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      <title>COLOCAÇÃO PRONOMINAL by Juliana Amorim</title>
      <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal</link>
      <description>Discentes: Juliana Amorim e Andressa Donato</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-18 21:42:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Colocação Pronominal [Prof Noslen]</title>
         <author>julianaamorim27_</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2794994589</link>
         <description><![CDATA[<p>A colocação pronominal em português determina a posição dos pronomes na frase, como próclise (antes do verbo), ênclise (após o verbo) ou mesóclise (no meio do verbo, comum em futuros). O vídeo recomendado oferece conteúdo adicional para uma compreensão mais aprofundada, considerando as regras gramaticais e o contexto da frase.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 22:08:02 UTC</pubDate>
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         <title>Referência Bibliográfica:</title>
         <author>julianaamorim27_</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2794997142</link>
         <description><![CDATA[<p>O desafio atual no ensino de Língua Portuguesa reside na adaptação das práticas pedagógicas para incorporar a diversidade linguística trazida por grande parte dos alunos às escolas. Este livro nasce do interesse em responder a essa demanda, assumindo uma abordagem objetiva frente à evolução da realidade escolar.</p><p><br></p><p>REFERÊNCIA: VIEIRA, Silvia Rodrigues; BRANDÃO, Silvia Figueiredo (orgs.) Ensinode gramática: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007, p. 1-33. Disponível em: file:///C:/Users/Tha%C3%ADs/Downloads/Coloca%C3%A7%C3%A3o%20pronominal%20-%20Silvia%20Rodrigues%20Vieira%20(1).pdf</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 22:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>Abordagem Tradicional X Descritiva</title>
         <author>julianaamorim27_</author>
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         <description><![CDATA[<p>A abordagem tradicional da colocação pronominal é prescritiva e baseada em regras fixas que estabelecem a forma "correta" de utilizar os pronomes na língua. Essas regras muitas vezes são apresentadas como normas a serem seguidas, independentemente das variações linguísticas regionais ou das nuances contextuais. A tradição prescritiva pode ser mais rígida e enfatizar uma única forma considerada gramaticalmente correta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 22:53:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 1</title>
         <author>julianaamorim27_</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2795006081</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>É notável que, ao examinarmos as duas variedades consideradas, chama a atenção a ausência da mesóclise. Isso sugere que a colocação intraverbal, quando empregada na fala oral, está limitada a contextos de uso bastante específicos. A observação dessa ausência destaca a influência do contexto e da informalidade na escolha das formas verbais, ressaltando a preferência por outras estratégias de colocação verbal em situações mais corriqueiras da comunicação oral.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 23:05:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 2</title>
         <author>julianaamorim27_</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Na escrita do português brasileiro, a mesóclise é rara, enquanto no português europeu ocorre principalmente nas formas de futuro e pretérito, associada a contextos específicos. Quanto à próclise e ênclise, a diferença percentual entre as modalidades oral e escrita praticamente desaparece, indicando a influência niveladora da modalidade escrita na regulação do uso dos pronomes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 23:10:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mapa Mental:</title>
         <author>julianaamorim27_</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2795008416</link>
         <description><![CDATA[<p>O mapa mental é essencial para estudar a colocação pronominal, oferecendo uma representação visual organizada das regras e exceções. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 23:17:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATENÇÃO!!! Revisão dos Pronomes:</title>
         <author>julianaamorim27_</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2795009235</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo dos pronomes é essencial para compreender a colocação pronominal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 23:22:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Figura 3</title>
         <author>julianaamorim27_</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2795010849</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>No português europeu, a colocação pronominal apresenta três variantes, sendo a intra-cv a mais comum. Quando o pronome está entre duas formas verbais, a análise considera evidências da prosódia e observa contextos como a interposição de elementos no complexo verbal, indicando geralmente a ênclise. A variante pré-cv, influenciada por "atratores", ocorre especialmente com o pronome "se" em contextos indeterminados/apassivadores e com o particípio. A variante pós-cv é mais frequente com o infinitivo e quando o pronome é acusativo de terceira pessoa ou o reflexivo "se".</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 23:30:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quadro 1 - Elementos condicionadores da ordem do clítico pronominal em complexo verbal no português europeu (oral)</title>
         <author>drehdsantos</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2795394578</link>
         <description><![CDATA[<p>Em suma, o sistema de concretização da ordem dos clíticos em complexos verbais no português europeu podem ser resumidos de acordo com o quadro acima.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-19 18:10:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quadro 2 - Elementos condicionadores da ordem do clítico pronominal em complexo verbal no português do Brasil (oral).</title>
         <author>drehdsantos</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2795412586</link>
         <description><![CDATA[<p>Na oralidade do português brasileiro, em 90% dos casos predomina-se a variante intra-cv. Também pode-se afirmar que na oralidade do português brasileiro é admitido o uso de próclise associado a segunda forma verbal dos complexos.</p><p>No mais, o quadro acima resume o sistema de concretização da ordem dos clíticos em complexos verbais no português brasileiro.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-19 18:50:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>drehdsantos</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2795468728</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>Quanto ao tipo de clítico</strong></p><p>A posposição do clítico acusativo de 3° pessoa nos complexos verbais é quase categórico tanto no português brasileiro, quanto no português europeu.</p><p><br></p><p><strong>Quanto ao tipo de complexo verbal </strong></p><p>A ordem dos clíticos é sensível ao tipo de estrutura dos complexos verbais. </p><p><br></p><p><strong>Quanto à forma do verbo não-flexionado </strong></p><p>A forma do particípio, dado o seu caráter não temporal (detensivo), não acolhe pronome posposto. A variante pós-cv é bloqueada pelo particípio (tinha encontrado-se) e desfavorecida pelo gerúndio, se comparada ao infinitivo, altamente favorecedora da ênclise ao complexo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-19 20:55:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise prosódica</title>
         <author>drehdsantos</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2795501843</link>
         <description><![CDATA[<p>A sugestão de que a colocação pronominal teria motivações rítmicas que justificariam o padrão proclítico brasileiro e o padrão enclítico europeu também foi investigada em Vieira (2002).</p><p>As hipóteses investigadas partiram de duas suposições: </p><p><br/></p><p>1° No português brasileiro, o clítico se ligaria preferencialmente à sílaba à direita, comportando-se como uma sílaba pretônica. Teria, por tanto, em termos acústicos, duração e intensidade semelhantes à duração e à intensidade das sílabas pretônicas vocabulares, as quais são mais longas e mais fortes do que as postônicas (ef. Moraes, 1995).</p><p><br/></p><p><br/></p><p>2° No português europeu, levando-se em conta que a pretônica e a postônica não se diferenciam de forma expressiva (ef. Martins, 1988), a sílaba do pronome átono teria duração e intensidade semelhantes à duração e à intensidade de qualquer sílaba átona, pretônica ou postônica.</p><p><br/></p><p>Os resultados alcançados com o estudo foram o seguinte:</p><p><br/></p><p>• O pronome átono do português brasileiro assume, quanto à duração e à intensidade, as mesmas feições de uma sílaba pretônica vocabular, o pronome átono do português europeu assume, quanto à duração e à intensidade, as caracteristicas de uma sílaba postônica/pretônica vocabular.</p><p><br/></p><p>• O parâmetro de ligação fonológica do pronome átono no português brasileiro é reconhecido como inclinado para a direita (tinha me-visto), enquanto o parâmetro compatível com as caracteristicas da pronúncia do pronome no português europeu é reconhecido como inclinado para a esquerda (tinha-me visto).</p><p><br/></p><p>• O parâmetro acústico do acento que determina a cliticização do pronome à esquerda é em primeiro lugar, a duração (reduzida no português europeu); em segundo plano, atua a intensidade (menor no português europeu).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-19 22:17:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caracterização sociolinguística da colocação nominal brasileira</title>
         <author>drehdsantos</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2796893849</link>
         <description><![CDATA[<p>É necessário considerar o fato de que as noções de variedade padrão e não padrão, as modalidades oral e escrita e registro formal e informal não podem ser concebidos dicotomicamente.</p><p>O português brasileiro deve ser compreendido segundo três contínuos fundamentais: contínuo de urbanização, contínuo de oralidade-letramento e contínuo monitoração estilística.</p><p>Portanto, é possível afirmar, mesmo que de forma genérica, que o português brasileiro muda de opção consoante a modalidade: da variante pré-verbal, própria da oralidade na maioria dos contextos, para a pós-verbal, na escrita padrão. Desse modo, coexistiriam dois sistemas, um no contexto de oralidade, e outro no contexto de alto grau de letramento. Em outras palavras, o português brasileiro teria variantes descontinuas no caso do eixo oralidade-letramento, e não graduais. Não se pode negar que, levando em conta os extremos desse contínuo, até caberia a generalização.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 20:48:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quadro 4</title>
         <author>drehdsantos</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2796899091</link>
         <description><![CDATA[<p>Em função do contexto morfossintático, a próclise é a variante preferida até mesmo na escrita; encontra-se a próclise inclusive após elementos não tradicionalmente "atratores", como o SN sujeito nominal (por exemplo, o menino se referiu ao fato). Não se trata de adotar a ênclise como regra geral e realizar a próclise na presença de "atratores" tradicionais. Na realidade, concretiza-se a próclise na maioria dos casos e restringe-se a ênclise a alguns contextos morfossintáticos.</p><p>De outro lado, a ênclise também pode figurar na oralidade e não necessariamente nos contextos aconselhados na prescrição. Ao contrário, encontra-se a ênclise até com formas no futuro (estudaria-se a questão...) e em contextos com elementos ditos "atratores" (o médico viu que trata-se de doença grave), uso que parece ser cada vez mais frequente no português brasileiro.</p><p>Diante desse quadro de realizações particulares e complexas, não se sustenta mais como argumento suficiente para explicar o quadro variável da ordem dos clíticos pronominais no português brasileiro a suposição de que se usa a ênclise no português brasileiro exclusivamente na modalidade escrita e para seguir o modelo europeu ou a tradição gramatical. Por outro lado, não se nega que a pressão normativa tenha sido um elemento fortemente motivador das feições que adquiriu a norma objetiva brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 20:56:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>drehdsantos</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2796968572</link>
         <description><![CDATA[<p>Por mais óbvio que pareça, é preciso lembrar que a realidade variável existe, independentemente de suas causas. Num dado momento, não se pode mais afirmar que a ênclise em contexto inicial absoluto, especialmente na modalidade escrita, é uma variante exclusivamente europeia. Na realidade, essa realização é hoje muito brasileira. Soaria no mínimo esquisito escrever se vende casa ou se aluga(m) imóveis. Até mesmo na oralidade, pode-se suspeitar de que a construção "se faz doces aqui" não parece ser a variante mais natural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 23:05:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para quer ensinar a colocação pronominal?</title>
         <author>drehdsantos</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2796973839</link>
         <description><![CDATA[<p>É papel da escola tornar o aluno capaz de identificar próclise, mesóclise e ênclise, não apenas porque colocação pronominal é parte integrante do conteúdo das aulas de Língua Portuguesa, mas também porque se trata de um assunto apropriado para que se cumpra o objetivo de promover o domínio do maior número possível de variantes linguísticas, de forma a tornar o aluno capaz de reconhecê-las e/ ou produzi-las, caso o deseje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 23:14:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que ensinar sobre colocação pronominal?</title>
         <author>drehdsantos</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2796978252</link>
         <description><![CDATA[<p>Em termos sintáticos, o tema da colocação pronominal permite ao professor apresentar a ordem dos pronomes em relação ao verbo (próclise, ênclise e mesóclise) e a função sintática que esses pronomes exercem (objeto direto e indireto, por exemplo).</p><p>No que diz respeito à morfologia, o tema permite discutir a categoria pronominal como um todo, com suas características formais na expressão de número-pessoa e caso.</p><p>Levando em conta a oralidade, o clítico pronominal - pela característica falta de independência acentual - viabiliza a apresentação dos padrões de tonicidade (sílabas átonas versus tônicas).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 23:18:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como apresentar o tema de colocação pronominal?</title>
         <author>drehdsantos</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim27_/Colocacaopronominal/wish/2796981992</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir da observação dos dados concretos, ao menos três orientações gerais podem ser seguidas no que se refere ao ensino da colocação pronominal:</p><p><br/></p><p><strong>(1) Tradicional-normativa</strong></p><p><br/></p><p>• Orientar a escolha da ênclise como opção preferencial, especialmente na modalidade escrita, excetuando-se os contextos gramaticais ditos "atratores" ou os contextos com futuro do presente e futuro do pretérito.</p><p>• Propor o uso da mesóclise em contexto com verbo no futuro do presente ou do pretérito em inicio absoluto de oração.</p><p><br/></p><p><strong>(2) Progressista</strong></p><p><br/></p><p>• Orientar a opção do aluno na concretização de uma norma objetiva do português brasileiro mais "genuina" ou original, que prevê não só a pouca produtividade de clíticos (especialmente o, a(s), the(s), nos, vos), mas também a escolha da próclise sem qualquer restrição na modalidade oral e, por consequência, na escrita. Desse modo, a ênclise seria uma variante a ser evitada, numa espécie de combate à pressão normativa supostamente causadora da variação em alguns contextos morfossintáticos.</p><p><br/></p><p><strong>(3) Sociolinguística inovadora</strong></p><p><br/></p><p>• Orientar a opção do aluno na concretização da norma de uso do português brasileiro que prevê a próclise como opção preferencial (sem desconsiderar a realização da ênclise, principalmente com os pronomes o, a(s) e se indeterminador/apassivador).</p><p>• Orientar a escolha da próclise, na modalidade escrita, que pode respeitar graus diversificados de adesão à norma gramatical prescrita de prestigio, consoante o contexto morfossintático, o grau de formalidade, o gênero textual e/ou o grau de originalidade que se pretende atingir.</p><p>• Promover a compreensão de que a ênclise em estruturas com tradicionais "atratores" não se justifica nem na norma prescrita nem na norma objetiva.</p><p>• Auxiliar no reconhecimento de estruturas raramente utilizadas, como, por exemplo, a mesóclise.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 23:25:48 UTC</pubDate>
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