhos e perde totalmente a visão no decorrer do livro.<br>Peter Van Haunten - escritor de "Uma Aflição Imperial", o livro favorito de Hazel e que uniu ela a Augustus.<br>Lidewij - assistente do escritor Peter Van Haunten, ela ajudou Hazel e Augustus a conhecê-lo.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Ambiente:</strong></li></ul><div>- Indianópolis, Indiana, Estados Unidos<br>- Amsterdã, Holanda</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Enredo</strong>:&nbsp;</li></ul><div>• Introdução – Após ser obrigada pela sua mãe a ir em um grupo de apoio na igreja, Hazel conhece Augutus Waters, que a convida para assistir o filme "V de Vingança" em sua casa e, desse convite nasce uma grande amizade que futuramente se tornaria um grande amor.</div><div>• Complicação – O câncer de Hazel a impede de ir até Amsterdã, pois, naquela mesma semana, seus pulmões se encheram de líquido e ela teve de ser levada às pressas ao hospital para que o líquido fosse retirado. Entretanto, após um tempo de recuperação, a Dra. Maria concede a ela a permissão de viajar. Durante a viagem Hazel e Augustus conhecem o escritor Peter Van Hauten, que, ao invés de ser gentil e contar a eles o que foi prometido nos e-mails, resolve agir de forma grotesca&nbsp; e fugir do assunto central que era a continuação do livro.</div><div>• Clímax – No final da viagem, Augustus conta a Hazel que seu câncer voltou e se espalhou por todo o corpo. A partir daí, Hazel tenta fazer dos últimos dias de Gus os melhores de sua vida, ajudando a cuidar dele e animando-o.</div><div>• Desfecho – Augustus morre um mês depois da viagem a Amsterdã, após uma difícil batalha contra o câncer. Hazel vai atrás dos rascunhos de Augustus a fim de ter uma parte dele consigo e descobre que ele deixou uma carta a ela antes de morrer, sendo essa a última prova de amor que ela recebeu dele.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Narrador:</strong></li></ul><div>- Narrador personagem. Hazel narra a sua própria história em 1ª pessoa.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Tempo:</strong></li></ul><div>O tempo pode ser caracterizado quanto à:</div><div>· Duração – cerca de alguns meses (não foi informado a quantidade exata)</div><div>· Época – época atual. Podemos ver que muitas vezes na história os personagens assistem programas atuais (como "American Next Top Model"), além de fazerem uso de celulares, computadores e <em>videogames</em>.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Qual a mensagem que a obra lhe transmitiu?</strong></li></ul><div>A obra transmite a mensagem de que devemos aproveitar todos os momentos enquanto estamos vivos, valorizar as pequenas coisas e fazer delas o nosso motivo de felicidade. <br>O fato da Hazel ser uma jovem com câncer nos faz refletir sobre como vemos o mundo de uma forma diferente e do quanto somos hipócritas ao sentir pena de pessoas doentes enquanto reclamamos de nossas vidas sem motivo. Achamos que a principal mensagem da obra tem a ver com isso, com deixar de reclamar do que há de ruim e apreciar o que há de bom no mundo.<strong><br></strong><br></div><ul><li><strong>O autor do livro fala sobre algum problema social? Qual? Explique citando trechos da história.</strong></li></ul><div>O problema social abordado pelo autor é a falta de compreensão e respeito das pessoas diante de portadores de doenças, nesse caso específico, de portadores de câncer. Sendo assim, através desse livro, as pessoas portadoras de doenças puderam finalmente ganhar visibilidade e mudar a visão de outras pessoas sobre esse tabu. Podemos ver esse problema social de desigualdade no seguinte relato de Hazel:&nbsp; "Senti que todos observavam nossos movimentos, imaginando o que haveria de errado conosco, e se aquilo nos mataria, e como minha mãe devia ser uma heroína e tudo mais. Essa, às vezes, era a pior parte do câncer: a evidência física da doença separa você das outras pessoas. Éramos irreconciliavelmente diferentes, e isso nunca ficou tão óbvio como quando nós três andamos no avião vazio, a comissária de bordo nos recebendo com uma expressão compadecida e fazendo um gesto na direção da nossa fileira, que ficava bem mais no fundo."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 16:57:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vg5398155</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Dados sobre o autor e a obra</strong></li></ul><div><strong>Titulo da obra:</strong> A Moreninha</div><div><strong>Autor:</strong> Joaquim Manuel de Macedo&nbsp;</div><div><strong>Editora – Edição – ano: </strong>Editora Moderna - 1° Edição - 2015</div><div><strong>Dados biográficos do autor:</strong>&nbsp; Joaquim Manuel de Macedo nasceu em Itaboraí, Rio de Janeiro, no dia 24 de junho de 1820. Foi um médico, jornalista, político, professor, romancista, poeta, teatrólogo e memorialista brasileiro. Com a sua primeira obra "A Moreninha", publicada em 1844, deu origem ao romantismo brasileiro.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Personagens</strong></li></ul><div>• <strong>Principais:<br>Augusto</strong> - Descrito como namorador e volúvel nos relacionamentos amoroso. Por ser tão inconstante com o amor, diz nunca ter se apaixonado por alguém de forma verdadeira.<br><strong>Carolina (Moreninha) </strong>- Uma menina de quatorze anos, travessa e engraçada, é irmã de Felipe e mora com sua vó na Ilha.<br><br>• <strong>Secundários:<br>Filipe</strong> - Estudante de medicina, amigo de Augusto e irmão de Carolina. Ele quem convida os amigos para passar o feriado na casa da sua vó na Ilha.</div><div><strong>Leopoldo </strong>- Amigo de Augusto e Filipe, o mais animado dentre eles, também é estudante de medicina.</div><div><strong>Fabrício</strong> - Também amigo de Augusto e Filipe, é um pouco mesquinho quando se trata de relacionamentos. Na Ilha, tenta se livrar de Joaquina.<br><strong>Joana</strong> - Prima de Carolina e Filipe. Tem dezessete anos, cabelos e olhos negros, é pálida.</div><div><strong>Joaquina </strong>- Prima de Carolina e Filipe. Tem dezesseis anos, é loura de olhos azuis.</div><div><strong>D. Ana</strong> - Avó de Carolina, Filipe, Joana e Joaquina. É dona da casa na Ilha, em que o grupo de amigos vai passar o feriado. Tem um carinho especial pela neta Carolina que criou após ter ficado órfã.<br><strong>D. Violante</strong> - Uma senhora amiga de D. Ana que aborreceu Augusto com as suas reclamações.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Ambiente:</strong></li></ul><div>- Rio de Janeiro e Ilha de... (não nomeada), Brasil.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Enredo</strong>:&nbsp;</li></ul><div>• <strong>Introdução</strong> – Filipe convida Augusto e seus outros amigos estudantes de medicina, Leopoldo e Fabrício, para passar o feriado de Sant’Ana na casa da sua avó D. Ana em "Ilha de...", mas, antes de partirem Filipe e Augusto fazem uma aposta, se Augusto voltasse da Ilha sem ter se apaixonado verdadeiramente por uma das meninas, Filipe escreveria um romance como consequência da aposta. Caso se apaixonasse, Augusto quem deveria escrevê-lo.</div><div>• <strong>Complicação</strong> – Ao passar o feriado na Ilha, Augusto acaba nutrindo um interesse por Carolina, irmã de seu amigo Filipe, a única jovem na casa que não o despreza pela sua inconsistência amorosa. Em uma conversa com D. Ana, Augusto revela que é namorador e volúvel no amor devido a uma promessa que tinha feito aos 13 anos a uma menina que conheceu por acaso na praia e se apaixonou, a quem ajudaram um homem que deu a Augusto um botão de esmeralda envolvido numa fita branca e deu a menina o camafeu de Augusto envolvido numa fita verde. Ao chegar o fim do feriado, Augusto volta para o Rio de Janeiro e a se dedicar aos estudos de medicina, mas sente saudades de Carolina e quer voltar a "Ilha de..." para vê-la novamente.</div><div>• <strong>Desfecho</strong> – Augusto então volta para a Ilha para encontrar Carolina com o intuito de se declarar para sua amada, porém, ela acaba o repreendendo pois estaria quebrando a promessa que ele havia feito para aquela menina que conheceu na praia em uma viagem de família na infância. Augusto fica confuso e Carolina mostra o seu camafeu, revelando assim ser aquela menina que ele conheceu e finalmente encontrou. Desse modo, Augusto perde a aposta feita com Filipe e escreve um romance, "A Moreninha".</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Narrador:</strong></li></ul><div>- Narrador observador, a história é contada em 3° pessoa.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Tempo:</strong></li></ul><div>- O tempo pode ser caracterizado quanto à:</div><div>•<strong> Duração</strong> – Três semanas e meia.</div><div><strong>• Época </strong>– Século XIX, período Imperial.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Qual a mensagem que a obra lhe transmitiu?</strong></li></ul><div>A obra transmite a mensagem de que um coração partido pode-se curar com a pessoa certa, que no caso de Augusto, era a mesma que partira seu coração ao deixá-lo quando criança. Além disso, é possível sentir as emoções do jovem durante a leitura e entender o porquê dele não conseguir se apaixonar por uma única moça por tanto tempo, o que faz com que pensemos na nossa própria vida e na do outro, percebendo o quanto devemos respeitar os sentimentos das pessoas.<strong><br></strong><br></div><ul><li><strong>O autor do livro fala sobre algum problema social? Qual? Explique citando trechos da história.</strong></li></ul><div>O autor retrata um romance que descreve como os amantes Augusto e Carolina se apaixonaram (novamente), descartando o uso de um problema social como tema do enredo. Entretanto, há um trecho específico do livro em que Augusto e Leopoldo conversam sobre Carolina, demonstrando como a diferença de classes afetava o destino das pessoas, já que a mudança de classe causava espanto naquela época.<br>Segue o trecho que nos chamou a atenção: &nbsp;<br>"- E ele a dar-me com o maldito amor! Augusto, falemos sério; essa tua exaltação&nbsp;<br>estava muito em ordem num moço que quisesse desposar D. Carolina; porém tu nem cuidas&nbsp;<br>em casamento nem, se tal pensasses, te lembrarias, roceiro como és, de escolher para<br>mulher uma menina que foi criada, educada e pode-se dizer que mora na Corte.<br>- Esta agora não é má!... Deveras que ainda não me passou pela mente a idéia do&nbsp;<br>casamento, nem chegará a tal ponto minha loucura; mas suponhamos o contrário disto: que&nbsp;<br>mal tu achas em que um roceiro se case com uma moça da cidade?...<br>- Que mal?... Ora, escuta: devendo ir morar na roça, a moça tem, necessariamente,&nbsp;<br>de mudar de costumes e de vida; compreende, pois, quanto atormentará o coração do pobre&nbsp;<br>marido à vista dos dissabores e contrariedades que sofrerá na solidão e monotonia<br>campestre a senhora amamentada no seio dos prazeres e festins da Corte!... quanto devem&nbsp;<br>entristecer os suspiros e saudades de que serás testemunha, quando a amada companheira&nbsp;<br>recordar-se de sua família, de suas amigas, do teatro, do passeio, dessa cadeia de delícias,&nbsp;<br>enfim, que, a pesar dela a ligará ainda a seu passado!..."</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 16:12:06 UTC</pubDate>
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         <title>A Moreninha</title>
         <author>vg5398155</author>
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         <pubDate>2021-12-10 16:13:10 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos: Flávia Ilídia e Victor Gabriel</title>
         <author>vg5398155</author>
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         <pubDate>2021-12-10 16:13:42 UTC</pubDate>
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         <title>O Cortiço</title>
         <author>Flavia_Ilidia</author>
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         <pubDate>2022-02-01 13:04:49 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Dados sobre o autor e a obra</strong></li></ul><div><strong>Titulo da obra:</strong> O Cortiço</div><div><strong>Autor: </strong>Aluísio Azevedo&nbsp;</div><div><strong>Editora – Edição – ano: </strong>B. L. Garnier - 1° Edição - 1890</div><div><strong>Dados biográficos do autor:</strong>&nbsp; Aluísio Azevedo nasceu em São Luís, Maranhão, em 14 de abril de 1857. Após concluir seus estudos, vai em 1876 para o Rio de Janeiro, onde prossegue seus estudos na Academia Imperial de Belas-Artes. Começa, então, a trabalhar como caricaturista para jornais. Seu pai falece 1879 e ele retorna ao Maranhão para ajudar a sustentar a família, época em que dá início à carreira literária movido por dificuldades financeiras. Com o romance “O mulato” inaugurou o Naturalismo no Brasil. Aluísio é conhecido como o principal autor da vertente naturalista no Brasil e o primeiro escritor a viver de literatura no país.<br><br></div><ul><li><strong>Personagens</strong></li></ul><div>• <strong>Principais:<br>João Romão</strong> - dono do cortiço, do armazém e da pedreira, conquistou suas terras com a ajuda de Bertoleza.<strong><br>Bertoleza </strong>- escrava fugitiva que João Romão enganou ao dizer que foi alforriada. Ela era inicialmente amigada com o dono do cortiço, que ao subir na vida, a entregou para seu dono.<br><strong>Miranda</strong> - vizinho de João Romão e dono de um sobrado, adquire o título de barão ao decorrer do livro.<br><strong>Jerônimo</strong> - português trabalhador que logo ao chegar no cortiço se apaixona por Rita Baiana e muda seu comportamento para conquistá-la.<br><strong>Rita Baiana</strong> - mulata trabalhadeira que ama uma farra, amante de Firmo e que encanta os homens do cortiço com seu jeito sensual.<br><br>• <strong>Secundários:<br>Piedade </strong>- esposa de Jerônimo.<br><strong>Estela </strong>- esposa de Miranda, é uma mulher rica e infiel.<br><strong>Zulmira</strong> - filha do Miranda e da Estela.<strong><br>Pombinha </strong>- querida por todo o cortiço, tornou-se prostituta após seu casamento não dar certo.<strong><br>Capoeira Firmo </strong>- homem festeiro e bom de briga, tinha um ciúme violento e machucava a todos que se assanhavam para o lado de Rita Baiana.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Ambiente:</strong></li></ul><div>- Áreas urbanas do Rio de Janeiro, Brasil.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Enredo</strong>:&nbsp;</li></ul><div>• <strong>Introdução</strong> – João Romão e Bertoleza abrem um armazém para vender quitandas e, com o sucesso das vendas, lucram o suficiente para que João Romão se tornasse dono de todos os terrenos próximos ao armazém, até as proximidades da pedreira, que também foi comprada por ele. Com isso, é construído um extenso cortiço que termina próximo ao sobrado do Miranda e da pedreira.</div><div>• <strong>Complicação</strong> – Um tempo depois de já inaugurado o cortiço, Jerônimo se muda com a família para lá com o objetivo de trabalhar na pedreira, entretanto, acaba se apaixonando por Rita Baiana e se assanha com ela em uma noite de festa, onde Firmo vê toda a situação e resolve brigar com Jerônimo pelo amor de Rita. A briga resulta em Jerônimo ganhando uma navalhada e, depois de se recuperar no hospital, ele resolve matar Firmo e fugir com a amada.<br>Um dia, durante o sumiço de Jerônimo, sua esposa cai aos tapas com a Rita Baiana ao saber que iriam fugir juntos. A briga se alastrou e todo o cortiço participava, até que de repente, o cortiço a que Firmo pertencia aparecera para vingar a morte dele. Porém, não contavam com o início de um incêndio no local, e ao verem aquilo, pararam de guerriar com os moradores do cortiço rival, e os ajudaram a sair a salvo enquanto os bombeiros apagavam as chamas.<br>Durante todos os ocorridos acima, o João Romão só conseguia pensar em formas de gerar mais lucro e se tornar um homem rico e de alta classe, mudando sua forma de vestir e viver, por inveja do vizinho que se tornara barão.</div><div>• <strong>Desfecho</strong> – Após o incêndio no cortiço, João Romão rouba o dinheiro de um antigo morador e o usa para iniciar a reconstrução do cortiço, que se tornará mais sofisticado. Durante esse tempo, ele pede a mão de Zulmira em casamento e resolve entregar a Bertoleza ao seu dono, o que acabou não acontecendo, já que ela se mata assim que vê o seu dono.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Narrador:</strong></li></ul><div>- Narrador observador, história contada em 3° pessoa.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Tempo:</strong></li></ul><div>- O tempo pode ser caracterizado quanto à:</div><div>•<strong> Duração</strong> – Indefinida, mas imagina-se que alguns anos.</div><div><strong>• Época </strong>– Século XIX, por volta de 1888-1890.</div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>Qual a mensagem que a obra lhe transmitiu?</strong></li></ul><div>A mensagem que a obra nos transmitiu é de que todos os personagens buscam a sua felicidade, independente do que consideram ser ela, e, por isso, se submetem a traição, a prostituição, a tentativa de se tornarem ricos, a novos romances arriscados e até a fugir de sua antiga vida. Todos tem seus propósitos para encontrar sua felicidade e não desistem deles apesar das complicações da vida. Com isso, chegamos a conclusão de que este livro não se trata apenas de uma ilustração da ganância e inveja vivida naquela época, mas também de uma forma de pensarmos em não desistir dos nossos propósitos e principalmente, de alcançarmos a felicidade.<strong><br></strong><br></div><ul><li><strong>O autor do livro fala sobre algum problema social? Qual? Explique citando trechos da história.</strong></li></ul><div>O autor retrata diversos problemas sociais da população brasileira menos favorecida, como a dificuldade em sustentar-se, a prostituição, as traições, entre outros. Porém, o que mais se destaca no livro é a forma em que a grande maioria dos personagens tem inveja uns dos outros, como podemos ver no trecho a seguir:&nbsp;<br>"[João Romão] Tinha inveja do outro, daquele outro português que fizera fortuna, sem precisar roer nenhum chifre; daquele outro que, para ser mais rico três vezes do que ele, não teve de casar com a filha do patrão ou com a bastarda de algum fazendeiro freguês da casa!"</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-01 16:17:31 UTC</pubDate>
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