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      <title>Pedagogia - Educação e Tecnologias Contemporâneas by Bruna Maria de Andrade Mota de Barros</title>
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      <description>Criado com o objetivo de explorar e aprender mais sobre as tecnologias contemporâneas na área da educação. Vamos explorar juntos?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-10 19:04:48 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação:</title>
         <author>brunabarros78</author>
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         <description><![CDATA[<div>Me chamo Bruna sou casada e tenho dois filhos, sou pós-graduada em gestão de pessoas e atualmente sou aluna de pedagogia da UFBA.<br>Tenho como objetivo somar na educação brasileira auxiliando na formação e no desenvolvimento físico, intelectual e moral do ser humano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 20:23:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunabarros78</author>
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         <description><![CDATA[<div>A educação é uma estratégia extraordinária para sairmos da ignorância, que possamos investir mais nela a cada dia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:44:32 UTC</pubDate>
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         <title>O CONTEXTO PANDÊMICO E A EDUCAÇÃO</title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1682790267</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula de hoje (17/08/21) do componente Educação e Tecnologias Contemporâneas debatemos sobre o contexto pandêmico e a educação.<br>Com as seguintes indagações:<br>O que a pandemia evidenciou sobre a sociedade?<br>O que a pandemia evidenciou sobre a educação brasileira?<br>Como estamos enfrentando a pandemia? (em nível social e em nível escola)<br>Quais as consequências do ERE aos processos de aprendizagem do aluno?<br>É possível o retorno à escola/universidade hoje?<br>Como será a educação na pós pandemia?<br><br>Diante dessas indagações, no que diz respeito a evidência da pandemia sobre a sociedade, foram abordado temas como desigualdade social como sendo um resultado de um modelo econômico, político, social e filosófico defasado.<br>A violência foi evidenciada como sendo protagonista nas áreas físicas, moral e psicológicas trazendo prejuízos devastadores para a população.<br><br>Em relação aos reflexos da pandemia na educação, destaca-se a evidenciação da precariedade das estruturas nas escolas, podemos ver a falta de infraestrutura, principalmente relacionados a tecnologia. Tem lugares que a situação é tão precária que a educação não chega até essas pessoas, pois as mesmas não possuem acesso a tecnologia.<br>O professor está sendo muito atacado pela cobrança excessiva da sociedade e mesmo diante desse cenário, com deficiência de infraestrutura adequada para o trabalho, ele se vira para garantir uma qualidade de ensino adequada para seus alunos mesmo dentro desse cenário pandêmico.<br><br>A nível pessoal a pandemia refletiu nas questões psicológicas, pois o isolamento nos impede de conviver presencialmente com outras pessoas e isso gera danos. Muitas pessoas passaram e estão passando por quadros de ansiedade e as questões de saúde mental foram influenciadas.<br>A nível escolar, infelizmente perdemos as aulas presenciais, que de certa forma influencia na qualidade de ensino. Mas em compensação temos a oportunidade de fazer mais disciplinas por estarmos em casa otimizando nosso tempo.<br><br>Em relação ao retorno as aulas presenciais, a maioria opinou que não é o caso retornar, pois o cenário ainda se encontra instável e de risco.<br>Tenho um filho adolescente que retornou as aulas no sistema híbrido, e achei bom, pois assim ele tem acesso ao convívio social com os devidos cuidados. Fico tranquila, pois a infraestrutura da escola no qual ele estuda nos deixa seguros quanto aos cuidados preventivos que eles exercem em relação a pandemia, mas tenho consciência que infelizmente não é a realidade da maioria das escolas no nosso país.<br><br>Em relação a educação na pós-pandemia, acredito que será desafiadora, mas conseguiremos nos adaptar a uma nova realidade que nos será apresentada, pois segundo a Neuroplasticidade, também conhecida como plasticidade neuronal ou plasticidade cerebral, refere-se à capacidade do sistema nervoso de mudar, adaptar-se e moldar-se a nível estrutural e funcional ao longo do desenvolvimento neuronal e quando o sujeito é exposto a novas experiências.<br>Diante do exposto conseguiremos vencer essa fase!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 20:01:53 UTC</pubDate>
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         <title>ACESSO AS TECNOLOGIAS NO BRASIL</title>
         <author>brunabarros78</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hoje nossa aula (24/08/21) foi sobre o acesso as tecnologias no Brasil, as informações estatística sobre o consumo de internet e o acesso as tecnologias disponíveis para a população brasileira foram apresentadas e pude perceber que a nossa realidade tecnológica precisa de alguns ajustes.<br><br></div><div>Um dado interessante, é que o nosso país em relação aos outros países da América Latina possui maior conexão com a internet, pelo fato do Brasil ser o maior da América Latina e possuir um maior número de habitantes, o número de&nbsp; usuários de internet acaba sendo maior que os outros países, chegando a 160 milhões apenas em 2021.<br><br></div><div>Segundo dados de pesquisas demonstrados no site cetic.br em TIC domicílios, verificou-se que a smart tv é um dos dispositivos domésticos que mais são utilizados nos lares. Já em relação ao acesso ao computador e internet mais o advento do smart fone, o uso do computador acabou sendo reduzido, aumentando assim o uso dos smarts fones, onde os jovens entre 16 a 24 anos são os que estão mais conectados. Já os usuários que usam a internet por área, verificou-se que a área urbana é a que mais utiliza a internet. Em relação ao nível de escolaridade, o nível superior apresentou-se em destaque juntamente com a classe social A e B referente ao consumo.<br><br>Neste caso as classes menos favorecidas acabam sendo prejudicas devido grande a diferença de renda entre os domicílios que possuem conexão e aqueles sem acesso.<br><br></div><div>Outras informações também foram pesquisadas no cetic.br e apresentadas: Existem 24,2 milhões de domicílios apenas com internet; 1,4 milhões de domicílios apenas com computador; 26,5 milhões de domicílios com computador e internet; 18,9 milhões de domicílios sem computador e internet e 74% da população brasileira possui acesso a internet.<br><br></div><div>Notou-se que 58% dos usuários de internet só se conectam através do celular e o domínio do dispositivo móvel na sociedade brasileira está sendo o meio mais utilizado.<br><br></div><div>Verificou-se que 79% de usuários na área rural é o único dispositivo que a população do campo tem para acessar a internet. Aqui vamos perceber que esta disparidade é inversamente proporcional ao uso do celular, quanto mais pobre, mais usa o celular.<br><br></div><div>O número de mulheres que acessam a internet exclusivamente pelo celular é maior do que os homens, e outro grupo que também usa mais exclusivamente pelo celular são as crianças e os jovens.<br><br></div><div>Outro dado interessante sobre o uso da internet, é que, ao utilizar o Facebook e o WhatsApp, não significa que estará usando o pacote de internet, isso ocorre quando as operadoras de celular oferecem zero hating, ou seja, quando ao utilizar essas redes sociais não descontam os dados do pacote de internet.<br><br></div><div>A banda larga viabiliza um acesso mais rápido a internet, ela é caracterizada pela disponibilização de infraestrutura de telecomunicações que possibilite trafego de informações contínuo, ininterrupto, e com capacidade suficiente para as aplicações dos dados, vos e vídeo mais comuns ou socialmente relevantes (BRASIL, 2010, p.18) Programa Nacional de Banda Larga. Brasil conectado.&nbsp; Porém o acesso a banda larga é usufruído por poucos devido ao seu custo.<br><br>A problemática é que o acesso a tecnologia no nosso país ainda é desigual, poucos possuem acesso comparado ao número de pessoas que residem no Brasil, somando-se a disparidade de renda, existem locais que não possuem infraestrutura como eletricidade, por exemplo, que dirá internet.<br><br>As vezes a pessoa até possui o smart fone, mas não tem acesso a internet devido a localização onde mora.<br>Entendo que a tecnologia se complementa quando por exemplo, smart fone e internet podem funcionar juntos na prática.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 03:39:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>INCLUSÃO DIGITAL</title>
         <author>brunabarros78</author>
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         <description><![CDATA[<div>No atual momento histórico, as relações humanas estão aceleradas pela evolução das tecnologias de informação e de processamento de dados.<br>A imposição vertical das relações econômicas obrigam a todos a adquirirem as tecnologias e permanecerem conectados, sob pena de exclusão social. Paralelamente, muitas pessoas – já excluídas socialmente ou não – não têm acesso a essas tecnologias, ou as tem acesso de maneira precária, não funcional, ou sem o conhecimento adequado. Dessa maneira, tais pessoas têm agravada a sua situação social e econômica, porque estão excluídas do novo ambiente virtual por onde circula a economia e, cada vez mais, a participação democrática.&nbsp;<br>Durante esse processo, o incremento das novas tecnologias não espera a inclusão de toda a parcela da população. Os indivíduos que já possuem acesso à Internet, em vários níveis, aguardam o desafio de exercer a sua cidadania com liberdade e responsabilidade, em uma sociedade verticalizada na qual os poderes do mercado e da política podem aproveitar-se do potencial tecnológico para direcionar o futuro da democracia.<br>Em ambos os casos, a ausência de informação ou a sua manipulação são impeditivos ao exercício da cidadania.<br>&nbsp;as tecnologias tendem a agravar a situação social dos que estão excluídos dela, pois tendem a concentrar a participação social, econômica e, em alguns casos, política. Dessa maneira, são necessárias políticas urgentes de inclusão digital para promover o acesso de todos à tecnologia. Porém, esse acesso não pode significar a simples disponibilidade no maquinário para o indivíduo, e sim, um acesso funcional, ou seja, que proporcione a inserção do usuário no tecido social.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 21:55:33 UTC</pubDate>
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         <title>SOFTWARE LIVRE</title>
         <author>brunabarros78</author>
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         <description><![CDATA[<div>Software livre é o software que concede liberdade ao usuário para executar, acessar e modificar o código fonte, e redistribuir cópias com ou sem modificações. Sua definição é estabelecida pela Free Software Foundation em conjunto com o projeto GNU.&nbsp;<br>Envolve uma dimensão política, porque é uma opção política de um estado, de um país,&nbsp; ou de um governo adotar o software livre ou software proprietário, abrir o conhecimento tecnológico ou fechar o conhecimento tecnológico. Por isso decidir por um ou por outro é uma decisão política. Que toma a liberdade como principio fundamental e que tem como objetivo facilitar o acesso das pessoas ao conhecimento tecnológico.<br>As regras de acesso e gestão do software do conhecimento afetam e interessam a todo o coletivo, por isso é preciso estar disponível para todos, pois nós temos o direito ao conhecimento tecnológico.<br>A democratização do acesso a tecnologia tem que ser parte dos nossos direitos.<br>Precisamos dominar as tecnologias que utilizamos, porque isso significa deixar de ser mero consumidor.<br>O conhecimento que obtive em aula sobre a opção pelo software livre, significa adotarmos um modelo de produção e socialização do conhecimento, sendo que o modelo de produção do conhecimento livre desconfigura a ideia de um poder centralizador da informação e do conhecimento, potencializando e ampliando as redes sociais.<br>Outra&nbsp; informação&nbsp; que obtive sobre software livre é que, ele é muito mais seguro e potente, porque tem muitas pessoas aprimorando o software fazendo com que ele se torne cada vez mais seguro e fechando as brechas para ataques de vírus, invasão de todo o tipo, ou seja, todo software livre é mais estável, mais seguro e mais potente.<br>No entanto, entendo que o software proprietário tem suas vantagens também, não entendo que o uso de um software&nbsp; proprietário configure, necessariamente o uso de um poder centralizador.&nbsp; Entendo ser a possibilidade&nbsp; de utilizar uma ferramenta, na qual tenho mais afinidade e cujos recursos me parecem mais completos, como é o&nbsp; caso do uso do BR Office, que a meu ver, possui maiores limitações do que o Microsoft Office,&nbsp; por exemplo.<br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:26:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LICENCIAMENTO DE CONTEÚDO</title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1775684469</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o surgimento da cultura digital, o número de pessoas que passaram a criar obras intelectuais multiplicou-se enormemente e esses novos criadores na era digital, optam por modelos inovadores de gestão e exploração das suas obras.&nbsp;<br><br></div><div>O Creative Commons é um exemplo disso, pois trata-se de um projeto de licenciamento baseado inteiramente na legislação vigente sobre os direitos autorais, onde essas licenças permitem que criadores intelectuais possam gerenciar diretamente os seus direitos, autorizando à coletividade alguns usos sobre sua criação e vedando outros. Ele é um projeto voluntário: cabe a cada autor decidir por seu uso e qual licença adotar.<br><br></div><div>Quando um artista licencia sua obra através do Creative Commons, ele não abdica de maneira alguma dos direitos sobre ela. Ele permanece a todo momento como dono da totalidade dos direitos sobre a sua criação. Essa situação é diferente, por exemplo, do modelo em que criadores intelectuais transferem a totalidade dos seus direitos para um intermediário. Nessa situação, sim, o criador deixa de ser o dono de sua obra. A partir desse momento, nada mais pode fazer com ela. É inegável que autores e criadores têm o direito de optar sobre como explorar sua obra. Mas é claramente do seu interesse poder associar a manutenção dos seus direitos com a distribuição e exploração de suas obras.<br><br></div><div>A publicação de vídeos, imagens e outros materiais na internet é “livre” e nem sempre o autor ou detentor dos direitos autorais é aquele que disponibiliza o conteúdo com uma licença comum para que outros possam utilizá-lo. Portanto, é importante conhecer a fonte que disponibiliza o vídeo e sua política de direito autoral. No www.youtube.com, recomenda-se o uso exclusivo de vídeos licenciados com Creative Commons disponibilizados por usuários governamentais ou de instituições publicamente reconhecidas, tais como redes de TV, órgãos da União Federal, Estados, Distrito Federal ou Municípios. O uso de vídeos disponibilizados por usuários desconhecidos, mesmo que licenciados com Creative commons, não garante que este está livre para reprodução ou alteração, nem que ele foi produzido e licenciado por quem o disponibilizou, portanto, deve-se ter cuidado.<br><br></div><div>Ao realizar uma pesquisa no www.youtube.com, o usuário poderá selecionar nos filtros de pesquisa apenas vídeos com licença Creative Commons. Assim, a pesquisa será refinada para apontar somente vídeos com a licença. Para confirmar, no vídeo escolhido, ao clicar na barra mostrar mais, deverá ser exibida a informação “Licença de atribuição Creative Commons - reutilização permitida”. Além disso, deve ser observada a procedência ou tipo de usuário que disponibilizou o vídeo. Por fim, deve-se citar a fonte em que o vídeo está disponível (o site, por exemplo) e indicar seu autor, sendo necessária, ainda, a indicação do tipo de licença Creative Commons sob a qual foi disponibilizado.<br><br></div><div>O que eu gostaria de ressaltar é que, muitas vezes, buscando proteger os direitos que são tão costumeiramente devastados pelas práticas das licenças usadas hoje em dia pelas grandes corporações, as quais defendem, em última instância, o direito das corporações contra os autores, muitas vezes os autores optam por restringir ao máximo a licença como forma de proteção, mas acabam por causar situações que eles próprios não desejavam que acontecesse (como um tutorial sobre uso do moodle licenciado com restrição a obras derivadas e que, exatamente por esse motivo, não poderá ser adequado a diferentes situações de uso e, assim, cai em desuso).<br><br></div><div>Esse é apenas um dos caminhos que os criadores da nova geração estão interessados em trilhar. O desafio é inventar novos modelos, gerando formas de sustentabilidade econômica mais eficientes e democráticas para a criação intelectual, mais adequados à nova realidade digital. Trata-se de um desafio para toda a sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-28 18:54:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1775895868</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta página está licenciada sob uma Licença Creative Commons CC BY-NC 4.0.<br><br>Texto da Licença:<br>https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-28 20:32:58 UTC</pubDate>
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         <title>FELIZ DIA MUNDIAL DO PROFESSOR!</title>
         <author>brunabarros78</author>
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         <description><![CDATA[<div>Parabenizo todos os professores por esse dia tão especial, o dia internacional dos professores!<br>Pessoas guerreiras, formadores de opinião e que fazem a diferença na vida das pessoas.<br>Desejo força, persistência e muita sabedoria para lidar com os desafios que se apresentam.<br>FELIZ DIA INTERNACIONAL DOS PROFESSORES!!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-05 17:37:37 UTC</pubDate>
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         <title>ENSINO REMOTO/ENSINO HÍBRIDO E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - EAD.</title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1796378611</link>
         <description><![CDATA[<div>O contexto de pandemia pegou toda a comunidade escolar de surpresa e muitas instituições de ensino não possuíam estruturas para dar continuidade nas aulas.<br><br>
</div><div>Seja pela falta em termos de ferramentas tecnológicas ou também na formação dos professores para este novo desafio educacional. Logo, a implementação do ensino remoto e do ensino híbrido, ficou ainda mais difícil, com exceção da educação à distância, que é uma modalidade de ensino mais antiga e que já ocorria independente de pandemia.<br><br>Uma atividade ou aula remota pode ser considerada uma solução temporária para continuar as atividades pedagógicas e tem como principal ferramenta a internet, essas aulas surgiram com a finalidade de minimizar os impactos na aprendizagem dos estudantes advindos do sistema de ensino originalmente presencial, aplicadas neste momento de crise.<br><br>
</div><div>Pensando nisso, não podemos considerar as aulas remotas uma modalidade de ensino, mas uma solução rápida e acessível para muitas instituições. Em geral, é utilizada em um curto período de tempo, diferentemente do EAD, que tem sua estrutura e metodologia pensados para garantir o ensino e educação a distância.<br><br>
</div><div>Já o ensino híbrido é uma metodologia que combina a aprendizagem presencial e remota, permitindo que o aluno estude sozinho on-line ou em sala de aula interagindo com os colegas e com o professor.<strong><br></strong><br>
</div><div>O cenário que estamos enfrentando ainda é marcado pelas incertezas, mas percebemos essa comunidade se reinventar, desenvolvendo habilidades e dando espaço para novas ferramentas.<br><br>
</div><div>Portanto, os desafios dessa transformação digital na educação existem e são inúmeros, mas eles podem ser superados, principalmente por quem ainda deseja se manter relevante no mercado educacional, sejam pessoas ou instituições.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 13:05:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PODCAST: DESINFORMAÇÃO -  AMEAÇA AO DIREITO À COMUNICAÇÃO MUITO ALÉM DAS FAKE NEWS</title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1803535674</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 01:51:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD)</title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1859653403</link>
         <description><![CDATA[<div>Não é todo mundo que pode pagar por um curso muito caro. Pois, para estudar é preciso procurar um curso que irá agregar valor a sua vida profissional de alguma maneira. Os custos para que uma pessoa possa conseguir o seu diploma de graduação, por exemplo, são bem altos, uma vez que ela não terá gastos apenas com o curso em si, mas com cópias, livros, cadernos, transporte e alimentação. Com a modalidade a distância esses custos diminuem. Pois, normalmente, os cursos são um pouco mais baratos do que os cursos de ensino tradicional. Além disso, não haverá a preocupação com transporte e nem de alimentação fora de casa. Além disso, a possibilidade de poder estudar de onde estiver – apenas tendo uma boa conexão de internet – aumenta as suas chances de um bom cargo no mercado de trabalho. Até mesmo, pensando em uma promoção no emprego em que já está. O crescimento profissional e a possibilidade de um maior salário são os principais fatores para que as pessoas procurem com o ensino a distância. Isso não quer dizer que a dedicação será menor. Pelo contrário, deve-se ter muita disciplina para poder cumprir todo o calendário proposto, uma vez que é preciso participar de fóruns, debates, ler todos os textos, fazer as provas e saber utilizar o ambiente online de forma que permita que o aluno progrida no seu processo de aprendizagem. Portanto, a democratização da educação com EAD está acontecendo, possibilitando assim que pessoas de todas as regiões tenham acesso a cursos de qualidade, ampliando, dessa forma, o seu conhecimento e podendo se especializar na área que desejam. Por isso, procurar um curso a distância é a melhor forma de conseguir uma vaga no mercado de trabalha que tanto deseja, trabalhando com o que gosta e sem sair do seu orçamento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-01 19:07:20 UTC</pubDate>
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         <title>PLATAFORMIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO</title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1859730538</link>
         <description><![CDATA[<div>A qualidade da educação passa pela valorização de seus profissionais. Contratação por concurso público, contratação digna para professores temporários, planos de carreira que valorizem os professores desde o ingresso até a aposentadoria, são medidas fundamentais que não combinam com a onda de retrocessos que estamos vivendo no nosso país. A “uberização” é realmente a gota d´água. É preciso a mais ampla união de todos os professores e o apoio da sociedade para impedi-la.<br><br>A "uberização" do trabalho docente mostra-se como um futuro possível para as redes públicas em geral, utilizando-se do trabalho intermitente de seus professores de acordo com sua necessidade. Políticas educacionais que vem sendo implementadas como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Reforma do Ensino Médio com seus itinerários formativos e o incentivo à educação à distância tentem a agravar a "uberização" e, consequentemente, a precarização do trabalho docente.&nbsp;<br><br>A “uberização” se apresenta como um caminho aparentemente rápido e fácil para conseguir algum tipo de remuneração, dizendo que há lugar para todos e que o&nbsp;</div><div>trabalhador é gerenciador de si próprio (ele trabalha quando quer e da forma que ele quiser). No entanto, o fato de existir uma empresa que se coloca como mediadora do encontro entre aqueles que fornecem o serviço e aqueles que querem comprar, não muda as relações&nbsp; de&nbsp; trabalho. O&nbsp; Gerenciamento permanece nas mãos&nbsp; da classe dominante e a subordinação continua cabendo aos trabalhadores, que neste caso se inserem em jornadas extenuantes para terem algum rendimento, arcam com todos os&nbsp; custos advindos do próprio trabalho e no final do mês muitas vezes acabam ganhando menos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-01 19:46:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS</title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1879360734</link>
         <description><![CDATA[<div>As políticas de educação apresentam-se como centralizadoras e sua lógica tecnocrática tem influenciado e determinado o ritmo, dentro das escolas, em relação às maneiras de fazer educação e de estabelecer prioridades quando se trata de sua gestão administrativa, financeira e principalmente pedagógica. Podemos perceber que não há uma lógica coerente entre essas políticas que adentram às escolas públicas, pois as dinâmicas que as fomentam tendem à formação de consumidores de informação, de tecnologias, de artefatos, de metodologias e não de cidadãos plenos, aqueles que têm autonomia política, crítica e técnica.<br><br></div><div>As políticas públicas de educação e tecnologias são temas que sugerem várias nuanças, ensejam contextos diferenciados e possibilidades múltiplas, especialmente numa sociedade cada vez mais multi e plural, marcada pela cultura do digital. Os discursos de inclusão foram incorporados às políticas públicas de educação a partir da década de 1980, época em que também ocorre a inserção das tecnologias da informação e comunicação no contexto escolar, mas mais efetivamente a partir de 1990, com a criação do Proinfo, propondo a inserção dos “novos” recursos tecnológicos às práticas pedagógicas, com o objetivo de melhorar a situação da educação no Brasil. No entanto, o discurso da inclusão digital só é incorporado à educação no final da primeira década deste século, mais precisamente em 2007, com a reformulação do Proinfo e a proposição do Projeto Um Computador por Aluno.&nbsp;<br><br></div><div>As políticas se preocuparam em fornecer laboratórios de informática e laptops às escolas públicas que, em sua maioria, receberam e têm recebido equipamentos e recursos materiais; cumprindo em parte com o que é proposto dentro dessa concepção de inclusão digital. Entretanto, apesar de haver, de certa forma, garantido o acesso, outras condições necessárias tornaram-se absolutamente incipientes, a exemplo da conexão de banda larga para acesso à internet de qualidade, manutenção das máquinas e uma formação em serviço que possibilitasse aos sujeitos fazer uso dessas tecnologias que chegaram às escolas, em benefício das próprias escolas.<br><br></div><div>As políticas públicas de inclusão digital na educação precisam estar articuladas, inclusive entre si, desde a sua concepção (contextos de influência e de produção de texto), mas especialmente na implementação (contexto da prática), considerando todo um processo que propicie formação da cultura digital nas escolas públicas, envolvendo toda a comunidade e dando condições, desde a conexão à internet (banda larga e de qualidade), passando pelas demais questões de infraestrutura, da disponibilização e manutenção dos equipamentos, da gestão desses equipamentos nas escolas, das ações de formação dos professores, até a reestruturação e redefinição dos espaços-tempos escolares. É necessário uma mudança de concepção e um alinhamento entre aquilo que foi pensado (discurso) e o que foi dado como condições para a implementação (prática).<br><br></div><div>As políticas públicas pouco estruturadas que envolvem inserção das tecnologias na educação, baseadas em programas, projetos e ações completamente desarticulados e que sofrem de uma fragilidade incomensurável, de continuidade e de expansão, percebida a cada mudança de governo. Para estar em consonância com as políticas internacionais, o governo lança estratégias tentando universalizar o acesso às TIC, e respalda-se, através de números, ou seja, justifica as ações através da socialização da quantidade de computadores, laptops, netbooks, lousas digitais, laboratórios de informática, etc, distribuídos no território nacional. Entende-se que apenas distribuir computadores e artefatos tecnológicos não garante o desenvolvimento de processos de inserção da população nas dinâmicas das práticas e da cultura digital. As estratégias estão dadas: as políticas públicas são centralizadoras e tentam implantar um modelo de educação igual para todo o território nacional, seja ele de formação, de avaliação ou de inserção das tecnologias digitais, tendo as empresas de telecom como principais parceiras, empresas que não cumprem integralmente com a função estabelecida nos acordos com o governo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-09 19:57:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A BNCC E AS TECNOLOGIAS</title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1879446533</link>
         <description><![CDATA[<div>A orientação político-pedagógica que aparece na BNCC a respeito das tecnologias é ora instrumental, ora determinista-tecnológica, ou seja, voltada para conhecimentos operacionais. Trata-se de favorecer uma rasa apropriação da tecnologia, o que também favorece a manutenção da sociedade como está. Apesar disso, é preciso aproveitar o Documento para buscar investimentos em formação e melhoria tecnológica das escolas, ao mesmo tempo em que se deve lutar para ampliar os conhecimentos digitais.<br><br></div><div>Para além dos ambientes escolares, o governo precisa garantir acesso e posse desses equipamentos, pois a vida escolar continua em casa com tarefas e projetos que demandam, frequentemente, pesquisas na Internet e trabalho colaborativo online, se realmente se deseja explorar a tecnologia para uma ampla formação do educando<br><br></div><div>Por fim, ressaltamos que, embora a orientação da BNCC a respeito das tecnologias não seja de ordem crítica e emancipadora, entende-se que sua negação na escola é negar a sua materialidade na sociedade concreta atual, o que também alimenta a permanência de classes dominantes onde já estão. A verdade é que se há, aproximadamente, 52% de domicílios de classe baixa sem acesso à internet, há outros 48% que têm, ou seja, ao negar a integração das tecnologias nos processos escolares, sob o discurso de que não são todos que têm condições de acesso, não estamos só protegendo um grupo, estamos excluindo outro que quer e já pode participar<br><br></div><div>A BNCC, por um lado, trata do uso das tecnologias de maneira fora da realidade escolar brasileira, por outro, institucionaliza seu interesse nisso e cria mecanismo legal que pode desencadear investimentos e outras alterações correspondentes para que, ao longo da história, sejam alcançados os objetivos estabelecidos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-09 20:41:27 UTC</pubDate>
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         <title>FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA O USO DAS TECNOLOGIAS</title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1895996910</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;As mudanças decorrentes da utilização das tecnologias digitais nas atividades humanas incidem no contexto social e cultural das pessoas e consequentemente no ambiente escolar. Deste modo, os profissionais da educação precisam aprender a utilizar os recursos tecnológicos em todo o seu potencial de flexibilidade, colaboração, apropriação e produção de conhecimento. Uma vez que, as tecnologias digitais têm permitido novas e rápidas possibilidades de acesso ao conhecimento, abrindo possibilidades de relações interativas e comunicativas, estreitando o contato entre as pessoas independente do local que estejam.&nbsp;<br><br>Não há mais como evitar as transformações que vem ocorrendo por meio das tecnologias e as necessidades desencadeadas por essas transformações, não cabe mais a resistência, o receio do novo e o medo de ousar, que se apresentam como impedimento a primeira vista, a hora é de inovar, de buscar novas alternativas, de aprimorar, de conhecer e fazer uso a nosso favor de tudo o que as tecnologias digitais têm a nos oferecer.&nbsp;<br><br>A criatividade é algo inerente ao ser humano, precisamos recorrer a mesma para que possamos inovar diante do nos é apresentado, os desafios são impostos, depende de nós professores a forma como iremos encarar essa realidade.<br><br>Sejamos corajosos, ousados e perseverantes, assim obteremos grandes resultados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 04:43:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COM TECNOLOGIAS</title>
         <author>brunabarros78</author>
         <link>https://padlet.com/brunabarros78/Bookmarks/wish/1921097076</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;As tecnologias têm se tornado cada vez mais essencial na execução das atividades pedagógicas dos docentes, as possibilidades de recursos disponíveis para o professor se tornam mais evidentes e concretas quando o mesmo busca utilizar os recursos digitais como ferramenta inovadora e capaz de ressignificar suas próprias práticas pedagógicas.<br><br>As tecnologias digitais têm sido fundamentais para o crescimento da EAD, graças as novas tecnologias esse processo de ensino a distância tem alcançado importantes resultados principalmente em momentos de extrema necessidade de isolamento social como nos dias atuais por conta da covid – 19, desta forma a modalidade de ensino a distância tem sido uma importante alternativa para continuidade das aula em escolas e universidades o que mostra a importância das tecnologias digitais na educação.&nbsp;<br><br>As tecnologias nas práticas pedagógicas nos levam a inovar cada vez mais e como elas são importantes para a vida profissional e acadêmica de docentes e discentes, isso torna ainda mais urgente uma reflexão sobre as práticas pedagógicas e a inclusão digital no processo de ensino-aprendizagem. Trás um dinamismo para as aulas e praticidade de um modo geral para o trabalho do professor e do aluno.<br><br>Romper paradigmas exige esforço, precisamos nos adaptar&nbsp; as novas realidades e nos esforçar para alcançarmos melhorias nas práticas pedagógicas, e isso exige abraçar as tecnologias, ou seja, as ferramentas tecnológicas que estão disponíveis para nós.<br><br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 18:14:55 UTC</pubDate>
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