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      <title>Lei de terras by juli</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-19 19:00:55 UTC</pubDate>
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         <title>Latifúndios</title>
         <author>juliangiolillo</author>
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         <description><![CDATA[<div>latifundios são grandes extensões de terras (grandes fazendas) que podem ser produtivas ou improdutivas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-19 19:23:43 UTC</pubDate>
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         <title>Grilagem</title>
         <author>juliangiolillo</author>
         <link>https://padlet.com/juliangiolillo/z3v1x0l96rwyyjb9/wish/2711447567</link>
         <description><![CDATA[<div>é um processo que surge junto com a lei de terras com a intenção de dar um aspecto de velho ao documento de posse de uma terra que não pertence às respectivas empresas/sujeitos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-19 19:23:56 UTC</pubDate>
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         <title>Terra como mercadoria</title>
         <author>juliangiolillo</author>
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         <description><![CDATA[<div>a partir do momento que a Terra para de ser um direito básico e passa ser considerada como, primeiro, uma propriedade e portanto, no sistema capitalista, como mercadoria, as sociedades têm o primeiro contato com a desigualdade e outros conflitos/dilemas sociais/éticos.&nbsp;<br>Os países que mais sofrem com isso são os que tem sua base econômica formada principalmente por agropecuária e exportação de grãos - o Brasil é um ótimo exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-19 19:24:18 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura política brasileira no Segundo Reinado</title>
         <author>juliangiolillo</author>
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         <description><![CDATA[<div>O segundo reinado foi um período longo com uma certa estabilidade política, entretanto é quando nasce o conceito de conservadorismo característico da extrema direita&nbsp; ao longo dos anos e atual<strong>.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-19 19:24:35 UTC</pubDate>
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         <title>Os modelos de uso da terra em disputa na atualidade.</title>
         <author>juliangiolillo</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Brasil enfrenta atualmente disputas acirradas relacionadas ao uso da terra, destacando-se principalmente o desmatamento na Amazônia, alimentado por atividades agropecuárias e extrativistas, que colide com esforços de conservação ambiental. Além disso, a expansão da agricultura, sobretudo de soja e pecuária, em áreas de floresta tropical, levanta questões sobre os territórios indígenas. Ameaçados por invasões ilegais e a exploração de recursos naturais, ampliando a discussão sobre os direitos das populações originárias e a proteção de seus territórios, algo que esteve em grande debate recentemente com o PL do marco temporal, que ameaçava fortemente as terras indígenas .&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-19 19:24:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliangiolillo</author>
         <link>https://padlet.com/juliangiolillo/z3v1x0l96rwyyjb9/wish/2712927173</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://jornal.usp.br/atualidades/politica-de-regularizacao-fundiaria-deve-estar-atrelada-a-politica-anti-desmatamento/" />
         <pubDate>2023-09-20 14:28:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/" />
         <pubDate>2023-09-20 14:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliangiolillo/z3v1x0l96rwyyjb9/wish/2712950206</link>
         <description><![CDATA[<div>O mapa de conflitos disponível no link acima é uma compilação dos conflitos relacionados a terra em questão de território, alguns exemplos são o marco temporal (uma projeto de lei que consisste em&nbsp; uma tese jurídica segundo a qual os povos indígenas têm direito de ocupar apenas as terras que ocupavam ou já disputavam em 5 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição - entrou em rigor recentemente e tendo em vista que a maior bancada em Brasília é a ruralista, passou para o presidente); os conflitos entre indígenas e garimpeiros desde de 1992 e a especulação imobiliária, o conflito mais "moderno" e normal nos dias de hoje com o capitalismo em seu ápice.&nbsp;<br><br></div><div>A reflexão é baseada justamente no último tópico citado. Como visto na imagem acima, as consequências deste mercado global não são boas nas vidas de famílias pobres (exclusivamente aquelas que vivem em favelas, o total de 8% da população brasileira). Um ótimo exemplo de material que narra o envolvimento de forças militares corruptas e a necro-política do Estado Brasileiro (modo de governo que opera com base na morte dos menos favorecidos econômica e socialmente) é o documentário "Limpam com fogo" no qual narra, do ponto e vista dos moradores, policiais militares, bombeiros e políticos influentes como Boulos, diversos incêndios por diversas favelas espalhadas por São Paulo.&nbsp;<br><br></div><div>Essas pessoas passaram a ser moradores de rua pois perderam tudo para o Estado - que inclusive em um caso de incêndio sabotou o hidrantes para que os bombeiros não conseguissem apagar o fogo - pouco mais tarde ele vendeu para uma construtora que fez o que toda construtora faz: constrói e espera o ponto, por exemplo, valorizar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-20 14:40:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliangiolillo</author>
         <link>https://padlet.com/juliangiolillo/z3v1x0l96rwyyjb9/wish/2712950332</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo explica como muitas vezes essas políticas para regulamentação de terras são viabilizadores de grilagem, abrindo portas para q os grandes donos de terras se apropriem ilegalmente de terras que não são seus direitos. Um dos exemplos é a MP 910, mais conhecida como MP da grilagem, tal que caducou em maio de 2020, visava "mudanças nas regulamentações de terras e a regularização fundiária" que é apenas uma brecha para a grilagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-20 14:40:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliangiolillo</author>
         <link>https://padlet.com/juliangiolillo/z3v1x0l96rwyyjb9/wish/2720227198</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-09-26 01:20:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliangiolillo</author>
         <link>https://padlet.com/juliangiolillo/z3v1x0l96rwyyjb9/wish/2721842221</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L0601-1850.htm" />
         <pubDate>2023-09-26 19:05:13 UTC</pubDate>
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         <title>Explicação, motivos e contexto</title>
         <author>juliangiolillo</author>
         <link>https://padlet.com/juliangiolillo/z3v1x0l96rwyyjb9/wish/2721843377</link>
         <description><![CDATA[<div>            A Lei de Terras de 1850, foi um marco importante na história agrária do Brasil. Ela Foi promulgada durante o período do Império, sob o governo de Dom Pedro II, e teve como “objetivo” regular a posse e aquisição de terras no país. Antes dessa lei, a propriedade de terras era frequentemente baseada em concessões ou posse precária, o motivo das aspas em objetivo é que essa era apenas a máscara que escondia o real objetivo da lei de terras, tal sendo a concentração de terras e criação de latifúndios.</div><div>           A Lei de Terras de 1850 estabeleceu um sistema de registro de terras, tornando a propriedade mais formal e criando um mercado de terras, algo completamente novo no Brasil. No entanto, a lei contribuiu para a concentração de terras nas mãos de grandes proprietários, esses que compravam as propriedades que antes eram “irregularizadas” (em outro nome de pequenos proprietários), assim gerando uma concentração de terras exponencial.&nbsp;</div><div>          A lei permitia a compra e venda das terras apenas para cidadãos dificultando o acesso à terra para camponeses e ex-escravizados libertos após a abolição da escravidão em 1888. A abolição, foi um dos motivos que a lei de terras foi aprovada, pois ela já estava em debate a muito tempo, porém assim que a Inglaterra mandou sua intimidação com a lei Eusébio de Queiroz, que proibia a entrada de escravizados no Brasil, a lei de terras foi logo aprovada, para assim as perdas que os grandes latifundiários teriam com a falta de tráfico negreiro serem amenizadas com o ganho de terras.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-26 19:06:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Efeitos nos dias de hoje</title>
         <author>juliangiolillo</author>
         <link>https://padlet.com/juliangiolillo/z3v1x0l96rwyyjb9/wish/2721845940</link>
         <description><![CDATA[<div>A lei de terras de 1850 querendo ou não foi uma espécie de reforma agrária ao inverso, onde o seu grande objetivo era a concentração de terras, padrão que segue vigente até os dias de hoje, com uma série de leis que visam aumentar essa concentração, um exemplo é a própria lei do marco temporal, que esteve em debate diversas vezes ao longo deste ano.&nbsp; Os grandes latifúndios e os monocultivos de commodities dominam as terras do Brasil. O Brasil é um dos maiores fornecedores de commodities do mundo, mas a que custo? O Brasil é o oitavo país mais desigual no mundo (ONU) e um dos únicos na América Latina que não passou por uma reforma agrária. 10% dos imóveis rurais concentram mais de 50% das terras do país.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-26 19:07:49 UTC</pubDate>
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         <title>O que é?</title>
         <author>juliangiolillo</author>
         <link>https://padlet.com/juliangiolillo/z3v1x0l96rwyyjb9/wish/2721988577</link>
         <description><![CDATA[<div>       A reforma agrária é um conjunto de medidas políticas e econômicas que busca promover a redistribuição mais equitativa da terra nas áreas rurais. Seu principal objetivo é corrigir desigualdades históricas no acesso à terra e nos direitos de propriedade rural, com o propósito de impulsionar o desenvolvimento econômico, social e ambiental nas regiões rurais.&nbsp;</div><div>      Um dos principais aspectos da reforma agrária é a redistribuição de terras, que envolve a transferência de propriedades de grandes latifundiários para famílias de agricultores sem terra ou com pouca terra. Isso pode ser realizado através de desapropriação legal, compra e venda de terras ou assentamentos em terras públicas.&nbsp;</div><div>     O fato do Brasil não ter passado por uma reforma agrária também explica os números tão absurdos que podemos encontrar sobre a concentração de terras, o que apenas prova como essa é uma medida necessária em qualquer país que passou por um processo de colonização.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-26 21:24:18 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>830210</author>
         <link>https://padlet.com/juliangiolillo/z3v1x0l96rwyyjb9/wish/2722090553</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com Paulo Crispim: "A primeira constituição brasileira em 1824, logo após a independência não significou nada pois nada se alterou depois - manteve a ordem socioecônomica inalterada, ninguém nunca tocou na monocultura ou na grande propriedade."<br><br></div><div>O artigo disponível no link exposto acima é sobre a Lei de Terras ter completado 150 anos. Isso significa que há muito mais de 150 anos as pessoas estão roubando terras daqueles que são menos - favorecidos ilegalmente mas não importa, não importa pois os que roubam são donos de latífundios que eram usados para a plantação de café (produto mais desejado pela Europa portanto, o mais comercializado naquela época, tanto que era a base econômica brasileira) e aqueles que já estavam&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ocupando as terras eram seus donos originais: ex-escravos que iam às ruas e/ou arranjavam um trabalho no qual era explorado, não é atoa que a expectativa de uma pessoa negra em 1850 era em torno de 35 anos.&nbsp;<br><br></div><div>A mentalidade que a elite brasileira foi adquirindo ao longo do tempo que se passou desde de 1808 com a chegada da família real, a falsa independência, a contituição seletiva foi encrustada muito fundo no modo de vida de muitas pessoas brancas (altíssima concentração de renda - de acordo com o artigo: "Apenas 0,7% das propriedades têm área superior a 2.000 hectares (20 km²), mas elas, somadas, ocupam quase 50% da zona rural brasileira), na economia do país (o setor agrário representa 35.9% do PIB o que equivale a 2,65 trilhões de reais) e na política (a maior bancada em Brasília é a ruralista devido ao grande peso deste setor na economia).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-26 23:57:01 UTC</pubDate>
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