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      <title>Meu padlet magnífico by Bianca Santos (Alaine Bianca)</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-27 21:55:37 UTC</pubDate>
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         <title>Vida  </title>
         <author>biancabarbosa0500</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá! Meu nome é Alaine Bianca, tenho 22 anos e trabalho como Acompanhante Terapêutica ABA. Iniciei essa nova jornada em fevereiro deste ano.</p><p>Iniciei a faculdade em 2022 e participei de dois  pré-vestibulares, como o PVS Dona Zica (hoje em parceria com a Samba Educa) e o Kilombaprevest de Imbariê.</p><p><br/></p><p>Minha trajetória é marcada por mulheres fortes. Sou filha de manicure que sempre foi meu porto seguro . E sou neta de uma pedagoga que, apesar de não atuar mais na área devido a questões de saúde, foi meu maior incentivo para cursar uma universidade. Ela me ensinou a ler livros e a ter gosto pela luta através da educação. Acredito que a educação é o caminho.</p><p><br/></p><p>Lutei muito para escolher Pedagogia como minha carreira, mas hoje percebo o quanto me faz bem.</p><p>Estudar na FEBF&nbsp; tem sido uma experiência incrível. Aprendo muito com todos que estão em sala, discutindo as nossas experiências . Sinto que estou saindo de uma bolha que nem eu mesma sabia que estava dentro.</p><p>Hoje, me encontro em&nbsp; processo de aprendizagem em todas as áreas da minha vida,agradecendo pelos meus e lutando pelos mesmos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 22:02:53 UTC</pubDate>
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         <title>Texto </title>
         <author>biancabarbosa0500</author>
         <link>https://padlet.com/biancabarbosa0500/z478pcazgu1m6lwa/wish/3385713244</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao me inscrever na aula, imaginei que abordaria&nbsp; sobre a exclusão apenas para pessoas com deficiência. No entanto, no primeiro dia de aula, já me veio a memória que a exclusão não apenas se resume em pessoas com deficiência, o nível de complexidade é mais amplo, há muitos mais&nbsp; espaços e pessoas para serem&nbsp; compreendidas.</p><p>Refletindo sobre o texto 'Inclusão, Exclusão Escolar e Afetividade: Repensando o Fracasso Escolar das Crianças de Classes Populares' (2012), de Sandra Maria Nascimento de Matos, percebi que o fracasso escolar das crianças de classes populares pode ser atribuídas&nbsp; aos&nbsp; fatores como falta de recursos, discriminação e estigmatização</p><p>A escola pode ser um espaço de inclusão ou exclusão, dependendo de como as crianças são tratadas e valorizadas. É fundamental reconhecer a importância de um ambiente que atenda às necessidades de todos os estudantes. Pensando em todos os aspectos é essencial conhecer os alunos e sua cultura para estabelecer um local de cuidado e afetividade.</p><p>Falando sobre afetividade eu ela é um aspecto fundamental na educação, e para desenvolvê-la, é necessário entender as complexidades dos alunos. Isso inclui proporcionar suporte tanto para alunos com deficiência quanto para aqueles que precisam de um abraço ou acolhimento.</p><p>A educação é um direito de todos, e é fundamental garantir que seja oferecida com equidade.</p><p>Infelizmente, muitas vezes já testemunhei&nbsp; a exclusão de alunos com deficiência ou necessidades especiais. É comum ouvir frases como 'Deixe quieto' ou 'Dê o que ela gosta para ficar quietinha'. Isso é inaceitável, pois a educação é um direito para TODOS.</p><p>As barreiras para a inclusão podem incluir superlotação de salas, falta de recursos e infraestrutura inadequada, muitas das vezes visualizamos e vivenciamos salas com mais de 30 alunos para 2 ventiladores e quando está funcionando. é fundamental que as crianças sejam vistas, ouvidas e compreendidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 22:40:40 UTC</pubDate>
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         <title>A pratica excludente no terceiro distrito </title>
         <author>biancabarbosa0500</author>
         <link>https://padlet.com/biancabarbosa0500/z478pcazgu1m6lwa/wish/3446473203</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao redor do 3 distrito nos deparamos com a falta de acessibilidade, não nos restringindo a pessoas com deficiência, envolve o meio social, o meio de transporte, informações, infraestrutura. Entre as diversas situações que de excludência que ocorre no terceiro distrito ressalto a discrepância nos meios de transporte, o tempo que leva em média para chegar ao centro da cidade é 40 min, o trem que seria um meio de transporte rápido demora em média duas horas somente para chegar a estação e as condições que o transporte esta é vergonhosa. Essa pratica excludente é muito confortável para os órgãos competentes visto que em pleno 2025 as coisas ainda estão como há anos atras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-12 12:52:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancabarbosa0500/z478pcazgu1m6lwa/wish/3446473203</guid>
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         <title></title>
         <author>biancabarbosa0500</author>
         <link>https://padlet.com/biancabarbosa0500/z478pcazgu1m6lwa/wish/3446478575</link>
         <description><![CDATA[<p>Falar sobre gênero, raça e diversidade na escola ainda incomoda muita gente. Mesmo com tantos debates avançando nas universidades e em espaços públicos, dentro da sala de aula esse tipo de conversa ainda é visto, por muitos, como algo fora do lugar. Para várias famílias, esses temas são sensíveis, cercados por tabus, medos e desinformação. Mas a verdade é que a escola não pode se calar diante das desigualdades que atravessam o cotidiano dos estudantes. Educar, nesse contexto, é também enfrentar.</p><p><br/></p><p>A ideia de “raça”, por exemplo, nos foi ensinada como se fosse natural. Mas já está mais do que comprovado: raça é uma construção social. Ou seja, não existe base científica que sustente essa divisão entre pessoas brancas, negras, indígenas ou de outros grupos. Ainda assim, essa invenção histórica foi e continua sendo usada para justificar violências, excluir, oprimir e marginalizar. Não por acaso, a sociedade brasileira ainda carrega feridas profundas do racismo, que está presente nas oportunidades negadas, nos espaços não ocupados e nas vidas constantemente interrompidas.</p><p><br/></p><p>O racismo se mantém não só porque é praticado, mas porque é repetido, naturalizado e ensinado, mesmo sem intenção. Como uma velha ideia que vai passando de boca em boca, de geração em geração, ele se esconde atrás do senso comum. E é aí que mora o perigo: quando preconceitos se disfarçam de verdades, ganham força. Quando a escola se omite, esses discursos continuam crescendo.</p><p><br/></p><p>Por isso, educar para a diversidade é um ato político. É escolher sair do conforto, escutar outras vozes, rever certezas. É ensinar que todos têm direito ao respeito, independente da cor da pele, da identidade de gênero, da cultura, da forma de amar ou de viver. Não se trata de doutrinar, mas de libertar: de abrir caminhos para que cada estudante possa existir por inteiro dentro da escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-12 12:56:38 UTC</pubDate>
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         <title>Heróis apagados</title>
         <author>biancabarbosa0500</author>
         <link>https://padlet.com/biancabarbosa0500/z478pcazgu1m6lwa/wish/3446487766</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo da história personalidades negras e indígenas foram apagadas e esquecidas propositalmente da história, toda a educação pautada em pessoas que são pequenas perto do feito de pessoas que de fato fizeram algo para que pudéssemos estar onde estamos e viver o que vivemos. Com o passar do tempo e das leis que obrigam as escolas a contar nossa história, esses personagens foram sendo retratados e ganhando espaço, não da forma como deveria porém melhor do antes. Entretanto, as escolas de samba como mecanismo cultural traz com todo o enredo e desfile, um retrato falado da história que a história não conta, exemplo disso é enredo elaborado pela GRES Estação Primeira de Mangueira que em 2019 trouxe um enredo que contava de fato quem foram os heróis brasileiro como: Zumbi dos Palmares, Dandara, Luisa Mahin, Chico de Matilde, Leci Brandão, Esperança Garcia, Tereza de Benguela, Carolina Maria de Jesus, entre outros. Neste ano de 2025, a escola GRES Unidos de Padre Miguel nos trouxe o enredo Egbé Iyá Nassô, uma homenagem ao primeiro terreiro de candomblé do Brasil, o enredo celebra a trajetória de Iyá Nassô, uma das fundadoras. Entretanto após o festejo, na apuração do campeonato uma das juradas ao justificar que despontuaria a escola pois o samba tem muitas palavras em yorubá, sendo amplamente criticada mas por outro lado mostrando que ainda há muita displicência ao abordar um enredo afro e trata-lo com tanto preconceito na justificativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-12 13:02:31 UTC</pubDate>
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