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      <title>Filosofia 11 ano by Aluno Lara Marlene M. Santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-19 08:51:51 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de conhecimento </title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Prático: é algo que nos praticamos como por exemplo escrever  , cozinhar </p><p>Por contacto: é algo que conhecemos como por exemplo conheço algumas praias em Portugal </p><p>Proposicional : algo que sabemos que já aconteceu como por exemplo saber que a implantação da República foi em 1910</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 09:11:52 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecimento tradicional </title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Conhecimento tradicional advém da crença verdadeira justificada . Crença é algo que temos de acreditar , verdadeira é algo que está de acordo com a realidade e justificada é algo que se justifica com agrupamentos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 20:40:36 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecimento </title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Conhecimento envolve uma relação entre  sujeito e objeto . O primeiro é aquele que conhece o segundo é aquele que é conhecido. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 20:41:06 UTC</pubDate>
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         <title>Perpetivas sobre o problema da possibilidade de Conhecimento </title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ceticismo - coloca dúvidas quanto à possibilidade de se alcançar um Conhecimento verdadeiro</p><p><br/></p><p>Dogmatismo - defende a possibilidade de alcançar um conhecimento verdadeiro</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 20:41:54 UTC</pubDate>
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         <title>René Descartes </title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Descartes foi um filósofo matemático que acredita que o conhecimento advém  da razão.  Descartes institui a dúvida como método e rejeitou tudo o que possa dar a menor dúvida. </p><p>Ao exercer metodicamente a dúvida, Descartes percebe que existem boas razões para duvidar das crenças estabelecidas. A maioria das nossas crenças não é indubitável  , pois as informações  com origem nos sentidos não mereçem confiança; as crenças  que possuímos do mundo físico podem ser falsas.</p><p>Para além disso descartes define o critério de verdade como a clareza e a distinção sendo que todas as ideias claras e distintas são verdadeiras. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 20:42:22 UTC</pubDate>
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         <title>Características da dúvida metódica</title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Universal e radical : incide sobre todas as coisas , não apenas do conhecimento em geral , mas também nos seus fundamentos e causas</p><p>Hiperbólica: assume um carácter exagerado ao partir do princípio de que todas as crenças são falsas e da necessidade  de as examinar em pormenor. </p><p>Metódica: afirma-se como um meio para distinguir o verdadeiro do falso e atingir de forma disciplinada o conhecimento. </p><p>Provisória: apresenta um carácter temporário, pois prevê a sua extinção na presença de ideias claras e distintas</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 20:42:59 UTC</pubDate>
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         <title>Regras do método da dúvida </title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Evidência : ideais claras e distintas</p><p>Análise: dividir em parcelas mais pequenas para ser mais fácil analisar </p><p>Ordem : mais simples ao mais complexo</p><p>Enumeração: ter a certeza que não à duvidas e nem que falte nada</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 20:43:34 UTC</pubDate>
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         <title>Cogito </title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Penso logo existe " é uma ideia clara e distinta obtida por intuição racional ( a priori) para Descartes cogito é o fundamento do conhecimento. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 20:43:55 UTC</pubDate>
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         <title>Papel da existência de Deus</title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para Descartes Deus é uma perfeição que podera garantir o conhecimento.  Para provar a existência de Deus é através da ideia de perfeição que existe na nossa mente.  Deus não nos enganaria em relação as ideias claras e distintas logo é possível conhecer .</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 20:44:21 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação das ideias</title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ideias inatas - idades claras e distintas que provêm da própria natureza do pensamento e são obtidas por intuição sem recurso à experiência </p><p>Ideias adventicias - ideias sobre as coisas que pensamos provir dos sentidos e da experiência sendo por isso suscetíveis de serem falsas</p><p>Ideias facticias - ideias que resultam da imaginação a partir da relação estabelecida com as ideias advinticias não correspondendo a coisas reais</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-07 18:35:40 UTC</pubDate>
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         <title>Circulo cartesiano</title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>O círculo cartesiano  apresentado pelo filósofo  Antoine Arnauld critica o argumento  referente a existência de Deus.  Para este pensador a relação entre ideias claras e distintas  Deus é uma petição  de princípio  . Está falácia é um argumento circular em que a premissa justiça a conclusão </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-07 19:27:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hume considera ser conveniente distinguir as ideias simples das ideias complexas</p><p>Ideias simples são aquelas que não se podem decompor e estão assentes numa impressão também simples como por exemplo a cor azul ou a forma quadrada</p><p>Ideias complexas resultam da combinação entre ideias simples mas quais intervêm a memória e a imaginação </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 17:45:34 UTC</pubDate>
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         <title>Associação de ideias</title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p> Hume não quis pensar que esta associação funcionasse sem regras sem um critério de ligação entre as imagens e os pensamentos </p><p>1. Semelhança - quando associamos duas ideias por terem caraterísticas parecidas ou comuns ( considerar alguém simpático por ser parecido com uma pessoa simpática ) </p><p>2. Contiguidade - quando uma ideia é levada a outra pela sua ligação ( pensarmos no verão e associarmos as férias)</p><p>3. Causalidade - quando se estabelece uma relação entre duas ideias em que uma é causa da outra  ( associarmos os bons resultados do trabalho de estudo - o estudo [ causa] leva a bons resultados [ efeito ]</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 17:46:14 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecimento vulgar ou senso comum </title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>É o conhecimento que nós adquirimos no dia a dia, sem pensar muito ou estudar sobre isso.</p><p>Provém da experiência, da tradição e do que outras pessoas dizem. É como aprender que, se o</p><p>céu está cheio de nuvens escuras, provavelmente vai chover.</p><p>➢ Não tem uma base científica, é mais intuitivo.</p><p>➢ Pode ser útil no dia a dia, mas nem sempre é confiável.</p><p>Exemplo: “Beber chá de camomila ajuda a acalmar.” </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 17:55:14 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecimento científico</title>
         <author>a18769_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Este é diferente porque é feito de forma planeada, com estudos, testes e lógica. Ele não aceita</p><p>o “eu acho que…” e usa métodos específicos para garantir que as coisas são verdadeiras. Por</p><p>exemplo, em vez de só dizer que algo funciona, a ciência faz experimentos para provar isso.</p><p>➢ Baseado em provas, lógica e raciocínio.</p><p>➢ Procura explicações gerais e universais.</p><p>Exemplo: A ciência comprova que a Terra gira em torno do Sol.</p><p>Principais diferenças:</p><p>➢ Fonte: O vulgar vem do quotidiano; o científico vem do estudo e da pesquisa.</p><p>➢ Confiança: O vulgar pode ser impreciso; o científico é mais confiável porque tem</p><p>provas.</p><p>➢ Forma de aprender: O vulgar é simples e direto; o científico é mais elaborado e usa</p><p>métodos rigorosos.</p><p>→ O conhecimento vulgar é mais “intuitivo” e comum, enquanto o científico é mais</p><p>detalhado e confiável porque passa por um processo de estudo e de provas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 17:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>A probabilidade de certeza</title>
         <author>a18769_</author>
         <link>https://padlet.com/a18769_/z7mpj6afi0b47pod/wish/3296430277</link>
         <description><![CDATA[<p>A probabilidade de certeza é uma ideia que aparece quando falamos sobre o quanto</p><p>podemos ter certeza sobre algo.</p><p>1. No conhecimento vulgar (senso comum), a probabilidade de certeza é baixa.</p><p>Porquê?</p><p>Porque esse tipo de conhecimento não é baseado em provas ou em métodos. É mais</p><p>no “eu acho que…” ou na experiência do dia a dia.</p><p>Por exemplo: “Acho que vai chover porque o céu está nublado” — pode até ser verdade, mas</p><p>não é uma certeza absoluta.</p><p>2. No conhecimento científico, a probabilidade de certeza é muito maior, porque a</p><p>ciência usa métodos para testar e comprovar as coisas.</p><p>Mesmo assim, ela não garante 100% de certeza, porque novas descobertas podem</p><p>surgir no futuro.</p><p>Por exemplo: “Sabemos que a Terra gira em torno do Sol porque temos provas disso,</p><p>mas sempre podemos investigar mais.”</p><p>Conhecimento vulgar = baixa probabilidade de certeza (baseado em “eu acho que…”)</p><p>Conhecimento científico = alta probabilidade de certeza (baseado em provas e testes) </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 17:57:28 UTC</pubDate>
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         <title>Problema da demarcação</title>
         <author>a18769_</author>
         <link>https://padlet.com/a18769_/z7mpj6afi0b47pod/wish/3296431109</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O problema da demarcação é basicamente a pergunta:</p><p>O que faz algo ser considerado ciência e o que não o é?</p><p>Nem tudo o que nós acreditamos é científico, então, vários filósofos tentaram criar critérios</p><p>para separar o que é ciência do que não o é.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 17:58:41 UTC</pubDate>
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         <title>Critério da verificabilidade</title>
         <author>a18769_</author>
         <link>https://padlet.com/a18769_/z7mpj6afi0b47pod/wish/3296431339</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A ideia principal aqui é que algo só pode ser considerado ciência se puder ser verificado (ou</p><p>seja, se for possível confirmar que é verdade). Esse critério foi defendido por Auguste</p><p>Comte e o Círculo de Viena e Rudolf Carnap, um grupo de filósofos que criaram o</p><p>neopositivismo.</p><p>➢ Auguste Comte: Acreditava que só o que pode ser observado e explicado por meio de</p><p>factos é que é científico. Ele dizia que a ciência deve estudar o que pode ser visto e</p><p>medido (factos concretos, como na física ou biologia).</p><p>➢ Círculo de Viena e Rudolf Carnap: Eles expandiram esta ideia. Para eles, uma teoria</p><p>só é científica se pudermos criar um teste para verificar se ela é verdadeira.</p><p>Por exemplo, a gravidade é científica porque podemos testá-la observando objetos a cair. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 17:59:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Critério da falsificabilidade</title>
         <author>a18769_</author>
         <link>https://padlet.com/a18769_/z7mpj6afi0b47pod/wish/3296431955</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Karl Popper achava que o critério da verificabilidade tinha vários</p><p>problemas.</p><p>→ Para ele, o mais importante não era provar que uma teoria é</p><p>verdadeira, mas sim mostrar que ela poderia ser falsa.</p><p>Isso é o que ele chamou de falsificabilidade.</p><p>➢ Uma teoria é científica se, em teoria, for possível provar que</p><p>ela está errada. Por exemplo: a teoria da gravidade pode ser</p><p>falsificada se encontrarmos algo que não obedeça às leis da</p><p>gravidade.</p><p>➢ Teorias que não podem ser testadas para serem provadas erradas não são ciência.</p><p>Por exemplo, dizer “os sonhos têm significados ocultos” não é falsificável, porque</p><p>não podemos criar um teste para provar que está errado.</p><p>Popper criticava Karl Marx porque dizia que o marxismo era muito vago e sempre se ajustava</p><p>aos factos. Isso fazia com que fosse difícil provar o marxismo errado. Para Popper, isso tirava</p><p>o caráter científico da teoria. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 18:00:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Diferença entre os critérios </title>
         <author>a18769_</author>
         <link>https://padlet.com/a18769_/z7mpj6afi0b47pod/wish/3296432281</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>1. Verificabilidade (Comte e neopositivistas): Algo é científico se puder ser confirmado</p><p>como verdadeiro.</p><p>2. Falsificabilidade (Popper): Algo é científico se puder ser testado e provado falso.</p><p>Então,</p><p>➢ Verificabilidade: “É ciência se der pra comprovar que é verdade.”</p><p>➢ Falsificabilidade: “É ciência se der pra testar e, em teoria, provar que é falso.” </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 18:00:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A distinção entre ciência e pseudociência</title>
         <author>a18769_</author>
         <link>https://padlet.com/a18769_/z7mpj6afi0b47pod/wish/3296432847</link>
         <description><![CDATA[<p>No problema da demarcação, o que distingue a ciência da pseudociência são os critérios</p><p>usados para definir o que é realmente científico. Os filósofos procuraram formas de separar</p><p>conhecimentos que são confiáveis (ciência) daqueles que não são, mas que tentam parecer</p><p>ciência (pseudociência).</p><p>Vamos tentar simplificar:</p><p>O que é ciência?</p><p>A ciência é baseada em métodos rigorosos, como a observação, a experimentação e o</p><p>raciocínio lógico. Para algo ser considerado ciência, precisa:</p><p>1. Ser baseado em evidências e testes.</p><p>2. Ter métodos claros e transparentes.</p><p>3. Poder ser verificado ou falsificado.</p><p>O que é pseudociência?</p><p>A pseudociência tenta fazer-se passar por ciência, mas não segue os critérios científicos.</p><p>1. Não é testável: Não dá para fazer experimentos ou comprovar se está certa ou errada.</p><p>2. Usa linguagem científica para parecer séria, mas sem provas reais.</p><p>3. Não aceita críticas: Diferente da ciência, que está aberta a ser revista ou corrigida, a</p><p>pseudociência geralmente defende-se com argumentos vagos.</p><p>Exemplo de pseudociência: Astrologia. Usa termos que parecem científicos (como “posição</p><p>dos planetas”), mas não pode ser comprovada nem testada cientificamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 18:01:31 UTC</pubDate>
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