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      <title>Floripe Abreu E1T4051 by Floripe Abreu</title>
      <link>https://padlet.com/floripeabreu/FloripeAbreuE1T4051</link>
      <description>Sou professora de Biologia e Geologia na Escola Secundária de Moura. Gosto de passear pelo campo e adoro fazer bolos criativos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-08 17:50:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2016-11-22 16:57:34 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Módulo 1 - Tarefa 1 - Opção C</title>
         <author>floripeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/floripeabreu/FloripeAbreuE1T4051/wish/130940234</link>
         <description><![CDATA[<div>“ Calma! Estou certa que ao longo da sua carreira, enquanto docente, já desempenhou o papel de tutor, sem saber que o estava a fazer.</div><div>É certo que com a nova legislação, no presente ano letivo, o programa Tutoria ganhou destaque. A alteração principal é o facto dos alunos propostos para esta tutoria serem alunos (2.º e 3.º ciclos) com duas ou mais retenções durante o seu percurso escolar.</div><div>Não pense que o tutor é um docente/explicador, pelo contrário nas sessões de tutoria não se pretende explicar matéria de diferentes disciplinas, até porque estou certa que o colega não domina todas as áreas e por fim, era o colega que tinha que estudar, para depois transmitir conhecimentos/conteúdos específicos de determinada disciplina. Não é nada disso!</div><div>Os tutorandos (alunos sujeitos à tutoria) não são alunos avaliados ao abrigo do Decreto-lei n.º 3/2008 de 7 de janeiro, estes têm professores da educação especial. Os seus tutorandos vão ser alunos que se encontram numa das seguintes situações: idade superior à esperada para o ano escolar, retenção repetida, fraca integração no contexto escolar, história de abandono escolar ou absentismo elevado, meio social/familiar evidenciando baixo nível de acompanhamento escolar.</div><div>O colega não desempenhará a tarefa de forma isolada, é imprescindível a articulação com o diretor de turma e restantes elementos do Conselho de Turma, elaborando um plano de recuperação e de conteúdos das sessões tutoriais.</div><div>Nas sessões de tutoria pretende-se que o tutor siga algumas linhas de orientação, nomeadamente:</div><div>- Facilitar a integração do aluno no meio escolar;</div><div>- Levar o aluno a acreditar positivamente nas suas capacidades, destacando os seus pontos fortes (por exemplo, a utilização das TIC),</div><div>- Orientar o aluno na organização das tarefas escolares, por exemplo, através da criação de um plano de estudo,</div><div>- Salientar a importância dos tempos livres, em paralelo com a vida escolar,</div><div>- Mediar situações de conflito que envolvam diretamente o aluno,</div><div>- Incentivar a interação aluno/encarregado de educação,</div><div>- Trabalhar com o aluno técnicas que podem ser utilizadas durante o estudo, como por exemplo: apontamentos das aulas, elaboração de resumos, elaboração de esquemas, sublinhar livros.</div><div>Nunca se esqueça que um elogio é muito importante, principalmente para estes alunos.</div><div>Espero ter ajudado, e não se sinta fracassado se o(s) aluno(s), no final do período, não revelarem os resultados esperados. Um programa de tutoria não reflete efeitos positivos imediatos, pelo que nunca deve ter a duração inferior a 6 meses.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-15 22:42:38 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 - Tarefa 2 - Opção B</title>
         <author>floripeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/floripeabreu/FloripeAbreuE1T4051/wish/130943124</link>
         <description><![CDATA[<div>Considero que o objetivo do processo de tutoria mais difícil de ser atingido é: Autoexploração do tutorando.&nbsp;</div><div>Não há programa de tutoria que tenha êxito, quando o tutor não conhece o tutorando. Para perceber o que motiva/desmotiva o tutorando, pode-se recorrer a jogos de apresentação, conversas e questionários. O conhecimento do tutorando por parte do tutor fica, desde logo, comprometido, a partir do momento que o tutorando não se reconhece como tal, recusando-se a participar em qualquer atividade proposta. Nesta situação o tutor depara-se com o primeiro obstáculo, pelo que tem que ganhar a confiança do tutorando. Esta ação não é conseguida de forma imediata, e implica muita paciência, por parte do tutor. A partir do momento em que o tutor conquista o tutorando, tudo se torna mais fácil.</div><div>Ninguém pode ser ajudado, quando não quer.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 01:00:37 UTC</pubDate>
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         <title>M2 - Tipos de conhecimento (Opção C)</title>
         <author>floripeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/floripeabreu/FloripeAbreuE1T4051/wish/132703344</link>
         <description><![CDATA[<div>A tira retrata o que não deve ocorrer numa sessão de tutoria/aula. Passo a descrever, uma possível, forma correta.&nbsp;</div><div>Tutor/professor - Hobbes&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Tutorando/aluno – Calvin</div><div>Para iniciar, Hobbes deve fazer uma introdução ao tema que será abordado na tarefa proposta, explicando o significado de palavras-chaves, como por exemplo, feudalismo e feudal, apercebendo-se do nível de conhecimento do Calvin acerca do tema. (Conhecimento declarativo)</div><div>Em seguida, Hobbes fornece indicações a Calvin, como ele pode aprofundar/pesquisar o tema, recorrendo, por exemplo à internet, a enciclopédias e ao manual escolar. (Conhecimento procedimental)</div><div>Hobbes não deve “abandonar” Calvin, mas sim acompanhá-lo durante a realização da tarefa. Desta forma, o Hobbes averigua se Calvin está a conseguir aplicar os dois tipos de conhecimento, referidos anteriormente. Hobbes, de vez em quando, questiona Calvin acerca do que ele está a ler e a escrever. (Conhecimento condicional)</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 14:11:27 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 - Motivação, Tarefa Opção A</title>
         <author>floripeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/floripeabreu/FloripeAbreuE1T4051/wish/134261789</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;| <strong>Expressão do aluno</strong> | <strong>Locus de causalidade</strong> | <strong>Estabilidade</strong> | <strong>Controlabilidade</strong> | <strong>Comentário</strong><br> |&nbsp; “Cinquenta por cento a geografia, e nem sabia que havia teste.” | Interna | Instável | Controlável | O aluno nunca irá estudar para Geografia, pois consegue ter sucesso na mesma.<br> |&nbsp; “Boa…15% a Matemática, pensava que tira zero. Não percebo nada daquilo.” &nbsp; | Interna | Estável | Incontrolável | O aluno já desistiu da disciplina de Matemática. Nunca irá estudar, nem prestar atenção na aula. Sente-se orgulhoso do resultado obtido.<br> |&nbsp; “Estudei todo o fim-de-semana e não consegui ter positiva. Nunca mais estudo.” &nbsp; | Interna | Instável | Incontrolável | O aluno sente-se revoltado, dedicou o fim-de-semana ao estudo e não valeu a pena. Para quê estudar????<br> |&nbsp; “Tive muita sorte… não estudei nada, mas acertei todas as escolhas múltiplas. Tive positiva.” &nbsp; | Externa | Instável | Incontrolável | O aluno sente-se orgulhoso e vitorioso. Para ele basta um bocadinho de sorte e alcança o sucesso sem estudar.<br> | &nbsp; “É preciso ter azar….Tudo o que estudei, não saiu nada no teste.” &nbsp; | Externa | Instável | Incontrolável | O aluno sente-se frustrado, apesar de ter estudado, não saiu nada do teste acerca do que estudou. Para a próxima, tanto pode estudar durante mais tempo, como pode não estudar nada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-31 15:34:23 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4 - Autorregulação, Tarefa Opção A</title>
         <author>floripeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/floripeabreu/FloripeAbreuE1T4051/wish/135893146</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Peça de teatro intitulada “A gravidez de uma boneca.”<br><br></div><div>&nbsp;| <strong>Fase</strong> | <strong>&nbsp;Descrição</strong> <strong>&nbsp;</strong><br>&nbsp;| <strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;PL</strong>anificação (“Pensar antes”) | Objetivo <strong>C</strong>oncreto, <strong>R</strong>ealista e <strong>Ava</strong>liável (CRAva): Escrever e apresentar uma peça de teatro intitulada “A gravidez de uma boneca”, retratando o problema da gravidez na adolescência, com a duração de 30 minutos.&nbsp; Calendarização: Início da preparação – Dia 2 de dezembro; Final (Dia da apresentação) – Dia 14 de fevereiro (Dia dos Namorados).&nbsp; Recursos: Humanos – Eu (professora de Ciências Naturais), 10 alunos de 9.º ano (inscritos no Clube de Teatro) e professora de Português/responsável pelo Clube de Teatro.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Físicos: Móveis para cenário e roupas adequadas com as personagens.&nbsp; Local: Ensaios – Sala do Clube de Teatro; Apresentação – Cineteatro de Moura.&nbsp; Guião: Escrito pelos alunos da Direção de Turma, durante as aulas de Formação Cívica. Solicitar o apoio da docente de Português/Responsável do Clube de Teatro para correção/alteração do texto.&nbsp; <br> | <strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;E</strong>xecução (“Pensar durante”) | Ensaios: Tardes de quartas e sextas-feiras. Monotorização: No final de cada ensaio cada personagem preenche uma grelha de auto e heteroavaliação. No final de cada semana, eu e a professora responsável pelo Clube de Teatro estabelecemos <em>feedback</em> com os alunos, assinalando pontos fracos e pontos fortes.&nbsp; Será necessário reformular algo?&nbsp; Elaboração e distribuição de convites aos alunos/professores da escola.&nbsp; Apresentação – Representação da peça, ensaiada/trabalhada durante os últimos dois meses.<br> | <strong>&nbsp; A</strong>valiação (“Pensar depois”) | A peça foi apresentada no dia planificado? O tema “Gravidez na adolescência” foi abordado? O local escolhido para a apresentação tinha as condições necessárias (n.º de lugares, luzes, som, palco)? A representação ocorreu sem enganos? A correção dos enganos/falhas foi rapidamente improvisada?</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-07 18:41:22 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 5 - Estratégias de autorregulação da aprendizagem Opção B</title>
         <author>floripeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/floripeabreu/FloripeAbreuE1T4051/wish/137588503</link>
         <description><![CDATA[<div>O resumo é, sem dúvida, exemplo de uma estratégia que contribui para um elevado rendimento escolar. Segundo o Modelo PLEA, na fase da Execução podemos incluir a organização e transformações dos materiais, a qual pode ser feita sob a forma de resumo. No processo de aprendizagem a personagem principal é o aluno, logo deve ser ele a tomar a iniciativa, pelo que antes da Execução é o aluno que deve fazer a Planificação (Estabelecimento de objetivos CRAva e planeamento, estruturação do ambiente e pedido de ajuda). O aluno pode e deve pedir a colaboração do pai, mas não é o pai que tem que fazer a tarefa, pelo contrário.<br><br></div><div>O facto do aluno ter os melhores resumos (ou talvez não, não sabemos quais as competências do pai) não chega. O resumo tem que ser explorado, trabalhado, estudado, ou seja, tem que ser implementada a estratégia de repetição e memorização.<br><br></div><div>Seguidamente à fase de Execução, não menos importante, segue-se a fase de Autoavaliação (como o próprio nome indica tem que ser feita pelo próprio aluno, é ele que vai ser avaliado acerca de determinado conteúdo.<br><br></div><div>Relativamente à fase da Autoavaliação, o aluno deve fazer a revisão dos dados (conteúdos) e assim toma consciência se sabe ou não sabe. Se ainda não domina a matéria, deve insistir na fase da Execução.<br><br></div><div>O pai deve alterar completamente a sua postura. O pai não deve “fazer a papinha”, mas sim promover o desenvolvimento global de competências do seu filho. Na prática, e usando o exemplo da “papinha”, o pai deve indicar os ingredientes a utilizar (Conhecimento declarativo), em seguida explicar como se cozinham os ingredientes (Conhecimento procedimental), por fim dar a conhecer quando devem ser cozinhados (Conhecimento condicional).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-15 00:51:57 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 6 – Envolvimento escolar e possible selves (Tarefa - Opção A)                                                                             Todos nós sabemos que, durante os últimos anos, o número de alunos de etnia cigana tem aumentado. Mas também sabemos que este aumento não está relacionado com o interesse pela escolaridade. O Instituto de Segurança Social atribui, mensalmente, às famílias ciganas o Rendimento Social de Inserção (RSI), cujo valor varia de acordo com o número de pessoas do agregado familiar. Mas a família a quem é atribuído esse rendimento tem que apresentar provas de que reúne as condições para usufruir desse subsídio. Uma dessas provas é a apresentação do certificado de matrícula de cada descendente em idade escolar. A maioria dos pais ciganos não está preocupada se os filhos aprendem algo na escola ou não, até porque eles são mão-de-obra nas feiras em que participam. Os filhos têm que “andar” na escola, para receberem o respetivo subsídio, e é essa mensagem que é passada aos filhos.Os alunos ciganos, pelas razões acima descritas, não são alunos com vontade de aprender, de concluírem o 12.º ano, não pretendem relacionar-se com colegas não ciganos, não estão interessados em participar em atividades extracurriculares. Não há dúvida que são alunos que revelam baixos níveis de envolvimento escolar, que se reflete numa elevada probabilidade de absentismo escolar.O envolvimento escolar é multidimensional, incluindo as dimensões Cognitiva, Comportamental e Emocional. Em seguida, serão tratadas as dimensões referidas, no que se refere à situação escolar dos alunos ciganos. Dimensão Cognitiva: Os alunos ciganos não investem no processo de aprendizagem, não têm objetivos académicos, não realizam as atividades (a maioria apresenta-se na aula sem qualquer material escolar), não dedicam nenhum tempo ao estudo.Dimensão Comportamental: Fraca assiduidade (Muitas vezes porque acompanham os pais nas feiras), desrespeito pelas regras da sala de aula e meio escolar (Fora da escola não estão sujeitos a regras do género), não realizam os trabalhos extra-aula, não participam em qualquer atividade extracurricular.Dimensão Emocional: A maioria não se integra num grupo de colegas não ciganos (Salienta-se que, muitas vezes, os ciganos são rejeitados pelos alunos não ciganos), considera que pertencem a uma comunidade própria.Soluções para melhorar/alterar a dimensão comportamental: O Rendimento Social de Inserção (RSI) não deveria ser atribuído às crianças em idade escolar, apenas, mediante apresentação do certificado de matrícula. O valor do rendimento não devia ser constante, ou seja, devia variar tendo em conta a assiduidade dos alunos. Mensalmente, o subsídio seria penalizado ou não mediante as faltas/presenças às aulas. O professor titular/diretor de turma informava a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) logo que o aluno atingisse um determinado número de faltas, consecutivas ou não. Depois a CPCJ iria agir em conformidade e articulação com o Instituto da Segurança Social.Os pais ciganos não estão interessados a viver com um subsídio mais baixo, pelo que começam a fazer questão que os filhos se apresentem na escola e têm todo o interesse que isso seja cumprido. Os alunos ciganos, perante a situação, não faltarão à escola, pois se o fizerem são castigados pelos pais.Com a melhoria/aumento da assiduidade, o sucesso escolar aumentaria igualmente. Sabe-se que as elevadas taxas de retenção dos alunos ciganos, têm como causa, não as “dificuldades de aprendizagem” mas o elevado absentismo escolar. A fim de contribuir para o estabelecimento de relacionamento dos alunos ciganos com os restantes alunos, as escolas podiam criar o Clube, por exemplo, da Dança, Música e Dança das Comunidades. A comunidade cigana revela apetência para a viola, canto e dança, e de uma forma geral, gostam de fazer demonstrações. Outra ideia seria, incluir nas Festas de Natal/Final de Ano atuações por parte dos alunos ciganos, convidando inclusive a família (Já estive numa escola em que aconteceu algo do género e foi muito bonito).Com as soluções apresentadas, a assiduidade melhorava, bem como a apresentação do material escolar (As faltas de material são traduzidas em faltas de presença), os alunos participariam nas atividades extracurriculares, ou seja, o envolvimento escolar aumentava consideravelmente, bem como o sucesso escolar.</title>
         <author>floripeabreu</author>
         <link>https://padlet.com/floripeabreu/FloripeAbreuE1T4051/wish/139413134</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-22 16:55:07 UTC</pubDate>
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