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      <title>PROJETO &quot; CONSTRUINDO SABERES EM CIÊNCIAS HUMANAS&quot; by Luis Gustavo Gomes de Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2</link>
      <description>&quot;Do Estado Moderno ao Liberalismo&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-05 18:55:06 UTC</pubDate>
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         <title>Quem é Maquiavel? E  foram suas ideias principais?</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1495494100</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Nicolau Maquiavel é muito conhecido por seus pensamentos sobre a dinâmica real do poder. Suas reflexões são originais e baseadas em uma riqueza de eventos históricos. </mark></strong><strong>Seu pensamento político orientou-se pelos fatos que vivenciou e em suas interpretações com base em circunstâncias históricas, afastando-se, assim, de abstrações ou idealizações.<br><br></strong><strong><mark>Suas principais idéias</mark></strong><strong>:<br> -ideias são expostas de forma clara, e seu pensamento político entende a política como um fim em si mesma. </strong><strong><mark>A avaliação das ações de um governante toma por base os fatos que se apresentam e não valorações de qualquer âmbito.</mark></strong><strong><br>-</strong><strong><mark>É direto quanto ao objetivo de seu príncipe: conquistar e manter o poder. É certo que os meios práticos de conseguir êxito dependem de várias circunstâncias, pelo par conceitual fortuna e virtú.</mark></strong><strong><br>-</strong><strong><mark>Por fortuna, entende-se a indicação dos aspectos circunstanciais e pouco previsíveis que resultam em benefício ou malefício</mark></strong><strong>. Não se trata de uma força sobrenatural, mas do próprio desdobramento natural de tudo o que envolve ou afeta o humano (decisões, enfermidades etc.).<br>-</strong><strong><mark>Já virtú são as características pessoais que auxiliam o governante a garantir seu objetivo.</mark></strong><strong> Trata-se, por exemplo, da astúcia, da virilidade e flexibilidade.<br>-</strong><strong><mark>Os preceitos estariam entre a lei e a força,</mark></strong><strong> já que o governante não deve basear suas decisões no que imagina ser o caso, mas perceber que as pessoas não são essencialmente boas e poderiam adotar meios escusos para seus fins. Nicolau Maquiavel sabia que as decisões dependiam do contexto, por isso suas reflexões são inerentes à dinâmica do poder: é preciso aparentar ser bondoso, mas saber usar de violência.<br><br></strong><strong><mark>Suas ideias no mundo atual:</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Continuam sendo alvo de inúmeras reflexões e formaram a base do pensamento realista em ciência política.</mark></strong><strong> É uma interpretação considerada equivocada atribuir certo utilitarismo a Nicolau Maquiavel</strong><strong><mark>, já que este não propôs como regra que “os fins justificam os meios”. </mark></strong><mark><br></mark><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 19:34:09 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeos sobre Maquiavel e seus Livros</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1495996722</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Principais vídeos sobre Maquiavel<br><br>Vídeo sobre sua obra "O Príncipe"</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=SCZQzThIXBE" />
         <pubDate>2021-05-05 22:57:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1495997609</link>
         <description><![CDATA[<div>Frases de Maquiavel para pensar e refletir</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=LV_GJimtWD0" />
         <pubDate>2021-05-05 22:58:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1496004985</link>
         <description><![CDATA[<div>Vídeo discorrendo Nicolau Maquiavel</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=ocy7rw679hk" />
         <pubDate>2021-05-05 23:02:42 UTC</pubDate>
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         <title>Como e onde surgiu o Estado Moderno</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1496018272</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>O Estado Moderno surgiu a partir da união dos diversos feudos existentes no continente europeu</mark></strong><strong>.<br></strong><strong><mark><br>A formação do Estado Moderno é dividida, para fins de estudos, em quatro fases: o estado moderno, estado liberal, crise no estado liberal e estado democrático liberal.</mark></strong><strong><br><br>Nasceu no século XV, com o desenvolvimento do capitalismo mercantil registrado em Portugal, na França, Inglaterra e Espanha. Nas quatro nações, </strong><strong><mark>o Estado Moderno surge a partir da segunda metade do século XV e, posteriormente, é observamos seu surgimento também na Itália.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>O Estado Moderno surge a partir da crise no Feudalismo. No modelo feudal, não havia estados nacionais centralizados. </mark></strong><strong>Os senhores feudais é quem exercia os poderes políticos sobre seus domínios, sem ter que responder a um poder central estabelecido.<br><br></strong><strong><mark>Cada feudo tinha a própria autonomia política. </mark></strong><strong>Igualmente poderia estar submisso a um reino maior, como era o caso do Sacro Império Romano Germânico, o soberano inglês e o Papa.<br><br>O</strong><strong><mark> poder dos senhores feudais era partilhado com o governo das cidades medievais autônomas, que eram conhecidas por comunas.</mark></strong><strong>Estas tinham </strong><strong><mark>autonomia para regulamentar o comércio, estabelecer impostos, garantir a liberdade dos cidadãos e controlar os processos judiciais.</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark><br>A partir dos séculos XIV e a primeira metade do XV passa a ocorrer a crise do sistema feudal em consequência das revoltas sociais dos camponeses e da evolução do comércio na Europa.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>A burguesia passa a exigir elementos que garantias para o desenvolvimento do comércio como um governo estável, leis e taxas unificadas. </mark></strong><strong>Os burgueses também protestavam contra os elevados impostos sobre as mercadorias e a diversidade de moedas.<br><br></strong><strong><mark>Características do Estado Moderno</mark></strong><strong>:<br>-Um só poder;<br>-Um só exército;<br>-Autoridade soberana do rei para todo o território;<br>-Administração e justiça unificada;<br>-Criação do sistema burocrático.<br></strong><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-05 23:11:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeos sobre a Formação do Estado Moderno</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1496032661</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=RdEsXARfaJo" />
         <pubDate>2021-05-05 23:20:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Links de assuntos complementares</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1496045808</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>FEUDALISMO:<br>&nbsp;https://www.todamateria.com.br/feudalismo/?_gl=1*1d19ezt*_ga*YW1wLUNoc2gyb21lUUl6STJBN1VDRkJoOUpYSE12X1gxNjZzYUs1WlZDWVAxQWlfaHhsZllfQS1JM3MxOUZUS1ViMjc.</strong><br><br><strong>IDADE MEDIA:</strong><br>https://www.todamateria.com.br/idade-media/?_gl=1*5x3xcq*_ga*YW1wLUNoc2gyb21lUUl6STJBN1VDRkJoOUpYSE12X1gxNjZzYUs1WlZDWVAxQWlfaHhsZllfQS1JM3MxOUZUS1ViMjc.<br><br> <strong>IGREJA MEDIEVAL:</strong><br>https://www.todamateria.com.br/igreja-medieval/?_gl=1*ze76bx*_ga*YW1wLUNoc2gyb21lUUl6STJBN1VDRkJoOUpYSE12X1gxNjZzYUs1WlZDWVAxQWlfaHhsZllfQS1JM3MxOUZUS1ViMjc.<br><br><strong>MERCANTILISMO</strong>:<br>https://www.todamateria.com.br/mercantilismo/?_gl=1*s2u16v*_ga*YW1wLUNoc2gyb21lUUl6STJBN1VDRkJoOUpYSE12X1gxNjZzYUs1WlZDWVAxQWlfaHhsZllfQS1JM3MxOUZUS1ViMjc.<br><br> <strong>ABSOLUTISMO:<br></strong>https://www.todamateria.com.br/absolutismo/?_gl=1*s2u16v*_ga*YW1wLUNoc2gyb21lUUl6STJBN1VDRkJoOUpYSE12X1gxNjZzYUs1WlZDWVAxQWlfaHhsZllfQS1JM3MxOUZUS1ViMjc.<br><br>&nbsp;<strong>Formação das Monarquias Nacionais:<br></strong>https://www.todamateria.com.br/formacao-das-monarquias-nacionais/?_gl=1*4fgwcw*_ga*YW1wLUNoc2gyb21lUUl6STJBN1VDRkJoOUpYSE12X1gxNjZzYUs1WlZDWVAxQWlfaHhsZllfQS1JM3MxOUZUS1ViMjc.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 23:28:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hobbes e o poder absoluto do Estado</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499260132</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Apesar da variação nas definições, a soberania sempre está ligada à autoridade suprema, e é neste sentido que Hobbes afirma que o poder do soberano está acima de tudo e todos</mark></strong><strong>. </strong><strong><mark>Acima de leis e até mesmo da Constituição, tornando-se assim um poder absoluto e indivisível. </mark></strong><strong>É mister destacar que, antes de mais nada, </strong><strong><mark>“O Leviatã” é uma reposta para o caos social e político vivido pela sua geração, e o objetivo principal da obra é construir uma justificativa para a soberania.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Grande defensor do absolutismo, Hobbes defende essa forma de governo utilizando argumentos lógicos e estritamente racionais</mark></strong><strong> (excluindo quaisquer preceitos ou argumentos religiosos). </strong><strong><mark>Sua teoria baseia-se na ideia de que é necessário um Estado Soberano para controlar a todos e manter a paz civil.</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark><br>Para Hobbes, o Estado encontra-se personificado na figura do soberano. Sua principal função é garantir o perfeito funcionamento da sociedade, evitando a qualquer custo uma guerra de todos contra todos</mark></strong><strong>. O homem deve renunciar de seu poder individual e cedê-lo para um único soberano. Esse soberano, com posse do poder de todos os homens, funcionaria como agente de manutenção de ordem da sociedade.<br><br></strong><strong><mark>O soberano descrito por Hobbes é a fonte de toda a justiça, nada do que ele fizer pode ser considerado injusto.</mark></strong><strong> A vontade do soberano deve ser aceita como a vontade geral no que diz respeito às decisões, pois as mesmas assegurarão a harmonia social e por extensão a preservação da vida de todos os cidadãos. Vale lembrar que o governante não participa desse contrato, pois é a partir deste que ele assume o poder. Nota-se que o soberano não tem nenhuma obrigação ou compromisso para com ele.<br><br>Por fim, </strong><strong><mark>frisa-se que o soberano tem a obrigação de assegurar a ordem da sociedade e a vida dos seus súditos, pois os mesmos só abriram mão do estado natural para proteger sua própria vida ameaçada na guerra total. Se não for garantida a segurança, o súdito tem o direito de se rebelar, pois o pacto é nulo.<br></mark></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 17:17:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Estado </title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499272738</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Para Hobbes, </strong><strong><mark>o Estado deveria ser a instituição fundamental para regular as relações humanas, dado o caráter da condição natural dos homens que os impele à busca do atendimento de seus desejos de qualquer maneira, a qualquer preço, de forma violenta, egoísta, isto é, movida por paixões.</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><strong>Afirmava que </strong><strong><mark>os homens não tiram prazer algum da companhia uns dos outros quando não existe um poder capaz de manter a todos em respeito, pois cada um pretende que seu companheiro lhe atribua o mesmo valor que ele atribui a si próprio.</mark></strong><strong> Dessa forma, tal situação seria propícia para uma luta de todos contra todos pelo desejo do reconhecimento, pela busca da preservação da vida e da realização daquilo que o homem (juiz de suas ações) deseja. </strong><strong><mark>Deste ponto de vista surgiria a famosa expressão de Hobbes: “O homem é o lobo do homem”.</mark></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 17:19:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeos complementares para um maior entendimento do assunto</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499285805</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>LEVIATÃ:</strong><br>https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https://m.youtube.com/watch?v=wWQqrQNj8hI&amp;ved=2ahUKEwjOl_S4yLXwAhU7EbkGHaOkByoQwqsBegQIAxAG&amp;usg=AOvVaw3B1EepLuFqd5YCSXeZOj05<br><strong>RESUMO DE FILOSOFIA:<br></strong>https://www.google.com/search?q=thomas+hobbes&amp;client=ms-android-motorola-rvo3&amp;prmd=ivbn&amp;source=lnms&amp;tbm=vid&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjt4bSeybXwAhVdILkGHeXdCzcQ_AUoAnoECAIQAg&amp;biw=432&amp;bih=838#fpstate=ive&amp;vld=cid:daf71d96,vid:obxET70yGuc,st:0<br>ABSOLUTISMO:<br>https://m.brasilescola.uol.com.br/politica/absolutismo.htm<br><br>https://www.google.com/search?q=videos+sobre+absolutismo&amp;oq=videos+sobre+abs&amp;aqs=chrome.1.69i57j0l2j0i22i30l2.3558j0j4&amp;client=ms-android-motorola-rvo3&amp;sourceid=chrome-mobile&amp;ie=UTF-8#fpstate=ive&amp;vld=cid:0e9a4766,vid:SIfoqzQtGEo,st:0<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 17:21:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resumo Biográfico de Hobbes</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499313039</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Thomas Hobbes nasceu em 5 de abril de 1588, em Westport. O pensador inglês era filho de um pastor anglicano, que acabou deixando a sua cidade e a sua família (que ficou aos cuidados do tio de Thomas Hobbes) após um desentendimento. Hobbes recebeu educação formal, tendo estudado em uma escola anglicana e, mais tarde, em um colégio particular.<br><br>Ao terminar o estudo básico, Hobbes ingressou, com apenas 15 anos, no ensino superior da Universidade de Oxford. Nessa instituição, </strong><strong><mark>Hobbes conhece a Filosofia tomista aristotélica, o que influenciou a sua ideia de conceber a sociedade como um mecanismo formado por “átomos”, que são os indivíduos. Também conheceu e foi influenciado pelas ideias de Maquiavel</mark></strong><strong>.<br><br><br></strong><strong><mark>As teses aristotélicas sobre as ciências naturais foram bastante questionadas na época de Hobbes por conta das novas descobertas de Galileu, e o próprio Hobbes não era um grande admirador do filósofo grego antigo.</mark></strong><strong> Na infância e na adolescência de Hobbes, a Inglaterra vivia sob o domínio da dinastia dos Tudors e, durante muito tempo, conviveu com o medo da invasão espanhola.<br><br></strong><strong><mark>As ideias defensoras do absolutismo foram originadas, provavelmente, a partir do medo que o filósofo inglês vivenciou quando jovem, aliado às revoltas burguesas e camponesas que instauraram um clima de tensão política na Inglaterra.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 17:27:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Absolutismo</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499413267</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>O Absolutismo foi o sistema político e administrativo dos países europeus nos séculos XVI ao XVIII.<br><br>Nele, o soberano centralizava todos os poderes do Estado em suas mãos, sem prestar contas à sociedade.<br><br>A fim de controlar as revoltas camponesas, parte da nobreza apoia que o rei seja mais poderoso. </mark></strong><strong>Igualmente, o monarca recebe auxílio da burguesia, pois a </strong><strong><mark>centralização significava a padronização das políticas fiscais e monetárias.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Teóricos do absolutismo</mark></strong><strong><br>Os teóricos absolutistas escreveram sobre o novo regime político que estava nascendo. Destacamos os mais importantes:<br><br></strong><strong><mark>Nicolau Maquiavel (1469-1527): </mark></strong><strong>defensor do Estado e dos soberanos fortes, os quais deveriam lançar mãos de todos os meios para garantir o sucesso e a continuidade no poder. Maquiavel se afasta da justificativa religiosa e descreve a política como algo racional e sem interferência espiritual.<br><br></strong><strong><mark>Thomas Hobbes (1588-1679)</mark></strong><strong>: segundo Hobbes, para fugir da guerra e do estado de barbárie, os homens uniram-se num contrato social e atribuíram poderes a um líder para protegê-los. Este, por sua vez, deveria ser forte o suficiente para não deixar os seres humanos se matarem entre si e garantir a paz e a prosperidade.<br><br></strong><strong><mark>Jean Bodin (1530-1596): </mark></strong><strong>associava o Estado à própria célula familiar, onde o poder real seria ilimitado, tal qual o chefe de família. Assim, o absolutismo seria uma espécie de família onde todos deviam obediência a um chefe. Este, por sua vez, seria encarregado de protegê-los e provê-los.<br><br></strong><strong><mark>Jacques-Bénigne Bossuet (1627-1704): </mark></strong><strong>defendeu o absolutismo a partir do "direito divino dos reis". Para ele, o poder era entregue pelo próprio Deus ao soberano e assim, a vontade do rei era a vontade de Deus. Bossuet foi o principal teórico do absolutismo do rei Luís XIV.<br><br>&nbsp;</strong><strong><mark>Estado Absolutista</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark>O Estado absolutista se caracteriza por centralizar o poder e fazer valer a mesma lei em todo território do reino.</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark><br>Desta maneira, o rei administrava apenas com a ajuda de alguns ministros</mark></strong><strong>. Em alguns países, existiam assembleias, mas esta só se reuniam quando convocadas pelo soberano.<br><br></strong><strong><mark>O Absolutismo estabeleceu uma burocracia civil capaz de auxiliar o Estado. Isto significava que somente o governo central estabeleceria padrões monetários e fiscais iguais para todos. Assim, antigas medidas como "varas" e "onça" vão sendo abandonados e substituídos por "metros" e "quilos</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Igualmente, somente o rei poderia cunhar moedas e garantir seu valor. </mark></strong><strong>A conservação e a segurança das estradas também seriam atribuições reais, uma medida que agradou os burgueses.<br><br></strong><strong><mark>Da mesma forma, apenas um idioma foi escolhido para se tornar a língua falada em todo reino. Um exemplo foi o francês, em detrimento das línguas regionais. Igualmente, somente o rei poderia cunhar moedas e garantir seu valor. </mark></strong><strong>A conservação e a segurança das estradas também seriam atribuições reais, uma medida que agradou os burgueses.<br><br></strong><strong><mark>Os principais reinos absolutistas foram Espanha, França e Inglaterra.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Na Espanha,</mark></strong><strong> a unificação política começou em 1469 por meio do casamento do </strong><strong><mark>rei Fernando de Aragão e a rainha Isabel de Castela. </mark></strong><strong>A </strong><strong><mark>centralização foi concluída durante o reinado de seu neto, o rei Felipe II.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Na França</mark></strong><strong>, durante a dinastia </strong><strong><mark>Bourbon (séc. XVI), consolidou-se o poder absolutista na pessoa do rei Luís XIV, o "Rei Sol" (1643-1715).</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Já na Inglaterra, o absolutismo de Henrique VIII (1509-1547), </mark></strong><strong>também foi apoiado pela burguesia, a qual consentiu no fortalecimento dos poderes monárquicos em detrimento do poder parlamentar.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 17:46:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Links de outros assuntos para um entendimento maior sobre o Absolutismo</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Revolução Inglesa:<br>https://www.todamateria.com.br/revolucoes-inglesas/<br><br>República:<br>https://www.todamateria.com.br/republica/<br><br>Estado moderno:<br>https://www.todamateria.com.br/estado-moderno/<br><br>O Príncipe de Maquiavel:<br>https://www.todamateria.com.br/o-principe-de-maquiavel/<br><br>O que é autocracia?<br>https://www.todamateria.com.br/autocracia/</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 17:53:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Locke e a política liberal</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>John Locke (1632-1704) foi filósofo inglês, um dos mais importantes filósofos do empirismo. </mark></strong><strong>Exerceu grande influência sobre vários filósofos de sua época, entre eles, George Berkeley e David Hume.<br><br>Seu discípulo Francês, Etienne Condilac, usou sua teoria empírica para criticar a metafísica, no século seguinte.<br><br></strong><strong><mark>Como representante do individualismo liberal, defendeu a monarquia constitucional e representativa, que foi a forma de governo estabelecida na Inglaterra, depois da Revolução de 1688.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:00:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Filosofia de Locke</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499501557</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Um dos maiores empiristas britânicos, Locke afirmava que o conhecimento era proveniente da experiência, tanto de origem externa, nas sensações, quanto nas internas, através das reflexões.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Explicava que antes de percebermos qualquer coisa, a mente é como uma folha de papel em branco mas, depois que começamos a perceber tudo em volta, surgem as "ideias sensoriais simples".</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Essas sensações são trabalhadas pelo pensamento, pelo conhecimento, pela crença e pela dúvida, resultando no que Locke chamou de "reflexão".</mark></strong><strong> A mente não é um mero receptor passivo. </strong><strong><mark>Ela classifica e processa todas as sensações à medida que vai formando nossos conhecimentos e nossa personalidade.</mark></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:03:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Política de Locke</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Locke defendia a liberdade intelectual e a tolerância. </mark></strong><strong>Foi precursor de muitas ideias liberais, que só floresceram durante o iluminismo francês no século XVII. </strong><strong><mark>Locke criticou a teoria de direito divino dos reis, formulada pelo filósofo Thomas Hobbes.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Para Locke, a soberania não reside no Estado, mas sim na população. </mark></strong><strong>Afirmava que, para assegurar um Estado de direito, os representantes do povo deviam promulgar as leis e o rei ou o governo executá-las<br><br></strong><strong><mark>Foi o primeiro a apresentar o princípio da divisão dos três poderes, segundo o qual o poder do estado se divide entre instituições distintas.<br><br>O Poder Legislativo, ou Parlamento, o Poder Judiciário, ou o Tribunal, e o Poder Executivo, ou o Governo.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:05:50 UTC</pubDate>
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         <title>Links que complementam o assunto</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499519115</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https://m.youtube.com/watch?v=fvjDO3klX1s&amp;ved=2ahUKEwih-7Le0rXwAhWGFrkGHY6mCvcQo7QBegQIBBAE&amp;usg=AOvVaw0JHyqs6d-yYLd8jh7GMKgX<br><br>https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https://m.youtube.com/watch?v=iyAWuHgyqr0&amp;ved=2ahUKEwih-7Le0rXwAhWGFrkGHY6mCvcQo7QBegQIBhAE&amp;usg=AOvVaw0JXouUrVfOd4fzhBT8Y7fY<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:07:08 UTC</pubDate>
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         <title>A autonomia dos poderes</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499549115</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Charles-Louis de Secondat, mais conhecido por Barão de Montesquieu ou simplesmente Montesquieu, foi um filósofo, escritor e político iluminista francês. Viveu o glorioso século XVIII, tido como período de grande crescimento intelectual europeu, sobretudo francês, em razão da ascensão do movimento iluminista.<br><br></strong><strong><mark>Montesquieu foi um dos principais intelectuais iluministas a sustentar teoricamente a Revolução Francesa, que aconteceria em 1789, 34 anos após a sua morte. </mark></strong><strong>A principal contribuição do filósofo para a filosofia política que fundamentou a revolução e para toda a organização política posterior foi a ideia de tripartição dos poderes do Estado.<br><br></strong><strong><mark>O QUE MONTESQUIEU DEFENDIA?</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Apesar de nobre, Montesquieu era completamente contrário ao absolutismo. Ele era a favor de um Estado politicamente liberal, onde houvesse um corpo de leis que regesse a atuação daqueles que cuidam do Estado e dos cidadãos em geral. Para que não houvesse abusos, o Estado deveria ser repartido em três esferas de poder. </mark></strong><strong>Ele era completamente contra o poder despótico (o poder absoluto concentrado nas mãos de um tirano). </strong><strong><mark>Seu modelo defendia o respeito à liberdade e à vida, além dos direitos políticos dos cidadãos. Havia, para Montesquieu, três formas de governo centrais, sendo duas legítimas e uma ilegítima.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>República</mark></strong><strong>: </strong><strong><mark>as repúblicas poderiam variar de acordo com a amplitude da participação cidadã. </mark></strong><strong>As repúblicas democráticas são aquelas em que a cidadania e a participação política são estendidas a todos. As repúblicas aristocráticas têm uma restrição do conceito de cidadania, que fica atribuída a um pequeno grupo. De qualquer forma, é marca da república a divisão de poderes e a atribuição de um corpo de leis que regulamente a atuação de agentes públicos e de civis.<br><br></strong><strong><mark>Monarquia legítima: são regidas por um monarca (um rei), mas o poder desse rei não é irrestrito e absoluto.</mark></strong><strong> O monarca está submetido ao poder das leis e existe um corpo legislativo (um Parlamento) que cria as leis. Esse corpo, apesar de atuar em conjunto com o monarca, não pode ser por ele destituído, corrompido, dissolvido ou atacado, a menos que por justa causa.<br><br></strong><strong><mark>Despotismo: é a monarquia ilegítima, a monarquia absoluta. </mark></strong><strong>Os poderes do monarca nesse regime são irrestritos. O monarca despótico é, como disse o rei da França Luís XIV, o Estado. Ele quem faz as leis e age como se estivesse acima delas. Existiram pensadores, como o teórico político francês Jean Bodin e o filósofo inglês Thomas Hobbes, que defenderam o absolutismo como forma legítima de governo. Os iluministas em geral defendiam maior liberdade e respeito ao poder soberano do povo, o que implicaria quase que necessariamente a queda do absolutismo. Houve exceções de monarcas despóticos que tentaram aplicar os ideais iluministas na Europa, como o rei Frederico II da Prússia.<br><br></strong><strong><mark>Tripartição do poder</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark>Para Montesquieu, um governo legítimo e bem estruturado deveria ter um corpo de leis, e o poder estatal deveria ser separado em três esferas. </mark></strong><strong>A defesa da separação dos poderes estava assentada na necessidade de um poder vigiar o outro (verificar se a Constituição é cumprida) e garantir que não haja abusos de poder. Um poder é complementar ao outro e nenhum pode se sobrepor ao outro. Para fazer uma analogia didática, a tripartição do poder é como um triângulo equilátero, onde não há um lado maior que o outro e os três pontos de ligação entre as arestas do triângulo têm tamanho igual e igual distância entre si|2|.<br><br></strong><strong><mark>Legislativo: composto por legisladores (vereadores, deputados e senadores), o Poder Legislativo é aquele que cria as leis, coloca os projetos de lei em discussão e em votação e fiscaliza a atuação dos outros poderes</mark></strong><strong>.<br><br></strong><strong><mark>Executivo: é aquele que governa. É representado por prefeitos, governadores, primeiro-ministro (em repúblicas parlamentares), presidente (em repúblicas presidencialistas), imperadores (em impérios) e reis (em monarquias). Esse poder deve atuar em concordância com a legislação, implementando ações que sejam liberadas pelo Poder Legislativo. Vez ou outra o Poder Executivo pode vetar a sanção de leis.<br><br>Judiciário: é composto pelo corpo de magistrados. O Poder Judiciário deve julgar aqueles que atentam contra a lei e fiscalizar a atuação dos outros dois poderes.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:13:24 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeos Auxiliares</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499566300</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https://m.youtube.com/watch?v=XOOmWPhwerQ&amp;ved=2ahUKEwi_vtn01LXwAhWEC9QKHShiBg8Qo7QBegQIAxAE&amp;usg=AOvVaw05dGwARhz13VVQrsxTEEZR<br><br>https://www.google.com/search?q=montesquieu&amp;client=ms-android-motorola-rvo3&amp;prmd=ivn&amp;source=lnms&amp;tbm=vid&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjdveeJ07XwAhVbGbkGHaUbCwIQ_AUoAnoECAIQAg&amp;biw=432&amp;bih=838&amp;dpr=2.5#fpstate=ive&amp;vld=cid:de91327c,vid:_GQjpJu9W5Y,st:0</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:17:08 UTC</pubDate>
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         <title>A soberania inalienável</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499617391</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Jean Jacques Rousseau (1712-1778) foi um destacado filósofo social e escritor suíço. </strong><strong><mark>O mais radical e popular dos filósofos que participaram do movimento intelectual do século XVIII – o Iluminismo.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Sua obra principal, "O Contrato Social", serviu de verdadeiro catecismo para a Revolução Francesa e exerceu grande influência no chamado liberalismo político.</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark><br>O CONTRATO SOCIAL E EMILÉ:<br>O Contrato Social, livro publicado em 1762, é um plano para a reconstrução das relações sociais da humanidade. Seu princípio básico se mantém.<br></mark></strong><strong><br>“</strong><strong><mark>Em estado natural, os homens são iguais: os males só surgiram depois que certos homens resolveram demarcar pedaços de terra, dizendo a si mesmo: Esta terra é minha. E então nasceram os vários graus da desigualdade humana”.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Para Rousseau a única esperança de garantir os direitos de cada um está na organização de uma sociedade civil, com direitos iguais para todos.</mark></strong><strong> Isso poderia ser realizado por meio de um contrato social estabelecido entre os vários membros do grupo. Por esse acordo, cada indivíduo concordaria em submeter-se à vontade da maioria: nasce o Estado<br></strong><strong><mark><br>Em Émile, o mesmo plano de reconstrução da humanidade baseia-se na educação. É uma espécie de romance pedagógico.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Rousseau figura o herói como uma criança completamente isolada do meio social, sem receber nenhuma influência da civilização.</mark></strong><strong> Seu professor não tenta ensinar-lhe virtude alguma, mas trata de preservar-lhe a pureza do instinto contra as possíveis insinuações do vício.<br><br></strong><strong><mark>A PERSEGUIÇÃO E MORTE DE ROUSSEAU?</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark>A publicação do Contrato Social e Émile, com ideias democráticas, são audaciosas para a época. Edições de Émile são queimadas em Paris. Decretada sua prisão na França, Rousseau refugia-se em Genebra, mas seus livros também incomodam o governo.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Seus livros são considerados “temerários, escandalosos, tendentes a destruir a religião cristã”.</mark></strong><strong> Constantemente perseguido, encontra asilo em Môtiers, sobre a proteção de Frederico, o Grande. Aí vive de 1761 a 1765. Nessa época escreve: “Cartas Escritas na Montanha” e “Projeto para a Constituição da Córsega”. E inicia “Confissões<br><br></strong><strong><mark>Em 1765, acusado de envenenar os aldeões, conduzidos por um pastor, foge para a Inglaterra, onde Jorge III lhe concede uma pensão. Sua saúde mental já está abalada. Sofre de mania de perseguição e chega à demência. Desesperado, foge mais uma vez e viaja sem destino.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Nessa vida errante, escreve “Considerações sobre o Governo da Polônia” e “Devaneios de um Pensador Solitário”. Em 1778, é acolhido pelo Marquês de Girardin em seu domínio de Ermonville, França, onde vive seus últimos dias. Jean Jacques Rousseau morre de apoplexia, no dia 2 de julho de 1778.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:27:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vídeos sobre Rousseau</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:29:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499629297</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:30:23 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeos com assuntos relacionados a ROUSSEAU e outros filósofo</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <pubDate>2021-05-06 18:31:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <pubDate>2021-05-06 18:31:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:32:18 UTC</pubDate>
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         <title>Liberalismo clássico</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O</strong><strong><mark> liberalismo surgiu no século XVII como um conjunto de teorias políticas que sustentaram uma luta estrutural e política contra o Antigo Regime, ou seja, contra a monarquia absolutista. </mark></strong><strong>Como teoria econômica, o liberalismo surgiu no século XVIII para conferir uma estrutura conceitual ao novo movimento econômico que surgiu com a alta industrialização inciada nesse século e consolidada no século seguinte.<br><br></strong><strong><mark>Os principais teóricos do liberalismo clássico são Adam Smith, Alexis de Tocqueville e Benjamin Constant. Já no liberalismo do século XX, adaptado às novas demandas de mercado, temos teóricos como Ludwig von Mises e Friedrich Hayek, representantes da Escola Austríaca de Economia, que originaram o neoliberalismo e o libertarianismo.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>As ideias mais remotas do pensamento liberal político advêm da filosofia jusnaturalista do filósofo inglês John Locke. </mark></strong><strong>Para Locke, o ser humano possui direitos naturais, que são, fundamentalmente, o direito à vida, à liberdade e à propriedade. A propriedade privada, para ser legitimada como um direito natural, deveria ter uma função social que atenda à comunidade.<br><br></strong><strong><mark>Muito além dos ideais jusnaturalistas, o liberalismo admite que não deveria haver um sistema opressor que retirasse dos indivíduos a sua liberdade, deixando-os livres, na medida do possível, para viverem e produzirem</mark></strong><strong>. Nesse sentido, surgiu o liberalismo econômico, proposto pela primeira vez pelo filósofo e economista inglês Adam Smith. Smith defendia que o Estado deveria ter o mínimo possível de participação e gestão na economia, pois esta deveria ficar totalmente regulada por si mesma. Para o economista inglês, haveria uma espécie de “mão invisível” do mercado econômico que atuaria na regulação de todos os processos econômicos, sem necessitar de qualquer interferência externa.<br><br></strong><strong><mark>As teorias liberais foram altamente aplicadas em grande parte da Europa oitocentista e nos Estados Unidos. Esses eram os territórios altamente industrializados que permitiram a manutenção de um sistema capitalista regido pelas doutrinas liberais da época. </mark></strong><strong>As regras de manutenção da economia foram desenvolvidas pelo mercado. Salários, modos de contratação, preços e modos de venda eram decididos pelas instituições privadas.<br></strong><strong><mark><br>O imposto sobre as empresas quase não existiam, recaindo, na maioria das vezes, em cima das pessoas comuns (entre elas os empresários) e quase nunca sobre as empresas em si. Isso constitui a essência do liberalismo. </mark></strong><strong>Enquanto pensamento político, ele garante as liberdades individuais e, enquanto doutrina econômica, garante a liberdade de propriedade e de empreender.<br><br></strong><strong><mark>TRÊS ASPECTOS DO LIBERALISMO:</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>LIBERALISMO POLÍTICO</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Entende-se que o ser humano tem por natureza certos direitos fundamentais, como direito a vida e a liberdade, e cabe ao Estado respeitar e não invadir esses direitos.</mark></strong><strong><br><br>Essa maneira de pensar fez surgir as instituições de votos e representação, que são escolhidos pelo povo, fazendo assim, com que os governantes tenham a limitação do poder central.<br><br></strong><strong><mark>LIBERALISMO ÉTICO</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Defende os direitos individuais, como liberdade de pensamento, expressão e a tolerância para com as crenças religiosas.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>LIBERALISMO ECONÔMICO</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Opõe-se inicialmente a intervenção do poder do rei nos negócios, que era típica da economia mercantilista</mark></strong><strong>. O Estado não deve interferir nas relações econômicas entre indivíduos, classes ou nações; e defende comércio de uso livre.<br><br></strong><strong><mark>LIBERALISMO INGLÊS</mark></strong><strong>:<br>https://www.google.com/search?q=liberalismo+inglês&amp;client=ms-android-motorola-rvo3&amp;hl=pt-BR&amp;tbm=vid&amp;prmd=inv&amp;source=lnms&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjwuvvX2rXwAhUoHLkGHcV2CcgQ_AUIFygD&amp;biw=432&amp;bih=838&amp;dpr=2.5#fpstate=ive&amp;vld=cid:5bd0ce4c,vid:yyDhFZKkvgo,st:0<br><br></strong><strong><mark>LIBERALISMO FRANCÊS:</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark>Foi baseado nas ideias de igualdade, ao contrário da nobreza e também de liberdade, ao contrário da escravidão. Porém, para seus pensadores em uma sociedade a liberdade não poderia ser total e deveria ser regulada por leis. <br>serve para tentar estabelecer uma certa ''igualdade'' e ''liberdade''. Porém, regulamentada por leis, e os três poderes. </mark></strong><strong><br><br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:34:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeos sobre Liberalismo</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:48:37 UTC</pubDate>
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         <title>Empirismo</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.google.com/amp/s/m.brasilescola.uol.com.br/amp/filosofia/empirismo.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:51:33 UTC</pubDate>
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         <title>Tocqueville</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Entre as correntes políticas e filosóficas mais importantes dos séculos XIX e XX está, sem sombra de dúvidas, o </mark></strong><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/liberalismo.htm"><strong><mark>liberalismo</mark></strong></a><strong><mark>.</mark></strong><strong> O segmento clássico dessa corrente remonta ao século XVIII e tem nas reflexões sobre a economia de mercado, desenvolvidas nas ilhas britânicas, sua expressão mais nítida. </strong><strong><mark>Há outros segmentos, que se espalharam pelo continente europeu a partir do início do século XIX e caracterizaram-se tanto pela ação política quanto pela reflexão teórico-conceitual. Esse é o caso do francês Alexis de Tocqueville.</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><strong><mark>Tocqueville (1805-1859), no terreno da política, ficou notório por ter sido deputado da França na época da onda revolucionária de 1848, que resultou na abdicação do rei Luís Felipe. </mark></strong><strong>Como liberal, Tocqueville prezava pela democracia institucional e opunha-se ferrenhamente aos levantes socialistas que inflamaram as ruas de Paris e de outras cidades naquele ano. As reflexões desse período da história europeia ficaram registradas em seu livro “Lembranças de 1848”.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:54:30 UTC</pubDate>
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         <title>Hegel</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1830) </strong><strong><mark>foi um filósofo alemão idealista que abriu novos campos de estudo na História, Direito, Arte, entre outros, através dos seus postulamentos e da lógica dialética.</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><strong>O pensamento de Hegel influenciou pensadores como Ludwig Feuerbach, Bruno Bauer, Friedrich Engels e Karl Marx.<br><br></strong><strong><mark>A FILOSOFIA DE HEGEL:</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark>A filosofia de Hegel pode ser compreendida através de sua obra principal “A Fenomenologia do Espírito”, escrita em 1807.<br><br>Trata-se de uma introdução ao sistema lógico criado por Hegel que compreende três partes: a Lógica, Filosofia da Natureza e a Filosofia do Espírito.</mark></strong><strong><br><br>Este livro pretende superar a dualidade entre o sujeito cognoscente e o sujeito cognitivo e assim aproximá-lo do Absoluto, da Ideia Absoluta, da Verdade.<br><br></strong><strong><mark>Para chegar ao Absoluto, o homem precisa questionar suas certezas e neste caminho de dúvidas, estará pronto para pensar filosoficamente e então, conhecer o Absoluto.</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>O Absoluto age através do homem e se manifesta no desejo que este tem de conhecer a verdade. Desta forma, quanto mais o sujeito se conhece, mais está perto do Absoluto.<br><br>Para Hegel tudo aquilo que pode ser pensado é real e tudo que é real pode ser pensado. Não existiria, a priori, limite para o conhecimento, na medida em que a racionalização pode ser realizada através do sistema dialético.<br><br>DIALÉTICA:<br>A dialética é um conceito filosófico que é utilizado por vários pensadores.</mark></strong><strong> A dialética de Platão, por exemplo, seria uma forma de diálogo onde era possível chegar a obter o conhecimento.<br><br></strong><strong><mark>Hegel aponta que toda ideia – tesis – pode ser contestada através de uma ideia contrária, a antítese</mark></strong><strong>.<br><br></strong><strong><mark>Essa disputa entre a tesis e antítese seriam a dialética</mark></strong><strong>. Assim, o processo é regido por uma lógica dialética. No entanto, longe de prejudicar a tesis, a discussão entre duas ideias opostas dariam origem a síntese que seria uma ideia aperfeiçoada.<br><br></strong><strong><mark>O método dialético proposto por Hegel inclui a noção de movimento, processo ou progresso para chegar ao resultado do conflito de opostos.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 18:58:57 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeos sobre Tocqueville</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499762314</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 19:00:32 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeos sobre Hegel entre outros</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499765663</link>
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         <pubDate>2021-05-06 19:01:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
         <link>https://padlet.com/lsgstvgmslvr/z6w9ogfhqxfsryr2/wish/1499766553</link>
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         <pubDate>2021-05-06 19:01:37 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito moderno de Estado - Do absolutismo ao liberalismo</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Produto da formação das monarquias nacionais, o Estado moderno era muito intervencionista. Interferia em diversos âmbitos da vida no território sob sua jurisdição. Procurava também justificar a amplitude do seu poder por meio de diversas teorias que sustentavam o direito divino e consequentemente absoluto do poder dos reis.</mark></strong><strong><br><br>O rei era considerado o representante de Deus na Terra, de onde decorre seu direito absoluto de mando. É o que defendem pensadores como o inglês Robert Filmer e o francês Jacques Benigne Bossuet, ambos cristãos fervorosos. </strong><strong><mark>Entretanto, estava-se numa época em que o humanismo se sobrepusera à hegemonia do pensamento religioso. Então, a legitimação do absolutismo tinha de ser buscada em critérios racionais, conforme propõe Thomas Hobbes. </mark></strong><strong>Sua visão de mundo é materialista e ele buscou justificar de modo natural o absolutismo.<br><br></strong><strong><mark>A principal preocupação da filosofia política, nos séculos 17 e 18, era estabelecer o fundamento racional do poder, para definir sua legitimidade. </mark></strong><strong>Por isso, não só Hobbes, mas filósofos de ideias tão diferentes quanto o inglês John Locke e o suíço Jean-Jacques Rousseau resolveram investigar a origem do Estado. Queriam descobrir aquilo a partir do que essa entidade se constituiu.<br><br></strong><strong><mark>Em geral, eles partiram da hipótese dos homens primitivos, em estado de natureza, antes da civilizaç</mark></strong><strong>ão. </strong><strong><mark>Esses homens seriam, então, donos exclusivos de si e dos seus poderes, mas optaram por abandonar o estado de natureza e constituir o Estado, mediante um pacto ou contrato social, em que a maioria delegou os poderes ao Estado para este lhe garantir a segurança e a paz.</mark></strong><strong><br><br>Hobbes considerava que "o homem é o lobo do homem", ou seja, o ser humano, em estado de natureza, é um predador que vive em guerra com seus semelhantes. Concluiu daí que a única maneira de garantir a paz necessária à sobrevivência consiste na delegação de um poder absoluto ao soberano.<br><br></strong><strong><mark>OS LIMITES DO PODER:</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark>Ao contrário, Locke critica o absolutismo, em prol do liberalismo. Para ele, devem existir limites ao poder do soberano. </mark></strong><strong>Os homens, embora aceitem o poder do Estado, não podem perder o direito à insurreição, caso haja necessidade de limitar aquele poder. Além disso, Locke concebe a necessidade de um Parlamento - um canal legítimo de representação da sociedade, com poder suficiente para controlar os excessos do Executivo.<br></strong><strong><mark><br>O liberalismo se baseia em uma concepção individualista da sociedade. </mark></strong><strong>Esta é compreendida como uma somatória dos indivíduos. O Estado tem por fim garantir que os interesses particulares de todos eles possam coexistir em harmonia.<br><br></strong><strong><mark>O conceito de liberalismo, enquanto teoria política e econômica, surge a partir do século XVII, e sua aplicação à prática política culmina com as revoluções burguesas:</mark></strong><strong><br><br>1)</strong><strong><mark> a Revolução Gloriosa</mark></strong><strong>, na Inglaterra, em 1688, que representou a transição da Monarquia absoluta para a Monarquia parlamentar, na qual o rei se submete às decisões do Parlamento. Chamou-se "Gloriosa" por ter ocorrido pacificamente, sem derramamento de sangue;<br>2) </strong><strong><mark>a Revolução Francesa</mark></strong><strong>, em 1789, que pôs fim à monarquia na França, substituindo-a por governos provisórios e, posteriormente, por uma República, que terminou com a ascensão de Napoleão ao poder, em 1799. Entre suas consequências, pode ser citado o fim dos governos absolutos em diversos países da Europa e do mundo.<br><br></strong><strong><mark>Pensadores liberais</mark></strong><strong><br>Não se pode falar no liberalismo como um sistema filosófico único. Na verdade, trata-se de um conceito que se origina das ideias de vários pensadores e que evoluiu com o desenrolar do tempo. As ideias liberais aplicam-se não só à política, mas também à economia. Os principais teóricos do liberalismo econômico são Adam Smith e David Ricardo. Como representantes do liberalismo político, podem-se apontar, entre outros: Locke, Montesquieu, Kant, Humboldt, Benjamin Constant, Tocqueville e Stuart Mill.<br><br><br></strong><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 20:59:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Link do video feito pelo grupo</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;https://youtu.be/6oqgxgvp-5g</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 15:46:02 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 3</title>
         <author>lsgstvgmslvr</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>COMPONENTES:<br>Anne Mikelly Coutinho Souza<br>Carlos Henrique Sampaio Portela<br>José Alan Lima Brito<br>Luís Gustavo Gomes de Oliveira<br>Maria Eduarda da Silva<br>Maria Isabela Silva de Souza<br><br>ATIVIDADE DESENVOLVIDA: Produção de vídeo explicando o conteúdo trabalhado em filosofia "Do Estado Moderno ao Liberalismo"<br></strong><br><br>&nbsp;&nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 15:57:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ficou legal, parabéns!</title>
         <author>elizayanes6</author>
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         <pubDate>2021-05-28 14:07:09 UTC</pubDate>
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