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      <title>O meu diário de aprendisagem by leonardo silva</title>
      <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz</link>
      <description>Aqui vou apresentar o que aprendo nas aulas de Biologia e algumas pesquisas </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-29 19:00:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-18 13:59:06 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346681298</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 8 março foi realizada uma visita de estudo por 6 locais de interesse geológico na pequena e  península de Peniche. Os 6 locais visitado foram:</div><ol><li>Praia da consolação </li><li>Cabo Carvoeiro</li><li>Remédios</li><li>Ponta do trovão e Praia do Abalo</li><li>Papôa</li><li>Baleal</li></ol><div>Nestes locais ficamos a saber mais sobre a geologia de Peniche e os segredos geológicos que esta esconde em si.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:05:30 UTC</pubDate>
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         <title>Baleal</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346681967</link>
         <description><![CDATA[<div>Irei aqui falar um pouco de um dos 6 locais visitados  o Baleal.<br>A península do Baleal possuí1,8 quilómetros de compriment o e 0,8  quilómetros de largura máxima, formada pela ilha do<br>Baleal e pelos ilhéus das Pombas e de Fora. <br>As condições ambientais do local foram muito bons para a realização da visita sendo que não houve pluviosidade, a nebulosidade era muito pouca quase enexistente, o vento batia com uma intensidade  moderada e a maré encontrava-se a subir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:08:13 UTC</pubDate>
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         <title>Baleal: Geologia</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346683661</link>
         <description><![CDATA[<div>Para começar a Ilha do Baleal foi formada a partir de estratos de granito e de margas fortemente inclinados entre 35º a 55º. Esta ilha encontra-se ligada por uma ilha unida ao continente por uma estreita trilha de terra resultantedo acúmulo de sedimentos que se chama de tômbulo. Podemos ainda observar em estratos carbonatados fósseis, por exemplo, de amonite o que evidência que esta região já se encontrou submersa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:14:25 UTC</pubDate>
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         <title>Baleal: Arribas</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346685493</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste local também podemos observar a existência de arribas constituídas por argilitos e arenitos de uma cor rosada o que lhes confere uma rara beleza. Pela ação de uma falha normal, esta parte da península (oriental), desceu em relação há outra parte (ocidental), que subiu, pelo que as arribas que nela se encontravam já foram erodidas desaparecendo por completo.  Podemos ver um exemplo dessas arribas na imagem a seguir</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:21:37 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação Pessoal</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346686272</link>
         <description><![CDATA[<div>Pessoalmente gostei muito desta visita de estudo, pois primeiramente pode conhecer uma zona do nosso pais que nunca tinha conhecido. Possibilitou-me  também  observar ao vivo fosseis de seres vivo do passado e claro com esta visita de estudo pode por em pratica e desenvolver os meus conhecimentos de geologia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:24:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346686896</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta experiência realizada na aula laboratorial, pretendíamos conhecer melhor os dois tipos de células eucarióticas (célula eucariótica vegetal e célula eucariótica animal) e pretendíamos conhecer e relembrar como utilizar um microscópio óptico. Nesta utilizamos inicialmente um pedaço de papel com a letra F recortada de um jornal e mais tarde utilizamos um pequeno e finíssimo pedaço de uma cebola e com um palito, retirámos saliva da nossa boca e observamos.<br>Imagens da letra F, imagens da experiência do pedaço da cebola e o epitélio bocal respetivamente</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:27:12 UTC</pubDate>
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         <title>Célula </title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346686942</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Célula -</strong> A célula é a unidade básica e fundamental da vida. As células podem surgir na Natureza de forma isolada (seres unicelulares ou pluricelulares). <br>Em Biologia estudámos 2 tipos de células, as células procarióticas e as células eucarióticas (que se dividem em eucarióticas vegetais e animais). Pensa-se que as primeiras sejam parecidas com as primeiras células primitivas e que com a sua evolução tenham dado origem as células eucarióticas.<br><br>Em baixo estão os constituintes que podem ser encontrados nas células e as suas respetivas funções:<br><br><strong>- Membrana Celular/Plasmática: </strong>Delimita a célula e regula as trocas entre os meios intracelular e extracelular;<br><br><strong>- Parede Celular: </strong>Confere rigidez, suporte e proteção à célula vegetal;<br><br><strong>- Núcleo: </strong>Coordena a atividade e armazena informação genética;<br><br><strong>- Retículo Endoplasmático: </strong>Síntese e transporte de proteínas (RER), síntese de lípidos e hormonas (REL);<br><br><strong>- Ribossoma:</strong> Participam no processo de síntese de proteínas;<br><br><strong>- Complexo de Golgi: </strong>Intervém na secreção de substâncias: forma lisossomas;<br><br><strong>- Lisossomas: </strong>Contêm enzimas digestivas: intervêm na digestão intracelular;<br><br><strong>- Mitocôndria:</strong> Acolhe a maior parte do processo de respiração celular aeróbica: produção de ATP; <br><br><strong>- Centríolos:</strong> Intervêm na divisão celular;<br><br><strong>- Vacúolo:</strong> Armazenamento de água e outras substâncias, Intervêm na regulação do fluxo de água e iões entre o meio interior e o exterior da célula;<br><br><strong>- Citoesqueleto:</strong> Manutenção da forma da célula à custa de uma rede de fibras intercruzadas.<strong><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>Célula Procariótica</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346687006</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamam-se células procarióticas, as células que tenham estas características:<br>-Sejam células muito simples e de dimensões reduzidas<br>-Não possuem um núcleo organizado (por falta de invólucro nuclear)<br>-Possui um número reduzido de organelos, sendo o citoplasma totalmente desprovido de oranelos membranares (sistema endomembranar);<br>Possui- um citoplasma rico em ribossomas;<br>-Exteriormente à membrana plasmática a maioria das células procarióticas tem uma compexa parede celular que protege a célula e a ajuda a manter a sua forma;<br>-Todos os organismos constituídos por células procarióticas são unicelulares e desigam-se por seres procariontes;<br>-Alguns procariontes apresentam uma cápsula a rodear a parede celular, que també tem uma função protetora;<br>-Alguns procariontes apresentam na superfície prolongamentos chamados <em>pili </em>e flageo;<br>-Os exemplos mais comuns deste tipo de organismos são as bactérias (e as cianobactérias).</div><div><br>(Imagem:<a href="https://adrijessy.wordpress.com">https://adrijessy.wordpress.com</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:27:47 UTC</pubDate>
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         <title>Célula Eucariótica</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346687067</link>
         <description><![CDATA[<div>Para serem consideradas células eucarióticas, é necessário que a célula tenha estas características:</div><ul><li>Sejam células complexas;</li><li>Possuem um núcleo individualizado por um invólucro nuclear, no interior do qual se</li><li>encontra o material genético (várias moléculas de DNA associadas a proteínas);</li><li>Possuem um elevado número de organelos membranares (delimitados por</li><li>membranas), ou seja, possuem um sistema endomembranar;</li><li>Os organismos que são constituídos por células eucarióticas dizem-se seres</li><li>eucariontes;</li><li>Os seres eucariontes podem ser unicelulares ou multicelulares (ou pluricelulares);</li><li>As células eucarióticas podem ser células animais ou células vegetais.</li><li>As células animais e vegetais apresentam algumas diferenças a nível estrutural. Contudo, em ambos os tipos se observam três constituintes fundamentais: membrana celular ou membrana citoplasmática ou membrana plasmática, citoplasma e núcleo.</li></ul><div><br><br></div><div>(Imagem:<a href="https://www.todamateria.com.br/celula/">https://www.todamateria.com.br/celula/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:28:03 UTC</pubDate>
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         <title>Célula Eucariótica Vegetal</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346687109</link>
         <description><![CDATA[<div>Se quisermos aprofundar mais no estudo das Células Eucarióticas Vegetais, temos de estudar a sua estrutura. As células vegetais contêm: <strong>Parede Celular</strong>, <strong>Cloroplastos</strong>, <strong>Membrana</strong>, <strong>Citoplasma</strong>, <strong>Núcleo</strong>, <strong>Centríolos</strong>.<br><br>(Imagem:<a href="https://www.infoescola.com/citologia/celula-vegetal/">https://www.infoescola.com/citologia/celula-vegetal/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:28:19 UTC</pubDate>
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         <title>Célula Eucariótica Animal</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346687173</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como nas células eucarióticas vegetais, nas animais também temos de aprofundar o seu estudo se as quisermos compreender. Isto passa por sabermos com o é que elas são constituídas principalemente: <strong>Membrana</strong>, <strong>Citoplasma</strong>, <strong>Núcleo</strong>, <strong>Centríolos</strong>.<br><br>(Imagem:<a href="https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/Celula.php">https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/Celula.php</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:28:35 UTC</pubDate>
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         <title>Microscópio Ótico</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346687236</link>
         <description><![CDATA[<div> Antes de passarmos para a experiência e obtenção de resultados, temos de numa primeira fase, conhecer o microscópio ótico que será o material primordial nesta atividade. <br><br><strong>- Microscópio Ótico:</strong> O microscópio é um instrumento utilizado para am- pliar e observar estruturas pequenas dificilmente visíveis ou invisíveis a olho nú. O microscópio ótico utiliza luz visível e um sistema de lentes de vidro que ampliam a imagem das amostras.</div><div>Os primeiros microscópios óticos datam de 1600, mas é incerto quem terá sido o autor do primeiro. A sua criação é atribuída a vários inventores: Zacharias Janssen, Galileo Galilei, entre outros. A popularização deste instrumento, no entanto, é atribuída a Anton van Leeuwenhoek.</div><div>Os microscópios óticos são constituídos por uma componente mecânica de suporte e de controlo da componente ótica que amplia as imagens. Os mi- croscópios atuais que usam luz transmitida partilham os mesmo componentes básicos.<br><br></div><div><strong>- Componentes mecânicos:<br></strong><br></div><ul><li><strong>Pé ou Base – </strong>apoio a todos os componentes do microscópio;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Braço – </strong>fixo à base, serve de suporte às lentes e à platina;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Platina –</strong> base de suporte e fixação da preparação,tem uma abertura central (sobre a qual é coloca- da a preparação) que deixa passar a luz. As pinças ajudam à fixação da preparação. A platina pode ser deslocada nos microscópios mais modernos, nos antigos tinha que se mover a própria amostra, se- gura pelas pinças;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Revólver –</strong> suporte das lentes objetivas, permite trocar a lente objetiva rodando sobre um eixo;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Tubo ou Canhão – </strong>suporta a ocular na extremidade superior;</li><li><strong>Parafuso Macrométrico – </strong>permite movimentos verticais da grande amplitude da platina;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Parafuso Micrométrico – </strong>permite movimentos verticais lentos de pequena amplitude da platina para focagem precisa da imagem.</li></ul><div>(Imagem:<a href="http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/22844/2/ulfpie047596_tm_anexos.pdf">http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/22844/2/ulfpie047596_tm_anexos.pdf</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:28:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Atividade Laboratorial</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346687309</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade laboratorial, começámos por reaprender a utilizar um microscópio ótico composto (MOC), observando inicialmente uma letra "F" recortada de um pedaço de jornal. Nesta atividade utilizamos 3 tipos de corante: água iodara, para de visualizar melhor a parede celular e o núcleo; azul mentileno para dar destaque ao núcleo; vermelho-neutro para dar destaque aos vacúolos. Além disso fizemos observações com aplicações de 40x (ocular-10x e objetiva-4x), 100x (ocular-10x e objetiva- 100x), 400x (ocular-10x e objetiva-40x). Com o aumento da ampliação, o campo de visão diminuiu mas aumentou o detalhe. <br><br><strong>- Material: </strong></div><ul><li>Microscópio Ótico Composto;</li><li>Lâminas e Lamelas;</li><li>Pinça;</li><li>Bisturi;</li><li>Palito;</li><li>Corante vermelho-neutro;</li><li>Corante azul de metileno;</li><li>Corante água iodada;</li><li>Material Genético;</li><li>Agulha.</li></ul><div><br></div><div><strong>- Procedimento:</strong></div><ol><li><strong> passo: </strong>Depois de termos a nossa bancada pronta e o nosso material pronto, fomos em busca da letra "F" numa fila de jornal e recortá-lo; </li><li><strong>passo: </strong>Colocamos uma gota de água na lamina antes de colocar a nossa letra, depois temos de colocar a lamela a 45º e com o auxilio de uma agulha (ou da pinça) deixamos a cair sobre o preparado.</li><li><strong>passo: </strong>Colocamos o  nosso preparado sobre a platina do microscópio ótico e começamos e fizemos a observação da mesma.</li></ol><div><br>Depois de realizada esta atividade,  repetimos o procedimento mas, desta vez, com dois cabelos, um cabelo louro e um castanho de dois membros distintos do nosso grupo.<br><br>(Ampliação: 100x (objetiva-10x x ocular-10x— com o aumento da ampliação do MOC, diminui o campo de visão, no entanto aumenta o detalhe. Por essa razão a letra “F” não é observável na totalidade quando se utiliza uma ampliação total do MOÇO de 100x) na da letra "F" em água<br><br>(Fonte: Manual Biologia 10/ Osório Matias/Pedro Martins/ Revisão Científica: Maria da Natividade Vieira/ISBN: 978-972-627-947-1/ Areal Editores)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:29:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2ª parte da Atividade Laboratorial</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346687394</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta 2ª parte, nós realizamos um procedimento muito parecido com o anterior, mas com o mesmo material. Nesta observámos um pedaço de epiderme da face côncava de uma túnica de cebola e saliva.<br><br><strong>- I - Células de epiderme interior das túnicas de cebola (células eucarióticas vegetais):</strong><br><br></div><ul><li><strong>Procedimento:</strong></li></ul><ol><li>Colocamos sobre 3 lâminas distintas, respetivamente, uma gota de vermelho-neutro, uma gota de azul metileno e uma gota de água iodada;</li><li>Com o auxílio da pinça, destacámos um fragmento to de epiderme da face côncava de uma túnica de cebola;</li><li>Com o bisturi, dividimos o fragmento  em pequenas porções (cerca de 5  mm), colocando cada uma delas distendidas sobre o corante, que se encontra em cada uma das lâminas;</li><li>Colocámos sobre as 3 preparações as lamelas e observámos ao microscópio e fotografámos;</li><li>Depois comparámos as 3 fotografias.</li></ol><div><br><strong>- II - Células do epitélio lingual (células animais):</strong><br><br></div><ul><li>Procedimento:</li></ul><ol><li>Colocámos uma gota de azul de metileno numa lâmina;</li><li>Com um palito, raspámos levemente a superfície dorsal da língua, colocando o produto obtido sobre a gota de corante;</li><li>Cubrímos com a lamela e observámos ao microscópio, fotografando depois, os resultados;</li><li>Por fim comparámos as fotografias.</li></ol><div><br>(Ampliação: 40x de uma célula eucariótica vegetal corada com água iodada)<br><br>(Fonte: Manual Biologia 10/ Osório Matias/Pedro Martins/ Revisão Científica: Maria da Natividade Vieira/ISBN: 978-972-627-947-1/ Areal Editores</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:29:32 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a Osmose?</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346792073</link>
         <description><![CDATA[<div>A osmose é o movimento da água pela membrana celular.<br><br>Solução Hipertónica<br>Quando colocamos uma célula num meio concentrado em cloreto de sódio a água irá sair da célula para o meio(pois a água desloca-se do meio com menor concentração de soluto para o meio com maior concentração de soluto) levando a célula a um estado de plasmólise onde o citoplama começa a desprender-se da membrana.<br><br>Solução Isotónica<br>O fluxo de água é igual dos dois sentidos pois a concentração de soluto do meio externo é igual à concentração de soluto do meio interno.<br><br>Solução Hipotónica<br>Ao colocar uma célula num meio de água destilada (água que não contêm nenhum sal) a água vai começar a entrar na célula, levando esta a um estado de turgescência (onde o núcleo é empurrado para a periferia devido ao enorme volume vacular, nocaso das células vegetais, e nas células animais se for um meio muito hipotônico pode levar à lise celular).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 16:14:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346792073</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade Prática</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346792556</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material:</strong><br>Para a realização desta atividade prática foi necessário o seguinte material de laboratório:<br><br></div><ul><li>Microscópio Ótico;</li><li>Lâminas e lamelas;</li><li>Pinça;</li><li>Agulha de dissecação;</li><li>Conta-gotas</li><li>Papel de filtro;</li><li>Água destilada;</li><li>Solução de cloreto de sódio a 12%;</li><li>Pétalas de camélias.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 16:20:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346792556</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Procedimento </title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346793017</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Com a ajuda de uma pinça, destacamos dois fragmentos de epiderme superior das pétalas de camélia.</li><li>Numa lâmina colocamos um dos fragmentos sobre duas a três gotas de água destilada. Cobrimos a solução com uma lamela. A esta preparação irei dar o nome de preparação A.</li><li> Numa outra lâmina colocamos o segundo fragmento da epiderme sobre duas a três gotas de solução aquosa de cloreto de sódio a 12%. Cobrimos a solução com uma lamela.A esta preparação irei dar o nome de preparação B.</li><li>Para concluir colocamos cada uma das preparações A e B num microscópio e realizamos uma focagem. (ampliação inicial de 40x)</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:24:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346793017</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Observções</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346793113</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Preparação A:</strong><br>Com uma ampliação inicial de 40x e após a focagem da preparação A podemos observar que as células constituintes do fragmento de pétala de camélia apresentavam um estado de turgescência ou seja o volume vacular das células tinha aumentado, sendo só praticamente visível o vacúlos de grandes dimensões. Este facto explica-se pelas diferentes concentrações de solutos entre as células constituintes do fragmento e o meio em que se encontram, pois como estas células estão num meio hipotónico (água destilada), a água entrou para dentro das células em que a concentração de solutos é maior do que no meio em que estas se encontram. Imagens no final.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 16:25:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observações</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346793337</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Preparação B:<br></strong>Com uma ampliação inicial de 40x e após a focagem da preparação A podemos observar que as células constituintes do fragmento de pétala de camélia apresentavam um estado de plasmólise ou seja o volume vacular das células tinha diminuído, sendo visível o vacúlos de pequenas dimensões. Este facto explica-se pelas diferentes concentrações de solutos entre as células constituintes do fragmento e o meio em que se encontram, pois como estas células estão num meio hipertónico (solução de cloreto de sódio a 12%), a água saiu par fora das células em que a concentração de solutos é maior do que no meio em que estas se encontram. Imagens no final.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 16:27:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Preparação A primeira imagem</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346798612</link>
         <description><![CDATA[<div> Desenho a representar a seguinte imagem</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 17:14:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346798681</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/369582255/1f974433ed0362795acc329d343dadc1/received_824670524576252.jpeg" />
         <pubDate>2019-03-30 17:15:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Preparação B desenho a representar a imagem do microscópio</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346798799</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 17:16:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Preparação B imagem no microscópio</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346798882</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/369582255/fb38564a6e7bc41ae7c70215cddf7868/received_581822798999012.jpeg" />
         <pubDate>2019-03-30 17:17:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803329</link>
         <description><![CDATA[<div>No 2º Período iniciamos o estudo da biologia, e para iniciarmos este novo grande capíyilo, o professor propôs-nos um trabalho sobre um felno muito especial, visto que só existe na península ibérica que esteve muito perto da sua extinção. Este trabalho, não só nos ajudaou a compreender melhor este felino, bem como os seus hábitos, a sua alimentação, as suas tão específicas características e a sua distribuição atual e no passado.  Este trabalho ajudou também a perceber quais foram as principais causas da quase extinção deste felino. Haviam 3 temas diferenciados e foram atribuídos por sorteio a cada um dos grupos de cada turno. Os temas propostos eram os seguintes:</div><div><br></div><ul><li>Tema 1 – Caracterização do lince-ibérico e seu posicionamento na hierarquia biológica e na estrutura do ecossistema.</li><li>Tema 2 – Análise e interpretação dos fatores que conduziram o lince-ibérico à beira da extinção.</li><li>Tema 3 – Esforços de conservação em curso, com identificação de locais, projetos, práticas e resultados obtidos bem como limitações e ameaças ao futuro da espécie.</li></ul><div><br>O tema que nos foi sorteado foi o tema 1.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 17:57:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803329</guid>
      </item>
      <item>
         <title>1. Taxonomia e Origem</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803731</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Taxonomia:<br></strong><br>Reino: Animalia<br>Filo: Chordata<br>Classe: Mammalia<br>Ordem: Carnívora<br>Família: Felidae<br>Género: Lynx<br>Nome científico : Lynx pardinus<br><br><strong>- Origem:<br><br></strong>O Lince Ibérico habita o nosso planeta há mais de 1 milhão de anos (entre 1,6 - 1,7 milhões de anos). Os primeiros restos fósseis desta espécie foram descobertos na Cova Avenc Marcel (Villirana, Barcelona), mas os<br>paleontólogos também encontraran no Norte de Italia e Sul da França embora há quem defenda que se tratam de restos<br>do Lynx spelaea (lince das cavernas). Atualmente, no mundo, existem quatro espécies de linces:<br><br>- lince canadiense (Lynx Canadensis);<br>- lince vermelho (Lynx Rufus);<br>- lince do norte (Lynx Lynx);<br>- lince ibérico (Lynx Pardinus).<br><br>(Imagem<a href="https://i1.wp.com/www.ellinceiberico.com/wp-content/uploads/2015/10/Fosiles_linces_lynx.jpg?w=942&amp;ssl=1">)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:01:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2. Caracterização do Lince</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803765</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Morfologia:</strong><br><br>O Lince Ibérico tem entre 80-110 cm de comprimento, uma altura entre 50-70 cm. Um macho pode pesar entre<br>12–16 kg e a fêmea pode pesar 9-11 kg.<br>O Lince Ibérico apresenta:<br>· Uma cabeça relativamente pequena;<br>· Penachos nas pontas das orelhas;<br>· Pelos faciais alongados que se tornam mais notáveis no Inverno;<br>· Uma pelagem longa e sedosa com uma coloração castanha avermelhada ou cinzenta, com manchas negras<br>· Uma aparência robusta com pernas sólidas das quais as de trás são notavelmente mais compridas do que as da<br>frente;<br>· Garras grandes.<br><br><strong>- Alimentação:</strong><br><br>A dentição dos linces-ibéricos é constituída por um número reduzido de dentes bastante aguçados. Estas<br>características evidenciam a grande especialização existente nesta espécie de felídeo no que toca à dieta e à<br>alimentação. Sendo um animal carnívoro, a sua atenção dirige-se para presas muito específicas.<br>Dentro das presas disponíveis nos habitats mediterrânicos da Península Ibérica, o lince seleciona fortemente o<br>coelho-bravo que constitui entre 80 a 100% da sua alimentação. Outros vertebrados como roedores, lebres, perdizes e outras aves podem também ser predados pelo lince. No<br>entanto, em níveis significativamente inferiores aos do coelho.<br><br><strong>- Reprodução:</strong><br><br>Tal como muitos outros felinos, o lince-ibérico é uma espécie solitária. Os machos só procuram as fêmeas na época da<br>reprodução, quando estas entram no cio. Após o acasalamento, o macho regressa ao seu território, não tendo mais<br>contacto com a fêmea nem quaisquer cuidados parentais com as suas crias. Por esta altura a fêmea procura uma toca em<br>cavidades naturais, como o tronco oco de uma grande árvore ou uma zona rochosa, para ter as suas crias, numa área<br>longe da perturbação humana e com alimento e água disponíveis na proximidade.<br><br>-<strong>Época de reprodução:</strong> janeiro a julho, com um pico entre janeiro e fevereiro<br>-<strong>Época de nascimentos: </strong>março a abril<br>-<strong>Gestação: </strong>cerca de 2 meses.<br>-<strong>Tamanho da ninhada:</strong> 2-3 crias.<br>-<strong>Sobrevivência até à independência:</strong> 1-2 crias por fêmea.<br>-<strong>Idade de independência:</strong> 7 a 10 meses.<br>-<strong>Idade da primeira reprodução:     .Fêmeas: </strong>primeiro inverno; .<strong>Machos: </strong>aos dois anos.<br>-<strong>Longevidade: </strong>Até 16 anos.<br><br><a href="https://i1.wp.com/www.postal.pt/wp-content/uploads/2018/05/lince-iberico.jpg?resize=640,425">(Imagem)</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/a652d636ae9916089fce76fbb0a39038/familia_lince_.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 18:01:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803765</guid>
      </item>
      <item>
         <title>3. Distribuição Geográfica e Habitat Natural</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803808</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Distribuição Geográfica:<br><br></strong>Estima-se que, atualmente, o número de linces ibéricos existentes em liberdade seja de 589 exemplares<br>distribuidos em oito núcleos populacionais da Península Ibérica. (Censo da população do Lince Ibérico 2017)<br><br>Outrora a distribuição era muito ampla. Existem exemplares históricos em Portugal datados do século XIX e XX<br>que abrangem áreas como Serra da Estrela, Malcata, Alcácer do Sal, Évora, Barrancos, Odemira.<br><br>Na década de oitenta a área de ocorrência em Portugal e Espanha , foi drasticamente reduzida e fragmentada. A<br>População tornou-se restrita a núcleos relativamente isolados.<br><br>Desde o início do século XXI existem duas principais populações reprodutoras na Andaluzia, em Doñana e Sierra<br>Morena (Espanha). Em Portugal está presente no Vale do Guadiana, concelho de Mértola, resultado de ações de<br>reintrodução iniciada em 2015.<br><br>Entre 2015 e 2017 foram libertados 27 animais no Vale do Guadiana. Desde 2016 que há reprodução na natureza<br>e a maioria dos animais apresenta território estável.<br><br><strong>- Habitat Natural:<br><br></strong>O lince-ibérico seleciona habitats de características mediterrânicas, como bosques, matagais e matos densos.<br><br>Os requisitos ecológicos do lince-ibérico podem resumir-se da seguinte forma:<br><br><strong>a)</strong> O seu habitat potencial tem condições adequadas de alimento e água, disponíveis ao longo do ano, vegetação<br>adequada para abrigo/reprodução e tranquilidade;<br><br><strong>b)</strong> Mais de 50-60% do coberto vegetal dos seus territórios é composto por matagal e cerca de 20% por orlas<br>entre pastagens e matagal, formando uma estrutura em mosaico;<br><br><strong>c)</strong> Nos seus territórios, durante a época de reprodução, a densidade de coelho-bravo é superior a 4,5<br>indivíduos/hectare;<br><br><strong>d)</strong> A conectividade entre os diferentes núcleos é fundamental para a dinâmica da espécie.<br><br><a href="http://areasprotegidas.icnf.pt/lince/images/galeria/reintroducao/03-mapa-reintroducao-dispersao-lince-2017.jpg">(Imagem)</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/97d7c81bf67f17cddc58beb830ca63f1/03_mapa_reintroducao_dispersao_lince_2017.jpg" />
         <pubDate>2019-03-30 18:02:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803808</guid>
      </item>
      <item>
         <title>4. Hierarquia Biológica e a sua Estrutura no Ecossistema</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803840</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Hierarquia Biológica:<br><br></strong>O Lince-Ibérico é um mamífero multicelular constituído por vários sistemas de orgãos interdependentes. O ecossistema onde se encontra são as áreas de floresta mediterrânea.<br><br><strong>- Posição do Lince na estrutura do ecossistema:<br><br></strong>O lince ibérico é uma espécie predominantemente florestal e, portanto, evita espaços abertos e sem cobertura. Em<br>movimentos dispersivos, o lince é capaz de usar qualquer tipo de vegetação que se encontre à superfície,<br>nomeadamente arvoredos, bosques e pastagens. No entanto, a espécie é muito seletiva quando se trata em<br>estabelecer-se numa determinada área e dominar um território. Este tipo de estrutura na paisagem é provavelmente o<br>tipo de habitat selecionado pelo coelho nas zonas florestais, e oferece ao lince um abrigo e uma maior facilidade na<br>captura dos mesmos. O lince é um predador e tem como principal presa o coelho bravo (relação de predação).<br>Quando um habitat reúne todas estas características com uma elevada existência de coelhos, o tamanho do território<br>do lince pode ser inferior a 300 ha. Se, eventualmente, este tipo de ecossistema não se encontrar disponível, o lince<br>ibérico pode vir a ocupar áreas com uma qualidade mais baixa, embora possam existir presas suficientes, a área é<br>mais extensa rondando os 1000 a 2000 ha.<br><br><a href="http://www.colegiosantarosa-pa.com.br/material_do_professor/bruno_uchoa/2ano_fluxo_de_materia_e_energia.pdf">(Imagem)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:02:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803840</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803889</link>
         <description><![CDATA[<div>Em síntese, com a realização deste pequeno trabalho adquiri conhecimentos sobre o lince-ibérico, nomeadamente sobre o tema à qual eu e o meu grupo de trabalho pesquisamos, mas também sobre os restantes temas (Tema 2 e Tema 3) à qual os restantes grupos de trabalho pesquisaram e apresentaram, para além de também nos esclarecerem algumas dúvidas. Além disto compreendi melhor a introdução ao tema da biologia, nomeadamente à hierarquia biológica e à posição de espécies no ecossistema. <br><br>Toda esta coluna foi baseada no nosso powerpoint feito e apresentado na aula. Todas as imagens utilizadas neste moral têm hiperligação no powerpoint. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314748140/0289a302ad03440f0669b84987d19113/O_LINCE_IBERICO.pptx" />
         <pubDate>2019-03-30 18:02:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/346803889</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os estomas</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/366574518</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição: <br></strong>Os estomas são estruturas existentes nas plantas que controlam as trocas gasosos entre as plantas e  o meio externo, graças à capacidades que têm em abrir e fechar. A mudança de forma das células estomáticas está relacionada com o seu conteúdo em água. <br><strong>Constituição:<br></strong>Um estoma, é constituído por duas células-guarda., que limitam uma abertura chamada de ostíolo, que está em contacto com uma câmara estomática, estando o conjunto rodeado por outras células.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 17:37:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/366574518</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/366575073</link>
         <description><![CDATA[<div>No 3º e último período do ano, realizamos uma atividade laboratorial diretamente relacionada com <strong>"Trocas Gasosas em Seres Multicelulares". </strong>Nesta atividade, fomos mais específicos e dedicámo-nos essencialmente às <strong>"Trocas Gasosas nas Plantas"</strong>. Neste tema estudámos a forma como as plantas realizam uma série de reações metabólicas, como a respiração celular, a fotossíntese e a transpiração, indispensáveis à sua sobrevivência. Estas reações estão diretamente relacionadas com as trocas gasosas que ocorrem ao nível dos estomas e foi precisamente aí que pretendíamos chegar com a nossa  atividade. Além de <strong>observarmos estas estruturas e ao mesmo tempo conhecê-las e estudá-las</strong>, pretendíamos também <strong>comparar e explicar  a quantidade de estomas nas faces superiores e inferiores das folhas</strong> e, por fim, observar a <strong>influência de alguns fatores abióticos como a luz e salinidade na abertura e fecho dos estomas.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 17:45:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estomas e o seu funcionamento</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/366577040</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Como já referi anteriormente os estomas são estruturas que intervêm nas trocas gasosas entre as plantas e o seu meio. A  abertura dos estomas, é dependente de algumas condições abióticas por exemplo, da luz do vento, da temperatura e da humidade no ar.<br>   <br><strong>Temperatura do ar –</strong> Quanto maior a temperatura do ar, mais rápida é a evaporação da água nas células-guarda, pelo que mais rápida é a entrada de água novamente para estas células, o que provoca a sua turgescência e, consequentemente, a abertura dos estomas, aumentando a sua taxa de transpiração.<br><br></div><div><strong>Humidade do ar</strong> – Quanto menor for a humidade do ar, maior será a transpiração, pois mantém-se um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. A água passa continuamente para as células-guarda, que ficam túrgidas, provocando a abertura do estoma.<br><br></div><div><strong>Vento </strong>– O vento, fraco e moderado, arrasta as partículas de água resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda, mantendo deste modo um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera. A água sai novamente das células, é novamente arrastada pelo vento, aumentando a transpiração da planta. Se o vento é muito forte, pelo contrário, a transpiração diminui, pois ocorre o fecho dos estomas devido a uma excessiva perda de água.<br><br></div><div><strong>Luz</strong> – Se existir luz ocorre fotossíntese, que vai consumir dióxido de carbono, pelo que a sua concentração nas células-guarda baixa, não se formando ácido carbónico, o que permite a ativação da enzima fosforilase, que ao transformar o amido em glicose vai aumentar a concentração do meio. Entra água para estas células provocando-lhes a turgescência, abrindo o estoma e, deste modo, aumentando a taxa de transpiração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 18:10:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade Prática</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/366577132</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade pratica, tínhamos o objetivo de testar a abertura dos estomas quando estes são expostos a diferentes agentes abióticos como existência ou ausência de luz e a concentração de solutos no meio em que se encontravam.<br><br><strong>Para realizar esta atividade foram necessários o segundanista material de laboratório: <br></strong>- Microscópio Óptico<br>- Lâminas e lamelas<br>- Bisturi<br>- Pinça<br>- Agulha<br>- Água destilada<br>- Solução saturada de cloreto de sódio<br>- Folhas de<strong><em> Tradescância</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 18:11:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade prática</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/366577235</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Procedimento:</strong></div><ol><li>Inicialmente iremos começar por colocar duas folhas da planta escolhida perto de uma fonte luminosa e duas folhas numa caixa onde irão ter ausência de luz.</li><li>Iremos retirar, com a ajuda do material de dissecção, vários fragmentos da epiderme inferior das restantes folhas da planta.</li><li>Depois de obter vários fragmentos das folhas das plantas fizemos  várias preparações: primeiro um preparação simples (preparação A) que terá como objetivo a contagem dos estomas; Uma preparação com um fragmento em meio de montagem hipertónico (preparação B) utilizando a solução de cloreto de sódio;  Uma preparação com um fragmento em meio de montagem hipotónico (preparação C) utilizando a água destilada; e duas preparações com água destilada mas com fragmentos das folhas que se encontraram no escuro e na luz (preparações D e E respetivamente) </li><li>Observamos as diferentes preparações no microscópio.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 18:12:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/366577318</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><br></div><div><strong>Preparação A<br></strong>Após a observação da preparação A podemos concluir que neste fragmento de epiderme apenas encontramos 4 estomas, levando a que tenhamos de repetir por várias vezes a contagem pois senão for feito não termos uma ideia certa do número de estomas que possam existir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 18:13:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/366577398</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Preparação B<br></strong>Após a observação da preparação B podemos concluir que quando os estomas se encontram num meio hipertónico, vão ter tendência a fechar pois sendo o meio externo mais concentrado em solutos do que o meio interno a água vai sair  das células de guarda, deixando as plasmolisadas, daí o estoma fechar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 18:14:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusões</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/366577500</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Preparações D e E<br></strong>Após a observação da preparação D   podemos concluir que quando os estomas se encontram perto de uma fonte luminosa estes vão abrir pois sendo as células-guarda fotossintéticas estas perto de uma fonte luminosa vão realizar este processo obtendo glicose o que vai criar o aumento de pressão ósmotica, o que vai levar a que a água entre dentro delas deixando-as turgidas o que vai levar a que o estoma abra. O contrário acontece com o a preparação E em que o fragmento de epiderme se encontrava numa caixa com ausência de luz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 18:15:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>leosilvamontelongo3</author>
         <link>https://padlet.com/leosilvamontelongo3/z4dde3xli5bz/wish/366577564</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Preparação C<br></strong>Após a observação da preparação C podemos concluir que quando os estomas se encontram num meio hipotónico, vão ter tendência a abrir pois sendo o meio externo menos concentrado em solutos do que o meio interno a água vai entrar para as células de guarda, deixando as turgídas, daí o estoma abrir. <strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 18:16:34 UTC</pubDate>
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